Tag: Paolo Banchero

  • Donovan favorito pra treinar o Magic: será que a segunda tentativa cola?

    Donovan favorito pra treinar o Magic: será que a segunda tentativa cola?

    Olha, a coisa ficou interessante em Orlando. O Magic mandou embora o técnico Jamahl Mosley na segunda-feira depois que o time entregou uma vantagem de 3-1 nas séries contra o Detroit Pistons — pasmem, contra o primeiro colocado do Leste. Cinco anos no comando, três playoffs seguidos, e ainda assim rolou o pé na bunda. Será que foi merecido? Vocês que decidem.

    Mas o fato é: essa vaga de técnico do Magic é moleza a melhor das três que estão abertas na NBA agora. E pelos palpites da Kalshi, Billy Donovan tá disparado como favorito — 43% de chance de ser ele o escolhido.

    A segunda chance de Donovan em Orlando

    Cara, essa história é bizarra. Donovan já foi técnico do Magic… meio que sim, meio que não. Em 2007, o cara deixou a Universidade da Flórida (onde tinha acabado de ganhar dois títulos nacionais seguidos, por sinal) pra ir treinar o Magic. Assinou contrato, fez coletiva de imprensa, a coisa toda.

    Só que aí mudou de ideia. Voltou pra universidade e ainda teve que aceitar uma cláusula de cinco anos sem poder treinar na NBA. Imaginem a situação constrangedora.

    Agora, quase 20 anos depois, ele pode ter sua redenção em Orlando. Donovan saiu recentemente do Chicago Bulls — que tá naquela de reconstrução total — e o Magic seria perfeito pra ele. Time jovem e talentoso, com potencial real de briga no Leste.

    O elenco que faz qualquer técnico babar

    Sinceramente, se eu fosse técnico, iria correndo pro Magic. O elenco é monstro: Paolo Banchero (primeira escolha geral do draft de 2022), Desmond Bane, Jalen Suggs, Franz Wagner e Wendell Carter Jr. Todos jovens, todos com contrato garantido pra próxima temporada no mínimo.

    É muito diferente das outras vagas abertas (Chicago e New Orleans), que são basicamente missões de reconstrução. O Magic tem tudo pra brigar de verdade no Leste na próxima temporada.

    Tom Thibodeau aparece como segunda opção com apenas 12% de chance. O cara é durão, vai fazer todo mundo jogar muita defesa, mas também tem aquela fama de queimar os jogadores de tanto usar. Com 68 anos e sem treinar nesta temporada, talvez não seja exatamente o que o Magic procura pra esse grupo jovem.

    E aí, acham que Donovan vai conseguir fechar o círculo em Orlando dessa vez? Ou será que vai dar pra trás de novo? Eu, particularmente, acho que ele aprendeu a lição e dessa vez fica mesmo. O timing parece perfeito pra todo mundo.

  • Magic não sabe se é time de playoff ou peixe pequeno

    Magic não sabe se é time de playoff ou peixe pequeno

    Cara, eu não sei se rio ou se choro com o Orlando Magic. Sério mesmo. A temporada deles foi uma montanha-russa que deixou mais dúvidas do que respostas, e agora eles vão entrar numa offseason crítica sem ter a menor ideia do que realmente são.

    Vamos aos fatos: começaram a temporada como candidatos ao primeiro seed do Leste. Terminaram como oitavo seed depois de perder pros reservas do Boston. Aí quando você acha que já era, que o Jamahl Mosley ia ser demitido e que o Paolo Banchero e Franz Wagner nunca iam encaixar… boom! Do nada eles viraram monstros nos playoffs.

    A metamorfose que ninguém esperava

    Destroçaram o Charlotte no play-in e foram lá em Detroit dar uma surra no primeiro jogo de uma série contra um time de 60 vitórias. Ganharam os jogos 3 e 4 em casa e deixaram o primeiro seed do Leste suando frio. Foi absurdo de assistir.

    O mais louco? Aquela dupla Banchero-Wagner que todo mundo falava que não funcionava junta de repente virou ouro. Ofensivamente, eles postaram 115.6 de rating quando jogavam juntos contra Detroit. Isso depois de uma temporada inteira de dados mostrando que eram melhores separados. Vai entender, né?

    E a defesa? Meu amigo, simplesmente voltaram a ser aquela muralha impenetrável que conhecemos. Depois de cair do top 5 defensivo pela primeira vez desde 2023, viraram pedra de novo na hora que mais importava.

    Aí veio a lesão e tudo desmoronou

    Mas aí que tá — quando as coisas estavam perfeitas demais, o Wagner machucou a panturrilha. E olha, sem ele pra marcar o Cade Cunningham, o cara simplesmente meteu 45 pontos no jogo 5. Quarenta e cinco! O Magic até começou bem o jogo 6, mas sem o Wagner criando jogadas, fizeram apenas 19 pontos no segundo tempo. Nineteen points! Em casa!

    No jogo 7, já era. Viraram abóbora de novo e a temporada acabou do mesmo jeito que tinha começado: em decepção total.

    A pressão financeira que complica tudo

    Agora vem a parte que me preocupa. A maioria dos times jovens podia simplesmente tocar o barco e ver no que dá na próxima temporada. Mas o Magic não tem esse luxo não.

    A folha salarial deles vai explodir agora. O Banchero vai começar a receber aqueles $239 milhões da extensão máxima — $41 milhões só na próxima temporada. O Wendell Carter Jr. vai ganhar quase $20 milhões por ano pelos próximos três anos. E olha que antes da série contra Detroit, esse contrato parecia furada total.

    Sem falar no Anthony Black, que mesmo vindo do banco, provavelmente vai querer pelo menos uns $22 milhões por ano pra renovar. É muito dinheiro pra um time que não sabe nem se é bom ou ruim.

    Sinceramente? Eu acho que aqueles seis jogos contra Detroit mostraram o potencial real desse grupo. Mas será que conseguem manter esse nível por uma temporada inteira? Essa é a pergunta de um milhão de dólares que vai definir o futuro da franquia.

    E vocês, acham que o Magic consegue ser consistente ou vai continuar nessa de Dr. Jekyll e Mr. Hyde?

  • Detroit fez o impossível: virou 24 pontos e evitou eliminação

    Detroit fez o impossível: virou 24 pontos e evitou eliminação

    Gente, eu ainda não acredito no que eu vi ontem à noite. Os Pistons estavam MORTOS. Perdendo por 24 pontos em Orlando, cara a cara com a eliminação, e de repente… simplesmente destruíram tudo.

    Final do jogo 6: Detroit 93 x 79 Orlando. Mas esses números não contam nem metade da história.

    O que diabos aconteceu com o Magic?

    Paolo Banchero resumiu bem quando perguntaram o que deu errado: “Eles fizeram uma sequência absurda e a gente não conseguiu pontuar”. É, Paolo, foi isso mesmo.

    Mas olha só esses números que me deixaram de queixo caído:

    Nos primeiros 25 minutos: Orlando 62 x 38 Detroit. Tava tudo controlado para o Magic, né? Nos últimos 23 minutos: Detroit 55 x 17 Orlando. DEZESSETE PONTOS em quase meia partida!

    No último quarto então foi de chorar. Orlando converteu apenas 1 de 20 arremessos. UM de VINTE! Isso dá 5% de aproveitamento – pior performance em um quarto nos últimos 20 mil jogos da NBA. Vinte mil jogos, pessoal!

    A sequência mais bizarra que eu já vi

    O Magic errou 23 arremessos seguidos. Vinte e três! Paolo Banchero e Desmond Bane foram 0/6 cada um, Jalen Suggs 0/4… foi um massacre psicológico mesmo.

    Quando essa sequência começou, Orlando ganhava 70-54. Quando terminou, Detroit já liderava 89-75. Uma corrida de 35-5 para os Pistons que durou quase 14 minutos de jogo.

    Sinceramente, eu assisto NBA há anos e nunca vi uma zebra dessas. Como é que um time simplesmente esquece como jogar basquete em plenos playoffs?

    Cade Cunningham virou o monstro

    E o Cade? O garoto assumiu o protagonismo que todo mundo esperava. Sozinho no segundo tempo, ele fez 24 pontos – mais que o Magic INTEIRO, que fez apenas 19.

    “A gente não ia desistir de jeito nenhum”, disse o Cunningham depois. E realmente não desistiram. O técnico J.B. Bickerstaff tava certo quando falou sobre o espírito desse time.

    Detroit nem jogou nas alturas – 40% de aproveitamento no segundo tempo. Mas com a defesa funcionando e dominando os rebotes (35-17 na segunda metade), foi mais que suficiente para quebrar o psicológico do adversário.

    Agora é jogo 7 em Detroit. O Cade já avisou: “Isso nos mantém vivos, nos dá mais um dia para lutar. Mas nada disso importa se não ganharmos o jogo 7”.

    Vocês acham que Detroit consegue completar essa zebra histórica? Porque olha, depois do que eu vi ontem, não duvido mais de nada…

  • Orlando simplesmente DESMORONOU: 24 pontos de vantagem viraram derrota

    Orlando simplesmente DESMORONOU: 24 pontos de vantagem viraram derrota

    Cara, eu já vi muita coisa estranha na NBA ao longo dos anos, mas o que rolou em Orlando na sexta-feira foi de outro planeta. E não no bom sentido.

    O Magic estava tranquilo, dominando o Detroit Pistons por 22 pontos no intervalo. 60-38. A torcida já estava comemorando a classificação para as semifinais da Conferência Leste. Aí veio o segundo tempo e… cara, foi traumático de assistir.

    O time perdeu por 93-79. Sim, você leu certo. Saíram de uma vantagem de 22 pontos no intervalo e perderam por 14.

    Os números que fazem você questionar a realidade

    Olha, eu vou te contar os números porque senão ninguém acredita. O Magic fez apenas 19 pontos no segundo tempo inteiro. DEZENOVE PONTOS EM 24 MINUTOS! Um time profissional, em casa, com vaga nas semifinais em jogo.

    Quer saber o mais absurdo? Eles erraram 23 arremessos consecutivos durante o segundo tempo. Vinte e três seguidos! É um recorde de playoffs na era moderna. Eu sinceramente não sei como isso é fisicamente possível.

    E não era só erro não — era erro feio mesmo. Bola batendo no ferro, na tabela, algumas nem chegando perto do aro. Foi constrangedor de assistir.

    Detroit fez história (e Orlando virou piada)

    Os Pistons se tornaram apenas o terceiro time desde 1997 a virar um jogo depois de estar perdendo por 20+ pontos no intervalo quando estava enfrentando eliminação. Coisa rara, viu?

    O mais impressionante é que Detroit precisou de apenas 16 minutos e 24 segundos do segundo tempo para empatar o jogo. Dezesseis minutos! Na minha opinião, isso mostra mais a desgraça do Magic do que o mérito dos Pistons — embora tenham jogado muito bem, claro.

    No quarto período, Orlando acertou apenas 1 de 20 arremessos. Um de vinte. E esse um foi uma enterrada do Paolo Banchero. Ou seja: zero cestas de fora no último quarto. Zero.

    Vocês conseguem imaginar a pressão psicológica? O Magic passou 45 minutos de tempo real sem acertar uma bola na cesta. Quarenta e cinco minutos! Eu ficaria maluco se fosse jogador.

    Agora é Game 7 em Detroit

    E olha só a situação: Orlando tinha 3-1 na série. Estava praticamente classificado. Agora vai ter que jogar o jogo 7 fora de casa, depois dessa humilhação toda.

    Sinceramente, eu não sei como esse time se recupera mentalmente disso em 48 horas. É muita pancada para digerir. O Paolo Banchero vai ter que ser um monstro absoluto para levar esse Magic abalado para as semifinais.

    Na real, essa pode ter sido a pior zebra que eu já vi nos playoffs. Não pela virada em si, mas pela forma como aconteceu. Foi um desmoronamento completo, total, em todos os aspectos do jogo.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue se recuperar disso? Ou já era para eles?

  • Magic entrega vantagem histórica e Pistons fazem jogo 7

    Magic entrega vantagem histórica e Pistons fazem jogo 7

    Cara, eu ainda tô tentando processar o que aconteceu ontem em Orlando. O Magic tinha TUDO na mão — 24 pontos de vantagem, jogando em casa, com a chance de eliminar o primeiro colocado da conferência. E conseguiu entregar da pior forma possível.

    Os Pistons viraram o jogo por 93 a 79 e agora temos jogo 7 em Detroit no domingo. Mas olha, não foi só uma virada qualquer não. Foi um colapso histórico mesmo.

    O pesadelo do Magic no segundo tempo

    Vocês não vão acreditar nos números: o Magic ERROU 23 arremessos consecutivos no segundo tempo. Vinte e três! E no último quarto? Acertaram apenas 1 de 20 tentativas. Um de vinte, gente!

    O resultado? Fizeram apenas 19 pontos no segundo tempo — o MENOR número de pontos em qualquer tempo da história dos playoffs da NBA. Sinceramente, eu já vi muita coisa estranha nessa liga, mas isso aí foi de outro mundo.

    Paolo Banchero, que a gente sabe que é craque, ficou perdido: 4 de 20 nos arremessos. O único lance que deu certo pro Magic no último quarto foi uma enterrada dele faltando 2:24. Uma enterrada só. Em 12 minutos de jogo.

    Cade Cunningham virou a chave

    Do outro lado, Cade Cunningham simplesmente decidiu que não ia pra casa ainda. O cara fez 19 pontos só no segundo tempo, terminando com 32 pontos e 10 rebotes. Quando a coisa apertou mesmo, ele assumiu a responsabilidade.

    Na minha visão, essa é a diferença entre um jogador comum e um craque de verdade — saber a hora de pegar o jogo pra si. E o Cade fez exatamente isso.

    Detroit fez uma corrida absurda de 18-1 no último quarto pra empatar o jogo em 72-72. Dali pra frente, foi só administrar e aplicar a pressão que o Magic não conseguiu aguentar.

    Agora é jogo 7 em Detroit

    A virada dos Pistons foi a maior de um time visitante enfrentando eliminação nos últimos 40 anos. Quarenta anos! E olha que coisa louca: no placar final, Detroit ganhou o segundo tempo por 55 a 19. É quase impossível de acreditar.

    O Magic ainda jogou sem Franz Wagner (lesão na panturrilha), mas isso não explica errar 23 arremessos seguidos. Isso é coisa da cabeça mesmo.

    E aí, quem vocês acham que leva no jogo 7? Eu tô achando que depois de uma entregada dessa, vai ser difícil pro Magic se recuperar mentalmente. Mas é jogo único, né? Qualquer coisa pode acontecer.

    Uma coisa é certa: quem for pro Little Caesars Arena no domingo vai ver um jogaço. Tomara que o Magic consiga esquecer esse pesadelo e fazer um último jogo digno.

  • Bane assume: ‘Nos derrotamos sozinhos’ após derrota dolorosa do Magic

    Bane assume: ‘Nos derrotamos sozinhos’ após derrota dolorosa do Magic

    Olha, eu não esperava que fosse doer tanto ver o Orlando Magic desperdiçar a chance de fechar a série contra o Detroit Pistons. Mas o que mais me chamou atenção depois da derrota por 116-109 no Jogo 5 foi a sinceridade brutal do Desmond Bane: “Sentimos que nos derrotamos sozinhos.”

    Cara, essa frase resume tudo. Quando você tem a oportunidade de eliminar o adversário e deixa escapar, não adianta chorar ou procurar desculpa. O Bane foi cirúrgico na análise.

    Paolo fez a parte dele, mas…

    Paolo Banchero foi simplesmente monstro no jogo. 45 pontos, nove rebotes e sete assistências — números que em qualquer outra situação garantiriam a vitória. Mas basquete é esporte coletivo, né? E quando o Cade Cunningham resolve fazer 45 pontos também do outro lado, aí você precisa que TODO MUNDO apareça.

    Sinceramente, acho que esse Magic ainda tá aprendendo a fechar séries. É uma equipe jovem, com muito talento, mas falta essa malícia de playoff que só vem com experiência. Quantas vezes já vimos times assim desperdiçarem vantagens importantes?

    A pressão mudou de lado

    Agora a série tá 3-2 para o Magic, mas a sensação é completamente diferente. Antes eles controlavam tudo, podiam errar uma ou duas. Agora? Margem de erro zero. É ganhar em casa ou partir para o Jogo 7 — e no playoff, Jogo 7 é loteria.

    O que mais me impressiona é a maturidade do Bane para assumir os erros. “Foi nossa vez de proteger a casa… vai ser outra guerra”, disse ele. Nada de ficar culpando arbitragem ou azar. Erro nosso, vamos corrigir.

    Vocês acham que essa autocrítica vai motivar o time ou pode bater uma insegurança? Porque playoff é muito psicológico também. Um jogo perdido assim pode virar uma bola de neve se não souber lidar.

    Na minha visão, o Magic ainda leva essa série. Eles têm o melhor jogador (desculpa, Cade, mas o Paolo tá num nível absurdo), jogam em casa e aprenderam uma lição valiosa. Mas agora não pode vacilar mais. Playoff não perdoa bobeira duas vezes.

  • Dwight manda o recado pro Magic: ‘Tem que fechar essa série’

    Dwight manda o recado pro Magic: ‘Tem que fechar essa série’

    Olha, depois de ver o Orlando Magic desperdiçar a chance de fechar a série contra o Detroit ontem à noite, quem apareceu pra dar uma cutucada foi ninguém menos que Dwight Howard. O Superman não tava em quadra, mas mandou o recado direto no X (antigo Twitter): “Vamos Orlando, tem que fechar eles”.

    E cara, ele tem razão. O Magic perdeu de 116-109 num jogaço que teve Paolo Banchero e Cade Cunningham fazendo 45 pontos cada um. Absurdo, né? Mas mesmo com essa performance monstro do Paolo, o time desperdiçou a oportunidade de fechar em Detroit e agora precisa resolver em casa.

    Paolo fez a parte dele, mas não foi suficiente

    Sinceramente, eu não sei o que mais o Banchero poderia ter feito. 45 pontos, 9 rebotes e 7 assistências — o cara tava jogando videogame. Mas do outro lado, Cade Cunningham decidiu que também queria brilhar e cravou os mesmos 45 pontos. Duas performances históricas no mesmo jogo, isso não se vê todo dia.

    O problema é que quando você tem a chance de fechar uma série fora de casa, você tem que aproveitar. Agora o Magic volta pra Orlando com aquela pressão de não deixar escapar em casa.

    Howard sabe o que é pressão de playoff

    E é aí que a mensagem do Dwight faz todo sentido. O cara viveu isso tudo quando levou o Magic até as Finais em 2009. Ele sabe que momento é esse: você tem o adversário na corda, não pode dar bobeira.

    “Vamos Orlando, tem que fechar eles” — simples, direto e certeiro. É exatamente isso que os torcedores do Magic estão pensando agora.

    A verdade é que o Orlando ainda tá com 3-2 na série, jogando em casa no Jogo 6. Mas vocês sabem como é playoff: momentum é tudo, e agora o Detroit vai chegar com aquela confiança de quem ganhou fora de casa.

    Olha, se o Magic conseguir fechar essa série, vai ser a primeira vitória em playoff desde 2010. 2010, gente! Faz 16 anos que esse time não passa de uma série de playoff. É muita coisa em jogo.

    E aí, o que vocês acham? O Magic consegue fechar em casa ou vai rolar aquele Game 7 tenso em Detroit?

  • Banchero faz 45 pontos mas Magic perde chance de fechar série

    Banchero faz 45 pontos mas Magic perde chance de fechar série

    Olha, eu não sei vocês, mas eu tava esperando que o Magic fechasse a série ontem à noite. Paolo Banchero também tava — e cara, que show ele deu em quadra!

    O garoto simplesmente explodiu com 45 pontos no Jogo 5 contra os Pistons, mesmo com a derrota por 116-109. Foi o maior jogo da carreira dele nos playoffs, superando os 39 que tinha feito contra o Cavaliers no ano passado.

    Quando o Banchero pega fogo, é um negócio absurdo

    17 de 31 nos arremessos de quadra e 6 de 11 do perímetro em 41 minutos. Sinceramente, depois daquela exibição horrível no Jogo 4 (18 pontos com 4/18 nos arremessos), eu não esperava essa explosão toda. O moleque de 23 anos vinha sofrendo críticas pela inconsistência na temporada, mas ontem lembrou todo mundo por que foi escolhido em primeiro no draft.

    A questão é que do outro lado tinha o Cade Cunningham fazendo a mesma coisa. 45 pontos também, 13/23 nos arremessos. Foi literalmente um duelo de titãs — daqueles jogos que a gente lembra anos depois.

    Magic ainda tem tudo na mão

    Por mais frustrante que tenha sido perder essa chance de fechar em casa, o Orlando ainda lidera por 3-2. Jogo 6 vai ser na casa deles de novo, e se o Banchero mantiver esse nível, é difícil ver os Pistons escapando.

    O que me chamou atenção foi a mudança de postura do Paolo. Nos três jogos anteriores ele tinha convertido menos de 41% dos arremessos — números bem ruins pra um cara do calibre dele. Mas quando ele acerta a mão igual ontem? Monstro demais.

    Agora é ver se ele consegue repetir a dose no Jogo 6. Vocês acham que o Magic fecha ou os Pistons forçam um Jogo 7? Esse Cunningham tá jogando muita bola também…

  • Paolo e Cade fazem 45 pontos cada em duelo histórico nos playoffs

    Paolo e Cade fazem 45 pontos cada em duelo histórico nos playoffs

    Meu Deus, que jogaço absurdo entre Paolo Banchero e Cade Cunningham! Os dois fizeram 45 pontos cada um no Jogo 5 da primeira rodada dos playoffs. Quarenta e cinco pontos. CADA UM. Isso não é coisa que você vê todo dia, galera.

    O Paolo botou 45 pontos, 9 rebotes e 7 assistências na derrota do Magic por 116-109 contra o Pistons. Perdeu, mas que atuação monstruosa. O cara simplesmente resolveu carregar Orlando nas costas e quase conseguiu — quase.

    Rivalidade que vem de longe

    Do outro lado, o Cade Cunningham também meteu 45 pontos e ainda quebrou o recorde de pontos dos Pistons em playoffs. Duas escolhas número 1 do draft (com um ano de diferença) se enfrentando no mais alto nível. É lindo de se ver.

    “Mas com certeza, um dia eu vou olhar pra trás e dizer que foi um grande jogo. Mas a gente se enfrenta desde os tempos de AAU, então não é surpresa que isso tenha acontecido”, disse o Paolo após o jogo.

    E é verdade mesmo — esses dois se conhecem há anos. Desde as categorias de base eles batiam de frente, e agora levaram essa rivalidade pro palco dos playoffs da NBA. Que evolução absurda dos dois!

    Magic ainda vivo na série

    Mesmo com a derrota, o Magic continua na frente da série por 3-2. Orlando tá mostrando que pode brigar de igual pra igual com qualquer time, e com o Paolo jogando nesse nível, quem duvida de uma zebra?

    Sinceramente, eu não esperava ver um duelo desses logo na primeira rodada. Foram apenas o segundo par de adversários na história dos playoffs da NBA a fazer 45+ pontos no mesmo jogo. História pura sendo escrita na nossa frente.

    E aí, pessoal — vocês acham que o Magic consegue fechar a série no próximo jogo? Com o Paolo nessa pegada, eu não duvido de nada!

  • Cade Cunningham faz história e salva temporada dos Pistons

    Cade Cunningham faz história e salva temporada dos Pistons

    Cara, que noitada absurda do Cade Cunningham! O cara simplesmente meteu 45 pontos — QUARENTA E CINCO — e salvou a temporada dos Pistons na vitória por 116-109 sobre o Magic ontem. E olha, eu não esperava isso depois de estar perdendo por 3-1 na série.

    O mais louco? Ele quebrou um recorde que durava desde 1968. Dave Bing tinha o recorde de franquia nos playoffs com 44 pontos, e o Cade foi lá e fez 45. Em pleno 2024. Simplesmente monstro.

    A fórmula simples que o técnico JB Bickerstaff revelou

    Depois do jogo, o técnico JB Bickerstaff explicou qual foi o segredo: “É uma fórmula simples para nós. Ficar no momento presente, viver um jogo de cada vez”. Parece clichê, mas funcionou.

    Os Pistons nunca ficaram atrás no placar e chegaram a abrir 17 pontos de vantagem. O primeiro quarto foi de outro planeta — 38 pontos logo de cara. No intervalo, Detroit tinha 66-60, mesmo com o Magic fechando o segundo período com uma corrida de 7-0.

    Cade fazendo história na frente da torcida

    Sinceramente, eu já vi muita coisa na NBA, mas 45 pontos em um jogo eliminatório é coisa de superstar mesmo. O cara acertou 13 de 23 arremessos de quadra, 5 de 8 do perímetro, e — olha que absurdo — foi PERFEITO nos lances livres: 14 de 14. Quatorze de quatorze!

    Só o primeiro tempo dele já foi recorde de franquia: 27 pontos. E essa foi a quinta partida consecutiva nos playoffs com pelo menos 25 pontos. Outro recorde dos Pistons. O garoto tá escrevendo história, gente.

    Paolo Banchero não ficou atrás, mas não foi suficiente

    Agora, justo é justo — Paolo Banchero também fez 45 pontos pelo lado do Magic. O cara é um monstro também. Foram 18 pontos só no último quarto, tentando salvar o Orlando. Mas os Pistons tiveram mais ajuda: Tobias Harris com 23 pontos, Ausar Thompson fazendo de tudo (15 rebotes, 6 assistências, 5 roubos de bola).

    O que matou o Magic foi aquela ineficiência nos lances livres — 16 de 30. E a ausência do Franz Wagner por lesão pesou demais. Desmond Bane fez 18 pontos, Anthony Black saiu do banco com 19, mas não foi o suficiente.

    Nos momentos finais, quando o Banchero deixou o jogo em 3 pontos de diferença, o Cade respondeu com duas cestas decisivas — uma com 32 segundos no relógio. Frieza total.

    E aí, vocês acham que os Pistons conseguem virar essa série jogando em Orlando na sexta? Porque depois de um jogo desses, qualquer coisa pode acontecer.