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  • Ja Morant lança tênis rosa com parceria bizarra da Kool-Aid

    Ja Morant lança tênis rosa com parceria bizarra da Kool-Aid

    Gente, o Ja Morant continua fazendo história mesmo longe das quadras. Enquanto o cara se recupera de mais uma lesão (e a gente aqui morrendo de saudade de ver aquelas enterradas absurdas), ele aproveitou para soltar mais uma bomba no mundo dos tênis.

    O monstro acabou de revelar o novo Nike Ja 3 em parceria com a Kool-Aid — sim, aquela bebida doce que a gente tomava quando criança. E olha, não vou mentir: por mais estranho que pareça no papel, o resultado ficou bem interessante.

    Rosa e verde que funciona (quem diria?)

    O “Pink Lemonade” é um tênis completamente assimétrico. Um pé rosa, outro verde — tipo aqueles pares descombinados que só os caras mais estilosos conseguem usar sem parecer palhaço. E o Ja definitivamente tem esse style, né?

    O que mais me chamou atenção foi o solado azul translúcido e aquele logo do boneco da Kool-Aid na língua do tênis esquerdo. Do outro lado, o logo “JA” em preto no tênis verde. Cara, é uma loucura visual que de alguma forma faz sentido — talvez porque combina perfeitamente com o jeito explosivo que o Morant joga.

    Segunda parceria que tá dando certo

    Na real, essa não é a primeira vez que o Ja se junta com a Kool-Aid. Eles já tinham feito duas colorways do Ja 2 e, sinceramente, eu acho genial essa estratégia de marketing. Qual outro jogador da NBA você conhece que tem coragem de fazer parceria com marca de bebida açucarada? É muito Ja Morant isso.

    O tênis vai custar $135 dólares e chega nas lojas no dia 20 de maio pelo app SNKRS da Nike. E aí, alguém aí vai tentar comprar? Porque eu tô quase convencido de que preciso de um par desses na minha coleção.

    Enquanto isso, a gente continua esperando o retorno do cara às quadras. Porque por mais legal que seja esse lance dos tênis, nada substitui ver o Ja voando pelo garrafão e fazendo aquelas jogadas que desafiam a física. Que saudade, meu Deus.

  • AJ Dybantsa assina com a Nike e já mira o 1º pick do Draft 2025

    AJ Dybantsa assina com a Nike e já mira o 1º pick do Draft 2025

    Gente, que história absurda é essa do AJ Dybantsa? O cara acabou de converter seu contrato universitário com a Nike em um acordo profissional e já tá se preparando pro Draft de 2025. E olha, pelo jeito que ele jogou na BYU, não é papo furado não.

    O pivô de 2,06m foi simplesmente MONSTRO na temporada universitária. Líder nacional em pontuação com 25,5 pontos por jogo, aproveitamento de 51% nos arremessos, 6,8 rebotes e 3,7 assistências. Números de veterano, mas o maluco é calouro!

    Nike aposta pesado no ‘Star Boy’

    A Nike não tá brincando em serviço. Além de converter o contrato, criaram um logo personalizado pro garoto – uma estrela feita com as iniciais dele, fazendo referência ao apelido “Star Boy” que ele tinha quando criança. Cara, isso é coisa de superstar mesmo.

    “Eles estão comigo desde o primeiro dia”, disse Dybantsa à ESPN. “Tem sido uma parceria incrível e queremos continuar construindo a longo prazo.” Olha a maturidade do moleque falando sobre parcerias de longo prazo aos 18 anos!

    Preparação de alto nível

    E não é que o cara tá levando a sério mesmo? Dybantsa está treinando em Los Angeles com Isaiah Thomas (sim, o ex-Celtics) e o preparador Zack Gonzales. Além disso, foi assistir Lakers x Rockets nos playoffs pra observar o jogo profissional de perto. Isso é preparação de gente que não veio pra brincadeira.

    O técnico da BYU, Kevin Young – que já foi assistente dos 76ers e Suns – preparou esquemas no estilo NBA a temporada toda. A preparação física da universidade comparou as métricas atléticas do Dybantsa diretamente com jogadores atuais da liga. Sinceramente? Eu tô impressionado com o nível de profissionalismo.

    Confiança de veterano

    Agora vem a parte que mais me chamou atenção. O garoto falou sem medo: “Desde que os rankings saíram no 9º ano, eu sempre fui número 1 da minha turma. Nunca fui nada menor. Então, definitivamente é meu objetivo ser o número 1 [no Draft].”

    E tem mais – ele já tá de olho no prêmio de Rookie of the Year: “Existem tantos grandes que ganharam o Rookie of the Year. Eu não quero ser alguém que não ganhou.”

    Vocês acham que é autoconfiança demais ou o cara realmente tem potencial pra cumprir o que promete? Pelos números que ele fez na BYU, eu diria que não é papo furado não. Mas uma coisa é arrasar no universitário, outra é fazer isso contra Wembanyama, Tatum e companhia na NBA.

    O Draft de 2025 promete ser interessante, e pelo jeito, AJ Dybantsa vai ser um dos nomes mais quentes da temporada. A Nike já fez sua aposta. Agora é ver se o “Star Boy” vai mesmo brilhar no profissional.

  • Nike despenca na bolsa e analista diz que jogadores da NBA perderam popularidade

    Nike despenca na bolsa e analista diz que jogadores da NBA perderam popularidade

    Cara, essa notícia me deixou pensando. O Brian Windhorst, do ESPN, soltou uma bomba no podcast dele: a Nike perdeu 15% do valor nas ações e parte da culpa pode ser dos próprios astros da NBA que não conseguem mais vender tênis como antigamente.

    Olha só que loucura — desde o Michael Jordan nos anos 90, a Nike e a NBA eram praticamente inseparáveis. Quem não queria ter um Air Jordan? Mas agora a situação tá complicada. Windhorst falou que a receita da empresa despencou nos últimos 18 meses e o mercado tá sentindo.

    O que realmente tá acontecendo?

    A parada fica mais séria quando você vê que analistas independentes do UBS (que só se importam com números, não com hype) chegaram na mesma conclusão: os jogadores de basquete não são mais tão populares quanto eram antes. E isso impacta diretamente na venda de tênis de basquete.

    Sinceramente? Faz sentido. Pensa comigo — quantos jogadores hoje em dia têm o mesmo apelo global que o Jordan tinha? O LeBron ainda vende, o Curry também, mas depois disso… fica difícil. Os caras são monstros na quadra, mas não conseguem transcender o esporte como os ícones do passado faziam.

    Mas calma, NBA ainda fatura pesado

    Por outro lado, a liga não tá exatamente quebrada. Os números são absurdos: a franquia mais valiosa vale $5.4 bilhões (segundo a Forbes), com o Warriors liderando em $11 bilhões. E a NBA como um todo deve faturar $14.3 bilhões só nesta temporada.

    É meio contraditório, né? A liga vale mais que nunca, as franquias são negócios bilionários, mas os jogadores individualmente não conseguem mais vender produtos como antes. Talvez seja reflexo de uma geração mais diversificada — hoje temos muitas estrelas, mas nenhuma que domine completamente o cenário cultural.

    E vocês, o que acham? Os astros de hoje realmente perderam aquele “algo a mais” que fazia a gente querer comprar o tênis deles? Ou será que é só o mercado que mudou mesmo? Uma coisa é certa: a Nike precisa repensar a estratégia se quiser voltar aos tempos áureos do basquete.

  • Curry usa tênis do LeBron em jogo contra os Lakers numa jogada de mestre

    Curry usa tênis do LeBron em jogo contra os Lakers numa jogada de mestre

    Olha só que jogada genial do Steph Curry ontem à noite. O cara não ia nem jogar contra os Lakers por causa do joelho, mas chegou no Chase Center usando nada mais nada menos que o LeBron 10 — só que customizado com as cores dos Warriors. Branco, azul e dourado. Simplesmente perfeito.

    Cara, eu não esperava isso do Curry, mas que gesto maneiro. O homem pegou o tênis do maior rival da década e transformou numa homenagem. E o LeBron? Obviamente curtiu a parada — foi cumprimentar o Steph antes do jogo começar.

    O contexto por trás da jogada

    Pra quem não lembra (ou é mais novinho), esse LeBron 10 customizado não é novidade. Curry já tinha usado essa belezinha lá em março de 2013, quando ainda estava começando a fazer nome na liga. Na época, Under Armour nem sonhava em assinar com ele.

    E agora que o Curry virou agente livre no mundo dos tênis depois de sair da Under Armour… cara, será que a Nike não tá de olho? Imaginem só: Steph Curry de volta pra Nike, usando os próprios tênis do LeBron como uma espécie de “teste”. Seria absurdo demais.

    A rivalidade mais respeitosa da NBA

    Esse gesto mostra exatamente por que a rivalidade Curry vs LeBron é tão especial. São 56 jogos entre eles na carreira (Curry leva 30-26, including 17-12 nos playoffs), quatro Finals seguidas de 2015 a 2018, e mesmo assim o respeito mútuo é total.

    Pô, esses caras dominaram a NBA nos últimos 15 anos. Oito títulos combinados desde 2012. E agora, no finalzinho das carreiras de ambos, ainda conseguem nos surpreender com gestos como esse.

    Sinceramente, acho que perdemos essa rivalidade quando ela acabar. E vocês, acham que ainda vamos ver mais alguns capítulos dessa história nos playoffs? Com os Warriors brigando no Play-In, vai ser difícil, mas nunca duvido desses monstros.

  • Giannis perdeu grana da Nike por culpa dos Bucks – que absurdo!

    Giannis perdeu grana da Nike por culpa dos Bucks – que absurdo!

    Olha, eu tô indignado com essa história. O Giannis Antetokounmpo perdeu uma grana PESADA da Nike porque os Bucks simplesmente se recusaram a liberá-lo para jogar no final da temporada. É de fuder, bicho.

    O contrato do Greek Freak com a Nike tinha uma cláusula que exigia pelo menos 41 jogos na temporada para ele receber um bônus substancial. Ele jogou apenas 36 – o menor número da carreira. E o pior? Ele QUERIA jogar, mas o time não deixou.

    A treta toda começou em março

    Depois de hiperextender o joelho esquerdo contra o Indiana Pacers no dia 15 de março, os Bucks pediram para o Giannis parar de jogar pelo resto da temporada. Mas ele recusou! O cara literalmente disse “não, eu quero jogar” e ainda empurrou para voltar já contra o Utah Jazz dois dias depois.

    A resposta do departamento médico? “Não, você não está liberado.” Imagina a frustração do cara, mano. Ele continuou insistindo durante a road trip, mas nunca mais pisou em quadra.

    E aqui que fica interessante: o Doc Rivers aparentemente disse para outros veteranos do time que a diretoria esperava que NINGUÉM ficasse fora por lesões “ilegítimas”. Mas essa ordem nunca chegou no Giannis. Suspeito, né?

    NBA teve que investigar essa palhaçada

    A coisa ficou tão feia que o sindicato dos jogadores soltou uma nota no dia 24 de março basicamente acusando Milwaukee de prejudicar a integridade da liga ao manter o Giannis no banco. A NBA teve que abrir uma investigação formal!

    Entrevistaram todo mundo: Giannis, seus representantes, dirigentes dos Bucks, médicos do time. E olha que foi o próprio Greek Freak que pediu para o sindicato e a liga investigarem. O cara não estava brincando.

    “Para alguém vir e me dizer para não jogar ou não competir, é como um tapa na minha cara”, disparou o Giannis pros repórteres no dia 3 de abril. “Eu estou disponível para jogar. Agora mesmo. Estou disponível. Então, eu não sei onde vai parar essa relação.”

    Os Bucks ainda tiveram a cara de pau de dizer para os investigadores que o Giannis se recusou a participar de treinos 3×3 como parte do protocolo de retorno. Ele negou, obviamente.

    Sinceramente? Essa situação toda é um absurdo. O cara quer jogar, está saudável o suficiente na visão dele, e ainda perde uma grana considerável por causa de uma decisão questionável da organização. E aí, vocês acham que os Bucks fizeram certo ou foi protecionismo demais?