Olha, o Tom Dundon tá passando um sufoco desde que virou dono do Portland Trail Blazers em março. O cara ganhou fama de pão-duro na NBA toda, e isso virou praticamente um meme. Então quando ele apareceu no podcast Game Over com o Max Kellerman e o Rich Paul, era óbvio que iam cutucar essa ferida.
E ele se defendeu, cara. Dundon, que também é dono do Carolina Hurricanes na NHL, disse que tem histórico de investir pesado quando precisa. “Eu só não quero desperdiçar dinheiro. Eu quero investir”, foi o que ele falou.
A diferença entre economizar e ser esperto
O mais interessante é que ele deu uns dados concretos. Segundo Dundon, o Blazers gasta 100 milhões de dólares A MAIS por ano do que os Hurricanes (sem contar salários de jogadores). E olha só: desde que ele comprou o time de hockey, eles têm o primeiro ou segundo melhor retrospecto da liga.
“Vou ter vários massagistas. Vou ter a melhor comida. Vamos cuidar dos jogadores, porque isso ajuda a vencer”, ele garantiu. E sinceramente, faz sentido né? Investir onde importa pra performance, não jogar dinheiro em qualquer coisa.
Mas aí que tá — algumas das histórias que pintaram ele como mão-de-vaca foram meio injustas mesmo.
O caso dos two-way players que viralizou
Lembram da história que explodiu nos playoffs? O cara não levou três jogadores two-way (Caleb Love, Chris Youngblood e Jayson Kent) pras duas primeiras partidas da série contra o San Antonio. Na época todo mundo caiu matando.
Mas ele admitiu: foi vacilo mesmo. “Eu só cometi um erro. Simplesmente não entendo a liga”, disse. No hockey, aparentemente, não é costume levar galera extra porque pode atrapalhar o foco. Na NBA é diferente — e ele tá aprendendo isso na marra.
E tem mais uma história bizarra: a imprensa disse que ele fez o staff sair mais cedo do hotel em Phoenix pra não pagar diária extra. Mas escuta a versão dele…
A verdade por trás da polêmica do hotel
Segundo Dundon, não foi bem assim. Em Phoenix em março (que é temporada alta lá), conseguir hotel é osso. O hotel queria os quartos de volta cedo porque estava lotado, mas topou deixar jogadores e técnicos ficarem até mais tarde pagando extra. Pro staff, ele organizou um almoço num salão do hotel às 13h45.
“Eu estava lá embaixo também, conversando com o pessoal do departamento médico. Aprendi muito naquela hora”, contou. E olha, se o cara estava lá junto com a galera, não parece tão sacana assim, né?
Ele foi direto: faria de novo. Quer uma cultura onde todo mundo trabalha junto, sem frescura.
E aí, o que vocês acham? O cara tá sendo esperto ou realmente é mão-de-vaca? Uma coisa é certa: dono de time novo sempre passa por essa pressão. Vamos ver se ele consegue provar que investe onde precisa — começando pelos jogadores mesmo.

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