Tag: Paul George

  • Kawhi Leonard vai ficar no Clippers? Analista dá previsão sobre futuro

    Kawhi Leonard vai ficar no Clippers? Analista dá previsão sobre futuro

    Olha, o cenário do Los Angeles Clippers tá bem complicado mesmo. Não faz muito tempo, o time tinha um Big Three que prometia muito: Paul George, James Harden e Kawhi Leonard. Agora? George foi embora pro Philadelphia 76ers e Harden acabou sendo trocado pro Cleveland Cavaliers. Sobrou só o Leonard.

    E é exatamente aí que a coisa fica interessante (e meio confusa também). O Clippers tá naquela situação chata de não saber se reconstrói o elenco ou se tenta ganhar agora — enquanto o Leonard ainda estiver por lá, né?

    Leonard fica ou não fica?

    Brett Siegel, do ClutchPoints, foi bem direto na opinião dele: Leonard vai continuar vestindo a camisa do Clippers na próxima temporada. “Não ouvi nada sobre o Kawhi querendo sair de Los Angeles”, disse o cara no podcast Clutch Scoops. “Ele tem sido muito feliz lá, o pessoal dele tá satisfeito com os Clippers, e ele ainda é meio que o rosto da franquia.”

    Sinceramente? Faz sentido. O cara é da Califórnia, já conquistou um título com o time em 2020 (que jogaço aquela final contra o Lakers na bolha!), e parece estar confortável mesmo com toda a confusão que rolou no elenco.

    Times interessados não faltam

    Agora, vamos ser realistas — se o Leonard entrasse no mercado, não ia faltar pretendente. Siegel confirmou que tem time de olho, incluindo Minnesota Timberwolves e Detroit Pistons. E não é pra menos: estamos falando de um dos melhores defensores da história da NBA e um cara que já foi o principal jogador ofensivo em duas conquistas de título.

    O problema é que as lesões sempre foram o calcanhar de Aquiles do Leonard. A cada temporada que passa, o valor de troca dele diminui — e isso é uma realidade que os Clippers têm que aceitar.

    Leonard tá no último ano de contrato, então ele tem bastante poder de decisão sobre onde vai jogar. E pelo visto, a escolha é ficar mesmo.

    O que esperar dos Clippers agora?

    Com Leonard ficando, o foco do time vai ser na quinta escolha do Draft da NBA e numa possível reestruturação do contrato do astro. Não vai ser fácil montar um elenco competitivo em volta dele, mas pelo menos eles têm uma base sólida.

    E vocês, acham que o Clippers consegue ser competitivo só com Leonard? Ou era melhor trocar ele e começar uma reconstrução completa? Eu fico na dúvida, mas entendo a decisão de apostar no cara que já trouxe o primeiro título da história da franquia.

    O negócio é esperar pra ver como vai ser essa reformulação. Com o novo técnico e algumas mudanças no elenco, quem sabe a gente não vê o Kawhi brilhando mais uma vez nos playoffs?

  • O cargo de presidente dos Sixers vale a pena? A situação é complicada

    O cargo de presidente dos Sixers vale a pena? A situação é complicada

    Olha, eu vi muita gente comemorando a demissão do Daryl Morey dos Sixers, mas sinceramente? Quem vai querer pegar essa batata quente agora?

    O cara foi demitido depois daquela vergonha contra os Knicks nos playoffs — e olha que antes disso o Philadelphia tinha feito uma das maiores viradas da história, saindo de 3-1 contra o Boston Celtics. Só os Sixers mesmo pra fazer um 180 emocional desses, né? Uma hora parecem invencíveis, na outra estão sem gás nenhum.

    O problema não foi embora com o Morey

    Aqui que tá o ponto: demitir o Morey foi fácil, mas os problemas que ele criou continuam todos lá. Os contratos absurdos do Joel Embiid e do Paul George? Continuam. A saída do Jared McCain? Já era. A falta de profundidade no elenco? Igualzinha.

    É tipo trocar o técnico e achar que o time vai virar o Barcelona — não funciona assim, pessoal.

    E vou ser sincero com vocês: quem vai querer assumir essa confusão? O novo presidente vai herdar um Embiid que é monstro quando tá 100%, mas quebra na metade dos playoffs (como sempre). O cara dominou contra os Celtics quando voltou, mas contra os Knicks já tava parecendo um fantasma de si mesmo.

    Paul George e os dilemas do futuro

    O Paul George talvez seja mais fácil de negociar — tem um ano a menos de contrato que o Embiid. E olha, depois de voltar daquela suspensão de 25 jogos, ele jogou bem. Pode ser que o valor dele no mercado tenha voltado ao normal.

    Mas aí vem a pergunta que vale um milhão: é possível montar um elenco profundo o suficiente pra fazer load management com esses dois durante a temporada regular E ainda aguentar quando eles despencam nos playoffs? Eu, particularmente, acho que não.

    E tem mais: o novo presidente não vai nem escolher o próprio técnico. O Nick Nurse vai continuar lá — que, pra falar a verdade, eu acho um bom técnico. Mas não é ideal você começar um trabalho sem poder escolher sua própria comissão técnica.

    Alguém vai topar esse desafio?

    Vocês acham que tem algum executivo maluco o suficiente pra aceitar esse cargo? Pode até ter — talvez alguém que veja uma oportunidade de ouro a partir de 2028, quando os contratos pesados saírem de cena.

    Ou quem sabe aparece um gênio que tem um plano mirabolante pra fazer esse time brigar pelo título já na próxima temporada. Mas sinceramente, eu tô bem cético.

    O que vocês acham? Vale a pena assumir os Sixers nessa situação ou é melhor esperar uma oportunidade melhor aparecer?

  • Dono dos 76ers libera grana pesada: vai tudo pro luxury tax

    Dono dos 76ers libera grana pesada: vai tudo pro luxury tax

    Josh Harris mandou o papo reto: o Philadelphia 76ers tem carta branca pra gastar pesado na próxima temporada. E quando digo pesado, é PESADO mesmo. O dono do time confirmou que a diretoria pode estourar o luxury tax sem dó nem piedade.

    “O front office tem luz verde total pra entrar no luxury tax”, disse Harris pros repórteres na quinta-feira. “Aliás, a gente já entrou e saiu dele várias vezes, então não é problema. Estamos construindo uma arena aqui. Posso dizer que a quantidade de dólares que você gasta nisso versus o luxury tax é muito maior.”

    Olha, sinceramente? Era hora. Os caras vão desembolsar mais de 154 milhões de dólares só pro trio Embiid, Paul George e Tyrese Maxey na temporada 2026-27. Isso já deixa o time numa situação complicada do salary cap, mas pelo menos agora sabemos que o dinheiro não vai ser problema.

    O problema é mais profundo que money

    Por mais que esses três monstros tenham ajudado na vitória épica contra o Boston Celtics nos playoffs de 2026, ficou óbvio que faltou banco. E cara, quando você tem o Embiid – que é provavelmente o maior risco de lesão da NBA hoje – e o Paul George que já tá com 36 anos, precisa de um elenco mais robusto.

    Não dá pra colocar todas as fichas nesses caras, por mais talentosos que sejam. O novo presidente de operações de basquete (que ainda nem foi contratado depois da demissão do Daryl Morey) vai ter que montar um time com mais profundidade.

    A pressão tá no talo

    E os torcedores da Filadélfia? Mano, esses caras não brincam em serviço. São 25 anos sem chegar numa final de conferência – vinte e cinco anos! Imagina a irritação dessa galera. Eles não são conhecidos pela paciência mesmo, e essa seca toda só tá piorando as coisas.

    Harris sabe que precisa cumprir a palavra. Falar que vai gastar é fácil, agora é botar a mão no bolso e montar um time de verdade. O cara que vier substituir o Morey vai entrar numa pressão danada, mas pelo menos tem o apoio da diretoria – e isso não é pouco na NBA de hoje.

    Vocês acham que só dinheiro resolve? Ou os 76ers precisam de mais que isso pra finalmente brigar pelo título?

  • O que fazer com PG? Novo chefe dos Sixers tem pepino nas mãos

    O que fazer com PG? Novo chefe dos Sixers tem pepino nas mãos

    Cara, que situação complicada pros Sixers, né? Com o Daryl Morey saindo da presidência de operações de basquete, quem quer que o Bob Myers trouxer pro cargo vai ter que lidar com uma batata quente chamada Paul George.

    O veterano de 36 anos vai embolsar 54.1 milhões na próxima temporada e ainda tem uma opção de jogador de 56.5 milhões em 2027-28 — que obviamente ele vai exercer. Olha, é muito dinheiro pra um cara que já passou dos 35, não vou mentir.

    PG voltou a jogar bola depois da suspensão

    Mas aqui que a coisa fica interessante. Depois de cumprir aquela suspensão de 25 jogos (que história bizarra aquela, né?), o Paul George voltou a jogar num nível bem decente. Contra o Boston nos playoffs, o cara fez 16.4 pontos por jogo, 49.3% de três e ainda defendeu bem o Tatum e o Jaylen Brown.

    Ele mesmo admitiu que finalmente conseguiu se recuperar daquela lesão no joelho que tava atrapalhando: “Este verão, a fase de reabilitação ficou pra trás, então posso ter um verão de verdade melhorando meu jogo”.

    Sinceramente? Achei que ele não ia mais conseguir voltar a esse nível. Mas o monstro provou que ainda tem lenha pra queimar.

    Trocar ou não trocar? Eis a questão

    Agora vem o dilema do novo executivo. PG não é mais visto como um dos piores contratos da liga — o que abre possibilidades. Será que rola uma troca pra trazer múltiplos jogadores e melhorar a profundidade do elenco?

    A dupla Tyrese Maxey e VJ Edgecombe representa o futuro da franquia. Faz sentido manter um veterano carão que combina bem com eles, ou é melhor apostar em peças mais jovens que se alinhem melhor com o timeline desses caras?

    Paul George deixou claro que curtiu Philadelphia: “Foi incrível. Torcedores incríveis, me apoiaram em todos os altos e baixos”. Mas né, no final das contas quem decide não é ele.

    Na minha visão, o mais provável é ele ficar mesmo. Dois anos não é uma eternidade, e se conseguir manter esse nível dos playoffs, pode ser uma peça valiosa enquanto Maxey e Edgecombe se desenvolvem. Mas e vocês, acham que os Sixers devem tentar uma troca ou apostar na recuperação total do PG?

  • PG13 virou moeda de troca mais fácil que Embiid nos Sixers

    PG13 virou moeda de troca mais fácil que Embiid nos Sixers

    Olha só que reviravolta interessante rolando na Philadelphia. Depois de uma temporada frustrante, Paul George aparentemente virou o cara mais “vendável” do Big Three dos Sixers — mais até que Joel Embiid. Quem diria, né?

    Segundo fontes de executivos da liga, o PG13 conseguiu recuperar seu valor de mercado de uma forma que o Embiid simplesmente não consegue. E o motivo é bem óbvio quando você para pra pensar: as lesões constantes do pivô camerunês fazem qualquer negociação virar uma dor de cabeça.

    O problema do Embiid é real

    Cara, eu acompanho a carreira do Embiid desde que ele chegou na liga, e é impressionante como as lesões viraram uma constante na vida dele. Os executivos estão ligados nisso — ninguém quer trocar por um cara que você nunca sabe se vai estar disponível nos playoffs. Sem contar aquela extensão de 3 anos e 188 milhões que começa agora. É muito dinheiro pra muito risco.

    Enquanto isso, o George tá numa situação bem diferente. Aos 36 anos, ele tem apenas uma temporada garantida (54.1 milhões em 2026-27) e uma opção de jogador de 56.6 milhões no ano seguinte. Isso dá margem pra qualquer time interessado negociar uma extensão com valores menores se ele topar abrir mão da opção.

    PG13 mostrou que ainda tem lenha na fogueira

    E aqui que fica interessante: depois de pegar uma suspensão de 25 jogos por substância proibida (que situação, hein?), o George voltou pegando fogo. Nos playoffs, o cara acertou 49.2% das bolas de três. Quarenta e nove vírgula dois por cento! Isso é absurdo pra qualquer jogador, imagine pra um veterano de 36 anos.

    A defesa, o passe, o arremesso — tudo funcionando ainda. Sinceramente, eu achava que ele tava acabado depois daquela saída conturbada dos Clippers, mas o maluco provou que ainda tem jogo.

    O benchmark de mercado que tão usando é a troca do Trae Young pro New Orleans. Os Hawks receberam só o CJ McCollum, o Corey Kispert e nem picks de draft levaram. Se o preço do George ficar nessa faixa, vários times vão se interessar — principalmente aqueles precisando de um veterano pra fechar o quebra-cabeça.

    Philadelphia virou refém dos próprios contratos

    O mais irônico disso tudo? Segundo os executivos, aquela extensão do Embiid foi justamente pra convencer o George a assinar como agente livre em 2024. Na época fez sentido total, mas agora os Sixers tão presos com dois contratos complicadíssimos e pouco resultado nos playoffs pra mostrar.

    Vocês acham que Philadelphia deveria mesmo pensar em reconstruir em volta do Tyrese Maxey? Porque se for pra ser sincero, o garoto tem potencial pra ser uma estrela de verdade — e não vem com o histórico de lesões que assombra o Embiid.

    Uma coisa é certa: se eu fosse GM de algum time precisando de um ala veterano pra uma campanha de playoffs, estaria de olho no George. O cara ainda joga bola e o preço pode estar bem acessível.

  • Sixers levam vassourada dos Knicks e voltam pro velho script

    Sixers levam vassourada dos Knicks e voltam pro velho script

    Cara, eu sabia que ia dar ruim. SABIA. Os Sixers fazem isso toda temporada — te dão uma esperancinha e depois te chutam no estômago. Ontem rolou o que todo mundo já esperava: New York fechou a série em 4-0 e mandou Philadelphia de volta pras férias mais cedo.

    Olha só que tragédia: depois daquela virada histórica contra Boston na primeira rodada (primeira vez que ganharam dos Celtics nos playoffs desde 1982!), os caras conseguiram a proeza de perder por uma média de 22 pontos por jogo contra os Knicks. Vinte e dois pontos! É covardia isso aí.

    O Embiid sumiu na hora H (de novo)

    E claro que o Joel Embiid apareceu no injury report do nada no jogo 2, né? Joelho e quadril machucados — porque com os Sixers sempre tem alguma coisa. O cara fez uma cirurgia de apendicite 17 dias antes dos playoffs e ainda conseguiu jogar bem contra Boston, mas quando chegou a hora de encarar Nova York… tchau e benção.

    Na moral, dói ver o único MVP da história da NBA que nunca passou da segunda rodada dos playoffs. E não é por falta de talento — é que sempre acontece alguma coisa bizarra com esse time.

    Paul George, quando perguntaram qual era o plano depois de estar 3-0 na série, respondeu: “Ganhar um jogo, p*rra.” Spoiler: eles não ganharam.

    A humilhação foi completa

    Pra piorar, os torcedores dos Knicks invadiram Filadélfia como gafanhotos e fizeram a festa. Um deles teve a cara de pau de interromper um minuto de silêncio pelo irmão do técnico Nick Nurse que tinha falecido recentemente. Sem palavras, mano.

    Vários fãs dos Sixers postaram nas redes que teria sido melhor perder logo pros Celtics do que passar essa vergonha contra os Knicks. E eu entendo perfeitamente o sentimento.

    O que mais me deixa pistola é que há alguns meses tinha até uma luz no fim do túnel. Tyrese Maxey e VJ Edgecombe formando uma dupla de armadores promissora, o time jogando sem pressão… Mas aí chegaram os playoffs e voltou o mesmo filme de sempre.

    São NOVE temporadas consecutivas caindo na primeira ou segunda rodada (com exceção do ano passado que nem classificaram). A última vez que chegaram na final de conferência foi em 2001. Dois mil e um, galera!

    Vocês acham que algum dia esse ciclo vai quebrar ou os Sixers estão condenados a eternamente nos decepcionar? Porque do jeito que as coisas vão, já tô me preparando pro drama da próxima temporada.

  • Sixers perdem mais uma pros Knicks: sem Embiid, time cansou no final

    Sixers perdem mais uma pros Knicks: sem Embiid, time cansou no final

    Cara, que frustração. Os Sixers perderam mais uma para os Knicks por 108-102 no Jogo 2, e agora estão 2-0 na série. Olha, foi muito melhor que o Jogo 1, isso é verdade, mas o resultado continua sendo o mesmo — derrota.

    O grande problema? Joel Embiid ficou de fora por causa de dores no quadril e tornozelo que só pioraram. Sem o cara mais importante do time, a missão já era difícil antes mesmo da bola subir.

    Paul George começou pegando fogo

    PG-13 decidiu assumir a responsa logo de cara. O veterano começou o jogo destruindo, marcando 11 pontos no primeiro quarto e acertando três bolas de 3. Por um momento ali, eu pensei “cara, esse pode ser o jogo da virada”.

    Mas aí a coisa esfriou. George terminou com 19 pontos, mas foi só 7 de 18 nos arremessos. Ainda assim, cinco triplos não é brincadeira, e defensivamente ele continuou sendo aquela presença que o time tanto precisa — 2 roubos de bola e 2 tocos.

    Maxey carregou o piano, mas cansou

    Tyrese Maxey foi simplesmente monstro na primeira parte do jogo. O garoto marcou 13 pontos só no segundo quarto e chegou ao intervalo com 19, liderando todos os jogadores em quadra.

    O problema? Maxey jogou quase 47 minutos. Quarenta e sete! Dá pra ver que ele foi murchando conforme o jogo avançava. No final, estava visivelmente cansado e começou a errar coisas que normalmente acerta fácil.

    Terminou com 26 pontos, 6 assistências e 3 rebotes — números excelentes, mas a fadiga pesou demais nos momentos decisivos.

    E aqui que tá o problema: os Knicks têm muito mais profundidade no elenco. Quando nossos caras começaram a cansar, eles tinham gente fresca pra entrar e decidir a parada. Uma diferença de 6 pontos com 2 minutos no final foi suficiente pra selar o destino dos Sixers.

    Agora é hora de reagir em casa

    Sinceramente, não esperava que fosse ser fácil sem o Embiid, mas dói ver o time lutar tanto e não conseguir levar. Foram mais de 20 alternâncias na liderança durante três quartos — um jogaço de playoff de verdade.

    A realidade é que os Knicks são mais completos neste momento. Têm mais opções, mais fôlego, mais experiência nesse tipo de situação. Mas o Jogo 3 é em Philly na sexta, e vocês sabem como é jogar em casa nos playoffs.

    E aí, acham que os Sixers conseguem reagir? Ou essa série já tá praticamente decidida? Porque 0-3 não tem volta, né não.

  • Skip Bayless inventa apelido cruel para Paul George após vexame

    Skip Bayless inventa apelido cruel para Paul George após vexame

    Cara, o Paul George estava indo tão bem nos playoffs… E aí vai lá e faz uma dessas. Sinceramente, eu achava que ele tinha deixado essas zebras no passado, mas o último quarto contra o Knicks foi de doer os olhos.

    Olha só a situação: sem Joel Embiid, o 76ers precisava que todo mundo aparecesse no jogo 2. E o PG13 estava cumprindo sua parte — 17 pontos com 7/13 nos arremessos até o terceiro quarto. Philly ainda liderava por 90 a 89 entrando no último período.

    O pesadelo do último quarto

    Foi aí que a coisa desandou. George simplesmente travou. Zero de cinco nos arremessos no quarto período. ZERO. Incluindo uma bola de três que nem chegou perto da cesta — aquela que o Mike Breen narrou com um “way off” que virou meme instantâneo.

    E o pior? Era exatamente quando o time mais precisava dele. Tyrese Maxey também estava frio, o ataque do 76ers tinha empacado, e era ali que o veterano deveria assumir as rédeas. Mas não conseguiu. Philadelphia perdeu por 108 a 102 e agora está em desvantagem na série.

    “Playoff Pee” — o apelido que ninguém quer

    Skip Bayless, que nunca perde uma oportunidade de alfinetar, já sacou um apelido novo (na verdade antigo) para o George: “Playoff Pee”. É uma variação cruel do antigo “Playoff P” que ele mesmo criou anos atrás, mas agora no sentido pejorativo.

    Olha, eu entendo a frustração. George tem histórico de sumir em momentos decisivos dos playoffs, e essa performance trouxe tudo de volta à tona. As redes sociais já estão pegando fogo com memes e zoações — você sabe como é essa galera.

    Mas vamos ser justos aqui: na defesa, o cara foi um monstro. Marcou o Karl-Anthony Towns no último quarto e ainda protegeu o aro várias vezes. O problema é que isso não aparece no placar quando você erra tudo no ataque.

    Hora da redenção

    Agora é aquela pressão absurda no jogo 3. Com Embiid ainda machucado, a temporada do 76ers pode estar nas mãos do George. Será que ele consegue se redimir, ou vai ser mais uma decepção nos playoffs?

    Vocês acham que o PG13 aguenta essa pressão? Porque sinceramente, aos 34 anos, as chances de redenção não são infinitas. E se ele entregar mais uma dessas, pode esquecer — vai ser lembrado como o cara que nunca conseguiu dar o salto quando mais importava.

  • 76ers levam surra dos Knicks no primeiro jogo da semi

    76ers levam surra dos Knicks no primeiro jogo da semi

    Cara, que massacre foi esse ontem? Os 76ers tomaram uma sapatada histórica dos Knicks por 137-98 no primeiro jogo da semifinal de conferência. Dói até de escrever esse placar, mas vou ser sincero: já esperava algo assim depois daquela batalha épica no Jogo 7 contra os Celtics há apenas 48 horas.

    O problema é que enquanto os Knicks estavam descansadinhos em casa, nossos caras mal tiveram tempo de respirar depois daquela guerra em Boston. E isso ficou bem claro na quadra.

    Jalen Brunson destruiu geral

    O cara simplesmente resolveu jogar basquete em um nível absurdo. 35 pontos com 66% de aproveitamento de quadra – esses números são de videogame, galera. E não foi só ele não: Karl-Anthony Towns, Mikal Bridges e OG Anunoby combinaram 52 pontos acertando 72% dos arremessos. É muito tiro certeiro, impossível competir contra isso quando você tá com as pernas pesadas.

    Do lado dos Sixers, o negócio foi bem complicado. Embiid e Maxey – nossos principais nomes – somaram apenas 27 pontos juntos com uns míseros 30% de aproveitamento. Quando seus astros não aparecem, não tem jeito.

    Paul George salvou a pátria (pelo menos um pouco)

    Se teve alguém que mostrou que veio pra jogar essa série, foi o PG13. O maluco fez 17 pontos com 6 de 11 arremessos e ainda acertou 4 das 6 tentativas do perímetro. Sinceramente, sem ele teria sido ainda pior – se é que isso é possível.

    George começou quente logo no primeiro período, acertando de três após um passe do Embiid que sofreu marcação dupla. Depois meteu outra bomba atacando o Mitchell Robinson na tela, e ainda abriu o segundo quarto com mais um arremesso certeiro da ala esquerda. O cara tava inspirado mesmo.

    E não foi só nos arremessos não. Ele encontrou o Kelly Oubre várias vezes no primeiro tempo – uma vez com um passe perfeito pro Oubre cortar e enterrar, depois numa assistência após uma penetração que resultou numa tripla livre. Jogadas que mostram por que contrataram o veterano.

    Oubre deu o ar da graça também

    Falando no Kelly Oubre Jr., o cara finalmente acertou umas bolas de três e jogou com uma energia boa dos dois lados da quadra. Começou a partida até com um toco no Josh Hart – coisa linda de se ver.

    Teve umas perdas de bola chatinhas, mas mostrou que pode ser um fator importante nessa série cortando pro garrafão. Várias enterradas em cortes bem executados ajudaram a manter o ataque funcionando pelo menos no primeiro tempo. Inclusive liderou o time nos rebotes, o que é meio preocupante pensando nos jogos que vêm por aí.

    Olha, não vou mentir pra vocês: foi feio. Muito feio. Mas às vezes é assim mesmo nos playoffs – você perde um jogo por diferença grande e o mundo não acaba. A questão é como a equipe vai responder no próximo jogo. Vocês acham que os caras conseguem se recuperar dessa ou a fadiga vai pesar muito?

    Uma coisa é certa: se o Embiid e o Maxey não aparecerem no próximo jogo, vai ser bem complicado. A defesa dos Knicks tá consistente demais no meio de quadra, e sem transição rápida fica difícil criar espaços. Mas hey, é isso aí – NBA playoffs é isso mesmo, uma montanha russa de emoções.

  • Paul George detona após goleada: ‘Eles atiraram pra c***’

    Paul George detona após goleada: ‘Eles atiraram pra c***’

    Cara, que massacre foi esse no Madison Square Garden! Os 76ers levaram uma surra histórica dos Knicks por 137-98 no Jogo 1 da segunda rodada dos playoffs, e Paul George não poupou palavras na coletiva.

    “Tivemos falhas hoje à noite, mas eles também atiraram pra c*** com a bola”, disse PG sem papas na língua. “Eles estavam quentes, saíram quentes, saíram pegando fogo.”

    A realidade crua do veterano

    Olha, eu admiro a sinceridade do George. Não veio com desculpa esfarrapada nem tentou dourar a pílula. O cara simplesmente reconheceu: os Knicks jogaram pra c*** e os Sixers fizeram c***.

    E os números não mentem. Nova York acertou 63% dos arremessos de quadra e um absurdo de 19-37 do perímetro. Jalen Brunson comandou um segundo quarto devastador (41-26) que praticamente acabou com o jogo ali mesmo.

    Mas o que mais me chamou atenção foi a postura do Paul George. Zero desespero. “É só um jogo”, frisou ele. “Eles não ganham pontos extras por ter aberto vantagem grande hoje.”

    Embiid sumiu quando mais precisavam

    Joel Embiid, que deveria ser o cara dos momentos decisivos, simplesmente desapareceu. Apenas 14 pontos com 3-11 de aproveitamento. Pra um cara que se diz MVP, isso é inaceitável em playoffs.

    Maxey também não ajudou muito – 13 pontos com quatro turnovers. A única luz no fim do túnel foi o próprio PG com 17 pontos e quatro triplas.

    O mais humilhante? Os Knicks estavam tão tranquilos que Josh Hart teve tempo de fazer pegadinha com o Jimmy Fallon na arquibancada. Quando o adversário tá zoando no seu nariz, é porque a coisa tá feia mesmo.

    Recorde negativo e pressão total

    Ah, e tem mais: Nova York se tornou o primeiro time da história da NBA a vencer três jogos seguidos nos playoffs por pelo menos 25 pontos de diferença. É o tipo de estatística que ninguém quer fazer parte.

    Agora é ver se os Sixers conseguem dar a volta por cima no Jogo 2, na quarta-feira. Sinceramente? Depois de levar 39 pontos de diferença, qualquer coisa pode acontecer. Vocês acham que eles conseguem reagir ou já era pra temporada deles?

    Uma coisa eu garanto: se continuarem jogando assim, podem ir arrumando as malas porque Nova York não vai facilitar nada em casa.