Tag: Minnesota Timberwolves

  • Embiid volta e Sixers batem Wolves: 19 pontos no retorno

    Embiid volta e Sixers batem Wolves: 19 pontos no retorno

    Cara, que volta! Joel Embiid estava com saudades da quadra e mostrou isso na cara do Minnesota ontem à noite. O gigante dos Sixers voltou de uma gripe e meteu 19 pontos, 13 rebotes e 7 assistências na vitória por 115-103 sobre os Timberwolves.

    Mas olha, não foi só o Embiid que carregou o piano não. Paul George fez 23 pontos — esse cara tá numa fase absurda mesmo. Tyrese Maxey e Kelly Oubre Jr. colaboraram com 21 cada um. Sinceramente, quando esse time da Filadélfia clica junto, é difícil de parar.

    O terceiro período que mudou tudo

    A virada veio no terceiro quarto, e adivinha quem foi o maestro? Embiid mesmo. O cara fez 13 pontos só nesse período e ajudou os Sixers a virarem um placar que estava 70-68 para os Wolves em uma vantagem de 83-71 para o último quarto.

    Foi um negócio bizarro de assistir. Philadelphia estava perdendo com menos de 3 minutos no terceiro, aí do nada meteu 15 dos últimos 16 pontos do período. Maxey ajudou com 6 pontos nessa arrancada, e Quentin Grimes fechou com duas bandejas em contra-ataque seguidas. Monstro!

    Anthony Edwards, que é sempre perigoso, teve uma noite para esquecer: só 8 pontos, errando 12 de 15 arremessos. Incluindo TODOS os sete de três que tentou. Cara voltava de uma gripe também, então talvez ainda não tivesse 100%.

    Philadelphia mantém viva a briga pelos playoffs

    Com essa vitória, os Sixers continuam na sexta posição do Leste, mas a briga tá pegando fogo. Restam apenas cinco jogos na temporada regular, e cada vitória vale ouro nessa reta final.

    O que mais me impressiona é como o Embiid consegue voltar e já fazer diferença imediata. O cara ficou fora por doença na última partida (que inclusive foi uma goleada de 153-131 sobre Washington), mas voltou como se nada tivesse acontecido. É esse tipo de liderança que faz a diferença nos playoffs.

    Julius Randle e Bones Hyland fizeram 21 pontos cada pelos Wolves, mas não foi suficiente para segurar essa arrancada dos Sixers no segundo tempo.

    E aí, vocês acham que Philadelphia consegue manter essa pegada até os playoffs? Com Embiid saudável, esse time pode incomodar qualquer um no Leste, não acham?

  • Sixers atropela Wolves no segundo tempo e engata segunda seguida

    Sixers atropela Wolves no segundo tempo e engata segunda seguida

    Olha, eu já vi muito jogo do Sixers esse ano, e essa virada contra os Timberwolves ontem foi exatamente o tipo de coisa que me deixa maluco com esse time. Eles começaram dormindo, tomaram na cara no primeiro tempo, e depois simplesmente resolveram jogar basquete de verdade.

    115 x 103 para os Sixers, que agora estão com 43-34 na temporada e firmes na sexta posição do Leste. Mas cara, que susto no começo!

    Paul George salvou a pátria no primeiro tempo

    Enquanto todo mundo estava patinando, o PG13 foi o único que lembrou que tinha um jogo de basquete rolando. 23 pontos só no primeiro tempo! O cara estava simplesmente imparável, acertando arremessos difíceis e mostrando por que os Sixers foram atrás dele.

    Embiid? Cara, o homem começou 1/10 de campo. UM DE DEZ. Eu tava aqui gritando com a TV, porque você sabe que quando o Joel não está acertando, a coisa fica complicada. Maxey também estava meio perdido no primeiro tempo.

    Do outro lado, os Wolves pareciam que tinham jogado na noite anterior (e provavelmente jogaram mesmo). Bones Hyland foi o cara deles, especialmente no segundo quarto quando fez 14 pontos e quase virou o jogo sozinho.

    Segundo tempo foi show à parte

    Aí que tá a magia desse time quando funciona. Saíram do vestiário completamente diferentes.

    Maxey acordou e lembrou que é All-Star: 21 pontos e 8 assistências na segunda etapa, acertando 7 de 13 arremessos. O garoto simplesmente tomou conta da quadra. Embiid também se recuperou e terminou com um double-double sólido: 19 pontos e 13 rebotes.

    Vocês viram como o Dominick Barlow jogou? O moleque estava em tudo que era lugar, pegando rebote, fazendo bloqueio… 7 rebotes só no primeiro quarto! Infelizmente levou duas faltas bobas e teve que sentar, mas mostrou que tem potencial.

    Wolves sem McDaniels sentiram a falta

    Julius Randle e Bones Hyland fizeram 21 pontos cada um pelos Wolves, mas sem Jaden McDaniels (lesão no joelho), eles sentiram falta de defesa. VJ Edgecombe, que eu tinha expectativas altas, só conseguiu 8 pontos em 9 arremessos. Não conseguiu achar espaço nenhum.

    O que mais me impressiona nos Sixers é essa capacidade de virar o switch no terceiro quarto. Duas vitórias seguidas, dois terceiros quartos dominantes. Coincidência? Eu acho que não.

    Agora é manter o foco e ver se conseguem engatar uma sequência boa. Com esse trio funcionando – George, Maxey e Embiid – eles podem incomodar qualquer um nos playoffs. A pergunta é: será que conseguem manter essa consistência?

  • PG-13 manda bem e 76ers atropela os Wolves na Filadélfia

    PG-13 manda bem e 76ers atropela os Wolves na Filadélfia

    Olha só que presente o Paul George deu pros fãs dos Sixers ontem à noite. O cara simplesmente decidiu que ia resolver o jogo contra os Timberwolves e pronto — 23 pontos numa vitória tranquila por 115-103 em casa.

    Mas não foi só o PG-13 que brilhou, não. O Tyrese Maxey e o Kelly Oubre Jr. também meteram 21 pontos cada um. E o Embiid? Voltou de uma gripe e já mandou um double-double clássico: 19 pontos, 13 rebotes e ainda distribuiu 7 assistências. O cara é um monstro mesmo.

    Terceiro período foi o divisor de águas

    Sinceramente, eu achei que o jogo ia ser mais equilibrado quando vi que os Sixers estavam perdendo por 70-68 no terceiro período. Aí que tá — os caras simplesmente viraram a chave e meteram 42-24 no período! Foi uma lavada.

    O Embiid acordou pra vida no terceiro quarto e fez 13 dos seus 19 pontos. Mas o lance mais bonito mesmo foi aquela sequência final do período: 15 dos últimos 16 pontos da parcial. O Maxey ajudou com 6 pontos nessa arrancada, e o Quentin Grimes fechou com duas bandejas seguidas no contra-ataque que foram absurdas.

    Edwards teve uma noite pra esquecer

    Do outro lado, que decepção ver o Anthony Edwards assim. O cara voltou de uma virose que o tirou do jogo anterior e parecia que ainda tava meio grogue. Só 8 pontos, acertando apenas 3 de 15 arremessos. Pior ainda: errou TODOS os 7 arremessos de 3 que tentou. Cara, isso dói até em mim que sou só espectador.

    Julius Randle e Bones Hyland até tentaram carregar o time nas costas com 21 pontos cada, mas não teve jeito. Os Wolves conseguiram chegar a 6 pontos de diferença nos minutos finais, mas aí o Oubre resolveu meter duas bombas de 3 seguidas e acabou com qualquer esperança de comeback.

    Com essa vitória, os Sixers se mantêm na sexta posição no Leste — mesma colocação dos Timberwolves no Oeste, por sinal. E aí, vocês acham que essa dupla consegue fazer algum barulho nos playoffs? Eu tô começando a acreditar nesse time dos Sixers, principalmente se o Embiid conseguir se manter saudável.

  • Jenkins e Duren massacram os Wolves – Detroit não para de surpreender

    Jenkins e Duren massacram os Wolves – Detroit não para de surpreender

    Cara, eu preciso falar uma coisa: esse Detroit Pistons tá me deixando maluco de tanta qualidade. Ontem à noite eles fizeram mais uma das suas e detonaram o Minnesota Timberwolves por 113 a 108 em casa. E olha que era o terceiro jogo em quatro noites, mas parecia que os caras tinham descansado uma semana.

    O show ficou por conta de Daniss Jenkins e Jalen Duren — dois nomes que, sinceramente, eu não esperava que fossem carregar um time playoff há alguns anos. Mas é isso aí, a NBA sempre nos surpreende.

    Jenkins assumiu o protagonismo de vez

    Com Anthony Edwards fora pelo Minnesota (e que falta ele fez), Jenkins simplesmente resolveu tomar conta do jogo. 26 pontos, 5 rebotes e 8 assistências — números de estrela mesmo. O cara assumiu a responsabilidade depois que Tobias Harris machucou o joelho numa dividida com o Gobert no segundo quarto.

    E que jogada foi aquela enterrada do Ausar Thompson em cima do Donte DiVincenzo no último período? Mano, quase derrubou o teto do Little Caesars Arena! Dá pra ver o Cade Cunningham comemorando no banco mesmo lesionado. Isso é química de time, é paixão pelo jogo.

    Duren jogando como All-Star

    Agora, vamos falar sério do Jalen Duren. 22 pontos e 14 rebotes em 36 minutos, dando trabalho pro Rudy Gobert como se fosse mais um qualquer. O maluco tá fazendo até arremesso de meia distância — os comentaristas falaram que ele tá 8 de 9 em chutes fora do garrafão na temporada. Absurdo!

    Sinceramente, eu acho que ele vai ganhar uma vaga no All-NBA esse ano. E no verão? Vai ganhar um contrato monstro, pode anotar. Quem diria que Detroit ia encontrar uma dupla tão competente assim para segurar a ponta enquanto o Cade se recupera.

    O jogo foi daqueles cheios de viradas — Minnesota até chegou a liderar 80-79 entrando no último quarto, mas Detroit mostrou por que tá no topo do Leste. Aqueles sete pontos de vantagem depois do alley-oop do Thompson foram decisivos.

    E aí, vocês acham que esse Pistons consegue manter esse nível nos playoffs? Porque do jeito que o Jenkins tá jogando e com o Duren dominando o garrafão, eu tô começando a acreditar que eles podem incomodar muito.

  • Pistons atropela Wolves sem Ant e Cade: Jenkins brilha com 26 pontos

    Pistons atropela Wolves sem Ant e Cade: Jenkins brilha com 26 pontos

    Cara, que jogaço foi esse entre Pistons e Timberwolves na noite de quinta! E olha que nem Anthony Edwards nem Cade Cunningham estavam em quadra por lesão. Mesmo assim, os dois times entregaram um show e Detroit levou a melhor por 113 a 108 em casa.

    O grande nome da noite? Daniss Jenkins, que tá sendo a revelação absurda dos Pistons nesta temporada. O cara meteu 26 pontos (acertando os dois arremessos de 3 que tentou), pegou 5 rebotes e distribuiu 8 assistências. Simplesmente monstro.

    Duren comandou o garrafão

    Mas não foi só Jenkins que brilhou. Jalen Duren fez um double-double sensacional: 22 pontos e 14 rebotes, além de 4 assistências e 2 tocos. O pivô tá jogando um basquete maduro demais para a idade dele.

    E o Ausar Thompson? Recém-eleito Jogador Defensivo do Mês, o cara quase fez um triple-double: 7 pontos, 9 rebotes, 9 assistências, 2 roubadas e 3 tocos. Defesa e distribuição no mais alto nível.

    O jogo tava equilibrado demais — 54 a 54 no intervalo e Minnesota ainda ganhando por 80 a 79 no fim do terceiro quarto. Os times trocavam a liderança o tempo todo até que Julius Randle (que fez 27 pontos pelos Wolves) colocou Minnesota na frente por 87 a 83 na lance livre.

    Pistons explodiu no final

    Aí que veio a magia dos Pistons. Parcial de 20 a 5 que definiu o jogo! Duncan Robinson fechou a sequência com uma bomba de 3 que abriu 103 a 92 faltando 3 minutos. Minnesota ainda tentou reagir e chegou a ficar a apenas 3 pontos (109-106), mas Detroit foi cirúrgico na linha do lance livre.

    Sinceramente? Tô impressionado com esse Detroit. Sem Cunningham há 9 jogos, o time fez 7-2 e mantém 4,5 jogos de vantagem sobre Boston na liderança do Leste. São 56 vitórias em 77 jogos — números de candidato real ao título.

    Do lado de Minnesota, além dos 27 de Randle, Ayo Dosunmu e Naz Reid fizeram 19 cada. Reid ainda acertou 4 de 8 do perímetro. Mas os Wolves caíram para 46-30 e seguem brigando por posição no Oeste.

    Única preocupação para Detroit: Tobias Harris saiu no segundo quarto com uma contusão no joelho esquerdo e não voltou mais. Com Cunningham e Isaiah Stewart já no departamento médico, essa possível lesão do Harris pode complicar.

    E aí, vocês acham que Detroit consegue manter esse nível sem as principais estrelas? Os playoffs prometem ser uma loucura!

  • Duren monstro: Pistons vencem sem Cunningham e Wolves sem Edwards

    Duren monstro: Pistons vencem sem Cunningham e Wolves sem Edwards

    Cara, que jogaço foi esse em Detroit! O Jalen Duren simplesmente resolveu carregar os Pistons nas costas e mandou um double-double absurdo: 22 pontos e 14 rebotes na vitória por 113-108 contra os Timberwolves. E olha que foi um jogo meio maluco, porque as duas equipes estavam sem suas principais estrelas.

    Os Wolves anunciaram 90 minutos antes do jogo que o Anthony Edwards não ia jogar — joelho direito machucado e ainda por cima doente. Já os Pistons continuam sem o Cade Cunningham, que tá se recuperando de um pulmão colapsado (sim, vocês leram certo). Coisa séria mesmo.

    O show foi todo do Daniss Jenkins

    Mas quem realmente brilhou foi o Daniss Jenkins com 26 pontos. Esse cara tá aproveitando a oportunidade sem o Cade pra mostrar serviço. E funcionou perfeitamente, porque os Pistons agora têm 7 vitórias em 9 jogos sem o armador titular desde 17 de março.

    Do lado dos Wolves, o Julius Randle fez a sua parte com 27 pontos, mas não foi suficiente. O Ayo Dosunmu e o Naz Reid ajudaram com 19 cada, e o Mike Conley botou seus 14 pontos todos no primeiro tempo — depois sumiu do jogo, sei lá o que aconteceu.

    Pistons dominaram no último quarto

    O que definiu mesmo foi uma sequência de 11-0 dos Pistons no meio do último período. Aí não teve jeito pros Wolves — quando você toma uma pancada dessas no final, é complicado reagir.

    Uma curiosidade: tanto Edwards quanto Cunningham vão ficar fora dos prêmios da temporada porque não conseguem chegar aos 65 jogos mínimos. Meio cruel essa regra, mas é o que tem pra hoje.

    O Ausar Thompson, que foi eleito o melhor defensor do mês na Conferência Leste, mandou um quase triple-double: 9 assistências (recorde pessoal), 9 rebotes e 7 pontos. Esse moleque tá evoluindo muito rápido.

    Os Pistons estão brigando pela primeira colocação no Leste com Boston — querem garantir a vantagem de quadra nos playoffs. Seria o primeiro avanço deles desde 2008! Dá pra acreditar? 18 anos sem passar da primeira fase. Vocês acham que esse é o ano da volta por cima em Detroit?

  • Edwards perde All-NBA por 1 jogo – essa regra tá matando o basquete

    Edwards perde All-NBA por 1 jogo – essa regra tá matando o basquete

    Cara, isso aqui me deixa genuinamente irritado. Anthony Edwards — sim, o mesmo cara que tá fazendo uma temporada MONSTRUOSA — não vai conseguir disputar os prêmios individuais da NBA porque vai ficar 1 jogo abaixo do limite mínimo de 65 partidas.

    O Ant-Man tá fora do jogo de quinta contra o Detroit por causa de dores no joelho direito, e com isso não consegue mais bater a marca de 65 jogos que a liga exige pra você ser elegível pros prêmios de fim de temporada. Tecnicamente ele ainda poderia chegar lá se jogasse todos os jogos restantes dos Wolves, mas em uma das partidas que ele disputou, não teve minutos suficientes pra contar. Ou seja: tchau All-NBA.

    Os números que não mentem

    E olha só a sacanagem: Edwards tá fazendo 29.3 pontos, 5.1 rebotes e 3.7 assistências por jogo. Acertando 40.1% das bolas de três! Quarenta por cento! Pra um cara de 2 metros que joga como ele joga, isso é coisa de outro mundo.

    Na minha visão, esse seria facilmente o terceiro All-NBA Team do Edwards na carreira — e cara, ele tem só 24 anos. Tava sendo uma temporada histórica mesmo, daquelas que você lembra pra sempre.

    A regra dos 65 jogos tá uma palhaçada

    Edwards não tá sozinho nessa. Cade Cunningham, do Detroit, também vai ficar de fora pelos mesmos motivos. Dois jogadores ELITE que merecem reconhecimento, mas que vão ser prejudicados por uma regra que sinceramente acho que precisa ser repensada.

    Olha, eu entendo o lado da NBA — eles querem incentivar os caras a jogarem mais, a darem o máximo pros fãs. Mas quando você perde jogadores do calibre do Edwards e do Cunningham por causa de 1 ou 2 jogos… mano, isso não faz sentido.

    O Adam Silver até falou que a regra tá funcionando como planejado, então aparentemente não vai mudar tão cedo. Mas vocês acham que isso é justo? Um cara fazer a temporada que o Edwards tá fazendo e ficar de fora do All-NBA por causa de dor no joelho?

    Sinceramente, se fosse por mim, a regra seria mais flexível. Tipo, 60 jogos no mínimo, ou então algum sistema que leve em conta lesões comprovadas. Porque do jeito que tá, a gente vai continuar vendo craques ficando de fora dos prêmios por detalhes técnicos.

    E aí, o que vocês acham? A regra dos 65 jogos tá certa ou tá prejudicando o basquete?

  • Anthony Edwards vira vítima da regra dos 65 jogos da NBA

    Anthony Edwards vira vítima da regra dos 65 jogos da NBA

    Olha, essa regra dos 65 jogos da NBA tá virando uma dor de cabeça que não aguento mais. O Anthony Edwards, que tá simplesmente voando nesta temporada como terceiro maior pontuador da liga, acabou de virar mais uma vítima dessa história mal contada.

    O cara do Minnesota tá tendo uma temporada monstro — único All-Star de um time que praticamente garantiu vaga nos playoffs, defendendo melhor que nunca e com os números de aproveitamento mais eficientes da carreira dele. Mas adivinha? Por causa de uma lesão no joelho e uma doença que o tiraram do jogo contra o Detroit na quinta, ele não vai conseguir bater os 65 jogos necessários pra ser elegível ao All-NBA.

    A matemática cruel que prejudica os craques

    A situação é absurda mesmo. Edwards tecnicamente ainda pode aparecer em 65 jogos, mas não pode acumular 65 jogos “elegíveis” (jogando pelo menos 20 minutos). Por quê? Porque no terceiro jogo da temporada, ele saiu com apenas três minutos jogados. Três minutos! E isso conta como jogo completo na conta.

    E não é só questão de legado não — tem grana envolvida. Uma seleção All-NBA garantiria pra ele a elegibilidade pro contrato supermax quando ele puder renovar em 2027. Agora, mesmo já tendo duas seleções All-NBA no currículo, vai ter que conseguir de novo na próxima temporada só por causa de alguns jogos perdidos.

    Outros astros na mesma sinuca

    Edwards não tá sozinho nessa. Cade Cunningham, Nikola Jokić e Kawhi Leonard tão todos a um jogo perdido de ficarem inelegíveis também. E tem casos que mostram como essa regra é mal pensada mesmo.

    Pega o LeBron James, por exemplo. O cara só pode jogar no máximo 61 partidas nesta temporada por causa de uma ausência de 14 jogos no começo. Mas já jogou 1.844 minutos. O Wembanyama, que vai ser elegível se jogar três dos últimos cinco jogos do Spurs, jogou 1.784 minutos. Ou seja, o LeBron jogou mais tempo total, mas a regra não considera isso.

    Sinceramente, acho que essa regra precisa de um ajuste urgente. Como que o Jokić pode voltar de lesão e entrar na corrida do MVP, mas se perder mais um jogo não consegue nem All-NBA? Faz sentido isso pra vocês?

    O Adam Silver falou recentemente que a regra tá funcionando, mas eu discordo. Se o objetivo é criar um registro histórico preciso, que problema essa regra resolve exatamente? Os eleitores já eram criteriosos antes — ninguém votava em maluco que não jogava.

    No final das contas, Edwards vai perder uma honraria que merece só porque o sistema não consegue diferenciar entre um cara que não joga por relaxo e outro que se machuca tentando ganhar jogo. É frustrante demais.

  • Joe Ingles pode estar de volta pra Austrália depois de 12 anos na NBA

    Joe Ingles pode estar de volta pra Austrália depois de 12 anos na NBA

    Olha, depois de 12 temporadas na NBA, parece que Joe Ingles tá pensando seriamente em voltar pras origens. O veterano australiano, que tá fechando mais uma temporada pelos Timberwolves, aparentemente já tá batendo papo com times da NBL — o campeonato australiano.

    Aos 38 anos, o cara não tá brincando em serviço. Segundo as informações que chegaram até aqui, Ingles já conversou tanto com o Melbourne United quanto com o South East Melbourne Phoenix sobre uma possível volta. E não para por aí — o Adelaide 36ers também tá de olho nele.

    Uma carreira que já deu o que tinha que dar

    Sinceramente? Eu entendo a decisão. Doze anos de NBA é muita coisa, né não? O cara passou oito temporadas no Utah Jazz (onde realmente fez nome), depois rodou por Milwaukee Bucks, Orlando Magic, e agora tá há duas temporadas em Minnesota.

    Mas aqui entre nós — Joe Ingles nunca foi aquele jogador que você olha e fala “nossa, que atlético”. O que sempre impressionou nele foi a inteligência de jogo, o arremesso de 3 pontos bem calibrado e aquela visão de jogo que poucos caras têm. Tipo aquele jogador que você subestima até tomar uma chuva de bolas de 3.

    Voltando pra onde tudo começou

    A parada fica ainda mais interessante quando você lembra que Ingles começou a carreira profissional justamente na NBL, pelo South Dragons. Depois de três temporadas lá, o cara foi pra Espanha (quatro anos), passou um tempinho em Israel, e aí sim chegou na NBA em 2014.

    Ou seja, seria tipo uma volta às origens mesmo. E olha, não é que faz todo sentido? Com 38 anos, depois de uma década inteira na liga mais competitiva do mundo, talvez seja hora de jogar mais perto de casa, com menos pressão, mas ainda num nível bem legal de basquete.

    E aí, vocês acham que ele realmente vai mesmo? Ou será que rola mais uma temporada na NBA pra fechar com chave de ouro? Eu apostaria na Austrália — às vezes é melhor sair por cima do que forçar demais a barra.

  • Edwards perde chance de ganhar prêmios da NBA por lesão no joelho

    Edwards perde chance de ganhar prêmios da NBA por lesão no joelho

    Cara, que situação chata pra Anthony Edwards. O cara tava tendo uma das melhores temporadas da carreira e agora não vai poder nem concorrer aos prêmios da NBA por causa da regra dos 65 jogos mínimos.

    O Timberwolves confirmou que o Edwards não jogou contra o Detroit Pistons na quinta-feira por causa de uma lesão no joelho direito e ainda por cima estava doente. Com isso, ele chegou a apenas 59 jogos na temporada — sendo que só 58 contam pro regulamento da liga. Restam seis jogos pra Minnesota na temporada regular, mas já era.

    A regra que complica tudo

    Olha, eu entendo o lado da NBA querendo que os caras joguem mais, mas essa regra dos 65 jogos às vezes pega jogadores que realmente estão machucados. O Edwards não é moleza não — nas cinco primeiras temporadas dele, o monstro jogou mais de 70 jogos em cada uma.

    E justamente agora que ele tava fazendo uma temporada absurda, com média de 29.3 pontos por jogo (recorde pessoal), vem essa lesão no joelho pra estragar tudo. O cara ficou duas semanas fora, voltou contra o Dallas (fez 17 pontos em 23 minutos), mas aí o joelho complicou de novo.

    MVP que não vai ser MVP

    O mais frustrante é que Edwards vinha brigando forte pelos prêmios individuais. Nas duas últimas temporadas, ele ficou em sétimo lugar na votação de MVP. Com esses números que ele tá postando agora, poderia ter ido ainda mais longe.

    Sinceramente, acho que isso vai mexer com a cabeça do cara. Quatro vezes All-Star, duas vezes no time ideal da liga, e agora não pode nem concorrer aos prêmios por causa de uma lesão. É de amargar, né?

    E aí, vocês acham que a NBA deveria flexibilizar essa regra pra casos de lesão comprovada? Ou tá certo mesmo manter os 65 jogos como critério?