Tag: NBA Draft

  • Caleb Wilson vai pro Draft: UNC perde seu maior talento em anos

    Caleb Wilson vai pro Draft: UNC perde seu maior talento em anos

    Cara, já era. Caleb Wilson oficializou no Instagram o que todo mundo já estava esperando: ele vai pro Draft da NBA. E olha, depois do que aconteceu com o técnico Hubert Davis sendo demitido na semana passada, não dá nem pra culpar o garoto por querer vazar de Chapel Hill.

    Vocês viram a temporada que esse moleque teve? 19.8 pontos, 9.8 rebotes, 2.7 assistências, 1.4 tocos e 1.5 roubos de bola por jogo. Em uma temporada de calouro. Isso é coisa de monstro, gente. Teve uma fase da temporada que ele liderava o time em literalmente todas as estatísticas principais. Absurdo.

    As lesões que mudaram tudo

    Mas aí veio a parte triste da história. O Wilson machucou a mão esquerda no jogo contra Miami e quando tava voltando aos treinos pra enfrentar Duke — imaginem a tensão —, quebrou o dedão da mão direita num treino sem contato. Sem contato! Às vezes o azar persegue mesmo.

    Mesmo perdendo tempo considerável por causa das lesões, o cara foi primeiro time da All-ACC, segundo time All-American e ainda pegou o prêmio de calouro do ano na conferência. A camisa dele já tá garantida pendurada no teto do Dean Smith Center. Merecidíssimo.

    NBA tá de olho (e a grana também)

    Sinceramente, eu até torci pra ele ficar mais um ano em UNC, mas vamos ser realistas: Wilson é projetado como top-5 do Draft. Se ele for escolhido na quinta posição, vai embolsar uns 9 milhões nos primeiros dois anos. Compara isso com o NIL de 1.9 milhão que ele tinha na universidade… não tem nem discussão, né?

    O mais interessante é que muita gente tá comparando ele com Kevin Garnett. Não é pouca coisa não, viu? O perfil físico e a versatilidade realmente lembram o KG nos primeiros anos. Se ele cair no sistema certo, pode virar All-Star tranquilo.

    Agora torço pra ele não ir parar no Sacramento Kings. É pesado falar isso? Talvez. Mas qualquer fã de NBA sabe que lá é onde talento vai pra morrer. (Desculpa, torcedores do Kings, mas vocês sabem que é verdade.)

    E aí, vocês acham que ele aguenta a pressão de ser uma escolha tão alta no Draft? Eu tenho fé que sim. O garoto mostrou personalidade pra caramba em UNC, mesmo sendo calouro.

  • NBA quer acabar com tanking mas tá se perdendo no processo

    NBA quer acabar com tanking mas tá se perdendo no processo

    Cara, o Adam Silver tá obsessivo demais com essa história de tanking. O presidente da NBA apresentou três ideias malucas essa semana pro conselho de donos de times que, sinceramente, vão mais atrapalhar do que ajudar.

    Olha só — eu entendo a preocupação dele. Tanking virou uma praga na liga, com times fazendo de propósito pra pegar picks altos no Draft. E isso machuca o negócio: menos gente vai no estádio, menos audiência na TV. Faz todo sentido querer resolver.

    As três ideias mirabolantes da liga

    Mas as soluções que a NBA tá propondo são de doer. Primeira opção: expandir a loteria do Draft pra 18 times, incluindo alguns que nem perderam tudo — os caras do play-in também entrariam na brincadeira. Todo mundo que não foi pros playoffs teria 8% de chance de pegar a primeira escolha.

    A segunda é ainda mais absurda: 22 times na loteria! Até quem perdeu no primeiro round dos playoffs entraria. E tem mais — eles querem considerar o histórico de duas temporadas e colocar um número mínimo de vitórias. Se um time ganhar só 19 jogos mas o mínimo for 22, eles contariam como se tivessem 22 vitórias. Bizarro, né?

    A terceira pelo menos é mais razoável: 18 times, mas os cinco piores teriam chances iguais de 11% cada um.

    Por que isso vai dar merda

    Aqui é onde eu acho que a NBA tá errando feio. O Draft existe justamente pra dar chance pros times ruins se reconstruírem. É o mecanismo de equilíbrio da liga, cara!

    Com essas mudanças, times pequenos e de mercados menores vão ficar ruins por muito mais tempo. E sabe o que acontece quando um time fica ruim por anos a fio? A torcida abandona o barco. Para sempre.

    Eu lembro quando os Sixers fizeram aquele “Process” famoso alguns anos atrás. Foi chato? Foi. Mas funcionou — eles pegaram Embiid, Simmons (ok, não deu muito certo), e montaram um time competitivo. Com essas novas regras, seria muito mais difícil.

    O pior de tudo é que nenhuma dessas mudanças vai acabar com o tanking de verdade. Os times vão continuar perdendo de propósito, só que agora com menos chance de serem recompensados por isso. É como punir todo mundo porque alguns fizeram besteira.

    E aí, o que vocês acham? A NBA tá certa em querer acabar com o tanking ou essas mudanças vão mais atrapalhar do que ajudar? Na minha opinião, mexer no Draft assim é perigoso demais. Às vezes é melhor deixar como tá pra ver como fica.

  • Mock Draft 2026: Dybantsa lidera, mas Boozer está firme no top 3

    Mock Draft 2026: Dybantsa lidera, mas Boozer está firme no top 3

    Cara, o Mock Draft 2026 da CBS Sports saiu e já vou adiantando: AJ Dybantsa segue como número 1 absoluto. Mas olha, o que mais me chamou atenção foi o Cameron Boozer se consolidando no top 3. O filho do Carlos Boozer tá mostrando que o basquete é de família mesmo.

    Dybantsa pelo Indiana faz todo sentido. O cara é um monstro de 2,06m que tá metendo 25.5 pontos por jogo em BYU. Wingspan de mais de 2,13m e consegue criar jogada do nada. Na minha visão, ele tem tudo pra ser franquia player — só espero que não seja mais um prospecto que promete demais e entrega de menos.

    Boozer consolidado no top 3

    E o Boozer? Sinceramente, acho que pode ser a pick mais segura do draft. 22.4 pontos e 10.3 rebotes por Duke. O cara joga com uma maturidade absurda pra um calouro, tem QI de basquete altíssimo e já chegaria pronto pra contribuir na NBA. Pelo Brooklyn seria perfeito.

    O que eu curto no Boozer é que ele não é só hype — é resultado. Enquanto outros caras do topo ainda têm interrogações, ele entrega consistência todo jogo. Lembra um pouco do Jayson Tatum quando saiu de Duke, sabe? Aquele tipo de jogador que você sabe que vai dar certo.

    Surpresas no meio da primeira rodada

    Keaton Wagler subindo pra quinta posição me surpreendeu positivamente. O cara de Illinois tá com 40.8% do perímetro e 4.4 assistências. Com 1,98m de altura, seria um combo guard interessante pro Utah — principalmente com o Keyonte George já estabelecido por lá.

    Darryn Peterson pelo Washington no segundo pick também faz sentido. 1,98m jogando de armador, 38.2% de três pontos… tem potencial pra ser especial. A questão é: vocês acham que ele aguenta a pressão de ser pick tão alta?

    O que mais me impressiona é como esse draft tá equilibrado no topo. Diferente de anos anteriores onde tinha um consenso absoluto, aqui qualquer um dos primeiros cinco pode virar estrela — ou busto completo.

    Uma coisa é certa: com a loteria rolando no dia 10 de maio, os GMs já tão fazendo hora extra nos ginásios universitários. March Madness sempre muda algumas posições, e esse ano não vai ser diferente.

  • NBA quer acabar com tanking: 3 opções malucas pra mudar o Draft

    NBA quer acabar com tanking: 3 opções malucas pra mudar o Draft

    Galera, a NBA tá de saco cheio do tanking e resolveu partir pro ataque. Na reunião dos donos de franquias dessa semana, a liga apresentou três propostas bem diferentes pra reformar o Draft Lottery — e todas elas têm um objetivo: acabar com time perdendo de propósito pra ter chance melhor no sorteio.

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi a liga tão determinada a mexer nisso. E sinceramente? Era hora mesmo. Ver time tipo Detroit perdendo 60+ jogos todo ano pra ficar no fundo da tabela já tava virando piada.

    As três opções (todas bem loucas)

    A primeira opção é a mais radical: colocar 18 times no sorteio. Seriam os times que terminam entre 7º e 15º lugar de cada conferência. Os 10 piores teriam 8% de chance cada um de ganhar a primeira escolha. Os outros oito times ficam com 2,5% cada. Todo mundo sorteado, do primeiro ao último pick.

    Cara, imagina a loucura? Um time playoff perdedor de primeira rodada poderia pegar a primeira escolha geral. Os Nuggets perdendo na primeira rodada e pegando Victor Wembanyama… seria absurdo demais.

    A segunda opção é ainda mais maluca: 22 times no sorteio! Além dos times entre 7º-15º de cada conferência, entram também todos os eliminados na primeira rodada dos playoffs. E aqui tem um detalhe genial: usariam o retrospecto dos últimos dois anos pra definir a ordem. Mais ainda — time que não ganhar pelo menos 25 jogos (foi o exemplo dado) seria tratado como se tivesse ganhado exatamente 25. Ou seja: tchau tanking explícito.

    A opção “5×5” que pode revolucionar tudo

    A terceira opção criou um sistema “5×5” que eu achei bem inteligente. Os cinco piores times teriam chances iguais pras cinco primeiras escolhas — mas com uma garantia: no máximo cairiam pro 10º pick. Depois rola outro sorteio pros picks 6-18 com os times restantes.

    Isso significa que um time horrível como o Detroit dessa temporada não correria o risco de cair pra 6º, 7º lugar no draft. Mantém um piso de proteção, mas tira aquela vantagem gigante de ser o pior da liga.

    Vocês acham que essas mudanças vão resolver o problema do tanking? Eu tô dividido. Por um lado, essas propostas tiram muito da vantagem de ser ruim de propósito. Por outro, será que não vão criar outros tipos de estratégia esquisita?

    Uma coisa é certa: se aprovarem isso na reunião de maio, a partir da temporada 2026-27 o Draft vai ser bem diferente. E olha que todas as opções ainda podem ser modificadas antes da votação final.

    Na minha opinião, qualquer uma dessas mudanças é melhor que o sistema atual. Ver time tipo Charlotte ou San Antonio das últimas temporadas perdendo 60+ jogos deliberadamente não faz bem pra liga. Basquete tem que ser competitivo sempre — e essas reformas podem ajudar nisso.

  • Nets precisam perder 9 jogos e torcer para dar tudo errado

    Nets precisam perder 9 jogos e torcer para dar tudo errado

    Cara, a situação do Brooklyn Nets tá absurda — e no bom sentido para quem quer draft pick alto. Com apenas nove jogos restantes na temporada, o time literalmente PRECISA perder para garantir as melhores chances no Draft Lottery de maio.

    E olha, eles tão bem posicionados: segundo pior recorde da liga, apenas um jogo atrás do Indiana Pacers que lidera essa “corrida para o fundo”. Mas aqui vem o problema…

    O calendário mais fácil da NBA

    Segundo os especialistas, os Nets têm o calendário mais tranquilo até o final da temporada. Seis dos nove jogos são em casa, e muitos são contra times que também tão brigando lá embaixo. Uma vitória nessa reta final pode mudar completamente a ordem do lottery — e ninguém quer isso em Brooklyn.

    Dos nove confrontos restantes, quatro são contra times que provavelmente vão pros playoffs: Lakers, Hawks, Raptors e Hornets. Esses são os jogos “seguros” para perder, se é que posso falar assim.

    Mas os outros cinco? Aí é que tá o perigo. Dois jogos contra o Milwaukee Bucks (com ou sem o Giannis), além de confrontos diretos com os concorrentes na briga pelo pior recorde: Pacers, Wizards e Jazz.

    Time desmontado de propósito

    Sinceramente, os Nets tão fazendo tudo certinho para garantir o tanking. Já colocaram vários jogadores no “shut down”: Egor Demin (fascite plantar), Day’Ron Sharpe (mão) e praticamente o Michael Porter Jr. também (ele só vai ser reavaliado nos últimos jogos).

    Noah Clowney e Danny Wolf também tão no departamento médico, e até o Grant Nelson que tava num contrato de 10 dias teve que parar por conta do joelho. O time literalmente chamou jogadores da G League só pra completar o elenco.

    Nine straight losses, meu amigo. Nove derrotas seguidas. E pode apostar que eles querem mais algumas.

    A semana final vai ser loucura

    A última semana da temporada promete. Cinco jogos em oito dias, sendo três em casa contra concorrentes diretos: Wizards, Bucks (duas vezes) e Pacers. Isso sem contar Toronto fora de casa.

    Cada resultado pode mudar completamente a ordem do lottery. E vocês sabem como funciona essa parada toda: os três piores times têm 14% de chance cada um pela primeira pick, mas o pior colocado tem quase 50% de chance de pegar apenas a quinta posição.

    Aliás, vale lembrar que desde 2019, quando mudaram as regras, o time com o pior recorde nunca ganhou a primeira pick no lottery. Meio frustrante, não é?

    Mas olha, o Sean Marks não tá bobo não. Com a quantidade insana de picks que o Nets acumulou, eles podem até tentar subir no draft se ficarem decepcionados com a posição. É o famoso “strike opportunistically” — guardar munição pra hora certa.

    E aí, vocês acham que os Nets conseguem manter essa sequência de derrotas até o final? Ou algum desses jovens vai acabar ganhando um jogo e estragando os planos?

  • A corrida pelo fracasso: quem vai ganhar a primeira pick do Draft?

    A corrida pelo fracasso: quem vai ganhar a primeira pick do Draft?

    Gente, estamos chegando na reta final da temporada e o negócio está ficando sério — mas não do jeito que vocês imaginam. Enquanto uns brigam por playoffs, outros estão numa guerra completamente diferente: quem consegue perder mais jogos pra garantir as melhores chances na loteria do Draft.

    E olha, tá uma briga linda lá embaixo.

    Os três mosqueteiros do tanking

    Indiana Pacers (16-57), Brooklyn Nets (17-56) e Washington Wizards (17-55) estão travando uma batalha épica pra ver quem consegue ser o pior time da liga. Todos os três têm 14% de chance de levar a primeira pick — que, convenhamos, pode mudar completamente o futuro de uma franquia.

    Os Pacers tão numa situação interessante porque se a pick deles cair entre a 5ª e 9ª posição, vai direto pro Los Angeles Clippers por causa da troca do Ivica Zubac. Imagina a dor de cabeça se isso acontecer? Por isso eles precisam MESMO ficar entre os três piores.

    Já o Brooklyn tem uma vantagem psicológica: perderam nove seguidas. Nove! Isso é dedicação ao tanking, pessoal. E os Wizards? Ganharam um jogo recentemente (que azar, né?), mas ainda tão na briga.

    Sacramento e o drama da 4ª posição

    O Sacramento Kings tá ali na quarta posição com 19-55, e sinceramente, eles devem estar se mordendo por não terem perdido uns jogos a mais no começo da temporada. Com 12,5% de chance na primeira pick, eles ainda têm esperança, mas tá ficando difícil alcançar o trio da frente.

    Utah Jazz (21-52) e Dallas Mavericks (23-50) completam esse grupo dos “quase lá mas não chegaram”. Os Mavs tão numa situação complicada porque não controlam suas picks de primeira rodada de 2027 a 2030. Imagina ter que escolher entre competir agora ou pensar no futuro distante?

    A zona de confusão

    Mais pra baixo na tabela, temos times como Milwaukee Bucks e Chicago Bulls empatados com 29-43. Esses dois tão numa situação estranha: ruins demais pra playoffs, bons demais pra uma pick decente. É o famoso “purgatório da NBA”.

    E os Warriors? Com 35-38, eles pelo menos ainda sonham com play-in. Mas com 2% de chance na loteria, dá pra sonhar também, né?

    O que mais me impressiona é como essa estratégia de tanking virou algo tão… científico. Times calculando cada jogo, cada vitória “acidental” que pode custar uma posição na loteria. É meio triste quando você para pra pensar, mas faz parte do jogo.

    E vocês, acham que algum desses times no fundo da tabela vai conseguir a primeira pick? Ou será que vai rolar aquela surpresa clássica da loteria da NBA?

  • Austin Reaves conta como quase perdeu a chance dos Lakers no podcast do LeBron

    Austin Reaves conta como quase perdeu a chance dos Lakers no podcast do LeBron

    Cara, o Austin Reaves foi no podcast “Mind the Game” do LeBron James e contou umas histórias que me deixaram de queixo caído. Sério, não sabia que ele tinha recusado ser draftado pelos Pistons para virar undrafted e tentar uma vaga nos Lakers. O moleque apostou TUDO numa jogada arriscada.

    E olha que funcionou, né?

    A aposta mais arriscada da carreira

    Austin explicou que os agentes dele bolaram um plano maluco: recusar o draft na pick 42 do Detroit para ir como undrafted pros Lakers. Na época, LA tinha um two-way contract disponível e — aqui vem o detalhe genial — a franquia tinha poucos caras sob contrato.

    “Foi o sonho de qualquer moleque ouvir o nome sendo chamado no draft, e eu não sou diferente. Mas a gente decidiu seguir o plano”, contou Reaves. Imagina a pressão, mano? Você recusa ser draftado na NBA apostando que vai conseguir uma vaga depois. É muita confiança ou muita loucura — ou os dois.

    Os analistas da agência dele classificaram os Lakers como “Tier 1” em termos de encaixe. Lakers, Bucks e mais uma equipe eram as melhores opções. E não estavam errados não — na free agency de 2021, LA assinou Carmelo Anthony, Kent Bazemore, Malik Monk, Trevor Ariza… um monte de veterano. Ou seja: tinha espaço no roster mesmo.

    O mini-camp que mudou tudo

    Aqui vem a parte mais insana da história. No mini-camp dos Lakers, Austin estava jogando um 3×3 qualquer quando decidiu atacar a cesta. Pensou que ia fazer uma bandeja tranquila, mas o Anthony Davis apareceu do nada para dar um toco.

    No desespero, Reaves deu um passe por trás das costas pro LeBron, que desceu sozinho e mandou uma enterrada absurda. A partir dali, segundo Austin, tanto LeBron quanto AD começaram a falar: “Você é bom. Seja você mesmo”.

    Mano, isso é de filme. Um cara undrafted impressiona o Rei e o AD no primeiro treino e ganha o apoio deles na hora. “Desde o primeiro dia eles falaram: ‘Seja você, dentro e fora de quadra’”, lembrou Austin.

    Sinceramente, essa história mostra como o basquete às vezes é sobre timing e coragem. Austin podia ter ido pro Detroit, virado mais um jogador perdido no rebuild deles. Mas apostou nos Lakers, impressionou as lendas e hoje é peça fundamental do time.

    E vocês, acham que fariam a mesma aposta que o Austin fez? Recusar o draft pra tentar uma vaga melhor é coisa de maluco ou de gênio?

  • Jeff Teague choca com comparação polêmica sobre Darryn Peterson

    Jeff Teague choca com comparação polêmica sobre Darryn Peterson

    Cara, o Jeff Teague acabou de soltar uma bomba que tá pegando fogo nas redes sociais. O ex-armador da NBA teve a coragem de comparar Darryn Peterson — que deve ser escolhido entre os dois primeiros do próximo Draft — com Caleb Love, um rookie que nem foi draftado e tá jogando pelo Portland Trail Blazers.

    Olha, eu respeito muito o Teague como ex-jogador, mas essa aí doeu até em mim que tô aqui do Brasil vendo. Peterson é considerado por muitos especialistas como um futuro cornerstone de franquia, enquanto Love é visto como um sexto homem de luxo no máximo.

    A polêmica declaração no podcast

    No ‘Club 52 Podcast’, Teague não teve papas na língua: “Sem desrespeito nenhum, acho que o Darryn Peterson é um jogador fora de série. Mas eu consigo achar outro ala-armador que me dê a mesma coisa — o Caleb Love pode me dar o mesmo que o Peterson.”

    Aí ele tentou amenizar: “Não exatamente a mesma coisa, Peterson pode fazer 25 pontos por jogo, mas Love pode me dar 15-16.” Sinceramente? Essa diferença de 10 pontos não é pouca coisa não, Jeff!

    E não parou por aí. O cara ainda disse que não tem certeza se Peterson é melhor prospect que Bennedict Mathurin (que já tá na NBA) e que draftaria Cameron Boozer, de Duke, antes do garoto do Kansas.

    Os números não mentem

    Vamos aos fatos: Caleb Love realmente tá surpreendendo. Depois de não ser escolhido no Draft, assinou um contrato two-way com Portland e já disputou 45 jogos como rookie. Médias de 11.3 pontos, 2.5 rebotes e 2.7 assistências em 22 minutos por partida.

    Os percentuais? 39% nos arremessos de quadra, 32.1% do perímetro e 73.5% nos lances livres. Números sólidos pra um undrafted, não vou mentir.

    Mas Peterson é outro patamar. Com Kansas eliminado na segunda fase do March Madness no fim de semana, toda atenção agora se volta pro Draft. O garoto de 18 anos é visto como um jogador geracional — daqueles que chegam pra mudar o rumo de uma franquia.

    Teague tá certo ou viajou?

    Na minha opinião? Teague tá comparando alhos com bugalhos. Love é um exemplo fantástico de perseverança e talento que foi subestimado, mas Peterson tem um teto muito mais alto.

    É tipo comparar um Marcelinho Machado com um Oscar Schmidt na época — ambos excelentes jogadores, mas em níveis completamente diferentes de impacto e potencial.

    Vocês acham que Teague exagerou na dose ou tem algo por trás dessa comparação? Porque olhando os números e o contexto, essa me parece mais uma daquelas declarações pra gerar buzz no podcast do que uma análise técnica mesmo.

    Uma coisa é certa: só o tempo vai dizer se Peterson vai corresponder ao hype todo ou se Love vai continuar surpreendendo. Mas apostaria meu dinheiro no primeiro — e vocês?

  • Luigi Suigo: o gigante sérvio que pode ser ouro no draft da NBA

    Luigi Suigo: o gigante sérvio que pode ser ouro no draft da NBA

    Olha, vou ser direto com vocês: eu não sou especialista em draft da NBA. Não passo fins de semana inteiros assistindo torneios sub-17 na Sérvia (quem dera ter esse tempo, né?). Mas tem um cara que tá me chamando a atenção pro draft de 2026, e acho que os Rockets deveriam dar uma olhada séria nele.

    O nome é Luigi Suigo — um grandão de 2,18m que joga pelo Mega Superbet na Sérvia. E não, não é só mais um pivô europeu que não sabe nem driblar. Esse moleque tem potencial.

    Por que o Suigo pode ser uma pechincha

    Primeiro, vamos aos fatos: 2,18m de altura, 113 kg, e está convertendo 26.7% das tentativas de três pontos esta temporada. Eu sei, eu sei — 26.7% não é lá essas coisas. Mas pensa comigo: quantos pivotões de mais de 2 metros você conhece que pelo menos TENTAM arremessar de longe?

    Pra comparar, o Donovan Clingan dos Blazers nem tentava essas bolas de três na faculdade. Agora na NBA ele consegue espaçar a quadra de vez em quando. Imagina o Suigo com os preparadores físicos e técnicos da NBA trabalhando no arremesso dele. Apostaria que em duas temporadas ele tá batendo uns 35% de longe.

    Defensivamente, ele é principalmente um protetor de garrafão — o que já é meio caminho andado pra ser útil na NBA. Não é um desses pivôs modernos que conseguem marcar na lateral, mas com 2,18m e bons instintos, ele vai dar trabalho perto da cesta.

    E o Sengun, como fica?

    Já sei o que vocês estão pensando: “Lá vem esse cara querendo trocar o Sengun de novo”. Calma, galera! Não é isso.

    Se o Suigo for bom o suficiente pra substituir o Alperen Sengun, ele vai entrar pra história como um dos melhores picks da segunda rodada de todos os tempos. A realidade é que ele provavelmente vai ser um reserva pro resto da carreira — e isso já seria um baita negócio numa segunda rodada.

    O lance é que os Rockets precisam pensar no futuro. Steven Adams e Clint Capela não vão jogar pra sempre. E sinceramente? A ideia de ter dois grandões em quadra (Sengun + Suigo) em situações específicas pode funcionar, principalmente se o sérvio desenvolver esse arremesso de três.

    Vocês acham que vale apostar numa promessa assim na segunda rodada? Eu tô achando que pode ser uma dessas apostas que dão certo — tipo quando você pesca um diamante bruto que ninguém tava prestando atenção.

    No pior dos casos, é um pivô reserva decente. No melhor? Pode ser o futuro da posição 5 em Houston. E olha, considerando que os Rockets não têm pick da primeira rodada este ano, essas apostinhas na segunda rodada podem fazer toda a diferença.

  • Rockets ajudam Sixers duas vezes numa semana só

    Rockets ajudam Sixers duas vezes numa semana só

    Cara, que semana estranha foi essa pros fãs dos Sixers, viu? Uma daquelas situações bizarras da NBA onde você torce pra um time que nem é o seu — e por dois motivos completamente diferentes.

    Acontece que os Houston Rockets tiveram uma semana meio “morna”, ganhando duas e perdendo duas. Só que essas duas vitórias foram justamente contra Atlanta Hawks e Miami Heat, dois times que estavam disputando posição diretamente com Philadelphia no Leste. Resultado? Os Sixers ficaram a apenas um jogo da sexta colocação.

    O drama da draft pick dos Rockets

    Mas aí vem a parte mais louca da história: depois de ganhar dessas duas equipes importantes, os Rockets conseguiram a proeza de perder pro Chicago Bulls. Sim, aquele Bulls que tá claramente fazendo tanking. Eu não acredito nessa.

    Com essa derrota, a pick que Houston deve pros Sixers caiu da posição 24 direto pra 21. E olha que essa região tá uma briga de cachorro — os Rockets estão apenas meio jogo na frente do Denver Nuggets e Minnesota Timberwolves pela 21ª posição.

    Falando em Timberwolves, o próximo jogo dos Rockets é justamente contra eles, numa partida que vai passar na TV nacional. Depois fica mais tranquilo, porque eles vão pra Memphis enfrentar os Grizzlies.

    March Madness e os futuros calouros

    Enquanto isso, o March Madness tá rolando solto e já chegamos no Sweet-16. Alabama e Houston ainda estão vivos no torneio universitário, e ambos têm jogadores que apareceram nos mock drafts dos Sixers.

    Destaque pra Aday Mara, pivô de Michigan, que meteu 19 pontos no primeiro jogo do torneio e 16 no segundo. O companheiro dele Morez Johnson Jr. também não tá pra brincadeira: 21 pontos num jogo, 15 no outro.

    Iowa State continua voando no torneio, mas aí que tá o problema: Joshua Jefferson, um dos caras que pode interessar pros Sixers, machucou o tornozelo logo no primeiro jogo da segunda fase e perdeu a partida seguinte. Ninguém sabe se ele volta a tempo ainda. Uma pena, porque seria massa ver como ele se sai nos jogos grandes.

    Sinceramente? Tô gostando dessa situação dos Sixers terem algo pra torcer além da posição no draft. Faz tempo que o time não tinha essa chance de brigar por alguma coisa no final da temporada. E vocês, acham que eles conseguem sair da zona do play-in?