Tag: New Orleans Pelicans

  • Nets já podem perder assistente para New Orleans

    Nets já podem perder assistente para New Orleans

    Cara, mal passou um mês dos Nets renovando com o Jordi Fernández e toda a comissão técnica, e já tem time querendo roubar nosso pessoal. É o mundo NBA mesmo — não dá pra relaxar.

    Steve Hetzel, assistente técnico do Brooklyn, virou finalista para a vaga de técnico principal do New Orleans Pelicans. E olha que concorrência pesada: ele tá disputando com Darvin Ham (que era o cara do lado do Doc Rivers no Milwaukee), Sean Sweeney (do Spurs) e pasmem… Rajon Rondo, que agora tá na área de coaching.

    Quem é esse Hetzel que o Pelicans quer tanto?

    O cara não é qualquer um, não. Começou lá embaixo em 2005 como assistente de vídeo do Popovich no Spurs (imagina só o tanto de coisa que aprendeu ali), e desde então rodou por Cleveland, Detroit, Charlotte, Orlando, Portland e agora Brooklyn. Trabalhou com Mike Brown, Lawrence Frank, Steve Clifford, Chauncey Billups… é currículo pra caramba.

    E sabe qual foi o momento que mostrou que o Hetzel manja mesmo? Em dezembro passado, quando o Fernández não pôde dirigir o time contra o Milwaukee, ele assumiu e os Nets DESTRUÍRAM os Bucks por 127-82. Foi uma das 19 vitórias do ano (sim, foi uma temporada complicada), mas que vitória! Empatou o recorde de maior diferença da franquia.

    O que isso significa pros Nets?

    Sinceramente? Mais uma dor de cabeça numa offseason que já prometia ser interessante. O Brooklyn mal conseguiu montar uma base sólida com o Fernández, e agora pode perder uma peça importante da comissão técnica.

    Por outro lado, é até um bom sinal, né? Mostra que o trabalho que tá sendo feito no Barclays Center não tá passando despercebido pela liga. Quando outros times vêm atrás do seu pessoal, é porque alguma coisa vocês estão fazendo direito.

    Vocês acham que o Hetzel vai topar a aventura em New Orleans? Primeira oportunidade como técnico principal na NBA… é difícil recusar uma chance dessas, ainda mais depois de tanto tempo como assistente. E os Pelicans, com Zion e CJ McCollum, não é um projeto ruim pra começar.

  • Pelicans já tem 4 finalistas pra técnico – e Rondo tá na lista!

    Pelicans já tem 4 finalistas pra técnico – e Rondo tá na lista!

    Olha só que interessante: os Pelicans já definiram os quatro finalistas para o cargo de técnico principal, e tem uma cara conhecida aí que pode surpreender muita gente.

    A lista final tem Darvin Ham e Rajon Rondo (ambos assistentes no Milwaukee), Steve Hetzel (assistente no Brooklyn) e Sean Sweeney (assistente no San Antonio). Sim, você leu certo – o próprio Rondo, aquele armador genial que a gente acompanhou por anos, agora tá disputando uma vaga de técnico principal na NBA.

    O que aconteceu com Borrego?

    Aqui tem um detalhe curioso: James Borrego, que terminou a temporada como técnico interino dos Pelicans, não tá nessa lista final. Cara assumiu o time depois que demitiram o Willie Green após apenas 12 jogos, comandou a equipe até o final da temporada (terminaram com 24-46), mas aparentemente não convenceu a diretoria.

    Sinceramente? Acho meio injusto com o Borrego. O cara pegou um time em situação complicada e pelo menos deu uma estabilizada nas coisas. Mas né, NBA é resultado mesmo.

    Jamahl Mosley pode entrar na briga

    Tem mais uma reviravolta nessa história: Jamahl Mosley, que acabou de ser demitido do Orlando Magic depois de cinco temporadas, pode ser adicionado à lista de candidatos. Segundo os bastidores, os Pelicans já vinham de olho nele há meses, meio que esperando que Orlando tomasse essa decisão.

    E vocês, o que acham dessa lista? Eu tô genuinamente curioso pra ver como seria um Rajon Rondo técnico. O cara sempre foi conhecido pela inteligência de jogo absurda, aquele QI de basquete que poucos jogadores têm. Mas uma coisa é ser inteligente como jogador, outra é conseguir passar isso pro time todo como técnico.

    Os Pelicans precisam mesmo de uma mudança. Com Zion Williamson tentando se manter saudável e Brandon Ingram jogando em alto nível, esse time tem potencial pra brigar por uma vaga nos playoffs. A questão é encontrar alguém que saiba extrair o máximo desse elenco – e principalmente, que consiga manter todo mundo focado e comprometido.

  • DeAndre Jordan ganha prêmio de melhor companheiro da NBA

    DeAndre Jordan ganha prêmio de melhor companheiro da NBA

    Olha só que história massa: DeAndre Jordan, do New Orleans Pelicans, acabou de ganhar o prêmio Twyman-Stokes de Melhor Companheiro de Equipe da NBA. E cara, que disputa apertada foi essa!

    Jordan levou com 1.445 pontos na votação dos próprios jogadores da liga. Jrue Holiday (Portland) ficou colado com 1.437 pontos — e olha que o cara já ganhou esse troféu três vezes! Jeff Green (Houston) completou o pódio com 1.420 pontos.

    Veterano que sabe o que é respeito

    Sinceramente, não podia ter escolha melhor. Jordan é daqueles caras que todo mundo quer ter no vestiário. O maluco já tem um currículo absurdo: três seleções All-NBA, dois All-Defensive Team, um All-Star Game, ouro olímpico no Rio 2016 e — pasmem — um anel de campeão com o Denver em 2023.

    Mas o que mais me impressiona é como ele ainda consegue ser esse líder aos 37 anos. O prêmio é dado pro jogador que demonstra “jogo altruísta, liderança dentro e fora de quadra como mentor e modelo para outros jogadores da NBA”.

    Uma homenagem que vale ouro

    Vocês sabem a história por trás desse prêmio? É de arrepiar. O troféu leva o nome de Jack Twyman e Maurice Stokes, que jogaram juntos no Rochester/Cincinnati Royals entre 1955-58. Stokes sofreu uma lesão cerebral no último jogo da temporada regular de 57-58, entrou em coma e ficou paralisado.

    Twyman não abandonou o parceiro — virou guardião legal dele e cuidou do cara pelo resto da vida. Essa é a definição de companheirismo, mano.

    A concorrência estava pesada mesmo. Entre os indicados estavam nomes como Jayson Tatum (Boston), Jalen Brunson (New York), Marcus Smart (Lakers) e até nosso conhecido DeAaron Fox (San Antonio). Mas Jordan mereceu demais essa.

    E aí, vocês acham que ele ainda tem gás pra mais uma temporada sendo esse veterano respeitado? Eu apostaria que sim!

  • DeAndre Jordan leva prêmio de melhor companheiro da NBA

    DeAndre Jordan leva prêmio de melhor companheiro da NBA

    Olha só que surpresa boa: DeAndre Jordan acabou de ganhar o prêmio Twyman-Stokes de Melhor Companheiro de Equipe da temporada 2025-26! Sinceramente, não esperava essa, mas faz todo sentido quando você para pra pensar.

    O veterano de 36 anos desbancou uma galera pesada na disputa — Jrue Holiday (que já ganhou três vezes, diga-se de passagem), Jeff Green e Garrett Temple ficaram na segunda colocação. Mas o DJ conseguiu impressionar tanto os executivos da liga quanto os próprios jogadores que votaram.

    O que torna esse prêmio especial

    Cara, esse é um dos prêmios mais legais da NBA porque não tem nada a ver com estatísticas. É sobre ser aquele cara que todo mundo quer ter no vestiário. Liderança dentro e fora de quadra, ser mentor dos mais novos, jogar pelo time sempre — esse tipo de coisa que não aparece na súmula mas faz toda diferença.

    E convenhamos, quem melhor que um pivô veterano de quase duas décadas na liga pra entender disso? O Jordan já passou por praticamente tudo no basquete profissional.

    Nova casa, mesma energia

    O mais interessante é que o DJ tá fazendo isso em Nova Orleans, onde chegou nesta temporada depois de três anos em Denver ajudando o Nuggets a conquistar o título em 2023. Imagino como deve ser legal ter um cara desse calibre chegando no seu vestiário — aquela presença que acalma todo mundo e passa confiança.

    A concorrência tava pesada mesmo. Além do trio que ficou no top 4, rolaram nomes como Jalen Brunson, Jayson Tatum, De’Aaron Fox e Marcus Smart na lista de finalistas. Stephen Curry ganhou na temporada passada, e Mike Conley já levou três vezes — então o nível é altíssimo.

    E aí, vocês acham que o DeAndre vai conseguir repetir a dose ano que vem? Ou será que algum dos jovens vai conseguir quebrar a hegemonia dos veteranos nesse prêmio?

  • Ex-Warriors pode ser o novo técnico dos Pelicans

    Ex-Warriors pode ser o novo técnico dos Pelicans

    Cara, quem disse que ex-jogador não pode virar técnico? O New Orleans Pelicans tá pedindo permissão para entrevistar Jarrett Jack, atual assistente técnico do Detroit Pistons, para assumir o comando do time.

    Jack não é exatamente um nome que faz barulho hoje em dia, mas quem acompanha NBA há mais tempo lembra bem do cara. Principalmente da temporada 2012-13 com o Golden State Warriors — que temporada monstro!

    O ano que mudou tudo em Golden State

    Vocês lembram quando Jack chegou nos Warriors? O time estava tentando voltar aos playoffs depois de anos no fundo do poço. E o cara simplesmente entregou: 12.9 pontos, 5.6 assistências e 3.8 rebotes por jogo. Mais importante: 40.4% nos arremessos de três pontos.

    Resultado? Terminou em terceiro lugar na votação para Sexto Homem do Ano — o melhor resultado da carreira dele. E olha, não foi sorte não. Nos playoffs, quando a coisa apertou, Jack foi ainda melhor: 17.2 pontos por jogo e 50.6% de aproveitamento nos arremessos.

    Golden State conseguiu chegar aos playoffs pela primeira vez desde o time “We Believe”. Coincidência? Eu acho que não.

    De veterano esperto a possível técnico

    Depois de pendurar as chuteiras em 2018, Jack fez o caminho clássico: G-League como mentor, assistente no Phoenix Suns e agora no Detroit Pistons desde 2023. O cara conhece basquete, isso ninguém questiona.

    E tem um detalhe interessante: Jack jogou três temporadas em New Orleans como atleta. Conhece a casa, conhece o ambiente, sabe o que é vestir aquela camisa. Isso conta ponto com certeza.

    Sinceramente, acho uma aposta interessante. O Pelicans precisa de alguém que entenda de verdade o que é ser jogador na NBA moderna. E Jack, mesmo sendo um cara que rodou por oito times na carreira, sempre deixou sua marca por onde passou.

    Vocês acham que ele tem perfil para comandar um elenco jovem como o dos Pelicans? Com Zion Williamson, CJ McCollum e companhia, não vai ser moleza não.

  • Pelicans procurando técnico e Borrego pode ficar mesmo

    Pelicans procurando técnico e Borrego pode ficar mesmo

    Olha, eu não sei se vocês acompanharam a situação dos Pelicans, mas eles estão numa sinuca de bico para escolher o próximo técnico. E o que mais me chamou atenção? James Borrego pode ficar mesmo no cargo.

    O cara assumiu como interino depois que o Willie Green saiu e, sinceramente, não fez um trabalho dos mais convincentes. 24 vitórias e 46 derrotas — mais da metade dos jogos perdidos. Mas aparentemente a direção viu alguma coisa ali que eu não consegui enxergar assistindo alguns jogos deles.

    O leque de opções tá interessante

    Agora, o que me deixa curioso é a lista de candidatos que eles tão considerando. Sean Sweeney, assistente dos Spurs — esse aí conhece basquete, vem da escola Pop Gregg. Darvin Ham dos Bucks também tá na disputa, e convenhamos, trabalhar com o Giannis deve ensinar umas coisas sobre como lidar com superstar.

    Mas o que mais me surpreendeu foi ver Steve Hetzel dos Nets na lista. Brooklyn não teve uma temporada das mais convincentes, mas enfim, experiência é experiência.

    As apostas mais ousadas

    E aí que vem o plot twist: Jarrett Jack e Rajon Rondo também estão cotados. Rondo como técnico? Cara, isso seria absolutamente fascinante de ver. O maluco sempre foi um QI de basquete absurdo em quadra, mas daí a comandar um time inteiro…

    Jarrett Jack dos Pistons é outro que me deixa na curiosidade. Detroit tá numa reconstrução há uns 5 anos já, será que ele aprendeu alguma coisa sobre paciência lá?

    A real é que os Pelicans precisam de alguém que consiga tirar o melhor do Zion Williamson e do Brandon Ingram. Dois talentos monstruosos que nunca conseguiram encaixar direito. E vocês, acham que algum desses caras aí consegue fazer essa dupla funcionar de verdade?

    Na minha opinião, manter o Borrego seria apostar na continuidade, mas não sei se é isso que o time precisa. Às vezes uma mudança radical de filosofia pode ser exatamente o que falta para acordar esse elenco.

  • Pelicans ajudam Bucks no sorteio da NBA sem querer

    Pelicans ajudam Bucks no sorteio da NBA sem querer

    Vocês sabiam que mesmo depois do fim da temporada regular, ainda rolam uns pegas no draft da NBA? Pois é, e aconteceu uma coisa interessante com os Bucks que pode fazer diferença na loteria de maio.

    A parada é a seguinte: quando times terminam com o mesmo número de vitórias e derrotas, a liga faz um sorteio pra decidir quem fica com as melhores chances no draft. E ontem rolou exatamente isso entre Pelicans e Mavericks, que empataram com o sétimo pior recorde da temporada.

    Por que isso importa pros Bucks?

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio complicada, não vou mentir). Lá em 2020, quando os Bucks trocaram o Jrue Holiday, eles deram pros Pelicans o direito de trocar picks de primeira rodada em 2026. Só que no verão passado, New Orleans passou esse direito pros Hawks. Ou seja: se a pick dos Pelicans ou dos Bucks acabar melhor colocada, Atlanta fica com ela.

    E adivinha só? Os Pelicans ganharam o cara ou coroa contra Dallas e ficaram com a sétima posição na loteria. Isso significa 29,3% de chance de cair no top 4, contra 28,9% que teriam se perdessem o sorteio.

    “Mas espera aí, isso não é bom pros Bucks?”, você deve tá pensando. Calma que eu explico.

    A matemática cruel da troca de picks

    Por causa dessa troca, Milwaukee tá numa situação bem chatinha. Eles têm apenas 3,7% de chance real de subir pro top 4 – bem longe dos 13,9% que aparecem na tabela oficial. E o pior: zero chance de ganhar a primeira pick geral. Se isso acontecer, o pick vai automaticamente pros Hawks.

    Sinceramente, essa troca do Jrue tá doendo até hoje. O cara ajudou os Bucks a ganhar o título em 2021, mas o preço foi salgado demais.

    O lado bom da história

    Mas nem tudo são flores ruins. Com os Pelicans na sétima posição, Milwaukee ganhou uma pequena chance de draftar na oitava posição – coisa que não seria possível se New Orleans tivesse perdido o sorteio.

    É uma diferença pequena, mas hey, no draft da NBA qualquer vantagem conta. E quem sabe? Basketball é um esporte de surpresas. Lembram quando os Cavs ganharam a loteria em 2014 com apenas 1,7% de chance?

    O que vocês acham: os Bucks conseguem pelo menos uma surpresinha positiva nessa loteria, ou vão mesmo ficar na décima posição? Eu tô torcendo pra pelo menos subirem umas casas – esse time precisa de sangue novo urgente.

  • Joe Dumars faz limpeza geral no Pelicans: vai dar certo?

    Joe Dumars faz limpeza geral no Pelicans: vai dar certo?

    Olha, quando o Joe Dumars assume o comando das operações de basquete do Pelicans, você já sabe que vem mudança por aí. E não é qualquer mudançinha não — o cara está fazendo uma limpeza geral na organização.

    Segundo as informações que chegaram até nós, um número “significativo” de funcionários não vai continuar no time. Cara, isso é praticamente uma reestruturação completa dos departamentos de basquete. Dumars não tá brincando em serviço.

    A busca pelo novo técnico esquenta

    E por falar em mudanças, o Pelicans também tá no começo da caçada por um novo treinador principal. Os nomes que estão circulando são interessantes: Jamahl Mosley (que fez um trabalho sensacional no Magic) e Darvin Ham (recém-demitido pelos Lakers).

    Sinceramente, acho que qualquer um dos dois seria uma boa escolha. O Mosley mostrou que sabe desenvolver jovem talento — e Deus sabe que o Pelicans precisa disso. Já o Ham tem experiência de playoffs e conhece a pressão de times grandes.

    Zion fica, pelo menos por enquanto

    Mas a notícia que mais me chamou atenção foi outra: o time não tem interesse nenhum em trocar o Zion Williamson nesta offseason. E faz sentido, né?

    Por mais que o garoto tenha tido problemas com lesões (e alguns com peso também, vamos combinar), o potencial dele ainda é absurdo. Quando tá saudável, o cara é praticamente imparável no garrafão. É aquele tipo de jogador que você não desiste fácil — ainda mais depois de ter investido tanto nele.

    A real é que o Dumars tá tentando construir algo sólido em Nova Orleans. O cara tem currículo pra isso — foi peça-chave na construção daqueles times de Detroit que ganharam título nos anos 2000. Mas vocês acham que essas mudanças todas vão funcionar mesmo?

    Porque uma coisa é certa: se não der certo dessa vez, o Zion pode mesmo pedir pra sair. E aí a coisa complica de vez pro Pelicans.

  • Sean Sweeney é o nome mais quente pra virar técnico principal na NBA

    Sean Sweeney é o nome mais quente pra virar técnico principal na NBA

    Olha só que nome interessante surgindo no radar: Sean Sweeney. Nunca foi técnico principal na NBA, mas tá sendo apontado como O cara pra preencher uma das vagas que vão aparecer nessa offseason.

    O cara tá no San Antonio Spurs agora como assistente-técnico do Mitch Johnson, mas a trajetória dele é que impressiona. Passou quatro anos como braço direito do Jason Kidd no Dallas Mavericks – e vocês sabem como o Kidd valoriza assistentes que entendem do jogo.

    O pedigree que conta

    Mas aqui que fica interessante: antes do Mavs, o Sweeney trabalhou com o Kidd lá no Milwaukee Bucks. E adivinha quem era o jogador que ele ajudou a desenvolver? O Giannis Antetokounmpo. Isso mesmo, ele foi o técnico de desenvolvimento do Greek Freak durante os primeiros anos da carreira do cara que virou MVP duas vezes.

    “Ele é o melhor disponível (entre os técnicos estreantes) por uma margem gigante”, disse um scout da Conferência Leste pro The Athletic. Quando os caras de dentro da liga falam assim, é porque tem substância.

    Depois do Milwaukee, ainda passou pelo Detroit Pistons trabalhando com Dwane Casey. Ou seja, o cara não é novato não – tem experiência com diferentes estilos e filosofias de jogo.

    Onde ele pode parar?

    Por enquanto, Milwaukee Bucks e New Orleans Pelicans são os dois times que tão oficialmente procurando técnico. Sinceramente, seria meio irônico se o Sweeney voltasse pros Bucks como técnico principal depois de ter ajudado a formar o Giannis lá, né?

    E aí, vocês acham que ele tem o perfil pra aguentar a pressão de ser técnico principal? Porque uma coisa é ser assistente, outra é ter que tomar as decisões finais e enfrentar a imprensa quando as coisas não vão bem. Mas pelo histórico, parece que o cara tem tudo pra dar certo.

  • Joe Dumars bate o martelo: Zion não sai dos Pelicans

    Joe Dumars bate o martelo: Zion não sai dos Pelicans

    Olha, eu não sei vocês, mas essa temporada dos Pelicans me deixou com mais dúvidas do que certezas. O Zion Williamson teve uma temporada até que decente — 21 pontos por jogo em 62 partidas (o que já é um milagre considerando o histórico de lesões do cara). Mas aí você olha pro lado e vê: 26 vitórias em 82 jogos. Vinte e seis!

    A situação ficou ainda mais estranha com a chegada do Derik Queen. Dois caras que ocupam praticamente o mesmo espaço na quadra, nenhum dos dois estica a quadra com arremessos de 3, nenhum protege o aro como deveria. O resultado? Quando jogavam juntos, o time tomava uma surra de 11 pontos a cada 100 posses. Pra vocês terem uma ideia, isso é nível Washington Wizards de ruindade.

    “Não temos intenção alguma”

    Com toda essa confusão, era natural que começassem os rumores sobre uma possível troca do Zion. Mas Joe Dumars, vice-presidente executivo dos Pelicans, foi direto ao ponto na terça-feira: “Não temos intenção alguma de fazer isso”.

    Sinceramente? Eu entendo a posição dele. O Zion ainda não fez 26 anos, quando está saudável é um monstro absoluto, e você não simplesmente desiste de um talento desses. Mas cara, a matemática não fecha muito bem quando você pensa no encaixe com o Queen e no futuro do time.

    Dumars disse que está “muito orgulhoso” da temporada do Zion, especialmente por ele ter conseguido se manter saudável na maior parte do ano. Depois de aparecer em apenas 30 jogos na temporada passada por causa de lesões no posterior e nas costas, conseguir 62 jogos foi quase um milagre.

    Nova Orleans é casa

    Do lado do jogador, o Zion deixou bem claro onde quer ficar. “Nova Orleans é casa pra mim”, disse ele na coletiva de fim de temporada. “Eu moro aqui. Fico na cidade durante toda a off-season. Muitos caras vazam quando a temporada acaba, eu não.”

    É bonito de ver, não vou mentir. O cara realmente parece ter criado raízes na cidade. Está lá desde os 19 anos, conhece cada cantinho, se sente em casa. Mas aí vem a pergunta que não quer calar: será que sentimento é suficiente quando o time não funciona?

    E tem a questão financeira também. O Zion tem mais dois anos de contrato (US$ 42,2 milhões e US$ 44,9 milhões), e pode assinar uma extensão de até US$ 177 milhões por três temporadas nesta off-season. Considerando o histórico de lesões e o investimento pesado no Queen, essa extensão parece bem improvável.

    Quando perguntaram pro Dumars sobre o encaixe entre Zion e Queen, ele meio que deu risada e disse que sempre acha engraçado quando questionam se dois jogadores podem jogar juntos. Citou até Tatum e Brown dos Celtics como exemplo. Olha, eu entendo o ponto dele, mas os números não mentem — e eles estão gritando que essa dupla não funciona.

    E aí, o que vocês acham? Os Pelicans devem insistir nessa parceria ou é hora de repensar o futuro? Uma coisa é certa: essa off-season vai ser decisiva para o destino do Zion em Nova Orleans.