Tag: NBA Playoffs

  • Thunder e Spurs dominam, mas Boston pode surpreender no Leste

    Thunder e Spurs dominam, mas Boston pode surpreender no Leste

    Cara, olhando esse ranking dos 20 times que vão brigar pelos playoffs, uma coisa fica clara: o Oeste continua um massacre e o Leste… bom, é uma briga de quatro times no máximo. E vocês sabem como eu amo essa época do ano!

    Oklahoma City quer o bi

    Os Thunder (64-18) estão com tudo pra repetir o título. Shai Gilgeous-Alexander tá simplesmente monstruoso – vai levar o MVP de novo, pode anotar. O time chegou a sonhar com o recorde de 73 vitórias dos Warriors, mas uma sequência ruim em dezembro/janeiro freou essa empolgação.

    O que me impressiona? Mesmo com Jalen Williams jogando só 33 partidas e Alex Caruso perdendo um monte de jogos, esse time não desandou. A defesa é a melhor da liga e, sinceramente, quando todo mundo tá saudável (como agora), é difícil ver quem para essa máquina.

    A adição do Jared McCain deu uma turbinada no banco. Aposta pra favorito nas odds (+110) faz todo sentido.

    San Antonio não tá de brincadeira

    Mas ó, se tem alguém que pode derrubar o Thunder, é o Spurs (62-20). Victor Wembanyama e companhia ganharam 4 dos 5 jogos contra Oklahoma City na temporada regular – isso não é brincadeira!

    O que me chama atenção nos Spurs é a profundidade. Sete caras fazendo dois dígitos por jogo? É time pra playoffs mesmo. E olha só: 18-2 nos últimos 20 jogos. Tão entrando nos playoffs no timing perfeito.

    Na minha visão, essa vai ser A série do Oeste se eles se encontrarem. Wemby versus Shai é o tipo de duelo que a gente sonha em ver.

    Boston lidera a bagunça do Leste

    No Leste, Boston (56-26) parece ser a melhor opção. Joe Mazzulla tá fazendo um trabalho absurdo de coaching, e a dupla Tatum-Brown continua mandando bem.

    Mas o que mudou o jogo pros Celtics foi o crescimento do Neemias Queta (dobrou os números!) e do Payton Pritchard (17 pontos por jogo – carreira!). A troca que trouxe Nikola Vucevic foi genial também. Mandaram Anfernee Simons embora pra Chicago, o que na época até confundiu, mas fez sentido.

    Agora Boston tem a segunda melhor ofensiva da liga e a quarta melhor defesa. Dos poucos times (junto com o Spurs) que ficou no top 5 nas duas pontas. É difícil apostar contra isso numa série de 7 jogos no Leste.

    O que acham? Denver ainda consegue incomodar no Oeste mesmo com essa defesa meio frouxa? E vocês acreditam que Boston realmente é superior aos outros times do Leste?

  • Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Cara, o Zion Williamson tá cansado. E quando digo cansado, é daquele jeito que todo mundo que torce pelo Pelicans conhece bem — sete anos na NBA e ZERO jogos de playoffs. Zero mesmo.

    Na coletiva pós-temporada, o cara foi direto: vai ter “um verão diferente” pela frente. E olha, depois de mais uma campanha decepcionante (26-56), era o mínimo que a gente esperava ouvir.

    Os números não mentem, mas também não animam

    Zion jogou 62 partidas nesta temporada — que pra ele já é quase um milagre, considerando o histórico de lesões. Fez média de 21 pontos por jogo, foi “eficiente”, mas ele mesmo admitiu: “Meu jogo foi OK, mas eu não quero ficar aqui falando que foi OK quando a gente nem chegou no play-in.”

    Sinceramente? Ele tem razão. OK não serve mais pra um cara que foi primeira escolha geral do Draft e ganha quase 200 milhões de dólares.

    O mais impressionante (e triste ao mesmo tempo) é que dos 62 jogos que ele disputou, o Pelicans ganhou apenas 22. Vinte e duas vitórias, mano. Com um dos talentos mais absurdos da liga em quadra.

    “Preciso ser mais imprevisível”

    A autocrítica foi pesada. Zion falou que quer “atacar de múltiplas áreas da quadra” e ser “imprevisível no ataque”. Traduzindo: o cara sabe que só fazer força bruta no garrafão não tá resolvendo mais.

    E tem mais — ele quer jogar entre 75 e 82 jogos na próxima temporada. Pra quem perdeu 280 partidas em sete anos por causa de lesões (joelho, mão, pé, posterior da coxa), isso é praticamente um sonho impossível. Mas pelo menos ele tá sonhando alto.

    O Dejounte Murray, que chegou esse ano, elogiou a evolução do Zion na questão física: “Acho que ele tá entendendo. Precisa continuar cuidando do corpo e da mente.”

    Nova Orleans é casa, mas paciência tem limite

    Uma coisa que me chamou atenção foi o Zion reforçando que quer ficar em Nova Orleans. “Aqui é minha casa”, disse. “Quando a temporada acaba, muitos caras saem da cidade. Eu moro aqui.”

    Mas aí fica a pergunta: até quando essa paixão pela cidade vai segurar a frustração de nunca jogar playoffs? O cara tem 25 anos, está no auge da carreira, e continua vendo abril e maio pela TV como qualquer um de nós.

    Ele disse que vai buscar “abordagens diferentes” e conversar com “outros Hall da Famers” e “outros campeões”. Joe Dumars, o novo VP de operações, parece ter a confiança total do Zion — e olha que o currículo do cara impressiona mesmo.

    Vocês acham que o Pelicans finalmente vai dar certo com Zion saudável? Ou é mais uma temporada de expectativa que vai terminar em decepção? Uma coisa eu sei: se não rolar playoffs em 2024-25, a paciência de todo mundo vai estar no limite.

  • Play-in da NBA: quem vai enfrentar Detroit nos playoffs?

    Play-in da NBA: quem vai enfrentar Detroit nos playoffs?

    Olha só que situação interessante: o Detroit Pistons já sabe que vai receber o jogo 1 dos playoffs no domingo às 18h30 (horário de Brasília), mas não faz ideia de quem vai ser o adversário. E cara, isso torna o play-in tournament muito mais emocionante pra quem torce pelos Pistons.

    No Leste, a bagaça vai ser assim: Miami Heat (10º) visita Charlotte Hornets (9º) na terça-feira, e quem perder tá fora. Simples e cruel. Na quarta, Orlando Magic (8º) pega o Philadelphia 76ers (7º) — o perdedor fica com a sétima colocação e encara o Boston Celtics na primeira rodada. Aí na sexta tem a final: quem ganhar de Heat x Hornets pega quem perder de Magic x Sixers, e o vencedor vai pra Detroit como 8º colocado.

    No Oeste também tem show

    Lá do outro lado, Portland Trail Blazers (8º) enfrenta Phoenix Suns (7º) na terça às 22h, e Golden State Warriors (10º) pega Los Angeles Clippers (9º) na quarta. Os vencedores se enfrentam na sexta pra decidir quem fica com a vaga.

    Mas vamos focar no Leste porque é onde a coisa fica mais interessante pro Detroit. Sinceramente, eu não sei quem seria o adversário ideal pros Pistons. Miami sempre deu trabalho pra eles historicamente — aquele time do Heat parece que cresce contra Detroit, não sei por quê. Charlotte tá jogando um basquete perigoso, mas é inexperiente pra caramba nos playoffs.

    Magic ou Sixers: qual o mal menor?

    Orlando finalmente tá com todo mundo saudável, mas continua sendo aquele time confuso que a gente nunca sabe o que esperar. Uma hora joga pra campeão, outra hora perde pro último colocado. Já o Philadelphia… meu deus, que temporada sofrida. Joel Embiid machucado a temporada toda, mas quando tá bem é monstro demais.

    Na minha opinião? Acho que seria mais interessante ver Miami conseguir a vaga. Pat Riley sempre prepara aquele time pra playoffs, e seria um duelo clássico contra Detroit. Mas vocês acham que os Pistons prefeririam enfrentar quem? Um Heat experiente mas irregular, ou algum desses outros times mais jovens?

    O play-in tournament foi uma das melhores invenções da NBA nos últimos anos. Transforma esses últimos jogos da temporada regular em algo épico, e agora temos essa tensão toda pra saber quem vai pros playoffs de verdade. Domingo não pode chegar logo!

  • Thunder favoritos ao bi? Ranking final da temporada tem surpresas

    Thunder favoritos ao bi? Ranking final da temporada tem surpresas

    Cara, chegou aquele momento do ano que a gente mais ama — playoffs batendo na porta e todo mundo fazendo suas apostas sobre quem vai levantar o Larry O’Brien. E olha, depois de acompanhar essa temporada insana, eu tenho umas opiniões meio controversas aqui.

    Na minha visão, são sete times com chances reais de título, mas sinceramente? Seria chocante se a parada de junho não rolasse em Oklahoma City, Denver ou San Antonio. E essa última opção até me deixa meio cético, mas vamos ver.

    Os Gigantes da Temporada

    O Thunder tá ali no topo, óbvio — 64 vitórias, atual campeão, melhor defesa da liga. Shai Gilgeous-Alexander tá simplesmente absurdo, prestes a ganhar o segundo MVP seguido. Mas o que mais me impressiona nesse time é como eles não se acomodam. Mark Daigneault falou uma coisa que grudou na minha cabeça: “sempre começa entre você e você mesmo”. Filosofia pura.

    Logo atrás vem Denver (54-28) com Jokic fazendo Jokic things. A grande questão é o Peyton Watson — se ele volta bem dessa lesão no posterior da coxa, os Nuggets viram um problema sério para qualquer um. Eles vão precisar muito do atletismo dele se quiserem chegar nas finais de conferência de novo.

    E o San Antonio? Mano, 62 vitórias com Victor Wembanyama no segundo ano. Sessenta e duas! Eu sei que falta experiência, mas quando o Julian Champagnie fala “por que não?”, cara, ele tem razão. Se chegaram até aqui, por que não sonhar alto?

    Boston e Detroit Surpreendem

    O Celtics voltou com Tatum recuperado do Aquiles e foi 13-3 nos jogos que ele jogou. Enquanto isso, Jaylen Brown estava simplesmente monstruoso — nível MVP mesmo. A profundidade do elenco me impressionou, mas tenho minhas dúvidas sobre como os novatos vão se comportar nos playoffs.

    Agora, o Detroit com 60 vitórias? Isso ninguém esperava no começo da temporada. Cade Cunningham perdeu 11 jogos por causa de um pulmão colapsado (que situação bizarra), e mesmo assim o time foi 8-3. Jalen Duren cresceu no garrafão, Daniss Jenkins apareceu… Vocês acham que eles têm peças suficientes para ir até o fim?

    Os Azarões Interessantes

    O Knicks tá numa situação delicada — Tom Thibodeau foi demitido depois de chegar a duas vitórias das finais, e agora Mike Brown tem que provar que era o problema mesmo. Karl-Anthony Towns ainda não encaixou direito no sistema, e a defesa sob pressão continua sendo uma interrogação gigante.

    Cleveland fechou forte com James Harden chegando (19-7 de aproveitamento), e Evan Mobley finalmente mostrou por que tinha tanto hype. Mas convenhamos — vocês confiam no Harden numa série eliminatória contra Detroit? Eu tenho minhas reservas.

    Olha, sete times brigando por título é coisa rara de ver. Vai ser uma pós-temporada histórica, tenho certeza. E vocês, em quem estão apostando as fichas?

  • Os 5 times que podem brigar pelo título têm um padrão claro

    Os 5 times que podem brigar pelo título têm um padrão claro

    Olha só que interessante: apenas cinco times da NBA terminaram a temporada regular no top-10 tanto no ataque quanto na defesa. E por que isso importa? Porque historicamente, desde 1974, cerca de 75% dos campeões da NBA tiveram essas duas características durante a temporada regular.

    É tipo uma receita de bolo para ser campeão, sabe?

    Thunder lidera a defesa, mas todos estão equilibrados

    O Oklahoma City Thunder foi o monstro defensivo da liga, liderando com rating defensivo de 107.2, enquanto manteve um respeitável 119.2 no ataque (7º lugar). Cara, ver esse time defendendo é um espetáculo — são jovens, mas jogam com uma maturidade absurda.

    Os Spurs de San Antonio ficaram em 3º na defesa (110.9) e 5º no ataque (119.3). Wembanyama tá transformando aquele time numa muralha. O Detroit Pistons — sim, o Pistons! — teve a 2ª melhor defesa (109.7) e ficou em 10º no ataque (117.7).

    Do lado mais ofensivo, temos o Boston Celtics com o 2º melhor ataque da liga (120.7) e 4ª defesa (112.8). E o New York Knicks fechou o grupo com 3º lugar no ataque (120.0) e 8º na defesa (113.4).

    Net rating não mente

    Todos esses cinco times também ficaram no top-5 do net rating geral, que é basicamente a diferença entre pontos marcados e sofridos por 100 posses. É a estatística que mais revela a consistência de um time nas duas pontas da quadra.

    Agora, o interessante é que Denver Nuggets e Cleveland Cavaliers têm odds melhores para o título do que Knicks e Pistons, mesmo não estando nesse grupo seleto. Será que as casas de apostas estão certas ou os números históricos vão prevalecer?

    Uma coisa é fato: times que ficam fora do top-10 em uma categoria geralmente compensam ficando no top-3 da outra. O exemplo perfeito disso foi o Houston Rockets de 1995 — a única exceção histórica que ganhou o título ficando fora do top-10 nas duas pontas.

    E aí, quem vocês acham que vai confirmar essa estatística e levar o anel este ano?

  • Quickley machuca e deixa Raptors na bronca antes dos playoffs

    Quickley machuca e deixa Raptors na bronca antes dos playoffs

    Olha, se tem uma coisa que todo fã de NBA odeia é lesão na reta final da temporada. E foi exatamente isso que aconteceu com Immanuel Quickley, do Toronto Raptors. O cara machucou o posterior da coxa (hamstring strain leve, pra ser mais técnico) e agora tá day-to-day — aquela situação chata onde ninguém sabe direito quando volta.

    A ressonância magnética confirmou o que todo mundo já desconfiava: não é nada grave, mas também não é brincadeira. Sinceramente, eu acho que os Raptors deram sorte de não ser algo pior, porque o jeito que ele saiu de quadra deixou todo mundo preocupado.

    Numbers que impressionam

    Vamos falar dos números do Quickley nesta temporada, que foram absurdos mesmo. O cara teve média de 16.4 pontos, 5.9 assistências (recorde pessoal dele!) e 4.0 rebotes em 70 jogos — todos como titular. Detalhe importante: ele jogou mais de 31 minutos por partida, ou seja, é peça fundamental no esquema do técnico.

    Vinte jogos com 20 pontos ou mais e oito double-doubles. Pra um cara que chegou em Toronto meio na surdina, vindouro do banco do Knicks, se estabeleceu pra caramba como armador titular. E agora justo na hora que mais precisa dele…

    Timing horrível para os playoffs

    A situação fica ainda mais complicada quando a gente lembra que Toronto vai enfrentar o Cleveland Cavaliers na primeira rodada dos playoffs de 2026. Os Cavs não são moleza não — time físico, bem treinado, e que historicamente dá trabalho nos playoffs.

    Sem o Quickley 100%, fica difícil pros Raptors. O cara virou o cérebro do time, aquele jogador que faz as coisas acontecerem quando a defesa aperta. E playoffs é justamente quando essas diferenças aparecem mais.

    Vocês acham que ele consegue se recuperar a tempo do primeiro jogo? Eu tô na torcida, porque seria uma pena perder um playoff por causa de uma lesão boba dessas. Day-to-day significa que pode ser amanhã ou pode ser semana que vem. No basquete, a gente nunca sabe.

  • Natalie Sago faz história: terceira mulher a apitar playoffs da NBA

    Natalie Sago faz história: terceira mulher a apitar playoffs da NBA

    Cara, imagina a tensão: você tá no aeroporto e toca o telefone do chefe da arbitragem da NBA. Primeira coisa que passa na cabeça? “Ferrou, fiz alguma besteira no jogo de ontem”. Foi exatamente isso que rolou com Natalie Sago no sábado passado, em Salt Lake City.

    Mas não, não foi bronca não. Era pra comunicar uma notícia histórica: ela virou a terceira mulher na história da NBA a ser escolhida para apitar os playoffs! Que coisa absurda, né?

    História sendo feita no apito

    Olha, eu acompanho NBA há muito tempo e sempre fico emocionado quando vejo essas barreiras sendo quebradas. A Sago agora entra num clube bem seleto – antes dela, só a lendária Violet Palmer (que abriu os caminhos entre 2006-2012) e Ashley Moyer-Gleich (que apitou em 2024) conseguiram chegar nos playoffs.

    A galera pode não saber, mas chegar nos playoffs da arbitragem é parada séria. Dos cerca de 70 árbitros da NBA, menos da metade é escolhida. É tipo ser convocado pra seleção – só os melhores dos melhores vão.

    “Quando você está numa corda bamba sem rede embaixo e depende da pessoa pra te segurar, você não liga pro gênero dela”, disse Monty McCutchen, que cuida do desenvolvimento dos árbitros na liga. “Você só quer saber se ela foi treinada direito e se pode confiar nela.” Pura verdade.

    A pressão de representar

    Uma coisa que me chamou atenção foi o que a Sago falou: “É uma honra. Quero fazer uma boa performance pras outras mulheres que vêm atrás de mim e pras menininhas que vão estar assistindo os playoffs.”

    Cara, que responsabilidade, não é? Ela não tá só apitando jogos – tá representando. Mas ao mesmo tempo, a mina tem razão quando diz que quer ser vista apenas como “árbitra da NBA”, não como “a quinta mulher contratada na história”.

    Sinceramente, acho que esse é o futuro que a gente quer: onde isso vire algo normal, rotineiro. Onde a gente fale dos árbitros pelos calls que fazem, não pelo gênero.

    Experiência que conta

    A Sago não é novata não, viu. Tem mais de 400 jogos da NBA no currículo e foi promovida pro staff fixo em 2018, junto com a Moyer-Gleich. O pai dela arbitra basquete há mais de 30 anos – ou seja, basquete tá no sangue mesmo.

    E olha, quando você vê a lista dos veteranos que vão apitar esses playoffs – Scott Foster com 262 jogos, Marc Davis com 218, Tony Brothers com 216 – dá pra entender o nível de excelência que a liga exige. A Sago tá entrando numa seleta onde cada call pode mudar uma série inteira.

    E aí, vocês acham que a presença de mais mulheres na arbitragem vai trazer alguma diferença pro jogo? Eu tô ansioso pra ver como ela se sai nesses playoffs. História sendo escrita em quadra!

  • Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Cara, o Zion Williamson tá puto. E com razão.

    Sete temporadas na NBA. SETE. E nenhum jogo de playoff. Para um cara que foi primeira escolha geral do Draft, isso é de cortar o coração. Na coletiva pós-temporada dos Pelicans, o monstro de 25 anos foi direto ao ponto: “Vai ser um verão diferente”.

    A frustração é real

    Olha, eu entendo a revolta do cara. 21 pontos de média, jogou 62 partidas (que para os padrões do Zion é quase um milagre), mas o time ganhou apenas 22 desses jogos. New Orleans terminou com 26-56 — longe até do play-in do Oeste.

    “Meu jogo em quadra foi… OK”, disse Zion. OK? Mano, quando você fala que foi “OK” é porque no fundo sabe que podia ter sido muito melhor. E ele admitiu: “Individualmente, tenho muito para trabalhar. Quero conseguir atacar de várias áreas da quadra, ser imprevisível no ataque.”

    Sinceramente? Acho que essa autocrítica é o primeiro passo para a evolução dele.

    O fantasma das lesões ainda assombra

    Vamos ser justos: Zion conseguiu jogar 35 jogos consecutivos nesta temporada — recorde pessoal para ele. Das 556 partidas possíveis na carreira, perdeu 280 por lesões. É quase metade da carreira no departamento médico.

    O Dejounte Murray, veterano do time, elogiou os cuidados que Zion tem tomado: “Acho que ele tá entendendo. Precisa continuar cuidando do corpo, da mente, e seu desenvolvimento é crucial.”

    E olha, essa disponibilidade maior pode até torná-lo mais atrativo para outros times em possíveis trocas. Mas Zion foi categórico: não quer sair de New Orleans.

    “New Orleans é minha casa”

    “Não digo isso porque estou na frente das câmeras”, disparou Zion. “Quando acaba a temporada, muitos caras deixam a cidade. Eu moro aqui. Estou aqui desde os 19 anos.”

    O cara tem contrato de quase US$ 200 milhões por cinco anos, com duas temporadas restantes. E confia 100% na visão do Joe Dumars, o novo VP de operações de basquete — que, convenhamos, tem currículo de sobra com os títulos pelos Pistons.

    A meta para a próxima temporada? Jogar entre 75 e 82 partidas e — finalmente — disputar os playoffs. Para isso, ele promete conversas com Dumars, outros “Hall of Famers” e “jogadores campeões”.

    “Tô procurando uma abordagem diferente porque é frustrante chegar aqui todo ano sem estar nos playoffs”, desabafou. “E assumo minha responsabilidade nisso.”

    Vocês acham que dessa vez vai? Porque, cara… a torcida de New Orleans merece ver esse monstro brilhando nos playoffs pelo menos uma vez.

  • Lakers vão de 4º colocados no Oeste enfrentar os Rockets

    Lakers vão de 4º colocados no Oeste enfrentar os Rockets

    E assim termina mais uma temporada regular da NBA! Os Lakers conseguiram a 4ª posição no Oeste mesmo com um monte de problema – Luka Dončić e Austin Reaves estão machucados e devem perder boa parte (ou tudo) dos playoffs. Mas cara, o LeBron ainda é um monstro absoluto aos 41 anos.

    Na minha visão, essa classificação já é uma vitória considerando as circunstâncias. O time do JJ Redick conseguiu duas temporadas consecutivas com 50+ vitórias, o que não é brincadeira no Oeste competitivo que a gente conhece.

    Como ficaram as conferências

    No Leste, Detroit surpreendeu geral terminando em primeiro – quem diria que os Pistons iam liderar a conferência? Boston ficou em segundo, seguido pelos Knicks. Já no Oeste, OKC manteve a liderança, San Antonio em segundo e Denver completando o top 3.

    Os Lakers pegaram Houston na primeira rodada. Sinceramente, sem o Luka e o Reaves, vai ser osso. Mas olha, nunca duvide de um LeBron em playoffs – o cara já nos surpreendeu tantas vezes que perdi as contas.

    Play-in e draft já na mira

    O formato do play-in continua o mesmo: 2º colocado pega o vencedor do jogo 7×8, enquanto o 1º colocado espera pelo vencedor da repescagem entre perdedor do 7×8 e vencedor do 9×10. Meio confuso? É, mas funciona.

    E já que falamos de futuro – os Lakers vão ter uma escolha de primeira rodada no draft, entre a 24ª e 25ª posição (vai ser decidido no cara ou coroa com os Knicks). Nada demais, mas em um draft que promete ser profundo, qualquer escolha pode render.

    Washington lidera as odds da loteria com 14% de chance da primeira escolha. Brooklyn e Indiana também têm 14%. Várias franquias claramente ‘tankaram’ essa temporada pensando no draft de 2026.

    Vocês acham que os Lakers conseguem passar dos Rockets mesmo desfalcados? Eu tenho minhas dúvidas, mas playoff é playoff – e LeBron em playoff é sempre imprevisível. Vamos ver se o Rei consegue mais uma mágica!

  • Sixers complicam tudo no Play-In: calendário oficial saiu!

    Sixers complicam tudo no Play-In: calendário oficial saiu!

    Cara, é sempre o Philadelphia 76ers que tem que complicar as coisas, né? A NBA acabou de divulgar o calendário completo do Play-In e da primeira rodada dos playoffs, e adivinha quem conseguiu bagunçar até a programação da liga?

    Com a temporada regular 2025-26 finalmente no arquivo, os Sixers garantiram a 7ª posição no Leste — tirando essa vaga do Orlando Magic literalmente no último suspiro. E agora? Vão receber justamente o Magic na Filadélfia, quarta-feira dia 15, às 19h30 (horário de Brasília: 20h30).

    Normalmente os dois jogos 7º vs 8º acontecem na terça que abre o torneio, mas como o time de hockey dos Flyers joga seu último jogo da temporada no mesmo dia… bom, alguém teve que ceder, né?

    A matemática cruel do Play-In

    Se os Sixers perderem para o Magic (e olha, não seria surpresa nenhuma), vão ter que jogar de novo na sexta, dia 17, também às 19h30, contra quem ganhar entre Hornets e Magic. Sinceramente? Com o Joel Embiid praticamente descartado para boa parte — se não toda — a primeira rodada, eu não boto muita fé nesse time.

    Uma curiosidade: todos os jogos do Play-In vão passar no Amazon Prime esse ano. Aparentemente a NBA tá testando todas as plataformas possíveis pra ver onde o público mais assiste.

    O que vem depois

    Agora, se o Philadelphia conseguir sair do Play-In (e é um ‘se’ bem grande), a primeira rodada começa no domingo, dia 19. Dependendo de como as coisas rolarem:

    – Se mantiverem a 7ª posição, pegam o Boston Celtics (monstros absolutos) domingo à 1h da tarde, com transmissão da ABC

    – Se caírem pra 8ª, viajam pra Detroit encarar os Pistons às 6h30 da tarde, pela NBC/Peacock

    Olha, eu não sei vocês, mas quatro dias extras de descanso podem ser exatamente o que esse time precisa. Especialmente depois daquela performance bizarra do Magic contra Boston recentemente — quem assistiu sabe do que eu tô falando.

    E aí, galera do Sexto Homem, acham que os Sixers conseguem passar do Play-In sem o Embiid? Ou vão fazer igual sempre e decepcionar a gente logo de cara?