Tag: Paolo Banchero

  • Cunningham faz 45 pontos históricos e salva os Pistons da eliminação

    Cunningham faz 45 pontos históricos e salva os Pistons da eliminação

    Cara, que noitada foi essa do Cade Cunningham! O garoto simplesmente resolveu fazer história quando mais precisava — 45 pontos numa vitória crucial por 116-109 sobre o Magic no jogo 5 dos playoffs. Agora posso respirar um pouco pelos Pistons, porque sinceramente eu já tava vendo eles fazendo as malas.

    Olha só que absurdo: 45 pontos é RECORDE histórico dos Pistons em playoffs. Passou até o Dave Bing, que tinha feito a marca lá em 1968. Cinquenta e oito anos depois, né? O menino não brincou em serviço.

    O show começou no segundo quarto

    O Cunningham começou meio devagar, mas no segundo período foi um monstro. Vinte pontos só no quarto! Terminou o primeiro tempo com 27, que também é recorde de uma primeira metade em playoffs na era moderna da franquia.

    E teve um momento que os Pistons abriram 17 pontos de vantagem. Eu já tava pensando “pronto, agora vai”, mas o Orlando não é brincadeira não. O Paolo Banchero também tava inspirado — fechou o primeiro tempo com 22 pontos e manteve o Magic vivo na parada.

    Na real, foi um duelo épico entre os dois. Cunningham com 45, Banchero também com 45. Dois caras da nova geração mostrando que vieram pra ficar.

    Final de infarto

    O quarto período foi de parar o coração. Toda vez que parecia que Detroit ia disparar, lá vinha o Banchero com uma resposta. O italiano (que na verdade é americano, mas vocês entenderam) acertou uma bola de três absurda faltando um minuto, deixando tudo em 3 pontos de diferença.

    Mas aí que o Cunningham mostrou que tem sangue frio nas veias. Respondeu na sequência com um fadeaway lindo que praticamente selou a vitória. Que frieza, meu amigo!

    O que mais me impressionou? Os Pistons conseguiram 16 rebotes a mais que o Magic. Tobias Harris ajudou com 23 pontos, e o time todo comprou a briga. Quando as costas estão contra a parede, esse grupo sabe responder.

    Agora é séria a parada — ainda estão perdendo por 3-2 e precisam ganhar dois seguidos, sendo que o próximo é na Flórida. Historicamente falando, só 6 times com seed 8 já eliminaram o primeiro colocado. Será que os Pistons vão ser o sétimo?

    Uma coisa eu garanto: depois dessa atuação do Cunningham, ninguém pode dizer que eles não têm coração. E vocês, acham que rola a virada histórica ou o Magic fecha em casa?

  • Cade Cunningham explode com 45 pontos e salva os Pistons

    Cade Cunningham explode com 45 pontos e salva os Pistons

    Cara, que noite ABSURDA do Cade Cunningham! O garoto simplesmente decidiu que não ia deixar a temporada dos Pistons acabar e meteu 45 pontos — recorde de franquia nos playoffs — na vitória por 116-109 sobre o Orlando Magic no Jogo 5.

    E olha, eu tô impressionado. Sinceramente não esperava que os Pistons conseguissem reagir depois de estar perdendo por 3-1 na série. Mas o Cade mostrou por que foi primeira escolha geral do draft há alguns anos. Aquele step-back jumper com 32 segundos no relógio? Pura frieza.

    Duelo de gigantes entre Cade e Paolo

    O mais louco é que o Paolo Banchero também fez 45 pontos pelo Magic. Quarenta e cinco cada um! Mas aí que tá a diferença — enquanto o Cade foi clutch nos momentos decisivos, o Paolo errou 7 de 12 lances livres. Nos playoffs, isso mata qualquer time.

    Detroit nunca ficou atrás no placar e chegou a abrir 15 pontos de vantagem no último período. O Magic ainda tentou uma reação heroica, chegando a apenas 3 pontos de diferença com aquela bomba de 3 do Banchero (a sexta da noite dele!), mas não rolou.

    Magic continua com maldição fora de casa

    E tem um dado estatístico que é de doer: o Orlando agora está 0-10 em Jogos 5 fora de casa na história da franquia. Zero em dez! Isso é de arrepiar, né?

    Mas calma aí — eles ainda lideram a série por 3-2 e vão ter a chance de fechar em casa na sexta-feira. Vocês acham que o Magic consegue se recuperar desse baque psicológico, ou o Cade vai continuar nesse nível absurdo?

    Cavaliers também evitam eliminação

    Ah, e não posso esquecer dos Cavaliers! Eles também salvaram a pele contra o Toronto, vencendo por 125-120. O Dennis Schroder foi decisivo no último período (11 pontos só no quarto final), e o Evan Mobley acertou duas bombas de 3 cruciais.

    O James Harden ainda tá aí fazendo a diferença com 23 pontos, mostrando que idade é só um número mesmo. Do lado do Toronto, o RJ Barrett mandou bem com 25 pontos, mas perderam o Brandon Ingram no segundo período por inflamação no calcanhar direito.

    Agora é torcer pra que esses Jogos 6 sejam tão emocionantes quanto foram esses Jogos 5. Playoffs da NBA é isso aí — quando você acha que acabou, sempre tem mais emoção vindo por aí!

  • Cade e Banchero fazem 45 pontos cada em duelo épico dos playoffs

    Cade e Banchero fazem 45 pontos cada em duelo épico dos playoffs

    Cara, que jogaço foi esse ontem à noite! Cade Cunningham e Paolo Banchero decidiram fazer história e botaram 45 pontos cada um numa batalha que vai ficar marcada nos playoffs da NBA. Sinceramente? Eu não esperava um show desse nível num jogo 5 eliminatório.

    O mais louco é que essa foi só a segunda vez NA HISTÓRIA dos playoffs que dois adversários marcaram 45+ no mesmo jogo. E olha que coincidência absurda: os dois caras foram picks número 1 consecutivos – Cade em 2021, Paolo em 2022. Era literalmente o futuro da NBA se enfrentando ali na quadra.

    Cunningham finalmente teve ajuda

    Depois de quatro jogos carregando o Detroit nas costas (e perdendo três), o Cade finalmente recebeu suporte dos companheiros. Tobias Harris colaborou com 23 pontos, mas o mais importante foi que os Pistons ACERTARAM os arremessos como time – 48,8% do campo e 35,7% de três.

    Jalen Duren também acordou pra vida com 12 pontos em 4 de 6 tentativas. Duncan Robinson botou mais 12. Era exatamente o que Detroit precisava pra não ir pra casa mais cedo.

    Paolo respondeu à altura, mas não foi suficiente

    Do outro lado, o Paolo Banchero simplesmente não deixou barato. Seis bolas de três! O garoto tá jogando como se fosse veterano de 10 anos de NBA. E isso com Franz Wagner machucado (lesão na panturrilha, ainda não sabemos se joga o jogo 6).

    Anthony Black saiu do banco e meteu 19 pontos pro Magic, Desmond Bane contribuiu com 18. Orlando até teve um aproveitamento melhor de três pontos (44,7%), mas não conseguiu parar o Cade nos momentos decisivos.

    O resultado? Pistons venceu por 116-109 e forçou um jogo 6 em casa. Orlando ainda lidera a série por 3-2, mas agora tem que fechar em Detroit – e vocês sabem como é difícil eliminar um time em casa, né?

    Olha, eu tô impressionado com o nível desses dois jovens. Cade com 27 só no primeiro tempo (incluindo 8 lances livres) e Paolo respondendo na mesma moeda. Se essa é a nova geração da NBA, o futuro tá garantido!

  • Pistons à beira do abismo: chegou a hora de mostrar raça

    Pistons à beira do abismo: chegou a hora de mostrar raça

    Olha só a situação dos Pistons. Tá 1-3 na série contra o Magic e parece que o time já entregou os pontos antes mesmo da bola subir. Sinceramente? Dá uma raiva danada ver um time com tanto potencial se sabotando dessa forma.

    A defesa de Detroit até que tá funcionando — pasmem, eles estão segurando o Magic com o pior percentual de arremessos destes playoffs inteiros. Quatro tocos a mais por jogo que qualquer outro time da pós-temporada. Mas aí você olha pro ataque e… meu Deus do céu.

    O problema não é só errar, é como erram

    Os caras estão com o quarto pior percentual de arremessos dos playoffs E ainda por cima perdendo a bola 18 vezes por jogo. Dezoito! É muita bola perdida, gente. Se o Cade Cunningham e companhia conseguissem parar de se atrapalhar e acertar uns arremessos básicos, essa série já estava 3-1 pro outro lado.

    E o pior de tudo? Você consegue ver que o time tem qualidade. Ausar Thompson na defesa é um monstro, Jalen Duren no garrafão impõe respeito, mas parece que falta aquela pegada, sabe? Aquela vontade de não aceitar a derrota.

    Magic fazendo o básico (e dando certo)

    Do outro lado, Paolo Banchero e o Magic estão fazendo exatamente o que precisam. Nada espetacular, mas aproveitando cada vacilo de Detroit. Jalen Suggs comandando a defesa, Wendell Carter Jr. dominando o rebote… é basquete simples, mas efetivo.

    A linha de apostas ainda favorece Detroit em 10 pontos e meio — o que mostra que todo mundo sabe que eles têm potencial. Mas potencial não ganha jogo, né?

    Vocês acham que os Pistons conseguem virar essa chave no jogo decisivo em casa? Porque se não conseguirem, vai ser mais uma temporada jogada no lixo. E olha que depois de tantos anos de reconstrução, a torcida de Detroit merecia algo melhor que isso.

    O jogo é hoje às 21h, no Little Caesars Arena. Se você for assistir, prepara o coração — porque ou vai ser uma virada épica ou um vexame histórico.

  • Pais do Banchero detonam Kendrick Perkins: ‘Só fala mal do nosso garoto’

    Pais do Banchero detonam Kendrick Perkins: ‘Só fala mal do nosso garoto’

    Gente, as coisas ficaram pessoais entre Paolo Banchero e Kendrick Perkins — e agora até a família entrou na briga. Depois daqueles comentários pesados do ex-jogador sobre o astro do Orlando Magic, os pais do Paolo não ficaram quietos.

    Pra quem perdeu o capítulo anterior: Perkins detonou o italiano depois da eliminação do Magic no Play-In contra o Philadelphia 76ers. O cara não poupou palavras, falando que o Paolo só vive fazendo desculpas e que “não estava pronto pra dançar” quando chegou a hora H.

    A família entrou de cabeça

    Aí que vem a parte interessante. Channing Frye contou no podcast Road Trippin’ que conversou com os pais do Banchero, e cara… eles não gostaram NADA do Perkins.

    “Eles falaram tipo ‘nossa, eu odeio o Kendrick Perkins’. Do nada mesmo. Eu perguntei por que e eles: ‘ah, ele só fala mal do nosso garoto’”.

    Olha, eu entendo os pais. Imagina ver alguém na TV falando que seu filho “tem mais desculpas que bandido indo pra cadeia”. É de doer, né? O Frye até tentou defender o Perkins, mas pelo visto não convenceu a família Banchero.

    Perkins não recua

    E o Kendrick? Bom, quem conhece ele sabe que recuar não é do DNA do cara. Quando soube da história, foi direto: “Escuta, eu não preciso pedir desculpa por nada. Se eu encontrasse os pais do Paolo pessoalmente, falaria a mesma coisa — só que de um jeito mais educado”.

    Sinceramente, acho que o Perkins exagerou na dose. Paolo tem apenas 21 anos e já carrega um time inteiro nas costas. Claro que vai errar, cara! Todo jovem craque passa por isso.

    Mas vamos ser justos: depois daquela eliminação brava, o Magic voltou com tudo e está 3-1 contra o Detroit Pistons numa série histórica. Se o Paolo conseguir fechar essa e levar Orlando longe nos playoffs, quero ver o que o Perkins vai falar.

    Vocês acham que o ex-jogador vai engolir as palavras ou vai dobrar a aposta? Uma coisa é certa: essa treta tá longe de acabar, e eu tô aqui pelo drama todo!

  • Magic a um jogo de fazer história: eliminação dos Pistons à vista

    Magic a um jogo de fazer história: eliminação dos Pistons à vista

    Gente, eu tô em choque. O Orlando Magic acabou de dar mais um passo gigante rumo ao que pode ser uma das maiores zebras dos últimos tempos na NBA. Com a vitória por 94 a 88 sobre o Detroit Pistons no Jogo 4, eles abriram 3-1 na série e estão a uma vitória de eliminar a primeira colocada da conferência.

    Sinceramente? Eu não esperava isso quando começou a série.

    Bane e Banchero carregaram o piano

    Desmond Bane foi simplesmente monstro na noite de segunda-feira. 22 pontos, incluindo uma bomba de três nos momentos decisivos que praticamente selou o jogo. O cara acertou 5 de 10 tentativas do perímetro – quando você precisa, aparece.

    Paolo Banchero fez a sua parte também: 18 pontos, 8 rebotes e 4 assistências. O italiano tá mostrando por que foi a primeira escolha do Draft há alguns anos. E Franz Wagner? 19 pontos antes de sair com uma lesão na panturrilha no último período. Torcer para não ser nada sério.

    Defesa ganha campeonatos (e séries de playoff)

    O que mais me impressionou foi a defesa do Magic. Forçaram 20 turnovers dos Pistons – vinte! – e converteram isso em 23 pontos. Quando seu ataque não tá funcionando (33% de aproveitamento de quadra), você precisa encontrar outras formas de vencer.

    Foi uma batalha desde o primeiro quarto, mas o Magic soube ser mais inteligente nos momentos que importavam. A Kia Center tava pegando fogo, e o time soube usar essa energia a favor.

    Olha, muita gente (eu incluído) deu essa série como perdida para o Magic antes mesmo dela começar. Detroit era favorito absoluto, primeira cabeça de chave, time experiente. Mas o basquete é isso aí – às vezes o azarão morde.

    Se o Orlando conseguir fechar a série na quarta-feira, em Detroit, eles vão se juntar a um grupo bem seleto: apenas seis times com seed 8 conseguiram avançar para a segunda rodada dos playoffs desde 1994. É história pura.

    E aí, vocês acham que o Magic consegue fechar em Detroit? Ou os Pistons vão conseguir forçar um Jogo 6 em casa?

  • Magic atropela no clutch e vira série contra Detroit com vitória épica

    Magic atropela no clutch e vira série contra Detroit com vitória épica

    Mano, que jogo foi esse do Orlando ontem à noite? O tipo de partida que você assiste e fala ‘cara, isso aqui é basquete de playoff mesmo’. O Magic simplesmente destruiu o Detroit nos momentos finais, fechando com uma sequência de 9-0 que calou o Little Caesars Arena e virou completamente essa série de primeira rodada.

    113 a 104 pro Magic. Orlando agora lidera por 2-1 contra o primeiro colocado da conferência leste. E olha, não foi sorte não — foi basquete inteligente, defesa no talo e clutch time de dar inveja.

    Banchero e Bane salvaram a pátria

    Paolo Banchero com 25 pontos sendo Paolo Banchero — o moleque simplesmente não treme na pressão. Mas cara, quem roubou a cena mesmo foi Desmond Bane. SETE bolas de três! Recorde da franquia em playoffs. O maluco estava pegando fogo, acertando de onde bem entendia.

    Agora, vamos falar sério: quem realmente ganhou esse jogo foi a defesa do Orlando em cima do Cade Cunningham. O All-Star do Detroit ficou perdido — 8 de 23 nos arremessos e NOVE bolas perdidas. Nove! Amarraram o cara completamente. E sinceramente, era isso que o Magic precisava fazer: cortar a cabeça da cobra.

    Detroit sentiu o peso do favoritismo

    O problema do Pistons continua sendo o mesmo desde o início dos playoffs: cadê o segundo pontuador? Cunningham não pode carregar o time sozinho, e ontem ficou claro que quando você neutraliza ele, Detroit não tem plano B.

    Tobias Harris até tentou com 23 pontos, Jalen Duren foi um monstro na defesa com 5 tocos, mas não rolou. Quando chegou a hora H, quando o jogo pediu sangue frio, só tinha o Magic na quadra.

    E que virada foi aquela no quarto período, hein? Detroit estava perdendo por 13, conseguiu virar e fazer 105-104. Eu já estava pensando ‘pronto, experiência de primeiro colocado falou mais alto’. Aí o Orlando falou: ‘peraí que a festa é nossa’. 9-0 e tchau, Detroit.

    O X da questão: Wendell Carter Jr.

    Todo mundo vai falar do Bane e dos três pontos, do Paolo e da frieza dele. Mas olha, quem entende de basquete sabe que o cara do jogo foi Wendell Carter Jr. Não pelos 14 pontos ou 8 rebotes — foi pela defesa. O maluco estava em tudo quanto é lugar, switchando, protegendo o garrafão, incomodando o Cunningham.

    Essa versão do Magic me lembra muito aqueles times que você subestima no papel mas que são uma pedra no sapato de qualquer adversário. Eles têm química, têm jogadores que assumem responsabilidade nos momentos decisivos.

    E vocês, acham que o Orlando consegue fechar a série em casa na segunda-feira? Porque uma coisa é certa: Detroit está com a corda no pescoço agora. Primeira cabeça de chave eliminada na primeira rodada seria um vexame histórico para o Pistons.

    Jogo 4 é na segunda à noite, e pelo andar da carruagem, vai ser de infarto. O Magic tá sentindo o gostinho da zebra, e quando um time underdog pega confiança assim… é perigoso, muito perigoso.

  • Cade Cunningham brilhou, mas o Pistons ainda me deixa na dúvida

    Cade Cunningham brilhou, mas o Pistons ainda me deixa na dúvida

    Cara, assistindo esse Pistons x Magic ontem, uma coisa ficou cristalina: Detroit é o tipo de time que ou atropela todo mundo ou sofre pra caramba. Não tem meio termo com essa galera.

    O Pistons venceu por 98 a 83 no Jogo 2, empatando a série em 1-1, mas sinceramente? Continuo com a pulga atrás da orelha sobre esse time de Detroit. Sim, eles foram a primeira seed do Leste na temporada regular, mas essa inconsistência me mata.

    Cade fazendo a diferença (de novo)

    O moleque Cade Cunningham foi simplesmente monstro no segundo jogo. Acertou 11 de 19 arremessos e carregou o time nas costas — de novo. É impressionante como esse cara evoluiu, mas aí que tá o problema: cadê o resto do elenco?

    Jalen Duren, que é All-Star, começou mal pelo segundo jogo consecutivo. 11 pontos e 9 rebotes tá longe de ser ruim, mas pra um cara do calibre dele, esperava mais. E olha que não é só ele — ninguém além do Cade consegue criar jogada própria de forma consistente nesse time.

    Na minha visão, isso deixa uma pressão absurda na movimentação de bola. Funcionou no segundo tempo (onde eles destruíram Orlando), mas dá pra sustentar isso numa série longa? Tenho minhas dúvidas.

    Magic continua um mistério ofensivo

    Agora, sobre o Magic… meu Deus do céu. Esse time às vezes parece que não entende que basquete é sobre fazer mais pontos que o adversário. 16 pontos no terceiro quarto? DEZESSEIS!

    Paolo Banchero tem estrelas nos olhos, mas assim como o Cade, ainda peca na eficiência. Os dois estão acertando pouco mais de 40% dos arremessos e são fracos na linha de três. A diferença é que Detroit pelo menos consegue criar um sistema ofensivo de vez em quando.

    Jamahl Mosley tá com os dias contados se continuar assim. Billy Donovan livre no mercado aí, né? Só digo isso.

    E vocês, acham que o Pistons consegue manter esse nível inconsistente até o final? Porque eu tô vendo esse time oscilando entre parecer candidato ao título e dar uma de jovem demais pros playoffs. Essa série vai ser decidida por quem conseguir acordar o próprio astro primeiro — e até agora, Cade tá levando essa.

  • Magic faz história e atropela os Pistons no Jogo 1 dos playoffs

    Magic faz história e atropela os Pistons no Jogo 1 dos playoffs

    Cara, eu não acreditei no que vi ontem. O Orlando Magic, cabeça de chave 8, simplesmente destruiu o Detroit Pistons – primeiro colocado da conferência – por 112 a 101 no Jogo 1 dos playoffs. E o mais absurdo? Eles dominaram do início ao fim!

    A coisa começou com Jalen Suggs acertando uma bola de três logo na primeira posse do Magic. E olha só que loucura: Orlando nunca mais perdeu a liderança. Nunca! Os Pistons até empataram no terceiro quarto e pressionaram no último, mas o Magic sempre teve resposta.

    Franz Wagner decidiu no clutch

    O alemão Franz Wagner foi simplesmente monstro no momento que mais importa. Dos 19 pontos dele, 11 vieram no quarto período. “Air Germany” como eles mesmo postaram no Twitter – e não é exagero não. O cara carregou o time nas costas quando a pressão apertou.

    Na minha visão, ver os torcedores dos Pistons saindo do ginásio com três minutos ainda no relógio foi surreal. Imagina a frustração da torcida de Detroit vendo o time número 1 apanhar em casa assim?

    Magic pode fazer história

    Agora vem a pergunta que não quer calar: será que o Magic consegue fazer o que só seis times conseguiram na história da NBA? Derrubar o cabeça de chave 1 sendo o 8? O último foi o Miami Heat em 2022-23, que não só eliminou o Milwaukee Bucks como ainda chegou às Finais.

    E tem um dado absurdo aqui: segundo a ESPN, os Pistons foram o primeiro cabeça de chave 1 desde 1997 a nunca liderar no placar durante o Jogo 1 dos playoffs. Isso é histórico, galera!

    Lembrando que o Magic teve que suar sangue só pra chegar aqui. Perderam pro Philadelphia 76ers no primeiro jogo do play-in, e aí foi vida ou morte contra o Charlotte Hornets. Resultado? Massacraram os Hornets por 121 a 90 na sexta-feira. E três dias depois, fazem isso com o melhor time da temporada regular.

    Equilíbrio do Magic x show de um homem só

    O que mais me impressionou foi como o Magic jogou coletivamente. Paolo Banchero (23 pontos), Franz Wagner (19), Wendell Carter Jr. (17), Desmond Bane (17) e Jalen Suggs (16) – todos os titulares com mais de 15 pontos! Isso é basquete de playoff de verdade.

    Do outro lado, coitado do Cade Cunningham. O cara fez 39 pontos – um jogaço individual – mas estava completamente sozinho. Tobias Harris com 17 foi o único outro jogador em dois dígitos. Sinceramente, não dá pra ganhar playoff assim, por melhor que seja o seu craque.

    O Magic agora tem a vantagem do mando de quadra (sim, isso mesmo que vocês leram). Jogo 2 é na quarta-feira, ainda em Detroit. Será que conseguem abrir 2 a 0 e praticamente selar a série? Eu tô torcendo pra ver essa zebra histórica acontecer!

  • Magic atropela Detroit e rouba o jogo 1 dos playoffs em casa do rival

    Magic atropela Detroit e rouba o jogo 1 dos playoffs em casa do rival

    Cara, EU NÃO ESPERAVA ISSO. O Orlando Magic simplesmente foi lá na casa do Detroit Pistons – primeira cabeça de chave dos playoffs – e mostrou quem manda. 112 a 101. Uma surra que começou no primeiro minuto e não parou mais.

    Desde o jump ball inicial, o Magic foi mais físico que o Detroit. Muito mais. 54 pontos no garrafão contra apenas 34 dos Pistons. É isso mesmo que vocês leram: VINTE PONTOS de diferença só pintando área. O Orlando começou acertando tudo – 7 de 10 arremessos, incluindo 3 de 4 do perímetro – enquanto Detroit parecia estar jogando de ressaca.

    Paolo mandou o recado pro Cade

    Paolo Banchero mostrou por que foi a primeira escolha do draft. 23 pontos, 9 rebotes, e jogando como um veterano. Do outro lado, Cade Cunningham até fez 39 pontos (monstro mesmo), mas ficou praticamente sozinho. Só o Tobias Harris chegou aos dois dígitos além dele, com 17 pontos em 5 de 15 arremessos. Sinceramente? Não dá pra ganhar playoff assim.

    O mais impressionante foi a distribuição do Magic. TODOS os cinco titulares fizeram pelo menos 16 pontos. Franz Wagner com 19, e a galera toda contribuindo. Isso é basquete coletivo do jeito que a gente gosta de ver.

    Detroit sentiu o peso da expectativa

    “Acho que começamos meio enferrujados”, admitiu o técnico J.B. Bickerstaff depois do jogo. Cara, enferrujado é pouco. Tomar 35 pontos no primeiro quarto em casa? Isso não é coisa de time que terminou em primeiro lugar na conferência.

    O problema do Detroit foi exatamente o que eu imaginava: falta de pontuação secundária e dificuldade no perímetro. 36,8% de aproveitamento fora do garrafão, apenas 31,3% das bolas de três. O Orlando não precisou nem respeitar os arremessadores de Detroit – resultado? Jalen Duren quase sumiu de quadra com só 8 pontos.

    Vocês acham que Detroit consegue se recuperar no jogo 2? A pressão agora é toda em cima deles. O Magic chegou confiante depois de duas vitórias monstruosas seguidas, incluindo aquela classificação dramática contra Charlotte no play-in.

    Uma coisa eu tenho que dar o braço a torcer: esse time do Orlando, quando está saudável, é MUITO perigoso. Talvez esteja chegando no momento certo da temporada. E o Detroit? Bom, vai ter que mostrar por que terminou em primeiro se quiser evitar uma zebra histórica.

    Jogo 2 é na quarta-feira, ainda em Detroit. A resposta vem aí.