Tag: NBA Awards

  • VJ Edgecombe finalista do Rookie do Ano – Sixers podem ter 4º ROY

    VJ Edgecombe finalista do Rookie do Ano – Sixers podem ter 4º ROY

    Olha só que notícia boa chegou pra gente! VJ Edgecombe, o jovem dos Sixers, foi nomeado finalista para o prêmio de Rookie of the Year da temporada 2025-26. E sinceramente? Mereceu demais.

    O garoto de 20 anos dividirá a disputa com Cooper Flagg (Dallas Mavericks) e Kon Knueppel (Charlotte Hornets). Três nomes que movimentaram a liga nesta temporada, mas vamos combinar — só um deles levou seu time pros playoffs, né?

    Os números não mentem

    Edgecombe foi simplesmente um monstro durante toda a temporada regular. Liderou TODOS os rookies em minutos jogados — o que já diz muito sobre a confiança que o Philadelphia depositou nele desde o começo.

    Em 75 jogos, o cara cravou médias de 16.0 pontos, 5.6 rebotes, 4.2 assistências e 1.4 roubadas de bola. Entre os calouros que jogaram pelo menos 20 partidas, ficou em terceiro lugar tanto em pontos quanto em assistências por jogo. E pasmem: foi o primeiro em roubos de bola por partida.

    Pra mim, essa versatilidade defensiva faz toda a diferença. Não é só meter a bola na cesta — o maluco contribui em ambos os lados da quadra.

    A concorrência é pesada

    Flagg nos Mavs teve números um pouco melhores no ataque: 21.0 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Mas convenhamos, Dallas teve uma temporada horrível com 26 vitórias e 56 derrotas. Fica mais fácil inflar os números quando seu time não disputa nada, não acham?

    Já Knueppel em Charlotte mostrou que o arremesso de 3 continua sendo sua marca registrada — 42.5% do perímetro é coisa de outro mundo. Cravou 18.5 pontos, 5.3 rebotes e 3.4 assistências por jogo. Pena que os Hornets não passaram do play-in do Leste.

    E aí está a grande diferença: dos três finalistas, só Edgecombe conseguiu levar sua equipe para os playoffs de verdade. Tá, o Sixers tomou uma surra no primeiro jogo contra Boston (ai, que dor), mas chegaram lá.

    Tradição em ROY

    Se Edgecombe levar essa, será o quarto Rookie of the Year da história dos Sixers. A franquia já teve Allen Iverson (1997), Michael Carter-Williams (2014) e Ben Simmons (2018) levando o prêmio.

    Cara, imaginem se ele realmente ganhar? Seria o coroamento perfeito para uma temporada de estreia sensacional. O resultado sai em breve, e eu tô aqui na torcida — vocês acham que ele tem chances reais de levar?

  • SGA, Wemby e Jokic: os finalistas do MVP que ninguém esperava

    SGA, Wemby e Jokic: os finalistas do MVP que ninguém esperava

    Olha só que loucura: acabaram de anunciar os três finalistas pro MVP da NBA e eu confesso que não esperava essa formação. Shai Gilgeous-Alexander, Victor Wembanyama e Nikola Jokic são os caras que vão disputar o prêmio de melhor jogador da temporada.

    O SGA tá vivendo uma temporada absolutamente monstruosa no Thunder. O cara simplesmente decidiu que ia carregar Oklahoma City nas costas e tá fazendo isso com uma elegância que dá gosto de ver. Sinceramente? Eu achava que ele ainda precisava de mais uns anos pra chegar nesse patamar, mas me enganei completamente.

    Wemby fazendo história aos 20 anos

    Agora o Wembanyama estar entre os três finalistas é coisa de maluco mesmo. Cara, o garoto tem 20 anos! Quando eu tinha essa idade tava preocupado com prova da faculdade, e o francês tá aqui disputando o MVP da melhor liga de basquete do mundo.

    O que mais me impressiona no Wemby é como ele consegue impactar o jogo dos dois lados da quadra. Não é só os bloqueios (que são absurdos), mas a presença dele já muda completamente como o adversário ataca. E ainda por cima, o cara tem um arremesso de 3 que não faz sentido pra altura dele.

    Jokic pode fazer história de novo

    E o Jokic? Mano, se esse sérvio ganhar seria o terceiro MVP dele — coisa que só alguns monstros da história conseguiram. O cara simplesmente reinventou o que significa ser pivô na NBA moderna. Triple-double pra ele é rotina, e aqueles passes… vocês já viram coisa mais bonita?

    Olha, eu tô genuinamente curioso pra ver como vai ser essa votação. Temos o veterano que pode fazer história (Jokic), a promessa francesa que tá quebrando todos os recordes de precocidade (Wemby), e o canadense que finalmente explodiu de vez (SGA).

    Na minha opinião, qualquer um dos três merece. Mas e aí, quem vocês acham que leva? Eu tô meio dividido entre o SGA e o Wemby… O Jokic já ganhou dois, talvez seja a vez de dar oportunidade pros mais novos?

  • NBC vai revelar os finalistas dos prêmios da NBA no domingo

    NBC vai revelar os finalistas dos prêmios da NBA no domingo

    Galera, chegou a hora mais esperada da temporada regular! A NBA anunciou que os finalistas dos prêmios de 2024-25 serão revelados no domingo à noite, e adivinha onde? Na NBC, durante a transmissão de Pistons x Magic.

    Olha, eu tô ansioso pra caramba pra ver quem vai estar na briga pelos troféus principais. A liga bolou um esquema bem interessante: vai dividir os anúncios em duas partes durante o jogo em Detroit.

    Antes do jogo às 18h (horário de Brasília, 20h)

    Na primeira leva, às 6 da tarde no horário americano (que é 20h aqui no Brasil), vamos saber os finalistas de:

    Clutch Player of the Year (jogador mais decisivo), Defensive Player of the Year (melhor defensor), Most Improved Player (jogador que mais evoluiu) e — pasmem — Sixth Man of the Year. Cara, esse último me dá um arrepio especial por causa do nome do nosso site!

    Sinceramente, acho que o prêmio de sexto homem tá bem disputado este ano. Temos uns caras saindo do banco fazendo estrago que é uma beleza.

    No intervalo: os prêmios principais

    No halftime do jogo, aí sim vem o que todo mundo quer saber: os finalistas para MVP, Rookie of the Year e Coach of the Year.

    Mano, o MVP tá uma loucura total essa temporada. Não sei vocês, mas eu tô perdido tentando cravar quem vai levar. Tem uns monstros fazendo temporadas absurdas por aí.

    E o Rookie of the Year? Nossa, que safra boa que tivemos no draft passado. Alguns calouros tão mostrando que vieram pra ficar mesmo.

    O legal dessa estratégia da NBA é que vai manter todo mundo grudado na televisão durante o jogo inteiro. Primeiro você fica pra saber os primeiros finalistas, depois tem que aguentar o primeiro tempo todo só pra descobrir o resto no intervalo. Marketing puro!

    E aí, quem vocês acham que vai estar entre os finalistas? Eu tenho minhas apostas, mas vamos ver se a liga vai surpreender a gente com algumas escolhas inesperadas.

  • Wemby MVP e Cooper Flagg ROTY em 2026? Essa previsão me deixou maluco

    Wemby MVP e Cooper Flagg ROTY em 2026? Essa previsão me deixou maluco

    Gente, acabei de ler uma previsão de awards da NBA para 2026 que me deixou de queixo caído. O Kevin O’Connor, analista veterano da liga, já tá botando suas fichas no Victor Wembanyama como MVP e no Cooper Flagg como Calouro do Ano. E olha, eu tô aqui pensando se isso não é loucura demais ou se faz todo sentido do mundo.

    Cooper Flagg: o fenômeno que pode quebrar tudo

    Cara, vamos falar do elefante na sala primeiro. O Flagg ainda nem foi draftado e o cara já tá sendo cotado pra ROTY de 2026! Segundo a projeção, ele vai parar no Dallas — que por sinal deve estar num rebuild pesado depois de trocar o Luka Dončić (imaginem só essa loucura).

    A estatística que me chamou atenção? 21 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências por jogo. Como CALOURO. O último rookie a liderar o time em pontos, rebotes, assistências e roubadas de bola foi ninguém menos que Michael Jordan. Monstro!

    Mas aqui entre nós: será que o Dallas consegue mesmo desenvolver um talento desses no meio de toda essa reconstrução? Porque pelo que tá sendo projetado, o cara vai entrar numa situação bem complicada, com veteranos sendo poupados e todo mundo sabendo que ele é a única ameaça real da equipe.

    A briga pelo ROTY vai ser insana

    O que mais me impressionou foi saber que essa decisão não tá fácil nem um pouco. O Kon Knueppel, que deve ir pro Charlotte, tá sendo cotado como uma ameaça real. O maluco tem 63.3% de true shooting — isso é absurdo pra um rookie! Enquanto o Flagg fica com 54.8%, que ainda é respeitável considerando que ele vai ter que criar muito mais jogadas.

    Sinceramente, acho que essa disputa vai ser uma das mais emocionantes dos últimos anos. Flagg com números brutos maiores mas menos eficiência, Knueppel mais eficiente mas em papel mais fácil. Vocês acham que os números brutos pesam mais ou a eficiência?

    E o Wemby como MVP? Faz sentido

    Agora, sobre o Wembanyama como MVP… cara, isso não me surpreende tanto assim. O francês já mostrou nos primeiros anos que tem tudo pra dominar essa liga. Se em 2026 ele tiver 22-23 anos e o San Antonio conseguir montar um time competitivo ao redor dele, por que não?

    O que me deixa curioso é ver como essa geração de jovens talentos vai se desenvolver. Temos o Wemby que já tá na liga, o Flagg chegando com todo esse hype, e outros nomes que ainda vão aparecer.

    Olha, eu sei que é muito cedo pra esse tipo de previsão, mas não vou mentir: já tô animado só de imaginar essa temporada de 2025-26. E vocês, o que acham? Essas previsões fazem sentido ou é hype demais?

  • Wembanyama faz matemática na hora e debate limite de jogos para prêmios

    Wembanyama faz matemática na hora e debate limite de jogos para prêmios

    Cara, o Wemby é um monstro mesmo. E não tô falando só dos 25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos de média — que já são números absurdos pro pivô de 2,24m do San Antonio. Tô falando da capacidade dele de fazer matemática complexa na cabeça durante uma entrevista coletiva, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

    Na sexta-feira, depois de uma atuação histórica de 40 pontos e 13 rebotes na vitória dos Spurs sobre o Dallas Mavericks por 139-120, o francês de 22 anos se envolveu numa discussão fascinante sobre a regra dos 65 jogos mínimos para ser elegível aos prêmios da NBA.

    O alien faz as contas na velocidade da luz

    E foi aí que rolou o show. Enquanto debatia com os repórteres sobre qual deveria ser o limite ideal de jogos, Wembanyama começou a fazer cálculos matemáticos complexos de cabeça, na velocidade da luz. Sinceramente, foi de arrepiar.

    “Se um cara joga 50 jogos, 35 minutos por jogo, são 50 vezes 35 — isso dá 1.750 minutos, certo?”, disse o Wemby, processando os números instantaneamente. “Se um cara joga 75 jogos com 20 minutos, são 1.500 minutos. Então é uma boa perspectiva, na minha opinião, não ter limite.”

    Mas ele não parou por aí. Continuou: “Setenta e cinco por cento dos jogos, na minha opinião, seria algo lógico, e isso seria 61,5 jogos, certo? Então, 62 jogos.”

    Os repórteres confirmaram que todos os cálculos estavam corretos. “Claro que o alien acerta tudo”, brincou um jornalista. E o Wemby só riu.

    A ironia por trás da discussão

    O que torna essa história ainda mais interessante é o contexto. Wembanyama quase não conseguiu atingir os 65 jogos necessários depois de uma contusão nas costelas no dia 6 de abril. Ele admitiu que “com certeza não teria jogado” contra os Mavs se já estivesse qualificado para os prêmios.

    E olha só a situação: enquanto ele garantiu sua elegibilidade, caras como Cade Cunningham (Pistons), Anthony Edwards (Timberwolves) e até o Luka Dončić (Lakers) estão fora da disputa por não terem atingido o mínimo. O próprio Wemby reconheceu que isso não reflete o impacto que esses jogadores tiveram na temporada.

    “Se esses três não estão — quero dizer, especialmente Cade e Luka — nos prêmios de fim de temporada, com certeza não vai refletir o impacto deles na temporada”, analisou o pivô francês. “Mas, ao mesmo tempo, na minha opinião, é bom ter um limite. Onde precisamos colocar? Não sei. É uma boa pergunta.”

    Vocês acham que 65 jogos é muito? Ou que deveria ser baseado em minutos totais jogados? Porque o Wemby levantou um ponto interessante: um cara que joga 50 jogos com 35 minutos cada soma mais tempo de quadra que alguém com 75 jogos de 20 minutos.

    O que me impressiona mesmo é como ele consegue manter essa lucidez matemática e analítica depois de uma performance de 40 pontos. Esse moleque não é normal — e isso é um elogio.

  • Booker e a regra dos 65 jogos: injusta ou necessária?

    Booker e a regra dos 65 jogos: injusta ou necessária?

    Cara, a situação do Devin Booker com essa regra dos 65 jogos tá me deixando meio revoltado, não vou mentir. O cara jogou 66 partidas na temporada — sessenta e seis! — mas pode ficar de fora do All-NBA por causa de umas tecnicalidades absurdas.

    Vamos aos fatos: desde 2023, a NBA implementou essa regra que diz que um jogador precisa aparecer em pelo menos 65 jogos para ser elegível aos prêmios individuais. Até aí, ok. Mas tem um detalhe cruel: dessas 65 partidas, pelo menos 63 precisam ter mais de 20 minutos jogados, e no máximo duas podem ter entre 15-20 minutos.

    O problema do Book

    Booker tem 62 jogos completos na conta. Saiu machucado em duas partidas — uma contra os Lakers em dezembro (menos de 10 minutos) e outra contra os Spurs em fevereiro (também menos de 10). Como não jogou nem os 15 minutos mínimos nessas duas, elas simplesmente não contam pra regra.

    Resultado? Mesmo se ele jogar os quatro últimos jogos da temporada regular e ficar mais de 20 minutos em cada um, vai chegar apenas a 64 jogos “elegíveis”. Um a menos que o necessário.

    Sinceramente, isso é revoltante. O cara literalmente se machucou defendendo o time e agora pode perder a chance de ser All-NBA por causa de uma regra burocrática. Que mensagem isso passa pros jogadores?

    Quem mais se ferrou

    E olha, não é só o Booker não. Luka Dončić também tá com 64 jogos — se não fosse aquela suspensão por excesso de técnicas, estaria elegível. Curry jogou só 40 partidas. Anthony Edwards tá com 60 e mesmo jogando tudo que resta não consegue chegar lá.

    O mais absurdo? Cade Cunningham, que tava tendo uma temporada monstro e era candidato real ao All-NBA First Team, parou nos 61 jogos.

    Isso muda completamente o cenário. Com tanto craque de fora, Booker de repente vira uma opção mais atrativa. Os números dele não são espetaculares — 25.8 pontos, 45.5% nos arremessos, 33% de três — mas são sólidos. E numa liga onde disponibilidade virou luxo, ser consistente vale ouro.

    A regra faz sentido?

    Olha, eu entendo a intenção da liga. Querem os astros em quadra, querem que os fãs vejam os jogadores que pagaram pra ver. Faz sentido até.

    Mas essa rigidez toda me incomoda. Lesão faz parte do esporte, sempre fez. Punir um cara que se machucou no jogo me parece injusto demais.

    Pelo que soube, os Suns vão tentar um recurso — afinal, o Booker tecnicamente jogou 66 partidas, saiu só por lesão. Os Lakers aparentemente vão fazer o mesmo pro Luka.

    E aí, vocês acham que essa regra dos 65 jogos é justa? Ou deveria ter exceções pra lesões que acontecem durante o jogo? Pra mim, é hora de revisar essa parada. O basquete não funciona no vácuo — machucado acontece, sempre vai acontecer.

    No fim das contas, se o Booker ficar de fora do All-NBA por causa disso, vai ser uma das maiores injustiças da temporada. O cara deu o sangue pelo time a temporada toda.

  • Luka vai brigar judicialmente pra entrar no All-NBA? Entenda a saga

    Luka vai brigar judicialmente pra entrar no All-NBA? Entenda a saga

    Galera, a situação do Luka Dončić virou um verdadeiro drama jurídico na NBA. O cara se machucou na coxa na última quinta contra o Thunder e agora tá fora do resto da temporada regular — justamente quando precisava de apenas mais um jogo pra garantir vaga no All-NBA.

    Olha só que situação absurda: Luka jogou 64 partidas nesta temporada, mas a liga exige no mínimo 65 jogos (com pelo menos 20 minutos cada) pra você ser elegível pros prêmios de fim de temporada. MVP, All-NBA, Defensive Player of the Year — tudo depende dessa regra maldita dos 65 jogos.

    E o mais revoltante? Dos jogos que ele perdeu, dois foram em dezembro quando voou pra Eslovênia pro nascimento da filha mais nova. Cara, isso não deveria contar contra ele de jeito nenhum, né?

    A exceção que não funcionou

    A NBA até tem uma exceção na regra — você pode ser elegível com 62 jogos SE sofrer uma lesão que encerre a temporada E tiver jogado pelo menos 85% dos jogos da equipe antes da contusão. Luka bate a primeira parte (62 jogos), mas fica devendo na segunda: jogou apenas 83,1% das partidas do Lakers antes da lesão.

    Sinceramente, essa matemática toda me parece mais complicada que as jogadas do próprio Luka. A liga criou tantos critérios que até quem merece fica de fora por tecnicalidades.

    O último recurso: processo na NBA

    Agora vem o plot twist — Luka e seu empresário Bill Duffy vão entrar com um recurso de “circunstâncias extraordinárias”. Basicamente, eles querem provar três coisas pro árbitro independente:

    Primeiro, que foi “impraticável” jogar alguns jogos por motivos excepcionais (no caso, o nascimento da filha). Segundo, que ele teria batido os critérios se tivesse jogado nesses jogos perdidos por essas razões. E terceiro, que seria “injusto” excluí-lo dos prêmios considerando toda a situação.

    O prazo é apertado — até 13 de abril às 23h59 (horário americano) pra protocolar tudo. Depois disso, um especialista independente vai decidir o destino do esloveno em no máximo dois dias de audiência.

    Vocês acham que Luka tem razão? Na minha opinião, perder premiação por estar presente no nascimento da filha é de uma frieza impressionante. O cara teve uma temporada monstruosa e pode ficar de fora do All-NBA por causa de dois jogos perdidos por motivo mais que justificável.

    Espero que o bom senso prevaleça nessa história toda. Luka merece estar entre os 15 melhores da liga — qualquer pessoa que acompanhou a temporada sabe disso.

  • Edwards perde chance de ganhar prêmios da NBA por lesão no joelho

    Edwards perde chance de ganhar prêmios da NBA por lesão no joelho

    Cara, que situação chata pra Anthony Edwards. O cara tava tendo uma das melhores temporadas da carreira e agora não vai poder nem concorrer aos prêmios da NBA por causa da regra dos 65 jogos mínimos.

    O Timberwolves confirmou que o Edwards não jogou contra o Detroit Pistons na quinta-feira por causa de uma lesão no joelho direito e ainda por cima estava doente. Com isso, ele chegou a apenas 59 jogos na temporada — sendo que só 58 contam pro regulamento da liga. Restam seis jogos pra Minnesota na temporada regular, mas já era.

    A regra que complica tudo

    Olha, eu entendo o lado da NBA querendo que os caras joguem mais, mas essa regra dos 65 jogos às vezes pega jogadores que realmente estão machucados. O Edwards não é moleza não — nas cinco primeiras temporadas dele, o monstro jogou mais de 70 jogos em cada uma.

    E justamente agora que ele tava fazendo uma temporada absurda, com média de 29.3 pontos por jogo (recorde pessoal), vem essa lesão no joelho pra estragar tudo. O cara ficou duas semanas fora, voltou contra o Dallas (fez 17 pontos em 23 minutos), mas aí o joelho complicou de novo.

    MVP que não vai ser MVP

    O mais frustrante é que Edwards vinha brigando forte pelos prêmios individuais. Nas duas últimas temporadas, ele ficou em sétimo lugar na votação de MVP. Com esses números que ele tá postando agora, poderia ter ido ainda mais longe.

    Sinceramente, acho que isso vai mexer com a cabeça do cara. Quatro vezes All-Star, duas vezes no time ideal da liga, e agora não pode nem concorrer aos prêmios por causa de uma lesão. É de amargar, né?

    E aí, vocês acham que a NBA deveria flexibilizar essa regra pra casos de lesão comprovada? Ou tá certo mesmo manter os 65 jogos como critério?