Tag: NBA Awards

  • Wemby em 3º no MVP: cinco votos em primeiro e muito orgulho

    Wemby em 3º no MVP: cinco votos em primeiro e muito orgulho

    Cara, vou ser sincero: quando vi que o Wembanyama ficou em terceiro lugar na votação do MVP, fiquei genuinamente emocionado. Cinco votos em primeiro lugar para um cara de 21 anos na terceira temporada? Isso é simplesmente absurdo.

    O francês de 2,24m fez uma temporada monstruosa: 25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos por jogo. Não bastasse isso, já embolsou o prêmio de Melhor Defensor do Ano e agora está nas finais da Conferência Oeste. Terceira temporada na NBA e o cara já está brigando com Shai Gilgeous-Alexander e Nikola Jokić pelos prêmios individuais mais importantes.

    O que esses números representam

    Olha, eu acompanho NBA há anos e raramente vi alguém com essa combinação de impacto ofensivo e defensivo tão cedo na carreira. O Wemby terminou com 569 pontos totais na votação: cinco votos em primeiro, 36 em segundo e 47 em terceiro lugar. Pra quem tá começando, isso é coisa de veterano consagrado.

    O Shai levou merecidamente com 83 votos em primeiro — o cara teve uma temporada insana no Thunder. Jokić ficou em segundo com 10 votos em primeiro, que também faz total sentido. Mas ver o Wembanyama ali no top 3? Na minha visão, isso mostra que a NBA já reconhece ele como um dos caras que vão dominar a liga nos próximos anos.

    Spurs nas finais do Oeste – quem diria?

    E tem uma coisa que me deixa ainda mais impressionado: os Spurs estão nas finais da Conferência Oeste! Sinceramente, quando a temporada começou, eu achava que eles iam brigar por playoffs, no máximo. Mas o Wemby simplesmente elevou todo mundo ao redor dele.

    Nos playoffs, ele tá fazendo 20.3 pontos, 10.7 rebotes e 4.1 tocos por jogo. Esses números de bloqueios são ridículos — o cara praticamente apaga o garrafão sozinho. Agora vão enfrentar o Thunder nas finais do Oeste, começando no dia 18. Vocês acham que ele consegue levar San Antonio pra uma final da NBA já na terceira temporada?

    Olha, eu não quero criar expectativa demais, mas esse garoto tá construindo algo muito especial. Desde Tim Duncan, eu não via um jogador transformar tanto a cultura de um time quanto o Wembanyama tá fazendo com os Spurs.

  • SGA bicampeão de MVP! O cara virou uma máquina absurda

    SGA bicampeão de MVP! O cara virou uma máquina absurda

    Galera, acabou de rolar o que muita gente já esperava mas que ainda assim impressiona: Shai Gilgeous-Alexander conquistou seu segundo MVP consecutivo. O cara do Thunder simplesmente não para de jogar em um nível estratosférico.

    E olha, eu vou ser sincero com vocês — quando o SGA começou a despontar alguns anos atrás, eu achava que ele seria apenas mais um jogador sólido. Que nada. O moleque virou um monstro completo.

    Os números não mentem

    As estatísticas do canadense são de outro mundo: 31.1 pontos, 4.3 rebotes e 6.6 assistências por jogo, com um PER de 30.5. Praticamente idêntico à temporada passada (32.7 pontos, mesmos rebotes e assistências, mesmo PER). A consistência é assustadora.

    Mas não é só isso. O Thunder liderou a NBA em vitórias e rating líquido pelo segundo ano consecutivo. Coincidência? Claro que não. Quando você tem um cara que consegue criar jogada do nada e ainda por cima lidera pelo exemplo, fica mais fácil construir uma máquina vencedora.

    Companhia de elite

    SGA agora faz parte de um grupo bem seleto: apenas 14 jogadores na história da NBA conquistaram MVPs em temporadas consecutivas. Estamos falando de nomes como Jordan, LeBron, Magic Johnson… É ou não é companhia boa?

    E tem mais um dado que me chamou atenção: ele está entre os top 5 candidatos a MVP há quatro temporadas seguidas. Cara, isso é longevidade no mais alto nível. Não foi sorte nem um pico isolado — é excelência sustentada.

    A disputa final foi entre ele, Victor Wembanyama e Nikola Jokic. Três estilos completamente diferentes, mas todos representando o que há de melhor na liga atualmente. Sinceramente? Qualquer um dos três mereceria, mas o SGA conseguiu se destacar pela combinação de números individuais e sucesso coletivo.

    E aí, pessoal, vocês acham que ele consegue o tricampeonato na próxima temporada? Porque do jeito que as coisas estão indo em Oklahoma City, eu não duvidaria de nada…

  • Curry perde o prêmio de Melhor Companheiro e eu não entendi nada

    Curry perde o prêmio de Melhor Companheiro e eu não entendi nada

    Gente, eu tô meio perdido aqui. O Steph Curry, que ganhou o prêmio de Melhor Companheiro de Equipe da NBA no ano passado, acabou de perder o título pra… DeAndre Jordan? Sim, você leu certo. O veteranom de 37 anos que jogou apenas 12 jogos pelo New Orleans Pelicans.

    Olha, eu respeito muito o Jordan — cara é uma lenda, três vezes All-NBA, tá na liga há mais de uma década. Mas vamos combinar: 12 jogos e ganhar o prêmio de melhor companheiro? É meio estranho, né não?

    Os Warriors tiveram uma temporada complicada

    Não vou mentir, foi um ano difícil pra Golden State. Jimmy Butler e Moses Moody se machucaram feio no joelho, a situação do Jonathan Kuminga virou uma novela mexicana que durou quase o ano todo, e o Brandin Podziemski conseguiu irritar a torcida com aquela arrogância dele (e aquele cabelo que parece shampoo de R$ 200, sinceramente).

    O resultado? Perderam no play-in. E agora o Curry perdeu esse troféu também.

    O Chef aumentou a pontuação dele pra 26.6 por jogo nesta temporada, mas pelo visto isso não foi suficiente pros eleitores. Enquanto isso, Jordan ajudou um time que fez apenas 26 vitórias em 82 jogos — e nem jogou a temporada toda!

    Prêmio da simpatia ou mérito real?

    Cara, eu fico pensando: será que esse prêmio Twyman-Stokes não virou meio que um troféu de participação? Jordan é querido por todo mundo na liga, isso é fato. O Kyrie Irving e o Kevin Durant fizeram questão de levar ele junto pro Brooklyn Nets em 2019. Mas daí a ganhar esse prêmio jogando só 12 partidas…

    A votação foi apertada — Jordan ganhou por apenas 8 pontos do Jrue Holiday, que já ganhou três vezes e provavelmente foi vítima daquele cansaço dos eleitores. Jeff Green ficou em terceiro, só 25 pontos atrás, lidando com mais um escândalo do Durant nas redes sociais.

    E vocês, o que acham? Faz sentido um cara que jogou 12 jogos ganhar o prêmio de melhor companheiro de equipe? Eu sei que o Jordan tem histórico — cuidou dos rookies dos Pelicans como um pai — mas isso não parece meio injusto com quem jogou a temporada inteira?

    Conhecendo o Curry, ele já tá guardando cada crítica, cada tweet zoando ele por ter perdido esse troféu. Vai voltar ano que vem com sede de vingança, pode ter certeza. A questão é: com quais companheiros de equipe ele vai estar jogando?

  • Cooper Flagg leva o ROY numa das disputas mais apertadas da história

    Cooper Flagg leva o ROY numa das disputas mais apertadas da história

    Cara, que temporada absurda foi essa! Cooper Flagg acabou de ser confirmado como Rookie of the Year da NBA numa votação que literalmente foi decidida nos últimos votos. Estou aqui ainda processando os números — 56 votos em primeiro lugar pra ele, 44 pro Kon Knueppel. É muita coisa!

    Olha só que loucura: entrando na temporada, todo mundo (eu inclusive) achava que o Flagg ia dominar esse prêmio sem nem suar. Primeira escolha do Draft, indo pro Dallas que todo mundo esperava que brigasse pelos playoffs… Aí a realidade bateu na porta.

    A reviravolta que ninguém esperava

    “Essa temporada saiu muito diferente do que eu esperava”, disse o próprio Flagg na NBA Showtime. E não é que foi mesmo? Por longos períodos da temporada, eu tava vendo o Kon Knueppel — que foi colega de quarto dele em Duke — literalmente roubando o show em Charlotte.

    Vocês viram como o Knueppel tava jogando no meio da temporada? Monstro total. Eu sinceramente achei que ele ia levar, não vou mentir. Mas aí o Cooper acordou pra vida nas últimas semanas e simplesmente virou a mesa.

    Números que fazem história

    E que números, hein pessoal! Flagg fechou a temporada com média de 21 pontos, 6.7 rebotes e 4.5 assistências. Mas o que me deixou de queixo caído mesmo foi ele entrar num clube seleto: junto com Michael Jordan como únicos rookies a liderar o time em pontos, rebotes, assistências E roubos de bola.

    Ah, e aqueles 51 pontos contra Orlando em abril? Recorde da NBA pra um rookie. CINQUENTA E UM! Fora os outros três jogos com mais de 40 pontos. O cara literalmente decidiu que ia fazer história mesmo.

    VJ Edgecombe do Philadelphia ficou em terceiro lugar — e olha, em muitos outros anos ele teria levado fácil. Essa classe de rookies foi diferenciada demais.

    Por que essa votação foi tão especial

    Essa foi a segunda votação mais apertada pra ROY desde que a liga começou a acompanhar os números em 2003. A única mais disputada foi em 2022 com Scottie Barnes e Evan Mobley — lembram dessa?

    O que mais me impressiona é ver um cara de 19 anos (segundo mais jovem a ganhar o prêmio, só perdendo pro LeBron) aguentar a pressão de Dallas e ainda por cima crescer no momento decisivo. Começou meio perdido, admito, mas terminou mostrando porque foi a primeira escolha.

    E aí, vocês acham que ele tem potencial pra ser All-Star já no segundo ano? Eu tô começando a acreditar que sim…

  • Flagg leva o ROY numa disputa épica contra ex-companheiro de Duke

    Flagg leva o ROY numa disputa épica contra ex-companheiro de Duke

    Cara, que corrida foi essa! Cooper Flagg acabou de levar o prêmio de Rookie of the Year da NBA numa disputa que me deixou grudado até o último voto. E o mais louco? Ele bateu justamente o Kon Knueppel, que foi seu companheiro de equipe em Duke. Imagina a zueira no grupo do WhatsApp dos caras.

    O placar final foi apertadíssimo: 412 votos pro Flagg contra 386 do Knueppel. VJ Edgecombe ainda apareceu em terceiro com 96 pontos, mas essa foi mesmo uma disputa de dois.

    Quando Duke domina tudo

    Sinceramente, eu não lembro da última vez que dois ex-companheiros de faculdade fizeram uma corrida tão parelha pro ROY. E olha que estamos falando de Duke — esse programa simplesmente não para de produzir talentos absurdos.

    O que mais me impressiona no Flagg é como ele conseguiu dominar caras que são literalmente 10-15 anos mais velhos que ele. Mano tem 19 anos e tá jogando como se fosse veterano há década. Nos Mavericks então? O cara virou peça fundamental desde o primeiro jogo.

    Já o Knueppel no Charlotte, cara… lembram quando todo mundo duvidou da escolha dele na 4ª posição do draft? “Muito arriscado”, “não tem físico pra NBA”, essas coisas. Hoje ninguém mais fala isso. O garoto provou que tem jogo pra caramba.

    O futuro tá garantido

    Olha, eu tô falando: esses dois vão brigar por títulos pelos próximos 15 anos fácil. Flagg já mostrou que tem potencial pra ser um dos melhores da liga, e Knueppel não fica muito atrás não.

    E vocês, acham que foi justa essa vitória do Flagg? Porque olhando os números da temporada, os dois estavam bem pareados mesmo. Talvez o fator “time melhor” tenha pesado — Dallas teve campanha bem superior ao Charlotte.

    De qualquer forma, Duke Basketball tá de parabéns. Ter os dois primeiros colocados do ROY vindos do mesmo programa é algo que não se vê todo dia. A Brotherhood continua forte!

  • NAW explode nos Hawks e leva o prêmio de jogador que mais evoluiu!

    NAW explode nos Hawks e leva o prêmio de jogador que mais evoluiu!

    Cara, vocês viram o que aconteceu com o Nickeil Alexander-Walker? O cara simplesmente EXPLODIU na temporada e levou o prêmio de Most Improved Player da NBA. E olha só que coincidência louca: pelo segundo ano consecutivo, um jogador do Hawks leva essa premiação!

    Ano passado foi o Dyson Daniels que arrancou com tudo. Agora é a vez do NAW — como a galera chama ele — mostrar que mudança de ares faz milagre mesmo.

    Os números que impressionaram

    Vamos aos fatos que deixaram todo mundo de queixo caído: 20.8 pontos por jogo. Vinte. Ponto. Oito. Para vocês terem noção do salto que esse cara deu, na temporada passada no Minnesota ele fazia míseros 9.4 pontos por partida. Isso é um salto de ONZE pontos! É praticamente um jogador completamente diferente.

    Mas não para por aí. O cara cravou 46% dos arremessos de quadra e — preparem-se — 40% das bolas de três. Acertou 251 bolas do perímetro na temporada, quebrando o recorde histórico da franquia dos Hawks. Sinceramente, eu não esperava essa explosão toda dele.

    A transformação que ninguém viu vindo

    Sete anos de NBA, passando por New Orleans, Utah, Portland e Minnesota… e foi justamente em Atlanta que o NAW encontrou seu lugar no sol. É impressionante como algumas mudanças de ambiente podem despertar um monstro que estava adormecido dentro do jogador.

    Os outros finalistas eram Deni Avdija e Jalen Duren — dois caras que também evoluíram pra caramba. Mas convenhamos, quando você salta de 9.4 para 20.8 pontos por jogo, não tem muito o que discutir, né?

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acreditam que o Hawks pode ser uma surpresa nos playoffs com essa dupla Daniels-Alexander-Walker comandando? Porque eu tô começando a acreditar que esse time de Atlanta pode incomodar muito gente por aí…

  • Alexander-Walker é o Most Improved Player – Hawks dominam desenvolvimento

    Alexander-Walker é o Most Improved Player – Hawks dominam desenvolvimento

    Cara, o Nickeil Alexander-Walker acabou de ganhar o prêmio de Most Improved Player da NBA e sinceramente? Era mais que merecido. O cara simplesmente explodiu nesta temporada pelo Hawks, e olha que ele venceu uma disputa difícil contra Deni Avdija e Jalen Duren.

    Vocês lembram quando ele era só “o primo do Shai”? Pois é, agora ele tem nome próprio na liga.

    Os números não mentem

    Alexander-Walker teve a temporada da vida dele. Média de 20.8 pontos por jogo — mais que o DOBRO da média das seis primeiras temporadas na carreira. Absurdo, né?

    Mas não para por aí. O monstro acertou 46% dos arremessos de quadra, 40% das bolas de três (com 251 cestas do perímetro) e impressionantes 90% dos lances livres. Ah, e ainda melhorou nos rebotes (3.4), assistências (3.7) e roubadas de bola (1.3).

    Claro que parte disso veio com o aumento de minutos — ele jogou 2.603 minutos nesta temporada, 530 a mais que o recorde anterior da carreira. Mas convenhamos: ele CONQUISTOU esses minutos.

    Do banco para titular absoluto

    A história dele nesta temporada é interessante, viu. Começou como sexto homem no primeiro ano de um contrato de quatro anos e US$ 62 milhões com o Hawks. Quando o Trae Young se machucou no joelho, Alexander-Walker assumiu a titularidade.

    E depois daquela trade maluca em janeiro — Hawks mandou o Trae Young para Washington e trouxe CJ McCollum e Corey Kispert — ele se consolidou de vez como titular. Uma mudança que mudou completamente o rumo da franquia.

    O mais legal? Dyson Daniels, que ganhou o prêmio no ano passado, já tá elogiando o sistema de desenvolvimento do Hawks. “Atlanta tem um caminho muito bom de desenvolvimento”, disse ele. E tem razão — dois Most Improved Players em dois anos não é coincidência.

    Saindo da sombra do primo

    Falando em Shai Gilgeous-Alexander (sim, eles são primos), o cara tá arrebentando também. Atual MVP e finalista de novo este ano pelo Thunder. Mas agora o Alexander-Walker finalmente tá sendo reconhecido por ser ele mesmo.

    “Quando você é primo do Shai, muitas vezes te chamam de ‘primo do Shai’”, ele disse. “Ser reconhecido como Nickeil Alexander-Walker é incrível.”

    E olha, com essa família de jogadores monstruosos, quem sabe não rola um duelo entre primos nos playoffs? Seria um jogaço épico.

    Essa temporada de premiações tá sendo louca mesmo. Wembanyama virou o mais jovem DPOY da história (e o primeiro unânime), Keldon Johnson levou o Sixth Man… E ainda tem MVP, Coach of the Year e Rookie of the Year pra anunciar.

    Mas por hoje, é hora de celebrar o Alexander-Walker. De sexto homem a Most Improved Player — essa é a definição de evolução na NBA.

  • Hawks fazem história: Alexander-Walker é o MIP de 2026!

    Hawks fazem história: Alexander-Walker é o MIP de 2026!

    Cara, os Hawks simplesmente fizeram história na NBA. Nickeil Alexander-Walker acabou de ser eleito o Jogador Que Mais Evoluiu (Most Improved Player) da temporada 2025-26, e o mais absurdo é que Atlanta se tornou o PRIMEIRO time da história a ter dois MIPs consecutivos!

    Ano passado foi Dyson Daniels, agora é o Alexander-Walker. Que trabalho monstruoso da organização dos Hawks, né não?

    Os números não mentem

    O canadense de 27 anos simplesmente explodiu nesta temporada. Olha só esses números: 20.8 pontos, 3.7 assistências, 3.4 rebotes e 1.3 roubos de bola por jogo. Tudo recorde pessoal na carreira dele!

    Mas o que mais me impressionou foi na linha dos três pontos. O cara quebrou o RECORDE HISTÓRICO dos Hawks com 251 bolas de três convertidas na temporada, acertando 39.9% dos arremessos. Sinceramente, eu não esperava essa explosão toda quando ele foi trocado pelos Timberwolves em julho passado.

    Alexander-Walker começou como titular em 71 dos 78 jogos que disputou. Isso mostra a confiança que o técnico depositou nele — e cara, deu super certo.

    Votação foi tranquila

    Na votação não teve nem discussão: 66 votos de primeiro lugar e 396 pontos no total. O segundo colocado foi Jalen Duren, dos Pistons, com 23 votos de primeiro lugar e 254 pontos. Uma diferença considerável.

    E olha que lista ilustre de vencedores anteriores! Giannis, Ja Morant, Pascal Siakam, Jimmy Butler… Alexander-Walker tá em boa companhia agora.

    O que vocês acham? Esse salto de qualidade dos Hawks vai continuar nos playoffs? Eles já estão liderando os Knicks por 2-1 na primeira rodada do Leste, então parece que a evolução não foi só individual — o time todo cresceu junto.

    Pra mim, isso mostra como uma boa troca pode transformar completamente a carreira de um jogador. Alexander-Walker encontrou seu lugar perfeito em Atlanta, e agora os Hawks têm um backcourt que promete dar muito trabalho no futuro.

  • Nickeil Alexander-Walker leva o MIP e vira peça-chave do Hawks

    Nickeil Alexander-Walker leva o MIP e vira peça-chave do Hawks

    Cara, que história absurda é essa do Nickeil Alexander-Walker? O cara saiu do banco pra virar protagonista no Hawks e ainda levou o prêmio de Most Improved Player da temporada 2025-26. Sinceramente, não esperava isso quando ele assinou como agente livre em Atlanta.

    Alexander-Walker desbancou Deni Avdija e Jalen Duren na disputa pelo MIP — e olha, isso é interessante porque tanto o Avdija quanto o Duren foram All-Stars pela primeira vez este ano, enquanto o Alexander-Walker ficou de fora. Dos últimos nove ganhadores do prêmio, sete eram All-Stars de primeira viagem, mas pelo segundo ano seguido um jogador do Hawks quebra essa tradição (Dyson Daniels ganhou na temporada passada).

    De rejeitado a protagonista

    A jornada desse cara é de filme, não vou mentir. Escolhido como 17ª pick no Draft de 2019, passou dois anos e meio no New Orleans até ser trocado pro Portland junto com o CJ McCollum. Um dia depois — um dia — já tava indo pro Utah. O Jazz ficou com ele por um ano e mandou pro Minnesota numa troca maior envolvendo Mike Conley e Russell Westbrook.

    Em Minnesota ele meio que se reinventou como um sexto homem especialista em defesa. Nos primeiros três anos da carreira convertia só 32,9% dos arremessos de três, mas com os Wolves subiu pra impressionantes 38,4%. Parecia que tinha encontrado seu lugar como um 3-and-D clássico, mas aí veio o problema financeiro.

    O Hawks acertou em cheio

    Os Wolves, pressionados pelo second apron, escolheram renovar com Naz Reid e Julius Randle ao invés do Alexander-Walker no verão de 2025. Erro deles, acerto do Hawks.

    Atlanta contratou ele pra ser um reserva defensivo atrás do Trae Young, mas uma lesão do Young logo no início da temporada abriu as portas. E cara, que aproveitamento! Saltou de 9,4 pontos por jogo pra 20,8 — mais que dobrou a produção ofensiva. Ainda distribuiu 3,7 assistências por partida, recorde pessoal.

    A evolução dele foi tão impressionante que até influenciou a decisão do Hawks de trocar o Trae Young. Com Alexander-Walker como uma das peças principais, Atlanta conseguiu a 6ª colocação no Leste e voltou aos playoffs.

    Vocês acham que ele consegue uma vaga no All-Star Game na próxima temporada? Do jeito que tá jogando, não duvido nada. O Hawks encontrou um diamante bruto e agora tem um cara que pode ser cornerstone do projeto a longo prazo. Às vezes a NBA é isso — o timing certo no lugar certo faz toda a diferença.

  • Johnson ganha Sexto Homem! Primeiro Spur desde Ginóbili

    Johnson ganha Sexto Homem! Primeiro Spur desde Ginóbili

    Gente, que alegria! Keldon Johnson acabou de ser eleito o Sexto Homem do Ano da NBA, e cara, eu não conseguia estar mais orgulhoso desse monstro. É o primeiro Spur a ganhar esse prêmio desde o nosso eterno Manu Ginóbili em 2008 — que saudade daquele argentino maluco que fazia a gente gritar na madrugada.

    O que mais me impressiona no Keldon é a mentalidade. O cara jogou TODOS os 82 jogos da temporada saindo do banco. Todos! E não é qualquer coisa não — só dois jogadores conseguiram fazer isso na última década. Imagina a disciplina que isso exige?

    Números que impressionam

    E os números? Absurdos. Johnson se tornou o primeiro jogador dos Spurs a marcar mais de 1.000 pontos em uma temporada saindo do banco. Mil pontos! E ao longo de duas temporadas, o homem jogou 159 partidas — sempre como reserva. Nenhum outro jogador na liga chegou nem perto disso no mesmo período.

    “Eu queria fazer parte de algo especial aqui em San Antonio”, disse o Johnson na ESPN. “Sabia que para ser o melhor para nosso time, sair do banco era provavelmente minha melhor opção. No começo foi difícil, tive que controlar meu ego e colocar a equipe em primeiro lugar. Depois disso, o céu era o limite.”

    Cara, essa fala me arrepia. Quantos jogadores da NBA teriam essa humildade? É por isso que eu respeito tanto esse cara.

    A concorrência era pesada

    Não foi moleza não. Jaime Jaquez Jr. do Heat ficou em segundo na votação e foi disparado o reserva que mais pontuou na liga. Tim Hardaway Jr., dos Nuggets, ficou em terceiro e acertou 205 bolas de três — liderando os reservas nesse quesito.

    Johnson levou com 63 votos de primeiro lugar contra 34 do Jaquez. Uma diferença considerável, mas que mostra o respeito que ele conquistou pela liga toda.

    E vocês sabiam que o Hardaway já tinha terminado em nono em 2024, quinto em 2021 e décimo em 2017? O cara é consistente demais, mas dessa vez foi a hora do nosso Keldon brilhar.

    O mais legal de tudo isso? Johnson fez parte da seleção americana que ganhou ouro nas Olimpíadas de Tóquio em 2021. Agora tem seu primeiro prêmio individual na NBA. “É um pouco emocional”, confessou ele. “É uma grande conquista. Muito trabalho duro vai num prêmio como esse.”

    Com Wemby ganhando o Defensor do Ano unanimemente e agora o Keldon com o Sexto Homem, os Spurs estão voltando forte. Que temporada histórica para San Antonio, não acham?