Tag: MLB

  • Red Sox define rotação: Early ganha vaga e torcida vai à loucura

    Red Sox define rotação: Early ganha vaga e torcida vai à loucura

    Olha, eu não esperava que os Red Sox fossem mexer tanto na rotação durante a offseason, mas aqui estamos nós. E agora veio a decisão que tava todo mundo esperando: Connelly Early vai começar a temporada como titular, enquanto Johan Oviedo fica no bullpen como opção de “piggyback” (aquele cara que entra quando o titular não consegue ir fundo no jogo).

    A torcida de Boston tá praticamente em êxtase com essa escolha. E olha, eu entendo o porquê.

    Early: o garoto prodígio caseiro

    Cara, esse Early é simplesmente um monstro. Drafteado pelos próprios Red Sox em 2023 (quinta rodada), o canhoto fez sua estreia na MLB ano passado e mandou ver: ERA de 2.33 com 29 strikeouts contra apenas 4 walks. Absurdo, né?

    E no spring training? O cara tá on fire: ERA de 1.59 em cinco apresentações, com 16 Ks e só 5 walks. Sinceramente, com números desses, seria crime deixar ele no banco.

    Um dos fãs até comentou que o Early tem “potencial de #2 na rotação” e pode ser candidato a Rookie of the Year. Eu não vou tão longe ainda, mas a base tá sólida.

    Oviedo fica de espreita

    Não que o Johan Oviedo seja ruim, longe disso. O cara veio do trade com Pittsburgh e mostrou serviço: ERA de 3.57 em 2025, com uma relação K/BB de 42/23. Números decentes, mas Early simplesmente tá em outro nível no momento.

    A estratégia dos Red Sox faz sentido: deixa o Oviedo como “bombeiro” pra quando algum titular não conseguir completar muitos innings. E vai reavaliando conforme a temporada anda.

    Vocês acham que o Early consegue manter esse nível durante uma temporada inteira? Porque olha, a pressão de ser titular em Boston não é brincadeira. Mas pelo que vi até agora, o garoto tem tudo pra ser uma peça importante nessa rotação reformulada dos Red Sox.

  • Cubs prendem estrela jovem com mega contrato antes da temporada

    Cubs prendem estrela jovem com mega contrato antes da temporada

    Olha, quando um time resolve apostar pesado em um moleque de 22 anos, é porque vê algo muito especial. Os Chicago Cubs acabaram de fazer isso com Pete Crow-Armstrong, fechando uma extensão de contrato de longo prazo que vai manter o centro-campista na equipe por muitos anos.

    Jeff Passan, do ESPN, soltou a bomba: “O centro-campista Pete Crow-Armstrong e o Chicago Cubs estão finalizando uma extensão de contrato de longo prazo”. E cara, depois da temporada que o PCA (como é conhecido) fez em 2024, era questão de tempo mesmo.

    Temporada monstro em 2024

    Vamos aos números, porque eles falam por si só: 30 home runs e 30 bases roubadas. Um 30-30 aos 22 anos, mano. Isso sem contar a Luva de Ouro que ele ganhou defendendo o centro do campo como um verdadeiro monstro.

    Sinceramente, eu não esperava que ele chegasse nesse nível tão rápido. O garoto teve alguns problemas com strikeouts no final da temporada passada, mas quando você junta poder de rebatida, velocidade absurda e uma defesa de outro mundo… É receita para estrela, né não?

    E olha que interessante: num esporte que tá cada vez mais obcecado por home runs e estatísticas avançadas, o PCA representa exatamente o que o baseball moderno valoriza. Um jogador completo que pode decidir um jogo de várias formas diferentes.

    Aposta no futuro

    Os Cubs claramente acreditam que não foi sorte de principiante. O cara já é nome conhecido na MLB e ainda por cima ajudou o Team USA a chegar na final do World Baseball Classic. Com 22 anos. Imagina o que ele não vai fazer nos próximos anos?

    Na minha visão, essa é uma das jogadas mais inteligentes que Chicago fez nos últimos tempos. Prender um talento desse calibre antes que o mercado enlouqueça é fundamental, especialmente considerando como andam os contratos hoje em dia.

    E vocês, acham que os Cubs acertaram em apostar tão cedo no garoto? Eu tô convencido que vamos ver muito dele nas próximas temporadas. O Wrigley Field vai ter show por muito tempo ainda.

  • Edwin Díaz estreia no Dodger Stadium ao som de ‘Narco’ e é pura magia

    Edwin Díaz estreia no Dodger Stadium ao som de ‘Narco’ e é pura magia

    Gente, vocês viram isso? Edwin Díaz finalmente pisou no Dodger Stadium vestindo azul, e cara… que momento. O closer estreou ontem num jogo de preparação ao som da sua famosa ‘Narco’, e até eu aqui do Brasil senti a energia daquele estádio.

    O porto-riquenho assinou com os Dodgers em dezembro — três anos de contrato depois de uma temporada monstro com 1.63 de ERA e 28 saves. E olha, não é qualquer um que consegue essa marca, né? O cara é simplesmente um dos melhores fechadores do mundo.

    A entrada mais esperada do ano

    A SportsNet LA postou o vídeo no X e, sinceramente, deu arrepio. Aqueles trompetes da ‘Narco’ ecoando em Chavez Ravine pela primeira vez… diferente demais. “Esses trompetes soam ainda melhor no Dodger Stadium”, escreveram, e não tá errado não.

    Vocês já imaginaram como vai ser isso nos playoffs? Porque uma coisa é certa: quando o Díaz entrar em quadra na pós-temporada com 50 mil pessoas gritando, vai ser de outro planeta. A entrada dele já virou tradição no beisebol — agora os fãs dos Dodgers vão poder sentir isso na pele.

    Dodgers montando outro dream team

    E vamos combinar uma coisa: os Dodgers não tão brincando em serviço. Bicampeões defendendo o título e agora com um dos melhores closers da MLB? Essa diretoria quer o tri de qualquer jeito.

    Na minha visão, essa contratação foi cirúrgica. Time que quer repetir título precisa de alguém confiável pra fechar os jogos, e o Díaz é exatamente isso. 28 saves na temporada passada não é sorte — é classe pura.

    Claro que ainda era só um amistoso, mas a mensagem foi clara: os Dodgers querem mais. E com a temporada começando quinta-feira, a expectativa só cresce. Quem mais tá ansioso pra ver esse cara fechando jogo decisivo ao som de ‘Narco’?

  • Roki Sasaki tá preocupando no spring training dos Dodgers

    Roki Sasaki tá preocupando no spring training dos Dodgers

    Olha, vou ser sincero: tô ficando preocupado com o Roki Sasaki. O japonês que chegou nos Dodgers com tanto hype teve mais uma apresentação complicada no spring training, dessa vez contra os Angels.

    Seis walks em pouco mais de duas entradas. Seis walks, gente! E ainda permitiu cinco corridas. O cara jogou apenas 66 arremessos e só 32 foram strikes. Pra quem tá acostumado com a precisão dos pitchers japoneses, isso é meio assustador.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos que doem: ERA de 15.58 em quatro jogos de exibição. Quinze walks em apenas 8⅔ entradas. Cara, eu sei que é spring training, mas esses números fazem qualquer fã dos Dodgers perder o sono.

    O mais preocupante foi a primeira entrada. Sasaki simplesmente não conseguiu eliminar ninguém. Acertou o Zach Neto com uma fastball (na contagem 3-0, imaginem a situação), depois veio o Mike Trout numa jogada de escolha, e aí foi ladeira abaixo. Três walks consecutivos e tchau, substituído pelo Ronan Kopp.

    Na minha opinião, dá pra ver que o cara tá sentindo a pressão. É diferente jogar na MLB, né? A zona de strike é outra, os árbitros têm critérios diferentes, e a pressão psicológica deve ser monstro.

    O contexto que importa

    Lembrando que Sasaki assinou com os Dodgers em janeiro do ano passado por uma pechincha – contrato de ligas menores com bônus de US$ 6,5 milhões. Isso porque ele tinha menos de 25 anos e estava sujeito às regras do pool internacional.

    O mais interessante é que ele foi fundamental nos playoffs do ano passado. Saindo do bullpen, o japonês foi um monstro: apenas uma corrida limpa em 10⅔ entradas e três saves para ajudar os Dodgers no bicampeonato consecutivo.

    Mas agora, como starter, parece que é outro filme. Será que a transição do bullpen pra rotação tá pesando? Ou é só questão de tempo mesmo?

    Com Yoshinobu Yamamoto confirmado como titular da abertura na quinta contra o Arizona, Sasaki vai ter mais tempo pra se ajustar. Torço pra que seja só uma fase ruim, porque o potencial tá ali. Vocês acham que ele consegue se encontrar antes do início da temporada regular?

  • Arremessador rookie descobre que fez a equipe durante visita do técnico

    Arremessador rookie descobre que fez a equipe durante visita do técnico

    Cara, imagina a cena: você tá lá na mound, concentrado no jogo, e de repente o técnico vem te visitar. Primeira coisa que passa na cabeça? “Pronto, me ferraram, vou sair de jogo”. Mas não foi isso que aconteceu com Carter Baumler, o rookie dos Texas Rangers.

    O garoto de 24 anos estava no quinto inning contra o Kansas City Royals quando Skip Schumaker, o técnico dos Rangers, saiu do dugout e foi até ele. Junto vieram o catcher Danny Jansen e toda a defesa interna. Baumler já estava se preparando mentalmente pra sair de campo quando ouviu a notícia: ele tinha conseguido uma vaga no roster de abertura da temporada.

    “Pensei que estava sendo tirado de jogo”

    “Eu não estava esperando isso. Fiquei tipo, por que ele tá vindo aqui? Aí ele subiu na mound e me disse que eu fiz o time”, contou Baumler durante uma entrevista ao vivo na Rangers Sports Network. “Cara, honestamente, eu pensei que estava sendo tirado de jogo… Óbvio, quando o técnico vem até você, normalmente é porque acabou.”

    A reação dos companheiros foi demais. Jansen deu uns tapinhas no peito do rookie com a luva, os infielders vieram cumprimentar. Baumler abriu um sorrisão, mas conseguiu se recompor na hora – ainda tinha jogo pra jogar, né? E fechou a entrada em grande estilo: strikeout em Isaac Collins com uma reta de 96.8 mph.

    Caminho difícil até chegar aos Rangers

    Olha, a trajetória desse cara é inspiradora. Baumler foi selecionado pelo Baltimore na quinta rodada do draft de 2020, saindo direto do ensino médio em Iowa. Logo depois, teve que passar pela cirurgia Tommy John – aquela que todo arremessador tem pesadelo, sabe?

    Ficou na organização dos Orioles de 2022 até 2025, mas no ano passado foi deixado de fora do roster de 40 homens. Aí os Pirates pescaram ele na primeira rodada do Rule 5 draft em dezembro e no mesmo dia negociaram com o Texas. Que reviravolta, hein?

    “Alguns anos atrás eu nunca teria esperado isso”, disse Baumler. “Olhando pra trás… fico feliz por ter mantido a cabeça baixa e continuado martelando.”

    E que spring training ele fez! Em oito jogos, permitiu apenas uma corrida limpa e fez 10 strikeouts em 9.1 innings. Números de monstro pra quem nunca jogou acima da Double-A.

    Sinceramente, adoro essas histórias de superação no baseball. O cara passou por cirurgia, foi deixado pra trás, mudou de organização duas vezes em um dia e agora vai estrear nas grandes ligas. E vocês, acham que ele vai conseguir se firmar no bullpen dos Rangers?