Tag: Philadelphia 76ers

  • Bridges e McBride travaram Maxey no Jogo 1 – será que a receita funciona?

    Bridges e McBride travaram Maxey no Jogo 1 – será que a receita funciona?

    Cara, uma das principais dúvidas antes da série começar era: quem diabos vai marcar o Tyrese Maxey? O garoto é um monstro, quebra qualquer marcação com aquela explosão dele.

    Josh Hart tinha passado a primeira rodada grudado no CJ McCollum dos Hawks. O OG Anunoby sempre pega os principais pontuadores adversários. Mas convenhamos — nem Hart nem OG têm pernas pra acompanhar a velocidade absurda do Maxey.

    A dupla que funcionou

    Aí entra o Mikal Bridges de volta ao seu papel natural: marcador principal. E quando ele saía, quem assumia era o Miles McBride. Resultado? Os dois simplesmente anularam o cara.

    “Isso foi gigantesco”, disse Josh Hart depois do treino. “Os dois obviamente são abençoados atleticamente para conseguir acompanhar ele, usar a fisicalidade, usar o comprimento a favor deles.”

    E os números não mentem: Maxey fez apenas 13 pontos com um aproveitamento péssimo de 3/9 nos arremessos de quadra. Errou todas as três tentativas do perímetro. Nenhum desses três acertos veio com Bridges ou McBride na marcação. Ainda por cima, perdeu 4 bolas.

    Treze pontos! O cara que vinha fazendo 26.9 de média contra os Celtics na primeira rodada, acertando 46.4% dos arremessos e 41.8% das bolas de três.

    Trabalho em equipe

    McBride foi humilde na análise: “Sinto que o time todo estava focado, honestamente. O Mikal começou muito bem na marcação e depois eu entrei, mas teve momentos que outros caras marcaram ele, e todas as nossas antenas estavam ligadas para marcar ele como equipe.”

    Os Knicks claramente estudaram bem o jogo. Sempre tinham um segundo defensor pronto pra ajudar quando o Maxey tentava alguma coisa no pick-and-roll. Foram duros com ele fisicamente — do jeito que tem que ser nos playoffs.

    O único problema foi que ele conseguiu ir à linha de lance livre 7 vezes, convertendo todas. Isso é perigoso.

    Maxey vai voltar com tudo?

    Olha, eu sinceramente acho que o técnico Mike Brown tem razão quando fala que o Maxey vai ser mais agressivo no Jogo 2. O garoto ficou meio sumido durante longas sequências — só fez sua primeira cesta no segundo quarto. Nove arremessos foram disparadamente o menor número dele nos playoffs.

    “Sabemos que o Maxey vai ser mais agressivo”, disse Brown. “Então temos que estar mais alerta do que estivemos no último jogo.”

    E vocês acham que os 76ers não vão ter um plano B? Claro que vão tentar outras coisas pra liberar o cara. Porque se ele jogar mal de novo como no Jogo 1, podem esquecer a série.

    Mas nos Bridges e McBride, os Knicks podem ter encontrado a fórmula. Dois caras com físico, comprimento e velocidade pra incomodar. A questão é: será que conseguem manter esse nível por uma série inteira? Isso que vai decidir tudo.

  • Nick Nurse perde o irmão e deixa os Sixers em momento crucial

    Nick Nurse perde o irmão e deixa os Sixers em momento crucial

    Cara, tem coisas que são maiores que basquete. Nick Nurse, técnico do Philadelphia 76ers, teve que se ausentar da equipe na reta final dos playoffs para o funeral do irmão Steve, que morreu de forma inesperada na semana passada aos 62 anos.

    O timing não podia ser pior — ou melhor dizendo, essas coisas nunca têm timing bom mesmo. Os Sixers acabaram de levar uma surra histórica dos Knicks no primeiro jogo da segunda rodada (137 a 98, um massacre), e agora o técnico precisou viajar para Iowa no meio da série.

    A solidariedade em quadra

    O que me impressionou foi a classe do Mike Brown, técnico dos Knicks. O cara podia ter só dado uma resposta protocolar, mas foi além: “Gostaria de expressar minhas condolências ao Nick Nurse e sua família. A vida é preciosa e você não deseja isso para ninguém”.

    Isso mostra o lado humano do esporte que às vezes a gente esquece. Rivalidade é uma coisa, mas na hora que a vida real bate na porta, todo mundo se une. É basquete, galera, não guerra.

    Steve Nurse morreu na quarta-feira passada, de forma completamente inesperada. Nick deixou a equipe logo após aquela derrota constrangedora na segunda e foi para Ankeny, Iowa, onde aconteceu o funeral na terça.

    Voltará para o Jogo 2?

    A expectativa é que Nurse esteja de volta para comandar os Sixers no Jogo 2, que rola na quarta à noite no Madison Square Garden. Sinceramente, espero que sim — não só pelo time, mas porque trabalho às vezes ajuda a processar esse tipo de dor.

    Imaginem a cabeça do cara. Acabou de perder o irmão mais novo de forma súbita e ainda tem que lidar com uma equipe que levou 39 pontos de diferença em casa. Se eu fosse jogador dos Sixers, faria questão de dar uma resposta em quadra pelo técnico.

    Vocês acham que situações pessoais assim afetam o rendimento de um time? Às vezes pode até unir mais o grupo, né? Vamos ver como os Sixers vão reagir — porque depois daquela pancada no Jogo 1, eles precisam de um milagre mesmo.

  • Nick Nurse deixa os Sixers para funeral do irmão mais velho

    Nick Nurse deixa os Sixers para funeral do irmão mais velho

    Cara, tem notícias que te lembram que por trás de todos esses jogos e estatísticas existem pessoas reais, né? O Nick Nurse, técnico dos Philadelphia 76ers, teve que se afastar do time ontem (5 de maio) para ir ao funeral do irmão mais velho, Steve Nurse, que morreu aos 62 anos.

    O mais pesado de tudo? Steve morreu no dia 29 de abril — bem no meio dos playoffs, antes do Jogo 6 entre Sixers e Celtics na primeira rodada. Imagina a cabeça do Nick tentando focar nos jogos enquanto passava por isso. O cara é um profissional absurdo mesmo.

    Uma perda inesperada

    Steve Nurse trabalhava há anos como gerente de equipamentos esportivos na Universidade do Norte de Iowa. Segundo os relatos, a morte foi “inesperada” — esse tipo de notícia que ninguém tá preparado pra receber, ainda mais em plenos playoffs.

    Nick voou pra Iowa logo depois da derrota pros Knicks no Jogo 1 das semifinais da Conferência Leste. Os Sixers fizeram só uma sessão de vídeo ontem, sem treino mesmo. Totalmente compreensível.

    De volta aos negócios

    O técnico deve se juntar ao time hoje à noite em Nova York. O Jogo 2 contra os Knicks é amanhã às 21h no Madison Square Garden, pela ESPN.

    Olha, eu admiro muito a força mental que esses caras têm. Nurse está na terceira temporada à frente dos Sixers (desde 2023-24) e já levou o time aos playoffs duas vezes. Antes disso, fez história em Toronto — pegou os Raptors em 2018-19 e logo de cara conquistou o primeiro título da franquia. Monstro.

    Vocês acham que essa situação pode afetar o time emocionalmente? Às vezes essas adversidades unem ainda mais o grupo. De qualquer forma, fica aqui nossa força pro Nick Nurse e família nesse momento difícil.

  • 76ers vs Celtics foi o Jogo 7 mais assistido da história na 1ª rodada

    76ers vs Celtics foi o Jogo 7 mais assistido da história na 1ª rodada

    Onze milhões de pessoas. ONZE MILHÕES. Esse foi o número de espectadores que grudaram na TV pra ver os Sixers virarem uma série impossível contra os Celtics no Jogo 7 mais épico que eu já vi na minha vida.

    E olha, eu acompanho NBA há anos, mas essa virada dos 76ers de 3-1 pra baixo foi algo que nem nos meus sonhos mais loucos eu imaginaria. A NBA confirmou que esse foi o Jogo 7 de primeira rodada mais assistido da história — e não é pra menos, né?

    A virada que ninguém esperava

    Vamos contextualizar essa loucura: Boston saiu na frente, Philadelphia empatou, aí veio aquele clássico 3-1 dos Celtics. Cara, depois do Jogo 4 — com aquela surra de 32 pontos em Philly — eu já tava dando como morta a série. Quem diria que os Sixers iam ressuscitar?

    O que mais me impressiona é o dado: Philadelphia tinha 0-18 quando estava perdendo por 3-1 em séries. Zero e dezoito! E Boston? Perfeitos: 32-0 quando tinham essa vantagem. Era praticamente matemático que a temporada dos Sixers tinha acabado.

    Mas o basquete é lindo justamente por isso — às vezes os números simplesmente vão pro espaço.

    Números que falam por si

    A primeira rodada inteira foi um sucesso de audiência, com média de 4 milhões de espectadores por jogo — a maior em 33 anos. Sinceramente, não me surpreende nada. Os playoffs de 2026 tão sendo absurdos desde o começo.

    Entre NBC e Peacock, aquele Jogo 7 com vitória por 109-100 dos Sixers em Boston quebrou todos os recordes. E pensar que foi apenas a 14ª vez na história da NBA que um time conseguiu virar de 3-1…

    Philadelphia ainda quebrou outro jejum: seis séries consecutivas perdidas pros Celtics nos playoffs. Imagina a pressão psicológica que era isso? Mas dessa vez foi diferente.

    E agora?

    Bom, os Sixers avançaram pra enfrentar os Knicks — que já mostraram as garras com aquela surra de 137-98 no primeiro jogo da semifinal. Será que Philadelphia consegue manter essa energia maluca da virada histórica?

    Vocês acham que os Sixers têm gás pra mais uma série complicada? Porque os Knicks tão parecendo famintos, e depois de uma montanha-russa emocional dessas, é natural que venha uma queda de rendimento.

    Uma coisa é certa: se essa primeira rodada já foi histórica em audiência, imagina o que vem pela frente. A NBA tá vivendo um momento especial, e nós como fãs só podemos agradecer por estar acompanhando isso ao vivo.

  • Celtics perderam na primeira rodada: e agora, qual é o plano?

    Celtics perderam na primeira rodada: e agora, qual é o plano?

    Cara, que temporada bizarra foi essa dos Celtics. Sinceramente, parecia montanha-russa — um dia você tava achando que eles iam tankar, no outro você via o Jaylen Brown carregando o time nas costas, depois veio aquele trade maluco pra economizar dinheiro e, quando menos esperávamos, o Tatum voltou antes do previsto.

    E no final? Eliminação na primeira rodada pros 76ers. Em sete jogos. Pros caras que eles sempre davam surra.

    O que deu errado mesmo?

    Olha, na minha visão a temporada teve tudo pra dar certo. Os Celtics terminaram em segundo no Leste com 56 vitórias — nada mal pra um time que muita gente (eu incluído) achava que devia tankar enquanto esperava o Tatum voltar da lesão no tendão de Aquiles.

    Mas aí veio aquela decisão estranha de trocar metade do elenco no deadline só pra ficar abaixo do luxury tax. Cara, você tá brigando por título e vai economizar dinheiro? Não fez muito sentido.

    A volta do Tatum foi absurda, não vou mentir. Em 16 jogos na temporada regular: 21.8 pontos, 10 rebotes e 5.3 assistências. Nos playoffs, mesmo perdendo o jogo 7 por causa de dor no joelho, ele mostrou que tá inteiro: 23.3 pontos, 10.7 rebotes e 6.8 assistências por jogo.

    E agora, qual é a real?

    O time tem uma folha salarial de quase 173 milhões de dólares — ou seja, tá no luxury tax até o pescoço. Tem as picks 27 e 40 no draft e precisa desesperadamente de um pivô decente. O Vučević tá free agent, então eles podem ficar sem ninguém no garrafão.

    O que mais me incomoda? Eles têm o Tatum e o Brown — duas estrelas no auge — e tão perdendo tempo preciosa tentando economizar dinheiro. Vocês acham que isso faz sentido? Championship window não dura pra sempre, galera.

    A realidade é que os Celtics ainda podem brigar pelo título no ano que vem, mas vão precisar tomar decisões difíceis. Ou gastam pesado pra reforçar o elenco (principalmente no garrafão) ou aceitam que talvez não seja o ano deles.

    Uma coisa é certa: depois de perder pros 76ers na primeira rodada, não dá mais pra fingir que tá tudo bem. Mudanças são necessárias, e elas precisam vir rápido.

  • Towns mantém pé no chão após massacrar 76ers por 39 pontos

    Towns mantém pé no chão após massacrar 76ers por 39 pontos

    Gente, o que foi esse massacre ontem à noite? Os Knicks simplesmente destruíram os 76ers por 137-98 no Game 1 das semifinais da Conferência Leste. E olha, eu já vi muita coisa feia em playoffs, mas 39 pontos de diferença é de doer.

    O mais absurdo? Os Knicks acabaram de entrar pra história da NBA como o primeiro time a vencer três jogos consecutivos de playoffs por pelo menos 25 pontos de diferença. Cara, isso é de outro mundo mesmo.

    Brunson comandou o show, mas KAT roubou a cena

    Jalen Brunson fez sua parte com 35 pontos (o cara tá numa fase monstruosa), OG Anunoby ajudou com 18, e tanto Karl-Anthony Towns quanto Mikal Bridges contribuíram com 17 cada. Mas o que mais me impressionou foi a postura do Towns depois do jogo.

    “Estamos jogando bem, mas isso não significa nada se não conseguirmos mais três vitórias”, disse o pivô. Sinceramente, adoro essa mentalidade. Zero euforia, foco total no objetivo.

    E tem um dado que me deixou de boca aberta: os Knicks venceram os últimos três jogos por um total de 119 pontos de diferença. Isso é a maior diferença combinada de três jogos na história dos playoffs da NBA. Absurdo.

    Mike Brown elogia a mentalidade do time

    O técnico Mike Brown destacou algo que eu também notei assistindo: “Eles estão tentando focar nos detalhes independente do placar. Ainda estão tentando se manter concentrados. E isso mostra que, estando com vantagem grande ou não, ainda mergulham no chão atrás de bolas perdidas.”

    Essa é a diferença entre um time que quer só ganhar e um time que quer ser campeão, na minha opinião. Os caras não relaxaram nem com 30 pontos na frente.

    Do lado dos 76ers, a situação tá complicada. Paul George fez 17 pontos, Embiid apenas 14. Nick Nurse, técnico dos Sixers, foi direto: “Eles estavam claramente nos despedaçando, se movimentando muito melhor que nós.”

    E aí, vocês acham que os 76ers conseguem dar a volta por cima? O Game 2 é na quarta-feira, no Madison Square Garden, com os Knicks favoritos por 6.5 pontos. Olhando esse primeiro jogo, parece pouco até.

  • Mazzulla fica no Celtics mesmo depois da eliminação histórica

    Mazzulla fica no Celtics mesmo depois da eliminação histórica

    Cara, que situação bizarra é essa em Boston. O Joe Mazzulla vai continuar como técnico do Celtics na próxima temporada E ainda pode ganhar o prêmio de melhor técnico do ano. Sim, você leu certo — mesmo depois de fazer história pelo motivo errado.

    Os Celtics foram eliminados na primeira rodada pelos 76ers. Tudo bem, acontece. Mas o jeito que aconteceu foi de doer na alma de qualquer torcedor: eles estavam 3-1 na série e conseguiram entregar tudo de bandeja pro Joel Embiid e cia.

    Uma eliminação que entrou pra história

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi uma coisa dessas. Pela primeira vez na história da franquia, Boston perdeu uma série depois de estar 3-1 na frente. É o tipo de coisa que marca uma temporada de forma negativa pra sempre.

    E o mais louco? Mesmo com essa eliminação constrangedora, tudo indica que Mazzulla não só fica no cargo como ainda pode levar o troféu de Coach of the Year nos próximos dias. Sinceramente, não sei se isso faz sentido ou se é só a NBA sendo a NBA mesmo.

    Situação financeira tranquila

    Pelo menos uma coisa boa: o Celtics tem grana pra se mexer no mercado. Eles estão numa situação financeira confortável, abaixo dos limites de imposto de luxo, o que significa que têm uns $15 milhões pra gastar com um jogador de nível médio e mais alguns milhões em exceções.

    Tatum e Brown continuam sendo os pilares do time, ganhando mais de $115 milhões juntos — e olha que o Tatum nem assinou a extensão máxima ainda. São os caras que precisam carregar esse time nas costas na próxima temporada.

    O Nikola Vucevic, que chegou em fevereiro machucado, é o único free agent importante que eles têm. Aos 35 anos, provavelmente vai ter que aceitar bem menos grana pra continuar.

    Vocês acham que Mazzulla merece mesmo ficar depois dessa? Eu fico dividido. O cara fez um trabalho sólido na temporada regular, mas perder uma série de 3-1 é imperdoável em qualquer nível.

  • 76ers levam surra dos Knicks no primeiro jogo da semi

    76ers levam surra dos Knicks no primeiro jogo da semi

    Cara, que massacre foi esse ontem? Os 76ers tomaram uma sapatada histórica dos Knicks por 137-98 no primeiro jogo da semifinal de conferência. Dói até de escrever esse placar, mas vou ser sincero: já esperava algo assim depois daquela batalha épica no Jogo 7 contra os Celtics há apenas 48 horas.

    O problema é que enquanto os Knicks estavam descansadinhos em casa, nossos caras mal tiveram tempo de respirar depois daquela guerra em Boston. E isso ficou bem claro na quadra.

    Jalen Brunson destruiu geral

    O cara simplesmente resolveu jogar basquete em um nível absurdo. 35 pontos com 66% de aproveitamento de quadra – esses números são de videogame, galera. E não foi só ele não: Karl-Anthony Towns, Mikal Bridges e OG Anunoby combinaram 52 pontos acertando 72% dos arremessos. É muito tiro certeiro, impossível competir contra isso quando você tá com as pernas pesadas.

    Do lado dos Sixers, o negócio foi bem complicado. Embiid e Maxey – nossos principais nomes – somaram apenas 27 pontos juntos com uns míseros 30% de aproveitamento. Quando seus astros não aparecem, não tem jeito.

    Paul George salvou a pátria (pelo menos um pouco)

    Se teve alguém que mostrou que veio pra jogar essa série, foi o PG13. O maluco fez 17 pontos com 6 de 11 arremessos e ainda acertou 4 das 6 tentativas do perímetro. Sinceramente, sem ele teria sido ainda pior – se é que isso é possível.

    George começou quente logo no primeiro período, acertando de três após um passe do Embiid que sofreu marcação dupla. Depois meteu outra bomba atacando o Mitchell Robinson na tela, e ainda abriu o segundo quarto com mais um arremesso certeiro da ala esquerda. O cara tava inspirado mesmo.

    E não foi só nos arremessos não. Ele encontrou o Kelly Oubre várias vezes no primeiro tempo – uma vez com um passe perfeito pro Oubre cortar e enterrar, depois numa assistência após uma penetração que resultou numa tripla livre. Jogadas que mostram por que contrataram o veterano.

    Oubre deu o ar da graça também

    Falando no Kelly Oubre Jr., o cara finalmente acertou umas bolas de três e jogou com uma energia boa dos dois lados da quadra. Começou a partida até com um toco no Josh Hart – coisa linda de se ver.

    Teve umas perdas de bola chatinhas, mas mostrou que pode ser um fator importante nessa série cortando pro garrafão. Várias enterradas em cortes bem executados ajudaram a manter o ataque funcionando pelo menos no primeiro tempo. Inclusive liderou o time nos rebotes, o que é meio preocupante pensando nos jogos que vêm por aí.

    Olha, não vou mentir pra vocês: foi feio. Muito feio. Mas às vezes é assim mesmo nos playoffs – você perde um jogo por diferença grande e o mundo não acaba. A questão é como a equipe vai responder no próximo jogo. Vocês acham que os caras conseguem se recuperar dessa ou a fadiga vai pesar muito?

    Uma coisa é certa: se o Embiid e o Maxey não aparecerem no próximo jogo, vai ser bem complicado. A defesa dos Knicks tá consistente demais no meio de quadra, e sem transição rápida fica difícil criar espaços. Mas hey, é isso aí – NBA playoffs é isso mesmo, uma montanha russa de emoções.

  • Knicks massacram 76ers por 39 pontos no Jogo 1: Brunson show total

    Knicks massacram 76ers por 39 pontos no Jogo 1: Brunson show total

    Cara, eu não esperava uma surra dessas no Madison Square Garden ontem à noite. Os Knicks simplesmente destruíram os 76ers por 137 a 98 no primeiro jogo da semifinal dos playoffs. Trinta e nove pontos de diferença! Foi tão violento que até deu dó.

    O Jalen Brunson resolveu virar monstro absoluto na partida. 35 pontos com 12 de 18 nos arremessos, sendo que em apenas 31 minutos de quadra. O cara foi perfeito nos lances livres (8/8) e ainda distribuiu 3 assistências. Sinceramente, foi a melhor performance dele nos playoffs até agora.

    Time todo encaixado

    Mas não foi só o Brunson não. O OG Anunoby fez 18 pontos acertando absurdos 7 de 8 arremessos. Karl-Anthony Towns mandou 17 pontos em apenas 20 minutos (!) e ainda pegou 6 rebotes e deu 6 assistências. O Mikal Bridges finalmente acordou depois de uma série sofrida contra o Atlanta – 17 pontos com 7/10 nos field goals.

    Do lado dos Sixers… olha, foi complicado. O Paul George liderou a equipe com apenas 17 pontos. O Joel Embiid fez 14 em 25 minutos, mas pareceu meio perdido. E o Tyrese Maxey? Coitado, ficou na prisão da defesa dos Knicks – só conseguiu marcar seu primeiro arremesso de quadra no meio do segundo período.

    Começou equilibrado, virou passeio

    O primeiro quarto até foi disputado, com 10 trocas de liderança. Mas aí no segundo período os Knicks resolveram mostrar quem manda em casa. Abriram 23 pontos de vantagem no intervalo e no terceiro quarto chegaram a liderar por 34.

    Uma curiosidade: o Mitchell Robinson sofreu muito com as faltas no início (chegou a 3 faltas em apenas 8 minutos), mas isso meio que forçou o Thibodeau a rodar mais o elenco. E deu super certo – todo mundo contribuiu.

    O pior é que dava pra ver que os 76ers chegaram cansados dessa série de 7 jogos contra o Boston. Enquanto os Knicks tiveram descanso extra depois de varrer o Atlanta, Philly teve que suar até sábado pra eliminar os Celtics.

    Vocês acham que os Sixers conseguem se recuperar no Jogo 2? Porque se o Brunson continuar nesse nível, vai ser muito difícil. O cara tá jogando um basquete absurdo e quando o time todo encaixa assim, fica complicado pra qualquer adversário.

  • 76ers tomaram uma surra histórica no jogo 1 — mas já voltaram de 3×1

    76ers tomaram uma surra histórica no jogo 1 — mas já voltaram de 3×1

    Olha só, eu sabia que ia dar ruim pro Philadelphia 76ers ontem à noite. Cara, só dois dias depois de completar uma virada histórica contra o Boston Celtics no jogo 7, os caras foram pra quadra contra o New York Knicks e… tomaram uma surra de 137 a 98. Sim, você leu certo. TRINTA E NOVE pontos de diferença.

    “É igual à série passada. Eles não ganham pontos extras por abrir vantagem hoje à noite”, falou o Paul George depois do massacre. E o cara tem razão — afinal, os Sixers já voltaram de uma situação praticamente impossível há dois dias atrás.

    O cansaço pesou ou foi só desculpa?

    Joel Embiid jogou apenas 24 minutos e converteu só 3 de 11 arremessos. O Tyrese Maxey, que teve média de 26.9 pontos na primeira rodada, ficou CINCO MINUTOS sem fazer uma cesta sequer no segundo quarto. Terminou com míseros 13 pontos.

    O técnico Nick Nurse disse antes do jogo que não sabia qual seria o impacto do intervalo curto. Bom, agora ele sabe. “Você não pode inventar desculpas”, admitiu Nurse. “Sabíamos que poderia ser difícil, mas nunca se entra num jogo esperando que isso aconteça.”

    Sinceramente? Acho que o cansaço pesou sim. Depois daquela série insana contra Boston, com toda aquela tensão e desgaste físico, era quase impossível manter o mesmo nível. Os Knicks aproveitaram isso e meteram 65.9% de aproveitamento no primeiro tempo. Absurdo.

    A virada histórica ainda tá fresca na memória

    Aqui vai um dado interessante: os 76ers quase bateram o recorde de maior derrota em playoffs da franquia. O “recorde” é de 1982, quando perderam por 40 pontos pro… Boston Celtics. E adivinha? Eles voltaram e ganharam aquela série também.

    A questão é que essa turma do Embiid já mostrou que tem sangue frio. Perderam o jogo 1 contra Boston por 32 pontos, perderam o jogo 4 por mais 32, e mesmo assim conseguiram a virada mais improvável que eu já vi na minha vida. Foram o 14º time na história da NBA a reverter uma desvantagem de 3-1.

    “Vindo da série que tivemos e da intensidade física que mostramos, eu gostaria de pensar que talvez os caras estavam cansados”, disse Embiid. “Mas não é desculpa. Vamos pro jogo 2.”

    E aí, vocês acham que os Sixers conseguem repetir a mágica? Eu confesso que ainda tô meio em choque com o que eles fizeram contra Boston. Se conseguiram voltar daquela situação, por que não podem fazer de novo?

    O problema é que agora enfrentam um Knicks que tá jogando um basquete bonito demais. Aproveitaram cada limitação do Embiid (que ainda não tá 100% depois da apendicite), correram na transição e fizeram 16-3 em pontos de contra-ataque. Foi um show de bola… pros torcedores de Nova York.