Tag: Minnesota Timberwolves

  • Edwards confessa: ‘Fiquei feliz quando Wemby foi expulso’

    Edwards confessa: ‘Fiquei feliz quando Wemby foi expulso’

    Cara, o Anthony Edwards não escondeu nada mesmo. Em um vídeo no YouTube dele, o craque dos Timberwolves confessou que ficou aliviado quando Victor Wembanyama foi expulso no Jogo 4 contra os Spurs. E olha, sendo bem sincero aqui — quem não ficaria?

    “Aquele monstro tem tipo 2,60m quando abre os braços”, brincou Edwards. “A cesta só tem 3 metros! Você tem que jogar a bola lá em cima. Ele é como uma estátua. É muito difícil vencer com ele em quadra por causa da defesa dele. Fiquei tão feliz quando ele foi expulso. Espero que suspendam ele também!”

    A realidade crua dos playoffs

    Olha, eu entendo completamente a frustração do Ant-Man. Wembanyama é simplesmente um problema que não tem solução fácil — e Minnesota descobriu isso da pior forma possível. O francês não só defendeu como um demônio, como ainda meteu 27 pontos e 17 rebotes no decisivo Jogo 5.

    Os Wolves estavam a apenas duas vitórias das Finais do Oeste pelo terceiro ano seguido. Imaginem a agonia de ver seus planos sendo destruídos por um garoto de 20 anos que parece ter saído de um laboratório de basquete.

    Edwards ainda estava lidando com lesões no joelho — tanto no final da temporada regular quanto nos playoffs. Com Wemby fora de quadra, talvez conseguisse encontrar seu ritmo ofensivo de sempre. Mas não rolou.

    O que poderia ter sido diferente

    Mesmo assim, Ant fez sua parte. Foram 23,7 pontos por jogo contra San Antonio, com 46,9% nos arremessos de quadra e 37,5% do perímetro. Números sólidos, mas você consegue imaginar o que ele teria feito sem o atual Defensor do Ano perturbando sua vida?

    Sinceramente acho que Edwards está certo em admitir isso publicamente. Todo mundo que joga contra Wembanyama pensa a mesma coisa — ele é um cheat code ambulante. A diferença é que a maioria não tem coragem de falar.

    E aí, vocês acham que Minnesota consegue resolver esse quebra-cabeça chamado Victor Wembanyama na próxima temporada? Porque uma coisa é certa: San Antonio não vai facilitar tão cedo, e esse duelo promete se repetir muitas vezes nos próximos anos.

  • Kyrie Irving pode mesmo ir pro Minnesota? Tweet antigo agita tudo

    Kyrie Irving pode mesmo ir pro Minnesota? Tweet antigo agita tudo

    Olha, eu não esperava acordar hoje pensando em Kyrie Irving vestindo a camisa dos Timberwolves, mas aqui estamos. Um tweet de 2017 ressurgiu do além e botou fogo no parquinho — nele, o Uncle Drew listava Minnesota como um dos destinos preferidos na época da saída de Cleveland.

    E cara, o timing não podia ser mais perfeito (ou mais caótico, dependendo do seu ponto de vista). Dallas tá passando por uma reformulação gigante: Jason Kidd foi mandado embora, Masai Ujiri chegou como presidente de operações, e agora todo mundo quer saber o que vai rolar com o Kyrie.

    A situação tá meio doida em Dallas

    Sinceramente? Os Mavericks parecem um time completamente perdido. Luka saiu, Anthony Davis teve aquela passagem relâmpago, e agora estão tentando reconstruir tudo em volta do calouro Cooper Flagg — que, aliás, foi Rookie of the Year, então pelo menos uma coisa deu certa.

    Mas o problema é que essa instabilidade toda deixa o futuro do Kyrie bem incerto. Marc Stein relatou que tem uma “expectativa geral” na liga de que times vão ligar pra Dallas perguntando sobre a disponibilidade dele, mesmo que os Mavs não estejam ativamente tentando trocar o cara.

    E olha só que loucura: Irving vai ficar fora a temporada toda de 2025-26 por causa de uma cirurgia no joelho. Mesmo assim, os times tão interessados. Isso mostra o quanto ele ainda é valorizado.

    Anthony Edwards quer jogar com o Uncle Drew

    Aqui que a coisa fica interessante mesmo. Tem rumores de que Anthony Edwards tá doido pra jogar com o Kyrie. Uma fonte dos Wolves chamou essa possível parceria de “sweet” (traduzindo livremente: sensacional).

    E faz sentido, né? Imagina Edwards aprendendo com um dos caras que mais sabe criar jogadas na liga. O garoto já é um monstro, mas ter alguém como Kyrie do lado seria absurdo de assistir.

    Brandon “Scoop B” Robinson ainda falou que uma figura da liga acredita que “Irving em Minnesota torna os Timberwolves candidatos ao título”. Olha, eu não sei se é tanto assim, mas que seria uma dupla divertidíssima de ver, isso seria.

    Será que rola mesmo?

    Bom, além de Minnesota, Houston também tá de olho na situação. Mas convenhamos — se eu fosse o Kyrie, também pensaria duas vezes antes de aceitar qualquer troca. O cara já rodou muito pela liga e talvez só queira estabilidade.

    Por outro lado, jogar com Edwards em Minnesota, numa franquia que tá claramente investindo em competir agora… não é uma ideia ruim não.

    E vocês, acham que essa troca faz sentido? Kyrie consegue se adaptar à cultura do Minnesota ou vai dar ruim igual já deu em outros lugares? Porque uma coisa é certa: onde o Uncle Drew vai, a polêmica segue junto.

  • Wolves prometem mexer pesado: Connelly quer agressividade total

    Wolves prometem mexer pesado: Connelly quer agressividade total

    Olha, o Tim Connelly não tá pra brincadeira não. O presidente de operações dos Wolves foi bem direto na coletiva pós-eliminação: Minnesota vai mexer PESADO nessa offseason. E sinceramente? Era hora mesmo.

    “Se a gente errar, vai errar alto. Vamos tentar ser o mais agressivos possível”, disse Connelly. Cara, essa frase aí resume tudo. O time tá cansado de ser eliminado sempre pelos mesmos caras — e sempre de forma humilhante.

    O padrão que ninguém quer repetir

    Vamos aos fatos duros: Spurs eliminaram os Wolves por 30 pontos na semana passada. Ano passado? Thunder, 30 pontos na final de conferência. Em 2024? Mavs por 21. Tá vendo o padrão? É sempre uma surra no jogo decisivo.

    “Temos que ser realistas sobre o que temos — muito mais coisa boa que ruim — mas sabemos que não somos bons o suficiente agora”, admitiu Connelly. Essa honestidade dói, mas é necessária. O time tem talento pra caramba, mas claramente falta alguma coisa pra dar o próximo passo.

    Os problemas que precisam ser resolvidos

    A situação não tá fácil. Com Donte DiVincenzo machucado no tendão de Aquiles, os Wolves perderam um dos seus principais arremessadores. “Precisamos encontrar mais arremesso na ausência dele”, disse Connelly. E olha, shooting sempre foi um problema em Minnesota.

    Agora, a pergunta que não quer calar: o que fazer com Julius Randle? O cara teve um plus-minus de -93 nas quatro derrotas pros Spurs. Isso é de chorar. Connelly não quis falar diretamente sobre o futuro do jogador, mas essa estatística fala por si só. US$ 100 milhões por três anos pra isso?

    “Não ganhamos por causa de um jogador, não perdemos por causa de um jogador”, foi a diplomática resposta de Connelly. Mas entre nós, todo mundo sabe que tem jogador que ajuda e jogador que atrapalha nos momentos cruciais.

    E tem mais um detalhe interessante: o próprio Connelly tá no último ano de contrato. Os Mavs já tentaram levá-lo, mas ele recusou. Será que ele quer ficar pra ver essa reestruturação que ele mesmo prometeu?

    Vocês acham que os Wolves conseguem dar o salto de qualidade que precisam? Ou vão continuar sendo aquele time que chega longe mas nunca consegue passar dos grandes?

  • Gobert manda recado emocionante em meio a rumores de troca

    Gobert manda recado emocionante em meio a rumores de troca

    Cara, o Rudy Gobert acabou de postar uma mensagem no X que me deixou pensativo. Depois da eliminação dos Timberwolves pros Spurs na segunda rodada dos playoffs, o gigante francês mandou um recado que pode significar muita coisa.

    “Grato pelo ano 13, por cada alta e cada baixa, ambas servindo ao seu propósito”, escreveu o Gobert. Acompanhou com um emoji de mãos em oração e um dragão. Olha, não sei vocês, mas pra mim isso tem cara de despedida…

    Eliminação dolorosa e futuro incerto

    Os Wolves caíram em seis jogos pros Spurs — que aliás estão voando nestes playoffs de 2026. Foi uma eliminação que doeu, especialmente considerando as expectativas que se criaram em torno do time de Minnesota nos últimos anos.

    E agora vem a parte interessante: o Gobert ainda tem contrato garantido de $36.5 milhões para a próxima temporada, com uma player option de $38 milhões para 2027-28. A pergunta que não quer calar é: ele vai exercer essa opção ou os Wolves vão tentar trocar ele antes?

    Sinceramente, eu acho que chegou a hora de Minnesota repensar algumas coisas. O time tem potencial, mas algo não está encaixando nos momentos decisivos.

    Números ainda impressionantes

    Não dá pra negar que o “Stifle Tower” ainda produz. Nesta temporada foram 10.9 pontos com um absurdo de 68.2% nos arremessos de quadra, 11.5 rebotes e 1.6 tocos por jogo. Tetracampeão do prêmio de Melhor Defensor da NBA, o cara ainda é uma muralha no garrafão.

    Mas basquete é mais que estatística, né? E talvez seja hora do Gobert encontrar um novo lar onde possa brigar de verdade pelo título. Aos 33 anos (completados recentemente), ele não tem tempo infinito pra conseguir aquele anel que ainda falta na carreira.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que o Gobert fica em Minnesota ou é hora de uma mudança? Qual time faria sentido pra ele nesse momento da carreira?

  • Connelly promete mudanças radicais nos Timberwolves: ‘Vamos ser agressivos’

    Connelly promete mudanças radicais nos Timberwolves: ‘Vamos ser agressivos’

    Olha, se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando a NBA é que ficar parado é retrocesso. E o Tim Connelly, presidente de operações dos Timberwolves, acabou de deixar isso bem claro na coletiva pós-temporada: Minnesota vai mexer no time, e muito.

    “Se errarmos, vamos errar alto. Vamos tentar ser o mais agressivos possível”, disse Connelly. Cara, essa frase resume tudo o que eu quero ouvir de um dirigente depois de três eliminações seguidas nos playoffs.

    A dura realidade dos Wolves

    Vamos aos fatos: três anos seguidos caindo nos playoffs, sendo que nas últimas três eliminações levaram surras de mais de 20 pontos no jogo decisivo. Ano passado foi o Oklahoma City Thunder que passou por cima com 30 pontos de diferença. Agora foi o San Antonio Spurs com o mesmo placar humilhante.

    E o mais doloroso? Ver Thunder e Spurs brigando pela final de conferência enquanto Minnesota fica assistindo de casa. Dois times jovens, com superestrelas e mentalidade vencedora – exatamente o que os Wolves querem ser.

    Connelly foi direto: “Seria desonesto sentar na frente de vocês e dizer que estamos felizes com o sexto seed, felizes por não ter vantagem de quadra nos playoffs”. Na minha visão, essa honestidade é o primeiro passo pra mudança real.

    Os problemas são evidentes

    A lesão do Donte DiVincenzo no tendão de Aquiles complica tudo. O cara era uma das principais armas de três pontos do time, e agora fica fora por tempo indefinido no último ano de contrato. “Precisamos encontrar mais arremesso na ausência dele”, admitiu Connelly.

    E tem o Julius Randle. Meu Deus, que sequência terrível nos playoffs! Nos cinco jogos finais foi um desastre, especialmente contra o Spurs onde teve um rating combinado de minus-93. Minus-93! Isso é quase inadmissível pra um jogador dessa categoria.

    Connelly desconversou quando perguntaram se Randle ainda faz parte dos planos, mas a resposta diplomática já diz tudo: “Não ganhamos ou perdemos por causa de um jogador”.

    E agora, o que esperar?

    Com apenas a 28ª escolha do draft em mãos, os Wolves vão ter que abrir mão de peças importantes pra conseguir um upgrade real no elenco. E sinceramente? Eu acho que tá na hora mesmo.

    Anthony Edwards é monstro, Jaden McDaniels tem potencial defensivo absurdo, mas ao redor deles precisa ter mais consistência. Especialmente na hora H dos playoffs, quando a pressão aperta e os detalhes fazem a diferença.

    Vocês acham que Minnesota consegue dar o salto de qualidade necessário pra brigar de igual com Thunder e Spurs? Porque do jeito que tá, vai ser mais um ano assistindo os outros brigarem pelo título.

  • Tim Connelly admite: Wolves precisam dar o próximo passo

    Tim Connelly admite: Wolves precisam dar o próximo passo

    Olha só, mais uma temporada dos Timberwolves que termina com aquele gosto amargo na boca. E o Tim Connelly não está tentando passar pano pra ninguém — o homem foi direto ao ponto: “Nós temos que dar o próximo passo”.

    Cara, é a terceira temporada consecutiva que Minnesota toma uma surra no último jogo da temporada. Terceira! Em 2024 foi o Dallas que passou por cima, ano passado foi o Thunder que literalmente destruiu os Wolves a caminho do título, e agora? Os Spurs mandaram todo mundo pra casa mais cedo ainda.

    A realidade doeu, mas Connelly não fugiu dela

    “Nosso objetivo no início da temporada era ser um time com vantagem de quadra nos playoffs. Não fomos”, disse Connelly numa coletiva que deve ter sido bem desconfortável. “Nosso objetivo era ir mais longe que no ano passado. Não fomos. Essas coisas meio que exigem ação.”

    E vocês sabem o que mais me incomoda? Os Wolves terminaram em sexto no Oeste DE NOVO. Mesma posição, mesmo resultado decepcionante. Connelly foi bem claro: “Temos muito mais coisa boa do que ruim, mas sabemos que não somos bons o suficiente agora.”

    Na minha opinião, essa honestidade é refrescante. Quantas vezes a gente vê dirigente tentando pintar situação ruim como se fosse sucesso?

    Thunder e Spurs viraram o pesadelo dos Wolves

    Aqui que a coisa fica interessante — e meio deprimente pros fãs de Minnesota. Os dois últimos times que eliminaram os Wolves (Spurs e Thunder) estão agora se enfrentando na final do Oeste. É como se fosse um lembrete constante: “Olha só quem tá brigando pelo título enquanto vocês estão em casa.”

    “Levamos surra do Oklahoma City ano passado, levamos surra do San Antonio agora”, Connelly não poupou palavras. “Sabemos que nossa competição não vai ficar parada, e nós também não vamos.”

    Mas o cara foi esperto numa coisa: disse que não dá pra focar só em como bater os Spurs ou Thunder especificamente. Faz sentido, né? Se você monta o time pensando só num adversário, pode se dar mal contra todo mundo.

    A filosofia é simples: empilhar talento

    “Se você tem jogadores bons o suficiente, e nós temos um grande em Anthony [Edwards], você vai ser um bom time”, explicou Connelly. E olha, eu concordo completamente com essa visão.

    O negócio é que ter Anthony Edwards como sua estrela principal é uma base sólida pra construir qualquer coisa. O garoto é um monstro, mas precisa de ajuda — e ajuda de verdade, não esses coadjuvantes que aparecem um jogo e somem no próximo.

    Connelly fechou com uma frase que eu achei massa: “Prefiro ser demitido por tentar do que ficar aqui só pensando em sobrevivência no emprego.” Cara com essa mentalidade que você quer dirigindo seu time, sinceramente.

    E aí, vocês acham que Minnesota consegue dar esse salto na próxima temporada? Porque do jeito que Thunder e Spurs estão voando, não dá pra ficar no “quase” pra sempre…

  • Joe Ingles se aposentou da NBA e tomou uma decisão que me emocionou

    Joe Ingles se aposentou da NBA e tomou uma decisão que me emocionou

    Cara, quando vi que o Joe Ingles tinha decidido voltar pra Austrália depois da eliminação dos Timberwolves, confesso que bateu uma nostalgia aqui. O veterano de 38 anos assinou um contrato de duas temporadas com o Melbourne United da NBL australiana, e sinceramente? Não podia ter escolhido melhor forma de encerrar a carreira.

    Pra quem não lembra, os Wolves foram eliminados pelos Spurs na segunda rodada dos playoffs — levaram uma sapatada de 30 pontos no jogo 6, perdendo por 139 a 109. Terceira vez seguida que não conseguem chegar nas finais de conferência, mesmo com um time que tinha tudo pra brigar lá em cima.

    De volta às origens

    O que mais me impressiona na história do Ingles é como ele fez esse caminho todo. Saiu da Austrália em 2009, não foi draftado (imagina a frustração), rodou pela Europa até que o Jazz apostou nele em 2014. E olha no que deu: 12 temporadas na NBA, média de 40,9% nas bolas de três — um arremessador que qualquer técnico adoraria ter no banco.

    Nos últimos dois anos em Minnesota, o australiano não jogava muito, mas quem acompanha sabe que o valor dele ia muito além dos números. Ajudou demais no desenvolvimento do Anthony Edwards e dos outros jovens do time. É aquele cara que você quer no vestiário, sabe?

    O legado de um guerreiro

    7.7 pontos, 3.0 rebotes e 3.3 assistências por jogo na carreira. Números modestos? Talvez. Mas o Ingles sempre foi muito mais que estatísticas. Jogou no Jazz, Bucks, Magic e Wolves — e em todo lugar que passou, era querido pela galera. Aquele humor australiano meio ácido, mas com o coração gigante.

    Agora ele volta pro Melbourne United, time que terminou em quinto na temporada passada com 20-13. E vocês sabem o que mais me emociona nisso? Ele começou a carreira profissional no Melbourne South Dragons antes de ir pra NBA. É como se estivesse fechando um ciclo perfeito.

    Enfim, boa sorte pro velho Joe lá embaixo. Merece demais essa volta por cima em casa. E quem sabe a gente não vê ele dando umas clínicas de arremesso na NBL? Tenho certeza que ainda tem muito basquete pra mostrar.

  • Naz Reid detona: ‘Timberwolves são mau-humorados demais’

    Naz Reid detona: ‘Timberwolves são mau-humorados demais’

    Olha, quando você é eliminado pelos Spurs nas semifinais do Oeste depois de chegar duas vezes seguidas na final da conferência, alguém tem que falar a real. E foi exatamente isso que o Naz Reid fez.

    O cara não segurou a língua na coletiva pós-temporada e mandou uma que vai dar o que falar: os Timberwolves são “mau-humorados demais” (moody, nas palavras dele). E sinceramente? Acho que ele acertou em cheio.

    A bronca do ex-Sexto Homem do Ano

    Reid, que saiu de undrafted em 2019 para se tornar uma das peças fundamentais do time — e ainda por cima ganhou o prêmio de Sixth Man of the Year —, não poupou críticas. “Você olha para os Spurs e Thunder [que vão disputar a final do Oeste], e eles jogam um pelo outro. Eles estão empolgados de estar em quadra juntos”.

    A comparação dói, mas faz sentido. Enquanto San Antonio e OKC chegaram lá com química e jogada coletiva, Minnesota ficou pelo caminho com drama e ego inflado.

    “Acho que temos talento mais do que suficiente”, continuou Reid. “Mas precisamos ser menos mau-humorados e mais altruístas.” Traduzindo: parem de birra e joguem como time, pessoal.

    Julius Randle na mira?

    Agora, a internet já tá especulando se essa foi uma indireta para o Julius Randle. E olha, os números do Game 6 não mentem: 1/8 nos arremessos, 3 pontos e -34 de plus/minus em apenas 24 minutos. Absurdo de ruim.

    Enquanto isso, Reid fez 18 pontos em 7/13 e ainda pegou 7 rebotes. Nos playoffs inteiros, ele teve sua melhor pós-temporada da carreira: 12.6 pontos e 7.3 rebotes, acertando 48.4% dos arremessos e 40% das bolas de três.

    A matemática é simples: quem rendeu mais falou menos, quem rendeu menos… bom, vocês sabem como é.

    O futuro financeiro complica tudo

    E tem mais lenha pra fogueira: Gobert ($36 milhões) e Randle ($33 milhões) estão entrando no penúltimo ano de contrato, com opções de jogador para 2027-28. Ou seja, podem virar agentes livres ano que vem.

    Reid, por outro lado, vai ganhar mais de $23 milhões na próxima temporada e tá amarrado até quase 2030. Estabilidade que o time precisa, principalmente com essa personalidade que não tem medo de cobrar os companheiros.

    Vocês acham que Reid foi cirúrgico demais na crítica ou era isso mesmo que precisava ser dito? Porque pra mim, quando um cara que veio do nada fala assim, é melhor todo mundo escutar.

  • Wolves querem manter Tim Connelly — e fazem muito bem

    Wolves querem manter Tim Connelly — e fazem muito bem

    Olha, eu sinceramente fico feliz quando vejo uma franquia fazendo a coisa certa. Os Minnesota Timberwolves estão correndo atrás de renovar o contrato do Tim Connelly, presidente de operações de basquete do time. E cara, é a decisão mais óbvia do mundo.

    Connelly tá no último ano de contrato depois daquela eliminação dolorida pros Spurs na segunda rodada. Mas vamos combinar uma coisa: o cara transformou os Wolves completamente.

    Dallas tentou roubar, mas nem rolou papo

    Teve especulação de que Dallas poderia ir atrás do Connelly, mas segundo as fontes, nem chegou a ter conversa séria entre eles. Os Mavericks acabaram contratando o Masai Ujiri mesmo. Sorte dos Wolves, porque perder o Connelly seria um tiro no pé gigante.

    E não foi só ele que quase vazou não. O Matt Lloyd, GM que trabalha direto com o Connelly, chegou perto de sair também. O cara foi finalista pra posição dos Chicago Bulls, mas no final ficaram com o Bryson Graham do Atlanta. Menos mal, porque a dupla Connelly-Lloyd é puro ouro.

    As trocas que mudaram tudo

    Vocês lembram como era Minnesota antes dessa dupla? Pois é. Connelly e Lloyd trouxeram Rudy Gobert (aquela troca polêmica que todo mundo criticou), Julius Randle, Donte DiVincenzo, Ayo Dosunmu… Sem falar no Mike Conley e no Nickeil Alexander-Walker em movimentos menores mas que fizeram total diferença.

    O resultado? Os Wolves voltaram a ser relevantes. Três eliminações consecutivas na segunda rodada podem parecer decepcionantes, mas vamos ter contexto aqui. Essa franquia passou ANOS sendo piada da liga. Agora pelo menos eles brigam de igual pra igual com os grandes do Oeste.

    Continuidade é tudo

    O Chris Finch também fica — tem mais dois anos de contrato. E isso é fundamental. Continuidade no front office e no comando técnico é algo que você não vê muito na NBA hoje em dia. Todo mundo quer resultados imediatos, mas construir um time competitivo demora tempo.

    Sim, o Oeste tá cada vez mais difícil. Sim, ainda não conseguiram passar da segunda rodada. Mas sinceramente? Prefiro mil vezes apostar na continuidade com essas pessoas do que começar tudo do zero de novo.

    E aí, vocês acham que Minnesota fez a escolha certa? Ou era hora de mexer no time de comando?

  • Edwards joga a toalha: ‘Não sei como alcançar Spurs e Thunder’

    Edwards joga a toalha: ‘Não sei como alcançar Spurs e Thunder’

    Cara, que coisa mais estranha de se ouvir do Anthony Edwards. O cara que sempre tem uma resposta na ponta da língua, sempre confiante, simplesmente deu de ombros quando perguntaram como os Wolves vão conseguir alcançar os gigantes do Oeste.

    “Não sei, mano”, disse o Ant-Man depois da surra de 139-109 que os Spurs aplicaram no Game 6. “Acho que essa pergunta não é pra mim.”

    Olha, eu entendo a frustração do garoto. Minnesota terminou a temporada com 13 vitórias a menos que San Antonio (que ficou em 2º) e absurdos 15 jogos atrás do atual campeão Oklahoma City. Pra piorar, três das quatro derrotas pros Spurs foram massacres de 38, 29 e 30 pontos de diferença.

    Jogando no sacrifício

    Edwards passou a série toda mancando com problemas nos dois joelhos. O próprio time admitiu que ele tava operando em apenas 70% da capacidade física normal. Mesmo assim, o monstro ainda conseguiu 24 pontos no último jogo. Imaginem se tivesse 100%?

    Mas sinceramente, acho que o problema dos Wolves vai muito além de lesão. Quando você perde por 30+ pontos três vezes na mesma série, não é só questão de estar machucado — é questão de nível mesmo.

    Finch não tem papas na língua

    O técnico Chris Finch foi bem mais direto que o Edwards na análise: “Ou você é um problema pro adversário ou tem que ter a solução. Você precisa ser construído de uma forma que incomoda o oponente com algo que eles não têm, ou ter algo pra neutralizar o que eles têm.”

    Traduzindo: Minneapolis precisa URGENTEMENTE de peças melhores ao redor do Edwards. O garoto vai fazer 25 anos em agosto — tá entrando no auge da carreira. Se a diretoria não correr atrás, essa janela vai fechar rapidinho.

    “Eu não esperava estar indo pra casa tão cedo”, admitiu Edwards. “Então ainda não pensei no que vou adicionar ao meu jogo.”

    E vocês, acham que os Wolves conseguem montar um elenco competitivo ao redor do Ant-Man? Porque do jeito que tá, eles parecem anos-luz de distância dos Thunder e Spurs. O cara pode ser um dos melhores da liga, mas basquete é esporte coletivo — e essa coletividade tá faltando muito em Minnesota.