Tag: New York Knicks

  • McBride volta dos machucados e pode salvar o banco dos Knicks

    McBride volta dos machucados e pode salvar o banco dos Knicks

    Olha só que notícia boa para quem torce pelos Knicks! Miles McBride finalmente voltou depois de quase dois meses parado por causa de uma cirurgia de hérnia. E cara, que falta esse cara fez.

    O garoto não jogava desde o final de janeiro — isso mesmo, praticamente dois meses fora. Domingo contra o Thunder ele voltou com restrição de minutos, mas já é um alívio saber que está de volta. Mike Brown (técnico dos Knicks) não quis forçar a barra, né? Sensato.

    Os números que mostram o quanto ele fez falta

    Antes de se machucar, McBride estava vivendo a melhor fase da carreira. Saca só: 42% de aproveitamento nas bolas de três (!) em quase 7 tentativas por jogo. Isso é coisa de monstro. E ainda estava fazendo 12.9 pontos por partida — também recorde pessoal.

    O mais impressionante? Mesmo com todas as lesões que pegou (teve também uma torção no tornozelo em dezembro), quando voltava ele jogava ainda melhor. Isso é mentalidade de guerreiro.

    Sem ele, os Knicks fizeram 20-8 nas 28 partidas. Nada mal, mas quem acompanha sabe que o banco andou oscilando muito. McBride traz justamente o que estava faltando: defesa no perímetro e arremesso de três confiável.

    E agora, será que encaixa de novo?

    A questão é: depois de tanto tempo fora, como vai ser a readaptação? Os Knicks estão em 9º lugar em cestas de três convertidas e 4º em aproveitamento. Números bons, mas com McBride pode ficar ainda melhor.

    Sinceramente, acho que a volta dele pode ser o que o time precisava para dar aquele gás final na reta decisiva da temporada. Defesa sólida e um arremesso certeiro saindo do banco? Isso pode fazer toda a diferença nos playoffs.

    Vocês acham que ele consegue voltar ao nível que estava antes da lesão? Eu tô otimista — jogador jovem se recupera rápido, e a motivação deve estar lá em cima depois de tanto tempo parado.

  • Robinson e Clarkson viraram os líderes que os Knicks precisavam

    Robinson e Clarkson viraram os líderes que os Knicks precisavam

    Olha, eu nunca pensei que fosse escrever isso, mas Mitchell Robinson está se tornando uma das vozes mais importantes do vestiário dos Knicks. E não, não é brincadeira.

    Todo mundo conhece o Mitch pelo lado palhaço — aquele cara que não se leva muito a sério e sempre tá fazendo gracinha. Mas ultimamente, ele tem sido um dos jogadores mais vocais criticando alguns problemas preocupantes do time e cobrando mudanças antes dos playoffs.

    “Os caras estão começando a confiar muito mais em mim”, disse Robinson após o treino no sábado. “Eles confiam em mim, então estou falando o que vejo e coisas que acho que podemos melhorar. Ser mais vocal está vindo naturalmente.”

    A cobrança que precisava vir

    Depois daquela vitória sofrida por apenas um ponto contra o Brooklyn Nets — que tá claramente perdendo de propósito pra pegar pick alto —, o Robinson foi direto: “Nossa abordagem tem que melhorar. Não podemos só olhar pro record deles e falar ‘vamos dar uma surra’. Temos que ser melhores em tudo.”

    E aí que vem o mais interessante. Após a derrota pros Hornets na quinta, o cara foi pro Instagram e desabafou: “nem importa se não mudarmos nossa abordagem, não vamos fazer nada especial, continuem com essa besteira, eu incluído.”

    Cara, isso é liderança de verdade. Ele não tá só apontando o dedo pros outros — tá se colocando na roda também.

    Clarkson entrando na conversa

    E não é só o Robinson. Jordan Clarkson, que recentemente voltou a ganhar minutagem na rotação, também está se destacando como líder. O técnico Mike Brown foi bem claro sobre isso:

    “Liderança pode vir de várias formas diferentes. Um cara como Jordan Clarkson está começando a se separar e mostrar que é um dos líderes do time. Só porque você é titular, só porque pontua muito ou defende bem, não significa necessariamente que você é líder.”

    Brown continuou: “Líderes não têm medo de falar a verdade. Fazem o que dizem. E o Jordan, que passou por muita coisa, que se manteve pronto mesmo quando estava fora, agora falar na frente do grupo — isso é liderança real.”

    Sinceramente? Faz todo sentido. O Clarkson já rodou a liga toda, sabe o que é pressão, e não tem nada a perder falando as verdades.

    Vozes além dos óbvios

    Claro que Brunson é o capitão oficial. Hart é o maior falador. Towns, pela importância, tem que ser influente. Mas Mikal Bridges e OG Anunoby não são muito de falar — o que deixa um buraco que Robinson e Clarkson podem preencher perfeitamente.

    E vocês sabem o que eu acho? Isso pode ser exatamente o que os Knicks precisavam. Às vezes as melhores lideranças vêm de onde menos esperamos. Robinson é o cara que mais tempo tem de Knicks no elenco atual, conhece a casa como ninguém. Clarkson tem quilometragem de sobra na NBA.

    A questão agora é: será que essa nova dinâmica vai funcionar nos playoffs? Porque uma coisa é falar bonito no treino, outra é segurar a bronca quando a pressão apertar de verdade. Mas pelo menos agora eles têm mais vozes no vestiário — e isso nunca é ruim.

  • Josh Hart desabafa após derrota: ‘Jogamos um passo atrás’

    Josh Hart desabafa após derrota: ‘Jogamos um passo atrás’

    Cara, que frustração pro torcedor dos Knicks. Sete vitórias seguidas jogadas no lixo numa noite em que simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo dos Hornets. 114 a 103 pra Charlotte, e o Josh Hart não poupou palavras no pós-jogo.

    “Eles jogaram como se tivessem saído de um canhão. Eu senti que estávamos um passo mais lentos em muitas das ações deles”, disse Hart, e olha, ele não tava mentindo não. Os Hornets chegaram a abrir 21 pontos de vantagem!

    O ritmo que matou os Knicks

    Sabe o que mais me chamou atenção? Hart reconheceu que não foi só o LaMelo Ball ditando o ritmo – coisa que a gente sempre espera dele. “Eles têm múltiplos armadores naquela equipe. Não dependem só dele”, falou o cara dos Knicks.

    E realmente, os números comprovam. Kon Knueppel (que nome é esse, hein?) fez 26 pontos, 11 rebotes e 8 assistências. Mas o mais absurdo: o moleque virou o MAIS JOVEM da história da NBA a chegar nas 250 bolas de três! Acertou seis de três só nessa partida.

    LaMelo botou 22, Brandon Miller colocou 21, e cada um deles mandou quatro bombas de três. Era chuva de três pontos no Spectrum Center.

    Knicks tentaram, mas não rolou

    Olha, não foi por falta de tentar. Os Knicks até conseguiram 17 pontos dos 18 erros dos Hornets, e o Jalen Brunson fez a sua parte com 26 pontos e 13 assistências (double-double bonito, diga-se). Hart também se movimentou bem: 16 pontos, 7 assistências e 5 roubos de bola.

    Mas Charlotte foi mais pros lances livres: 16 de 20 contra apenas 8 de 9 de New York. Essa agressividade toda fez a diferença, e os Hornets embalaram a quinta vitória consecutiva.

    E aí, será que os Knicks conseguem se recuperar contra o Thunder no domingo? Com 48 vitórias e 26 derrotas, eles ainda tão numa situação boa, mas essa derrota deve ter doído. Principalmente depois de Hart admitir que simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo do adversário.

  • Knueppel fez algo que só Jason Kidd tinha feito antes

    Knueppel fez algo que só Jason Kidd tinha feito antes

    Cara, o Kon Knueppel tá simplesmente VOANDO nesta temporada. O rookie do Hornets fez um jogo antológico contra os Knicks ontem à noite — 26 pontos, 11 rebotes e 8 assistências. Mas olha só o detalhe mais absurdo: essa combinação de números não acontecia desde Jason Kidd, lá nos anos 90.

    E não foi sorte não, viu. O moleque meteu 6 de 10 bolas de três pontos e ainda acertou 9 dos 14 arremessos de quadra. Em 37 minutos de jogo, foi simplesmente dominante. Os Knicks nem sabiam o que fazer com ele.

    ROY na veia?

    Sinceramente, eu tô começando a acreditar que esse garoto pode levar o prêmio de Rookie of the Year mesmo. Olha que temporada ele tá fazendo! O Charlotte, que a galera já tinha dado como morto, tá na briga por playoff — e muito por conta das atuações dele.

    A comparação com Jason Kidd não é à toa. Kidd era um monstro no triplo-duplo quase, com visão de jogo absurda e ainda mandava umas bombas de três quando precisava. Ver um rookie replicar isso é de arrepiar.

    Hornets voando alto

    E o time todo tá jogando junto, né? LaMelo Ball fez 22 pontos e 6 assistências, Brandon Miller contribuiu com 21 e 8 rebotes. Miles Bridges e Coby White fecharam com 17 cada um. Quando cinco caras fazem dois dígitos, fica difícil de parar mesmo.

    Com essa vitória por 114-103, o Charlotte chegou a 39-34 na temporada — cinco vitórias seguidas, pessoal! Eles tão na nona posição do Leste, logo atrás de Magic e 76ers. E olha que ironia: o próximo jogo é justamente contra a Filadélfia, em casa.

    Vocês acham que o Knueppel consegue manter esse nível insano até o final da temporada? Porque se conseguir, esse papo de ROY vai ficar sério mesmo. O garoto tem tudo pra ser especial na liga.

  • Mitchell Robinson detona os Knicks: ‘não tamos fazendo p* nenhuma’

    Mitchell Robinson detona os Knicks: ‘não tamos fazendo p* nenhuma’

    Cara, quando um jogador sai no Instagram pra detonar o próprio time — e se incluir na crítica — é porque a coisa tá feia mesmo. Foi exatamente isso que o Mitchell Robinson fez depois da derrota vergonhosa dos Knicks para o Charlotte Hornets por 114-103.

    Olha só o que o pivô postou nas redes: “Não importa nada se não mudamos nossa abordagem, não estamos fazendo nada especial. Continue com essa merda, eu incluído.” Monstro não poupou ninguém, nem ele mesmo!

    Realidade bateu forte no Madison Square Garden

    Os Knicks tinham embalado com sete vitórias seguidas. A torcida do MSG já tava sonhando com uma campanha profunda nos playoffs, sabe como é. Aí veio essa pancada gelada contra o Hornets — um time que tá ali no meio da tabela com 39-34.

    O Jalen Brunson começou voando, fez 17 pontos só no primeiro quarto. Mas depois? Desapareceu. O Charlotte assumiu o controle no segundo tempo com o Kon Knueppel fazendo 26 pontos. E os Knicks? Ficaram só assistindo.

    Robinson jogou 26 minutos, fez 4 pontos (2/2 nos arremessos), pegou 6 rebotes e deu 1 toco. No papel até que não foi ruim, +8 no plus-minus. Mas o cara sabe que números não contam a história toda quando o time não joga como deveria.

    Hora de parar com a palhaçada

    Sinceramente? Acho que o Robinson falou tudo que precisava ser dito. Os Knicks têm 48-26 na temporada, um elenco recheado com Karl-Anthony Towns e OG Anunoby, mas talento sem mentalidade não serve pra nada.

    E olha que o Mitchell é o jogador que tá há mais tempo no time. Quando um veterano assim resolve botar a real dessa forma, é sinal de que a situação tá crítica mesmo. O técnico Mike Brown certamente tá martelando os mesmos princípios defensivos que o Robinson cobrou.

    Faltam poucos jogos pra acabar a temporada regular. Se os Knicks não acordarem agora, vão tomar uma saída precoce nos playoffs que vai doer demais. Vocês acham que essa bronca do Robinson vai funcionar como um chacoalhão necessário?

    Uma coisa eu sei: não dá mais pra fazer corpo mole. Como disse o próprio pivô, é hora de parar com a “merda” e voltar ao trabalho sério. Porque se não mudarem a postura, realmente não vão fazer nada especial mesmo.

  • Hornets destroem os Knicks e Kon Knueppel faz história

    Hornets destroem os Knicks e Kon Knueppel faz história

    Olha, eu não esperava essa não. Os Knicks estavam voando com sete vitórias seguidas, os Hornets também vinham bem (quatro no tranco), e todo mundo esperando um jogaço ofensivo no Spectrum Center. E foi mesmo — só que só pra um lado.

    Charlotte 114, Nova York 103. E essa diferença no placar nem conta a história toda, porque foi uma lavada completa.

    Primeiro quarto foi show de horrores

    Nos primeiros seis minutos, os Hornets fizeram 24 pontos. Vinte e quatro! Os caras acertaram 9 de 14 arremessos e pegaram rebote numa proporção de 4 pra 1. Lamelo Ball, Brandon Miller e principalmente Kon Knueppel simplesmente resolveram jogar num nível absurdo.

    Knueppel, aliás, merece parágrafo separado. O cara fez 26 pontos e ainda por cima quebrou um recorde histórico — se tornou o primeiro jogador de 22 anos ou menos a acertar 250 bolas de três em uma temporada da NBA. Monstro demais.

    Brunson até reagiu no final do primeiro quarto com 17 pontos (terminou com 26 e 13 assistências), mas não adiantou muito. Charlotte estava jogando com 70% de aproveitamento nos arremessos. Setenta por cento, gente!

    Rebote que doeu na alma

    Sabe o que mais me chamou atenção? Os Knicks levaram um sacode nos rebotes: 43 a 24. Isso com Mitchell Robinson em quadra, que é literalmente pago pra pegar rebote. O time de Nova York até tentou mais arremessos de três (33 contra 29), mas quando você não consegue segunda chance e o adversário pega tudo, fica difícil.

    Karl-Anthony Towns foi praticamente um fantasma — só 13 pontos e 3 rebotes. Para um cara que deveria dominar o garrafão, foi decepcionante demais.

    O banco também não ajudou. Charlotte ganhou essa batalha por 26 a 17, com Coby White fazendo 17 pontos saindo do banco. Enquanto isso, os reservas dos Knicks… bem, melhor nem falar.

    Knueppel fazendo história

    Voltando ao jovem Kon Knueppel — esse cara tá reescrevendo os livros de recordes. Ele já tem 253 bolas de três na temporada e tá a caminho de quebrar o recorde de Kemba Walker em Charlotte (260). E olha que ainda faltam jogos!

    No terceiro quarto, ele e Lamelo Ball fizeram uma chuva de três que ampliou a vantagem para 15 pontos. A defesa dos Knicks simplesmente não conseguiu parar os dois.

    Sinceramente, esse Hornets tá jogando um basquete muito bonito. 22 vitórias em 28 jogos desde o final de janeiro — isso é time de playoff brigando por posição alta. E com Knueppel fazendo essa temporada histórica, eles têm tudo pra incomodar muito nos playoffs.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem se recuperar dessa pancada? Porque perder assim pra um time que teoricamente estava “abaixo” deles no papel deve ter doído…

  • T-Mac cutuca KAT: ‘Tem que querer jogar, cara!’

    T-Mac cutuca KAT: ‘Tem que querer jogar, cara!’

    Olha, quando um Hall da Fama como Tracy McGrady resolve dar uns toques em você, é melhor prestar atenção. E foi exatamente isso que aconteceu com Karl-Anthony Towns essa semana.

    Em um papo no programa “Schein Time”, o T-Mac não teve papas na língua ao falar sobre o que os Knicks precisam fazer pra chegar longe nos playoffs. E adivinha quem virou o foco da conversa? Isso mesmo, o KAT.

    “Ninguém consegue parar ele quando quer”

    “Ele simplesmente tem que querer”, disparou McGrady. “Tem que querer mesmo. Porque quando esse cara coloca a cabeça no lugar, ninguém consegue parar ele. Ninguém.”

    E cara, o T-Mac não tá errado não. O Towns tem 2,13m, arremessa de três como um armador, tem um passe fino e ainda finaliza no garrafão. É praticamente um unicórnio do basquete moderno. Mas aí que tá o problema — parece que às vezes ele mesmo não sabe o monstro que é.

    “As coisas que ele consegue fazer na quadra… um cara desse tamanho, quando põe a mente no jogo, fica imparável”, continuou McGrady. “Ele pode te machucar por dentro, por fora, com o passe, fazendo bloqueio, saindo pra três… mas depende do KAT colocar sua marca nos jogos.”

    Os números não mentem

    E olhando pros números dessa temporada, dá pra entender a preocupação do T-Mac. O Towns tá com média de 20,2 pontos por jogo, aproveitamento de 49,4% nos arremessos de quadra e 36,6% nas bolas de três. São os piores números dele desde o ano de calouro, mano!

    Claro que tem contexto aqui — o cara tá se adaptando ao sistema do técnico Mike Brown e aos Knicks depois de anos em Minnesota. Mas sinceramente? Um jogador do calibre dele não pode usar isso como desculpa por muito tempo.

    McGrady também cutucou a defesa dos Knicks, dizendo que eles perderam a identidade que tinham na temporada passada com o Thibodeau. “Eles penduravam o chapéu na defesa”, disse. “Quando o ataque não funcionava, a defesa salvava.”

    E aí, Towns vai acordar?

    Olha, eu entendo que pressão em Nova York é diferente de qualquer lugar. Mas o KAT não é mais um novato — são quase dez anos de NBA. Se não é agora, quando vai ser?

    O que vocês acham? O Towns tem mesmo essa mentalidade meio “morna” que o McGrady tá falando, ou é só questão de tempo até ele explodir? Porque talento ele tem de sobra. A questão é se ele vai usar ou não.

    Uma coisa é certa: se os Knicks querem brigar de igual pra igual no Leste, vão precisar que o Towns seja o diferencial que sabemos que ele pode ser. Senão, vai ser mais uma temporada de “e se…” na Big Apple.

  • Brunson pode decepcionar hoje, mas Bridges promete – NBA Props

    Brunson pode decepcionar hoje, mas Bridges promete – NBA Props

    Olha só, galera do Sexto Homem! Hoje tem um jogo interessante dos Knicks contra o Charlotte, e eu tô vendo umas oportunidades bem legais nas apostas dos nossos caras de Nova York.

    O Jalen Brunson tá numa pegada meio estranha ultimamente. Cara que normalmente mete 25+ pontos numa boa, mas olha só: nas últimas cinco partidas como azarão, ele ficou abaixo da linha em quatro delas. Média de apenas 19.2 por jogo. Sinceramente? Acho que ele ainda tá se adaptando ao sistema novo dos Knicks, e contra o Charlotte pode rolar mais uma performance apagada.

    Mikal Bridges pode explodir

    Agora o Bridges… esse cara eu tô de olho. Jogando fora de casa contra times com defesa boa, ele tem conseguido passar dos 14 pontos em três dos últimos cinco jogos, com média de 19.0. E vocês sabem como é o Mikal — quando ele tá confiante no arremesso de 3, o bicho pega fogo.

    O Charlotte não tem aquela defesa intimidadora que a gente via antigamente. Sem querer desrespeitar, mas é um time que tá meio perdido na temporada, e o Bridges pode aproveitar isso pra fazer uma boa partida.

    Minha visão sobre o jogo

    Eu sei que parece contraditório apostar contra o Brunson e a favor do Bridges no mesmo time, mas é isso aí. Basquete é imprevisível, e às vezes os papéis se invertem numa partida. O Jalen pode estar carregando muita responsabilidade nos ombros, enquanto o Mikal tá mais solto pra jogar.

    E aí, pessoal — vocês acham que o Brunson consegue se recuperar hoje ou vai ser mais uma noite apagada? Eu tô torcendo pelo cara, mas os números não mentem. Às vezes é melhor ir contra o coração e seguir a matemática do basquete.

    Vale lembrar que essas análises são baseadas em tendências recentes, mas no final das contas, qualquer um pode explodir numa noite qualquer. É por isso que a gente ama esse esporte maluco.

  • McBride voltando? Knicks podem ter reforço em breve

    McBride voltando? Knicks podem ter reforço em breve

    Olha, eu tô começando a ficar animado com essa notícia. Miles McBride, que tá fora desde 27 de janeiro por causa de uma lesão no core (aquela região do abdômen que é fundamental pra estabilidade), parece que finalmente tá próximo de voltar pros Knicks.

    O cara fez cirurgia pra corrigir o problema e a franquia sempre falou que esperava ter ele de volta antes do fim da temporada regular. E pelo visto, não tavam mentindo não.

    Sinais positivos na preparação

    Na terça-feira, antes do jogo contra o New Orleans Pelicans, McBride fez todo o aquecimento normal dele. Isso é um baita sinal, gente. Quando um jogador lesionado volta a fazer a rotina completa de pregame, é porque tá bem próximo mesmo de retornar.

    Claro que ele ainda não foi oficialmente liberado no relatório médico dos Knicks, mas os indícios são todos positivos. E cara, que falta esse garoto tem feito!

    Por que a volta dele é tão importante

    Antes de se machucar, McBride tava vivendo a melhor temporada da carreira dele. Os números não mentem: 12,9 pontos por jogo, 2,6 rebotes e 2,8 assistências em 28 minutos de quadra. Mas o que mais impressiona é o arremesso de três pontos — 42% de aproveitamento em quase 7 tentativas por jogo. Isso é produção de titular disfarçado de sexto homem!

    Sinceramente, acho que os Knicks sentiram demais a ausência dele. O banco ficou bem mais fraco sem essa produção ofensiva constante que o McBride oferece. E com os playoffs chegando, ter esse tipo de jogador disponível pode fazer toda a diferença.

    Vocês acham que ele volta a tempo de pegar ritmo antes dos playoffs? Porque uma coisa é voltar de lesão, outra é voltar já no nível que ele tava antes. Mas pelo menos ter a opção já é um alívio e tanto pra Tom Thibodeau.

  • McBride voltando! Knicks finalmente têm boa notícia na reta final

    McBride voltando! Knicks finalmente têm boa notícia na reta final

    Cara, finalmente uma notícia boa pros Knicks! Miles McBride tá progredindo bem da cirurgia de hérnia esportiva e já voltou a treinar com contato, segundo o técnico Mike Brown. Depois de 27 jogos fora — incluindo a vitória de ontem contra os Pelicans —, o garoto tá quase pronto pra voltar.

    E olha, eu já tava ficando preocupado com essa situação. McBride não é só mais um jogador no banco dos Knicks, não. O cara virou peça fundamental no esquema defensivo do time e, sinceramente, a ausência dele desde o final de janeiro fez uma falta absurda. Tanto que os Knicks correram atrás do José Alvarado no trade deadline justamente pra suprir essa carência na posição.

    O impacto real do McBride

    Vocês sabem qual é a diferença que esse moleque faz? Os números não mentem: quando ele tá em quadra, os Knicks são mais de 5 pontos melhores por 100 posses de bola. Cinco pontos! Isso é uma diferença gigantesca na NBA.

    McBride tá tendo a melhor temporada da carreira, com média de 12.9 pontos por jogo e impressionantes 42% nas bolas de três. Mas o que eu mais gosto nele é a atitude — o cara joga com uma energia contagiante, não tem medo de ninguém na defesa e muda completamente o ritmo do jogo quando entra.

    Timing perfeito pra volta

    A previsão mais otimista é que ele volte já no dia 26, contra o Charlotte Hornets. E cara, que timing! Faltam só algumas semanas pros playoffs começarem, então qualquer minutinho de rodagem vai ser precioso.

    Na minha opinião, McBride healthy é uma das chaves pros Knicks finalmente passarem das primeiras rodadas nos playoffs. O time tem talento, tem experiência, mas precisava dessa energia defensiva que só ele traz. E vocês, acham que a volta dele vai fazer diferença suficiente pra incomodar os grandes do Leste?

    Uma coisa é certa: depois de tantos jogos sem ele, ver McBride de volta vai ser um alívio imenso pra torcida dos Knicks. O cara saiu de um reserva qualquer pra se tornar indispensável — e isso é o tipo de história que a gente ama no basquete.