Tag: NBA Playoffs

  • Rockets perderam o jogo que era impossível perder – 6 pontos na frente!

    Rockets perderam o jogo que era impossível perder – 6 pontos na frente!

    Mano, eu ainda não acredito no que vi ontem à noite. Os Rockets estavam ganhando por 6 pontos dos Lakers faltando 30 segundos pro fim do jogo. TRINTA SEGUNDOS! Era só segurar a bola, fazer as jogadas básicas e pronto — primeira vitória na série. Mas não. Eles conseguiram entregar de bandeja o que parecia impossível de perder.

    O resultado? Derrota por 112-108 na prorrogação e agora estão praticamente eliminados dos playoffs. Sinceramente, dói só de pensar.

    O que diabos aconteceu naqueles 30 segundos?

    Olha, vou tentar explicar essa tragédia em câmera lenta. O LeBron tinha acabado de dar duas bolas perdidas seguidas — coisa rara pra ele —, os Rockets fizeram 101-95 e eu já tava comemorando aqui em casa. Aí começou o pesadelo.

    Primeiro, os caras dão uma bola perdida besta e o Marcus Smart é foulado numa tentativa de três. Converteu os três lances livres: 101-98. Beleza, ainda dava pra segurar, né? Que nada.

    Reed Sheppard, que tava jogando bem a série toda, resolve tentar algo “inteligente” e perde a bola pro LeBron. O cara simplesmente não perdoa — três pontos pra empatar em 101. Treze segundos no relógio. Eu já tava com as mãos na cabeça.

    “Foi uma perda de bola estúpida”, admitiu o próprio Sheppard depois. “O homem do Sengun subiu na marcação, eu devia ter passado pra ele simples. Tentei dividir entre dois defensores.” Pelo menos assumiu o erro, né?

    Ime Udoka não poupou ninguém

    O técnico dos Rockets foi direto: “Erros horrendos. Não sei se é juventude ou medo do momento, seja lá o que for.” E olha que ele fez os jogadores assistirem os últimos 30 segundos do jogo logo depois da partida. Terapia de choque pura.

    Mais tarde ele mandou um “cresçam” pros caras. “Vocês não são mais tão jovens assim”, disse. E tá certo, cara! Essa é a segunda temporada seguida que eles chegam nos playoffs. Não dá pra usar inexperiência como desculpa.

    O pior é que isso virou padrão. Durante a temporada regular, os Rockets já tinham problema pra fechar jogos no quarto período. Parece que na hora H, quando a pressão aumenta, eles travam.

    E agora? Ainda dá tempo?

    Alperen Sengun fez um jogaço — 33 pontos e 16 rebotes —, mas de que adianta se a equipe não consegue segurar uma vantagem dessas? “Vamos ficar chateados hoje à noite, com certeza”, ele disse. “Mas temos que superar. Ninguém vai desistir.”

    O Kevin Durant continua machucado (dessa vez o tornozelo), então não sabemos se volta pro Jogo 4. Sem ele, os Rockets até conseguiram chegar perto, mas faltou maturidade na reta final.

    Vocês acham que rola uma reação histórica? Porque agora é ganhar ou ir embora. E depois de uma entregada dessas, não sei se o psicológico aguenta…

    Jogo 4 é domingo à noite em Houston. Se perder, acabou a temporada. Simples assim.

  • LeBron e Bronny fazem jogada histórica juntos nos playoffs

    LeBron e Bronny fazem jogada histórica juntos nos playoffs

    Gente, eu sei que já falei isso antes, mas continuo sem acreditar que estamos vendo pai e filho jogando juntos na NBA. E ontem contra o Rockets foi simplesmente mágico — LeBron achou o Bronny no contra-ataque para uma bandeja no alley-oop que me arrepiou todo.

    Olha, quando eu vi aquela jogada ao vivo, pensei: “cara, isso aí vai entrar pra história”. O LeBron já tinha 39 anos e ainda tá fazendo dessas. E o Bronny? O garoto tá cada vez mais solto em quadra. Longe vão os tempos em que todo mundo zoava ele depois do Draft de 2024.

    O Rei virou jovem de novo

    O mais impressionante é como o LeBron tá rejuvenescido jogando com o filho. Sério mesmo. Às vezes parece que ele voltou 10 anos no tempo. Nos playoffs, o cara tá fazendo quase 40 minutos por jogo e sustentando médias absurdas: 23.5 pontos, 10 assistências e 8 rebotes. Monstro.

    E vocês acham que é coincidência? Eu sinceramente acho que ter o Bronny ali do lado dá uma energia extra pro Rei. Desde que eles fizeram aquela primeira assistência pai-filho da história da NBA na temporada regular, a química só melhorou.

    Bronny crescendo devagar mas crescendo

    Claro, o Bronny ainda não é peça fundamental na rotação dos Lakers — tá fazendo apenas 3.5 minutos por jogo nos playoffs. Mas cara, comparado com o que era no começo da temporada (8.9 minutos em 42 jogos), o garoto evoluiu demais.

    O timing perfeito veio com as lesões do Doncic e do Austin Reaves. Não que eu queira ver jogador machucado, mas isso abriu espaço pro duo pai-filho ganhar mais minutagem juntos. E olha, os Lakers não sentiram nada a ausência dos caras — principalmente porque o LeBron decidiu que ia carregar o time nas costas mesmo.

    Com o Kevin Durant também machucado pelo lado do Houston, os Lakers tiveram vida fácil nessa série. Mas se quiserem ir longe mesmo nessa pós-temporada, vão precisar do Doncic e do Reaves 100%.

    E aí, vocês acham que ainda vamos ver mais momentos históricos entre pai e filho antes do LeBron se aposentar?

  • Tatum mete bronca no clutch e Celtics abrem 2-1 nos playoffs

    Tatum mete bronca no clutch e Celtics abrem 2-1 nos playoffs

    Cara, o Jayson Tatum simplesmente decidiu que ia acabar com o jogo ontem à noite. E olha, quando esse moleque entra no modo “clutch”, é praticamente impossível parar. Os Celtics bateram os 76ers no Jogo 3 e agora lideram a série por 2-1 — e muito disso tem a ver com os dois arremessos de três que o Tatum acertou nos últimos dois minutos.

    “Eu já estive aqui antes… só dou pro jogo o que ele precisa, contanto que a gente ganhe, é isso que importa”, disse o cara depois da partida. Mano, essa frieza é absurda. 25 pontos, 7 assistências, 4 rebotes em 42 minutos de quadra. Converteu 9 de 17 arremessos, incluindo 5 de 9 do perímetro. Simplesmente monstro.

    Dupla dinâmica funcionando

    E o Jaylen Brown não ficou atrás, não. O cara também cravou 25 pontos, pegou 7 rebotes, deu 4 assistências e ainda meteu 3 tocos. Essa dupla quando tá funcionando é coisa de louco — eles se complementam de um jeito que dá até inveja.

    O que mais me impressionou foi a eficiência do perímetro dos Celtics. Cara, 20 bolas de três convertidas! Os Sixers só conseguiram 12. Na minha visão, essa diferença no arremesso de longa distância foi o que definiu o jogo. Sem contar que Boston dominou nos rebotes também: 45 contra 37.

    Experiência fazendo a diferença

    Sinceramente, o que mais me chama atenção no Tatum é essa maturidade que ele desenvolveu nos momentos decisivos. O cara tem só 26 anos mas joga como se fosse veterano de guerra nos playoffs há 15 anos. Aqueles dois arremessos de três nos minutos finais? Pura classe.

    Payton Pritchard também merece destaque — 15 pontos saindo do banco. E vocês viram como o Derrick White tá jogando nesta série? 11 pontos, sempre no lugar certo na hora certa. Esse time tem profundidade de dar inveja em qualquer franquia.

    Agora é torcer pro Jogo 4 amanhã (26 de abril, 21h). Se os Celtics conseguirem ganhar fora de casa e abrirem 3-1, praticamente acabou a série. E aí, acham que Philadelphia consegue reagir em casa ou os Celtics vão meter pressão e fechar logo?

  • LeBron e Bronny fazem história: o alley-oop que emocionou o mundo

    LeBron e Bronny fazem história: o alley-oop que emocionou o mundo

    Cara, eu já vi muito lance histórico na NBA, mas o que rolou no Game 3 entre Lakers e Rockets foi de arrepiar. LeBron e Bronny James fizeram o primeiro alley-oop entre pai e filho na história dos playoffs da NBA — e mano, que momento absurdo!

    A cena aconteceu no segundo quarto da vitória dos Lakers por 112-108 na prorrogação. LeBron armou um contra-ataque, viu o Bronny correndo em direção à cesta e mandou uma bola perfeita no ar. O garoto pegou e finalizou com uma bandeja de costas. Simples assim, história feita.

    “Eu falei: vai buscar!”

    O mais legal foi ver o LeBron todo empolgado depois do jogo explicando a jogada: “Ele tava pedindo a bola. Eu conheço os passos dele há tanto tempo, vi que ele tava se posicionando e pensei: ‘vai buscar essa bola!’”

    Véi, imagina você sendo pai e vivendo um negócio desses? O cara com 41 anos, quatro anéis no dedo, todos os recordes de longevidade quebrados, mas esse lance com o filho claramente mexeu com ele de um jeito diferente.

    E o Bronny não parou por aí. Quando a defesa dos Rockets resolveu desrespeitar e passou por baixo no pick and roll, o moleque mandou uma bomba de três. “Esse foi outro momento especial”, disse o pai orgulhoso.

    Lakers precisaram suar a camisa

    Mas olha, não foi moleza não. Sem Luka Doncic e Austin Reaves, o LeBron teve que carregar o piano sozinho — 29 pontos, 13 rebotes e 6 assistências em 45 minutos de quadra. Absurdo pra idade dele.

    Os Rockets, com Kevin Durant jogando muito, levaram pros Lakers até a prorrogação. Mas no final das contas, LA conseguiu abrir 3-0 na série e tá a uma vitória de uma varrida histórica.

    Sinceramente? Esse momento entre pai e filho vai ficar marcado pra sempre. Quantas pessoas podem dizer que fizeram história com o próprio filho nos playoffs da NBA? E aí, vocês acham que os Lakers fecham a série no próximo jogo?

  • Quickley fora pelo resto da série – Raptors na bronca sem seu armador

    Quickley fora pelo resto da série – Raptors na bronca sem seu armador

    Olha, eu já esperava que os Raptors iam sofrer nos playoffs, mas não imaginava que seria assim. Immanuel Quickley, que tinha se firmado como o armador titular de Toronto, vai ficar fora pelo resto da série contra os Cavaliers depois de agravar a lesão no músculo posterior da coxa direita.

    E não é de hoje que o cara tá sofrendo com lesões. Quickley já tinha perdido os três primeiros jogos da série por conta dessa mesma lesão, que ele pegou no último jogo da temporada regular contra o Nets. Antes disso, tinha ficado várias partidas fora por causa de fascite plantar no pé direito. Cara, que temporada complicada.

    O que Toronto perde sem Quickley

    Sinceramente? Perde MUITO. O armador de 26 anos tinha feito uma temporada sólida, com médias de 16.4 pontos, 4.0 rebotes e 5.9 assistências, acertando 44.3% dos arremessos em 70 jogos. Na minha opinião, ele era uma das peças mais importantes do esquema dos Raptors.

    O técnico Darko Rajakovic não escondeu a frustração: “Sentimos muito a falta do Quickley, principalmente pela forma como ele organiza nosso jogo e como seus arremessos ajudam o time.”

    No lugar dele, está jogando Jamal Shead, um calouro que tá fazendo o que pode. Médias de 7.3 pontos e 2.3 roubos de bola na série. O garoto tem garra na defesa, mas convenhamos – não é a mesma coisa.

    Scottie Barnes carregando o piano

    Mas nem tudo é desgraça no Canadá. Na quinta-feira, os Raptors conseguiram quebrar uma sequência de 12 derrotas consecutivas nos playoffs contra Cleveland – pasmem, desde a época do LeBron James por lá. E quem comandou essa vitória por 126-104? Scottie Barnes, que simplesmente resolveu fazer o jogo da vida dele.

    O cara cravou 33 pontos e 11 assistências – recordes pessoais em playoffs – acertando 11 de 17 arremessos. Que atuação monstruosa! “Sabíamos que precisávamos de todo mundo para essa vitória e vocês viram grandes performances de todos”, disse Barnes depois do jogo.

    Rajakovic elogiou muito: “Ele fez tudo por nós hoje à noite.” E olha, concordo totalmente. Com Quickley fora, alguém tinha que assumir a responsabilidade.

    Agora a série tá 2-1 para Cleveland, e a pergunta que não quer calar é: conseguem os Raptors manter esse nível sem seu armador principal? Na minha visão, vai ser dureza. O que vocês acham – dá pro Scottie Barnes seguir carregando esse time nas costas?

  • McDaniels destruiu o Denver com palavras e na quadra

    McDaniels destruiu o Denver com palavras e na quadra

    Cara, vocês viram o que o Jaden McDaniels fez? O maluco simplesmente chamou MEIO TIME do Denver de defensor ruim — na lata, sem medo — e depois saiu de quadra provando que não era só conversa fiada.

    “Vai pro Jokić, pro Jamal [Murray], todos os defensores ruins. Tim Hardaway, Cam Johnson, Aaron Gordon. O time todo. Só vai pra cima deles… São todos defensores ruins”, disse McDaniels depois do jogo 2. E olha, ele falou isso com uma cara séria que dava até medo.

    Na minha opinião, isso aí é trash talk de altíssimo nível. Porque uma coisa é falar que o cara não sabe arremessar — beleza, acontece. Agora chamar alguém de defensor ruim? Isso mexe com o ego, meu brother. É questionar a raça do cara, a disposição pra batalha no garrafão.

    Provou na quadra que não era só papo

    Aí que tá o X da questão: McDaniels poderia ter passado vergonha no jogo 3 se tivesse jogado mal. Mas o monstro foi lá e meteu 20 pontos e 10 rebotes, acertando 9 de 13 arremessos. E na defesa? Rapaz, foi uma clínica.

    O Murray ficou perdidinho — terminou com 5/17 nos arremessos. E não é só culpa do McDaniels não, porque o Donte DiVincenzo e o Ant Edwards também estão pressionando a bola. Mas cara, ver o McDaniels colado no Murray foi coisa linda. Parecia chiclete grudado.

    Sinceramente, eu já sabia que o garoto era bom, mas ver ele humilhar o Denver assim depois de falar tudo aquilo… isso aí é mentalidade de campeão. Porque é fácil falar quando tá ganhando — difícil é sustentar a conversa quando a pressão aperta.

    O jogador perfeito pros playoffs

    McDaniels é exatamente aquele tipo de jogador que todo time sonha ter nos playoffs. Com 2,06m, defende qualquer posição, não some em momento algum e ainda tem esse arsenal ofensivo que muita gente subestima.

    Tá, ele não tá acertando muito de 3 nessa série (só 1 em 10 tentativas), mas o maluco terminou a temporada regular com mais de 41% do perímetro. E aquela enterrada por cima do Jokić? Meu Deus, que violência foi aquela.

    O Edwards é a estrela de um lado, o Gobert do outro. Mas o McDaniels? Ele é a cola que gruda tudo. É o cara que faz as conexões funcionarem, que permite ao Minnesota jogar qualquer esquema contra qualquer time.

    E aí, vocês acham que ele consegue sustentar essa conversa toda até o final da série? Porque se conseguir, Minnesota pode muito bem eliminar o atual campeão. E olha que quase ninguém apostava neles no começo dessa disputa.

  • Os Jays mandaram bem! Celtics batem os Sixers e abrem 2-1 na série

    Os Jays mandaram bem! Celtics batem os Sixers e abrem 2-1 na série

    Cara, que jogaço ontem à noite na Filadélfia! Os Celtics precisavam muito dessa vitória depois daquela pancada no jogo 2, e os caras entregaram. Tatum e Brown com 25 pontos cada um, comandando a vitória por 108-100 sobre os Sixers. Agora é 2-1 na série e o clima mudou completamente.

    Os Jays salvaram o dia no clutch

    Olha, eu tava nervoso no quarto período. Os Sixers empataram o jogo e eu já tava vendo tudo desandando de novo. Mas aí que os Jays mostraram porque são All-Stars. Tatum metendo aquela bomba de três nos minutos finais que praticamente selou o jogo — foi de arrepiar.

    E o Brown? Monstro demais. Liderou a pontuação a maior parte do jogo, sempre aparecendo nos momentos certos. 25 pontos cada um, jogando como dupla que se entende de olho fechado. É isso que a gente quer ver nos playoffs.

    Payton Pritchard também merece destaque aqui. O cara saiu do banco e fez 12 pontos, +15 de eficiência. Sinceramente, ele tem sido uma das surpresas mais positivas dessa temporada dos Celtics.

    Embiid fez falta, mas Maxey quase virou o jogo

    Os Sixers jogaram sem o Embiid de novo, mas cara, o Tyrese Maxey quase carregou o time nas costas. No início do último quarto ele fez 8 pontos em 3 minutos e empatou a parada. Por um momento pensei: “Será que esse moleque vai decidir o jogo sozinho?”

    Paul George também teve seus momentos, principalmente no terceiro quarto. Mas na hora H, quando a pressão apertou, faltou aquela frieza que os Jays têm de sobra.

    E vocês viram os 17 turnovers dos Celtics? Isso me deixou maluco! Deu 21 pontos pros Sixers, quase entregaram o jogo de bandeja. Sorte que na reta final capricharam no arremesso.

    Agora é não relaxar

    Jogo 4 é domingo à noite, ainda na Filadélfia. Com essa vitória, os Celtics podem respirar um pouco mais aliviados, mas todo mundo sabe que série de playoff não se ganha com 2-1. Os Sixers vão jogar como se fosse a última chance deles — e provavelmente vai ser mesmo se perderem.

    O que mais me preocupa é o Derrick White no ataque. O cara é um monstro na defesa, mas tá 3/12 nos arremessos e 1/8 de três. Nos playoffs, todo mundo tem que contribuir ofensivamente.

    E aí, vocês acham que os Celtics conseguem fechar em casa no jogo 5? Ou os Sixers vão empatar essa série e deixar tudo em aberto? Uma coisa é certa: depois de hoje, acredito mais nesse time de Boston para ir longe nesses playoffs.

  • Tatum admite não estar 100%, mas destruiu os Sixers no jogo 3

    Tatum admite não estar 100%, mas destruiu os Sixers no jogo 3

    Cara, o Jayson Tatum disse que ainda não tá no seu melhor após a cirurgia no tendão de Aquiles. Mas olhando ele jogar ontem à noite na Filadélfia… sinceramente? Se isso não é o melhor dele, eu nem sei o que esperar quando ele voltar completamente.

    O cara meteu 25 pontos em 42 minutos de quadra, acertou 5 de 9 tentativas do perímetro e — pasmem — junto com o Jaylen Brown marcou 19 dos 29 pontos do Celtics no último período. Aquela enterrada de três no final foi simplesmente absurda. O barulho da rede rasgando do outro lado da quadra, Tatum batendo no peito… cinema puro.

    A volta de um monstro

    Gente, vamos contextualizar aqui. O Tatum ficou quase 10 meses fora depois de romper o Aquiles direito nos playoffs do ano passado contra o Knicks. Dez meses! Para um cara que vive e respira basquete, deve ter sido uma eternidade.

    “Pode não parecer porque eu tô jogando, mas foi muito, muito tempo sem fazer o que eu amo”, falou o cara após a vitória por 108-100. E olha, dá pra sentir a emoção na fala dele. Tem algo diferente quando um jogador volta de uma lesão dessas — parece que valoriza cada minuto em quadra de uma forma especial.

    O que mais me impressiona? Ele voltou em março, jogou apenas 16 partidas da temporada regular com média de 21.8 pontos, e já tá dominando nos playoffs. Na minha opinião, isso mostra o quanto o cara é especial mesmo.

    Brown também meteu o loco

    Não posso falar do Tatum sem mencionar o Jaylen Brown. Os dois juntos são um problema sério para qualquer defesa. Brown também fez 25 pontos e marcou 8 consecutivos no final do quarto período que praticamente mataram o jogo.

    Aliás, uma curiosidade massa: com esses pontos, Brown passou Robert Parish e Bill Russell na lista de maiores pontuadores da história do Celtics em playoffs. Agora tá em 7º lugar com 2.695 pontos. Respeito!

    E vocês viram a química dos dois no clutch? “Momentos grandes não são grandes demais”, disse Brown depois do jogo. “Jogadores grandes fazem jogadas grandes.” Cara, essa dupla já ganhou um anel juntos e sabe como é a pressão dos playoffs.

    Sixers lutando sem Embiid

    Do outro lado, tenho que dar crédito ao Tyrese Maxey. O cara fez 31 pontos tentando carregar os Sixers nas costas com o Embiid ainda fora (apendicite). Aquele arremesso de 28 metros no quarto período que colocou Philly na frente por 85-84 foi de outro mundo.

    A torcida da Filadélfia tava elétrica — Allen Iverson e Julius Erving na arquibancada, galera de pé o tempo todo. Mas no final das contas, experiência é experiência. Tatum e Brown já passaram por isso antes, sabem como controlar as emoções em momentos decisivos.

    Agora o Celtics vai com vantagem de 2-1 na série para o jogo 4, domingo. E se o Tatum continuar nesse ritmo “ainda não estou 100%”… cara, imaginem quando ele realmente estiver no seu melhor. Os outros times da conferência que se cuidem!

    O que vocês acham — Tatum já voltou ao nível All-Star ou ainda tem mais lenha pra queimar?

  • LeBron aos 41 é absurdo, mas MJ ainda é o GOAT pela eficiência

    LeBron aos 41 é absurdo, mas MJ ainda é o GOAT pela eficiência

    Cara, o LeBron James aos 41 anos fazendo enterradas de moinho reverso é simplesmente surreal. O cara está levando o Lakers numa boa contra o Houston Rockets nos playoffs, 2 a 0 na série, e eu aqui pensando: será que isso muda alguma coisa no debate do GOAT?

    Olha, vou ser sincero com vocês. Ver o King jogando nesse nível na sua 23ª temporada é de arrepiar. Mas longevidade sozinha define quem é o maior de todos os tempos? Na minha opinião, não.

    A matemática não mente, pessoal

    Se formos falar de eficiência — que pra mim é o que realmente importa — o Jordan ainda leva essa. Vamos aos números que doem:

    MJ jogou 15 temporadas e ganhou 6 títulos. Isso dá um anel a cada 2,5 anos. O LeBron? 22 temporadas completas, 4 anéis. Um título a cada 5,5 anos. Monstro demais? Sim. Mais eficiente que o 23? Não.

    E tem mais. Jordan foi cestinha da liga em 10 das suas 15 temporadas (a cada 1,5 temporada, basicamente). O James foi cestinha UMA vez em 23 temporadas. Uma. Absurdo quando você para pra pensar.

    Defesa também conta, né?

    No garrafão defensivo, a coisa fica ainda mais clara. Jordan entrou no primeiro time defensivo da NBA 9 vezes (a cada 1,7 temporada). LeBron conseguiu isso 5 vezes (a cada 4,6 anos).

    Claro, o King tem vantagem nos rebounds e assistências na média da carreira — afinal, o cara é mais completo mesmo. Mas quando você olha a eficiência pura, Jordan ainda reina.

    Eu admiro demais o que o LeBron está fazendo. Sinceramente, achei que ele não chegaria nem perto dos 40 jogando nesse nível. Mas GOAT status? Acho que ainda é do Michael, e vocês, o que acham?

    É tipo comparar longevidade com excelência concentrada. Os dois são monstros, mas Jordan foi um furacão mais destrutivo em menos tempo. E isso, pra mim, pesa mais na balança do debate eterno.

  • Três jogaços nos playoffs hoje: Celtics, Lakers e Spurs em quadra

    Três jogaços nos playoffs hoje: Celtics, Lakers e Spurs em quadra

    Sexta-feira de playoffs, galera! E que sexta-feira — três jogos que prometem esquentar a madrugada brasileira.

    O cardápio começa cedo (pro nosso padrão) com Celtics visitando os 76ers às 20h (horário de Brasília). Sinceramente? Essa série tá pegando fogo. Boston sempre dá trabalho em Philly, e depois daquele sufoco no último jogo, os Sixers precisam acordar pra vida em casa.

    Lakers querem sobreviver em Houston

    Às 21h, temos Lakers x Rockets — e olha, os caras de LA tão com a corda no pescoço. Houston jogando em casa é uma coisa absurda, aquela torcida não perdoa. Se o LeBron (que deve estar beirando os 42 anos nessa altura) não aparecer hoje, pode ser tchau Lakers.

    Eu não sei vocês, mas tô com um pressentimento que os Rockets podem dar uma surpreendinha grande essa noite.

    Spurs fecham a noite no Oeste

    Pra fechar com chave de ouro, San Antonio pega o Portland às 23h30. Os Spurs sempre foram monstros nos playoffs — mesmo quando ninguém acredita neles. E Portland em casa? Cara, aquela torcida do Moda Center é de arrepiar.

    O mais legal é que os três jogos vão passar no Prime Video de novo. Amazon tá investindo pesado na NBA e, convenhamos, a qualidade da transmissão deles tá show de bola.

    E aí, qual jogo vocês tão mais ansiosos pra ver? Eu vou de Lakers x Rockets — tenho a impressão que vai rolar uma zebra grande hoje à noite.