Tag: play-in tournament

  • Heat volta pro play-in pelo 4º ano seguido – e olha que eles não queriam

    Heat volta pro play-in pelo 4º ano seguido – e olha que eles não queriam

    Cara, o Miami Heat conseguiu a proeza de ir pro play-in tournament pelo quarto ano consecutivo. E não, não é motivo de orgulho — pelo menos não pra eles.

    A situação se confirmou na derrota feia pra Toronto por 121-95 na terça-feira. Com essa, o Heat não consegue mais terminar no top 6 do Leste, ou seja: play-in obrigatório de novo.

    “Somos melhores que isso”

    O Bam Adebayo tinha falado há algumas semanas que “somos melhores do que ficar no play-in”. E sinceramente? Ele tem razão. Um time que chegou nas finais em 2023 não deveria estar nessa posição.

    Mas a realidade é dura: 13 vitórias e 20 derrotas contra os outros times do Leste que vão pros playoffs. Isso dói, né?

    O Erik Spoelstra não escondeu a frustração: “Estamos desapontados por não conseguirmos trazer outro nível de espírito competitivo”. Traduzindo: eles sabem que têm potencial pra mais.

    Pelo menos sabem jogar play-in

    Olha, se tem uma coisa que o Heat sabe fazer é sobreviver no play-in. Das três vezes que foram, passaram todas. No ano passado, como 10º colocado, ganharam dois jogos fora de casa pra garantir vaga. Em 2023, usaram o play-in como trampolim pra chegar nas finais da NBA — perdendo pro Denver, mas chegaram lá.

    Então experiência eles têm. A questão é: dá pra continuar dependendo disso? Na minha opinião, não. Um time com a tradição do Heat deveria estar brigando por posição mais alta na tabela.

    E vocês, acham que o Heat consegue repetir o milagre de 2023 e fazer uma campanha histórica saindo do play-in? Ou chegou a hora de admitir que esse núcleo precisa de mudanças?

    O play-in rola de 14 a 17 de abril. O Heat já garantiu vaga, agora é ver se consegue fazer alguma mágica de novo — porque com esse retrospecto contra times bons do Leste, vai precisar de muito mais que sorte.

  • Raptors atropelam o Heat e praticamente enterram Miami no play-in

    Raptors atropelam o Heat e praticamente enterram Miami no play-in

    Olha, eu já imaginava que o Toronto ia dar trabalho para o Miami nessa reta final, mas 121 a 95? Isso foi um massacre mesmo. Os Raptors não deram chance nenhuma pro Heat ontem à noite, e o pior de tudo é que agora Miami tá praticamente condenado ao play-in pelo quarto ano consecutivo.

    Scottie Barnes foi simplesmente monstruoso com 25 pontos, e Brandon Ingram contribuiu com mais 23. Esses caras estão jogando um basquete bonito de se ver. Jakob Poeltl ainda colocou 17 pontos no placar — o pivô austríaco tá numa fase excelente.

    A virada que definiu tudo

    O jogo teve uma virada absurda no primeiro tempo. Toronto estava perdendo por dois pontos, aí do nada aplicaram um 19 a 2 no Miami. Pronto, game over. Quando você toma uma sequência dessa na NBA, é praticamente impossível se recuperar.

    RJ Barrett ainda fez 16 pontos e Jamal Shead distribuiu 11 assistências saindo do banco. Cara, esse banco dos Raptors tá funcionando muito bem. Eles conseguiram manter a intensidade o jogo inteiro.

    Miami na corda bamba

    Do lado do Heat, Andrew Wiggins até tentou com 24 pontos, mas foi insuficiente. Tyler Herro e Norman Powell fizeram 14 cada um, mas o que mais me chamou atenção foi o Bam Adebayo completamente apagado — apenas 7 pontos com 2 acertos em 14 tentativas.

    Gente, o mesmo cara que fez 83 pontos contra Washington no mês passado (sim, oitenta e três!) agora não conseguiu nem chegar aos dois dígitos. Basquete é isso mesmo — às vezes você está voando, às vezes não consegue acertar nem bandeja.

    Miami agora tem um record de 41-38 e precisa praticamente ganhar os três jogos restantes para ter alguma chance de escapar da 10ª posição no play-in. Nove derrotas nos últimos 12 jogos não é brincadeira não.

    Vocês acham que o Heat ainda consegue se recuperar para os playoffs? Sinceramente, eu tô com dúvidas. Toronto (44-35) tá a apenas um jogo do Atlanta para brigar pela quinta posição do Leste, e ainda lidera Philadelphia por um jogo na corrida pela sexta vaga — a última que garante playoff direto.

    Os times se enfrentam de novo na quinta-feira em Toronto. Se os Raptors ganharem, vão fazer o 4-0 na temporada contra Miami. Seria apenas a terceira vez na história que isso acontece entre essas equipes.

  • Suns no play-in: por que o 8º lugar seria um pesadelo total

    Suns no play-in: por que o 8º lugar seria um pesadelo total

    Olha, vou ser sincero com vocês: a situação do Phoenix Suns tá meio complicada pra playoffs de 2026. Eles estão grudados na 7ª colocação do Oeste e vão ter que passar pelo play-in — aquele mata-mata nervoso que pode tanto manter eles onde estão quanto mandar pro 8º lugar… ou direto pra casa.

    E o pior cenário possível? Cair justamente pro 8º lugar.

    Por que o 8º lugar seria um pesadelo

    Cara, imagina só: você luta o campeonato inteiro, consegue se classificar, aí tem que encarar logo de cara o Oklahoma City Thunder — os caras que são os atuais campeões e estão voando na temporada. Só seis vezes na história da NBA um 8º colocado conseguiu derrubar o 1º. Seis vezes! Isso é praticamente missão impossível.

    O problema do Suns é que eles tão meio desencontrados ainda. Tá, o Dillon Brooks e o Mark Williams voltaram de lesão essa semana, mas vocês sabem como é: química de time não se constrói da noite pro dia. Ver o Devin Booker, Jalen Green e Brooks jogando juntos ainda é meio experimental.

    Enquanto isso, se eles ficarem na 7ª posição, vão pegar o Los Angeles Clippers no play-in. E olha, com o Kawhi Leonard em jogos decisivos, a coisa fica bem mais complicada. O cara simplesmente vira outro jogador nos playoffs.

    Thunder: o confronto que ninguém quer em Phoenix

    Sinceramente? Enfrentar o Thunder seria de partir o coração. Nos três jogos da temporada regular, Oklahoma City ganhou 2 de 3. Mas o mais assustador não é nem isso — é COMO eles ganharam.

    Lembram daquele jogo da NBA Cup? Os Suns perderam por 49 pontos. Quarenta e nove! Tá, o Booker não jogou, mas mesmo assim… é muita pancada. No último confronto, em janeiro, foi uma diferença de 24 pontos e dominaram do começo ao fim.

    O grande problema do Phoenix é no garrafão. Mesmo com Mark Williams, Oso Ighodaro e Khaman Maluach, eles são um dos piores times em pontos de segunda chance permitidos entre os classificados pros playoffs (15.4 por jogo). E contra o Thunder, que tem um time gigante, isso vira um pesadelo.

    Não bastasse isso, vocês vão enfrentar a melhor defesa da liga em rating defensivo E um dos ataques mais dinâmicos. É praticamente jogar contra a perfeição em ambos os lados da quadra.

    E aí, vocês acham que o Suns consegue dar a volta por cima no play-in e evitar esse confronto monstro com o Thunder? Ou será que a experiência dos playoffs vai pesar contra eles mais uma vez?

  • Sixers despencam pro play-in após apanhar dos Pistons por 23 pontos

    Sixers despencam pro play-in após apanhar dos Pistons por 23 pontos

    Cara, que vexame foi esse dos Sixers ontem à noite. Perderam por 116 a 93 pros Pistons e agora estão na sétima colocação do Leste, direto na zona do play-in. Com quatro jogos restantes na temporada regular, o negócio tá feio mesmo.

    Olha, eu não esperava que fosse tão doloroso assim. Os Sixers (43-35) caíram meio jogo atrás dos Raptors (43-34) e agora precisam de uma milagrosa para fugir dessa situação constrangedora do play-in tournament. Enquanto isso, os Pistons seguem voando como primeiro colocados com 57-21.

    Sem Embiid, a defesa virou um queijo suíço

    Joel Embiid não jogou — lesão no oblíquo e ainda por cima doente. No segundo jogo consecutivo, o cara simplesmente não tinha condições. Andre Drummond entrou no lugar dele, mas vamos ser honestos aqui: quando o MVP não tá, essa defesa dos Sixers vira uma peneira completa.

    Logo no primeiro quarto deu pra ver o estrago. Detroit acertou os primeiros 8 arremessos — isso mesmo, TODOS os primeiros 8! Cada jogador titular dos Pistons fez pelo menos uma cesta. Duncan Robinson ainda teve a audácia de fazer uma bandeja corrida pra abrir 19 a 13.

    Tyrese Maxey até tentou segurar a onda com 14 pontos só no primeiro período, mas não adiantou nada. Paul George também começou bem (9 dos primeiros 13 pontos da equipe), mas depois sumiu completamente do jogo.

    O desastre foi crescendo aos poucos

    No segundo quarto, Nick Nurse ainda tentou mexer na rotação — colocou Cameron Payne e Justin Edwards, que nem tinham jogado na vitória contra os Timberwolves. VJ Edgecombe até empatou o jogo em 52 a 52 com uma bela de três, mas foi só ilusão.

    Tobias Harris (que bizarro ver ele do outro lado, né?) meteu 19 pontos e ajudou os Pistons a abrirem 10 de vantagem ainda no segundo quarto. Aí o Payne se machucou no intervalo (distensão no posterior da coxa direita) e nem voltou pro segundo tempo. Simplesmente não tava pra ser mesmo.

    Na segunda etapa foi um massacre total. George começou a errar tudo, incluindo dois turnovers absurdos. Quando Harris acertou mais uma de três e abriu 93 a 72, Nick Nurse praticamente desistiu da partida. Com 4 minutos e 56 segundos restantes, tirou Maxey, George e Edgecombe de quadra.

    Sinceramente? Foi constrangedor ver os Sixers desistirem assim. Daniss Jenkins ainda fez 16 pontos e 14 assistências pelos Pistons, como se não bastasse o vexame.

    E aí, galera do Sexto Homem — vocês acham que esse time consegue se recuperar a tempo de fugir do play-in? Com essa defesa sem o Embiid e George ainda irregular, tá difícil de acreditar…

  • Curry admite que joelho é ‘novo normal’ aos 38 anos

    Curry admite que joelho é ‘novo normal’ aos 38 anos

    Olha, não vou mentir: quando vi o Steph Curry falando sobre essa lesão no joelho, bateu uma tristeza aqui. O cara que revolucionou o basquete admitindo que lidar com dor vai ser o “novo normal” da carreira dele.

    Curry perdeu 27 jogos por causa dessa tal “runner’s knee” – basicamente uma inflamação chata pra caramba que atinge corredores, mas que no caso dele virou um pesadelo imprevisível. E o mais frustrante? Ele pensou que ia ficar fora uma semana, no máximo 10 dias.

    “Cada vez que eu pisava na quadra ou tentava forçar um pouco naquele primeiro mês, sempre tinha uma reação. Você sabia que não estava curando tão rápido quanto pensava”, disse o Curry.

    A realidade dos 38 anos

    Cara, é difícil aceitar que nossos ídolos envelhecem, né? Aos 38 anos, Curry está descobrindo na pele que o corpo cobra a conta de uma carreira intensa. Diferente de outras lesões que ele já teve, essa do joelho não tem prazo definido – é simplesmente algo que ele vai ter que administrar.

    “Não tem nada estruturalmente errado com meu joelho. Então não é como se eu estivesse comprometido lá fora. Mas é um novo normal, se é que vocês me entendem”, explicou ele após completar um treino 5×5 e ser liberado pelo departamento médico.

    Sinceramente? Isso me preocupa um pouco. Quando um jogador da magnitude do Curry começa a falar em “administrar” lesões, você sabe que estamos caminhando para o fim de uma era.

    Warriors na luta pelo play-in

    Com Curry de volta contra o Houston Rockets no domingo, os Warriors estão numa corrida maluca para garantir pelo menos uma vaga no play-in. E olha só a humildade do cara: “Espero ganhar dois jogos de play-in. Aí podemos ter outra conversa”.

    Dois jogos de play-in. O cara que já foi bicampeão de MVP, que quebrou todos os recordes de arremessos de 3, agora torce para conseguir duas vitórias no play-in. Como as coisas mudam rápido na NBA, mano.

    Vocês acham que o Curry ainda tem gás para mais uma corrida aos playoffs? Eu quero acreditar que sim, mas essa história do joelho me deixa com um pé atrás. O que importa agora é ver se ele consegue encontrar esse tal “novo normal” sem perder a magia que fez dele único.

  • Warriors na corda bamba: Curry volta, mas será que dá tempo?

    Warriors na corda bamba: Curry volta, mas será que dá tempo?

    Cara, que temporada maluca do Golden State Warriors. Sinceramente, quando vi que o Steph Curry ia voltar justo agora — faltando só cinco jogos pra acabar a temporada regular — pensei: será que rola milagre?

    O astro dos Warriors ficou 27 jogos fora por causa de um problema no joelho (runner’s knee, como eles chamam lá). Vinte e sete jogos, mano! Isso é quase um terço da temporada. E olha que não foi só ele — Jimmy Butler e Moses Moody tiveram lesões que acabaram com a temporada deles, Al Horford e Quinten Post também ficaram no departamento médico.

    A volta do monstro na hora H

    Mas o Curry tá voltando justamente contra o Houston Rockets (que deve ter sido ontem já, considerando que o artigo é de sábado). E eu fico pensando: cinco jogos é suficiente pra ele pegar o ritmo de jogo? O cara é um alienígena, mas basquete não é videogame — você precisa do timing, da química com os companheiros.

    A sequência que resta pros Warriors é pesada: Rockets, Kings, Lakers, Kings de novo (dessa vez fora de casa) e Clippers também fora. Nada fácil pra um time que tá literalmente lutando pra não ficar de fora dos playoffs.

    Cenário atual: play-in ou nada

    Olha a situação: Warriors são o 10º colocado no Oeste com 36 vitórias e 41 derrotas. Isso significa play-in tournament obrigatório — não tem como alcançar o 6º lugar que dá vaga direta.

    Se a temporada acabasse hoje, eles teriam que ir até Los Angeles enfrentar os Clippers (9º lugar) num jogo de vida ou morte. Perdeu? Férias antecipadas. Ganhou? Encara quem perder entre Suns e Trail Blazers pela última vaga nos playoffs de verdade.

    E se passassem por tudo isso? Primeira rodada contra o Oklahoma City Thunder. Não é exatamente o confronto dos sonhos pra um time machucado tentando encontrar o ritmo.

    As casas de apostas não acreditam muito

    As odds estão brutais pros Warriors. A chance deles NÃO chegarem aos playoffs tá pagando -450 (ou seja, é quase certeza). Pra chegarem, +300. Pra ganharem o título? +50000. Basicamente estão dizendo: “esquece, não vai rolar”.

    Mas eu não sei, cara. É o Steph Curry voltando. O cara que já fez cada absurdo na carreira que a gente perdeu a conta. Lembro da temporada 2015-16 quando eles fizeram 73 vitórias, ou dos títulos de 2017 e 2018 quando eram praticamente imbatíveis.

    Claro que não é mais aquele time. O Klay não tá mais lá, o Draymond tá mais velho, a dinastia meio que acabou mesmo. Mas cinco jogos podem ser suficientes pra pelo menos chegarem no play-in com moral alta.

    Vocês acham que os Warriors conseguem fazer uma última dancinha nos playoffs? Ou essa temporada já era mesmo e é melhor pensar na próxima?

  • Blazers e Warriors vão se enfrentar no Play-In — que duelo!

    Blazers e Warriors vão se enfrentar no Play-In — que duelo!

    Galera, tá definido: Portland Trail Blazers e Golden State Warriors vão se encontrar no Play-In Tournament do Oeste. E olha, que confronto promete ser!

    Os caras estão travados na 9ª e 10ª posição respectivamente. Se as coisas continuarem assim até o fim da temporada regular, vamos ter Blazers vs Warriors numa partida única valendo vaga. Quem ganha avança, quem perde… tchau.

    A matemática cruel do Play-In

    Portland ainda tem uma chance remota de escapar — eles estão apenas 1,5 jogo atrás do LA Clippers pra pegar a 8ª posição. Já os Warriors? Bom, esses caras precisariam de um milagre: estão 3 jogos atrás dos Clippers.

    Sinceramente, acho que tanto Portland quanto Golden State já podem se preparar pro duelo direto. E que duelo, hem!

    Como funciona essa parada

    Pra quem ainda não manjou o esquema: o vencedor do confronto 9º vs 10º avança pra enfrentar quem perder o jogo entre 7º e 8º colocados. Quem ganhar essa segunda partida vira o 8º cabeça-de-chave dos playoffs.

    É meio confuso? É. Mas funciona.

    Eu, particularmente, tô curioso pra ver como o Warriors vai se comportar. Curry ainda tem aquela magia toda, mas o time não tá inspirando a mesma confiança dos anos de glória. E o Portland… cara, esses caras sempre aprontam quando ninguém espera.

    Vocês acham que o Curry consegue levar os Warriors pra mais uma campanha nos playoffs? Ou será que Portland vai dar o troco e mostrar que tá vivo nessa corrida?

    Uma coisa é certa: vai ser um jogaço. Play-In sempre entrega drama, e com essas duas equipes não vai ser diferente.

  • Coby White promete luta até o fim após derrota dolorosa pro 76ers

    Coby White promete luta até o fim após derrota dolorosa pro 76ers

    Cara, que dor no peito deve ter sido essa derrota dos Hornets. Imagina você tá lá, 13 pontos na frente no segundo tempo, pensando “finalmente vamos quebrar essa maldição de 10 anos sem playoffs”, e aí… BAM. Joel Embiid e Paul George decidem que não era bem assim que a coisa ia funcionar.

    O Charlotte perdeu por 118-114 em casa mesmo, depois de liderar por boa parte do jogo. E olha, não foi por falta de luta do Brandon Miller não — o cara cravou 29 pontos com 8 rebotes, mas quando o Sixers decidiu apertar no último quarto (26-17 a favor deles), não teve jeito.

    A realidade bateu forte

    Agora os Hornets estão com 39-35, ocupando a 10ª posição no Leste. Sabe o que isso significa? Play-in. E sabe o que é mais louco? Eles tão a apenas um jogo do Miami e do Orlando na briga por uma vaga melhor.

    Mas o que mais me chamou atenção foi a postura do Coby White depois do jogo. Em vez de ficar se lamentando, o cara já tava com a cabeça no próximo. “Machucou porque lutamos até o fim”, disse ele. “Sabemos o que tá em jogo. E obviamente, a Filadélfia também sabia.”

    Mentalidade de playoff chegando na hora certa

    O mais impressionante foi ele contar como foi o vestiário antes mesmo dos técnicos chegarem. Os jogadores já estavam conversando entre eles sobre como não deixar essa derrota afetar o próximo jogo. “Como podemos voltar amanhã com a mente renovada e prontos pra competir?”, foi a pergunta que rolou no grupo.

    Mano, isso é mentalidade de time que quer coisa grande. Charlotte pode não ter tradição de playoffs recente (10 anos sem ir, absurdo!), mas pelo jeito estão construindo algo sólido ali. E sinceramente? Eu acho que eles conseguem essa vaga sim.

    Com o play-in marcado para 14-17 de abril, cada jogo agora é final. E pelo que o Coby White falou, eles já entenderam isso. Resta saber se vão conseguir transformar essa dor em combustível — porque reta final de temporada não perdoa ninguém.

    Vocês acham que os Hornets conseguem quebrar esse jejum de uma década? Porque eu tô começando a acreditar nesse time…

  • Rockets ajudam Sixers duas vezes numa semana só

    Rockets ajudam Sixers duas vezes numa semana só

    Cara, que semana estranha foi essa pros fãs dos Sixers, viu? Uma daquelas situações bizarras da NBA onde você torce pra um time que nem é o seu — e por dois motivos completamente diferentes.

    Acontece que os Houston Rockets tiveram uma semana meio “morna”, ganhando duas e perdendo duas. Só que essas duas vitórias foram justamente contra Atlanta Hawks e Miami Heat, dois times que estavam disputando posição diretamente com Philadelphia no Leste. Resultado? Os Sixers ficaram a apenas um jogo da sexta colocação.

    O drama da draft pick dos Rockets

    Mas aí vem a parte mais louca da história: depois de ganhar dessas duas equipes importantes, os Rockets conseguiram a proeza de perder pro Chicago Bulls. Sim, aquele Bulls que tá claramente fazendo tanking. Eu não acredito nessa.

    Com essa derrota, a pick que Houston deve pros Sixers caiu da posição 24 direto pra 21. E olha que essa região tá uma briga de cachorro — os Rockets estão apenas meio jogo na frente do Denver Nuggets e Minnesota Timberwolves pela 21ª posição.

    Falando em Timberwolves, o próximo jogo dos Rockets é justamente contra eles, numa partida que vai passar na TV nacional. Depois fica mais tranquilo, porque eles vão pra Memphis enfrentar os Grizzlies.

    March Madness e os futuros calouros

    Enquanto isso, o March Madness tá rolando solto e já chegamos no Sweet-16. Alabama e Houston ainda estão vivos no torneio universitário, e ambos têm jogadores que apareceram nos mock drafts dos Sixers.

    Destaque pra Aday Mara, pivô de Michigan, que meteu 19 pontos no primeiro jogo do torneio e 16 no segundo. O companheiro dele Morez Johnson Jr. também não tá pra brincadeira: 21 pontos num jogo, 15 no outro.

    Iowa State continua voando no torneio, mas aí que tá o problema: Joshua Jefferson, um dos caras que pode interessar pros Sixers, machucou o tornozelo logo no primeiro jogo da segunda fase e perdeu a partida seguinte. Ninguém sabe se ele volta a tempo ainda. Uma pena, porque seria massa ver como ele se sai nos jogos grandes.

    Sinceramente? Tô gostando dessa situação dos Sixers terem algo pra torcer além da posição no draft. Faz tempo que o time não tinha essa chance de brigar por alguma coisa no final da temporada. E vocês, acham que eles conseguem sair da zona do play-in?

  • Suns no Play-In? E aí, contra quem vocês querem enfrentar?

    Suns no Play-In? E aí, contra quem vocês querem enfrentar?

    Olha, nunca pensei que ia escrever isso, mas parece que o Phoenix Suns tá caminhando direto pro Play-In Tournament. É, aquela fase que eles sempre conseguiram escapar até agora. E sinceramente? Tô com um friozinho na barriga só de pensar.

    Faltam apenas 10 jogos pra acabar a temporada regular, e as estatísticas não mentem: o Basketball Reference dá 91,8% de chance dos Suns terminarem em sétimo no Oeste. Ou seja, Play-In na certa. A última vez que chegaram perto foi em 2024, quando ficaram em sexto e tomaram uma vareada histórica do Minnesota na primeira rodada dos playoffs. Lembram? Eu ainda tenho pesadelos com aquela série.

    A realidade bateu na porta

    Cara, é estranho ver o Suns nessa situação. Desde que o Play-In foi criado em 2021, eles sempre conseguiram se manter longe dessa zona de perigo. Mas agora não tem jeito – é aceitar a realidade e pensar estrategicamente. Se vão jogar em casa como sétimo colocado, pelo menos que seja contra um adversário que dê pra encarar, né?

    E é aí que a coisa fica interessante. Quem vocês prefeririam enfrentar numa partida única, com tudo em jogo? Porque os candidatos não são moleza não.

    Clippers: o pesadelo que ninguém quer

    Com 62,4% de chance de ficarem em oitavo, o Los Angeles Clippers é provavelmente quem vem por aí. E olha, eles tão com 35-36, abaixo dos 50% de vitórias, mas não se enganem. Desde 20 de dezembro, os caras têm o sexto melhor recorde da NBA: 29-15. Absurdo.

    O mais louco? Eles se reinventaram completamente no meio da temporada. Mandaram James Harden pra Cleveland, Zubac pra Indiana, e em vez de desabar, encontraram um ritmo danado. Na minha opinião, isso é mais perigoso que qualquer superstar – time que joga coletivo e com propósito.

    O confronto direto entre Suns e Clippers terminou 2-2 na temporada, mas tem um detalhe importante: três desses jogos foram no começo da temporada, quando tudo ainda tava se ajustando. O único jogo recente foi em 1º de fevereiro, e os Clippers meteram 117 a 93. Uma surra que nem foi competitiva.

    Em março, enquanto os Suns fizeram 6-6, os Clippers foram 8-5. Tá vendo o padrão? Eles tão vindo forte quando mais importa.

    Portland: a segunda opção

    Com 26,2% de chance pro oitavo lugar, o Portland Trail Blazers tá meio game atrás dos Clippers. E aqui fica interessante: eles ainda vão se enfrentar duas vezes, incluindo no jogo 81 da temporada, dia 10 de abril. Pode ser que essa disputa vá até o último jogo, monstro.

    Contra Portland, os Suns levam vantagem de 2-1 na temporada. Pelo menos aqui dá uma respirada, né? Mas cuidado pra não subestimar – time jovem e perigoso pode aprontar quando menos espera.

    E vocês, o que acham? Preferem encarar a máquina bem azeitada dos Clippers ou apostar na imprevisibilidade dos Blazers? Porque uma coisa é certa: não vai ser moleza de jeito nenhum. O Play-In é cruel assim – uma noite, tudo ou nada. E depois de tudo que esse time passou, merecia pelo menos uma entrada mais tranquila nos playoffs, não é mesmo?