Tag: Minnesota Timberwolves

  • Naz Reid leva multa de R$ 300 mil por xingar os árbitros

    Naz Reid leva multa de R$ 300 mil por xingar os árbitros

    Mano, o Naz Reid se deu mal ontem. O pivô do Minnesota Timberwolves levou uma multa de 50 mil dólares — isso é quase 300 mil reais, gente — por ‘questionar a integridade dos árbitros’ durante a vitória apertada por 110-108 contra o Houston Rockets.

    E olha que o cara nem falou algo assim tão absurdo, pelo que a gente sabe. Mas aparentemente foi o suficiente pra deixar os zebras pistolas.

    O que rolou na prorrogação

    A coisa ficou tensa na prorrogação. Faltando 4:13 pro jogo acabar, o Reid tomou uma técnica e foi expulso direto. Não foi só uma reclamação básica, né? O árbitro-chefe Scott Foster disse que o jogador fez uma declaração que questionou a integridade da equipe de arbitragem.

    Sinceramente, eu fico imaginando o que o cara falou. Deve ter sido pesado mesmo, porque geralmente os árbitros passam pano pra muita coisa. Mas questionar a integridade deles é mexer no vespeiro.

    50 mil dólares pelo descontrole

    Cara, 50 mil dólares é muita grana. Pra vocês terem noção, isso é mais que o salário anual da maioria dos brasileiros. E o Reid perdeu tudo isso por uns segundos de raiva.

    O mais bizarro é que o Minnesota ainda ganhou o jogo, então pelo menos não custou a vitória pro time. Mas imagina a cara do técnico Chris Finch quando soube da multa?

    O que vocês acham? Valeu a pena o desabafo do Reid ou foi só jogar dinheiro fora? Porque olha, eu já vi jogador reclamar muito mais e sair ileso…

  • Reid paga caro por falar demais: multa de $50 mil na NBA

    Reid paga caro por falar demais: multa de $50 mil na NBA

    Cara, o Naz Reid dos Timberwolves acabou de aprender da pior forma possível que existe hora pra reclamar e hora pra ficar quieto. A NBA multou o pivô em $50 mil por “questionar a integridade dos árbitros” na vitória suada contra o Houston Rockets por 110-108.

    E olha, não foi pouca coisa não. O cara foi expulso faltando 4:13 para o fim da prorrogação — justo no momento mais tenso do jogo. Imagina a frustração dos companheiros vendo o Reid indo pro vestiário bem quando mais precisavam dele.

    O que rolou de verdade?

    Segundo Scott Foster, o árbitro chefe da partida, Reid fez “uma declaração que questionou a integridade da equipe de arbitragem”. Sinceramente, não sabemos exatamente o que ele falou, mas pra render uma multa dessas… deve ter sido coisa feia.

    O mais bizarro é que Reid nem tinha tomado técnica antes no jogo. Normalmente você toma a primeira, aí se bobear e levar a segunda, já era — expulsão automática. Mas não, o cara conseguiu ir direto pro chuveiro com um comentário só.

    Cinquenta mil dólares pelo bico

    Mano, $50 mil! Dá pra comprar um carro zero com essa grana. Reid deve estar mordendo os dedos agora, porque os Wolves conseguiram segurar a vitória mesmo sem ele — mas e se tivesse dado zebra? O cara seria crucificado pela torcida.

    É aquela velha lição da NBA: você pode reclamar, pode fazer cara feia, pode até xingar baixinho. Mas questionar a honestidade dos árbitros? Aí já é mexer onde não pode. A liga não perdoa mesmo.

    E vocês, acham que Reid exagerou ou os árbitros que foram muito sensíveis? Eu acho que no fim das contas, $50 mil é uma facada no orçamento de qualquer um — mesmo pra quem joga na NBA.

  • Naz Reid perde 50 mil por questionar Scott Foster — e valeu cada centavo

    Naz Reid perde 50 mil por questionar Scott Foster — e valeu cada centavo

    Olha, eu não sei vocês, mas quando vi que o Naz Reid foi multado em 50 mil dólares por questionar a integridade do Scott Foster, minha primeira reação foi: valeu cada centavo.

    A situação aconteceu na vitória absolutamente insana dos Timberwolves contra os Rockets essa semana. Prorrogação rolando, Reid vai pra cima do Alperen Şengün e levou uma falta ofensiva. Até aí, normal. O problema é que qualquer um com dois olhos viu que o turco estava se movendo na hora do contato.

    Scott Foster sendo Scott Foster

    Minnesota pediu revisão — porque óbvio, né? — e parecia ter um caso sólido. Os pés do Şengün estavam claramente em movimento. Mas aí entra em cena o nosso querido Scott Foster, que depois de olhar o replay, manteve a decisão original.

    Reid, visivelmente confuso (e quem não estaria?), falou alguma coisa pro Foster. Os especialistas em leitura labial interpretaram como “ele estava se movendo”. Resultado? Expulsão na hora.

    Sinceramente, eu entendo a frustração do cara. Imagina você jogando uma prorrogação crucial, fazendo tudo certo, e aí vem uma decisão dessas que simplesmente não faz sentido?

    Time quebrado ainda ganhou o jogo

    O mais louco de tudo é que os Wolves estavam literalmente quebrados. Anthony Edwards e Ayo Dosunmu já tinham perdido o jogo por lesão, o Jayden McDaniels saiu machucado no quarto período, o Gobert foi expulso por faltas no fim do tempo regulamentar, e aí o Reid também foi mandado embora.

    Chegaram a estar perdendo por 13 pontos na prorrogação! Mas mesmo assim conseguiram virar e ganhar um dos jogos mais malucos da temporada. É o tipo de vitória que marca uma equipe, sabe?

    E o melhor de tudo? Depois do jogo, alguém dos Timberwolves foi ouvido gritando nos corredores: “Essa m**** não funcionou, Scott Foster!”. Cara, eu ri alto quando li isso. É exatamente o que qualquer torcedor estaria pensando.

    Foster, claro, defendeu as decisões depois do jogo, insistindo que Şengün “chegou no local antes” e estabeleceu posição defensiva legal. Tá bom, Scott. Tá bom.

    No fim das contas, Reid perdeu 50 mil mas ganhou o respeito de qualquer um que já se frustrou com arbitragem duvidosa. E vocês, acham que a multa foi justa ou o cara só estava defendendo o que era óbvio?

  • Anthony Edwards volta aos treinos e pode salvar os Wolves

    Anthony Edwards volta aos treinos e pode salvar os Wolves

    Finalmente uma boa notícia pros fãs dos Timberwolves! Anthony Edwards foi liberado pra voltar aos treinos depois de ficar cinco jogos parado com uma síndrome de dor no joelho direito. E olha, não podia ter hora melhor pra esse retorno.

    Pra quem não lembra, o Ant-Man tava simplesmente voando antes da lesão — 29.5 pontos por jogo, cara. VINTE E NOVE E MEIO. Além de pegar 5.1 rebotes e distribuir 3.7 assistências em 35 minutos de quadra. Os números são absurdos mesmo.

    O que essa volta significa pros Wolves

    Minnesota tá numa situação delicada na conferência oeste. Quinto lugar, ok, mas com Houston respirando no pescoço — apenas uma vitória de diferença na coluna de derrotas. Sem o Edwards, os Wolves perderam aquela pegada ofensiva que fazia toda a diferença nos jogos duros.

    O mais impressionante é que o cara tá tendo a melhor temporada da carreira dele. PER de 22.2, recorde pessoal. Pra vocês terem noção, isso coloca ele entre os 15 jogadores mais eficientes da liga toda. Um monstro mesmo.

    E agora, será que aguenta o tranco?

    A grande questão é: como vai ser esse retorno? Síndrome de dor patelofemoral não é brincadeira, é aquele tipo de lesão chata que pode voltar se não for bem tratada. Mas pelo que parece, o departamento médico dos Wolves não quis correr risco — cinco jogos fora é bastante tempo pra uma lesão que muita vez os caras voltam em dois, três jogos.

    Sinceramente, acho que foi a decisão certa. Melhor perder alguns jogos agora do que arriscar ter o Anthony fora nos playoffs, né? E vocês, acham que ele volta com tudo ou vai precisar de uns jogos pra pegar o ritmo de novo?

    Uma coisa é certa: com Edwards de volta, os Wolves voltam a ser um time perigoso no oeste. Aquela dupla dele com o Jaden McDaniels na defesa e o Gobert protegendo o garrafão… pode dar muito certo se todo mundo estiver 100%.

  • Wolves fazem a maior virada da história na prorrogação

    Wolves fazem a maior virada da história na prorrogação

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que eu vi ontem à noite. Os Minnesota Timberwolves acabaram de protagonizar a maior virada da história da NBA em prorrogação — e olha que fizeram isso sem cinco dos seus sete principais jogadores!

    13 pontos de desvantagem na prorrogação. Treze! E os caras viraram com uma sequência de 15 a 0 para bater o Houston Rockets por 110 a 108. Desde que a liga começou a registrar essas estatísticas detalhadas em 1997-98, NUNCA ninguém tinha conseguido uma virada dessas proporções no tempo extra.

    O caos que virou épico

    A situação estava apocalíptica mesmo. Anthony Edwards fora pelo quinto jogo seguido (problema no joelho), Jaden McDaniels saiu mancando no final do quarto período depois de fazer 25 pontos e marcar o Kevin Durant, Rudy Gobert foi expulso por faltas, e pra completar o caos, Naz Reid levou expulsão na prorrogação por reclamar com o árbitro Scott Foster.

    Sinceramente? Eu teria saído do ginásio também, igual muitos torcedores fizeram. Alperen Sengun enterrou uma que deixou Houston na frente por 108-95, completando uma sequência absurda de 26 a 2. Parecia acabado.

    Mas aí que os Wolves mostraram por que são candidatos sérios ao título. Julius Randle — que fez 24 pontos TODOS no segundo tempo — assumiu o protagonismo junto com Kyle Anderson pra marcar o KD.

    A virada que ninguém esperava

    Mike Conley abriu a reação com uma bomba de três. Anderson fez aquela jogada genial: pegou o rebote ofensivo do Randle, sofreu falta do Sengun e converteu o and-one. Os Wolves forçaram uma violação de oito segundos (coisa linda de se ver), DiVincenzo cortou pro garrafão, e de repente o jogo tinha virado.

    O momento decisivo? DiVincenzo empata com mais uma de três, Sengun erra, e Randle — que tava simplesmente impossível — acerta um pull-up com 8.8 segundos restantes pra dar a vitória.

    “A gente tem competidores de verdade aqui, caras que querem o desafio”, disse Randle depois. E olha, ele não tava mentindo não.

    Por que isso importa tanto

    Com essa vitória, Minnesota (45-28) se manteve meio jogo atrás do Denver na quarta colocação do Oeste. Mais importante ainda: empataram a série da temporada em 1-1 com Houston e abriram 1.5 jogo de vantagem sobre os Rockets na tabela.

    E vocês acham que foi sorte? Os caras tentaram 63 arremessos na área e só ganharam 10 lances livres! Mesmo assim acharam um jeito de ganhar. Isso que eu chamo de personalidade.

    Rudy Gobert resumiu bem: “Eu tô muito orgulhoso que a gente não desistiu. A gente quer ganhar um título, então sabemos que vai ter adversidade”.

    Olha, se os Wolves conseguem fazer isso sem o Edwards e mais quatro titulares, imaginem quando estiverem 100%. Esse time tem algo especial, e jogos como esse provam que eles não vão facilitar pra ninguém nos playoffs.

  • T-Wolves fazem história com virada absurda na prorrogação

    T-Wolves fazem história com virada absurda na prorrogação

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que aconteceu em Minneapolis na madrugada de quinta-feira. Os Timberwolves simplesmente fizeram o IMPOSSÍVEL contra o Houston Rockets — viraram um jogo estando 13 pontos atrás na prorrogação. Treze pontos. Na prorrogação. Com meio time machucado.

    Vocês conseguem imaginar? Primeira vez na história da NBA desde que começaram a registrar essas estatísticas detalhadas (1996-97) que um time vira uma desvantagem desse tamanho no tempo extra. Monstro demais.

    A virada que ninguém acreditava

    Houston começou a prorrogação destruindo tudo — 6 posses, 6 cestas. De repente estava 108-95 com 3 minutos no relógio. Eu tava vendo e já pensando “acabou, foi uma boa temporada pros Wolves”. Aí do nada Minnesota acorda e resolve fazer historia.

    Seis posses seguidas, seis cestas. Julius Randle fechou a conta com um jumper fadeway que vai entrar pra história. O cara simplesmente decidiu que não ia perder esse jogo. “A gente foi feito pra esses momentos”, disse depois. E olha, depois de uma virada dessas, quem vai discordar?

    Meio time no departamento médico

    O mais absurdo é que Minnesota tava completamente desfalcado. Anthony Edwards, o cara que mais pontua no time, nem jogou. Jaden McDaniels se machucou no quarto período (mesmo assim fez 25 pontos). Rudy Gobert levou a sexta falta no fim do tempo regulamentar. E pra completar o caos, Naz Reid foi expulso logo no começo da prorrogação pelo Scott Foster — aquele árbitro que todo mundo ama odiar.

    Reid discutiu uma decisão do replay e pronto, tchau e benção. O cara que foi Sexto Homem do Ano teve que assistir a virada histórica do banco. Que azar, né?

    Implicações gigantes

    Essa vitória é muito mais que só um show de superação. Os Wolves continuam em quinto no Oeste (45-28) e mantiveram viva a chance de passar o próprio Houston na classificação. Se tivessem perdido, os Rockets teriam assumido a posição e ainda por cima ganhado o confronto direto da temporada.

    Sinceramente, eu não sei como Houston vai se recuperar psicologicamente dessa. Estar com 13 pontos de vantagem na prorrogação e perder deve ser uma das sensações mais frustrantes do basquete. E olha que eles precisavam dessa vitória — março tá sendo complicado pro time texano (5-6 no mês).

    Que jogaço, pessoal. Essas são as noites que fazem a gente lembrar por que a NBA é o melhor espetáculo do mundo.

  • Rockets vs Wolves hoje: KD e Sengun contra Gobert em Minneapolis

    Rockets vs Wolves hoje: KD e Sengun contra Gobert em Minneapolis

    Olha só que jogaço vai rolar hoje à noite! Rockets e Timberwolves se enfrentam no Target Center numa partida que pode definir muita coisa no Oeste. E sinceramente? Eu tô muito curioso pra ver como esse time de Houston vai se comportar fora de casa contra uma defesa cascuda como a de Minnesota.

    O que mais me chama atenção nesse jogo é ver Kevin Durant jogando ao lado de Alperen Sengun no garrafão. Cara, essa dupla tem tudo pra funcionar — KD com aquele arremesso impossível de defender e o turco com aqueles passes absurdos que ninguém espera de um pivô. Sem contar que Reed Sheppard tá começando a mostrar por que foi tão cotado no Draft.

    A muralha de Minnesota

    Do outro lado, os Wolves não tão pra brincadeira não. Rudy Gobert continua sendo aquele monstro defensivo que a gente conhece, e Julius Randle chegou pra dar mais físico e pontuação. Jaden McDaniels é daqueles caras que incomoda qualquer atacante — vai ser interessante ver ele marcando o KD.

    E vocês viram como o Donte DiVincenzo tá jogando ultimamente? O cara tá numa fase absurda de arremessos de 3. Se ele estiver quente hoje, pode complicar a vida dos Rockets.

    O que esperar da partida

    Na minha opinião, esse jogo vai ser decidido no garrafão. Sengun precisa usar toda sua habilidade pra tirar Gobert da zona de conforto, enquanto os Rockets precisam acelerar o ritmo pra não deixar Minnesota impor aquela defesa sufocante deles.

    A partida rola às 21h30 (horário de Brasília) e vai passar na ESPN. Eu já separei a pipoca aqui — e vocês, vão assistir? Acham que os Rockets conseguem quebrar essa sequência boa dos Wolves em casa?

  • Wolves na espreita: hierarquia do título tá se definindo

    Wolves na espreita: hierarquia do título tá se definindo

    Olha, chegamos naquele ponto da temporada onde as coisas começam a ficar sérias de verdade. Os times de baixo já entregaram os pontos (literalmente um terço da liga tá cagando pra vitória), mas lá em cima tá pegando fogo. E eu tô aqui observando uma hierarquia que, sinceramente, tá mais definida do que imaginava em março.

    Thunder e Spurs disputando o topo? Isso era previsível. Mas os Timberwolves como azarão perigoso? Cara, todo mundo parece ter esquecido que esses caras chegaram nas últimas duas finais de conferência. Com Anthony Edwards machucado, eles ainda ganharam três dos últimos quatro jogos – incluindo uma vitória gigante sobre os Suns que praticamente garantiu vaga nos playoffs.

    OKC e San Antonio: o duelo que ninguém esperava

    O Thunder ganhou 12 seguidas e 15 dos últimos 16 jogos. Tão com todo mundo de volta, incluindo Jalen Williams que ficou seis semanas fora. Magic number de oito pra garantir a primeira posição no Oeste.

    Mas aí que tá – os Spurs ganharam 23 dos últimos 25 jogos. Vinte e três! E o mais absurdo: já bateram o Thunder quatro vezes nesta temporada. Quatro. Como é que você ignora isso?

    Na minha opinião, San Antonio merecia estar no topo desse ranking. Wemby tá jogando um basquete de outro planeta, e esse time encontrou uma química que tá assustando todo mundo no Oeste.

    Lakers esquentando na hora certa

    Os Lakers tiveram aquela sequência de nove vitórias quebrada pelos Pistons (sim, Detroit), mas continuam um dos times mais quentes da liga. O mais impressionante? Seis dos últimos jogos foram clutch (diferença de cinco pontos nos últimos cinco minutos) e eles ganharam cinco.

    LeBron aos 39 anos ainda decidindo jogo no fim? Absurdo.

    Denver com Jokić fazendo Jokicadas e agora com Peyton Watson de volta tá completo. O time pequeno sem Valanciunas tem funcionado melhor, e David Adelman parece ter encontrado a fórmula certa pros playoffs.

    Minnesota: o perigo que ninguém quer enfrentar

    Aqui que fica interessante. Todo mundo tá dormindo nos Wolves, mas esses caras têm DNA de playoff. Edwards pode estar machucado agora, mas quando voltar? Cara, ele foi o melhor jogador clutch da temporada inteira.

    E olha só a situação: se conseguirem pegar Houston na primeira rodada, podem fazer um estrago imenso. Minnesota nos playoffs é diferente – já provaram isso nas últimas duas temporadas chegando longe.

    No Leste, Boston segue sólido mesmo com Tatum inconsistente nos arremessos. Cleveland praticamente garantiu top-4, e os Sixers subiram pro nono lugar com Embiid voltando.

    Vocês acham que os Wolves podem mesmo surpreender de novo? Ou é Thunder x Spurs pro título do Oeste mesmo?

  • Wolves sem Ant Edwards batem Celtics em Boston – Será que engata?

    Wolves sem Ant Edwards batem Celtics em Boston – Será que engata?

    Cara, eu ainda não acreditei no que vi. Os Timberwolves foram lá no TD Garden e ganharam dos Celtics — primeira vez desde 2005! Sim, vocês leram certo. Duas décadas esperando pra quebrar essa maldição, e justamente agora, sem o Anthony Edwards.

    E olha, se você ligou a TV no primeiro tempo, provavelmente pensou: “lá vamos nós de novo”. Os Wolves começaram completamente perdidos, errando passe, não acertando nada. Boston abriu 15 pontos no segundo quarto e parecia que ia ser mais uma daquelas noites onde você já sabe o que vai ler na resenha: “lutaram muito, mas sem o Edwards…”

    A reviravolta que ninguém esperava

    Aí que tá — esse time simplesmente não segue roteiro nenhum. Do nada, Minnesota se encontrou na partida. A defesa endureceu, a bola começou a rodar melhor, e aqueles 15 pontos de desvantagem viraram fumaça. No final do primeiro tempo, os caras conseguiram virar o jogo com uma bomba do Bones Hyland no último segundo.

    Terceiro quarto começou com Boston metendo um 11-0 e eu já pensando: “acabou”. No geral, os Wolves tomaram um 22-2 combinando o início do primeiro e terceiro quartos. Isso é o tipo de estatística que mata qualquer jogo, principalmente quando você tá sem seu principal astro.

    Mas não. Esses malucos se reagruparam mais uma vez e ainda foram lá e ganharam a partida no fim. Sinceramente, isso resume perfeitamente a temporada dos Wolves: podem parecer completamente perdidos e cinco minutos depois estar ganhando de um candidato ao título na casa dele.

    Dupla Ayo e Bones salvou a pátria

    Sem o Ant Edwards, alguém tinha que aparecer. E foram justamente o Ayo Dosunmu e o Bones Hyland que carregaram o piano — de novo.

    O Ayo continua parecendo uma das melhores contratações do meio da temporada que esse time fez nos últimos anos. Joga com controle, faz as leituras certas e, principalmente, arremessa com confiança. Quando ele tá acertando as bolas de três e mantendo o ataque fluindo, os Wolves ficam organizados — coisa que nem sempre rolou nesta temporada.

    Já o Bones fez o que sempre faz: microondas puro. O cara esquenta em questão de minutos e pode virar um quarto inteiro. Essa capacidade dele de explodir rapidamente tá sendo fundamental nesse período sem o Edwards.

    O problema que continua aí

    Aqui que mora o problema (e a esperança ao mesmo tempo). Os Wolves já mostraram que conseguem bater times de elite até fora de casa sem o Anthony Edwards. Mas contra os times que tão brigando diretamente com eles na tabela? Estão apenas 2-9 contra Lakers, Nuggets, Suns e Rockets.

    Isso não é azar, galera. É padrão.

    E é exatamente por isso que o jogo de quarta-feira contra Houston não é só mais um. É uma oportunidade de ouro pra mostrar que conseguem bater justamente esses rivais diretos. Vocês acham que os Wolves conseguem quebrar essa sequência ruim contra os times da briga? Porque se não conseguirem, essa vitória linda em Boston vai virar só mais uma lembrança boa numa temporada frustrante.

    O time tá provando que tem potencial — agora é hora de mostrar consistência onde realmente importa.