Tag: New Orleans Pelicans

  • Pelicans contrata Jamahl Mosley: será que resolve o pepino Zion-Queen?

    Pelicans contrata Jamahl Mosley: será que resolve o pepino Zion-Queen?

    Os Pelicans fizeram oficial hoje: Jamahl Mosley é o novo técnico de New Orleans. E olha, eu tô curioso pra ver como esse cara vai lidar com o quebra-cabeça que virou esse elenco.

    Mosley vem direto do Orlando Magic, onde fez um trabalho bem interessante durante a reconstrução do time. O cara pegou uma franquia destruída em 2021 (só 21 vitórias na temporada anterior) e montou defesas que ficaram no top-5 da NBA em duas temporadas seguidas. Isso não é brincadeira não.

    O desafio defensivo dos Pelicans

    Porque vamos combinar — a defesa de New Orleans tá um desastre. 23º colocado na temporada, e olha que sete times acima deles estavam fazendo tanking descarado. Tirando o Herb Jones (que é um monstro defensivo), o resto do elenco não inspira muito confiança nesse lado da quadra.

    E aí que entra o grande problema: Zion Williamson e Derik Queen. Na minha visão, esses dois caras são como tentar encaixar duas peças do mesmo quebra-cabeças no mesmo lugar. Ambos são “bigs” que gostam de ter a bola na mão, nenhum dos dois protege o aro direito, e quando jogam juntos? A defesa vira um buraco negro.

    Os números não mentem: com Zion e Queen em quadra, os Pelicans tomavam 122,8 pontos por 100 posses. Isso coloca eles no percentil 12 de eficiência defensiva. Doze! É de chorar.

    E no ataque também tem treta

    Se você achou que era só problema defensivo, se engana. No ataque a situação é quase pior. Nenhum dos dois arremessa de três (e o Herb Jones regrediu muito nesse fundamento essa temporada), o que faz com que New Orleans tenha ficado em 26º lugar na liga em tentativas de três pontos.

    Sabe o que isso significa? Menos espaço pra Zion e Queen operarem perto da cesta, que é exatamente onde eles são mais letais. É como ter dois centroavantes no futebol — um atrapalha o outro.

    O rookie Jeremiah Fears tá passando pela mesma dificuldade. O garoto é bom atacando em velocidade, mas com pouco arremesso ao redor fica complicado.

    Mosley já passou por isso

    A parte interessante é que Mosley enfrentou dilemas parecidos em Orlando com Franz Wagner e Paolo Banchero. Dois caras talentosos que não se encaixam perfeitamente juntos, ambos precisando da bola pra funcionar.

    Sinceramente acho que os Pelicans estão apostando que Mosley aprendeu com os erros de Orlando e vai conseguir fazer essa química funcionar. Ou pelo menos tornar a defesa competitiva o suficiente pra mascarar os problemas ofensivos.

    E aí, vocês acham que Mosley consegue fazer esse encaixe dar certo? Ou os Pelicans vão ter que tomar uma decisão difícil e trocar um dos dois caras?

    Uma coisa é certa: New Orleans ainda tem assets pra fazer mudanças grandes se precisar. Controlam suas próprias picks daqui pra frente e podem até ficar com duas escolhas de primeira rodada na próxima temporada se a sorte ajudar.

    Vai ser uma temporada interessante de acompanhar, isso é certeza.

  • Pelicans contrata Jamahl Mosley – aposta certa ou arriscada?

    Pelicans contrata Jamahl Mosley – aposta certa ou arriscada?

    Galera, os Pelicans finalmente definiram quem vai comandar o time na próxima temporada: Jamahl Mosley. E olha, essa contratação me deixou bem curioso sobre os rumos da franquia.

    O cara vem direto do Orlando Magic, onde passou cinco temporadas. Não vou mentir – o retrospecto dele não impressiona tanto no papel: 189 vitórias contra 221 derrotas. Mas aí que tá o X da questão.

    Por que essa contratação faz sentido

    Nos últimos três anos em Orlando, Mosley conseguiu algo que poucos técnicos fazem: transformou um time perdedor em competitivo. Foram 133 vitórias nas últimas três temporadas regulares e três classificações consecutivas para os playoffs. Isso não é brincadeira, especialmente considerando onde o Magic estava quando ele assumiu.

    Joe Dumars e Troy Weaver, que mandam na parte executiva dos Pelicans, são fãs declarados do trabalho do Mosley. E sinceramente? Eu entendo o porquê. O cara conseguiu melhorar drasticamente a defesa do Magic e fazer aquele time subir na tabela de forma consistente.

    A aposta de Nova Orleans

    O contrato é de cinco anos – mostra que eles realmente acreditam no projeto. Os Pelicans veem o time atual numa situação parecida com a que o Magic estava quando Mosley chegou lá. Time jovem, com potencial, mas precisando de direcionamento.

    A expectativa é que ele faça com os Pelicans o mesmo que fez em Orlando: melhorar a defesa (que foi um ponto fraco na última temporada) e dar uma organizada geral no time. Com Zion Williamson e Brandon Ingram no elenco, o potencial ofensivo já existe – agora é questão de equilibrar as duas pontas da quadra.

    Vocês acham que Mosley é o cara certo para finalmente fazer os Pelicans brigarem por algo mais sério no Oeste? Porque olhando o histórico dele, parece que o monstro sabe mesmo como construir uma cultura vencedora do zero.

  • Pelicans delongando pra considerar Jamahl Mosley como técnico

    Pelicans delongando pra considerar Jamahl Mosley como técnico

    Cara, os Pelicans tão enrolando pra caramba com essa história de técnico novo. E sabe por que? Porque querem analisar direitinho o Jamahl Mosley antes de bater o martelo.

    Olha, eu entendo a cautela deles. O cara acabou de ser demitido do Orlando Magic depois daquela temporada bizarra — imagina perder uma série de 3×1 pro Detroit Pistons nos playoffs? Monstro de vexame. Mas ao mesmo tempo, o Mosley tem experiência e já mostrou que sabe trabalhar com jovens talentos.

    Por que a demora toda?

    Os Pelicans já entrevistaram vários assistentes técnicos e até o próprio James Borrego, que tava como interino. Mas pelo jeito o nome do Mosley tá martelando na cabeça da diretoria há um tempão — desde quando ele ainda tava comandando o Magic.

    E faz sentido, né? New Orleans tem uma base jovem promissora com Zion, Brandon Ingram e companhia. Precisa de alguém que saiba desenvolver esse pessoal e não queime o filme logo de cara. A pressão por resultados é gigante.

    Decisão deve sair esta semana

    Segundo o Will Guillory, do The Athletic — cara que acompanha os Pelicans de perto —, a decisão deve rolar ainda esta semana. Era pra ter saído antes, mas essa consideração extra do Mosley acabou atrasando tudo.

    Sinceramente? Acho que eles deveriam apostar no cara. Sim, o final no Orlando foi feio, mas trabalhar com aquele elenco dos Magic não é pra qualquer um. E ele já provou que consegue extrair o melhor de jogadores jovens.

    Vocês acham que o Mosley é a escolha certa pros Pelicans? Ou preferem que apostem em alguém mais experiente? Essa demora toda pode ser um sinal de que tão mesmo levando a sério, ou só indecisão mesmo…

  • Wemby vai jogar em casa! Spurs confirmados na Europa

    Wemby vai jogar em casa! Spurs confirmados na Europa

    Gente, que notícia boa pra quem é fã do Wembanyama! Os Spurs foram confirmados para jogar na Europa na próxima temporada, e óbvio que todo mundo já tá pensando na mesma coisa: o Wemby vai jogar em casa.

    A NBA vai realizar jogos em Paris e Manchester, e tudo indica que San Antonio vai enfrentar o New Orleans Pelicans nessas duas partidas. Imaginem só a emoção do francês jogando na França pela primeira vez como profissional da NBA.

    Paris vai parar pra ver o fenômeno

    Cara, eu já tô imaginando a atmosfera. Wembanyama é praticamente um herói nacional na França, e agora ele volta pra casa como uma das maiores promessas da liga. O garoto de 2,24m que todo mundo conheceu no Draft de 2023 agora é realidade — e que realidade!

    Na temporada de estreia, o moleque mostrou que todo o hype era justificado. Médias absurdas, jogadas que você assiste três vezes e ainda não acredita. E agora vai fazer isso na frente da torcida francesa? Monstro demais.

    Tradição europeia da NBA

    A liga já tem essa tradição de levar jogos pra Europa. Na temporada passada rolou em Berlim e Londres, com Magic e Grizzlies. Mas convenhamos — nenhum desses times tinha um francês do calibre do Wembanyama, né?

    E olha, escolheram bem o adversário. Os Pelicans com Zion Williamson (se ele tiver saudável, claro) podem dar um show e tanto contra os Spurs. Vai ser interessante ver como o Victor se comporta com toda essa pressão e expectativa da torcida de casa.

    Vocês acham que ele vai sentir o peso de jogar em Paris, ou vai ser só mais combustível pra ele voar ainda mais alto? Eu apostaria na segunda opção — esse moleque parece que nasceu pra esses momentos grandes.

  • Zion nos Suns seria uma loucura… mas pode dar certo?

    Zion nos Suns seria uma loucura… mas pode dar certo?

    Pessoal, vocês viram que começaram a rolar uns papos INSANOS sobre uma possível troca do Zion Williamson pro Phoenix? Eu confesso que quando vi isso nas redes sociais dos Suns, quase cuspi o café. Zion no deserto do Arizona? Cara, isso seria absolutamente surreal.

    Olha, eu acompanho NBA há anos e já vi muita coisa maluca, mas essa possibilidade me deixou dividido. Por um lado, imaginem o Zion fazendo dupla com o Devin Booker — seria uma mistura explosiva de talento ofensivo que poderia dar muito certo. Por outro lado… bem, a gente sabe que o Zion vem colecionando mais machucados que jogos bons ultimamente.

    Como essa troca poderia rolar?

    Se os Suns realmente toparem essa aventura, existem algumas maneiras de fazer acontecer. A mais simples seria uma troca direta: Jalen Green pelo Zion. Green por Green, se é que me entendem (desculpem a piada ruim).

    Mas sinceramente? Acho que os Pelicans iam querer mais coisa no pacote. Talvez o Royce O’Neale entrasse junto pra equilibrar os salários. Ou até mesmo uma combinação mais maluca envolvendo Dillon Brooks e Grayson Allen — mas essa eu descarto na hora.

    Dillon Brooks virou queridinho da torcida dos Suns, e o cara tá tão integrado lá que até acompanha os jogos do Mercury (o time feminino de Phoenix). Não faz sentido nenhum trocar ele agora.

    Zion precisa mesmo de um recomeço?

    Vou ser honesto com vocês: acho que o Zion tá meio perdido em Nova Orleans. O cara chegou com aquele hype todo, era pra ser a salvação da franquia, mas entre lesões e performances inconsistentes, a coisa não fluiu como esperado.

    Uma mudança de ares poderia ser exatamente o que ele precisa. Phoenix tem uma estrutura boa, um clima que talvez ajude na recuperação física, e principalmente: um time que já tem uma base sólida. O Zion não precisaria carregar o time nas costas desde o primeiro dia.

    E vocês já imaginaram os highlights? Zion enterrando em transição depois de um passe do Booker? Seria de arrepiar.

    Mas será que vale o risco?

    Aqui é onde a coisa fica complicada. Os Suns já apostaram alto algumas vezes no passado recente e nem sempre deu certo. Será que eles tão prontos pra mais uma aposta arriscada?

    O histórico de lesões do Zion é preocupante, não vou mentir. E tem também a questão do fit no sistema de jogo. Ele conseguiria se adaptar ao estilo dos Suns? Conseguiria dividir protagonismo com outros astros?

    Na minha opinião, se o preço fosse baixo — tipo, só o Jalen Green mesmo — eu toparia a parada. Green tá meio irregular mesmo, e trocar por um cara com o potencial do Zion (mesmo com os riscos) pode valer a pena.

    E aí, galera? Vocês acham que os Suns deviam arriscar nessa? Ou é melhor ficar na zona de conforto e procurar opções mais seguras? Porque olhando de fora, essa seria uma das trocas mais interessantes da próxima offseason.

  • Nets já podem perder assistente para New Orleans

    Nets já podem perder assistente para New Orleans

    Cara, mal passou um mês dos Nets renovando com o Jordi Fernández e toda a comissão técnica, e já tem time querendo roubar nosso pessoal. É o mundo NBA mesmo — não dá pra relaxar.

    Steve Hetzel, assistente técnico do Brooklyn, virou finalista para a vaga de técnico principal do New Orleans Pelicans. E olha que concorrência pesada: ele tá disputando com Darvin Ham (que era o cara do lado do Doc Rivers no Milwaukee), Sean Sweeney (do Spurs) e pasmem… Rajon Rondo, que agora tá na área de coaching.

    Quem é esse Hetzel que o Pelicans quer tanto?

    O cara não é qualquer um, não. Começou lá embaixo em 2005 como assistente de vídeo do Popovich no Spurs (imagina só o tanto de coisa que aprendeu ali), e desde então rodou por Cleveland, Detroit, Charlotte, Orlando, Portland e agora Brooklyn. Trabalhou com Mike Brown, Lawrence Frank, Steve Clifford, Chauncey Billups… é currículo pra caramba.

    E sabe qual foi o momento que mostrou que o Hetzel manja mesmo? Em dezembro passado, quando o Fernández não pôde dirigir o time contra o Milwaukee, ele assumiu e os Nets DESTRUÍRAM os Bucks por 127-82. Foi uma das 19 vitórias do ano (sim, foi uma temporada complicada), mas que vitória! Empatou o recorde de maior diferença da franquia.

    O que isso significa pros Nets?

    Sinceramente? Mais uma dor de cabeça numa offseason que já prometia ser interessante. O Brooklyn mal conseguiu montar uma base sólida com o Fernández, e agora pode perder uma peça importante da comissão técnica.

    Por outro lado, é até um bom sinal, né? Mostra que o trabalho que tá sendo feito no Barclays Center não tá passando despercebido pela liga. Quando outros times vêm atrás do seu pessoal, é porque alguma coisa vocês estão fazendo direito.

    Vocês acham que o Hetzel vai topar a aventura em New Orleans? Primeira oportunidade como técnico principal na NBA… é difícil recusar uma chance dessas, ainda mais depois de tanto tempo como assistente. E os Pelicans, com Zion e CJ McCollum, não é um projeto ruim pra começar.

  • Pelicans já tem 4 finalistas pra técnico – e Rondo tá na lista!

    Pelicans já tem 4 finalistas pra técnico – e Rondo tá na lista!

    Olha só que interessante: os Pelicans já definiram os quatro finalistas para o cargo de técnico principal, e tem uma cara conhecida aí que pode surpreender muita gente.

    A lista final tem Darvin Ham e Rajon Rondo (ambos assistentes no Milwaukee), Steve Hetzel (assistente no Brooklyn) e Sean Sweeney (assistente no San Antonio). Sim, você leu certo – o próprio Rondo, aquele armador genial que a gente acompanhou por anos, agora tá disputando uma vaga de técnico principal na NBA.

    O que aconteceu com Borrego?

    Aqui tem um detalhe curioso: James Borrego, que terminou a temporada como técnico interino dos Pelicans, não tá nessa lista final. Cara assumiu o time depois que demitiram o Willie Green após apenas 12 jogos, comandou a equipe até o final da temporada (terminaram com 24-46), mas aparentemente não convenceu a diretoria.

    Sinceramente? Acho meio injusto com o Borrego. O cara pegou um time em situação complicada e pelo menos deu uma estabilizada nas coisas. Mas né, NBA é resultado mesmo.

    Jamahl Mosley pode entrar na briga

    Tem mais uma reviravolta nessa história: Jamahl Mosley, que acabou de ser demitido do Orlando Magic depois de cinco temporadas, pode ser adicionado à lista de candidatos. Segundo os bastidores, os Pelicans já vinham de olho nele há meses, meio que esperando que Orlando tomasse essa decisão.

    E vocês, o que acham dessa lista? Eu tô genuinamente curioso pra ver como seria um Rajon Rondo técnico. O cara sempre foi conhecido pela inteligência de jogo absurda, aquele QI de basquete que poucos jogadores têm. Mas uma coisa é ser inteligente como jogador, outra é conseguir passar isso pro time todo como técnico.

    Os Pelicans precisam mesmo de uma mudança. Com Zion Williamson tentando se manter saudável e Brandon Ingram jogando em alto nível, esse time tem potencial pra brigar por uma vaga nos playoffs. A questão é encontrar alguém que saiba extrair o máximo desse elenco – e principalmente, que consiga manter todo mundo focado e comprometido.

  • DeAndre Jordan ganha prêmio de melhor companheiro da NBA

    DeAndre Jordan ganha prêmio de melhor companheiro da NBA

    Olha só que história massa: DeAndre Jordan, do New Orleans Pelicans, acabou de ganhar o prêmio Twyman-Stokes de Melhor Companheiro de Equipe da NBA. E cara, que disputa apertada foi essa!

    Jordan levou com 1.445 pontos na votação dos próprios jogadores da liga. Jrue Holiday (Portland) ficou colado com 1.437 pontos — e olha que o cara já ganhou esse troféu três vezes! Jeff Green (Houston) completou o pódio com 1.420 pontos.

    Veterano que sabe o que é respeito

    Sinceramente, não podia ter escolha melhor. Jordan é daqueles caras que todo mundo quer ter no vestiário. O maluco já tem um currículo absurdo: três seleções All-NBA, dois All-Defensive Team, um All-Star Game, ouro olímpico no Rio 2016 e — pasmem — um anel de campeão com o Denver em 2023.

    Mas o que mais me impressiona é como ele ainda consegue ser esse líder aos 37 anos. O prêmio é dado pro jogador que demonstra “jogo altruísta, liderança dentro e fora de quadra como mentor e modelo para outros jogadores da NBA”.

    Uma homenagem que vale ouro

    Vocês sabem a história por trás desse prêmio? É de arrepiar. O troféu leva o nome de Jack Twyman e Maurice Stokes, que jogaram juntos no Rochester/Cincinnati Royals entre 1955-58. Stokes sofreu uma lesão cerebral no último jogo da temporada regular de 57-58, entrou em coma e ficou paralisado.

    Twyman não abandonou o parceiro — virou guardião legal dele e cuidou do cara pelo resto da vida. Essa é a definição de companheirismo, mano.

    A concorrência estava pesada mesmo. Entre os indicados estavam nomes como Jayson Tatum (Boston), Jalen Brunson (New York), Marcus Smart (Lakers) e até nosso conhecido DeAaron Fox (San Antonio). Mas Jordan mereceu demais essa.

    E aí, vocês acham que ele ainda tem gás pra mais uma temporada sendo esse veterano respeitado? Eu apostaria que sim!

  • DeAndre Jordan leva prêmio de melhor companheiro da NBA

    DeAndre Jordan leva prêmio de melhor companheiro da NBA

    Olha só que surpresa boa: DeAndre Jordan acabou de ganhar o prêmio Twyman-Stokes de Melhor Companheiro de Equipe da temporada 2025-26! Sinceramente, não esperava essa, mas faz todo sentido quando você para pra pensar.

    O veterano de 36 anos desbancou uma galera pesada na disputa — Jrue Holiday (que já ganhou três vezes, diga-se de passagem), Jeff Green e Garrett Temple ficaram na segunda colocação. Mas o DJ conseguiu impressionar tanto os executivos da liga quanto os próprios jogadores que votaram.

    O que torna esse prêmio especial

    Cara, esse é um dos prêmios mais legais da NBA porque não tem nada a ver com estatísticas. É sobre ser aquele cara que todo mundo quer ter no vestiário. Liderança dentro e fora de quadra, ser mentor dos mais novos, jogar pelo time sempre — esse tipo de coisa que não aparece na súmula mas faz toda diferença.

    E convenhamos, quem melhor que um pivô veterano de quase duas décadas na liga pra entender disso? O Jordan já passou por praticamente tudo no basquete profissional.

    Nova casa, mesma energia

    O mais interessante é que o DJ tá fazendo isso em Nova Orleans, onde chegou nesta temporada depois de três anos em Denver ajudando o Nuggets a conquistar o título em 2023. Imagino como deve ser legal ter um cara desse calibre chegando no seu vestiário — aquela presença que acalma todo mundo e passa confiança.

    A concorrência tava pesada mesmo. Além do trio que ficou no top 4, rolaram nomes como Jalen Brunson, Jayson Tatum, De’Aaron Fox e Marcus Smart na lista de finalistas. Stephen Curry ganhou na temporada passada, e Mike Conley já levou três vezes — então o nível é altíssimo.

    E aí, vocês acham que o DeAndre vai conseguir repetir a dose ano que vem? Ou será que algum dos jovens vai conseguir quebrar a hegemonia dos veteranos nesse prêmio?

  • Ex-Warriors pode ser o novo técnico dos Pelicans

    Ex-Warriors pode ser o novo técnico dos Pelicans

    Cara, quem disse que ex-jogador não pode virar técnico? O New Orleans Pelicans tá pedindo permissão para entrevistar Jarrett Jack, atual assistente técnico do Detroit Pistons, para assumir o comando do time.

    Jack não é exatamente um nome que faz barulho hoje em dia, mas quem acompanha NBA há mais tempo lembra bem do cara. Principalmente da temporada 2012-13 com o Golden State Warriors — que temporada monstro!

    O ano que mudou tudo em Golden State

    Vocês lembram quando Jack chegou nos Warriors? O time estava tentando voltar aos playoffs depois de anos no fundo do poço. E o cara simplesmente entregou: 12.9 pontos, 5.6 assistências e 3.8 rebotes por jogo. Mais importante: 40.4% nos arremessos de três pontos.

    Resultado? Terminou em terceiro lugar na votação para Sexto Homem do Ano — o melhor resultado da carreira dele. E olha, não foi sorte não. Nos playoffs, quando a coisa apertou, Jack foi ainda melhor: 17.2 pontos por jogo e 50.6% de aproveitamento nos arremessos.

    Golden State conseguiu chegar aos playoffs pela primeira vez desde o time “We Believe”. Coincidência? Eu acho que não.

    De veterano esperto a possível técnico

    Depois de pendurar as chuteiras em 2018, Jack fez o caminho clássico: G-League como mentor, assistente no Phoenix Suns e agora no Detroit Pistons desde 2023. O cara conhece basquete, isso ninguém questiona.

    E tem um detalhe interessante: Jack jogou três temporadas em New Orleans como atleta. Conhece a casa, conhece o ambiente, sabe o que é vestir aquela camisa. Isso conta ponto com certeza.

    Sinceramente, acho uma aposta interessante. O Pelicans precisa de alguém que entenda de verdade o que é ser jogador na NBA moderna. E Jack, mesmo sendo um cara que rodou por oito times na carreira, sempre deixou sua marca por onde passou.

    Vocês acham que ele tem perfil para comandar um elenco jovem como o dos Pelicans? Com Zion Williamson, CJ McCollum e companhia, não vai ser moleza não.