Tag: NBA polêmicas

  • Locutor de Chicago detona: ‘Fãs do Knicks são os mais chatos dos EUA’

    Locutor de Chicago detona: ‘Fãs do Knicks são os mais chatos dos EUA’

    Mano, tem coisa mais engraçada que um cara de Chicago chamando OUTROS fãs de chatos? Pois é, foi exatamente isso que aconteceu essa semana quando Laurence Holmes, apresentador de rádio esportiva da Cidade dos Ventos, mandou uma dessa no ar.

    “Eu acho que os fãs do Knicks são os mais chatos de todo o esporte americano”, declarou Holmes no programa da 104.3 The Score, na sexta-feira. O cara não teve papas na língua mesmo.

    A ironia vinda de Chicago

    Olha, eu não podia deixar passar a ironia dessa situação. Chicago criticando Nova York? A mesma Chicago cujo Bulls destruiu os sonhos dos nova-iorquinos nos anos 90 com Jordan? É como se o Pelé criticasse o futebol brasileiro, né não?

    O parceiro de programa do Holmes, Matt Spiegel, pelo menos teve o bom senso de discordar na hora. “Cara, eu não acredito que isso seja verdade”, rebateu Spiegel, que ainda sugeriu que os fãs do Cardinals de St. Louis no baseball mereciam mais esse título.

    Aí o Holmes mandou a real que doeu: “Pelo menos o Cardinals tem alguns anéis recentes que justificam a arrogância deles. Mas vocês do Knicks não ganharam nada desde a era Ford”. Ouch. Doeu até em mim aqui.

    Bulls falando de sofrimento?

    Sinceramente, acho meio tosco um fã do Bulls falando de sofrimento alheio. Desde que Jordan pendurou as chuteiras em 98, o que o Chicago fez de relevante na NBA? Praticamente nada. Estão na mesma vala comum dos times esquecidos.

    O mais hilário foi quando contaram pro Holmes que o Knicks tinha mais derrotas que qualquer outro time da NBA no século 21 até 2021, e o cara simplesmente respondeu “que bom” e ainda completou: “Espero mais quatro”. Que maldade, mano!

    E aí, vocês concordam com o cara de Chicago? Ou acham que ele tá sendo muito injusto com a torcida do Knicks? Porque olha, convenhamos – depois de décadas de sofrimento, se o time finalmente tá nas finais (segundo o artigo), deixa o pessoal de Nova York comemorar em paz, né?

  • Buffalo Wild Wings vira alvo de críticas por convidar invasor das Finals

    Buffalo Wild Wings vira alvo de críticas por convidar invasor das Finals

    Olha só a confusão que deu! O Buffalo Wild Wings resolveu “homenagear” o maluco que invadiu a quadra no Jogo 1 das Finals entre Knicks e Spurs — e cara, a internet não perdoou.

    A situação toda começou quando um fã decidiu que seria uma boa ideia correr até o Victor Wembanyama durante o jogo em San Antonio pra tirar uma selfie. Obviamente foi barrado pela segurança, preso e banido da NBA pra sempre. Até aqui, tudo normal — palhaçada tem consequência.

    A “genial” ideia do Buffalo Wild Wings

    Mas aí que vem o plot twist. No dia seguinte, o Buffalo Wild Wings postou no X: “Internet, nos ajudem a encontrar o fã banido. Ele pode assistir o resto das Finals no B-Dubs por nossa conta”.

    Sinceramente? Que ideia mais furada. A publicação teve 4,8 milhões de visualizações — sucesso de engajamento, mas pelo motivo errado.

    Na minha opinião, premiar comportamento idiota só incentiva mais gente a fazer a mesma coisa. E não fui só eu que pensei assim, viu.

    A revolta foi geral

    Os comentários foram impiedosos. “Nunca mais como no BWW se vocês recompensarem isso”, escreveu um usuário. Outro foi direto: “Isso é completamente insano e só vai encorajar esse comportamento”.

    O mais engraçado (ou constrangedor) foi quando o Blake Griffin entrou na discussão: “Essa não é a parada. A @wingstop nunca faria isso #naoeumanunciopago”. E a Wingstop, concorrente direta, ainda concordou com ele. Que vexame!

    Mas nem todo mundo criticou. Alguns defenderam: “Claro que ele fez algo errado, mas que maneira de aparecer!”. Também tem aquela galera que acha que o pessoal está exagerando — “É impressionante quantas pessoas se ofendem com um garoto correndo numa quadra de basquete”.

    O que aconteceu mesmo?

    Pra quem perdeu: no quarto período do Jogo 1, o cara literalmente parou o jogo pra tentar uma selfie com Wemby. O francês até deu risada da situação, enquanto o Mitchell Robinson ficou com cara de paisagem. Segurança chegou rapidinho e levou o invasor.

    NBA não brincou em serviço — além da prisão, banimento vitalício de todas as arenas da liga. Um segundo envolvido também foi banido.

    E aí, vocês acham que o Buffalo Wild Wings acertou na “estratégia de marketing” ou foi uma baita furada? Eu fico com a galera que pensa que premiar palhaçada só vai dar mais palhaçada. O negócio é assistir o jogo da arquibancada mesmo, como todo mundo civilizado faz.

  • Stephen A. Smith defende Spurs de críticas absurdas sobre hino

    Stephen A. Smith defende Spurs de críticas absurdas sobre hino

    Cara, que tempestade em copo d’água foi essa? O Stephen A. Smith teve que sair em defesa dos San Antonio Spurs porque uma galera começou a criticar o time por “desrespeitar” o hino americano antes do Jogo 1 das Finais da NBA contra o New York Knicks. O pessoal ficou revoltado porque os jogadores não colocaram a mão no peito durante o hino.

    Sinceramente? Que crítica mais descabida.

    Stephen A. mandou a real

    O analista da ESPN foi direto ao ponto no Twitter: “Isso é completamente falso. Tem um monte de gente que escuta o hino nacional e simplesmente abaixa a cabeça com as mãos na frente ou atrás do corpo, prestando respeito. Colocar a mão no coração não é obrigatório”.

    E ele tá certo, cara. A maioria dos atletas dos quatro grandes esportes americanos — incluindo a NBA — fica com os braços ao lado do corpo durante o hino. Não é novidade nem desrespeito nenhum.

    O Victor Wembanyama estava com os braços cruzados, a maioria dos companheiros com os braços ao lado e olhando pro chão. Até o técnico Mitch Johnson estava de olhos fechados, parecendo estar rezando durante as últimas notas do hino.

    Polêmica sem sentido

    Olha, eu acompanho NBA faz anos e já vi essa discussão várias vezes. Lembram quando alguns jogadores se ajoelharam durante o hino em protesto? Aquilo sim gerou controvérsia real. Agora ficar criando caso porque um cara não pôs a mão no peito?

    O próprio Stephen A. citou os Minnesota Vikings da NFL, que entre 1967 e 1983, no tempo do técnico Bud Grant, tinham uma postura respeitosa diferente e ninguém falava nada. Cada um demonstra respeito do seu jeito.

    E vocês, o que acham dessa polêmica? Não é meio forçada demais criar caso por algo tão simples? Os Spurs estavam ali, concentrados, respeitosos — só não do jeitinho que alguns queriam ver. Às vezes parece que o pessoal procura pelo em ovo mesmo…

    No fim das contas, o importante era os caras estarem focados no que realmente importava: jogar bola nas Finais. E pelo visto, toda essa discussão não tirou a concentração deles do objetivo principal.

  • Donovan Mitchell virou meme por fala mal interpretada

    Donovan Mitchell virou meme por fala mal interpretada

    Cara, o que rolou com o Donovan Mitchell nas redes sociais essa semana foi de chorar. O cara deu uma entrevista de 12 minutos pro Andscape depois da eliminação dos Cavs, mas o que viralizou foi um clip de 10 segundos totalmente fora de contexto.

    A frase que todo mundo compartilhou foi: “Podemos ganhar um anel aqui. Podemos nunca ganhar um anel aqui. Mas eu venci na vida.”

    E aí começou a paulada. Os fãs saíram chamando o Mitchell de “losers mentality”, falando que ele não tem fogo competitivo, que tá conformado com a derrota. Um cara no Twitter escreveu que se o astro do seu time falasse isso, ele ia “vomitar”. Outro disse que o Mitchell “é simplesmente um perdedor”.

    A verdade por trás da fala

    Só que — e aqui vem o plot twist — ninguém viu a entrevista completa. O Mitchell estava participando de uma série documental no YouTube chamada “Donovan Mitchell On Losing to New York”, onde ele abriu o coração sobre a temporada inteira.

    Na entrevista real, ele explicou que o objetivo da série era “dar às pessoas uma experiência única do Donovan” e mostrar que “somos seres humanos de verdade”. O cara falou sobre riqueza geracional, sobre inspirar a juventude, sobre como a NBA é um negócio.

    E olha, sinceramente? Eu entendo a frustração dele. Imagina perder pros Knicks sendo natural de Nova York. O próprio Mitchell disse que não vai conseguir escapar dessa por muito tempo — vai no açougue da esquina e o cara do balcão é torcedor dos Knicks zoando ele.

    O problema das redes sociais

    Esse episódio mostra como as redes sociais distorcem tudo hoje em dia. Pegam 10 segundos de uma conversa de 12 minutos e fazem parecer que o cara desistiu da vida competitiva.

    Na real, quando você assiste a entrevista completa, dá pra ver que o Mitchell tá machucado com a eliminação, mas também tem maturidade pra entender que basquete não é tudo na vida. Cara tem contrato de 9 dígitos, mudou a vida da família dele, realiza sonhos de criança todos os dias.

    Vocês acham que ele tá errado em ter essa perspectiva? Ou preferem jogador que só vive basquete 24/7?

    Eu acho que o pessoal exagerou na crítica. O Mitchell sempre foi competitivo — não é uma frase tirada de contexto que vai mudar isso. Mas é aquela né, na internet todo mundo é especialista em psicologia esportiva.

  • Wemby mandou ‘bater forte’ nos companheiros antes da polêmica

    Wemby mandou ‘bater forte’ nos companheiros antes da polêmica

    Gente, surgiu um vídeo que tá pegando fogo na NBA e mostra exatamente o que a gente suspeitava: Victor Wembanyama LITERALMENTE mandou os companheiros baterem forte no McCain no final do Jogo 5. Absurdo.

    As câmeras flagraram o francesão sussurrando “hard foul” (falta forte) para Bismack Biyombo e Mason Plumlee quando saiu de quadra com o time perdendo por 14 pontos, faltando 2:20 para acabar. O Mike Tirico, narrador da NBC, confirmou isso durante a transmissão do Jogo 6 na quinta.

    A sequência que revoltou todo mundo

    Cara, depois que o Wemby saiu, foi um festival de porradaria no coitado do Jared McCain. Primeiro, o Plumlee deu uma cotovelada nas costas do garoto que derrubou ele no chão — falta que virou Flagrant 1 depois da revisão da liga. Um minuto depois, foi a vez do Biyombo meter lenha quando o McCain tentava uma bandeja.

    O Reggie Miller, que tava comentando o jogo, ficou indignado: “Vê só, são duas pancadas no McCain aqui no quinteto titular nos momentos finais do jogo. Ele não precisava estar em quadra nessa hora.” E olha, eu concordo 100% com o Miller.

    McCain mesmo ficou sem entender nada. Depois do jogo (que o Thunder ganhou 127-114), ele contou: “Foi maluco, cara. Eu não esperava, obviamente. A gente tava na linha do lance livre e eu perguntei: ‘Por que você fez isso, mano?’ E ele respondeu: ‘Tenho mais uma pra você também.’”

    Wemby cruzou a linha?

    Olha, eu entendo que o basquete é contato e que às vezes rola uma falta mais dura. Mas mandar os caras baterem de propósito? Isso aí é covardia, sinceramente. O McCain tava jogando pra caramba na primeira partida dele como titular na série — 20 pontos em 7 de 19 nos arremessos.

    O pior é que o plano meio que deu certo pro Spurs. Depois dessa palhaçada toda, eles foram lá e golearam 118-91 no Jogo 6, forçando o Jogo 7 decisivo em Oklahoma City neste sábado. Quem ganhar vai enfrentar os Knicks nas Finais, que começam dia 3 de junho.

    E vocês, acham que o Wemby passou dos limites ou foi só estratégia de playoff mesmo? Eu tô curioso pra ver se a liga vai fazer alguma coisa com isso ou se vai passar batido.

  • SGA manda advogados atrás da Underdog por jogo zoando ele

    SGA manda advogados atrás da Underdog por jogo zoando ele

    Rapaz, a coisa esquentou pro lado da Underdog. Os advogados do Shai Gilgeous-Alexander mandaram uma cartinha nada amigável pra empresa de fantasy sports, exigindo que eles parem de usar o nome e a imagem dele num joguinho chamado “Unethical Hoops”.

    Olha, eu vi o vídeo promocional e confesso que dei uma risada. O negócio é basicamente uma versão do jogo “Operação”, só que ao invés de tirar órgãos sem fazer barulho, você tem que roubar a bola do SGA sem cometer falta. A zoeira é pesada: “Shai transformou o basquete em caça às faltas e agora você tá defendendo ele”, dizia o site da Underdog.

    A polêmica do “foul baiting”

    E não é que eles pegaram no ponto mais sensível? O SGA virou meme nas redes sociais exatamente por isso — o cara é monstro em conseguir faltas. Nos playoffs, ele lidera disparado com 10,3 tentativas de lance livre por jogo. Pra você ter uma ideia, são 134 arremessos em apenas 13 jogos. Isso é 10 a mais que o James Harden em cinco jogos a menos!

    Sinceramente, acho que o pessoal exagera na crítica. O cara é inteligente, sabe usar o corpo e os árbitros estão apitando. Não é culpa dele se os defensores não sabem como marcá-lo sem fazer falta.

    Quando a zoeira vira processo

    Mas a Underdog foi longe demais na brincadeira. Usar nome, imagem e semelhança sem autorização é osso, principalmente quando você tá lucrando em cima disso. O advogado do SGA, Eric Fishman, foi direto ao ponto: quer que parem com tudo — site, redes sociais, marketing, o escambau todo.

    O mais engraçado é que até agora o site ainda tá no ar com QR code pra ganhar o jogo. A Underdog não quis comentar (claro né), mas imagino que os advogados deles já devem estar correndo atrás de uma solução.

    E aí, vocês acham que o SGA tá certo em processar ou era só uma zoeira inocente que foi longe demais? Eu entendo os dois lados, mas usar a imagem de alguém pra lucrar sem autorização é complicado mesmo.

  • Edwards defende cumprimento aos Spurs: ‘Por isso sou quem sou’

    Edwards defende cumprimento aos Spurs: ‘Por isso sou quem sou’

    Cara, vocês viram a polêmica que o Anthony Edwards criou nos playoffs? O cara foi lá no huddle dos Spurs cumprimentar o pessoal deles quando ainda faltavam 8 minutos pro jogo acabar. Oito minutos! Com os Wolves perdendo de lavada e praticamente eliminados.

    Olha, eu entendo os dois lados aqui. Por um lado, fair play sempre é bonito de ver no esporte. Por outro… mano, ainda tinha jogo rolando! Normalmente esse tipo de cumprimento acontece depois do apito final, não é?

    A reação foi imediata

    Os analistas da Amazon Prime ficaram de queixo caído. Dirk Nowitzki, Blake Griffin e Udonis Haslem falaram que nunca tinham visto isso antes nessas circunstâncias. O UD foi direto: “Como líder, eu não teria descido lá pra cumprimentar eles”.

    E sinceramente? Eu meio que concordo com o Haslem nessa. Liderança às vezes é sobre mostrar que você não desiste até o último segundo, mesmo quando tá tudo perdido. É sobre mandar uma mensagem pro seu time e pros seus fãs.

    Mas o Edwards não tá nem aí pra crítica.

    “Por isso sou eu e vocês são quem vocês são”

    No canal dele no YouTube, o Ant mandou a real: “Sinto que todo mundo tem sua opinião. Faltavam 8 minutos, mas a gente não ia voltar pro jogo. Quando você ganha uma série de playoffs, todo mundo tá comemorando no final, então eles iam tá sorrindo enquanto eu tava pistola por ter perdido”.

    A explicação dele faz sentido até certo ponto. O cara não queria ficar lá vendo os Spurs comemorarem na casa dos Wolves depois. Preferia resolver logo a situação do cumprimento.

    “Eu não queria cumprimentar eles de jeito nenhum, mas aí o que iam falar de mim? Seria uma conversa totalmente diferente”, explicou Edwards. “Dei o respeito que eles merecem. Podia ter esperado até o final do jogo, essa é a perspectiva de algumas pessoas, mas fiz o que fiz. Por isso sou eu e vocês são quem vocês são.”

    Essa última frase é muito cara de Edwards, não é? O moleque tem uma personalidade forte e não muda por pressão externa. Admiro isso nele.

    Performance mesmo machucado

    Uma coisa que não dá pra questionar: o Edwards deu tudo de si nessa série. Mesmo com uma contusão no joelho esquerdo que pegou contra o Denver, jogou os seis jogos contra San Antonio. Média de 23.7 pontos, com jogos de 32 e 36 pontos. O cara é um monstro.

    E claro, não podia deixar de mandar o recado final: “Tiro o chapéu pra eles. Vieram e jogaram pra caramba. Mas a gente volta. Vocês ganharam, vocês nos venceram, mas essa merda não vai durar pra sempre”.

    E aí, o que vocês acham? O Edwards fez certo em mostrar fair play ou faltou um pouco daquela mentalidade de nunca desistir? Eu ainda tô dividido nessa…

  • Schröder posta no Instagram após derrota e torcida detona

    Schröder posta no Instagram após derrota e torcida detona

    Cara, vocês viram o que o Dennis Schröder fez? O Cleveland perdeu de lavada para o Knicks ontem à noite por 109 a 93, ficou em desvantagem por 2-0 na série dos playoffs, e o alemão foi lá e postou uma foto no Instagram com a legenda “0-2”. Não é brincadeira.

    Olha, eu entendo que cada jogador lida com a derrota do jeito que consegue, mas isso aí foi de lascar. O jogo mal tinha acabado e o cara já estava no celular atualizando o placar da série. Os fãs não perdoaram nem um pouco.

    A performance que ninguém quer lembrar

    Schröder entrou no jogo como sexto homem e fez… 4 pontos, 4 rebotes e 3 assistências em 18 minutinhos. A missão principal dele era incomodar o Jalen Brunson na defesa — e até que estava indo bem até o quarto período, quando o Brunson simplesmente resolveu acabar com a festa dos Cavs.

    Dez pontos no último quarto só do Brunson. Dez! Enquanto isso, o Schröder estava lá vendo a banda passar. E depois ainda teve coragem de postar foto? Na moral, tem timing pra tudo na vida, mano.

    A internet não perdoa

    Os comentários no Instagram foram impiedosos. Um cara escreveu: “Por que você tá postando quando o time está sofrendo?” Outro mandou: “CARA, O JOGO ACABOU DE TERMINAR!”. Tem um que falou que ele atualiza o placar mais rápido que a ESPN — essa foi boa, não vou mentir.

    O mais pesado foi: “É por isso que você é trocado toda temporada”. Eitaaa! Essa doeu até em mim lendo aqui.

    Sinceramente? Cleveland já estava numa situação complicada. Perdeu uma vantagem de 22 pontos no Jogo 1 e agora está 2-0 atrás contra um Knicks que está jogando em casa e com tudo funcionando. A última coisa que o time precisava era de distração nas redes sociais.

    Vocês acham que isso afeta o psicológico do time? Porque uma coisa é certa: se o Schröder não melhorar drasticamente nos próximos jogos, essa postagem vai envelhecer muito mal. E olha que já está envelhecendo mal desde ontem à noite.

  • Dono do Blazers se defende: ‘Não sou mão-de-vaca, só não jogo dinheiro fora’

    Dono do Blazers se defende: ‘Não sou mão-de-vaca, só não jogo dinheiro fora’

    Olha, o Tom Dundon tá passando um sufoco desde que virou dono do Portland Trail Blazers em março. O cara ganhou fama de pão-duro na NBA toda, e isso virou praticamente um meme. Então quando ele apareceu no podcast Game Over com o Max Kellerman e o Rich Paul, era óbvio que iam cutucar essa ferida.

    E ele se defendeu, cara. Dundon, que também é dono do Carolina Hurricanes na NHL, disse que tem histórico de investir pesado quando precisa. “Eu só não quero desperdiçar dinheiro. Eu quero investir”, foi o que ele falou.

    A diferença entre economizar e ser esperto

    O mais interessante é que ele deu uns dados concretos. Segundo Dundon, o Blazers gasta 100 milhões de dólares A MAIS por ano do que os Hurricanes (sem contar salários de jogadores). E olha só: desde que ele comprou o time de hockey, eles têm o primeiro ou segundo melhor retrospecto da liga.

    “Vou ter vários massagistas. Vou ter a melhor comida. Vamos cuidar dos jogadores, porque isso ajuda a vencer”, ele garantiu. E sinceramente, faz sentido né? Investir onde importa pra performance, não jogar dinheiro em qualquer coisa.

    Mas aí que tá — algumas das histórias que pintaram ele como mão-de-vaca foram meio injustas mesmo.

    O caso dos two-way players que viralizou

    Lembram da história que explodiu nos playoffs? O cara não levou três jogadores two-way (Caleb Love, Chris Youngblood e Jayson Kent) pras duas primeiras partidas da série contra o San Antonio. Na época todo mundo caiu matando.

    Mas ele admitiu: foi vacilo mesmo. “Eu só cometi um erro. Simplesmente não entendo a liga”, disse. No hockey, aparentemente, não é costume levar galera extra porque pode atrapalhar o foco. Na NBA é diferente — e ele tá aprendendo isso na marra.

    E tem mais uma história bizarra: a imprensa disse que ele fez o staff sair mais cedo do hotel em Phoenix pra não pagar diária extra. Mas escuta a versão dele…

    A verdade por trás da polêmica do hotel

    Segundo Dundon, não foi bem assim. Em Phoenix em março (que é temporada alta lá), conseguir hotel é osso. O hotel queria os quartos de volta cedo porque estava lotado, mas topou deixar jogadores e técnicos ficarem até mais tarde pagando extra. Pro staff, ele organizou um almoço num salão do hotel às 13h45.

    “Eu estava lá embaixo também, conversando com o pessoal do departamento médico. Aprendi muito naquela hora”, contou. E olha, se o cara estava lá junto com a galera, não parece tão sacana assim, né?

    Ele foi direto: faria de novo. Quer uma cultura onde todo mundo trabalha junto, sem frescura.

    E aí, o que vocês acham? O cara tá sendo esperto ou realmente é mão-de-vaca? Uma coisa é certa: dono de time novo sempre passa por essa pressão. Vamos ver se ele consegue provar que investe onde precisa — começando pelos jogadores mesmo.

  • Chris Finch detona árbitro Tony Brothers: ‘Completamente sem profissionalismo’

    Chris Finch detona árbitro Tony Brothers: ‘Completamente sem profissionalismo’

    Olha, eu já vi muita coisa bizarra na NBA, mas o que rolou entre Chris Finch e o árbitro Tony Brothers no jogo 3 entre Timberwolves e Spurs foi de outro nível. O técnico do Minnesota saiu do jogo pistola e não poupou palavras na entrevista coletiva.

    A confusão toda começou no último quarto, quando Finch tentou pedir tempo técnico com 5:12 restando no cronômetro. O cara estava vendo que a jogada não ia dar em nada e quis parar o jogo. Só que o Brothers simplesmente ignorou o pedido e deixou a bola rolar até os 5:09.

    “Eu quero meus três segundos de volta”

    Depois do jogo, Finch contou exatamente o que aconteceu: “Eu falei pra ele: ‘quero meus três segundos de volta’. O cara me ouviu claramente pedindo timeout, olhou na minha direção, me ignorou e deixou a jogada seguir. Quase custou uma bola perdida pra gente.”

    Sinceramente, três segundos podem não parecer muito, mas na NBA isso é uma eternidade. Qualquer um que acompanha basquete sabe disso. E pior: depois que finalmente concedeu o tempo, o Brothers foi tirar satisfação com o técnico!

    Naz Reid vira pacificador

    A situação esquentou tanto que Naz Reid, o pivô do Minnesota, teve que entrar no meio dos dois pra separar a briga. Imagina a cena: um jogador tendo que apartar técnico e árbitro!

    Mas não parou por aí. Finch disse que depois perguntou pro Brothers de onde seria a reposição de bola — uma pergunta técnica normal, né? Aparentemente isso irritou ainda mais o árbitro.

    “Ele perdeu a linha”, disparou Finch sobre Brothers.

    Tony Brothers é um dos árbitros mais conhecidos da liga, mas também um dos mais polêmicos. O cara já se envolveu em outras confusões ao longo da carreira. Na minha opinião, árbitro tem que manter a compostura sempre, independente da situação.

    E vocês, o que acham? Técnico tem o direito de cobrar quando o árbitro demora pra conceder um timeout óbvio? Ou Finch exagerou na crítica?