Tag: NBA Play-in

  • Coby White salvou os Hornets quando mais precisavam — que jogada!

    Coby White salvou os Hornets quando mais precisavam — que jogada!

    Olha só, o LaMelo Ball até levou os créditos pelo final dramático dos Charlotte Hornets contra o Miami Heat (127-126 na prorrogação), mas cara… quem realmente salvou a pátria foi o Coby White. E que salvamento!

    A situação era desesperadora: Hornets perdendo por três (114-111), segundos finais do tempo regulamentar, e o time precisando de um milagre. O LaMelo estava construindo uma casa de tijolos do perímetro, e o rookie Kon Knueppel simplesmente não conseguia render. Foi aí que Charles Lee chamou a jogada certa — e o veterano não decepcionou.

    O arremesso que mudou tudo

    White acertou uma bola de três absurdamente difícil para empatar o jogo e levar para a prorrogação. Sinceramente? Eu já estava me preparando para ver os Hornets voltarem pra casa mais cedo, mas o cara simplesmente resolveu aparecer no momento mais importante da temporada.

    “Ele tem sido gigante desde que chegou aqui”, disse o técnico Charles Lee depois do jogo. “Mostrou novamente quem ele é numa partida decisiva — ganha ou vai pra casa. Não teve um primeiro tempo grande, mas continuou tentando e encontrou o caminho.”

    E é isso que eu mais admiro no White — a mentalidade. O cara já jogou quatro play-ins consecutivos. Quatro! Ele sabe como é a pressão, conhece o clima, e mais importante: não treme na hora H.

    Experiência que faz a diferença

    Vocês perceberam como ele estava meio sumido no último quarto? Eu tava até estranhando, porque o cara tinha pegado fogo no terceiro período. Mas Charles Lee guardou ele justamente pra esses momentos — e que sacada, hein?

    White chegou dos Bulls no deadline e comprou total a ideia de ser o sexto homem desse time. Com 17 pontos só no segundo tempo, mostrou que veterano experiente faz toda diferença quando a coisa aperta. Enquanto o rookie fenômeno Knueppel sentiu a pressão (normal, né?), foi o “velhão” de 26 anos que carregou o piano.

    Agora os Hornets estão a um passo dos playoffs de 2026. E olha que time interessante eles montaram — LaMelo com todo o talento do mundo, um rookie promissor, e veteranos inteligentes como o White pra equilibrar a equipe.

    Que jogo, pessoal. Essas partidas do play-in são sempre um infarto, mas quando dá certo… que sensação boa, né?

  • Kerr explica por que Curry terá minutos limitados no play-in

    Kerr explica por que Curry terá minutos limitados no play-in

    Olha, eu não vou mentir — quando vi que o Curry ia ter restrição de minutos no play-in, meu coração apertou um pouco. Cara voltou de uma lesão no joelho que o tirou de 27 jogos seguidos, e agora os Warriors precisam dele mais do que nunca contra os Clippers.

    Steve Kerr foi bem direto ao explicar a situação na rádio. Não é questão de querer limitar o cara por estratégia — é literalmente porque ele não consegue aguentar mais minutos e manter a eficiência. “Não é sobre o quanto queremos ganhar, é sobre quantos minutos os caras conseguem literalmente jogar e continuar efetivos”, disse o técnico.

    A realidade da situação

    E não é só o Curry não. Al Horford e Kristaps Porzingis também estão na mesma situação. Kerr foi claro: é uma mistura de condicionamento físico e risco de lesão. “As duas coisas andam juntas”, explicou.

    Cara, eu entendo a preocupação do Kerr. O Curry tem 36 anos e acabou de voltar de uma lesão séria. Forçar a barra agora pode significar perder ele de vez nos playoffs — se é que chegarem lá.

    O dilema dos Warriors

    A situação é complicada, né? Os Warriors estão na 10ª posição e vão enfrentar os Clippers amanhã. Se ganharem, pegam os Suns na sexta pela 8ª colocação. Mas como você joga um jogo eliminatório com seu melhor jogador limitado?

    Na minha opinião, é um risco calculado. Melhor ter 25-30 minutos de Curry efetivo do que 40 minutos de um cara que não consegue produzir no final do jogo. E sinceramente? Depois de tudo que esse time já passou, eles sabem como gerenciar essas situações.

    Vocês acham que os Warriors conseguem passar dos Clippers mesmo com essas limitações? Eu tô torcendo, mas confesso que tô nervoso com essa história toda.

  • Hornets elimina Heat nos play-ins em jogo INSANO de prorrogação

    Hornets elimina Heat nos play-ins em jogo INSANO de prorrogação

    Cara, que jogaço foi esse dos Hornets contra o Heat! LaMelo Ball e Miles Bridges praticamente carregaram Charlotte nas costas pra eliminar Miami por 127 a 126 na prorrogação. E olha, eu não esperava que seria TÃO emocionante assim.

    A coisa toda se decidiu nos últimos segundos. Ball fez uma bandeja com 4.7 segundos restantes na prorrogação, e quando parecia que Miami ia empatar, Miles Bridges apareceu pra fazer um toco no Davion Mitchell bem no apito final. Simplesmente monstro!

    LaMelo comandou o show

    O garoto Ball tá jogando um basquete absurdo ultimamente. Foram 30 pontos e 10 assistências — um double-double que valeu a temporada do Heat. Bridges também não ficou atrás: 28 pontos e 9 rebotes. Esses dois estão em sintonia total, parece que jogam juntos há anos.

    E tem o Coby White também, que fez uma bomba de 3 pontos faltando 10.8 segundos no tempo regulamentar pra levar o jogo pra prorrogação. Sem ele, não teria nem overtime pra contar história.

    Miami sentiu a pressão

    Do lado do Heat, Mitchell fez 28 pontos e Andrew Wiggins contribuiu com 27, mas não foi suficiente. O grande problema foi perder o Bam Adebayo por lesão nas costas no segundo período — e olha que foi numa jogada meio sem querer com o Ball.

    Sinceramente, acho que Miami sentiu demais a ausência do Bam no garrafão. Ele faz muita falta tanto no ataque quanto na defesa, e numa partida decidida nos detalhes como essa, cada peça conta.

    Agora Charlotte vai enfrentar o perdedor de Philadelphia x Orlando na sexta-feira, brigando pela última vaga dos playoffs no Leste. É a chance dos Hornets voltarem aos playoffs depois de uma década — dá pra acreditar? Dez anos sem pós-temporada é muito tempo pra qualquer torcida.

    E aí, vocês acham que os Hornets conseguem manter esse ritmo e garantir a vaga? Esse time tá com uma energia diferente, mas sei que a pressão só aumenta daqui pra frente.

  • Blazers na playoffs e Kon Knueppel no banco: o drama do Play-In

    Blazers na playoffs e Kon Knueppel no banco: o drama do Play-In

    Cara, o Play-In Tournament já começou e que loucura! Portland Blazers garantiu vaga na playoffs pela primeira vez desde 2021, derrubando o Phoenix Suns numa virada épica de 11 pontos no último quarto. Sinceramente? Eu não esperava isso dos Blazers — eles tavam mortos no jogo e de repente… BAM! Deni Avdija simplesmente resolveu jogar basquete de outro planeta.

    E que noite maluca foi essa. Do outro lado, Charlotte Hornets e Miami Heat protagonizaram um jogaço clássico desses que a gente vai lembrar por anos. LaMelo Ball finalmente conseguiu sua primeira vitória em playoffs — o garoto tava com esse macaco nas costas há tempos.

    O Heat perdeu, mas pode ter ganhado

    Olha, pode parecer loucura, mas o Miami Heat perdendo pode ter sido a melhor coisa que aconteceu com eles. Sério mesmo. Quatro anos seguidos no Play-In é frustrante pra um time acostumado a brigar por título. Agora eles garantem uma posição no Draft da NBA, e sabem como é — os dois últimos times que ganharam na loteria (Mavericks e Hawks) tinham perdido no Play-In.

    Pat Riley deve estar até aliviado. Esse elenco atual não tem cara de time campeão, mas com uma pick boa no draft… aí a conversa muda completamente. Imaginem se conseguirem pescar um Giannis Antetokounmpo com essa pick na mão?

    Kon Knueppel e o banco de reservas

    Agora vem a parte triste da história. Kon Knueppel, que vinha fazendo uma temporada de rookie absurda, teve uma das piores noites da carreira. Acabou no banco, vendo o jogo de longe enquanto seus companheiros brigavam por uma vaga na pós-temporada.

    O mais doloroso? As chances dele no Rookie of the Year podem ter ido pro espaço. Como os jogadores ainda podem votar (por causa daquela confusão toda com a regra dos 65 jogos), uma atuação dessas no momento mais importante do ano pesa — e muito. Injusto? Talvez. Mas é assim que funciona na NBA.

    O garoto vai ter mais chances de se redimir na sexta-feira, mas primeira impressão em playoffs é tudo. E a dele não foi das melhores, não vou mentir.

    Agora é torcer pros próximos jogos. Warriors e Clippers se enfrentam, Philadelphia pega o Orlando, e ainda temos mais três vagas pra definir. Vocês acham que os Blazers conseguem fazer algum barulho nos playoffs ou foi só um momento de sorte?

  • Avdija mete 41 pontos e Blazers fazem milagre contra os Suns

    Avdija mete 41 pontos e Blazers fazem milagre contra os Suns

    Gente, que jogaço foi esse ontem no Arizona! Os Portland Trail Blazers estavam praticamente enterrados no quarto período, perdendo por 11 pontos pros Phoenix Suns, mas conseguiram uma virada absolutamente épica pra vencer 114-110 no play-in da NBA.

    E o cara que resolveu virar super-herói foi ninguém menos que Deni Avdija. O israelense simplesmente meteu 41 pontos e ainda distribuiu 12 assistências. Mas olha, o lance que definiu tudo aconteceu faltando 16 segundos pro fim.

    O lance que mudou tudo

    A situação tava assim: Jordan Goodwin tinha acabado de fazer uma bandeja pros Suns e colocado Phoenix na frente por 110-109 com 32 segundos no relógio. Todo mundo já tava vendo os Blazers eliminados.

    Aí que o Avdija resolveu mostrar porque basquete é um esporte de detalhes. O cara partiu pro garrafão igual um possesso, fez a cesta sofrendo falta e ainda converteu o lance livre adicional. 112-110 pros Blazers com 16 segundos restantes.

    Na minha opinião, foi uma das jogadas mais clutch que vi esse ano. A pressão era absurda e o moleque não tremeu nem um pouco.

    Final de filme de Hollywood

    Os Suns ainda tiveram chance de empatar ou virar. Jalen Green — que fez 35 pontos na partida — tentou uma bomba de três mas errou. Goodwin pegou o rebote ofensivo (que coração não aguentou nessa hora), mas aí que o Matisse Thybulle apareceu pra roubar a bola e selar a vitória dos Blazers.

    Sinceramente? Achei que Portland tava morta e enterrada quando Phoenix abriu 11 pontos de vantagem no último período. Os caras fizeram uma sequência de 11-0 e chegaram a liderar por 98-87 faltando pouco mais de 7 minutos. Mas basquete é isso — o jogo só acaba quando acaba mesmo.

    Jerami Grant, que voltou depois de sete jogos fora por lesão, também foi fundamental nos momentos finais. Fez uma bomba de três da esquina que colocou Portland na frente por 107-106 faltando menos de 2 minutos.

    E agora?

    Com essa vitória suada, os Trail Blazers garantiram a 7ª colocação no Oeste e vão enfrentar o San Antonio Spurs na primeira rodada dos playoffs. Já os Suns terão uma nova chance — vão receber o vencedor de Clippers x Warriors na sexta-feira. Quem ganhar pega a 8ª vaga e encara o poderoso Oklahoma City Thunder.

    Devin Booker fez 22 pontos pelos Suns, mas não foi suficiente pra segurar a pressão dos Blazers no final. E vocês, acham que Portland tem chance real contra os Spurs? Porque depois de uma virada dessas, qualquer coisa é possível!

  • Avdija explode com 41 pontos e leva Blazers aos playoffs

    Avdija explode com 41 pontos e leva Blazers aos playoffs

    Gente, que noite absurda do Deni Avdija! O cara simplesmente resolveu jogar basquete no modo impossível e carregou os Blazers nas costas pra uma vitória épica sobre os Suns por 114-110 no play-in. Quarenta e um pontos. E não foi só pontuação — foi clutch time no seu melhor estilo.

    Olha só a situação: Portland perdendo por 11 pontos no último quarto. Qualquer um pensaria “acabou a temporada”. Mas não, os caras fizeram uma virada que me deixou gritando na sala. E o Avdija? Simplesmente decidiu que não ia pra casa ainda.

    O lance que decidiu tudo

    Com 16 segundos no relógio e o jogo empatado, Avdija fez o que todo mundo sonha fazer: enterrou uma bandeja com falta e ainda converteu o lance livre. 112-110 pra Portland. Sinceramente, eu não esperava essa frieza dele num momento desses.

    Os Suns ainda tentaram responder — Jordan Goodwin tinha colocado eles na frente segundos antes com uma bela bandeja. Mas aí vem o Jalen Green tentando o arremesso de 3 da virada… e errou. Goodwin pegou o rebote ofensivo (que coração!), mas o Matisse Thybulle apareceu do nada e roubou a bola. Game over.

    E agora, playoffs!

    Com essa vitória, Portland garantiu a 7ª posição no Oeste e vai enfrentar o San Antonio Spurs na primeira rodada. Vocês acham que conseguem fazer barulho nos playoffs? Depois dessa apresentação do Avdija, eu tô começando a acreditar que sim.

    Já os Suns… cara, que situação complicada. Agora eles vão ter que esperar o vencedor de Clippers x Warriors na sexta-feira. Quem ganhar leva a 8ª vaga e encara ninguém menos que o Oklahoma City Thunder — que tá voando na primeira posição. O perdedor vai pra casa. Pressão total.

    Eu tenho que admitir: não via o Avdija como esse tipo de jogador clutch. O cara sempre foi consistente, mas 41 pontos num jogo decisivo? Isso é coisa de All-Star. Portland pode ter encontrado seu novo líder no momento perfeito da temporada.

  • Draymond Green promete marcar Kawhi Leonard como nos velhos tempos

    Draymond Green promete marcar Kawhi Leonard como nos velhos tempos

    Olha, quem conhece o Draymond Green sabe que quando ele fala que está “locked in”, a coisa vai ficar séria. E é exatamente isso que está rolando no Warriors antes do jogo mata-mata contra os Clippers na quarta-feira.

    O técnico Steve Kerr até deu risada quando perguntaram sobre a mudança de postura do Green. Semana passada, o cara tava meio blasé falando que o play-in “não era tão empolgante assim”. Agora? Completamente diferente. Tá comandando as sessões de vídeo, falando pra caramba (como sempre), e já se preparando mentalmente pra grudar no Kawhi Leonard.

    “Este Kawhi parece o das Finais de 2019”

    A frase do Draymond me arrepiou, não vou mentir. Ele disse que o Kawhi que tá jogando agora lembra muito aquele monstro que destruiu o Warriors há sete anos e levou o título pra Toronto. Vocês lembram, né? 28,5 pontos e 9,8 rebotes por jogo naquelas Finais.

    A diferença é que agora o Leonard tá até melhor em alguns aspectos. Fez sua melhor temporada em pontos (27,9 por jogo), tá arremessando de três numa frequência absurda, e — pasmem — conseguiu jogar 65 partidas. Pra quem acompanha a carreira dele, sabe que isso é quase um milagre.

    “Se ele conseguir acertar 50% dos arremessos e eu fizer ele errar mais um chute, já fiz meu trabalho”, disse o Green com aquela humildade característica dele. É esse tipo de mentalidade que faz a diferença nos playoffs.

    Warriors sem Jimmy Butler — a marcação vai ser coletiva

    O problema é que o Warriors tá meio quebrado. Jimmy Butler e Moses Moody, duas peças importantes na defesa, estão fora com lesão no joelho. Sobra pro Green carregar o piano sozinho? Não exatamente.

    O interessante é que desta vez o Warriors tem uma dupla de torres que pode ajudar: Kristaps Porzingis e Al Horford. Com esses dois cuidando do garrafão, o Green fica livre pra grudar no Kawhi sem se preocupar tanto com a proteção de aro.

    Porzingis até brincou que precisa “perder uns quilinhos” pra ter mais mobilidade defensiva, mas convenhamos — o cara tem 2,18m de altura. Só a presença dele já muda tudo. E os Clippers, que trocaram o Ivica Zubac no deadline, costumam jogar com quintetos menores.

    Sinceramente? Acho que essa pode ser a chave do jogo. Se o Green conseguir incomodar o Kawhi sem comprometer o sistema defensivo, as chances do Warriors aumentam muito.

    E aí, vocês acham que o Draymond ainda tem pique pra marcar um superstar do calibre do Leonard por 48 minutos? Vai ser um jogaço!

  • Amazon Prime falha no PIOR momento possível do play-in da NBA

    Amazon Prime falha no PIOR momento possível do play-in da NBA

    Gente, eu não acredito no que aconteceu ontem à noite. Vocês viram essa? O Amazon Prime — que pagou quase 2 bilhões de dólares por ano para transmitir jogos da NBA — simplesmente PAROU DE FUNCIONAR na prorrogação de um jogo eliminatório.

    Estamos falando do Heat contra Hornets, jogo de vida ou morte no play-in. Charlotte venceu por 127 a 126 numa partida insana, mas ninguém viu a parte mais importante porque a transmissão caiu por mais de um minuto inteiro nos momentos finais da prorrogação.

    O caos que ninguém esperava

    Imagina a cena: você tá ali na tensão máxima, overtime de um jogo eliminatório, e de repente aparece “dificuldades técnicas” na tela. Sinceramente? Eu ficaria possesso. Os fãs perderam uma bandeja do LaMelo Ball que colocou Charlotte com 5 pontos de vantagem a 26 segundos do fim!

    A transmissão voltou bem na hora da reação do Miami e da cesta da vitória do Ball, mas cara… que vexame. LeBron James tweetou na hora: “Me diz que o jogo não cortou?? Eu tô louco??”. CJ McCollum também não perdoou: “Problemas técnicos agora é absurdo”.

    Amazon pagou caro pra isso

    Olha só a ironia: a Amazon fechou um contrato de 11 anos pagando 1,8 bilhão por temporada para pegar os direitos que eram da TNT. Foi uma mudança polêmica — muita gente não curtiu ver os jogos saindo da TV tradicional pro streaming.

    E agora? Agora temos esse fiasco histórico. O primeiro jogo exclusivo dos playoffs no streaming da NBA e o negócio falha exatamente quando não podia falhar. Bill Simmons definiu bem: “Amazon Prime com o assassinato em massa!”

    Na minha opinião, isso mostra o risco dessa migração toda pro streaming. Claro que a tecnologia vai melhorar, mas pô… num jogo eliminatório? Num momento desses? É de chorar mesmo.

    E vocês aí, conseguiram assistir ou ficaram na mão também? Porque pelo Twitter parece que foi geral. Uma galera até brincou que “se os Hornets marcam e ninguém vê, fez barulho mesmo?”. Pelo menos não perderam o humor né.

  • Coby White salva, LaMelo decide: Hornets elimina Heat na prorrogação

    Coby White salva, LaMelo decide: Hornets elimina Heat na prorrogação

    Cara, que jogaço! Os Charlotte Hornets acabaram de eliminar o Miami Heat por 127 a 126 na prorrogação, e eu ainda tô tentando processar tudo que aconteceu nessa loucura de play-in.

    A história teve de tudo: herói improvável, vilão que vira mocinho, e aquela tensão que só os playoffs conseguem entregar. O Coby White — que chegou no trade deadline — simplesmente resolveu o jogo quando ninguém esperava.

    O milagre do Coby White

    Imagina a cena: restam segundos no tempo regulamentar, Hornets perdendo por 3, e eles tiram de quadra o Kon Knueppel (que foi o cara que mais acertou bolas de 3 na temporada toda). No lugar? Coby White.

    E o maluco simplesmente mandou uma bomba absurda, com a mão na cara e tudo. Arremesso completamente maluco, daqueles que ou entra ou vira meme. Entrou. 114 a 114, prorrogação garantida.

    Sinceramente, eu não esperava isso do White. O cara tinha 4 de 5 do perímetro até ali, mas fazer AQUELA cesta, naquele momento? Monstro.

    LaMelo: de vilão a herói em segundos

    Agora vem a parte mais maluca da história. Na prorrogação, o LaMelo Ball conseguiu ser vilão e herói em menos de 20 segundos. É de chorar.

    O Heat tinha acabado de empatar o jogo com uma bomba do Tyler Herro. Aí o LaMelo vai lá e… erra um passe feio, entrega a bola de bandeja. Como se não bastasse, na sequência ele faz uma falta infantil no Herro tentando uma bola de 3 — daquelas faltas que você ensina no escolinha que NÃO pode fazer.

    Herro acerta os três lances livres, Miami na frente 126 a 125 com 8,7 segundos. Eu já tava vendo os Hornets indo pra casa.

    Mas aí que tá — o basquete é lindo por isso. O mesmo LaMelo que tinha cagado tudo nos 20 segundos anteriores pega a bola, vai pra cima e faz a bandeja da vitória nos segundos finais. Miles Bridges ainda deu uma tapada épica no último arremesso do Heat pra selar o negócio.

    Charlotte volta aos playoffs?

    Com essa vitória absurda, os Hornets avançam pra segunda fase do play-in. Eles vão enfrentar quem perder entre 76ers e Magic pela oitava colocação do Leste.

    Pra vocês terem noção do que isso significa: Charlotte não vai aos playoffs desde 2016. Dez anos, pessoal. Uma década inteira vendo os outros brincarem na pós-temporada.

    Agora tão a uma vitória de quebrar essa maldição. E depois de um jogo desses, quem duvida? O time mostrou coração, mostrou que não desiste nem quando tudo parece perdido.

    O Heat? Temporada acabou. Jimmy Butler e companhia vão passar as férias mais cedo. Doeu, né Miami?

  • Amazon Prime travou no pior momento possível do Play-In da NBA

    Amazon Prime travou no pior momento possível do Play-In da NBA

    Cara, que vergonha alheia foi essa ontem. Imagina você torcendo pro seu time no Play-In da NBA — aquele jogo que decide tudo, vida ou morte — e do nada a transmissão simplesmente… desaparece. Foi exatamente isso que rolou com o Amazon Prime no final da prorrogação entre Heat e Hornets.

    O momento? O PIOR possível. Charlotte vencendo por 123 a 120, faltando menos de um minuto pro fim do jogo. Aí a tela fica preta por quase um minuto inteiro. Um minuto! No Play-In! Sinceramente, eu teria quebrado a TV.

    LeBron e meio mundo surtaram junto

    E óbvio que a NBA inteira não perdoou. O LeBron foi direto ao ponto: “Me digam que o jogo não cortou agora?!!? Eu tô ficando louco??” O cara resumiu o sentimento de todo mundo assistindo.

    O Bill Simmons chamou a Amazon de “assassino em massa” (dramático, mas justo). E tem um cara que comparou com aquela vez que a CBS falhou na final do Masters — duas situações que ninguém esquece, pelos motivos errados.

    Na real, quando o sinal voltou, já tinham passado 26 segundos no relógio. Nesse tempo, os telespectadores perderam uma bandeja corrida do LaMelo Ball. Imagina perder uma jogada decisiva de um dos caras mais emocionantes da liga por causa de problema técnico?

    O novo acordo de TV já começou mal

    Olha, eu entendo que é início de parceria nova e tal, mas que primeira impressão horrível, hein Amazon? A NBA fez esse mega acordo de transmissão, todo mundo falando que era o futuro do esporte na TV… aí na primeira grande oportunidade, vocês fazem isso.

    O Dan Devine até zoou: “Acho que acabei de encontrar um pequeno problema com o novo acordo de mídia da NBA”. Pequeno problema é eufemismo, né amigo.

    E o pior: Play-In é tensão pura. Não é jogo da temporada regular que você pode dar uma relaxada. É eliminatória, é pressão, é tudo ou nada. Falhar justamente nesse momento… complicado.

    Vocês acham que isso vai virar meme eterno ou o pessoal vai esquecer? Porque eu tenho impressão que toda vez que a Amazon transmitir um jogo tenso, alguém vai lembrar disso aqui. Que estreia, ein?