Tag: NBA Play-in

  • Warriors em declínio: Curry precisa de um parceiro ou já era?

    Warriors em declínio: Curry precisa de um parceiro ou já era?

    Cara, dói ver o que tá acontecendo com o Golden State Warriors. Steve Kerr foi direto ao ponto em dezembro: chamou o time de “dinastia em declínio”. Doeu, né? Mas sinceramente, quem tava acompanhando já sabia que não era mais 2017… nem mesmo 2022.

    A temporada acabou na sexta com derrota de 111-96 pro Phoenix Suns no Play-In. Uma vitória longe dos playoffs de verdade. E olha que isso não é novidade — já aconteceu antes, com Memphis em 2021, com Sacramento em 2024. A diferença é que antes sempre tinha um jeito de se reinventar.

    O problema é real: Curry não é mais aquele monstro

    Steph Curry aos 38 anos perdeu 27 jogos por lesão no joelho. Lesão de uso excessivo — o cara literalmente correu demais na quadra durante todos esses anos. Jimmy Butler, que veio pra salvar a temporada? ACL rompido em janeiro. Moses Moody, última esperança da tal “estratégia de duas eras”? Tendão patelar. É muita azar junto, mas também mostra que o time tá velho mesmo.

    E aí, o que fazer? Na minha visão, os Warriors têm três caminhos possíveis — e nenhum é fácil.

    Opção 1: Partir pra cima do Giannis (ou alguém do nível)

    A ideia mais óbvia seria trazer um superestrela pra dividir o peso com Curry. Os Warriors já ofereceram quatro picks de primeira rodada pelo Giannis Antetokounmpo no deadline — Milwaukee nem quis conversa.

    Mas agora a situação mudou um pouco. Golden State vai ter a 11ª melhor chance na loteria do Draft 2026 — mesma posição que Dallas ganhou ano passado. Não é ruim não. Com isso, eles podem montar um pacote mais atrativo: pick da loteria de 2026, mais quatro futuros picks e algumas trocas.

    O problema? Milwaukee não parece nem um pouco interessada em trocar o Giannis. E convenhamos, outros superstars disponíveis no mercado… bom, não tem muitos não.

    As outras opções na mesa

    A segunda alternativa seria fazer movimentos menores, tipo buscar alguns veteranos sólidos e torcer pra tudo se encaixar magicamente. Mas olha, eu não tô muito confiante nessa não. Time precisa de mais que remendos.

    A terceira — e talvez mais sensata — seria começar a pensar no futuro mesmo. Proteger a próxima era, desenvolver jovens, fazer algumas trocas pensando a longo prazo. Mas aí você tá basicamente admitindo que a era Curry acabou, e isso deve doer demais pra organização aceitar.

    Vocês acham que vale a pena os Warriors irem all-in mais uma vez? Ou já é hora de aceitar que os bons tempos passaram? Porque uma coisa é certa: ver esse time brigando no Play-In machuca qualquer fã de basquete que tem memória.

  • Magic atropela Hornets por 31 pontos e quebra recorde histórico

    Magic atropela Hornets por 31 pontos e quebra recorde histórico

    Olha, eu já vi muito massacre na NBA, mas o que o Orlando Magic fez com o Charlotte Hornets ontem foi de outro mundo. 121 a 90. Trinta e um pontos de diferença num jogo eliminatório do play-in. Absurdo!

    Paolo Banchero foi simplesmente monstro, anotando 25 pontos e comandando uma verdadeira aula de basquete. O cara tá crescendo na hora certa, e isso me lembra muito aqueles jogadores que explodem nos playoffs — sabe quando o talento encontra o momento perfeito?

    Recorde que ninguém esperava

    A vitória por 31 pontos se tornou a maior diferença da história dos jogos de play-in. Cara, quando você pensa que já viu de tudo na NBA, aparece um negócio desses. O Magic construiu uma vantagem de 35 pontos ainda no primeiro tempo. Trinta e cinco! Como é que você explica isso?

    LaMelo Ball até tentou reagir no terceiro quarto (fez 21 dos seus 23 pontos ali), mas já era tarde demais. O garoto ficou zerado no primeiro tempo e quando acordou, o jogo já tinha virado passeio. Três faltas cedo te prejudicam mesmo, né?

    Magic volta aos playoffs depois de dois fracassos

    Agora o Orlando garantiu a 8ª posição e vai enfrentar o Detroit Pistons numa série melhor de sete jogos. Sinceramente? Depois do que vi ontem, acho que esse time pode surpreender. Eles foram eliminados na primeira rodada nas duas últimas temporadas, mas esse time tem cara de quem aprendeu com os erros.

    E olha só a estatística que me impressiona: o Magic não vence uma série de playoffs desde 2010. Catorze anos! É muito tempo, cara. Uma geração inteira de fãs que nunca viu esse time ganhar uma série. Será que chegou a hora?

    Os Hornets, coitados, continuam na seca desde 2016. Eles até tinham ganhado os últimos três jogos da temporada regular contra o Magic, mas futebol… ops, basquete não se joga no papel. Na hora H, quem apareceu foi Orlando.

    Wendell Carter Jr. contribuiu com 10 pontos, mas o show mesmo foi do Banchero. O garoto tá amadurecendo no momento certo, e vocês acham que ele consegue manter esse nível contra Detroit? Porque se conseguir, essa série pode ser bem mais disputada do que a galera imagina.

  • Warriors passam e Magic precisa reformular tudo: análise do Play-In

    Warriors passam e Magic precisa reformular tudo: análise do Play-In

    Olha, eu assisti esse último episódio do RealGM Radio e os caras tocaram em uns pontos que eu tava pensando há um tempo. O Play-In da NBA sempre gera umas discussões quentes, e dessa vez não foi diferente.

    Os Warriors conseguiram passar pelos Clippers — e sinceramente, eu não esperava que fosse ser tão tenso assim. Golden State mostrou que experiência ainda conta muito nesses momentos de pressão. Curry fazendo Curry things, né? Mas o que me chamou atenção mesmo foi a análise sobre como o time ainda tem fôlego pra incomodar na pós-temporada.

    Magic precisa de uma reformulação completa?

    Agora, o papo sobre o Orlando Magic me deixou pensando. Os caras do podcast foram diretos: é hora de explodir tudo e recomeçar. E olha, por mais que doa admitir, eles não tão errados não.

    O Magic tem peças interessantes, mas parece que tá faltando aquela identidade, aquele DNA de time vencedor. Paolo Banchero é um monstro, mas ele sozinho não vai levar esse time longe. A franquia precisa tomar umas decisões difíceis — e rápido.

    Vocês acham que o Magic deveria mesmo mexer no elenco todo ou ainda dá pra apostar nesse grupo atual?

    Pistons e o caminho mais fácil no Leste

    Uma parada que me surpreendeu foi a conversa sobre os Pistons e como eles podem ter o caminho mais tranquilo pro playoff no Leste. Cara, quem diria que estaríamos falando isso sobre Detroit há dois anos atrás?

    O desenvolvimento do Cade Cunningham tem sido absurdo, e o time tá construindo uma base sólida. Não vou mentir — tô começando a acreditar nesse projeto dos Pistons. Eles tão fazendo as coisas do jeito certo: desenvolvendo os jovens, criando uma cultura vencedora.

    E a cereja do bolo foi quando os apresentadores revelaram seus palpites pro All-NBA de 2026. Meio cedo demais? Talvez. Mas é sempre divertido especular sobre quem vai dominar a liga daqui a alguns anos.

    O que mais me impressiona é como a NBA continua evoluindo. Times que pareciam perdidos há pouco tempo agora têm planos claros, enquanto outros que eram favoritos tão patinando. Essa é a beleza da liga — nunca dá pra ter certeza de nada.

  • Dillon Brooks quer sangue: pediu Warriors no play-in dos Suns

    Dillon Brooks quer sangue: pediu Warriors no play-in dos Suns

    Cara, o Dillon Brooks não tá nem aí pra diplomacia. O cara literalmente falou que queria enfrentar os Warriors no play-in — e ainda deixou bem claro o porquê: “Steph e Draymond. Só isso. E o Steve Kerr.”

    Olha, eu adoro essa sinceridade brutal do Brooks. O maluco simplesmente assumiu que torcia pros Warriors passarem pelos Clippers na quarta só pra poder meter a porrada neles na sexta. É esse tipo de rivalidade que faz a NBA ser absurda.

    A treta histórica continua

    Quem acompanha sabe que essa história vem de longe. Quando o Brooks ainda estava no Memphis, ele tomou aquela suspensão famosa por meter uma falta criminosa no Gary Payton II nos playoffs de 2022. O Steve Kerr ficou puto da vida — e com razão.

    A última vez que se encontraram foi em fevereiro, quando o De’Anthony Melton fechou a porta na cara do Brooks e os Warriors viraram um jogo que estavam perdendo por 14. Imagina a raiva que o cara deve ter guardado desde então.

    Mas o mais louco é que agora o cenário mudou completamente. O Brooks chegou nos Suns naquela negociação maluca de junho passado, quando trocaram o Kevin Durant pro Houston pelos Rockets. E olha, o resultado tá aí: 20.2 pontos por jogo, melhor média da carreira dele.

    Warriors com cara nova também

    Do outro lado, os Warriors também não são mais os mesmos. O Kristaps Porziņģis ainda não jogou junto com o Curry — imagina a ansiedade do Brooks pra ver como vai ser essa química.

    Mas quando perguntaram pro Brooks sobre enfrentar o Curry, ele mostrou respeito: “Um dos melhores de todos os tempos. Contra quem mais você quer jogar numa partida de eliminação?”

    Sinceramente, eu tô achando essa humildade meio suspeita vindo do Brooks. O cara que falou “Steph e Draymond, só isso” não vai chegar mansinho no jogo. E vocês acham que ele realmente mudou ou tá só guardando a artilharia pesada pra sexta?

    Uma coisa é certa: preparem a pipoca. Quando Brooks e Warriors se encontram, nunca é um jogo qualquer. É guerra.

  • Maxey cumpriu a promessa: levou os Sixers de volta aos playoffs

    Maxey cumpriu a promessa: levou os Sixers de volta aos playoffs

    Cara, eu não consegui parar de sorrir vendo o Tyrese Maxey ontem. O garoto simplesmente carregou os Sixers nas costas e os levou de volta aos playoffs depois daquela temporada desastrosa do ano passado. 109-97 contra o Magic no Play-In e pronto — sétima posição no Leste garantida.

    Olha só a loucura: os Sixers melhoraram 21 vitórias de uma temporada pra outra. Vinte e uma! E não foi porque montaram um time totalmente novo não — mantiveram 11 jogadores do elenco anterior. Era questão de orgulho provar que a temporada passada foi só azar mesmo.

    “Pissed off-ness” que funcionou

    O Nick Nurse já tinha avisado no começo da temporada que o time tava “puto” (nas palavras dele) com o que aconteceu em 24-25. E funcionou, meu amigo. Mesmo com Joel Embiid e Paul George perdendo 87 jogos combinados — sim, você leu certo, oitenta e sete — o time não desistiu.

    “Não foi fácil e não foi bonito, mas estamos aqui agora”, disse Nurse após a vitória. Sinceramente? Eu acho que foi exatamente isso que esse time precisava — passar por adversidade e provar que consegue superar.

    Maxey assumiu o protagonismo de vez

    Mas o cara que mais me impressionou foi o Maxey. Enquanto o Embiid vive na enfermaria e a disponibilidade dele pros playoffs é uma incógnita, o garoto de Kentucky simplesmente disse “deixa comigo” e partiu pra cima. 28 pontos de média na temporada — números de All-NBA mesmo.

    E o melhor de tudo? Ele tinha prometido pros companheiros que ia levar o time de volta aos playoffs. Prometeu pro Kyle Lowry em maio, pros jovens que nunca tinham jogado playoffs… O Dalen Terry chegou nele no shootaround e implorou: “Por favor, me leva lá. Já fiquei quatro anos seguidos só no Play-In”.

    Maxey olhou pra ele e disse: “Nós vamos pros playoffs, não se preocupa”.

    Mano, que pressão! (Imagina se ele não conseguisse cumprir?) Mas o cara bancou a parada e entregou exatamente o que prometeu. “Eu me desafiei no verão passado e sinto que consegui superar esse desafio”, disse após a vitória.

    Liderança na prática

    Vocês acham que existe forma melhor de se consolidar como líder de vestiário? O garoto fez promessas e cumpriu todas. Em um time onde o astro principal mal consegue ficar em quadra, Maxey assumiu a responsabilidade e mostrou que pode carregar essa equipe quando preciso.

    Agora é ver até onde conseguem ir nos playoffs. Com Embiid machucado e George também não 100%, vai depender muito do Maxey continuar nesse nível absurdo. Mas depois de uma recuperação dessas, quem duvida?

  • Curry voltou machucado e mostrou por que é lenda: show no play-in

    Curry voltou machucado e mostrou por que é lenda: show no play-in

    Olha, eu sempre soube que o Curry era diferente, mas o que ele fez contra os Clippers foi de outro planeta. O cara ficou 27 jogos parado com lesão no joelho, quase encerrou a temporada mais cedo, e quando volta? Mete 35 pontos num jogo eliminatório. Trinta e cinco!

    “É pra isso que você trabalha o ano todo”, disse o próprio Steph depois da vitória por 126 a 121. E cara, ele tem razão. Mas vamos combinar — teve uma hora que eu pensei que não ia rolar.

    Primeiro tempo de fazer chorar

    O primeiro tempo foi sofrido. Curry acertou apenas 2 de 9 arremessos, levando pancada e reclamando da arbitragem. Dava pra ver a frustração no rosto dele. Eu tava aqui em casa pensando: “Será que foi cedo demais pra voltar?”

    Mas aí que tá a magia do Curry. Como o Kerr disse: “Ele pode estar tendo um jogo mediano, e de repente clica”. E quando clica, meu amigo…

    A virada do monstro

    Segundo tempo foi puro show. 16 pontos no terceiro quarto, mais 11 no último. O lance que decidiu foi um pull-up de três com 50 segundos restando, quebrando o empate em 117. Típico Curry — quando a pressão aperta, ele cresce.

    “Não tenho medo de errar, de perder bola. Você só continua tentando”, falou ele. E é exatamente essa mentalidade que faz a diferença. Quantos jogadores conseguem sair de um primeiro tempo ruim direto pra um show dessas proporções?

    O Draymond resumiu tudo: “A maioria das pessoas desistiria”. Mas não o Curry. Catorze anos jogando junto e o cara ainda se impressiona. “Ele é especial, cara muito especial”, disse o Green.

    Agora vem o Suns

    Kerr chamou essa de uma das suas vitórias favoritas em mais de dez anos treinando os Warriors. E olha, dá pra entender. Ver o seu astro voltar machucado e entregar isso numa partida decisiva… é por isso que a gente ama esse esporte.

    Sexta-feira tem Suns pela frente, e quem ganhar pega o Thunder. Sinceramente? Depois do que vi ontem, eu não duvidaria de mais nada vindo desse time dos Warriors. Quando o Curry tá assim, qualquer coisa pode acontecer.

    E vocês, acham que os Warriors conseguem ir longe nesse play-in? Porque depois desse show, eu tô começando a acreditar de novo…

  • Al Horford meteu QUATRO triplas no último quarto e salvou os Warriors

    Al Horford meteu QUATRO triplas no último quarto e salvou os Warriors

    Gente, eu ainda não acredito no que eu vi ontem à noite. Al Horford — SIM, o Al Horford de 38 anos — simplesmente decidiu que ia ser o cara mais clutch da quadra no momento que mais importava. Os Warriors estavam tomando uma surra dos Clippers, perdendo por 13 pontos, e aí o veterano resolveu fazer história.

    Quatro bolas de três no último quarto. QUATRO. Em 22 minutos saindo do banco.

    O veterano que ninguém esperava

    Olha, eu acompanho a NBA há anos e já vi muita coisa, mas ver o Horford aos 38 anos decidir um jogo de play-in desse jeito foi de arrepiar. O cara mal tinha minutagem nessa temporada pelos Warriors — primeira temporada dele em Golden State, por sinal — e quando mais precisaram, ele apareceu como se tivesse 25 anos de novo.

    Os fãs no Twitter ficaram malucos, e eu entendo perfeitamente. “Al Horford de 70 anos cozinhou os Clippers”, escreveu um cara. Exagerou na idade, mas captou o espírito da coisa (risos).

    E vocês viram a cara do banco dos Clippers? Parecia que tinham visto um fantasma. Sinceramente, depois de tantos anos vendo o Horford jogar um basquete cerebral e consistente, ainda fico impressionado com a capacidade dele de aparecer nos momentos grandes.

    Curry fez a parte dele, mas o show foi do veterano

    Claro que o Steph Curry foi fundamental — 35 pontos, sendo 27 no segundo tempo, incluindo aquela tripla que desempatou o jogo faltando 50 segundos. O cara é um monstro mesmo, 7 de 12 do perímetro. Mas convenhamos: todo mundo esperava isso do Curry. Do Horford? Nem eu, que torço pros caras.

    Porzingis também deu sua contribuição com 20 pontos e foi sólido na defesa, e o Gui Santos — nosso brasileirinho — mandou bem com 20 pontos também. Mas o protagonismo mesmo ficou com o veterano que ninguém viu vindo.

    Agora é decisão contra os Suns na sexta-feira. Uma vitória e estão nos playoffs. Uma derrota e tchau temporada. E se depender do que vi ontem, não duvido nada que o Horford apareça de novo quando menos esperarmos. Afinal, 19 anos de NBA não se fazem à toa, né não?

  • Curry e Horford salvam Warriors em virada absurda contra Clippers

    Curry e Horford salvam Warriors em virada absurda contra Clippers

    Cara, que jogo foi esse? Os Warriors estavam mortos no terceiro quarto, levando uma surra de 13 pontos dos Clippers, e eu já estava até mudando de canal. Aí o Stephen Curry resolveu lembrar que é o Stephen Curry.

    O cara meteu 27 dos seus 35 pontos só no segundo tempo. VINTE E SETE! E quando parecia que não ia dar tempo, Al Horford — sim, o veterano de 38 anos — decidiu que também queria fazer história. Quatro bolas de três no último quarto. Quatro. Aos 38 anos de idade.

    A virada que ninguém esperava

    Olha, eu acompanho NBA há anos e ainda me impressiono com essas viradas do Golden State. 13 pontos de desvantagem no último quarto e eles conseguiram virar pra ganhar de 126 a 121. Como? Fecharam o jogo com uma parcial de 16-6 que foi simplesmente brutal.

    O momento decisivo? Curry acertando sua sétima bola de três da noite faltando 50 segundos. Sétima! O cara estava inspirado e quando o Chef está cozinhando assim, não tem defesa que segure.

    E vocês viram o que aconteceu com o Kawhi Leonard? O cara que normalmente resolve qualquer jogo ficou ZERADO no último quarto até restarem 16 segundos. A defesa dos Warriors simplesmente anulou um dos melhores jogadores da liga quando mais precisavam.

    Horford mostrando que idade é só número

    Sinceramente, eu não esperava que o Al Horford fosse fazer essa diferença toda. O cara tem quase 40 anos e jogou como se tivesse 25. Quatro bolas de três no momento mais decisivo do jogo — isso é de veterano raiz mesmo.

    Na minha opinião, essa foi uma das melhores performances de role player que vi nos playoffs recentes. Quando você tem Curry fazendo Curry things e ainda ganha um Al Horford metendo de três, não tem time que aguente.

    Agora os Warriors seguem vivos no play-in e, olha, depois de uma virada dessas, quem duvida que eles podem fazer mais barulho? E aí, vocês acham que esse Golden State ainda tem lenha pra queimar nos playoffs?

  • Curry vira monstro e salva temporada dos Warriors no play-in

    Curry vira monstro e salva temporada dos Warriors no play-in

    Cara, eu tô ainda processando o que vi ontem à noite. Stephen Curry, aos 38 anos — TRINTA E OITO! — simplesmente decidiu que não era hora de ir pra casa ainda. 35 pontos, sendo 27 só no segundo tempo, numa virada épica que deixou qualquer um de queixo caído.

    Os Warriors estavam mortos e sepultados. 13 pontos atrás no último quarto contra os Clippers, todo mundo já preparando o epitáfio da dinastia. Aí o Chef resolveu cozinhar.

    A receita da ressurreição

    Olha, eu não esperava isso mas o Al Horford — sim, o veterano de 39 anos — foi a chave da virada. Quatro bolas de três no quarto período! O cara simplesmente não sente o peso da idade. E quando o Gui Santos (nosso brasileiro representando!) fez aquela bandeja para deixar 115-114, eu já sabia que ia dar ruim pros Clippers.

    O momento decisivo? Curry acertando a sétima bola de três da noite com 50 segundos no relógio. Frieza total. O cara voltou de uma lesão no joelho há cinco jogos apenas, ficou 27 partidas fora, e chega no play-in fazendo isso. Absurdo demais.

    Kawhi Leonard, que terminou com 21 pontos, simplesmente sumiu no último quarto. Zero pontos até os 16 segundos finais. A defesa dos Warriors conseguiu anulá-lo justamente na hora que mais precisava — e olha que não é fácil parar o The Claw.

    Warriors voltam a sonhar

    Sinceramente, quem diria que um time com campanha de 37-45 na temporada regular ainda estaria vivo em abril? Perderam o Jimmy Butler pra sempre em janeiro, todo mundo já tinha decretado o fim da era. Mas não subestimem nunca Curry, Draymond Green e essa experiência de playoffs.

    Agora é Phoenix na sexta-feira. Quem ganhar pega o Oklahoma City (atual campeão) na primeira rodada. E vocês acham que os Warriors conseguem mais uma? Porque depois do que vi ontem, eu não duvido de mais nada dessa equipe.

    Os Clippers, coitados, perderam os playoffs pela primeira vez desde 2022. Quinze temporadas consecutivas com campanha positiva — a maior sequência ativa da NBA — mas não foi suficiente. Bennedict Mathurin fez 23 pontos, Darius Garland contribuiu com 21 e 8 assistências, mas não deu.

    Uma curiosidade: no meio do jogo o árbitro Ben Taylor se machucou e teve que sair de quadra. Até isso aconteceu numa noite totalmente maluca em Inglewood.

    O que mais me impressiona é a capacidade do Curry de simplesmente resolver quando precisa. Primeiro tempo horrível: 8 pontos em 2/9 nos arremessos. Terceiro quarto? 16 pontos em seis minutos. Sete bolas de três na noite toda. Aos 38 anos. Monstro é pouco pra definir esse cara.

  • Paolo Banchero já admite: ‘Eles acabaram com a gente’

    Paolo Banchero já admite: ‘Eles acabaram com a gente’

    Olha, quando você ouve um cara do calibre do Paolo Banchero admitir que o time adversário “acabou com vocês”, você sabe que a coisa não tá boa. E foi exatamente isso que rolou depois da derrota do Orlando Magic por 109-97 para o 76ers na quarta-feira.

    O Magic chegou nesta semana com duas chances de garantir vaga nos playoffs da NBA. Perdeu uma. Agora sobrou apenas uma oportunidade — e ela vem contra justamente o Charlotte Hornets, time que tem sido o pesadelo de Orlando na temporada.

    A confissão que ninguém queria ouvir

    “Eles estão jogando muito bem. Eles acabaram com nosso traseiro esse ano”, disse Banchero após a derrota. “Então a gente tem que estar pronto, eu tenho que estar pronto.”

    E o italiano-americano não tá mentindo, não. Nos quatro confrontos desta temporada, o Magic até ganhou o primeiro lá em outubro. Mas depois? Tomou três derrotas seguidas por 15, 27 e 19 pontos de diferença. É de dar desespero em qualquer torcedor.

    Pior ainda: Banchero não jogou nada contra os Sixers. Apenas 18 pontos com 7/22 nos arremessos, perdeu todas as cinco tentativas de três e ainda entregou seis bolas. Se ele jogar assim na sexta contra Charlotte, pode ir despedindo dos playoffs mesmo.

    O problema tem nome: LaMelo Ball

    Do outro lado, o Hornets vem jogando um basquete absurdo. LaMelo Ball e Brandon Miller são capazes de explodir a qualquer momento — você sabe como é, né? Esses caras que quando esquentam a mão, não tem quem pare.

    E ainda tem o Kon Knueppel, que mesmo numa fase meio irregular, continua sendo um dos melhores rookies desta década. O garoto pode acordar inspirado e acabar com o sonho do Magic de uma vez.

    A real é que Orlando tem um problema sério com esse núcleo de armadores do Charlotte. E agora, com as costas contra a parede, vai ter que encontrar soluções rápido — ou vai ficar de fora dos playoffs mais uma vez.

    Vocês acham que o Magic consegue reverter esse histórico ruim contra Charlotte? Porque sinceramente, pelo jeito que o próprio Banchero falou, até ele tá com medo…