Tag: NBA Finals

  • Dylan Harper na Final da NBA no ano de calouro – e Rutgers perdeu isso

    Dylan Harper na Final da NBA no ano de calouro – e Rutgers perdeu isso

    Cara, eu ainda não acredito no que tô vendo. Dylan Harper, que passou pela Rutgers há dois anos, tá indo pra Final da NBA no seu primeiro ano como profissional. Isso mesmo que vocês leram.

    O San Antonio Spurs eliminou o Oklahoma City Thunder no jogo 7 da final do Oeste no sábado, e o garoto de Nova Jersey foi peça fundamental nessa caminhada. Harper jogou 27 minutos na decisão, fez 12 pontos e pegou 7 rebotes com um aproveitamento absurdo: 5/8 nos arremessos.

    A temporada de estreia que ninguém esperava

    Sinceramente? Eu não imaginava que Harper fosse ter esse impacto tão cedo. O cara vinha saindo do banco pro Spurs e fazendo a diferença: média de 12 pontos em 26 minutos por jogo. Mas o que mais impressiona é como ele aparece nos momentos decisivos.

    No jogo 1 da final do Oeste, por exemplo, o moleque meteu 24 pontos, 6 rebotes e SETE roubadas de bola numa vitória em dupla prorrogação. Monstro demais. Na semifinal contra o Minnesota, manteve 14.7 pontos de média. É rookie, gente!

    O que poderia ter sido em Rutgers

    Aqui que fica a parte mais dolorosa da história. Harper chegou na Rutgers junto com Ace Bailey numa das classes de recrutamento mais históricas que a universidade já teve. A expectativa era gigante.

    E aí? Time fez 15-17 e nem pro March Madness classificou. QUINZE E DEZESSETE! Com Dylan Harper no elenco! O cara que no ensino médio fez mais de 1600 pontos, ganhou campeonato estadual com 19 vitórias seguidas…

    Na minha opinião, essa é uma das maiores desperdiçadas da história recente do basquete universitário. Como você pega um talento desses e não consegue nem ir pro torneio?

    Agora é Final da NBA contra os Knicks

    E o destino ainda pregou uma peça: Harper vai enfrentar o New York Knicks na Final, time que tem Karl-Anthony Towns – outro cara de Nova Jersey. Dois nativos do Garden State se enfrentando no maior palco do basquete mundial.

    Olha, eu torço pro Harper. O garoto merece tudo isso depois de ter sido subutilizado na universidade. E vocês, acham que os Spurs têm chances contra os Knicks? Porque uma coisa é certa: ver um calouro ajudando o time a chegar na Final já é história pra vida toda.

    Rutgers que se lasque. Perderam a chance de ter esse monstro brilhando no March Madness.

  • De dispensado a herói: Julian Champagnie vira pesadelo dos Knicks

    De dispensado a herói: Julian Champagnie vira pesadelo dos Knicks

    Cara, tem história que parece roteiro de filme. Julian Champagnie, moleque do Brooklyn que há três anos achava que o sonho da NBA tinha acabado, vai disputar as Finais contra o Knicks no Madison Square Garden. E olha, eu não sei se existe coisa mais cinematográfica que isso.

    Em 2023, o cara foi dispensado pelo Philadelphia 76ers sem explicação nenhuma — aparentemente só pra abrir vaga pro Mac McClung no concurso de enterradas. Imagina a humilhação? Com 21 anos, Champagnie pensou que era o fim da linha.

    “Eu achei que tinha acabado, não vou mentir”, disse o próprio Julian sobre aquele momento. “Todo mundo sempre fala como a janela na NBA é pequena, e ser dispensado assim, do nada, foi pesado demais.”

    O recomeço em San Antonio

    Aí que entra o Popovich na história. O velho Pop chamou o garoto pra conversa e, nas palavras do próprio Champagnie, disse que “ele podia arremessar, mas isso seria inútil se não soubesse defender”. E usou uma palavra específica: tinha que ser mais “nasty” na defesa.

    Pop sempre foi assim mesmo — direto, sem frescura. E funcionou.

    No Jogo 7 da Conferência Oeste, Champagnie simplesmente meteu 6 bolas de três e 20 pontos. Seis bolas de três em um Jogo 7! Só Curry e Klay Thompson tinham feito isso antes numa final de conferência. O moleque do Brooklyn virou um dos Splash Brothers por uma noite.

    Voltando pra casa como protagonista

    E agora? Agora ele volta pra Nova York como peça fundamental do San Antonio Spurs, que vai encarar os Knicks no Garden. A casa onde ele sonhava jogar quando era criança, onde jogou pela St. John’s na faculdade.

    “Esse é o sonho de qualquer moleque. Eu lembro da primeira vez que joguei no Garden pela St. John’s, fiquei impressionado com tanta grandeza que passou por ali”, disse Champagnie. “E agora vamos jogar contra os Knicks por um título. Isso é pessoal.”

    Até o Wembanyama, que não é muito de fazer elogios, falou que Julian “é o tipo de cara por quem você morreria em quadra”. Vindo do Victor, isso significa muito.

    Vocês conseguem imaginar a emoção? Um garoto que há três anos achava que nunca mais pisaria numa quadra da NBA, agora é peça-chave nas Finais, jogando na sua cidade natal, contra o time da sua infância. Se isso não é filme da Disney, eu não sei o que é.

    Sinceramente, torço muito pra ele arrasar. Histórias como essa mostram que na NBA, com trabalho duro e a mentalidade certa, sempre dá pra dar a volta por cima. E que o Pop, aos 77 anos, continua moldando jogadores como ninguém.

  • KAT previu o futuro: a camiseta profética que virou viral

    KAT previu o futuro: a camiseta profética que virou viral

    Cara, às vezes o universo da NBA tem dessas coincidências que chegam a dar arrepio. Karl-Anthony Towns usou uma camiseta das Finais de 1999 entre Knicks e Spurs em 2024, e agora… adivinha só? Os times vão se enfrentar de novo na decisão!

    Foi em outubro de 2024, antes do primeiro jogo de preseason do KAT pelos Knicks contra o Charlotte Hornets. O cara simplesmente chegou ao ginásio usando uma camiseta retrô das Finais de 99, com Tim Duncan e Latrell Sprewell estampados. Na época, todo mundo achou uma pegada nostálgica maneira. Hoje? Todo mundo tá achando que o homem é vidente.

    A profecia se cumpriu

    Dois anos depois, San Antonio eliminou o Thunder no jogo 7 das finais da conferência oeste no sábado, e agora Towns e seus companheiros vão ter a chance de enfrentar Victor Wembanyama e os Spurs. Coincidência? Eu sinceramente não sei mais no que acreditar.

    O pessoal do Twitter (ou X, sei lá como chama agora) foi à loucura quando alguém resgatou a foto. “FOI ESCRITO”, postou um fã. Outro mandou: “Cara, isso é insano. Os roteiristas se superaram nessa”. E tem gente falando que “ele sabia de tudo desde o começo”.

    Será que a história vai se repetir?

    Olha, eu espero que não — pelo menos não da mesma forma. Porque em 99, os Knicks tomaram uma surra histórica dos Spurs. Perderam a série por 4×1 e foram tão mal ofensivamente que não conseguiram fazer nem 80 pontos em três jogos da série. Duncan foi MVP das Finais e mostrou por que é um dos maiores de todos os tempos.

    Mas esse Knicks de 2026 é diferente, né? Towns tá jogando num nível absurdo, e a química do time com ele no garrafão mudou completamente o jogo ofensivo. E vocês acham que ele vai conseguir parar o Wembanyama? Porque essa vai ser a batalha do século no paint.

    As Finais começam na quarta-feira em San Antonio, com os Spurs tendo a vantagem de casa nos dois primeiros jogos. E pode ter certeza que o KAT vai usar uma camiseta ainda mais profética pra chegar no ginásio.

  • Barnes ganhou 2 jogos 7 no aniversário – que absurdo é esse?

    Barnes ganhou 2 jogos 7 no aniversário – que absurdo é esse?

    Gente, vocês acreditam nisso? Harrison Barnes acabou de ganhar o SEGUNDO jogo 7 da carreira no próprio aniversário. O cara nasceu no dia 30 de maio e parece que o universo conspirou pra fazer dele protagonista nos momentos mais tensos da NBA.

    Ontem, os Spurs foram até Oklahoma City e meteram 111-103 no Thunder no jogo 7 da final do Oeste. Virada de 3-2 na série, eliminaram os atuais campeões e tão na final. E o Barnes? Lá estava ele, comemorando mais um aniversário com uma vitória épica.

    Dez anos depois, mesma magia

    A loucura é que isso já aconteceu antes. Em 2016, também num 30 de maio (aniversário do Barnes), os Warriors viraram uma série de 3-1 contra esse mesmo Thunder. Vocês lembram né? Aquela série absurda com o Klay pegando fogo no jogo 6.

    Barnes tinha 24 anos naquela época e estava no auge pelos Warriors. Agora, aos 34, tá nos Spurs fazendo papel de veterano esperto. Jogou só 3 minutos ontem, mas foi titular na maior parte da temporada regular – 9.9 pontos por jogo com aproveitamentos bem sólidos.

    O karma das finais

    Sinceramente? Espero que o Barnes consiga se redimir esse ano. Em 2016, depois daquela série monstruosa contra o Thunder (52.6% de 3!), o cara simplesmente travou na final. Perderam pros Cavs em 7 jogos e no ano seguinte foi substituído pelo… Kevin Durant. Ouch.

    Agora os Spurs vão enfrentar os Knicks na final como grandes favoritos – igualzinho aos Warriors eram em 2016. A diferença é que o Barnes não é mais peça-chave: perdeu a titularidade pros playoffs, mas tá ali, experiente, sabendo exatamente como é estar nesse palco.

    E aí, vocês acham que ele consegue quebrar a maldição e finalmente ganhar um anel? Porque convenhamos, ganhar jogo 7 no aniversário duas vezes em dez anos não é pra qualquer um. O cara tem estrela, só falta a sorte colaborar na hora H.

  • San Antonio virou festa: Spurs na Final depois de 10 anos!

    San Antonio virou festa: Spurs na Final depois de 10 anos!

    Meu Deus, que noite foi essa em San Antonio! Os Spurs acabaram de bater o Thunder por 111-103 no jogo 7 e garantiram vaga na Final da NBA contra os Knicks. E olha, eu não sei quem ficou mais emocionado: se foi o Wembanyama em quadra ou os torcedores nas ruas da cidade.

    A galera literalmente TOMOU as ruas de San Antonio pra comemorar. E não é pra menos — é a primeira vez desde 2014 que o time chega numa Final. Dez anos, cara. Uma década inteira esperando por esse momento.

    Festa digna do Texas

    Como toda celebração que se preze no Texas, não podia faltar alguém a cavalo né? Duas pessoas apareceram montadas, tremulando a bandeira dos Spurs. Eu amo esse estado, sinceramente. Só eles pra transformar uma comemoração de basquete em algo épico assim.

    Mas o que mais me chamou atenção foi o show de drones no céu formando uma cara de alienígena — tudo em homenagem ao “The Alien” Wembanyama. Véio, que coisa mais surreal e linda ao mesmo tempo. E os fãs também entraram na onda, muita gente fantasiada de ET celebrando.

    Madrugada épica

    Quando o avião do time pousou em San Antonio, quase 2h da madrugada, a cidade ainda tava acordada esperando. Escolta policial, torcida gritando o caminho todo do aeroporto… que recepção absurda!

    E tem mais: as lojas da Academy Sports abriram de madrugada (!) pra vender produtos comemorativos. Imagina a fila de gente querendo comprar camisa, boné, qualquer coisa pra eternizar esse momento histórico.

    Na moral, se essa já foi a festa só por chegar na Final, imaginem se os Spurs realmente levarem o título contra os Knicks? San Antonio vai virar o caos total — do bom tipo, obviamente.

    Vocês acham que o Wemby consegue levar esse título logo na segunda temporada dele? Porque olhando essas imagens da torcida, a pressão (positiva) tá toda em cima dele agora.

  • Robinson treina com proteção no dedo, mas Finais podem começar sem ele

    Robinson treina com proteção no dedo, mas Finais podem começar sem ele

    Olha, a situação do Mitchell Robinson tá complicada mesmo. O pivô do Knicks treinou ontem com uma proteção na mão direita, mas ainda é incerto se vai conseguir jogar no Jogo 1 das Finais da NBA contra o San Antonio Spurs na quarta-feira.

    O cara quebrou o mindinho direito no Jogo 4 das Finais da Conferência Leste contra Cleveland e teve que fazer cirurgia para corrigir. Agora quer jogar com uma tala protetora — e sinceramente, conhecendo o histórico dele, não duvido nada que entre em quadra mesmo assim.

    Um guerreiro que não desiste nunca

    Mano, o Robinson é literalmente um sobrevivente. Em oito temporadas pelos Knicks, o cara já quebrou mão direita, polegar direito, pé direito, e ainda teve múltiplas cirurgias por causa de uma fratura por estresse no tornozelo esquerdo. E olha que ele só tem 28 anos!

    Essa temporada finalmente conseguiu se manter saudável o suficiente para fazer diferença de verdade. Jogou 60 partidas — o máximo desde 2021-22 — e virou uma das peças mais importantes dessa campanha histórica dos Knicks.

    Durante a temporada regular, liderou o time em tocos e ficou em segundo em rebotes. A presença dele muda completamente o jogo no garrafão. A porcentagem de rebote ofensivo de New York pula quase 10 pontos quando ele tá em quadra. Isso é absurdo!

    E se ele não conseguir jogar?

    Nos playoffs, Robinson tá arremessando com 73,7% de aproveitamento saindo do banco em 13 jogos. É o quarto do time tanto em tocos quanto em rebotes. Se não rolar na quarta, a pressão toda vai cair nas costas do Karl-Anthony Towns.

    O técnico Mike Brown disse que a decisão final vai ser do departamento médico, mas o Ian Begley da SNY reportou que o próprio Robinson tá pressionando pra jogar no Jogo 1. E vocês acham que ele vai mesmo conseguir aguentar a dor e jogar?

    Cara, se não der, provavelmente vamos ver mais do Ariel Hukporti, aquele alemão gigante de 2,13m. Mas convenhamos — nada substitui a experiência e a garra do Robinson numa Final da NBA.

    Os Knicks não chegavam numa Final desde 1999 (perderam justamente pro Spurs) e buscam o primeiro título desde 1973. Robinson já passou por tanta coisa que essa talvez seja a chance da vida dele. Aposto que ele vai encontrar um jeito de jogar.

  • Knicks vs Spurs nas Finais: a revanche que os novaiorquinos esperaram 27 anos

    Knicks vs Spurs nas Finais: a revanche que os novaiorquinos esperaram 27 anos

    Cara, eu não acredito que estou escrevendo isso. Os Knicks estão de volta às Finais da NBA depois de 27 anos, e adivinhem contra quem? Os mesmos Spurs que acabaram com os sonhos deles em 1999. É como se o destino estivesse zoando com a cara dos fãs de Nova York.

    A ironia é absurda: em dezembro, os Knicks bateram justamente San Antonio para levar a NBA Cup em Las Vegas. Mas sabe o que eles fizeram? Recusaram pendurar uma faixa no Madison Square Garden. Por quê? Porque sabiam que queriam algo maior. E agora têm a chance.

    O Fantasma de 1999

    Olha, eu lembro daquela final como se fosse ontem. Os Spurs de Tim Duncan destroçaram os sonhos dos Knicks e começaram uma dinastia que rendeu cinco títulos. Agora é Victor Wembanyama — o cara que ganhou Defensor do Ano — liderando essa nova geração texana.

    Josh Hart falou uma que me fez rir: “Tecnicamente aquele jogo (da NBA Cup) não aconteceu”. É verdade né? Não conta nas estatísticas, não conta na classificação. Mas a real é que os times de agora são completamente diferentes daqueles de dezembro.

    Ritmo é Tudo

    A preocupação dos Knicks não é nem tanto o Wemby (que é um monstro, vamos combinar). O problema é que eles vão jogar apenas o 10º jogo em 35 dias por causa dessa sequência de 11 vitórias seguidas nos playoffs. Isso é pouco demais para se manter em ritmo.

    Karl-Anthony Towns já avisou que aprenderam com o erro da última parada prolongada, quando começaram 4/23 do perímetro contra Cleveland e ficaram 22 pontos atrás. Conseguiram virar aquela, mas contra os Spurs não vai ser fácil.

    A estatística é impressionante: nos últimos 11 jogos, os Knicks venceram por uma diferença combinada de 262 pontos — a maior margem para uma sequência de 11 vitórias na história da NBA. Absurdo.

    O Peso da História

    Sinceramente? Essa final tem tudo para ser épica. Os Spurs estão tentando começar uma nova dinastia com Wembanyama, enquanto os Knicks querem acabar com 51 anos de jejum (o último título foi em 1973, pessoal).

    Mike Brown, técnico dos Knicks, até tem ligação com San Antonio — foi assistente do Popovich numa das conquistas. Mas agora é guerra total.

    Vocês acham que os Knicks conseguem exorcizar esse fantasma de 1999? Ou Wembanyama vai estragar a festa de Nova York mais uma vez? Jogo 1 é quarta-feira em San Antonio, e eu já tô ansioso demais.

  • Ex-Suns vão brigar pelo anel entre Spurs e Knicks

    Ex-Suns vão brigar pelo anel entre Spurs e Knicks

    Cara, que Finals maluca vai ter esse ano! Wembanyama comandando os Spurs contra Jalen Brunson e os Knicks — dois times que quebram todos os clichês da NBA moderna.

    De um lado, você tem San Antonio com um francês de 2m20 que simplesmente não faz sentido existir. Do outro, New York apostando que dá pra ganhar título com um armador baixinho que não é o Curry (nada contra o Brunson, mas vocês entenderam).

    A conexão Phoenix que ninguém esperava

    Mas aqui vai um dado curioso que eu achei sensacional: não importa quem ganhe, um ex-Phoenix Suns vai levantar o Larry O’Brien pela primeira vez desde que o Ish Smith fez isso com Denver em 2023.

    Se os Spurs levarem, Bismack Biyombo (que jogou no Suns de 2022-2023) e Mason Plumlee (temporada passada em Phoenix) vão conquistar o primeiro anel. Se for New York, aí Landry Shamet e — pasmem — Mikal Bridges vão finalmente ser campeões.

    Olha só a ironia: Bridges, que foi trocado justamente pra trazer o KD pros Suns, pode ganhar o título que Phoenix tanto sonha… só que com outra camisa.

    Quando Phoenix quase voou

    Sinceramente, isso me dá uma nostalgia absurda daquele time dos Suns de 2021-22. Bridges, Shamet e Biyombo faziam parte do melhor time da temporada regular na história da franquia — 64 vitórias, cara!

    Bridges era simplesmente monstro naquela época: 14 pontos por jogo, 53% nos arremessos, 37% de três e ainda por cima Primeiro Time All-Defensive. E detalhe: o cara NUNCA se machucava. Tem até hoje a maior sequência ativa de jogos consecutivos na liga.

    Já o Shamet… cara, quem não lembra daqueles cinco triplos que ele cravou no Jogo 4 contra o Denver nas Semifinais de 2023? 19 pontos saindo do banco pra empatar a série 2-2. Foi lindo de ver (mesmo perdendo a série depois).

    De Phoenix pra glória

    Biyombo e Plumlee tiveram passagens mais discretas pelo deserto. O Biyombo era terceiro pivô, entrando mais quando tinha lesão ou depois da bagunça da troca do Durant. Plumlee mal ficou uma temporada, mas quem acompanhou sabe que o cara não levava desaforo pra casa — até briga ele arrumava!

    Vocês acham que é coincidência tantos ex-Suns estarem nas Finals? Ou será que aquele grupo realmente tinha algo especial que Phoenix não soube aproveitar?

    As Finals começam na quarta, 3 de junho, às 18h30 (horário de Brasília). Vai ser guerra!

  • O toco do Kornet que calou o Oklahoma City e mandou os Spurs pra Final

    O toco do Kornet que calou o Oklahoma City e mandou os Spurs pra Final

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite em Oklahoma City. Luke Kornet — sim, aquele mesmo que todo mundo vinha criticando por causa das dificuldades do banco dos Spurs — fez talvez o toco mais importante da temporada no momento mais decisivo possível.

    Vamos aos fatos: Game 7, Final do Oeste, Spurs na frente por 97 a 91, faltando uns 7 minutos, e o Wemby sai de quadra com a quinta falta. Hartenstein — que foi um pesadelo pros Spurs a série toda — rouba a bola de um passe do Dylan Harper pro Kornet e sai sozinho em direção à cesta. Parecia enterrada cantada, né?

    O momento que mudou tudo

    Aí que vem a magia. Kornet, que parecia estar quilômetros de distância do lance, simplesmente voou por trás do Hartenstein e pregou um toco absurdo na bola grudada no vidro. Cara, o cara literalmente salvou o jogo ali. E o mais louco? Logo na sequência o Stephon Castle acerta um jumper e vira uma virada de quatro pontos que calou aquela arena inteira.

    Sinceramente, eu não esperava isso. O Kornet vinha sendo meio que o bode expiatório dos problemas do banco dos Spurs nesta pós-temporada. Quando o Wemby saía, o time sofria — e o veterano acabava levando a culpa. Mas quem acompanha sabe: o cara foi fundamental na temporada regular, especialmente quando o Wemby perdeu 12 jogos no início da temporada.

    Contexto que faz toda diferença

    O que muita gente esquece é que Kornet já tem anel. Ajudou o Celtics a conquistar o título há dois anos atrás saindo do banco atrás do Kristaps Porzingis. Então pressão, ele conhece bem. E olha, numa série onde as estrelas ditaram o ritmo, foi justamente um dos “malquistos” que fez a jogada mais decisiva.

    O próprio Wemby ficou maluco com o lance: “Eu fiquei muito empolgado. Muito orgulhoso dele”, disse o francês após o jogo. “Essa é a definição de uma jogada vencedora.”

    E vocês sabem o que mais me chamou atenção? A comparação que fizeram com aquele toco histórico do Kawhi Leonard no Russell Westbrook em 2014, também em Oklahoma City, também numa decisão do Oeste. Cara, que paralelo absurdo.

    Rumo às Finais com moral renovada

    Agora os Spurs estão nas Finais da NBA, e o Kornet não só silenciou os críticos como virou herói. Aquela jogada pode muito bem entrar pro folclore da franquia — dependendo do que acontecer nas Finais, claro.

    Mas uma coisa eu garanto: quando a galera lembrar dessa caminhada dos Spurs até a Final, o toco do Kornet em cima do Hartenstein vai estar lá, gravado na memória. Às vezes é assim mesmo no basquete — um veterano experiente aparece na hora H e faz história.

    E aí, quem de vocês acreditava que o Kornet ia ser o cara da virada nesse Game 7? Eu admito que não.

  • Kings viraram fábrica de campeões… só que para outros times

    Kings viraram fábrica de campeões… só que para outros times

    Mano, vocês viram o que tá rolando nas finais da NBA? De’Aaron Fox, Harrison Barnes e Mike Brown — todos nas finais. E adivinha? Nenhum deles tá vestindo a camisa do Sacramento.

    Cara, isso é de doer. Os Kings viraram literalmente uma fábrica de talentos para outros times. É como se fosse aquela escola que forma os melhores jogadores, só que eles sempre vão brilhar em outro lugar.

    A maldição de Sacramento

    Olha só essa lista absurda: Tyrese Haliburton (que chegou nas finais ano passado com o Indiana), De’Aaron Fox, Mike Brown, Harrison Barnes… Todos passaram por Sacramento, todos estão agora brigando pelo anel. Só que não pelos Kings.

    E o mais doido? Sacramento não errou nas escolhas. Eles acharam os caras certos! O problema é que criaram um ambiente tão tóxico que sair de lá virou a única opção lógica para quem quer ganhar alguma coisa na carreira.

    Sinceramente, eu não sei se fico mais puto ou triste vendo isso.

    O caso Haliburton que ainda dói

    Vamos falar do elefante na sala: a troca do Haliburton. Em 2022, os Kings mandaram ele para o Indiana em troca do Domantas Sabonis. Na época, até fez sentido — Sabonis ajudou Sacramento a quebrar um jejum de 16 anos sem playoffs.

    Mas aí que tá o problema. Enquanto Sacramento comemorava uma temporada de 48 vitórias e a terceira colocação no Oeste (só para perder pros Warriors em 7 jogos), Haliburton estava lá em Indiana virando um monstro. O cara virou um dos jogadores mais clutch da liga — quatro cestas decisivas nos últimos 5 segundos numa única pós-temporada. QUATRO!

    Toda vez que os Kings perdiam três seguidas, começavam a circular highlights do Haliburton. Era tipo uma tortura psicológica constante.

    O fim melancólico de uma era

    Aí veio o pior: Mike Brown foi demitido em dezembro de 2024 depois de um início horrível (13-18). Seis semanas depois, Fox foi trocado para o San Antonio em troca do Zach LaVine. Cara, o Fox! Um All-Star de 28 anos que ajudou a tirar o time do buraco.

    E agora? Fox tá nas finais com Wembanyama em San Antonio, depois de eliminar o atual campeão Oklahoma City num jogo 7 fora de casa. Mike Brown levou o Knicks para a primeira final desde 1999. Harrison Barnes também tá lá, contribuindo.

    Vocês conseguem imaginar a dor de quem torce pelos Kings vendo isso? É como se você tivesse todos os ingredientes de uma receita campeã, mas sempre conseguisse queimar o prato na hora H.

    Sacramento virou um case de como NÃO construir uma franquia vencedora. Eles encontram os caras certos, mas sempre no momento errado, no ambiente errado. E aí os caras saem de lá revoltados e vão ser campeões usando outra camisa.

    É de partir o coração, mas infelizmente é a realidade dos Kings. E aí, será que um dia eles vão aprender com os próprios erros?