Tag: NBA virada histórica

  • Cade Cunningham faz mais pontos sozinho que o Magic inteiro no 2º tempo

    Cade Cunningham faz mais pontos sozinho que o Magic inteiro no 2º tempo

    Gente, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. O Cade Cunningham simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada do Detroit Pistons morrer no jogo 6 contra o Orlando Magic. E quando eu digo que ele decidiu, é porque o cara literalmente fez mais pontos sozinho no segundo tempo do que O TIME INTEIRO do Magic. Isso mesmo que vocês leram.

    Olha, eu já vi muita coisa absurda na NBA, mas essa estatística é de outro planeta: Cunningham anotou 24 pontos no segundo tempo. O Magic? 19. Todo o time. Dezenove pontos em dois quartos inteiros. Cara, isso é constrangedor.

    A virada histórica dos Pistons

    No intervalo, a situação era desesperadora. Pistons perdendo por 22 pontos (60-38) e com a corda no pescoço na série — já estava 3-2 pro Magic. Eu sinceramente achei que era o fim da linha pra Detroit. Mas aí aconteceu algo que só o basquete consegue proporcionar.

    Os caras saíram do vestiário com uma energia completamente diferente. Sabe quando você sente que algo mudou? Foi exatamente isso. A defesa engrenhou, o ataque fluiu e o Cade virou o monstro que a gente sabe que ele pode ser.

    O placar final foi 93-79 para Detroit. Sim, eles viraram 22 pontos de desvantagem. No playoff. Contra um time que tava com tudo pra fechar a série.

    Cade Cunningham no modo destruição

    Os números do Cade no jogo foram surreais: 32 pontos, 10 rebotes, 3 assistências e 4 roubos de bola. Mas o mais impressionante mesmo foi o quarto período. O cara anotou 19 pontos só no último quarto — exatamente os mesmos 19 que o Magic inteiro fez no segundo tempo todo.

    E vocês sabem o que é mais louco? O Magic acertou apenas 1 de 20 arremessos no último quarto. Um de vinte! Isso é 5% de aproveitamento. Eu já vi defesa sufocante, mas isso aí foi além. Os Pistons literalmente não deixaram o Magic respirar.

    Agora é jogo 7 em Detroit. Em casa. Com o Cade nesse nível. Sinceramente, eu não apostaria contra os Pistons agora. E vocês, acham que Detroit consegue completar essa virada épica na série?

  • Kawhi Leonard congela no clutch e Clippers viram de 24 pontos

    Kawhi Leonard congela no clutch e Clippers viram de 24 pontos

    Cara, eu tava quase desligando a TV no primeiro quarto. 42-21 pros Pacers? Com os caras acertando TUDO de 3? Parecia que ia ser mais uma noite frustrante pros Clippers. Mas aí o Kawhi Leonard lembrou todo mundo porque ele é o cara do clutch.

    Com 0.4 segundos no relógio, Leonard recebeu a bola pela lateral esquerda, driblou pro meio e — SPLASH. Jumper gelado pra fechar uma virada histórica: 114-113 pros Clippers, depois de estarem perdendo por 24 pontos.

    A ressurreição dos Clippers

    Sinceramente, eu não esperava essa virada. Os Pacers começaram o jogo metendo bala — 8 de 11 de três no primeiro quarto. Era um festival de arremessos que deixou qualquer fã dos Clippers com vontade de mudar de canal.

    Mas a coisa mudou no segundo quarto. Os Clippers foram encostando devagar, e quando você viu, já tava um jogaço. Leonard terminou com 28 pontos (chegando aos incríveis 50 jogos consecutivos com pelo menos 20 pontos), enquanto Darius Garland liderou o time com 30. Que dupla, monstro!

    E olha que conquista pro técnico Tyronn Lue — foi a vitória número 400 da carreira dele. Quarta vitória seguida dos Clippers, que tão começando a engatar mesmo.

    Final de filme

    O final foi de roer as unhas. Com um minuto no relógio, Obi Toppin acertou um jumper e colocou os Pacers na frente: 113-108. Parecia que ia dar Indiana mesmo.

    Mas aí que o Leonard mostrou porque é clutch. Respondeu na sequência, Garland converteu duas livres, e quando Pascal Siakam errou o arremesso que poderia ter definido o jogo, os Clippers tiveram a última posse.

    E vocês sabem como terminou, né? Leonard com aquele jumper que só ele sabe fazer no momento certo. Frieza absurda.

    Pelos Pacers, Aaron Nesmith foi bem com 26 pontos e Toppin contribuiu com 20. Bennedict Mathurin, jogando contra seu ex-time, fez 17 pontos sendo certeiro nas livres (12 de 15). Mas não foi suficiente pra segurar a reação dos Clippers.

    Uma pena que o Jarace Walker teve que sair do jogo no primeiro tempo por suspeita de concussão. Sempre complicado quando rola isso.

    E aí, acham que os Clippers finalmente encontraram o ritmo ou foi só mais uma noite inspirada do Kawhi?

  • Wolves fazem a maior virada da história na prorrogação

    Wolves fazem a maior virada da história na prorrogação

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que eu vi ontem à noite. Os Minnesota Timberwolves acabaram de protagonizar a maior virada da história da NBA em prorrogação — e olha que fizeram isso sem cinco dos seus sete principais jogadores!

    13 pontos de desvantagem na prorrogação. Treze! E os caras viraram com uma sequência de 15 a 0 para bater o Houston Rockets por 110 a 108. Desde que a liga começou a registrar essas estatísticas detalhadas em 1997-98, NUNCA ninguém tinha conseguido uma virada dessas proporções no tempo extra.

    O caos que virou épico

    A situação estava apocalíptica mesmo. Anthony Edwards fora pelo quinto jogo seguido (problema no joelho), Jaden McDaniels saiu mancando no final do quarto período depois de fazer 25 pontos e marcar o Kevin Durant, Rudy Gobert foi expulso por faltas, e pra completar o caos, Naz Reid levou expulsão na prorrogação por reclamar com o árbitro Scott Foster.

    Sinceramente? Eu teria saído do ginásio também, igual muitos torcedores fizeram. Alperen Sengun enterrou uma que deixou Houston na frente por 108-95, completando uma sequência absurda de 26 a 2. Parecia acabado.

    Mas aí que os Wolves mostraram por que são candidatos sérios ao título. Julius Randle — que fez 24 pontos TODOS no segundo tempo — assumiu o protagonismo junto com Kyle Anderson pra marcar o KD.

    A virada que ninguém esperava

    Mike Conley abriu a reação com uma bomba de três. Anderson fez aquela jogada genial: pegou o rebote ofensivo do Randle, sofreu falta do Sengun e converteu o and-one. Os Wolves forçaram uma violação de oito segundos (coisa linda de se ver), DiVincenzo cortou pro garrafão, e de repente o jogo tinha virado.

    O momento decisivo? DiVincenzo empata com mais uma de três, Sengun erra, e Randle — que tava simplesmente impossível — acerta um pull-up com 8.8 segundos restantes pra dar a vitória.

    “A gente tem competidores de verdade aqui, caras que querem o desafio”, disse Randle depois. E olha, ele não tava mentindo não.

    Por que isso importa tanto

    Com essa vitória, Minnesota (45-28) se manteve meio jogo atrás do Denver na quarta colocação do Oeste. Mais importante ainda: empataram a série da temporada em 1-1 com Houston e abriram 1.5 jogo de vantagem sobre os Rockets na tabela.

    E vocês acham que foi sorte? Os caras tentaram 63 arremessos na área e só ganharam 10 lances livres! Mesmo assim acharam um jeito de ganhar. Isso que eu chamo de personalidade.

    Rudy Gobert resumiu bem: “Eu tô muito orgulhoso que a gente não desistiu. A gente quer ganhar um título, então sabemos que vai ter adversidade”.

    Olha, se os Wolves conseguem fazer isso sem o Edwards e mais quatro titulares, imaginem quando estiverem 100%. Esse time tem algo especial, e jogos como esse provam que eles não vão facilitar pra ninguém nos playoffs.

  • T-Wolves fazem história com virada absurda na prorrogação

    T-Wolves fazem história com virada absurda na prorrogação

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que aconteceu em Minneapolis na madrugada de quinta-feira. Os Timberwolves simplesmente fizeram o IMPOSSÍVEL contra o Houston Rockets — viraram um jogo estando 13 pontos atrás na prorrogação. Treze pontos. Na prorrogação. Com meio time machucado.

    Vocês conseguem imaginar? Primeira vez na história da NBA desde que começaram a registrar essas estatísticas detalhadas (1996-97) que um time vira uma desvantagem desse tamanho no tempo extra. Monstro demais.

    A virada que ninguém acreditava

    Houston começou a prorrogação destruindo tudo — 6 posses, 6 cestas. De repente estava 108-95 com 3 minutos no relógio. Eu tava vendo e já pensando “acabou, foi uma boa temporada pros Wolves”. Aí do nada Minnesota acorda e resolve fazer historia.

    Seis posses seguidas, seis cestas. Julius Randle fechou a conta com um jumper fadeway que vai entrar pra história. O cara simplesmente decidiu que não ia perder esse jogo. “A gente foi feito pra esses momentos”, disse depois. E olha, depois de uma virada dessas, quem vai discordar?

    Meio time no departamento médico

    O mais absurdo é que Minnesota tava completamente desfalcado. Anthony Edwards, o cara que mais pontua no time, nem jogou. Jaden McDaniels se machucou no quarto período (mesmo assim fez 25 pontos). Rudy Gobert levou a sexta falta no fim do tempo regulamentar. E pra completar o caos, Naz Reid foi expulso logo no começo da prorrogação pelo Scott Foster — aquele árbitro que todo mundo ama odiar.

    Reid discutiu uma decisão do replay e pronto, tchau e benção. O cara que foi Sexto Homem do Ano teve que assistir a virada histórica do banco. Que azar, né?

    Implicações gigantes

    Essa vitória é muito mais que só um show de superação. Os Wolves continuam em quinto no Oeste (45-28) e mantiveram viva a chance de passar o próprio Houston na classificação. Se tivessem perdido, os Rockets teriam assumido a posição e ainda por cima ganhado o confronto direto da temporada.

    Sinceramente, eu não sei como Houston vai se recuperar psicologicamente dessa. Estar com 13 pontos de vantagem na prorrogação e perder deve ser uma das sensações mais frustrantes do basquete. E olha que eles precisavam dessa vitória — março tá sendo complicado pro time texano (5-6 no mês).

    Que jogaço, pessoal. Essas são as noites que fazem a gente lembrar por que a NBA é o melhor espetáculo do mundo.