Tag: Milwaukee Bucks

  • Portland vai atrás do Giannis? Nova regra do Draft complica tudo

    Portland vai atrás do Giannis? Nova regra do Draft complica tudo

    Olha, eu não sei vocês, mas essa história do Giannis no Portland me deixou bem curioso. De acordo com o Jake Fischer, o Trail Blazers tá cotado como um dos principais interessados no Greek Freak caso Milwaukee resolva mesmo trocar ele. E sinceramente? Faz todo sentido.

    A situação é a seguinte: o dono dos Bucks, Wes Edens, já deixou claro que ou renovam com o Giannis ou trocam. Simples assim. E com o novo dono Tom Dundon assumindo Portland, parece que a franquia quer voltar a brigar por algo grande.

    Por que Portland faz sentido (e por que não faz)

    Os Blazers têm uma vantagem que muita gente não percebe: eles controlam as picks de primeira rodada dos Bucks de 2028, 2029 e 2030. Ou seja, qualquer time que quisesse negociar com Milwaukee teria que passar por Portland primeiro pra conseguir essas picks. É tipo ter a chave do cofre, saca?

    Mas aí que tá o problema — e ele é gigante. O contrato do Giannis expira, e ninguém sabe se ele toparia renovar com Portland. Imagina só: você abre mão de um monte de peças por um cara que pode vazar depois de um ano? É de dar dor de cabeça.

    E tem outra coisa que tá complicando tudo…

    A nova regra que mudou o jogo todo

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio frustrante). A NBA vai mudar as regras da loteria do Draft, e isso tá mexendo com todas as contas. Antes, se você tinha as piores campanhas, pelo menos tinha 25% de chance de pegar a primeira pick. Agora? O máximo vai ser 8,1%.

    Na prática, isso significa que aquelas picks dos Bucks que pareciam ouro puro perderam um pouco do brilho. Não dá mais pra fazer aquele tanking agressivo de antigamente, porque as odds ficaram muito baixas. Os três piores times vão entrar numa “zona de rebaixamento” com chances ainda piores.

    Pra vocês terem uma ideia: o time com pior campanha pode pegar até a 5ª pick (no sistema atual), mas no novo formato, os três piores só têm garantia de ficar entre as 12 primeiras. É uma diferença absurda.

    Na minha opinião, isso muda completamente a dinâmica das trocas. Aquelas picks que eram consideradas super valiosas agora valem bem menos. E isso pode complicar qualquer negociação envolvendo o Giannis.

    Portland ainda tem chances?

    Claro que sim! Os Blazers ainda podem montar um pacote interessante. Além daquelas picks dos Bucks, eles têm a pick de 2028 do Orlando Magic — que, olhando como o Leste tá competitivo, pode valer bastante coisa.

    O negócio é que agora outras peças do Portland podem ter ficado mais valiosas justamente porque as picks perderam um pouco do valor. É meio irônico, mas faz sentido na lógica maluca da NBA.

    E aí, vocês acham que o Giannis toparia jogar em Portland? Eu acho que depende muito de como a franquia se posicionar no mercado e que outros nomes conseguir atrair. Porque vamos combinar: o Greek Freak não vai pra qualquer lugar só por ir.

    Uma coisa é certa: se essa troca rolar, vai ser uma das mais comentadas dos últimos anos. E podem apostar que vamos acompanhar cada detalhe aqui no Sexto Homem!

  • Bucks oficializam Jenkins: aposta arriscada ou jogada certeira?

    Bucks oficializam Jenkins: aposta arriscada ou jogada certeira?

    Os Bucks finalmente bateram o martelo. Taylor Jenkins é o novo técnico de Milwaukee, e cara… que contratação interessante. O ex-comandante dos Grizzlies chega pra tentar tirar essa franquia do buraco depois de uma temporada desastrosa de 50 derrotas.

    Olha, vou ser sincero com vocês: Jenkins não é exatamente o nome que eu esperava. O cara tem 41 anos, vem de ser demitido no meio da temporada em Memphis (com 9 jogos restantes, imagina a situação), mas também não dá pra ignorar que ele levou os Grizzlies pros playoffs três anos seguidos entre 2021-23.

    O histórico que pesa a favor

    A real é que Jenkins já conhece a casa. Ele foi assistente do Budenholzer em Milwaukee na temporada 2018-19, quando os Bucks fizeram incríveis 60-22 na temporada regular. E adivinha quem ganhou o primeiro MVP naquele ano? Exato, o Giannis. Isso pode ser um fator importante pra chemistry entre os dois.

    Antes de Memphis, Jenkins rodou por Atlanta também como assistente do Bud, então experiência ele tem. O recorde de 250-214 nos Grizzlies não é de chorar não – são números sólidos, principalmente considerando que ele pegou um time em reconstrução e transformou numa força no Oeste.

    A pressão do Giannis

    Mas vamos ao que realmente importa: essa contratação consegue convencer o Greek Freak a ficar? Porque o elefante na sala tem 2,11m e pode virar agente livre depois da próxima temporada se não assinar a extensão de 4 anos e US$ 275 milhões em outubro.

    Giannis já deixou claro que vai “sentar com a família” pra decidir o futuro. Sinceramente? Se eu fosse ele, também estaria pensando duas vezes depois de ver o time fazer apenas 32 vitórias e quebrar uma sequência de nove playoffs consecutivos.

    Jenkins tem tudo pra dar certo – é jovem, conhece a organização, tem experiência com estrelas (Ja Morant que o diga), e os próprios donos elogiaram sua “atenção aos detalhes” e “habilidades de comunicação”. Mas também pode dar muito errado se não conseguir recuperar o time rapidamente.

    E aí pessoal, acham que foi uma boa? Ou os Bucks erraram a mão de novo? A coletiva dele é na quarta-feira no Museu de Arte de Milwaukee – pelo menos vão fazer bonito na apresentação.

  • Jenkins volta ao Bucks: será que Giannis fica ou vai?

    Jenkins volta ao Bucks: será que Giannis fica ou vai?

    Olha só que reviravolta: Taylor Jenkins está voltando pra Milwaukee como técnico principal dos Bucks. Cara, esse cara conhece a casa — foi assistente técnico lá em 2018-19 antes de ir comandar o Grizzlies por seis anos.

    E pode acreditar, a contratação não podia vir em momento mais tenso. O futuro do Giannis na cidade está mais incerto do que nunca.

    A situação do Greek Freak tá complicada

    Vamos falar a real: temporada 32-50 é de dar dó pra uma franquia que sonha em título. E o Giannis? Bem, a novela sobre ele pedir trade rolou a temporada inteira. Na minha visão, os Bucks estão numa encruzilhada — ou fazem acontecer agora ou perdem o cara que mudou a história da franquia.

    Jenkins é uma aposta interessante porque ele serve pros dois cenários. Se o Giannis fica, o cara já conhece como trabalhar com ele (lembram que foram colegas?). Se ele vai embora… bom, Jenkins pegou um time jovem em Memphis e transformou em candidato aos playoffs rapidinho.

    A matemática não tá fácil

    Sinceramente? Tô vendo que vai ser difícil convencer o Giannis a ficar. Aquela jogada de dispensar o Damian Lillard pra contratar o Myles Turner foi um tiro no pé — agora eles têm 22,5 milhões do salário do Dame comendo espaço salarial pelos próximos três anos. Absurdo.

    Os Bucks vão pro Draft com a décima pior campanha da liga. Podem até conseguir uma pick legal na loteria, mas não vai ser a primeira geral — isso porque os Hawks ficam com a melhor pick entre Bucks e Pelicans (que tá em sétimo nas odds).

    E aí, vocês acham que o Jenkins consegue segurar o Giannis? Ou será que já era e Milwaukee vai partir pra reconstrução total? Uma coisa é certa: essa offseason vai definir o futuro da franquia pelos próximos anos.

    Pessoalmente, acho que se não rolou com o Budenholzer (que ganhou título) e nem com o Doc Rivers, talvez seja hora de pensar diferente. O Giannis merece brigar por anel — e os Bucks precisam decidir se ainda conseguem oferecer isso pra ele.

  • Giannis sumiu! Não fala com os chefões dos Bucks há meses

    Giannis sumiu! Não fala com os chefões dos Bucks há meses

    Gente, a situação do Giannis com os Bucks tá ficando cada vez mais estranha. O cara simplesmente não conversa com a diretoria de Milwaukee desde o trade deadline — isso foi em fevereiro, pessoal. Ou seja, já faz mais de meio ano que o Greek Freak não troca uma palavra substancial com os chefões do time.

    E olha que coisa absurda: quando os Bucks contrataram o Taylor Jenkins como técnico, o Giannis nem foi consultado. Imagina só — o cara que carrega o time nas costas, bicampeão de MVP, e a franquia nem pergunta a opinião dele sobre quem vai comandar o time. Jenkins até conhece o Giannis, foi assistente do Budenholzer quando o grego ainda tava crescendo na liga, mas mesmo assim…

    A bomba de 275 milhões que pode explodir

    A parada é a seguinte: em outubro, Giannis pode assinar uma extensão de quatro anos por 275 milhões de dólares com os Bucks. Isso mesmo, quase 300 milhões. Mas pelo jeito que as coisas tão andando, será que ele vai querer ficar?

    Sinceramente, eu não culpo o cara. Desde que ganharam o título em 2021, os Bucks só decepcionaram nos playoffs. Ano passado foram eliminados pelo Heat na primeira rodada — um vexame histórico. E agora a diretoria não consegue nem manter um diálogo com o jogador mais importante da franquia?

    “Não sei se joguei meu último jogo aqui”

    Quando perguntaram se ele já tinha jogado sua última partida pelos Bucks, a resposta do Giannis foi de arrepiar:

    “Essa é uma boa pergunta. Eu não sei. Não depende de mim. Vamos ver.”

    Cara, essa resposta não é de alguém que tá planejando ficar, né? Se fosse eu, já tava preocupado demais se fosse torcedor dos Bucks. O Greek Freak tá claramente deixando a porta aberta pra uma saída.

    E vocês, acham que ele vai mesmo embora de Milwaukee? Porque se sair, vai ser um dos maiores terremotos da NBA dos últimos anos. Times como Lakers, Heat, Warriors… todo mundo vai dar um jeito de fazer espaço salarial pra tentar buscar o monstro.

    A temporada 2024-25 pode ser histórica, pessoal. E não necessariamente pelos motivos que os fãs dos Bucks gostariam.

  • Bucks contrata Taylor Jenkins – volta do técnico que conhece a casa

    Bucks contrata Taylor Jenkins – volta do técnico que conhece a casa

    Olha só que reviravolta interessante: o Milwaukee Bucks está fechando com Taylor Jenkins para ser o novo técnico da equipe. E cara, essa não é uma contratação qualquer — Jenkins já conhece muito bem a franquia.

    O cara foi assistente técnico dos Bucks na temporada 2018-19, justamente sob o comando do Mike Budenholzer. Depois saiu para ser técnico principal do Memphis Grizzlies, onde ficou até o final da temporada passada quando foi demitido.

    Uma temporada fora das quadras

    Jenkins passou esta temporada 2024-25 inteira longe do basquete, meio que recarregando as baterias depois da saída de Memphis. Mas na minha opinião, isso pode até ter sido bom para ele — às vezes um tempo fora ajuda a ver o jogo com outros olhos.

    Os Bucks foram até Memphis na semana passada para conversar com ele pessoalmente, e pelo visto ele era mesmo o alvo número um da diretoria. Faz sentido, né? O cara conhece a organização, sabe como as coisas funcionam lá.

    O elefante na sala: e o Giannis?

    Mas vamos falar do que realmente importa aqui. A grande questão é o que vai rolar com o Giannis Antetokounmpo. O Greek Freak está na berlinda, e a diretoria está avaliando se continua construindo o time em volta dele ou se parte para uma reconstrução total.

    Sinceramente, acho que contratar o Jenkins pode ser um sinal de que querem manter o Giannis. O cara teve experiência com jovens talentos em Memphis — trabalhou com Ja Morant, desenvolveu aquele time que chegou até as semifinais do Oeste.

    E vocês, acham que essa é a escolha certa? Jenkins foi considerado o melhor técnico disponível no mercado agora, mas convenhamos — o desafio em Milwaukee não vai ser moleza. Principalmente se o Giannis realmente estiver pensando em vazar.

    Uma coisa é certa: vai ser interessante ver como essa dupla Jenkins-Giannis vai funcionar. Ou se vai funcionar mesmo…

  • Giannis postou sobre ‘fênix das cinzas’ e a torcida do Suns enlouqueceu

    Giannis postou sobre ‘fênix das cinzas’ e a torcida do Suns enlouqueceu

    Cara, vocês viram a confusão que uma simples postagem do Giannis causou? O grego postou no Twitter falando sobre renascer “como uma fênix das cinzas” e metade da internet já tá especulando que ele quer ir pro Phoenix Suns. Sinceramente? Eu acho que a galera tá viajando demais.

    A postagem foi assim: “Ano 13 ✅📖 Esta foi uma das temporadas mais difíceis da minha carreira, mas como dizem, como uma fênix das cinzas, eu vou renascer. 💯 Para a cidade de Milwaukee, MINHA cidade, obrigado pelo amor e apoio incondicionais. 🤎”

    Óbvio que os fãs do Suns pegaram essa parte da “fênix” e já começaram a sonhar. Mas olha, vamos com calma aqui.

    Por que essa teoria não faz muito sentido

    Primeiro: o Phoenix ainda tá nos playoffs! Eles superaram todas as expectativas essa temporada. Por que diabos a gente tá falando de offseason quando o time ainda tá jogando? É exatamente esse tipo de ansiedade que estraga o momento.

    Segundo ponto — e esse é importante — vocês lembram do drama que o Giannis fez essa temporada toda? O cara ficou dando declarações ambíguas sobre Milwaukee, claramente querendo sair mas sem querer ser o vilão da história. Cara, eu não quero esse circo no meu time. A gente já teve drama suficiente.

    E outra coisa: quem disse que ele realmente quer ir pra Phoenix? Uma referência à fênix não significa automaticamente Suns, galera. Pode ser só uma expressão mesmo.

    As complicações de um negócio desses

    Agora vamos falar sério sobre como isso funcionaria na prática. O Suns acabou de escapar do salary cap hell — vocês querem mesmo voltar pra lá? Que picks de draft eles têm pra oferecer? Provavelmente teriam que mandar Rasheer Fleming e Khaman Maluach junto, e mesmo assim não sei se fecha a conta.

    Pra igualar os $58 milhões do salário do Giannis, Phoenix teria que mandar Jalen Green mais dois caras entre Dillon Brooks, Grayson Allen ou Royce O’Neale. E aí? Sobra o quê? Só Devin Booker e Giannis, sem ninguém em volta?

    Não, obrigado. Já vimos esse filme de times montados só com estrelas. Não deu certo antes, não vai dar agora.

    Melhor aproveitar o momento

    Olha, eu tô curtindo demais essa identidade nova do Suns. Todo mundo jogando junto, basquete coletivo, sem drama. Por que trocar isso por mais uma dupla de estrelas que pode dar errado?

    Giannis e Booker são monstros, mas os dois têm histórico de lesões e não estão ficando mais novos. Vale a pena apostar todas as fichas numa dupla que pode não render um título? E se der errado, voltamos pra estaca zero?

    Sinceramente, acho melhor a gente focar no que temos agora. Deixa essas especulações malucas de lado e aproveita o que esse time já construiu. O que vocês acham — vale a pena desarmar tudo por uma chance com o Giannis?

  • Pelicans ajudam Bucks no sorteio da NBA sem querer

    Pelicans ajudam Bucks no sorteio da NBA sem querer

    Vocês sabiam que mesmo depois do fim da temporada regular, ainda rolam uns pegas no draft da NBA? Pois é, e aconteceu uma coisa interessante com os Bucks que pode fazer diferença na loteria de maio.

    A parada é a seguinte: quando times terminam com o mesmo número de vitórias e derrotas, a liga faz um sorteio pra decidir quem fica com as melhores chances no draft. E ontem rolou exatamente isso entre Pelicans e Mavericks, que empataram com o sétimo pior recorde da temporada.

    Por que isso importa pros Bucks?

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio complicada, não vou mentir). Lá em 2020, quando os Bucks trocaram o Jrue Holiday, eles deram pros Pelicans o direito de trocar picks de primeira rodada em 2026. Só que no verão passado, New Orleans passou esse direito pros Hawks. Ou seja: se a pick dos Pelicans ou dos Bucks acabar melhor colocada, Atlanta fica com ela.

    E adivinha só? Os Pelicans ganharam o cara ou coroa contra Dallas e ficaram com a sétima posição na loteria. Isso significa 29,3% de chance de cair no top 4, contra 28,9% que teriam se perdessem o sorteio.

    “Mas espera aí, isso não é bom pros Bucks?”, você deve tá pensando. Calma que eu explico.

    A matemática cruel da troca de picks

    Por causa dessa troca, Milwaukee tá numa situação bem chatinha. Eles têm apenas 3,7% de chance real de subir pro top 4 – bem longe dos 13,9% que aparecem na tabela oficial. E o pior: zero chance de ganhar a primeira pick geral. Se isso acontecer, o pick vai automaticamente pros Hawks.

    Sinceramente, essa troca do Jrue tá doendo até hoje. O cara ajudou os Bucks a ganhar o título em 2021, mas o preço foi salgado demais.

    O lado bom da história

    Mas nem tudo são flores ruins. Com os Pelicans na sétima posição, Milwaukee ganhou uma pequena chance de draftar na oitava posição – coisa que não seria possível se New Orleans tivesse perdido o sorteio.

    É uma diferença pequena, mas hey, no draft da NBA qualquer vantagem conta. E quem sabe? Basketball é um esporte de surpresas. Lembram quando os Cavs ganharam a loteria em 2014 com apenas 1,7% de chance?

    O que vocês acham: os Bucks conseguem pelo menos uma surpresinha positiva nessa loteria, ou vão mesmo ficar na décima posição? Eu tô torcendo pra pelo menos subirem umas casas – esse time precisa de sangue novo urgente.

  • Taylor Jenkins pode voltar aos Bucks como técnico principal

    Taylor Jenkins pode voltar aos Bucks como técnico principal

    Olha só que movimento interessante rolando em Milwaukee. Taylor Jenkins, que acabou de ser demitido do Memphis Grizzlies, se reuniu na semana passada com a diretoria dos Bucks pra discutir a vaga de técnico principal que ficou em aberto com a saída do Doc Rivers.

    A reunião foi em Memphis mesmo, com Jon Horst (GM), Wes Edens e Jimmy Haslam presentes. E pelo visto a conversa foi boa, porque já tão planejando um segundo encontro pra aprofundar as discussões.

    O histórico de Jenkins em Milwaukee

    Pra quem não lembra, Jenkins já trabalhou nos Bucks antes — foi assistente técnico do Mike Budenholzer na temporada 2018-19, justamente antes de assumir o comando dos Grizzlies. Ou seja, ele conhece a casa, conhece a estrutura e, principalmente, conhece o Giannis.

    E sinceramente? Faz todo sentido. Jenkins fez um trabalho sólido em Memphis — levou os Grizzlies aos playoffs em quatro das seis temporadas que ficou lá. O time tinha uma identidade forte, jogava duro e incomodava todo mundo. Só que aí veio aquela demissão meio do nada no final desta temporada, que deixou todo mundo surpreso.

    A situação delicada dos Bucks

    Agora, vamos ser realistas: os Bucks tão numa situação bem delicada. O Giannis tá aí, mas ninguém sabe se ele fica ou se vai ser trocado nesta offseason. A franquia ainda não sinalizou nada sobre uma possível extensão de contrato ou troca do Greek Freak.

    Jenkins tá sendo considerado um dos melhores técnicos disponíveis no mercado, então ele pode muito bem esperar pra ver que outras oportunidades aparecem — tipo o Orlando Magic, que também tá procurando técnico. Mas cara, voltar pros Bucks seria um baita movimento, especialmente se o Giannis ficar.

    E aí, vocês acham que seria uma boa contratação? Jenkins conseguiu fazer um trabalho interessante com um time jovem em Memphis, será que conseguiria dar aquela renovada que Milwaukee precisa?

    Uma coisa é certa: a offseason dos Bucks promete ser bem movimentada, e a escolha do novo técnico vai ser crucial pro futuro da franquia.

  • Giannis cutuca Milwaukee e elogia Miami: tá pintando clima?

    Giannis cutuca Milwaukee e elogia Miami: tá pintando clima?

    Olha, eu não sei se vocês viram, mas o Giannis Antetokounmpo meio que deu uma cutucada no Milwaukee Bucks ontem. E de quebra ainda elogiou Miami numa conversa que tá deixando todo mundo maluco.

    Foi assim: o Goran Dragic chamou o Greek Freak pro podcast dele, o Gogi’s Garage. E aí começou a zoar o cara sobre os joelhos, falando que com 31 anos ele precisa de um clima quente pra se recuperar melhor. A resposta do Giannis? “Miami não é um lugar ruim não. Linda, linda cidade. Cidade linda.”

    Cara, isso aí não foi por acaso. O monstro tá há 13 anos em Milwaukee e sinceramente? Acho que ele tá de saco cheio mesmo.

    A situação tá complicada em Milwaukee

    Vamos combinar: os Bucks estão numa decadência absurda. Eliminações em primeira rodada, nem pros playoffs conseguiram ir dessa vez. E o Giannis teve uma temporada 2025-26 horrorosa de lesões — jogou apenas 36 partidas.

    Mesmo assim, quando jogou, foi Giannis sendo Giannis: 27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências por jogo. Aproveitamento de 62.4% nos arremessos de quadra. Mas de que adianta números individuais se o time não funciona?

    Na minha opinião, Milwaukee desperdiçou os melhores anos do cara. Ganharam um título em 2021 e depois… nada. Frustrante demais.

    Miami Heat na espreita

    E do outro lado temos o Heat, que também não anda lá essas coisas. Terminaram 43-39 na temporada passada e caíram logo no play-in pro Charlotte Hornets — que era apenas o 9º colocado, velho!

    Desde que chegaram na final de 2023, o time de Miami vem decepcionando. Duas eliminações seguidas em primeira rodada (2024 e 2025), e agora nem conseguiram entrar nos playoffs.

    Mas olha só: Bam Adebayo e Tyler Herro são bons jogadores, mas precisam de uma estrela de verdade. E o Giannis seria perfeito no sistema do Erik Spoelstra — imagina esse cara com a disciplina tática do Heat?

    Heat, Knicks e Warriors são os times que mais correm atrás do grego, segundo os rumores. E Miami tem clima quente, estrutura boa e uma organização que sabe como ganhar títulos. Vocês acham que ele vai mesmo deixar Milwaukee?

    Sinceramente, depois dessa declaração no podcast, eu não duvido de mais nada. O cara praticamente pediu pra sair sem pedir diretamente. Típico do Giannis — sempre educado, mas mandando o recado.

  • Giannis elogia Miami e deixa Bucks na bronca: ‘cidade linda’

    Giannis elogia Miami e deixa Bucks na bronca: ‘cidade linda’

    Olha, se eu fosse torcedor dos Bucks agora eu tava com o coração na mão. O Giannis Antetokounmpo simplesmente foi no podcast do Goran Dragić e soltou umas bombas que deixaram todo mundo especulando se ele vai mesmo vazar de Milwaukee.

    No “Gogi’s Garage”, o Greek Freak não confirmou nada sobre uma possível saída, mas cara… quando ele chamou Miami de “cidade linda, linda” repetindo duas vezes, deu pra sentir que a coisa tá séria. E vocês acham que isso foi por acaso?

    Entre a lealdade e a vontade de ganhar

    O mais interessante foi ver o Giannis sendo honesto sobre o dilema que todo craque passa. Ele falou que é “leal” ao pessoal que acreditou nele, mas ao mesmo tempo é competitivo e quer ganhar. Essa frase me pegou: “você tem que tomar uma decisão melhor para você mesmo”.

    13 anos em Milwaukee, né? O cara praticamente cresceu lá, virou MVP duas vezes, trouxe um título em 2021. Mas sinceramente, depois daquela temporada horrível (32-50, nem playoffs), eu entendo a frustração dele.

    E quando perguntaram se ele tinha jogado seu último jogo como Buck, a resposta foi de arrepiar: “Essa é uma pergunta muito boa. Eu não sei. Não depende mais de mim”.

    Miami na mira do Greek Freak

    O timing não podia ser mais suspeito. O Dragić, que jogou sete temporadas no Heat, sugeriu que o Giannis deveria ir pra um lugar mais quente por causa da idade (31 anos). A resposta? “Miami não é um lugar ruim, cara. É uma cidade linda, linda”.

    Mano, se o Pat Riley tá assistindo isso, deve estar ligando pro agente do Giannis agora mesmo. O Heat sempre foi aquele time que consegue atrair estrelas, e imaginem o Greek Freak jogando ao lado do Jimmy Butler e Bam Adebayo?

    Claro que tem aquele detalhe “pequeno” do contrato até 2028, mas a NBA já nos ensinou que quando um astro quer sair, sempre dá um jeito. E pelo visto, depois de uma temporada desastrosa e com o Doc Rivers saindo do comando, parece que todo mundo em Milwaukee tá repensando as coisas.

    E aí, vocês acham que o Giannis realmente vai deixar Milwaukee depois de mais de uma década? Ou será que é só pressão pra diretoria se mexer e montar um time competitivo ao redor dele?