Tag: Oklahoma City Thunder

  • GM do Thunder detona críticos de Shai: ‘Ele joga contra 6 pessoas’

    GM do Thunder detona críticos de Shai: ‘Ele joga contra 6 pessoas’

    Cara, o Sam Presti simplesmente perdeu a paciência. O GM do Thunder saiu em defesa do Shai Gilgeous-Alexander de uma forma que eu nunca vi antes — sete minutos DIRETO falando sobre como o MVP da liga não merece nem metade das críticas que recebe.

    E olha, eu concordo 100% com o cara.

    A frase que resume tudo

    “Ele está jogando contra seis pessoas. Cinco defensores em quadra, e o sexto defensor são as redes sociais.” Mano, que frase é essa? O Presti acertou em cheio.

    O negócio é o seguinte: o Shai virou alvo da galera por causa daqueles tombos após os arremessos. Todo mundo chamando de cera, de anti-jogo, até o Wembanyama falando sobre “basquete ético” (que frase mais sem noção, sinceramente). O Jaylen Brown também já cutucou o cara em coletiva.

    Mas aí que tá — na minha visão, isso virou uma perseguição coordenada. E o Presti sacou isso perfeitamente.

    Quebrou todos os estereótipos

    O GM foi cirúrgico na análise. Pegou todas aquelas críticas clichês que a galera faz dos jogadores da NBA e mostrou como o Shai é o oposto de tudo isso:

    Não joga defesa? O cara é um dos melhores defensores da posição. Só arremessa de 3? Trouxe o meio-de-quadra de volta como arte — e que arte! Reclama com os árbitros? Três técnicas no ano inteiro, e uma foi por balançar a toalha comemorando um companheiro.

    Sério, quando você para pra pensar, é absurdo mesmo. O Shai joga os 82 jogos, não faz drama, produz em alto nível dos dois lados da quadra, e ainda assim virou vilão?

    O circo das coletivas

    E tem uma coisa que o Presti falou que me chamou atenção: “A coletiva pós-jogo virou púlpito para criar vantagem competitiva”. Cara, isso é real demais. Antes os caras falavam do próprio time, agora todo mundo usa a coletiva pra criticar o adversário e os árbitros.

    Não que eu ache isso necessariamente errado — faz parte do jogo mental. Mas quando vira perseguição sistemática a um jogador específico, aí já é demais.

    Vocês acham que o Presti exagerou na defesa? Ou era isso mesmo que precisava ser dito? Porque pra mim, alguém tinha que falar. O Shai tá lá jogando um basquete lindo, carregando um time jovem, e ainda tem que aguentar essa pressão toda.

    Uma coisa é certa: o Thunder tem sorte de ter um GM que bota a cara a tapa pelos seus jogadores assim. E nós, como fãs de basquete, devíamos valorizar mais jogadores como o Shai — que fazem tudo certo dentro e fora das quadras.

  • Presti mantém fé em Holmgren após vexame contra Wemby

    Presti mantém fé em Holmgren após vexame contra Wemby

    Cara, eu não sei vocês, mas quando vi o Chet Holmgren praticamente desaparecer contra o Victor Wembanyama nas finais da Conferência Oeste, pensei: “Será que é isso mesmo pro menino?” Quatro pontos no Jogo 7 em casa. Quatro! Mas o Sam Presti, GM do Thunder, tá firme e forte defendendo o pivô.

    “Chet é um dos nossos”, disse Presti numa entrevista bem direta na segunda-feira. E olha, eu entendo a posição dele. O cara não é de fazer loucura, e sinceramente, seria meio burrice desistir do Holmgren depois de uma série ruim.

    A realidade nua e crua dos números

    Vamos aos fatos que doem: Holmgren foi de monstro nos primeiros rounds pra fantasma contra os Spurs. Nas primeiras rodadas, o cara tava voando — 17.3 pontos contra o Suns, 20 pontos contra os Lakers. Aí chega o Wemby e… 10.7 por jogo. É de doer no coração de qualquer torcedor do Thunder.

    O mais absurdo? Durante a temporada regular, o menino teve sua melhor temporada: 17.1 pontos, 8.9 rebotes, quase 2 tocos por jogo. All-Star pela primeira vez, All-NBA Third Team, vice no prêmio de Defensive Player of the Year. Resumindo: foi um monstro o ano todo.

    Mas é isso aí — o playoffs é outro animal, né? E quando você enfrenta alguém como Wembanyama, que claramente tem uma rixa pessoal com você, a coisa complica. Ainda mais com Jalen Williams e Ajay Mitchell machucados na série.

    Por que Presti tá certo em apostar no Chet

    Olha, eu concordo com o Presti nessa. O cara sempre foi questionado — desde o colegial, galera duvidava se ele aguentava a pancadaria da NBA por causa do físico. E olha onde ele chegou: campeão no ano passado, onde foi decisivo nas finais.

    “Ele não precisa de ninguém cutucando ele pra melhorar”, falou Presti. E faz sentido. Depois de ganhar o título ano passado, o cara veio ainda melhor na temporada seguinte. Isso mostra caráter, né?

    A questão é: será que o Thunder tem que se preocupar em enfrentar os Spurs e o Wemby pelos próximos anos? Com certeza. Mas trocar o Holmgren agora seria meio desesperado. O núcleo com Shai Gilgeous-Alexander, Jalen Williams e ele ainda tem muito pano pra manga.

    Eu acho que o Presti tá jogando o jogo longo aqui. Uma série ruim não apaga tudo que o Chet fez. E convenhamos — quando o cara tá no dia dele, é muito difícil parar. O Thunder só precisa encontrar uma forma de neutralizar o efeito Wemby, porque pelo jeito, esses dois vão se encontrar muito nos playoffs.

    E aí, vocês acham que o Thunder tá certo em manter a fé no Holmgren ou deveria pensar em mudanças mais drásticas?

  • Presti defende Chet após vexame contra Spurs: ‘É um dos nossos’

    Presti defende Chet após vexame contra Spurs: ‘É um dos nossos’

    Olha, não vou mentir — ver o Chet Holmgren praticamente desaparecer nos playoffs contra o San Antonio foi de partir o coração. Mas o Sam Presti, GM do Thunder, saiu em defesa do garoto de uma forma que me impressionou.

    Os números são brutais mesmo: Chet foi de 17.1 pontos por jogo na temporada regular para míseros 10.7 contra os Spurs. No jogo 7? Quatro pontos. QUATRO. Com apenas dois arremessos tentados. É o tipo de performance que faz qualquer torcedor questionar se o cara aguenta a pressão dos playoffs.

    A defesa do chefe

    Mas Presti não tá nem aí pra crítica. “Ele contribui para nossas vitórias em tantos níveis diferentes”, disparou o GM na segunda-feira. E não posso negar que o cara tem argumentos: All-Star pela primeira vez, segundo lugar no prêmio de Melhor Defensor, terceiro time All-NBA. Não é qualquer um que consegue isso logo na segunda temporada.

    “Estávamos varrendo nosso caminho para as finais da Conferência Oeste principalmente por causa dos esforços dele na série contra os Lakers”, lembrou Presti. E é verdade — contra o Lakers, Chet foi monstro. O problema foi quando chegou a hora do vamos ver contra San Antonio.

    Motivação não é o problema

    A parte que mais me chamou atenção foi quando Presti disse que Chet não precisa de pressão externa pra melhorar. “Ele é intrinsecamente motivado. Não precisa de gente questionando ele ou coisas na internet para impulsionar sua evolução.”

    Sinceramente? Eu entendo o ponto do Presti. Lembro quando o pessoal duvidava do Chet desde o colégio — muito magro, muito frágil, não ia aguentar a NBA. Aí o cara chega e domina logo de cara. Talvez essa série ruim contra os Spurs seja só um tropeço mesmo.

    E convenhamos, o Thunder apostou pesado no garoto: extensão de cinco anos por US$ 239,2 milhões ao lado do Jalen Williams. Não é o tipo de investimento que você faz em alguém que você não acredita totalmente.

    Vocês acham que o Chet vai conseguir superar esse trauma dos playoffs? Ou foi só um gostinho do que pode vir pela frente quando a pressão apertar de verdade? Porque uma coisa é certa: na NBA, você é tão bom quanto sua última performance nos playoffs.

  • Thunder encara dilema milionário com Hartenstein e Dort

    Thunder encara dilema milionário com Hartenstein e Dort

    Olha, o Sam Presti tá numa situação que todo GM queria ter — mas que ao mesmo tempo deve dar uma dor de cabeça danada. O Thunder tem até 29 de junho pra decidir se vai exercer as opções de Isaiah Hartenstein (28,5 milhões) e Lu Dort (17,7 milhões), e o cara simplesmente disse que não tem pressa nenhuma.

    “É possível que a gente simplesmente aceite as opções de todo mundo e vá pra próxima temporada”, falou Presti na segunda-feira. E eu entendo a tranquilidade dele — quando você tem dinheiro sobrando, dá pra ser zen mesmo.

    A bomba financeira que vem por aí

    Aqui que a coisa fica interessante. O Thunder vai saltar de 186,7 milhões em salários nesta temporada pra mais de 250 milhões na próxima. Isso mesmo, mais de 250 milhões! Tudo porque as extensões de cinco anos do Chet Holmgren e Jalen Williams começam a valer agora.

    Pra vocês terem noção: eles vão passar do segundo apron da luxury tax. É dinheiro pra caramba, mesmo pra padrões da NBA. Mas sabe o que mais me impressiona? Presti tá de boa com isso.

    “Só porque estamos em Oklahoma City, não acho que devemos ser limitados nos nossos sonhos ou gastar menos que um time da costa”, disse ele. Monstro de declaração.

    O quebra-cabeça do draft

    E tem mais: o Thunder tem as picks 12, 17 e 37 no draft que vem aí, mas zero vagas no roster. Matematicamente não fecha, né? A galera já esperava que Presti fosse cortar alguns caras pra abrir espaço, mas ele deixou claro que pode simplesmente… não fazer isso.

    Mais maluco ainda: ele falou que pode draftar jogadores que nem vão ficar no time ativo. “Podemos estar numa situação onde temos mais jogadores que as 15 vagas do roster. Se sentirmos que é mais benéfico ter os direitos de draft de certos jogadores, podemos draftá-los independente se vão estar no time”.

    Cara, isso é next level de planejamento. O cara tá jogando xadrez 4D enquanto todo mundo joga damas.

    Oklahoma City sem complexo de inferioridade

    O que mais me chamou atenção foi a postura do Presti sobre ser um mercado pequeno. O Thunder tem uma arena nova de 850 milhões garantida pela cidade, o novo contrato de TV da liga trazendo mais grana, e ainda a possível expansão da NBA.

    Sinceramente? Acho que ele tá certo. Por que diabos Oklahoma City deveria se contentar com menos sendo que tem uma das melhores equipes jovens da liga e recursos pra bancar tudo?

    E aí, vocês acham que Presti vai mesmo manter todo mundo e partir pro all-in já na próxima temporada? Ou será que é só blefe pra valorizar os jogadores nas negociações? Uma coisa é certa: vai ser divertido de acompanhar.

  • Thunder vai manter Chet Holmgren apesar da decepção nos playoffs

    Thunder vai manter Chet Holmgren apesar da decepção nos playoffs

    Olha, eu sei que todo mundo ficou meio decepcionado com o Thunder perdendo nas finais da Conferência Oeste pro Spurs. E o Chet Holmgren? Cara, ele mesmo admitiu que não jogou no nível que esperava. Mas calma aí — antes que alguém saia falando que vão trocar o pivô, a situação é bem diferente.

    O Oklahoma City não tem absolutamente nenhuma intenção de se desfazer do Holmgren. E faz todo sentido, né? O cara ainda é jovem, tem potencial absurdo e, convenhamos, uma temporada ruim nos playoffs não apaga tudo que ele mostrou durante a temporada regular.

    Sam Presti vai mexer no elenco, mas com cuidado

    Agora, isso não quer dizer que o Thunder vai ficar parado. Sam Presti tá com aquele problema bom de ter: muito talento, mas precisa lidar com os limites salariais da liga. A expectativa é que ele seja bem ativo, sim, mas mexendo em outras peças.

    As primeiras escolhas do draft de 2026? Essas podem virar moeda de troca. E veteranos como Aaron Wiggins e Isaiah Joe também estão na mira — nada contra eles, mas às vezes você precisa abrir espaço financeiro pra manter os principais.

    Decisões importantes pela frente

    E tem mais coisa rolando por lá. O Thunder precisa decidir sobre as opções de renovação de Lu Dort, Isaiah Hartenstein e Kenrich Williams. Dort, especialmente, é uma peça que eu acho fundamental — defesa de elite e já provou que aguenta a pressão dos playoffs.

    Sinceramente? Acho que o Thunder tá certo em apostar no Holmgren. O cara tem apenas 22 anos e já mostrou que pode ser um dos melhores pivôs da liga. Uma temporada de playoffs ruim não define carreira, e quem acompanha sabe disso.

    E vocês, acham que o Thunder deveria mesmo mexer no elenco ou dar mais uma chance pro grupo atual? Eu tô curioso pra ver como o Presti vai equilibrar essas contas…

  • Thunder não vai atrás do Giannis? GMs da liga não acreditam nessa

    Thunder não vai atrás do Giannis? GMs da liga não acreditam nessa

    Olha, eu vou ser sincero com vocês: quando vi essa notícia, fiquei meio surpreso. Todo mundo tava especulando que o Oklahoma City Thunder seria o time perfeito pra ir atrás do Giannis Antetokounmpo caso ele virasse trade. Faz sentido, né? Eles têm peças pra montar uma proposta absurda pros Bucks sem desmanchar o core que construíram.

    Mas pelos vistos, os GMs e scouts da liga não tão vendo essa parada acontecer.

    O que dizem os bastidores

    O Zach Lowe, que tem uns contatos insanos na NBA, soltou essa bomba no podcast dele: “Ninguém na liga vê eles como um time do Giannis. Todo mundo. Todo GM, todo scout com quem conversei ficaria bem surpreso se eles fossem nessa direção.”

    Cara, isso me pegou de surpresa. Na minha cabeça, o Thunder seria perfeito pro Greek Freak. Imagina o Giannis jogando com o Shai Gilgeous-Alexander? Seria monstruoso.

    A questão é que tem uma lógica por trás disso tudo. O Chet Holmgren apanhou um pouco nas finais da Conferência Oeste contra o Wembanyama – e o Giannis seria uma resposta muito melhor contra o francesão. Mas aqui tá o ponto: o Chet é bem mais novo e custa muito menos que o Giannis.

    Miami Heat na pole position

    E quem tá na frente pra ficar com o duas vezes MVP? O Miami Heat, segundo o mesmo Lowe e outros repórteres do The Athletic. Faz sentido também – o Pat Riley sempre dá um jeito de conseguir as estrelas, e o Giannis já falou que quer competir por título.

    Sinceramente? Eu acho que o Thunder tá certo em não quebrar o que construíram. Eles são jovens, têm química absurda e já chegaram longe. Por que mexer numa fórmula que tá dando certo?

    Vocês acham que o Thunder deveria ir com tudo no Giannis ou manter o projeto atual? Porque olha, a decisão sobre o futuro do grego deve sair até o draft da próxima terça, dia 23 de junho. Vai ser interessante ver onde ele vai parar.

  • Cason Wallace pode ganhar US$ 108 milhões no Thunder — merecido?

    Cason Wallace pode ganhar US$ 108 milhões no Thunder — merecido?

    Olha só que notícia chegou agora do Thunder: especialistas já estão projetando que Cason Wallace pode embolsar US$ 108 milhões na renovação com Oklahoma City. Sim, você leu certo — mais de 100 milhões de dólares.

    E sinceramente? Não dá pra dizer que é surpresa total. O cara foi All-Defensive Second Team nessa temporada, terminou em terceiro na liga em roubos de bola (1.9 por jogo) e virou peça-chave do Thunder. Mas 108 milhões… cara, é muito dinheiro.

    A situação é mais complicada do que parece

    Keith Smith, da Spotrac, apontou o dedo na ferida: “Wallace tem sido absurdo na defesa desde que foi draftado. Seu jogo ofensivo melhorou, mas a eficiência caiu conforme o papel dele cresceu.”

    É exatamente isso que me deixa na dúvida. Wallace fez uma temporada monstro defensivamente — 8.6 pontos, 3.1 rebotes e 2.6 assistências sendo titular em 58 jogos. Mas será que ele aguenta carregar um time ofensivamente? A boa notícia é que no Thunder ele não precisa — tem o Shai Gilgeous-Alexander pra isso.

    A situação fica ainda mais interessante quando você lembra que Lu Dort também está no último ano de contrato. Dort ganhou All-Defensive First Team (melhor que Wallace), mas tá ganhando 18 milhões por ano. Wallace pode ganhar mais que o dobro disso anualmente.

    “Não sou movido pelo dinheiro”

    Depois da eliminação dolorosa pro Spurs no Jogo 7 das Finais de Conferência, Wallace disse uma coisa que me impressionou: “Não sou movido pelo dinheiro. Eu quero competir. Esse é meu foco principal. Se eu for pago neste verão ou não, vou melhorar porque é isso que preciso fazer pra ficar nesta liga.”

    Cara, que mentalidade. Jogador de 22 anos falando isso depois de uma eliminação? Isso sim é maturidade.

    O Thunder ainda tem a opção de time no último ano do contrato atual dele (7.4 milhões em 2026-27). Sam Presti não é bobo — se ele tá pensando em pagar 108 milhões, é porque vê algo especial no garoto.

    E vocês, acham que Wallace vale esse investimento? Na minha visão, defensivamente ele já provou que é elite. A questão é: será que vai conseguir desenvolver o lado ofensivo pra justificar esse salário monstro? Pro Thunder, que tem dinheiro e paciência, talvez seja uma aposta que vale a pena fazer.

  • Thunder, Bulls e Hornets querem subir no draft – e a loucura já começou

    Thunder, Bulls e Hornets querem subir no draft – e a loucura já começou

    Olha só que coisa interessante: três times que você não esperaria estão desesperados pra subir no top 10 do draft de 2026. Thunder, Bulls e Hornets. Cada um por um motivo diferente, mas todos com a mesma sede de pegar um talento premium.

    Vamos começar pelo Oklahoma City Thunder, que ainda deve estar com gosto amargo na boca depois daquela derrota em casa pro San Antonio Spurs no jogo 7 das finais da Conferência Oeste. Cara, perder um jogo 7 em casa dói demais. Mas Sam Presti não é bobo – ele já está pensando no futuro.

    O Thunder quer Cam Boozer (e quem não quer?)

    Segundo Brett Siegel, insider da ClutchPoints, o Thunder está “ativamente tentando subir pro top 10” do draft. E adivinha quem eles querem? Cam Boozer. Filho do Carlos Boozer, pra quem não lembra daqueles tempos do Chicago Bulls.

    O problema é que pra pegar o Boozer, eles vão precisar subir pro top 4. E isso não vai ser barato, não. O Thunder tem duas picks nesse draft, então talvez consigam fazer uma troca interessante. Eles também estão de olho no Nate Ament, do Tennessee, como uma possível substituição pro Lu Dort.

    Sinceramente? Faz sentido. O Thunder é jovem, talentoso, e quase chegou nas finais. Um talento a mais pode ser a diferença entre quase e conseguir.

    Bulls querem duas picks no top 10 – ambição ou desespero?

    Agora vem a parte que me deixou surpreso: o Chicago Bulls também quer subir no draft. Eles já têm a 4ª pick (sorte deles na loteria), mas querem MAIS. Querem uma segunda pick no top 10.

    Mano, isso é ambição ou é desespero? Depois de anos sendo medianos, parece que a diretoria finalmente acordou pra vida. Ter duas picks no top 10 num draft que promete ser absurdo pode revolucionar aquela franquia.

    Charlotte também quer entrar na festa

    E pra fechar o trio, temos o Charlotte Hornets. Eles têm duas picks de primeira rodada e estão considerando usar elas pra subir também. Faz sentido total – o time tem alguns talentos interessantes, mas precisa de mais consistência.

    O que mais me chama atenção é que todo mundo sabe que essa classe de draft vai ser especial. Não é à toa que rolou uma “tankagem histórica” essa temporada. Times literalmente jogaram pra perder pra ter picks melhores.

    Vocês acham que algum desses times consegue fazer a troca? O draft começa dia 23 de junho, então a loucura da negociação já deve estar rolando nos bastidores. Eu tô ansioso pra ver se o Presti consegue fazer mais uma de suas mágicas.

  • Gilbert Arenas defende Chet: ‘Não precisamos destruir o garoto’

    Gilbert Arenas defende Chet: ‘Não precisamos destruir o garoto’

    Olha, eu sei que todo mundo tá pegando no pé do Chet Holmgren depois daquelas finais da Conferência Oeste. O cara realmente não jogou nada contra o San Antonio, e aí já começaram os papos de que o Thunder deveria trocar o pivô de 2,16m. Mas sabe quem saiu em defesa do garoto? Gilbert Arenas.

    No último episódio do “The Gilbert Arenas Show”, o ex-armador mandou a real: esqueçam essa história de trade. Na visão dele — e eu concordo —, o que o Chet precisa é de tempo pra digerir o que rolou e voltar mais forte.

    A filosofia do Agent Zero

    “Eu digo: Ei, Chet, você sabe como é essa sensação. Se você decepcionou seu time ou não, isso é com você”, disse Arenas. “E isso é algo que você vai ter que trabalhar neste verão e ser melhor na próxima temporada.”

    Cara, isso faz todo sentido. O Arenas tá falando como alguém que passou por situações difíceis na NBA. Não adianta nada ficar martelando na cabeça do jogador — ele já sabe que pisou na bola.

    “Eu não preciso chicotear ele ou destruir ele mentalmente. Ele sabe o que aconteceu, como se sentiu nesta série, e sabe que decepcionou os companheiros. Então, você deixa ele crescer com isso e, esperamos, ele volta como um Chet mais forte.”

    Não é só o Gilbert pensando assim

    E não é só o Agent Zero nessa. O Draymond Green também saiu em defesa do Holmgren, chamando os pedidos de trade de “absurdos”. Sinceramente? Os caras têm razão.

    Vamos dar uma realidade check aqui: 2024-25 foi a MELHOR temporada da carreira do Chet. O garoto ficou em segundo no Defensive Player of the Year, entrou no All-Defensive First-Team, foi All-NBA Third Team e virou All-Star pela primeira vez. Isso aos 22 anos!

    Uma série ruim não apaga tudo isso, né não? Imagina se a gente fosse trocar todo jogador que tem uma série fraca nos playoffs… metade da liga mudaria de time todo ano.

    E aí, vocês acham que o Thunder deveria mesmo considerar trocar o Chet? Ou é melhor apostar no desenvolvimento dele? Eu tô no time do “deixa o garoto crescer” — mas quero saber a opinião de vocês nos comentários.

  • Lu Dort pode ser sacrificado pelo Thunder – e isso dói no coração

    Lu Dort pode ser sacrificado pelo Thunder – e isso dói no coração

    Olha, eu não queria escrever isso, mas parece que o Lu Dort pode estar com os dias contados no Oklahoma City Thunder. E cara, isso me deixa meio triste porque o cara é praticamente o símbolo da reconstrução do time.

    A situação é a seguinte: o Thunder finalmente chegou naquele ponto que todo torcedor sonha — ter problemas de rico. O time tem tanto talento jovem que vai ter que fazer escolhas difíceis na próxima temporada. Chet Holmgren e Jalen Williams vão assinar extensões máximas, e aí a conta não fecha pra todo mundo.

    O dilema do teto salarial

    Dort tem uma opção de time de US$ 17,7 milhões para a próxima temporada. No papel, não é um valor absurdo para os padrões da NBA atual. O problema é que o Thunder tem três alas defensivas de altíssimo nível: o próprio Dort, Cason Wallace (que ainda tá no contrato de rookie) e Alex Caruso (que já tem contrato longo).

    Matemática cruel: Wallace é mais barato, Caruso já tá garantido… Sobra quem? Exato.

    E olha que ironia — Dort é o jogador com mais tempo de casa no Thunder, empatado com Shai Gilgeous-Alexander. O cara literalmente ajudou a construir essa cultura defensiva monstro que o time tem hoje.

    Shai entra na jogada

    Mas aqui fica interessante: SGA não quer perder o parceiro de equipe. Segundo o Tim MacMahon, da ESPN, o astro canadense já bateu um papo com o GM Sam Presti sobre manter Dort no elenco. Os dois jogam juntos pela seleção do Canadá, então têm uma química especial.

    “Ele vai pelo menos lembrar Sam Presti e a diretoria do Thunder o quanto ele valoriza ter Lu Dort como companheiro de equipe”, disse MacMahon.

    Claro que Shai sempre deixou claro que não vai se meter em contratações e trocas, mas a opinião do cara que é MVP da liga sempre pesa, né?

    E agora?

    Sinceramente, eu acho que seria um erro se desfazer do Dort. O cara é aquele tipo de jogador que você não encontra em qualquer esquina — defesa de elite, raça de sobra, experiência em playoffs. Tipo o Varejão nos tempos áureos do Cavs, sabe?

    Mas entendo a posição do Thunder. Eles chegaram nas finais da Conferência Oeste ano passado e querem dar o próximo passo. Se for pra manter a base jovem e ter flexibilidade salarial, talvez Dort seja mesmo o sacrificado.

    Vocês acham que vale a pena trocar um cara com essa bagagem por espaço no teto salarial? Ou o Thunder deveria encontrar um jeito de manter todo mundo junto? Porque sinceramente, ver Dort jogando contra o Thunder seria de partir o coração.