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  • T-Mac manda a real: o que os Knicks precisam pra chegar na Final

    T-Mac manda a real: o que os Knicks precisam pra chegar na Final

    Tracy McGrady sabe o que é playoffs na NBA. O cara que já destruiu muito time por aí deu uma entrevista pro The Post falando sobre o que os Knicks precisam fazer pra finalmente chegarem numa Final da NBA — coisa que eles não fazem há décadas.

    E olha, as palavras do T-Mac fazem muito sentido.

    Defesa primeiro, sempre

    “Tudo começa na defesa”, disparou Tracy. E cara, ele tá certo. Quando os Knicks estão ligados defensivamente, conversando em quadra, eles viram outro time. McGrady falou uma coisa que me chamou atenção: “Já vi eles terem momentos que parecem um top 5 de defesa da liga”.

    Isso é real. Quando o time tá conectado, com Mitchell Robinson dominando o garrafão e OG Anunoby grudando nos caras, eles ficam impossíveis de furar. A defesa boa vira ataque melhor — é aquela velha máxima do basquete que nunca falha.

    No ataque, T-Mac acha que eles já têm munição suficiente. Mikal Bridges abrindo o jogo, Towns espaçando a quadra, Robinson dominando a tinta… é uma combinação interessante mesmo.

    O problema da consistência

    Agora vem a parte que dói: a consistência. McGrady foi direto ao ponto quando disse que o maior problema dos Knicks é justamente esse. “Você não pode começar devagar nos playoffs”, ele falou, e isso me lembrou de quantas vezes já vimos times bons se ferrarem por começarem mal uma série.

    Nos playoffs, qualquer vacilo custa caro. Time bom não deixa você voltar pro jogo.

    E sobre o Towns? Tracy foi cirúrgico: “Ele é talentoso demais pra ficar sumindo nos jogos”. Sinceramente, acho que essa é A questão dos Knicks. Se o KAT aparecer de verdade, não só chutando de três mas atacando o aro, pressionando, o time pode ir longe mesmo.

    Brunson tem que liderar de verdade

    Sobre Jalen Brunson, que virou o cara dos Knicks, T-Mac foi claro: “Eles precisam que ele controle o jogo e seja o líder”. E olha, Brunson já provou que aguenta a pressão. Lembra da temporada passada? O cara foi monstro.

    Mas McGrady tocou num ponto interessante: não é só marcar pontos. Se o Brunson estiver criando pro time todo, aí a coisa fica perigosa de verdade. “Se ele tá ditando o ritmo e fazendo as leituras certas, eles têm chance real”, disse Tracy.

    Vocês acham que os Knicks finalmente conseguem chegar numa Final? Eu, particularmente, acho que esse pode ser o ano. O time tem tudo: defesa sólida quando quer, ataque versátil e um cara como Brunson que não se abala em momento grande.

    Só precisa juntar as peças na hora certa. E olha, se tem alguém que entende disso é o Tracy McGrady.

  • Brown humilha MVP e mostra quem manda: ‘Foi um trocinho de vingança’

    Brown humilha MVP e mostra quem manda: ‘Foi um trocinho de vingança’

    Cara, que jogo absurdo ontem no TD Garden! O Jaylen Brown simplesmente resolveu mostrar pro Shai Gilgeous-Alexander — atual MVP da temporada regular e das finais — quem que manda nessa porra. 31 pontos, 8 rebotes, 8 assistências numa vitória de 119-109 sobre o atual campeão Thunder. E olha, nem foi só os números não.

    O mais louco? Os gritos de “MVP! MVP!” eram pro Brown, não pro SGA. Imagina a humilhação do cara que acabou de ganhar tudo ter que ouvir isso na casa do rival.

    O mestre da falta aprendeu com o pupilo

    A cena mais épica da noite foi no quarto período. O Brown — que geralmente é vítima dessas faltas maretas — conseguiu fazer exatamente o que o SGA sempre faz: forçou a falta E ainda converteu a cesta. O brasileiro ficou rindo que nem maluco enquanto o MVP só balançava a cabeça, tipo “porra, me pegaram no meu próprio jogo”.

    “Acho que foi um trocinho de vingança”, disse o Brown depois, com aquele sorrisinho maroto. Mano, eu amo quando os caras falam essas coisas. É isso aí, bota moral mesmo!

    Tatum voltando, mas agora é outro papo

    Aqui que a coisa fica interessante. O Jayson Tatum voltou da lesão no tendão de Aquiles (que merda de lesão, hein?) e tá jogando bem — 19 pontos, 12 rebotes, 7 assistências. Mas não é mais o mesmo Tatum dominador de antes. E sabe de uma coisa? Talvez seja melhor assim.

    Porque agora os Celtics descobriram que o Brown pode ser O cara mesmo. Não mais o segundo violino, não mais o coadjuvante. O monstro pode carregar esse time nas costas pra mais um título.

    Na minha visão, isso é o melhor que podia acontecer pros Celtics. Imagina ter dois caras que podem ser a primeira opção dependendo da noite? O Tatum ainda tá enferrujado, admite que tá “encontrando o ritmo”, mas quando ele voltar 100%… porra, vai ser sacanagem.

    Os campeões atuais tomaram um banho

    O Thunder veio pra Boston achando que ia passear. Erro crasso. Os caras são os atuais campeões, têm o melhor jogador da liga agora, mas tomaram uma surra tática e emocional.

    E vocês acham que isso é coincidência? Claro que não. Os Celtics tão mandando um recado: “Pode ter ganhado tudo ano passado, mas aqui em casa a parada é diferente”.

    Sinceramente, se esses dois times se encontrarem nas Finais de novo (e é bem provável), vai ser uma guerra. Mas depois de ontem, eu tô começando a acreditar que os Celtics podem surpreender todo mundo. O Brown tá jogando num nível absurdo, o Tatum voltando aos poucos, e o time todo comprando a briga.

    E aí, galera do Sexto Homem, vocês acham que o Brown consegue manter esse nível até as finais? Ou vocês ainda apostam no Thunder pra repetir o título?

  • Mario Chalmers manda a real: March Madness é mais difícil que NBA

    Mario Chalmers manda a real: March Madness é mais difícil que NBA

    Cara, quando o Mario Chalmers fala sobre pressão em playoffs, é bom a gente escutar. O maluco tem moral pra isso — bicampeão da NBA pelo Miami Heat e ainda por cima fez AQUELE arremesso de 3 na final do NCAA em 2008. Sabe qual? Aquele que empatou o jogo contra Memphis e mandou pra prorrogação.

    Pois então, numa entrevista pro Bleacher Report, o Chalmers soltou uma que me fez parar pra pensar: ele disse que ganhar o March Madness é mais difícil do que conquistar o anel da NBA. E olha, o argumento dele faz sentido pra caramba.

    “É jogo único, mano”

    “Eu diria que a faculdade é mais difícil porque é mata-mata puro. Esse sistema de jogo único te pega toda vez. Levamos três anos pra conseguir aquele título”, explicou o Chalmers. “Na NBA é série de sete jogos. Chegar lá é a parte mais difícil mesmo, mas uma vez que você tá lá, precisa ganhar quatro — então você tem mais oportunidades.”

    Sinceramente? Nunca tinha pensado dessa forma, mas faz todo sentido. No March Madness, um dia ruim e era isso — tchau, obrigado, volta ano que vem. Na NBA, você pode ter uma noite horrível no jogo 1 e ainda assim levar a série.

    Aquele arremesso de 2008

    E por falar naquele título de Kansas… mano, que jogaço foi aquele! O Memphis do Derrick Rose tava praticamente com a taça na mão, mas aí veio o Chalmers e meteu um arremesso de 3 que até hoje me dá arrepio. Com 10.8 segundos no relógio, depois do Rose errar um lance livre. Pura frieza.

    O cara fechou aquele torneio com 18 pontos na final, mais 3 rebotes, 3 assistências e 4 roubos de bola. Foi eleito o jogador mais valioso do torneio e entrou pra história do basquete universitário americano.

    E vocês, o que acham? Concordam com o Chalmers que o March Madness é mais tenso que os playoffs da NBA? Eu tô começando a achar que sim. Essa pressão do “tudo ou nada” é de outro mundo mesmo.

    Aliás, falando em pressão… Kansas acabou de ser eliminada no segundo round deste ano pelo St. John’s, numa derrota apertada por 67-65. O Dylan Darling acertou uma bandeja no último segundo que quebrou o coração dos torcedores de Kansas. Esse é o March Madness — cruel e imprevisível como sempre.