Tag: Portland Trail Blazers

  • Lenda Rick Adelman morre aos 79 – mais de 1000 vitórias na NBA

    Lenda Rick Adelman morre aos 79 – mais de 1000 vitórias na NBA

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, um dos maiores técnicos da história da NBA, morreu aos 79 anos. E olha, quando eu falo ‘um dos maiores’, não é força de expressão não — o cara ganhou 1.042 jogos como treinador. Mil e quarenta e dois! É o 10º na história da liga.

    Pai do atual técnico do Denver Nuggets

    O que torna tudo ainda mais tocante é que Rick era pai do David Adelman, que hoje comanda o Denver Nuggets. Imagina só receber essa notícia sendo técnico na NBA… Os Nuggets divulgaram uma nota super respeitosa, e dá pra sentir a dor ali.

    Rick começou como jogador — armador de 1969 a 1975 — mas foi como técnico que ele realmente brilhou. E que brilho, meu amigo. Levou o Portland Trail Blazers pras Finais DUAS vezes. Uma em 1990 (perdeu pro Detroit dos Bad Boys) e outra em 1992 (caiu pro Bulls do Jordan). Sinceramente, esses times do Blazers com Clyde Drexler eram monstros.

    O mago de Sacramento

    Mas se tem uma passagem que eu acho que define o Rick Adelman, foi em Sacramento. Oito anos lá, oito temporadas com campanha positiva. O cara pegou um elenco com Vlade Divac, Peja Stojaković, Chris Webber, Mike Bibby… e criou uma das ofensivas mais bonitas que a NBA já viu.

    Eu lembro de assistir aqueles Kings jogarem e pensar: ‘isso aqui é arte, mano’. Era um basquete diferente, inovador. O Rick meio que antecipou muita coisa que a gente vê hoje na liga. Um visionário mesmo.

    Números que impressionam

    Só quatro técnicos na história — Pat Riley, Gregg Popovich, Jerry Sloan e George Karl — dirigiram mais jogos E tiveram aproveitamento melhor que o Adelman. Isso aí é clube de elite, viu?

    O cara também passou por Houston, Minnesota e Golden State. Em cada lugar, deixava sua marca. Kyle Lowry, que jogou com ele, disse uma coisa linda ontem: que o Rick realmente investia nos jogadores, confiava neles. E olha que o Kyle não é de elogiar qualquer um.

    Do Oregon pro Hall da Fama

    A história do Rick é inspiradora demais. O cara começou num college comunitário no Oregon, sem experiência nenhuma. Jack Ramsey (lenda do Portland) viu o trabalho dele e trouxe pro Blazers como assistente.

    Quando assumiu como técnico interino em 1988-89, com 35 jogos restantes, deve ter pensado: ‘e agora?’. Bom, ‘e agora’ virou uma das carreiras mais respeitadas da NBA. Em 2021 foi pro Hall da Fama, merecidíssimo.

    Adam Silver disse que ele era ‘um estrategista brilhante e professor do jogo, e uma pessoa ainda melhor’. Acho que resume bem o legado do Rick Adelman.

    E vocês, lembram de algum momento especial desses times comandados por ele? Aqueles Kings do início dos anos 2000 eram algo especial mesmo…

  • NBA perde uma lenda: Rick Adelman morre aos 79 anos

    NBA perde uma lenda: Rick Adelman morre aos 79 anos

    Cara, que notícia triste chegou hoje. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, morreu aos 79 anos. E olha, não é exagero falar que perdemos uma verdadeira lenda do basquete americano.

    Pra quem acompanha a liga há mais tempo, o nome Adelman é sinônimo de basquete inteligente e de qualidade. O cara levou o Portland Trail Blazers pra duas Finais — em 1990 e 1992. Imaginem só a pressão que deve ser chegar lá duas vezes! E mesmo perdendo (uma pro Detroit “Bad Boys” e outra pro Chicago do Jordan), ele mostrou que sabia como montar um time pra brigar pelo título.

    Os Kings inesquecíveis de Sacramento

    Mas sinceramente, acho que o trabalho mais icônico do Adelman foi com o Sacramento Kings. Mano, aquele time de 2002 quase derrubou os Lakers do Shaq e Kobe nas Finais do Oeste. QUASE. Até hoje os fãs dos Kings acreditam que foram roubados naquela série — e olha que eu nem torço pra eles, mas aquele basquete era absurdo de bonito.

    O Kings disse em nota que Adelman “ajudou a definir uma era do basquete dos Kings que inspirou nossa cidade e cativou fãs ao redor do mundo”. E é verdade mesmo. Chris Webber, Vlade Divac, Peja Stojaković, Mike Bibby… Esse time jogava um basquete que era arte pura. Quem assistiu não esquece.

    Rick ficou oito temporadas em Sacramento e transformou completamente a franquia. Antes dele, os Kings eram só mais um time perdido na NBA. Com ele, viraram protagonistas e quase campeões.

    Um legado que continua na família

    E tem um detalhe que sempre me impressiona: o filho dele, David Adelman, é o técnico atual do Denver Nuggets. Imaginem a pressão que deve ser carregar esse sobrenome? Mas o cara tem feito um trabalho sólido em Denver, mostrando que a maçã não caiu longe da árvore.

    Adelman ainda passou pelo Minnesota Timberwolves no final da carreira, encerrando em 2014. Foi reconhecido pelo Hall da Fama em 2021 — merecidíssimo — e ganhou o Chuck Daly Lifetime Achievement Award em 2023.

    Olha, técnicos como o Rick são raros hoje em dia. O cara entendia o jogo de uma forma diferente, sempre priorizou o coletivo sobre as estrelas individuais. Nunca foi daqueles técnicos famosos por gritar ou fazer show — era pura competência técnica.

    Vocês acham que ainda existem técnicos como ele na NBA de hoje? Porque pra mim, a liga perdeu muito desse estilo de basquete mais cerebral que o Adelman representava. Descanse em paz, lenda.

  • Jazz pode perder assistente pro Trail Blazers – e faz sentido

    Jazz pode perder assistente pro Trail Blazers – e faz sentido

    Olha, não sei vocês, mas eu acho que o Portland Trail Blazers finalmente tá levando essa busca por técnico a sério. Mike Williams, assistente do Utah Jazz, virou finalista pra comandar o time de Oregon — e sinceramente? Faz todo sentido.

    Williams tá no Jazz desde 2023, trabalhando com Will Hardy. E cara, quem acompanha a NBA sabe que a comissão técnica de Utah virou referência em desenvolvimento de jogadores. O time pode não estar brigando por título, mas a forma como eles trabalham com os mais novos impressiona qualquer um que entende do riscado.

    Por que Portland quer esse cara?

    Vamos ser honestos: o Trail Blazers precisa de alguém que saiba mexer com jovem. Scoot Henderson, Shaedon Sharpe… esses moleques têm talento de sobra, mas precisam de direção. E Williams parece ser exatamente o tipo de cara que sabe como extrair o melhor desses caras.

    A experiência dele no Jazz conta muito. Hardy montou um sistema moderno, focado no desenvolvimento, e Williams foi peça importante nisso tudo. Agora Portland quer essa receita pra si — e eu não culpo eles não.

    Trail Blazers finalmente acertando?

    Vou ser sincero com vocês: Portland vive numa eterna transição há anos. Sempre promettendo, nunca entregando. Mas essa busca por técnico parece diferente. Eles não tão correndo atrás de nome famoso só pra impressionar torcida.

    Williams representa algo que Portland precisa desesperadamente: estrutura. O cara entende de basquete moderno, sabe trabalhar com jovens e — o mais importante — conhece o processo de construir algo do zero.

    E aí, vocês acham que ele aguenta a pressão de comandar uma franquia que há anos promete virar a página? Porque vou te falar, não é moleza não. Mas se for pra apostar em alguém, prefiro mil vezes apostar num cara que provou que sabe desenvolver talento do que em algum nome badalado sem proposta clara.

    A decisão sai em breve. E pela primeira vez em muito tempo, tenho a sensação de que Portland pode acertar de verdade. Williams não vai resolver tudo da noite pro dia, mas pode ser exatamente o que esses moleques precisam pra explodir de vez.

  • Splitter pode ser técnico na NBA! Brasileiro disputa vaga no Portland

    Splitter pode ser técnico na NBA! Brasileiro disputa vaga no Portland

    Gente, vocês viram essa? Tiago Splitter está na briga pra ser técnico principal do Portland Trail Blazers! Isso mesmo, o nosso eterno pivô da seleção brasileira pode fazer história como o primeiro brasileiro a comandar um time da NBA.

    Olha só a situação: depois que Chauncey Billups foi preso por acusações federais em outubro (que loucura, né?), o Splitter assumiu interinamente e agora está entre os três finalistas pra ficar com a vaga em definitivo. Os outros dois candidatos são Jeff Van Gundy e Micah Nori.

    Van Gundy volta à ativa depois de anos na TV

    Jeff Van Gundy é nome conhecido de longa data. O cara passou anos comentando jogos na ESPN e voltou às quadras como assistente do Los Angeles Clippers em 2024. Sua última experiência como técnico principal foi no Houston Rockets, mas isso lá em 2007 — faz tempo, hein?

    Já o Micah Nori é assistente do Chris Finch no Minnesota Timberwolves há bastante tempo. O cara já chegou na final de várias vagas de técnico principal, mas sempre ficou na trave. Será que dessa vez cola?

    E o Splitter nisso tudo?

    Sinceramente, eu não esperava ver o Tiago nessa posição tão cedo. O cara sempre foi inteligente demais em quadra — lembram da época dos Spurs? — mas partir direto pra técnico principal na NBA é um salto gigantesco.

    Por outro lado, ele já conhece o elenco do Portland, já teve a chance de mostrar seu trabalho como interino. E convenhamos, depois da bagunça que foi a temporada dos Blazers, talvez seja a hora perfeita pra apostar numa cara nova.

    O que vocês acham? Será que o Splitter tem chance real de levar essa? Seria monstro demais ter um brasileiro comandando uma franquia da NBA. Imaginem só o orgulho que seria pra gente!

    Uma coisa é certa: seja qual for a decisão de Portland, o fato do Tiago estar entre os finalistas já é uma vitória absurda. Mostra o respeito que ele conquistou no basquete americano, primeiro como jogador e agora como técnico.

  • JVG pode voltar! Van Gundy disputa vaga com Tiago Splitter

    JVG pode voltar! Van Gundy disputa vaga com Tiago Splitter

    Gente, vocês acreditam que o Jeff Van Gundy pode estar voltando pra linha de frente? Depois de 19 anos longe da função de técnico principal, o veterano de 64 anos está na disputa final pela vaga do Portland Trail Blazers. E olha só quem mais está na briga: nosso Tiago Splitter e Micah Nori, do Minnesota.

    Cara, eu confesso que não esperava ver o JVG voltando pra ser técnico principal. O homem tava super confortável como assistente do Tyronn Lue no Clippers, depois daquela passagem épica de 16 anos como comentarista na ESPN (quem não lembra das análises dele?).

    A volta do monstro

    Van Gundy não é qualquer um não. Em 11 temporadas como técnico principal no Knicks e no Rockets, o cara fez 430-318 no geral e levou seus times aos playoffs em 9 dessas 11 temporadas. O ponto alto? Aquele Knicks de 98-99 que foi parar nas Finais — perdeu pro Spurs em 5 jogos, mas que campanha foi aquela!

    Agora, sinceramente? Acho que seria uma contratação interessante pro Portland. O time precisa de experiência depois de toda aquela confusão com o Chauncey Billups (que situação louca aquela do FBI, né?).

    Splitter segurando as pontas

    E falando em Tiago Splitter — que trabalho o brasileiro fez! Assumiu o time no meio da temporada e conseguiu levar os Blazers pros playoffs como 8ª colocado do Oeste (42-39). Nada mal pra quem estava como assistente e de repente virou técnico principal.

    O Tiago tem currículo: passou por Nets e Rockets como assistente, técnico da Seleção Brasileira, e como jogador ganhou anel pelo Spurs em 2014. Experiência não falta pro cara. E pelo visto, o Chicago Bulls também tá de olho nele.

    Já o Micah Nori vem fazendo um trabalho sólido no Minnesota há 6 temporadas como assistente do Chris Finch. O time virou candidato ao título nos últimos anos — não é à toa que ele já foi cotado pro Knicks e Lakers.

    A questão do dinheiro

    Aqui que a coisa fica interessante. O novo dono do Portland, Tom Dundon, tá sendo criticado por cortar gastos (demitiu 70 funcionários essa semana). Se a disputa pelo JVG for questão de grana — e vai ser, né? —, os Blazers podem perder pra outros times.

    Mas tem uma teoria interessante por aí: alguns dizem que o Dundon pode justamente ir atrás do Van Gundy e pagar bem pra mostrar que não é mão de vaca. Uma jogada de marketing, sei lá.

    E vocês, o que acham? Van Gundy ainda tem gás pra comandar um time na NBA depois de quase 20 anos? Ou seria melhor apostar no Splitter, que já mostrou serviço?

  • Jeff Van Gundy pode ser o novo técnico do Portland Trail Blazers

    Jeff Van Gundy pode ser o novo técnico do Portland Trail Blazers

    Gente, vocês lembram do Jeff Van Gundy? Aquele técnico que ficou famoso por se pendurar na perna do Alonzo Mourning durante uma briga no Heat? Pois é, o cara pode estar voltando às quadras como head coach — e olha que faz 19 anos que ele não comanda um time!

    Segundo o insider Chris Haynes, Van Gundy está entre os finalistas para assumir o Portland Trail Blazers. E sinceramente? Eu não esperava essa. O cara passou os últimos anos como comentarista da ESPN e agora tá como coordenador defensivo do Clippers. Mas técnico principal mesmo, a última vez foi no Houston Rockets em 2007.

    O drama por trás da contratação

    A situação do Portland tá meio caótica, não vou mentir. O novo dono Tom Dundon tá sendo zoado na liga toda porque dizem que ele quer contratar técnico no ‘precinho camarada’. O cara nega, mas a galera comenta que ele tá fazendo compras no atacadão mesmo.

    E olha, tem motivo pra essa economia toda. A temporada passada foi um pesadelo: o Chauncey Billups foi preso logo no primeiro jogo (imagina a vergonha), e o Tiago Splitter teve que assumir como interino. O brasileiro fez um trabalho até que decente considerando a situação, mas todo mundo sabia que era temporário.

    Outros candidatos na disputa

    Van Gundy não tá sozinho nessa briga. O Terry Stotts — que já treinou Portland antes e passou a última temporada como assistente do Steve Kerr no Warriors — disse que toparia voltar pra casa. Tem também o Micah Nori, assistente principal do Minnesota.

    O engraçado é que todos esses caras têm uma coisa em comum: nenhum deles vai aceitar trabalhar por mixaria. Se o Dundon realmente quer economizar, vai ter que olhar pra outro lado.

    Mas pensa comigo — será que faz sentido apostar no Van Gundy depois de tanto tempo longe? O cara entende de basquete, isso é indiscutível, mas 19 anos é muito tempo. O jogo mudou MUITO desde 2007.

    O elenco que vai receber o novo técnico

    Quem assumir vai pegar um time interessante. O Damian Lillard deve voltar depois de ficar a temporada toda fora por conta do tendão de Aquiles rompido — e todo fã de NBA sabe como é complicada a volta depois dessa lesão. Tem o Jrue Holiday trazendo experiência no garrafão, e o Deni Avdija mostrando evolução.

    É um projeto que pode dar certo, mas precisa de alguém que entenda de desenvolvimento de jovens talentos e ainda consiga extrair o melhor do Lillard, que já não tá mais nos seus 20 anos.

    E aí pessoal, vocês acham que o Van Gundy ainda tem lenha pra queimar como técnico? Ou será que deveria continuar na TV mesmo?

  • Blazers demite mais de 70 funcionários com novo dono pão-duro

    Blazers demite mais de 70 funcionários com novo dono pão-duro

    Cara, que situação complicada rolando em Portland. O novo dono dos Trail Blazers, Tom Dundon, mandou embora mais de 70 funcionários da franquia. Mais de setenta pessoas, gente. Isso é muita gente perdendo emprego de uma vez só.

    O presidente da equipe, Dewayne Hankins, veio com aquele papo corporativo de sempre: “decisão difícil”, “reestruturação para o futuro”, “posicionar a organização”… A gente já conhece esse discurso, né? Traduzindo: cortaram gastos e fodeu pra quem tava lá trabalhando há anos.

    O novo dono que não quer gastar nada

    Olha, eu já tô desconfiado desse Dundon desde que ele comprou o time. O cara tá economizando em tudo que é canto — até nos jogadores two-way ele não leva pras viagens de playoff. Playoff, mano! É quando você mais precisa de todo mundo junto.

    E tem mais: vazou que ele não quer gastar mais que 1,5 milhão de dólares num técnico novo. Pra NBA, isso é mixaria. É o equivalente a contratar um técnico de segunda divisão quando você precisa de alguém que manje do negócio.

    Splitter não vai ficar e o futuro é incerto

    O Tiago Splitter, nosso brasileiro que tá como técnico interino, provavelmente não vai ganhar a vaga em definitivo. Uma pena, porque o cara conhece basquete e podia ser uma boa — ainda mais representando o Brasil na NBA.

    Pelo jeito, eles tão entrevistando Ben Sullivan (assistente dos Rockets) e Jared Dudley (assistente dos Nuggets). Dois caras competentes, mas será que vão topar trabalhar com esse orçamento de padaria?

    Sinceramente? Tô com pena dos funcionários demitidos e da torcida de Portland. Time que sempre foi família, organização respeitada… e agora vem esse cara cortando tudo. Vocês acham que dá pra montar um time competitivo assim, só no “jeitinho” e economia extrema? Eu tenho minhas dúvidas.

  • Trail Blazers demite funcionários após venda milionária

    Trail Blazers demite funcionários após venda milionária

    Cara, que situação chata essa dos Portland Trail Blazers. O time acabou de ser vendido por US$ 4,25 bilhões — quatro bilhões e duzentos e cinquenta milhões de dólares — e a primeira coisa que o novo dono fez foi demitir um monte de funcionários. Sinceramente, não consigo entender essa lógica.

    Tom Dundon, que lidera o grupo de investidores que comprou a franquia, está cortando custos logo de cara. O cara que também é dono do Carolina Hurricanes da NHL aparentemente acredita que economia começa pelos funcionários que construíram o time ao longo dos anos.

    Demissões atingem toda a organização

    Os funcionários souberam da notícia numa videoconferência na terça de manhã. Imagina só receber esse tipo de bomba num Teams da vida? Entre os demitidos estava Casey Holdahl, repórter digital que estava no time há 18 anos. Dezoito anos, gente! O cara praticamente cresceu junto com a franquia.

    As demissões atingiram tanto o lado business quanto as operações de basquete. Não divulgaram quantos exatamente foram mandados embora, mas pelo tom da declaração oficial, não foi pouco não.

    “Essas mudanças impactaram pessoas talentosas que ajudaram a moldar os Trail Blazers por muitos anos”, disse Dewayne Hankins, presidente de operações comerciais. Bonito no papel, né? Mas na prática é gente perdendo emprego depois de décadas de dedicação.

    O timing não podia ser pior

    O que mais me incomoda é o timing disso tudo. A venda foi aprovada em abril por US$ 4,25 bilhões — uma das maiores da história da NBA — e em maio já estão cortando pessoal? A franquia foi comprada do espólio de Paul Allen, cofundador da Microsoft que morreu em 2018, então não é como se fosse uma situação financeira desesperadora.

    Além disso, o time está negociando com autoridades locais e estaduais sobre financiamento para renovar o Moda Center. O Oregon já aprovou fundos em março para reformar a arena de 30 anos, garantindo US$ 365 milhões para as obras até 2030, quando Portland vai sediar o Final Four feminino da NCAA.

    Ou seja: tem dinheiro público entrando, tem uma venda bilionária recente, mas mesmo assim acham necessário demitir funcionários históricos? Vocês acham que isso faz sentido como estratégia de negócio?

    Olha, eu entendo que novos donos querem colocar sua marca na organização. Mas começar mandando embora gente que dedicou quase duas décadas ao time? Na minha visão, isso mostra muito sobre as prioridades dessa nova gestão.

  • Greg St. Jean pode virar técnico do Trail Blazers? Lakers não vão gostar

    Greg St. Jean pode virar técnico do Trail Blazers? Lakers não vão gostar

    Olha só que situação interessante rolando por aí: o Trail Blazers tá de olho em Greg St. Jean, assistente técnico dos Lakers, pra assumir o comando da equipe. E cara, isso pode dar uma confusão danada em Los Angeles.

    O repórter Sean Highkin soltou essa bomba no Twitter, dizendo que St. Jean tá na lista de candidatos que Portland tá considerando. E faz sentido, né? O cara tem experiência, rodou por vários times e tem uma bagagem interessante.

    O currículo do candidato

    St. Jean não é qualquer um não. Ele fez parte da comissão técnica do Frank Vogel quando os Lakers ganharam o título na bolha em 2020. Depois, quando o Jason Kidd saiu pra Dallas, St. Jean foi junto e desenvolveu uma relação próxima com o Luka Dončić. Imagina só a experiência de trabalhar com um monstro desses?

    Depois de uma passagem rápida pelo Phoenix Suns (que durou só um ano antes de todo mundo ser demitido), ele voltou pros Lakers. E não é só isso – o cara também foi assistente da seleção da Eslovênia no verão passado, meio que fazendo uma ponte entre Luka e os Lakers.

    Portland tá desesperado ou sendo esperto?

    Sinceramente, acho que os Blazers tão numa situação complicada. Segundo o que tá rolando, eles não querem pagar salários dignos e por isso não conseguem atrair técnicos principais de peso. Daí sobra essa de garimpear assistentes que topem o desafio.

    Além de St. Jean, outros nomes que apareceram na lista são Micah Nori (assistente do Minnesota), Jared Dudley (que tá no Denver) e mais alguns. Mas convenhamos, se você fosse um técnico experiente, iria querer trabalhar numa organização que claramente tá fazendo economia no lugar errado?

    E aí, vocês acham que St. Jean vai topar largar os Lakers – time sempre competitivo, com estrutura top – pra encarar a reconstrução em Portland? Na minha visão, seria uma aposta alta pra carreira dele, mas às vezes é isso que separa quem quer só ficar na zona de conforto de quem quer mostrar serviço como técnico principal.

    Os Lakers, obviamente, não vão querer perder um cara que se tornou uma voz influente na comissão técnica. Mas é aquela coisa: quando surge oportunidade de ser técnico principal na NBA, é difícil recusar.

  • Stotts quer voltar a Portland – será que seria boa ideia?

    Stotts quer voltar a Portland – será que seria boa ideia?

    Gente, vocês viram essa? Terry Stotts quer VOLTAR a ser técnico do Portland Trail Blazers. Isso mesmo, o cara que treinou o time por nove anos (de 2012 a 2021) tá praticamente implorando pra voltar.

    O bagulho foi assim: Stotts mandou uma mensagem pro Dwight Jaynes, um jornalista veterano que cobre os Blazers há décadas, dizendo “Eu adoraria voltar pros Blazers e pra Portland”. E não parou por aí — o agente dele já entrou em contato com a franquia pra demonstrar interesse na vaga.

    O que Terry fez em Portland

    Olha, vou ser justo aqui. O trabalho do Stotts não foi ruim não. Em nove temporadas, ele teve 402 vitórias contra 318 derrotas — um aproveitamento bem respeitável. E o mais impressionante: levou Portland pros playoffs oito vezes consecutivas, de 2014 a 2021.

    Lembro bem dessa época. Dame Lillard explodindo, CJ McCollum fazendo aqueles arremessos impossíveis… Era um time que sempre incomodava. Mas aí que tá — eles nunca passaram das Finais de Conferência. E isso machuca, cara.

    Por que ele saiu e onde tá agora

    Stotts foi demitido em 2021 quando ficou claro que o time tinha chegado no seu teto com ele. Portland precisava de uma nova voz, uma nova energia. Depois disso, ele foi ser assistente do Steve Kerr no Golden State Warriors — pensa só, foi aprender com um dos melhores.

    Agora que saiu dos Warriors, ele tá livre no mercado. E visivelmente querendo sua segunda chance em Portland. A pergunta que fica é: será que faz sentido?

    Sinceramente? Eu acho complicado. Não que ele seja um técnico ruim — longe disso. Mas às vezes a relação entre técnico e franquia simplesmente se esgota. Portland tá numa fase de reconstrução, tentando descobrir o que fazer com o futuro do Dame Lillard… Não sei se voltar pro passado é a resposta.

    E vocês, o que acham? Terry Stotts merece uma segunda chance ou os Blazers devem apostar em sangue novo? Deixem aí nos comentários!