Tag: Portland Trail Blazers

  • Stacey King morreu aos 59 anos: o herói esquecido dos Bulls em 92

    Stacey King morreu aos 59 anos: o herói esquecido dos Bulls em 92

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. O basquete perdeu Stacey King no domingo, aos 59 anos. Talvez você não lembre dele, mas esse cara foi FUNDAMENTAL para os Bulls ganharem o título de 1992. E olha que ele nem era estrela, viu?

    King jogou pelos Bulls de 1989 a 1994 e ganhou três anéis (91, 92 e 93). Depois virou comentarista da TV do time. Mas tem uma história que tá vindo à tona agora sobre como ele literalmente salvou Michael Jordan no Jogo 6 das Finais de 92 contra o Portland.

    O momento que mudou tudo

    Chicago estava tomando uma surra dos Trail Blazers no quarto período. Jordan tava no banco — imagina isso hoje? Phil Jackson tinha tirado o cara do jogo! Foi aí que King entrou e simplesmente resolveu.

    Ele acertou uma bandeja e começou uma sequência absurda: sete posses seguidas dos Bulls pontuando. SETE! King foi o cara que colocou Chicago de volta no jogo, diminuindo pra apenas três pontos de diferença. Foi só então que Jackson colocou MJ de volta.

    E o que aconteceu depois? Jordan voltou inspirado, acertou um arremesso logo de cara, Pippen meteu uma bola de três no fim dos 24 segundos e — pasmem — os Bulls empataram o jogo em 85. De lá pra frente foi só Bulls na frente.

    Muito mais que um coadjuvante

    Sinceramente, essa história mostra como o basquete é um esporte coletivo. Jordan era um monstro, mas precisava dos companheiros. E King, que muita gente nem lembra, foi quem deu a força que o time precisava no momento mais crítico.

    Depois dos Bulls, o cara ainda jogou pelos Timberwolves, Heat, Celtics e Mavericks. Até no exterior ele passou. Mas foi em Chicago que ele encontrou sua casa — tanto como jogador quanto como comentarista depois.

    Jerry Reinsdorf, dono dos Bulls, disse que King era “uma personalidade verdadeiramente única” na história da franquia. E olha, três décadas ligado ao time não é pouca coisa, né?

    Vocês acham que a gente dá valor suficiente pros coadjuvantes dos grandes times? King provou que às vezes são esses caras que fazem a diferença quando mais importa.

  • Portland tá disposto a apostar tudo no Giannis, mesmo sem garantias

    Portland tá disposto a apostar tudo no Giannis, mesmo sem garantias

    Olha, eu sempre achei que Portland era meio doido, mas dessa vez eles passaram dos limites. Os Trail Blazers estão dispostos a ir com tudo atrás do Giannis Antetokounmpo, mesmo sem nenhuma garantia de que o cara vai ficar por lá a longo prazo.

    A situação é a seguinte: o Greek Freak tem só mais um ano de contrato garantido (mais de 58 milhões de dólares, só pra vocês terem noção), e todo mundo espera que ele decline a opção de jogador de 2027-28 — que vale mais de 62 milhões — pra assinar um novo contrato máximo. Provavelmente o último da carreira dele.

    A loucura de Portland

    Segundo o Shams Charania da ESPN, Portland tá disposto a fazer essa trade “não importa o risco”. Cara, isso é quase um suicídio no mundo NBA. Imagina trocar suas jovens promessas e picks de draft por um cara que pode vazar depois de uma temporada?

    Mas eu entendo a lógica deles. Eles têm uma base interessante agora: o Scoot Henderson (que foi a segunda escolha geral em 2023, logo depois do Wembanyama), o Shaedon Sharpe que é um monstro atlético, o Toumani Camara, e o Donovan Clingan no garrafão. Sem falar que o Damian Lillard voltou pra casa depois daquela passagem frustrante pelo Milwaukee.

    O fator Jrue Holiday

    E tem um detalhe interessante: o Jrue Holiday tá no elenco de Portland. Esse cara ganhou o anel de 2021 junto com o Giannis no Bucks. Coincidência? Eu acho que não. Holiday já provou que tem química com o grego, e isso pode ser um fator decisivo numa possível negociação.

    O maluco do Holiday tem uma trajetória bizarra — saiu do Milwaukee pra Portland em 2023 na trade do Lillard, foi parar no Boston, ganhou o título de 2024 com os Celtics, e agora tá de volta em Portland. É muita viagem pra um cara só.

    Na real, eu fico pensando: será que Portland não tá sendo ingênuo demais? O Giannis, mesmo aos 31 anos, ainda é um dos melhores do mundo. Foram 27.6 pontos, 9.8 rebotes e 5.4 assistências por jogo na última temporada, mesmo jogando só 36 partidas por causa de lesão.

    A concorrência tá pesada

    Mas Portland não tá sozinho nessa corrida. Miami continua sendo o favorito (e vocês sabem como o Pat Riley é convincente), Orlando Magic tá na briga, e até mesmo o Boston pode entrar na dança. Ou seja, a concorrência é de dar medo.

    Sinceramente? Eu admiro a coragem dos Blazers. Em um mundo NBA onde todo mundo joga pelo seguro, eles tão dispostos a apostar alto. Pode dar muito certo ou muito errado — não tem meio termo.

    E aí, vocês acham que Portland tem estrutura pra convencer o Giannis a ficar? Ou essa pode ser a trade mais arriscada da década?

  • Splitter entre os finalistas! Blazers decidem técnico em breve

    Splitter entre os finalistas! Blazers decidem técnico em breve

    Gente, que reviravolta! O Tiago Splitter tá entre os três finalistas pra comandar o Portland Trail Blazers na próxima temporada. E olha que nem todo mundo apostava nisso depois de toda essa confusão que rolou no final da temporada.

    Segundo o pessoal do The Stein Line, sobraram apenas três nomes na disputa: o próprio Splitter (que tá comandando interinamente), Micah Nori (assistente do Minnesota) e Tyler Lashbrook (do Boston). Os outros dois que estavam na lista — Jeff Van Gundy (Clippers) e Mike Williams (Utah) — foram cortados.

    O processo tá devagar por causa do hockey?

    Aqui que fica interessante: a busca por técnico tá meio travada porque o dono do Blazers, Tom Dundon, também é dono do Carolina Hurricanes (NHL) que tá na final da Stanley Cup. Cara, imagina ter que escolher técnico de basquete enquanto seu time de hockey tá disputando o título? Prioridades, né?

    Mas vamos ao que interessa mesmo. O Splitter fez um trabalho monstro essa temporada. Pegou um time que tava meio perdido, comandou eles pra um 42-40 (nada mal!) e levou pros playoffs como 7º colocado do Oeste. Ok, tomaram 4×1 do San Antonio na primeira rodada, mas convenhamos: ninguém esperava que esse Portland chegasse tão longe.

    A treta com a diretoria

    Só que nem tudo são flores. Rola que o Splitter meio que se desentendeu com a diretoria na hora de negociar um novo contrato. Pelo que tô vendo, a proposta veio bem abaixo do que ele esperava. E aí fica aquela: será que o Dundon tá sendo mão de vaca ou realmente não acredita 100% no trabalho do brasileiro?

    O mais louco é que os próprios jogadores do Portland curtiram muito trabalhar com o Splitter. Vestiário unido, cara técnico respeitado… parecia coisa certa pra renovar. Mas aí entra essa história de corte de custos que deixa tudo em aberto.

    E pra complicar ainda mais: o Chicago Bulls também tá de olho no nosso conterrâneo! Imagina só, depois de tanto tempo sem brasileiro comandando time da NBA, o Tiago pode ter até que escolher entre propostas.

    E agora, José?

    Na minha opinião, seria uma loucura o Portland não efetivar o Splitter. O cara provou que consegue trabalhar com grupo jovem, levou o time além das expectativas e tem o respeito dos jogadores. Mas né, política interna de franquia é coisa complicada.

    Vocês acham que ele consegue a vaga? Ou será que vão apostar em uma das outras opções? Sinceramente, torço muito pro nosso compatriota dar certo. Faz tempo que não temos representação brasileira no comando técnico da liga, e o Tiago mostrou que tem potencial pra ficar muito tempo por lá.

    O que é certo é que a decisão deve sair logo. Com apenas três finalistas e a temporada se aproximando, não dá pra ficar empurrando isso com a barriga muito tempo.

  • Lenda dos Blazers Rick Adelman morre aos 79 anos

    Lenda dos Blazers Rick Adelman morre aos 79 anos

    O basquete americano perdeu uma lenda ontem. Rick Adelman, técnico histórico do Portland Trail Blazers e um dos grandes nomes da NBA, morreu aos 79 anos na segunda-feira. Cara, é dessas notícias que te pegam de surpresa e fazem você parar pra lembrar de tudo que esse cara representou.

    29 anos na liga. VINTE E NOVE. Sendo que 23 deles como técnico principal. O maluco simplesmente viveu e respirou NBA por quase três décadas. E não foi qualquer passagem não — Adelman levou os Blazers pra duas finais consecutivas em 1990 e 1992. Imagina a emoção de Portland naquela época?

    Mais que um técnico, uma instituição

    O que mais me impressiona no Adelman é a longevidade. O cara não foi só técnico dos Blazers — passou por Golden State Warriors, Sacramento Kings, Houston Rockets e Minnesota Timberwolves. 1.042 jogos dirigidos, que o coloca como 10º na história da NBA. Absurdo, né?

    E antes de ser técnico, ele jogou! Oito temporadas como jogador (1968-1975), sendo três justamente em Portland. Então ele conhecia a organização por dentro e por fora. Talvez seja por isso que conseguiu extrair o melhor daqueles times dos Blazers no início dos anos 90.

    O legado continua vivo

    Aqui vem uma curiosidade que vocês talvez não saibam: o filho dele, David Adelman, é o atual técnico do Denver Nuggets. O basquete realmente corre no sangue da família. Rick foi casado com Mary Kay por 56 anos (que relacionamento sólido!), pai de seis filhos e avô de doze netos.

    A Associação dos Técnicos da NBA fez questão de destacar que Adelman será lembrado “não apenas como técnico e jogador, mas como mentor de muitos na comunidade do basquete”. E olha, entrando no Hall da Fama em 2021, ele teve o reconhecimento que merecia em vida.

    Sinceramente, acho que a gente às vezes não valoriza o suficiente esses caras que dedicaram a vida inteira ao esporte. Rick Adelman foi dessas figuras que ajudaram a construir a NBA que conhecemos hoje. Portland pode estar passando por mudanças com a nova direção, mas a memória desse cara vai ficar pra sempre na franquia.

    Descanse em paz, lenda. O basquete fica mais pobre sem você.

  • Rick Adelman nos deixou aos 79 anos – uma lenda que moldou a NBA

    Rick Adelman nos deixou aos 79 anos – uma lenda que moldou a NBA

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, nos deixou aos 79 anos. E olha, quando Adam Silver fala que alguém era “brilhante” e “ainda melhor pessoa”, você sabe que estamos falando de um gigante do basquete.

    Adelman não foi só mais um técnico — foi um cara que revolucionou a forma de se jogar basquete. Quase 30 anos dedicados ao jogo, primeiro como jogador (de 1968 a 1975, rodando por times como Rockets, Trail Blazers, Bulls), depois como um dos estrategistas mais geniais que já vi.

    O mago de Portland que quase conquistou tudo

    A era dourada do Adelman? Foi definitivamente em Portland. O cara pegou aquele time em 1989 e transformou numa máquina de jogar basquete. Duas finais da NBA (1990 e 1992) — e sinceramente, se não fosse aquele Bulls do Michael Jordan no auge, talvez a história fosse diferente.

    Eu lembro de assistir aqueles Blazers jogando. Era um basquete inteligente, com movimentação constante, todo mundo tocando na bola. Clyde Drexler voando, mas sempre dentro de um sistema bem estruturado. Esse era o DNA do Adelman.

    Sacramento e aquele time que deveria ter sido campeão

    Mas se tem uma coisa que me dói até hoje é pensar no que aconteceu com aquele Kings de 2002. Adelman pegou uma franquia perdida e criou um dos times mais bonitos de se ver jogar. Chris Webber, Peja Stojakovic, Vlade Divac, Mike Bibby… era poesia em movimento.

    Aquelas finais de conferência contra os Lakers ainda me tiram o sono. Todo mundo sabe que teve coisa errada ali (não vou nem entrar nesse assunto que dá gatilho), mas o trabalho do Adelman foi impecável. Transformou Sacramento numa potência do basquete moderno.

    O mais impressionante? O cara terminou a carreira com 1.042 vitórias. Décimo colocado na lista dos técnicos com mais vitórias da história. Não é pouca coisa, galera.

    Um legado que continua vivo

    E tem uma coisa linda nessa história toda — o filho dele, David Adelman, é técnico do Denver Nuggets atualmente. Imaginem a pressão de seguir os passos do pai, mas ao mesmo tempo, que orgulho deve ser carregar esse sobrenome no basquete.

    Rick foi pro Hall da Fama em 2021, merecidíssimo. Mas o reconhecimento vai além de troféus e estatísticas. O cara influenciou uma geração inteira de técnicos e jogadores. Aquela filosofia de basquete coletivo, de valorizar cada peça do quebra-cabeça, é algo que vemos até hoje na NBA.

    Vocês conseguem imaginar quantos jogadores desenvolveram suas carreiras nas mãos desse cara? Quantos técnicos aprenderam com ele? É um legado que vai muito além dos números.

    Descanse em paz, Rick. Obrigado por nos ensinar que basquete pode ser arte quando feito da forma certa. A NBA perdeu um gigante.

  • NBA perde lenda: Rick Adelman morre aos 79 anos

    NBA perde lenda: Rick Adelman morre aos 79 anos

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. A NBA perdeu mais uma lenda ontem — Rick Adelman morreu aos 79 anos, deixando um legado absurdo no basquete americano.

    O que torna isso ainda mais tocante? Seu filho David é o atual técnico do Denver Nuggets. Imagina só receber essa notícia sendo treinador na liga onde seu pai brilhou por décadas…

    Um técnico que marcou época

    Rick não foi um técnico qualquer, não. Estamos falando de alguém com 1.042 vitórias na carreira regular — décimo lugar na história da NBA. Vinte e cinco anos comandando times, inovando, ensinando. O cara era um monstro no banco de reservas.

    Antes de virar técnico, ele também jogou na NBA de 1968 a 1975. Passou por vários times — San Diego Rockets, Portland Trail Blazers, Chicago Bulls, New Orleans Jazz e Sacramento Kings. Ou seja, conhecia a liga como jogador e como comandante.

    Mas foi como técnico que ele realmente deixou sua marca. Principalmente em Portland, onde ficou de 1989 a 1994 e levou os Trail Blazers para duas finais da NBA (1990 e 1992). Sinceramente, aqueles times de Portland eram duros de roer.

    O legado continua na família

    David Adelman assumiu o comando do Nuggets em 2025, depois de oito anos como assistente técnico da franquia (2017-2025). Antes disso, passou por Orlando Magic e Minnesota Timberwolves como auxiliar.

    O Denver foi uma das primeiras organizações a se manifestar, o que faz todo sentido. A nota oficial foi bem emotiva: “Por quase um quarto de século, o técnico Adelman foi um dos mais bem-sucedidos e inovadores treinadores que a NBA já viu, e suas contribuições para o jogo ainda podem ser vistas hoje.”

    Rick deixa a esposa Mary Kay Adelman. Infelizmente, a família já tinha passado por uma tragédia em 2018, quando perdeu o outro filho, Richard “R.J.” Adelman, aos 44 anos, num acidente de trânsito.

    Olha, eu sempre admirei técnicos que conseguem se adaptar e evoluir com o jogo — e Rick era exatamente isso. Vocês acham que o David vai conseguir honrar o legado do pai em Denver? A pressão deve ser enorme, mas o cara tem experiência pra isso.

    Descanse em paz, Rick. A NBA não vai esquecer o que você fez pelo nosso esporte.

  • Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos que passou pelos Warriors

    Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos que passou pelos Warriors

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. O basquete perdeu uma das suas maiores lendas: Rick Adelman morreu aos 79 anos na segunda-feira. E olha, esse cara foi muito mais que um simples técnico — foi um dos maiores estrategistas que a NBA já viu.

    Vinte e três temporadas como técnico principal. Deixa isso afundar um pouco. O homem dedicou mais de duas décadas comandando times na liga, somando ainda seis anos como assistente. No final das contas, acumulou incríveis 1.042 vitórias contra 749 derrotas. Décimo lugar na lista dos técnicos com mais vitórias de todos os tempos. Monstro.

    Passagem pelos Warriors não foi brilhante, mas fez diferença

    Nos Warriors, Adelman não teve suas melhores temporadas, não vou mentir. Duas temporadas no comando (1995-96 e 1996-97) com campanhas de 36-46 e 30-52, respectivamente. Acabou demitido, mas pera aí — antes dele chegar, o Golden State tinha feito apenas 26-56. Ou seja, o cara melhorou o time, mesmo que os números não impressionem.

    Sinceramente acho que Adelman chegou numa época complicada da franquia. Os Warriors dos anos 90 estavam longe de ser aquele time que conhecemos hoje, né?

    O legado vai muito além dos números

    Mas foi no Portland Trail Blazers que Adelman realmente brilhou. Levou o time duas vezes à final da Conferência Oeste — imagina a pressão que era enfrentar os Bulls do Jordan naquela época? No total, classificou para os playoffs em 16 temporadas diferentes. Absurdo de consistência.

    O mais legal? O cara também jogou na NBA antes de virar técnico. Sete temporadas como armador, passou por cinco franquias diferentes. Começou sendo draftado pelos San Diego Rockets na sétima rodada de 1968, depois de arrasar na Loyola Marymount, onde foi eleito Jogador do Ano da WCC.

    Em 2021, merecidamente entrou pro Hall da Fama. Em 2023, recebeu o Chuck Daly Lifetime Achievement Award. E o legado continua: seu filho David está aí comandando o Denver Nuggets. O basquete é mesmo uma família, né?

    Descanse em paz, Rick. O basquete brasileiro reconhece sua grandeza e tudo que você fez pelo esporte que a gente tanto ama.

  • Giannis pode sair do Bucks? Heat e Blazers na briga pelo Greek Freak

    Giannis pode sair do Bucks? Heat e Blazers na briga pelo Greek Freak

    Gente, vocês acham que o Giannis realmente pode sair de Milwaukee? Porque a situação tá esquentando muito por lá. O Greek Freak tem até o final do verão americano pra assinar uma extensão de contrato, senão os Bucks vão colocar ele no mercado antes da última temporada do atual vínculo.

    E olha, segundo o Marc Stein (que é uma fonte confiável demais), dois times estão fazendo força total nos bastidores: Miami Heat e Portland Trail Blazers. Cara, faz todo sentido esses dois times irem com tudo atrás do Giannis.

    Miami sempre quis o Giannis

    O Heat já flerta com o Antetokounmpo há anos. Pat Riley, com seus 81 anos, quer mais uma última cartada grande antes de se aposentar — e que cartada seria essa, né? O cara que transformou o Heat numa dinastia não vai sair de fininho sem tentar trazer mais um superstar.

    O pacote de Miami seria Tyler Herro, Kel’el Ware, Kasparas Jakucionis, a pick #13 do Draft de 2026, mais duas primeiras rodadas (2030 e 2032). Sinceramente? É uma oferta interessante, mas não sei se convence Milwaukee.

    Portland com sede de protagonismo

    Já os Blazers têm uma motivação diferente. Depois de cinco anos no limbo, eles finalmente voltaram aos playoffs (mesmo perdendo na primeira rodada pros Spurs). O novo dono, Tom Dundon, tá dando sinais de que pode aprovar trocas grandes — uma mudança gigante em relação aos antigos donos.

    E tem um detalhe absurdo: Portland tem direitos de troca de picks com Milwaukee em 2028 e 2030 por causa daquela negociação fracassada do Damian Lillard. Isso significa que eles podem devolver essas picks, mandar o Jerami Grant (que virou um contrato ruim de $70.6 milhões por dois anos), e ainda incluir alguém como Scoot Henderson ou Shaedon Sharpe.

    O Orlando Magic também apareceu como uma possibilidade depois de contratar Sean Sweeney como técnico — o cara trabalhou em Milwaukee e tem uma relação próxima com o Giannis. Mas convenhamos, Orlando não tem o mesmo apelo que Miami ou Portland.

    E o Thunder? Nem pensar

    Uma galera especulava sobre Oklahoma City depois da eliminação nas finais de conferência, mas Sam Presti nunca faz loucuras assim. O Thunder precisa cortar custos, não adicionar um jogador de 31 anos ganhando contrato máximo. Além disso, eles nem estavam com força total — Jalen Williams e Ajay Mitchell machucados quase toda a série.

    Olha, na minha opinião? Ainda acho que tem uma chance real do Giannis simplesmente assinar a extensão e acabar com essa especulação toda. Mas pelo que tô vendo, Milwaukee tá muito longe de brigar por título, e o Giannis não tá ficando mais novo.

    Segundo o Stein, uma troca pode rolar nas próximas três semanas. O Brian Windhorst da ESPN chama isso de “deal zone” — e parece que chegamos lá de vez. E vocês, acham que ele fica ou que finalmente vai embora de Milwaukee?

  • Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos da NBA, aos 79 anos

    Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos da NBA, aos 79 anos

    Cara, é sempre difícil escrever sobre a partida de uma lenda. Rick Adelman nos deixou ontem aos 79 anos, e sinceramente, perdi um dos técnicos que mais admirava na NBA. O cara simplesmente dedicou quase 30 anos da vida dele comandando times na liga — e que legado, meu amigo.

    Olha só os números: 1.042 vitórias em 29 temporadas como técnico. Décimo colocado na lista de todos os tempos! Só 11 caras na história da NBA conseguiram passar das 1.000 vitórias. Isso é ser monstro demais.

    O período dourado em Portland

    Quem acompanha NBA há mais tempo lembra bem do Adelman comandando aquele Portland dos anos 90. Duas finais consecutivas — 1990 e 1992. Na primeira, perderam pro Detroit do Bad Boys (que time bruto aquele era). Dois anos depois, deram de cara com o Bulls do Jordan no auge. Imagina a frustração, mas que campanhas épicas.

    E pensar que o cara começou como jogador mediano — 7.7 pontos por jogo em sete temporadas. Prova de que nem sempre quem joga melhor vira o melhor técnico, né? O Adelman encontrou sua verdadeira vocação no banco de reservas.

    Sacramento: onde virou ídolo mesmo

    Mas foi em Sacramento que o Rick realmente brilhou. Oito temporadas comandando os Kings (1998-2006), e pasmem: playoffs em TODAS elas. Vocês têm noção do que isso significa? Os Kings eram piada antes dele chegar. Depois que saiu, voltaram pros playoffs apenas uma vez até hoje.

    Aquele time dos Kings era absurdo de assistir. Um basquete fluido, bonito, que fazia qualquer um se apaixonar pelo esporte. E olha que eles chegaram na final da Conferência Oeste uma vez — quase desbancaram os Lakers numa época que o Shaq e Kobe dominavam tudo.

    “Rick Adelman representou o melhor do basquete de Sacramento”, disse o time em nota oficial. E não é exagero não. O cara transformou uma franquia.

    Legado de família

    Uma curiosidade que poucos sabem: o filho dele, David Adelman, é técnico principal do Denver Nuggets hoje em dia. Imagina a pressão de seguir os passos do pai? Mas pelo visto o talento é genético mesmo.

    Rick foi induzido ao Hall da Fama em 2021 — reconhecimento mais do que merecido. Em 2023, ainda ganhou o prêmio Chuck Daly de conquista vitalícia da associação de técnicos. O respeito que ele tinha entre os colegas era absurdo.

    Deixa seis filhos e a esposa Mary Kay. Uma família que sempre esteve ao lado dele durante essa jornada incrível pela NBA.

    Descanse em paz, Rick. Você ensinou muito sobre basquete e sobre ser humano também. E aí, pessoal — quem vocês acham que mais merece estar no Hall da Fama entre os técnicos atuais?

  • Lenda Rick Adelman morre aos 79 anos — que legado absurdo

    Lenda Rick Adelman morre aos 79 anos — que legado absurdo

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, morreu nesta segunda-feira aos 79 anos. E olha, quando eu falo respeitado, não é força de expressão não — estamos falando de um cara que revolucionou o basquete moderno.

    Adelman comandou times da NBA por incríveis 29 temporadas, passando por Portland Trail Blazers, Golden State Warriors, Sacramento Kings, Houston Rockets e Minnesota Timberwolves. O resultado? Um cartel de 1.042 vitórias contra 749 derrotas — mais de 58% de aproveitamento. Monstro.

    O cara que fez Sacramento voar

    Mas se tem uma passagem que define o legado do Adelman, foi em Sacramento. Sinceramente, aqueles Kings do início dos anos 2000 jogavam um basquete que era poesia pura. Chris Webber pivoteando no garrafão, Vlade Divac com aqueles passes absurdos, Peja Stojaković chovendo de três, Jason Williams com dribles que não faziam sentido nenhum.

    O sistema do Adelman era genial: ele botava os pivôs pra comandar a jogada do meio da quadra, criando um basquete fluido que ninguém conseguia parar. Os Kings foram top 3 em pontos por jogo durante cinco anos consecutivos (1998-2003). Cinco anos! Era videogame, gente.

    E olha que curioso: o filho dele, David Adelman, tá hoje comandando o Denver Nuggets com o Jokić. O DNA do basquete inteligente passou de pai pra filho — e o Nikola é praticamente a evolução daquilo que o Rick criou em Sacramento.

    Muito mais que Sacramento

    Antes de Sacramento, Adelman já tinha feito história em Portland. Levou os Blazers pra duas finais da NBA (1990 e 1992) com Clyde Drexler voando pelos ares. Não deu pra ganhar o anel, mas foram jogos épicos contra os Bulls do Jordan — e olha que não é pouca coisa chegar lá.

    Como jogador, o cara também deu seus rolos na liga por sete temporadas. Nada espetacular nos números (7.7 pontos, 2.4 rebotes), mas aquela escola antiga que ensinava basquete de verdade.

    Entrou pro Hall da Fama em 2021 — merecidíssimo, por sinal. E em 2023 ganhou o prêmio Chuck Daly de carreira. Reconhecimento que chegou na hora certa.

    O que mais me impressiona no Adelman é como ele antecipou o basquete moderno. Aquele sistema de “corners” dele, com pivôs distribuindo jogo, movimento sem bola constante… cara, isso é NBA hoje em dia! Ele tava uns 20 anos na frente do tempo.

    Descanse em paz, lenda. O basquete perdeu um visionário, mas o legado fica pra sempre. E vocês, qual foi o time do Adelman que mais marcou vocês?