Tag: Portland Trail Blazers

  • Steve Hetzel vira o queridinho: segundo time já quer o assistente

    Steve Hetzel vira o queridinho: segundo time já quer o assistente

    Cara, parece que o Steve Hetzel virou a sensação do momento no mercado de técnicos da NBA. O assistente do Brooklyn Nets, que já tava na disputa pela vaga do New Orleans Pelicans, agora tem mais um time correndo atrás dele: o Portland Trail Blazers.

    E olha, não é qualquer interesse não. Segundo o Jake Fischer, que sempre tem as informações quentes, Hetzel tá na mira dos Blazers caso não role com os Pelicans. Pra quem não lembra, ele já trabalhou três temporadas em Portland antes de vir pro Brooklyn — então conhece a casa.

    Dame tem voz ativa na escolha

    A situação fica ainda mais interessante quando você descobre que o próprio Damian Lillard tá dando pitaco na busca pelo novo técnico. E convenhamos, se o Dame quer você como técnico, é porque confia no seu trabalho. Isso tem um peso absurdo na decisão.

    O timing é perfeito pra Hetzel também. Portland parece estar alguns passos à frente do Brooklyn na reconstrução, especialmente depois daquela temporada surpreendente onde conseguiram vaga nos playoffs com 42 vitórias no Oeste competitivo pra caramba.

    Tiago Splitter pode sair

    Por mais que o Tiago Splitter tenha feito um trabalho monstro levando os Blazers aos playoffs — algo que ninguém esperava no começo da temporada —, tudo indica que Portland quer partir pra uma contratação mais definitiva. Splitter, que também passou quatro anos no banco do Brooklyn, foi a chave certa na hora certa, mas parece que foi só uma solução temporária.

    Sinceramente, não dá pra culpar Hetzel se ele escolher Portland. A franquia tem uma estrutura mais sólida no momento, um craque como o Lillard endossando, e aquele clima de time que tá subindo na vida. E vocês, acham que ele vai aceitar a primeira proposta que aparecer ou vai esperar todas as opções?

    Uma coisa é certa: depois de anos como assistente, chegou a hora do cara mostrar do que é capaz como técnico principal. E pelo visto, não vai faltar oportunidade.

  • Blazers batem o martelo: entrevistaram Sullivan e Dudley pra técnico

    Blazers batem o martelo: entrevistaram Sullivan e Dudley pra técnico

    Eita, os Blazers não estão brincando em serviço! A franquia de Portland já está entrevistando candidatos pra assumir o comando da equipe na próxima temporada, e dois nomes chamaram a atenção: Ben Sullivan (assistente do Houston Rockets) e Jared Dudley (assistente do Denver Nuggets).

    O Sullivan até que já tem experiência nessas entrevistas — no verão passado ele concorreu pra vaga no Phoenix Suns. Não rolou, mas pelo menos mostrou que tem nome no mercado. Já o Dudley, que também passou pelos Mavericks como assistente, traz aquela vivência de quem jogou na liga por anos e conhece o vestiário por dentro e por fora.

    E o Splitter? Complicou…

    Agora, aqui vem a parte interessante (e meio triste pra nós brasileiros). Segundo as informações que rolaram na quinta-feira, o Tiago Splitter — que estava comandando o time interinamente — dificilmente vai ficar com a posição de técnico principal em definitivo.

    Cara, eu confesso que torci pro nosso brasileiro dar conta do recado. O Splitter sempre foi um cara inteligentíssimo em quadra, e ver ele crescendo na carreira de treinador seria massa demais. Mas parece que a direção dos Blazers quer mesmo um nome mais experiente.

    A busca por experiência

    Faz sentido a estratégia de Portland. A equipe passou por uma temporada bem complicada, e eles precisam de alguém que consiga reorganizar o time e criar uma identidade. Tanto Sullivan quanto Dudley vêm de organizações sólidas — os Rockets tiveram uma temporada surpreendente, e os Nuggets são os atuais campeões.

    E aí, pessoal, quem vocês acham que tem mais cara de dar certo em Portland? Eu fico curioso pra ver se vão apostar na experiência como jogador do Dudley ou na trajetória técnica do Sullivan. Uma coisa é certa: seja quem for, vai ter muito trabalho pela frente pra colocar os Blazers de volta nos trilhos.

  • Splitter fez milagre no Portland mas não vai ser efetivado

    Splitter fez milagre no Portland mas não vai ser efetivado

    Olha, isso me deixa meio revoltado. O Tiago Splitter pegou um Portland Trail Blazers completamente bagunçado no meio da temporada e fez o que muita gente achava impossível: levou o time aos playoffs pela primeira vez em cinco anos. Campanha de 42-39, sendo que todo mundo esperava que fosse uma temporada perdida.

    E qual é a recompensa? Aparentemente, nenhuma.

    Segundo fontes próximas da franquia, o brasileiro não deve ser efetivado como técnico titular dos Blazers. Cara, isso é de doer. O Splitter assumiu o cargo de técnico interino depois que o Chauncey Billups foi afastado por questões criminais logo no primeiro jogo da temporada. Imagina a pressão que o cara enfrentou.

    A busca pelo técnico virou uma bagunça

    A diretoria do Portland aparentemente quer entrevistar até 30 candidatos para o cargo. Trinta! Mas aqui vem a parte mais engraçada (ou triste, dependendo do ponto de vista): vários técnicos assistentes já recusaram as entrevistas.

    O motivo? O novo dono Tom Dundon tem uma “abordagem não convencional” e os rumores de salário abaixo do mercado estão espantando todo mundo. Até técnicos veteranos como Tom Thibodeau e Michael Malone rejeitaram o contato inicial. Detalhe: os dois falaram que nem conversariam enquanto o Splitter ainda estivesse como interino. Meio desrespeitoso, não acham?

    Quem está na mira agora

    Entre os candidatos que despertaram interesse estão Steve Hetzel (assistente do Brooklyn Nets) e Jared Dudley (assistente do Denver Nuggets). O Hetzel já trabalhou três temporadas em Portland e teve contato com o Damian Lillard, que inclusive já mandou sugestões para a diretoria sobre a busca por um técnico.

    Mas tem um porém: o Hetzel também está na corrida para ser técnico do New Orleans Pelicans, e Portland seria mais um “plano B” caso ele não consiga a vaga lá.

    Sinceramente, eu não consigo entender essa lógica. O Splitter provou que consegue fazer esse time funcionar, tem o respeito dos jogadores e conhece a casa. Mas parece que isso não é suficiente para uma franquia que há cinco anos não via os playoffs.

    E vocês, acham que o Portland está certo em procurar outras opções ou deveriam apostar no trabalho que o Tiago já mostrou que funciona?

  • Lillard volta da lesão e Blazers podem mexer no elenco

    Lillard volta da lesão e Blazers podem mexer no elenco

    Olha, eu não esperava essa notícia tão cedo, mas parece que o Damian Lillard vai estar de volta na próxima temporada depois daquela lesão no tendão de Aquiles que rolou em abril. Sinceramente, fiquei preocupado na época — esse tipo de lesão é complicada pra qualquer atleta, imagina pra um cara de 35 anos.

    Mas o que mais me chamou atenção foi a situação do Jrue Holiday. O cara chegou em Portland, fez uma temporada sólida com 16.3 pontos e 6.1 assistências, e agora já tá sendo cotado pra sair? Cara, esse negócio de NBA é maluco mesmo.

    A dupla que pode não acontecer

    Na teoria, Lillard e Holiday formariam uma dupla de armação absurda. Dois caras experientes, que sabem jogar sob pressão e com histórico de playoffs. Mas você sabe como é — na NBA, planos mudam da água pro vinho.

    Holiday ainda tem dois anos de contrato pela frente, incluindo uma opção de jogador pra temporada 2027-28. Ou seja, ele tem algum controle sobre o próprio destino. E olha, com 34 anos nas costas, o cara provavelmente quer estar num time que brigue pelo título, não num projeto de reconstrução.

    E ainda tem o Giannis na jogada

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio surreal): os Blazers também estão sendo apontados como um dos times interessados no Giannis Antetokounmpo. Imagina só — se conseguirem o Greek Freak, automaticamente viram candidatos ao título.

    Mas aí surge a pergunta: será que faz sentido trocar o Holiday justamente quando você pode estar montando um time competitivo? Lillard + Giannis já seria uma dupla monstruosa, mas adicionar o Holiday nessa equação…

    Eu fico pensando se o Portland não tá perdendo uma oportunidade histórica. O Lillard já passou dos 30, não tem muito tempo pra ficar esperando. Se conseguir o Giannis E manter o Holiday, pode ser agora ou nunca pra esse cara finalmente brigar pelo anel.

    E vocês, acham que o Blazers deveria apostar tudo nessa janela ou ir com calma? Porque pra mim, depois de tantos anos vendo o Dame carregar esse time nas costas, seria uma injustiça se ele não tivesse pelo menos uma chance real de título.

  • Blazers vão partir pra cima do Giannis? E ainda tem plano B!

    Blazers vão partir pra cima do Giannis? E ainda tem plano B!

    Olha só que loucura: o Portland Trail Blazers tá de olho no Giannis Antetokounmpo e pode virar o principal candidato a buscar uma troca pelo Greek Freak na offseason que vem por aí.

    Segundo o Jake Fischer, os Blazers já vinham conversando com Milwaukee sobre o Giannis antes mesmo do trade deadline passar. E não é papo furado não — eles têm um plano bem estruturado pra isso.

    O que Portland tem pra oferecer?

    A ideia dos Blazers é montar um pacote em volta do contrato que expira do Jerami Grant. E aqui vem o detalhe mais interessante: Portland tem as picks de primeira rodada do próprio Milwaukee para 2028, 2029 e 2030. Imagina a ironia de usar as próprias escolhas dos Bucks pra tirar o Giannis de lá?

    Sinceramente, acho que faz sentido. Os Blazers estão numa reconstrução há anos e precisam de uma estrela pra dar aquele salto. Giannis seria perfeito — um cara de 29 anos ainda no auge, bicampeão de MVP, que pode carregar um time nas costas.

    Plano B: Anthony Davis

    Mas espera que tem mais. Se não rolar o Giannis, Portland já tem o plano B na manga: Anthony Davis. Eles também fizeram contato com Dallas (que tem interesse no AD) antes do trade deadline pra sondar as possibilidades.

    AD seria uma alternativa interessante também, né? O cara quando tá saudável é um monstro — principalmente na defesa. O problema é sempre a mesma ladainha: as lesões. Vocês acham que vale o risco?

    O que mais me impressiona é ver Portland finalmente sendo proativo. Depois de anos vendo Dame Lillard pedindo ajuda e não conseguir, agora que ele foi embora eles tão correndo atrás das estrelas. Melhor tarde do que nunca, diria minha vó.

    Claro que conseguir qualquer um dos dois não vai ser moleza. Giannis tem contrato até 2027 e seria a maior troca da década. Já o Davis… bom, os Lakers não vão facilitar a vida de ninguém também.

    Mas Portland pelo menos tá tentando pensar grande. E com essas picks do Milwaukee na manga, quem sabe não conseguem armar algo interessante mesmo?

  • Portland vai atrás do Giannis? Nova regra do Draft complica tudo

    Portland vai atrás do Giannis? Nova regra do Draft complica tudo

    Olha, eu não sei vocês, mas essa história do Giannis no Portland me deixou bem curioso. De acordo com o Jake Fischer, o Trail Blazers tá cotado como um dos principais interessados no Greek Freak caso Milwaukee resolva mesmo trocar ele. E sinceramente? Faz todo sentido.

    A situação é a seguinte: o dono dos Bucks, Wes Edens, já deixou claro que ou renovam com o Giannis ou trocam. Simples assim. E com o novo dono Tom Dundon assumindo Portland, parece que a franquia quer voltar a brigar por algo grande.

    Por que Portland faz sentido (e por que não faz)

    Os Blazers têm uma vantagem que muita gente não percebe: eles controlam as picks de primeira rodada dos Bucks de 2028, 2029 e 2030. Ou seja, qualquer time que quisesse negociar com Milwaukee teria que passar por Portland primeiro pra conseguir essas picks. É tipo ter a chave do cofre, saca?

    Mas aí que tá o problema — e ele é gigante. O contrato do Giannis expira, e ninguém sabe se ele toparia renovar com Portland. Imagina só: você abre mão de um monte de peças por um cara que pode vazar depois de um ano? É de dar dor de cabeça.

    E tem outra coisa que tá complicando tudo…

    A nova regra que mudou o jogo todo

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio frustrante). A NBA vai mudar as regras da loteria do Draft, e isso tá mexendo com todas as contas. Antes, se você tinha as piores campanhas, pelo menos tinha 25% de chance de pegar a primeira pick. Agora? O máximo vai ser 8,1%.

    Na prática, isso significa que aquelas picks dos Bucks que pareciam ouro puro perderam um pouco do brilho. Não dá mais pra fazer aquele tanking agressivo de antigamente, porque as odds ficaram muito baixas. Os três piores times vão entrar numa “zona de rebaixamento” com chances ainda piores.

    Pra vocês terem uma ideia: o time com pior campanha pode pegar até a 5ª pick (no sistema atual), mas no novo formato, os três piores só têm garantia de ficar entre as 12 primeiras. É uma diferença absurda.

    Na minha opinião, isso muda completamente a dinâmica das trocas. Aquelas picks que eram consideradas super valiosas agora valem bem menos. E isso pode complicar qualquer negociação envolvendo o Giannis.

    Portland ainda tem chances?

    Claro que sim! Os Blazers ainda podem montar um pacote interessante. Além daquelas picks dos Bucks, eles têm a pick de 2028 do Orlando Magic — que, olhando como o Leste tá competitivo, pode valer bastante coisa.

    O negócio é que agora outras peças do Portland podem ter ficado mais valiosas justamente porque as picks perderam um pouco do valor. É meio irônico, mas faz sentido na lógica maluca da NBA.

    E aí, vocês acham que o Giannis toparia jogar em Portland? Eu acho que depende muito de como a franquia se posicionar no mercado e que outros nomes conseguir atrair. Porque vamos combinar: o Greek Freak não vai pra qualquer lugar só por ir.

    Uma coisa é certa: se essa troca rolar, vai ser uma das mais comentadas dos últimos anos. E podem apostar que vamos acompanhar cada detalhe aqui no Sexto Homem!

  • Blazers querem ‘grande jogada’ na offseason, mas só pelo preço certo

    Blazers querem ‘grande jogada’ na offseason, mas só pelo preço certo

    Olha, o Joe Cronin finalmente abriu o jogo sobre os planos dos Blazers pra próxima temporada. E cara, pelo que ele falou na coletiva de fim de temporada, Portland tá querendo fazer barulho na offseason — mas sem jogar o futuro pela janela.

    “Grande jogada é definitivamente algo que nos interessa, mas apenas pelo preço certo. Não vamos sacrificar completamente nosso futuro por uma tentativa de curto prazo”, disse o GM. Sinceramente, achei essa fala bem madura dele. É fácil se empolgar e fazer besteira no mercado, né?

    Dame volta, mas o problema é maior

    A esperança número um dos Blazers é óbvia: ter Damian Lillard saudável pra temporada toda. O cara praticamente não jogou este ano, e quando jogou, não era o mesmo monstro de sempre. Cronin também apostou no desenvolvimento do Vit Krejci — que tá com cara de quem pode surpreender se tiver oportunidade.

    Mas vamos ser honestos aqui. O problema dos Blazers vai muito além de ter o Dame de volta. A série contra o Spurs escancarou a realidade: esse time não consegue arremessar de três pra salvar a vida.

    Arremesso de 3 é prioridade zero

    “Acho que a série contra os Spurs nos mostrou isso — na verdade, a temporada toda — nós simplesmente não arremessamos bem o suficiente”, admitiu Cronin. E mano, que admissão dolorosa mas necessária.

    Vocês viram os números dos Blazers no arremesso de longa distância? É de chorar. Não adianta ter o Dame voltando se o resto do time continua errando três como se fosse competição pra ver quem acerta menos.

    A questão agora é: quem tá disponível no mercado que pode resolver esse problema? E mais importante: Portland tem assets suficientes pra conseguir alguém relevante sem hipotecar o futuro? Porque olhando os últimos anos da franquia, eles já fizeram várias trocas questionáveis tentando acelerar o processo.

    Na minha visão, Cronin tá certo em ser cauteloso. É melhor fazer movimentos menores e inteligentes do que apostar todas as fichas numa jogada desesperada. E aí, vocês acham que os Blazers conseguem dar esse salto só com desenvolvimento interno, ou vão precisar mesmo de uma “grande jogada”?

  • Castle manda recado: ‘Não ligamos pra quem acha Spurs jovem demais’

    Castle manda recado: ‘Não ligamos pra quem acha Spurs jovem demais’

    Cara, que resposta foi essa do Stephon Castle! O cara simplesmente mandou a real depois da vitória dominante dos Spurs sobre o Portland por 114-95, que garantiu vaga na segunda rodada dos playoffs.

    Quando o Shaquille O’Neal perguntou sobre o time ser muito jovem pra brigar pelo título, Castle não hesitou: “Não ligamos pra isso. Enfrentamos esses times várias vezes na temporada regular. Sabemos o que cada equipe gosta de fazer contra a gente. Temos total confiança um no outro, então vamos jogo por jogo.”

    A juventude que incomoda (mas que funciona)

    Olha, eu entendo a preocupação dos analistas. Fora Harrison Barnes e Luke Kornet, esse elenco dos Spurs praticamente não tem experiência em playoffs. O próprio Victor Wembanyama, que é a estrela do time, ainda nem renovou o primeiro contrato da carreira!

    Mas sinceramente? Essa molecada tá jogando um basquete absurdo. Depois de sofrer nos jogos 3 e 4 contra Portland, eles simplesmente atropelaram no jogo 5. De ponta a ponta, sem dar chances.

    E vocês viram como foi a postura do Castle na entrevista? O moleque tem 21 anos e já fala como veterano. Isso é mentalidade de campeão — não tô exagerando.

    Próxima parada: Nuggets ou Wolves?

    Agora os Spurs ficam esperando quem sai da briga entre Denver Nuggets e Minnesota Timberwolves. Os Wolves estavam controlando a série 3-1, mas perderam Anthony Edwards e Donte DiVincenzo por lesão. Isso pode dar a volta por cima que Denver precisa.

    Na minha visão, qualquer um dos dois vai chegar bem desgastado pra enfrentar San Antonio. E com Wembanyama jogando nesse nível — o cara é simplesmente um monstro dos dois lados da quadra — eu não duvido nada desses Spurs chegarem longe.

    A experiência conta? Claro que conta. Mas talento e confiança também contam. E esse time tem os dois de sobra.

  • Wemby e defesa monstro classificam os Spurs pros playoffs!

    Wemby e defesa monstro classificam os Spurs pros playoffs!

    Mano, que jogaço dos Spurs ontem! O San Antonio simplesmente DOMINOU Portland e fechou a série por 4-1 com uma vitória de 114 a 95. E o mais louco? Dessa vez não precisaram de virada épica — eles chegaram prontos pra matar o jogo desde o primeiro quarto.

    Vocês viram aquele bloco do Wemby que tá viralizando? O cara literalmente voou na quadra. 17 pontos e 14 rebotes no double-double, mas sinceramente, a defesa dele foi o que mais me impressionou. Os Spurs seguraram Portland em apenas 35.1% nos arremessos. Trinta e cinco vírgula um por cento, gente!

    De’Aaron Fox decidiu no final

    Olha, eu não esperava que o Fox ia ser TÃO decisivo assim. O cara fez 21 pontos, mas os 13 do último quarto foram de outro planeta. Porque né, Portland até tentou uma pressão no final (cortaram pra single digits), mas o Fox falou: “não vai rolar, meu amigo”.

    Julian Champagnie também meteu 19 pontos com seis bolas de três. Seis! O cara tava com o braço quente ontem. E o Dylan Harper contribuindo com mais 17. Essa geração nova dos Spurs tá jogando um basquete bonito de assistir.

    Portland lutou mas não foi suficiente

    Do lado de Portland, o Deni Avdija fez o que pôde — 22 pontos, mas apenas 1 de 6 do perímetro. Aí fica difícil, né? O time até mostrou personalidade no segundo tempo, mas começar perdendo por 20 pontos no intervalo é complicado demais.

    Agora vem a pergunta que não quer calar: será que o Tiago Splitter continua como técnico? O novo dono Tom Dundon vai ter algumas decisões difíceis pela frente. Mas olha, chegaram nos playoffs e incomodaram bastante — não foi um fracasso total.

    E os Spurs? Cara, esse time jovem não tem medo do momento decisivo. Agora vão enfrentar o vencedor de Minnesota x Denver (Wolves lideram por 3-2). Wemby nos playoffs é uma coisa muito bonita de ver — e vocês acham que eles conseguem ir longe mesmo?

  • Wemby leva Spurs aos playoffs pela 1ª vez desde 2017!

    Wemby leva Spurs aos playoffs pela 1ª vez desde 2017!

    Gente, que noite absurda do Victor Wembanyama! O francês monstro simplesmente fechou a série contra o Portland Trail Blazers com uma performance de gala: 17 pontos, 14 rebotes e 6 tocos no jogo 5. Os Spurs venceram por 114-95 e — pasmem — voltaram aos playoffs pela primeira vez desde 2017!

    Cara, eu não sei se vocês se lembram, mas 2017 foi quando Tim Duncan já tinha pendurado as chuteiras e o Manu ainda dava show. Desde então, San Antonio passou por uma reconstrução dolorosa. E agora? Wemby chegou pra mudar tudo.

    O show do alien francês

    Olha só os números do garoto: 5/7 nos arremessos de quadra, 6/6 nos lances livres e 6 bloqueios. SEIS BLOQUEIOS! O cara literalmente virou uma muralha no garrafão. E isso dois jogos depois de voltar de uma concussão que o tirou do jogo 3.

    Sinceramente, esse Wemby me lembra muito o que o Nenê fazia no Vasco nos anos 90 — proteção total do aro, mas com um alcance que chega a ser assustador. A diferença é que o francês tem 2,24m e arremessa de 3 como se fosse natural.

    E não foi só ele não. De’Aaron Fox liderou a pontuação com 21, Julian Champagnie meteu 19 e Dylan Harper contribuiu com 17. Time funcionando como um relógio suíço.

    Dominância total desde o primeiro quarto

    O jogo nunca teve mistério, na real. San Antonio saiu voando e abriu 36-24 no primeiro quarto. No intervalo já eram 65-50, e dali pra frente foi só administrar.

    Portland tentou reagir? Tentou. Mas como você vai parar um cara que bloqueia tudo no garrafão e ainda acerta de longe? Impossível. Wemby ganhou o prêmio de Melhor Defensor do Ano há poucos dias (o mais jovem da história, por sinal), e mostrou exatamente por quê.

    Agora vem a parte boa: semifinal do Oeste! Os Spurs vão enfrentar o vencedor de Nuggets x Timberwolves. Jokic ou Anthony Edwards pela frente — que duelo, hein?

    E aí, pessoal, vocês acham que esse time novo dos Spurs tem estrutura pra ir longe nos playoffs? Eu tô começando a acreditar que sim. Wemby tá jogando num nível extraterrestre, e quando você tem um cara desses, qualquer coisa pode acontecer.