Tag: New Orleans Pelicans

  • Pelicans cravam: Zion não sai de New Orleans

    Pelicans cravam: Zion não sai de New Orleans

    Olha, eu já perdi as contas de quantas vezes li especulações sobre o Zion Williamson ser trocado pelos Pelicans. Todo ano é a mesma história — lesões, rumores, incertezas. Mas dessa vez parece que a diretoria de New Orleans tá sendo bem clara: Zion fica.

    Joe Dumars, vice-presidente de operações de basquete dos Pelicans, não deixou margem pra interpretação quando perguntaram sobre uma possível troca do astro. “Não temos nenhuma intenção de fazer isso”, disse na terça-feira. “Estamos ansiosos para trabalhar com ele na próxima temporada.”

    A montanha-russa que é a carreira do Zion

    Sinceramente, eu entendo a preocupação dos fãs. O cara é um monstro quando tá saudável — ninguém entra no garrafão como ele. Na temporada passada, jogou 62 partidas com médias de 21 pontos, 5.7 rebotes e 3.2 assistências. Números sólidos pra quem ainda tá se encontrando no jogo.

    Mas aí que tá o problema: disponibilidade. Em 2024-25 foram só 30 jogos (lesão de novo), enquanto em 2023-24 ele conseguiu jogar 70 — que foi quase um milagre considerando o histórico dele.

    E vocês lembram daqueles rumores em 2023? Os Pelicans quase trocaram ele pelos direitos de draft do Scoot Henderson. Na época eu pensei: “Cara, será que vale a pena apostar num novato em vez de tentar fazer dar certo com o Zion?” Aparentemente eles decidiram que vale sim.

    Contrato até 2028 e vontade de ficar

    Uma coisa que joga a favor dos Pelicans: Zion não pode sair como agente livre até 2028. Ou seja, se ele quiser jogar na NBA, vai ter que ser lá mesmo ou em algum lugar que a franquia aceite trocar.

    E pelo visto, o próprio jogador tá na mesma vibe. Ele já falou publicamente que quer continuar em New Orleans. Claro, jogador fala isso até o dia que pede troca, mas pelo menos o discurso tá alinhado.

    Olha, eu quero muito ver esse cara realizando o potencial que todo mundo sabe que ele tem. Quando tá 100%, é diversão garantida — aquelas enterradas são de outro planeta. A questão é se o corpo aguenta uma temporada inteira sem problemas.

    E aí, acham que os Pelicans estão certos em apostar todas as fichas no Zion? Ou deveriam ter trocado ele enquanto ainda tinha valor alto no mercado?

  • Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Cara, o Zion Williamson tá cansado. E quando digo cansado, é daquele jeito que todo mundo que torce pelo Pelicans conhece bem — sete anos na NBA e ZERO jogos de playoffs. Zero mesmo.

    Na coletiva pós-temporada, o cara foi direto: vai ter “um verão diferente” pela frente. E olha, depois de mais uma campanha decepcionante (26-56), era o mínimo que a gente esperava ouvir.

    Os números não mentem, mas também não animam

    Zion jogou 62 partidas nesta temporada — que pra ele já é quase um milagre, considerando o histórico de lesões. Fez média de 21 pontos por jogo, foi “eficiente”, mas ele mesmo admitiu: “Meu jogo foi OK, mas eu não quero ficar aqui falando que foi OK quando a gente nem chegou no play-in.”

    Sinceramente? Ele tem razão. OK não serve mais pra um cara que foi primeira escolha geral do Draft e ganha quase 200 milhões de dólares.

    O mais impressionante (e triste ao mesmo tempo) é que dos 62 jogos que ele disputou, o Pelicans ganhou apenas 22. Vinte e duas vitórias, mano. Com um dos talentos mais absurdos da liga em quadra.

    “Preciso ser mais imprevisível”

    A autocrítica foi pesada. Zion falou que quer “atacar de múltiplas áreas da quadra” e ser “imprevisível no ataque”. Traduzindo: o cara sabe que só fazer força bruta no garrafão não tá resolvendo mais.

    E tem mais — ele quer jogar entre 75 e 82 jogos na próxima temporada. Pra quem perdeu 280 partidas em sete anos por causa de lesões (joelho, mão, pé, posterior da coxa), isso é praticamente um sonho impossível. Mas pelo menos ele tá sonhando alto.

    O Dejounte Murray, que chegou esse ano, elogiou a evolução do Zion na questão física: “Acho que ele tá entendendo. Precisa continuar cuidando do corpo e da mente.”

    Nova Orleans é casa, mas paciência tem limite

    Uma coisa que me chamou atenção foi o Zion reforçando que quer ficar em Nova Orleans. “Aqui é minha casa”, disse. “Quando a temporada acaba, muitos caras saem da cidade. Eu moro aqui.”

    Mas aí fica a pergunta: até quando essa paixão pela cidade vai segurar a frustração de nunca jogar playoffs? O cara tem 25 anos, está no auge da carreira, e continua vendo abril e maio pela TV como qualquer um de nós.

    Ele disse que vai buscar “abordagens diferentes” e conversar com “outros Hall da Famers” e “outros campeões”. Joe Dumars, o novo VP de operações, parece ter a confiança total do Zion — e olha que o currículo do cara impressiona mesmo.

    Vocês acham que o Pelicans finalmente vai dar certo com Zion saudável? Ou é mais uma temporada de expectativa que vai terminar em decepção? Uma coisa eu sei: se não rolar playoffs em 2024-25, a paciência de todo mundo vai estar no limite.

  • Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Zion promete ‘verão diferente’ após mais uma temporada sem playoffs

    Cara, o Zion Williamson tá puto. E com razão.

    Sete temporadas na NBA. SETE. E nenhum jogo de playoff. Para um cara que foi primeira escolha geral do Draft, isso é de cortar o coração. Na coletiva pós-temporada dos Pelicans, o monstro de 25 anos foi direto ao ponto: “Vai ser um verão diferente”.

    A frustração é real

    Olha, eu entendo a revolta do cara. 21 pontos de média, jogou 62 partidas (que para os padrões do Zion é quase um milagre), mas o time ganhou apenas 22 desses jogos. New Orleans terminou com 26-56 — longe até do play-in do Oeste.

    “Meu jogo em quadra foi… OK”, disse Zion. OK? Mano, quando você fala que foi “OK” é porque no fundo sabe que podia ter sido muito melhor. E ele admitiu: “Individualmente, tenho muito para trabalhar. Quero conseguir atacar de várias áreas da quadra, ser imprevisível no ataque.”

    Sinceramente? Acho que essa autocrítica é o primeiro passo para a evolução dele.

    O fantasma das lesões ainda assombra

    Vamos ser justos: Zion conseguiu jogar 35 jogos consecutivos nesta temporada — recorde pessoal para ele. Das 556 partidas possíveis na carreira, perdeu 280 por lesões. É quase metade da carreira no departamento médico.

    O Dejounte Murray, veterano do time, elogiou os cuidados que Zion tem tomado: “Acho que ele tá entendendo. Precisa continuar cuidando do corpo, da mente, e seu desenvolvimento é crucial.”

    E olha, essa disponibilidade maior pode até torná-lo mais atrativo para outros times em possíveis trocas. Mas Zion foi categórico: não quer sair de New Orleans.

    “New Orleans é minha casa”

    “Não digo isso porque estou na frente das câmeras”, disparou Zion. “Quando acaba a temporada, muitos caras deixam a cidade. Eu moro aqui. Estou aqui desde os 19 anos.”

    O cara tem contrato de quase US$ 200 milhões por cinco anos, com duas temporadas restantes. E confia 100% na visão do Joe Dumars, o novo VP de operações de basquete — que, convenhamos, tem currículo de sobra com os títulos pelos Pistons.

    A meta para a próxima temporada? Jogar entre 75 e 82 partidas e — finalmente — disputar os playoffs. Para isso, ele promete conversas com Dumars, outros “Hall of Famers” e “jogadores campeões”.

    “Tô procurando uma abordagem diferente porque é frustrante chegar aqui todo ano sem estar nos playoffs”, desabafou. “E assumo minha responsabilidade nisso.”

    Vocês acham que dessa vez vai? Porque, cara… a torcida de New Orleans merece ver esse monstro brilhando nos playoffs pelo menos uma vez.

  • Bucks demite Doc Rivers – e agora? Analisando as vagas de técnico

    Bucks demite Doc Rivers – e agora? Analisando as vagas de técnico

    Cara, quando eu vi a notícia de que o Milwaukee Bucks tinha demitido o Doc Rivers, não foi surpresa nenhuma. Temporada 32-50? Com o Giannis no elenco? Era questão de tempo mesmo.

    Olha, eu até gosto do Doc como pessoa – cara acabou de ser eleito pro Hall da Fama mês passado. Mas sinceramente? Esse trabalho em Milwaukee foi um desastre total. Ver o Giannis sendo poupado por lesão e o time indo direto pro lottery pela primeira vez em uma década foi doloroso demais.

    Milwaukee: oportunidade de ouro ou cilada?

    A questão é: quem vai querer pegar esse abacaxi? Por um lado, você tem o Giannis – um dos melhores jogadores do planeta. Por outro, você tem um time completamente quebrado estruturalmente.

    A situação financeira é complicada pra caramba. Eles ainda vão pagar 20 milhões por ano pelos próximos quatro anos pro Damian Lillard (que foi dispensado e teve o contrato esticado). Sem falar que trocaram todas as picks de draft pra conseguir ele no ano passado. É tipo querer montar um puzzle sem metade das peças.

    E aí, vocês acham que vale a pena apostar num Giannis que pode estar com o pé na porta? Porque se ele for trocado, pelo menos vem um pacote de ativos que pode reshiflar completamente esse time.

    New Orleans também tá no mercado

    Não é só Milwaukee não. O Pelicans também tá procurando técnico depois de mandar o Willie Green embora lá em novembro. James Borrego assumiu interinamente e até que se saiu bem, mas parece que eles querem alguém novo mesmo.

    Nova Orleans tem talento – o Zion teve talvez sua melhor temporada (e mais saudável também). Trey Murphy III e Herb Jones são jogadores sólidos dos dois lados da quadra. Mas cara, que bagunça organizacional. A diretoria trocou picks de lottery por jogadores que nem conseguiram manter no starting five.

    Sem contar que tem aquelas questões de investimento da ownership que todo mundo comenta por baixo dos panos. Difícil competir no Oeste com essas limitações.

    Na minha visão, Milwaukee é mais atrativa pelo Giannis, mesmo com todos os problemas. Mas vai depender muito de quem tá disposto a abraçar um projeto de reconstrução completa – porque é isso que os dois times vão precisar fazer.

  • Queta mete seu primeiro triplo na NBA e Hauser solta o verbo

    Queta mete seu primeiro triplo na NBA e Hauser solta o verbo

    Cara, vocês viram o que rolou na vitória massacrante dos Celtics sobre o Pelicans? 144-118 e o destaque nem foi só a chuva de três do time. Foi o Neemias Queta — isso mesmo, nosso pivô português — metendo sua PRIMEIRA bola de três na carreira NBA!

    Olha, eu não esperava isso mas o momento foi perfeito. Terceiro quarto, Celtics dominando, defesa do Pelicans meio perdida no jogo. Aí deixam o gigante de 2,13m sozinho lá no perímetro. Erro crasso. O homem não pensou duas vezes: pegou a bola e mandou ver com uma confiança absurda.

    “Buttery” – A reação épica do Hauser

    O banco dos Celtics explodiu na hora. Mas quem mais curtiu foi o Sam Hauser, que sabe bem o que é meter de três (meteu oito na partida, aliás). A descrição dele do arremesso do Queta foi simplesmente perfeita: “Buttery, foi buttery” — ou seja, macio como manteiga.

    Mano, imagina a felicidade do Queta nesse momento! Cinco anos na liga, sempre tentando se firmar. Começou ralando no Sacramento Kings sem conseguir minutos, passou pelo G League, chegou aos Celtics em 2023 com contrato de duas vias… E agora? Titular absoluto do time e ainda metendo de três!

    A evolução absurda do pivô português

    Sinceramente, a trajetória do Neemias é inspiradora. De cara que mal jogava no Kings pra titular dos Celtics — e olha que não é qualquer titular, não. O cara tá tendo médias de carreira em tudo: minutos, pontos, roubos de bola, tocos, rebotes e assistências.

    O Hauser não economizou nos elogios: “Ele fez um trabalho incrível o ano todo, só melhorando. Realmente mostrou por que é um cinco titular nesta liga e neste time. O nome dele deveria estar na conversa do Jogador Que Mais Evoluiu.”

    E olha, eu concordo. Ok, talvez ele não ganhe o prêmio, mas estar na conversa já é muito. Quantas vezes vimos pivôs europeus chegarem na NBA e demorarem anos pra se adaptar? O Queta não só se adaptou como virou peça fundamental de um candidato ao título.

    Vocês acham que esse primeiro triplo é só o começo? Com os playoffs chegando, ter um pivô que consegue abrir o jogo até o perímetro é uma arma extra pros Celtics. E pelo jeito que ele mandou essa bola, parece que tem muito mais de onde veio.

    Agora é focar nos playoffs. O último jogo da temporada regular é contra o Magic em casa, mas provavelmente vão poupar os titulares — incluindo o Queta — pra chegar inteiro na pós-temporada. E cara, depois dessa noite histórica, a confiança do português deve estar lá em cima.

  • Calouro dos Pelicans faz 40 pontos e quebra recorde da franquia

    Calouro dos Pelicans faz 40 pontos e quebra recorde da franquia

    Cara, que noite absurda do Jeremiah Fears! O garoto simplesmente decidiu que ia fazer história em New Orleans e cravou 40 pontos na vitória dos Pelicans sobre o Utah Jazz por 156-137. E olha, não foi só mais um jogo qualquer — foi quebra de recorde atrás de quebra de recorde.

    Fears, que foi a 7ª escolha do Draft (ou seja, chegou com expectativa mesmo), acertou 17 de 29 arremessos. Tá, o cara errou algumas bolas de 3 (apenas 1 de 7), mas compensou de sobra jogando no garrafão e nas intermediárias. O recorde anterior de pontos por um calouro dos Pelicans era de Marcus Thornton, com 37 pontos lá em 2010. Fears simplesmente passou o trator.

    Show de Jordan Poole no terceiro quarto

    Mas não foi só o Fears que brilhou, não. Jordan Poole — que passou mais da metade da temporada no banco — resolveu lembrar que sabe jogar basquete. O cara fez 34 pontos, sendo 22 só no terceiro quarto. E adivinha? Nesse período, os Pelicans fizeram 50 pontos, outro recorde da franquia em um único quarto!

    Poole acertou 7 de 16 tentativas do perímetro. Quando o homem tá com a mão quente, é melhor não atrapalhar mesmo. Foi apenas o sétimo jogo dele como titular na temporada, mas que forma de aproveitar a oportunidade.

    Pelicans sem os titulares principais

    Agora vem a parte mais louca dessa história toda: os Pelicans jogaram SEM Zion Williamson, Trey Murphy III, Dejounte Murray, Herb Jones e Saddiq Bey. Alguns estavam machucados (Murphy com o tornozelo, Murray com a mão), mas Zion, Jones e Bey estavam disponíveis. Só que ficaram no banco mesmo.

    Por quê? Bem, era o último jogo em casa de uma temporada que já não ia dar em nada — segunda temporada consecutiva fora dos playoffs. Então a diretoria preferiu dar minutagem pros jovens e ver o que eles conseguem fazer. E conseguiram MUITO.

    Micah Peavy fez 20 pontos (recorde pessoal na temporada), Jordan Hawkins contribuiu com 25, e Derek Queen — primeira escolha de 2025, 13º no geral — cravou um double-double de 17 pontos e 12 rebotes. No final das contas, os Pelicans fizeram 90 pontos só na pintura. Noventa! Outro recorde da franquia.

    Do lado do Jazz, que perdeu o décimo jogo consecutivo (14 derrotas em 15 jogos), Kennedy Chandler fez 31 pontos e Cody Williams contribuiu com 26. Bez Mbeng, um cara de Yale jogando apenas seu 13º jogo na liga, fez 26 pontos de recorde pessoal.

    Sinceramente? Foi uma dessas noites que você lembra porque ama esse esporte. Jovens quebrando recordes, veteranos aproveitando as oportunidades, e basquete de alta pontuação. Os 156 pontos dos Pelicans também foram recorde da franquia — o anterior era 153, curiosamente também contra o Utah, em janeiro de 2024.

    E aí, vocês acham que o Fears consegue manter essa pegada na próxima temporada? Porque se conseguir, New Orleans pode ter achado uma joia mesmo.

  • Magic vira jogo de 15 pontos e quebra jejum histórico dos Pelicans

    Magic vira jogo de 15 pontos e quebra jejum histórico dos Pelicans

    Mano, que virada foi essa do Orlando Magic ontem à noite! Os caras estavam perdendo por 15 pontos no segundo tempo e conseguiram buscar uma vitória épica por 112-108 contra o New Orleans Pelicans. Desmond Bane foi simplesmente monstruoso com 27 pontos, incluindo uma bomba de três que virou o jogo.

    Olha, eu não esperava essa reviravolta não. O Magic estava sofrendo demais no primeiro tempo, errando DEZOITO de vinte tentativas do perímetro. Jalen Suggs então? O cara foi um desastre completo: 0 de 5 de três pontos e só 1 de 12 no geral. Parecia que ia ser mais uma noite para esquecer.

    A virada que ninguém esperava

    Aí que tá o negócio — às vezes o basquete é isso mesmo. No começo do último período, perdendo 94-84, o Orlando simplesmente explodiu com uma sequência de 14-2 que mudou tudo. Bane acertou aquela bomba de três que colocou o Magic na frente 101-99, e daí pra frente foi só administrar.

    Paolo Banchero deu uma força com 23 pontos, mas convenhamos: 7 de 33 do perímetro (21%) é para acabar com qualquer time. Que o Magic conseguiu ganhar mesmo assim mostra a fibra desse grupo. Do outro lado, Saddiq Bey fez 32 pontos pelos Pelicans, mas não adiantou nada.

    Pelicans em crise total

    Cara, o New Orleans tá numa situação complicada mesmo. Sétima derrota seguida! E o pior: só acertaram UM arremesso de quadra nos últimos 4min50s do jogo. Zion fez 17 pontos, mas só 1 no último período — quando o jogo se decide.

    Yves Missi teve uma noite legal com 18 pontos e 13 rebotes (recorde da temporada dele), mas não foi suficiente para segurar a pressão final do Magic.

    Agora vem o dado mais absurdo: essa foi a NONA vitória consecutiva do Orlando contra New Orleans. A última vez que os Pelicans bateram o Magic? 23 de dezembro de 2021. E em casa então? Desde janeiro de 2017 que não ganham do Magic jogando em New Orleans. Isso é domínio psicológico total.

    Com essa vitória, o Magic chegou a um jogo de distância da sexta posição no Leste (Philadelphia) e pode escapar do play-in. Vocês acham que eles conseguem essa vaga direta nos playoffs? Sinceramente, depois dessa virada, eu tô começando a acreditar mais nesse time de Orlando.

  • Zion pode estar de saída dos Pelicans — e a culpa é dessa troca bizarra

    Zion pode estar de saída dos Pelicans — e a culpa é dessa troca bizarra

    Olha, eu não acredito que chegamos nesse ponto com o Zion Williamson. O cara que era pra ser a próxima grande estrela da NBA pode estar na vitrine dos Pelicans já nessa offseason — e sinceramente, a situação toda é mais bizarra do que parece.

    Executivos pelo país já estão esperando que New Orleans escute ofertas pelo garoto. E o próprio Zion? Ele tá ciente de tudo. “New Orleans é minha casa, é onde eu quero estar”, disse ele em entrevista. “Mas vamos ser realistas: a NBA é um negócio. Posso ser trocado na offseason ou antes do deadline da próxima temporada.”

    A troca que pode ter ferrado tudo

    A treta toda começou nove meses atrás com uma decisão que… cara, eu ainda não entendo. Joe Dumars e Troy Weaver abriram mão da 13ª escolha E de uma primeira rodada desprotegida de 2026 (que tem 32% de chance de ficar no top 4) pra draftear Derik Queen, de Maryland.

    O problema? Queen é um desastre na defesa e simplesmente não funciona jogando junto com Zion. A dupla foi tão ruim que o técnico James Borrego praticamente desistiu de escalá-los juntos. Resultado: Pelicans fizeram 15-41 até o All-Star break, mas melhoraram pra 10-10 depois que separaram os dois.

    Mano, trocar picks preciosos por um jogador que não encaixa com sua estrela máxima? É pedir pra dar errado.

    Zion vale o salário de $42 milhões?

    Aqui que a coisa fica complicada. Zion tá relativamente saudável essa temporada e continua sendo um monstro no isolamento — um dos melhores da liga. Mas aí você olha o pacote completo: histórico de lesões, defesa limitada e $42,2 milhões garantidos na próxima temporada.

    “Agora ele é um All-Star borderline que ganha muito dinheiro”, disse um executivo do Oeste. “Esse é exatamente o tipo de jogador que muitos times estão evitando hoje em dia.”

    E olha, eu entendo a lógica. Por $42 milhões você quer um cara que joga os 82 jogos, que te dá algo na defesa, que eleva o time nos playoffs. Zion ainda não provou que consegue fazer isso consistentemente.

    Vocês acham que algum time vai topar pagar essa grana toda pelo Zion? Porque sinceramente, depois dessa temporada confusa dos Pelicans, não sei se ele ainda tem o mesmo valor de mercado que tinha há dois anos.

    O próprio jogador e seus representantes dizem que não receberam nenhum sinal de que uma troca seja iminente. Mas né, na NBA as coisas mudam rápido — e quando você tem 26 anos fazendo um salário máximo sem resultados condizentes, qualquer coisa pode acontecer.

  • Rockets visitam New Orleans: será que dessa vez não entregam?

    Rockets visitam New Orleans: será que dessa vez não entregam?

    Olha, vou ser sincero com vocês: quando vi que os Rockets iam jogar de novo em New Orleans, a primeira coisa que veio na minha cabeça foi aquela entregada épica de dezembro. Cara, que dor de cabeça foi aquela.

    Imagina a cena: Houston dominando por 22 pontos no intervalo, chegou a abrir 25 de vantagem no terceiro quarto. Eu já tava comemorando, pensando “finalmente esse time tá amadurecendo”. Aí veio o que? Os caras entregaram TUDO nos minutos finais. New Orleans fez 38 pontos só no terceiro quarto e mais 36 no último. Os Rockets erraram NOVE lances livres – todos de jogadores grandões! Teve até air ball, meu amigo.

    O que mudou desde dezembro?

    Bom, na real… não mudou muito coisa não. Os Rockets continuam com os mesmos problemas que me tiram o sono: defesa inconsistente, muitas bolas perdidas e aquele drama nos lances livres que já virou marca registrada (infelizmente).

    Kevin Durant continua sendo dobrado e perdendo bola mais do que deveria para um cara da experiência dele. Amen Thompson até teve uma noite monstro naquele jogo (11/14 nos arremessos), mas não adiantou nada.

    Nos outros dois confrontos da temporada, a história se repetiu: jogos apertados onde Houston sempre arruma um jeito de complicar o que deveria ser simples. Na última semana mesmo, precisaram de erros bobos dos Pelicans pra levar a vitória depois de entregar uma vantagem de 7 pontos nos últimos quatro minutos. Vocês ficaram surpresos? Eu não.

    New Orleans também não tá fácil

    Mas olha, os Pelicans também não estão nesse mar de rosas não. Eles vinham bem até pouco tempo atrás, mas perderam quatro seguidas contra times top do Leste. Voltaram pra casa depois de uma semana brava na estrada.

    E aqui tem um detalhe importante: New Orleans não tem a primeira escolha do draft de 2026. Ou seja, diferente do Memphis que meio que “deixou passar” contra Houston, os Pelicans vão querer estragar a festa mesmo. Eles tão jogando pra decidir se esse núcleo merece continuar junto na próxima temporada.

    Sinceramente? Acho que vai ser mais um jogo de roer as unhas. Houston tem o talento pra resolver, mas essa mania de entregar vantagem no final me deixa com o pé atrás. E vocês, acham que dessa vez os Rockets conseguem segurar uma vantagem até o final?

    O jogo é hoje às 19h (horário de Brasília) e, como sempre, vou estar torcendo pra não passar raiva. Mas conhecendo esse time… já deixei o remédio pra pressão separado.

  • Scottie Barnes comandou show e os Raptors atropelaram New Orleans

    Scottie Barnes comandou show e os Raptors atropelaram New Orleans

    Cara, o Scottie Barnes tá jogando um basquete de outro mundo! Ontem à noite em Toronto, o cara simplesmente decidiu que ia ser protagonista e comandou uma vitória convincente dos Raptors sobre os Pelicans por 119 a 106.

    23 pontos e 12 assistências. Double-double completíssimo do jovem que, na minha opinião, tá amadurecendo na velocidade da luz. E olha que ele teve uma ajuda e tanto — RJ Barrett, Sandro Mamukelashvili e J’Kobe Walter marcaram 18 pontos cada um. Quando um time tem essa distribuição de pontuação, fica difícil parar mesmo.

    Jakob Poeltl também brilhou no garrafão

    E não posso deixar de falar do nosso conhecido Jakob Poeltl. O cara fez 18 pontos e 11 rebounds — mais um double-double pra conta. Esse austríaco naturalizado canadense tá sendo fundamental pros Raptors na briga pelos playoffs.

    Do lado de New Orleans, o Zion Williamson até tentou. Fez 22 pontos com 9 acertos em 13 tentativas de campo e foi perfeito nos lances livres (4/4). Mas sinceramente, quando o time adversário tá numa noite inspirada como os Raptors estavam, fica complicado segurar sozinho. Saddiq Bey ajudou com 19 pontos, mas não foi suficiente.

    Situação na classificação esquenta

    Essa vitória deixa Toronto numa situação interessante na conferência Leste. Eles estão em sexto lugar, um jogo à frente do Philadelphia 76ers que não jogou ontem. E vocês sabem como funciona: os seis primeiros colocados de cada conferência garantem vaga direta nos playoffs, sem passar pelo play-in.

    Já os Pelicans… nossa, tá complicado. Quarta derrota seguida no geral e quinta consecutiva jogando fora de casa. E ainda por cima estavam sem Trey Murphy III (tornozelo) e Dejounte Murray (Aquiles). Toronto também tinha baixa importante, com Immanuel Quickley fora por lesão no tendão de Aquiles.

    O que mais me chamou atenção foi como os Raptors dominaram o segundo quarto. Fizeram uma corrida de 25-8 logo no início do período e foram pro intervalo ganhando de 59-44. Quinze pontos de vantagem que eles conseguiram manter até o final.

    Barnes foi especialmente letal no terceiro quarto, marcando 13 dos seus 23 pontos. E o Mamukelashvili? Saindo do banco e acertando três bolas de três. Isso é o que eu chamo de contribuição coletiva.

    Agora é aguardar os próximos jogos — tanto Pelicans quanto Raptors jogam no domingo. New Orleans recebe o Houston Rockets em casa, enquanto Toronto encara o Orlando Magic. E aí, acham que os Raptors conseguem manter esse embalo?