Tag: playoffs NBA

  • DiVincenzo se machuca feio no Game 4 e Wolves ficam no desespero

    DiVincenzo se machuca feio no Game 4 e Wolves ficam no desespero

    Cara, que situação desesperadora pros Timberwolves. O Donte DiVincenzo caiu no chão sem contato no começo do Game 4 contra os Nuggets e a coisa não pintou nada boa. Menos de dois minutos de jogo e o cara já estava indo pro vestiário mancando.

    Olha, eu vi o lance várias vezes e sinceramente me lembrou daquelas lesões no tendão de Aquiles que a gente viu ano passado com o Haliburton, o Tatum e o Lillard. Não é oficial ainda, mas o movimento foi bem parecido — ele errou um arremesso de três, foi buscar o rebote ofensivo com tudo e… crack. Caiu no chão segurando a perna direita.

    Série já estava conturbada pelas lesões

    E essa série já tava um caos de machucados. O Aaron Gordon perdeu o Game 3 pelos Nuggets por causa de uma contratura na panturrilha, o Peyton Watson nem jogou ainda por conta do posterior da coxa. Do lado dos Wolves, o Anthony Edwards tá lidando com problemas no joelho há um tempo — e ainda por cima saiu no segundo quarto do Game 4 depois que o Cam Johnson caiu em cima da perna dele.

    Ou seja: todo mundo quebrado, todo mundo no limite. E agora o DiVincenzo, que virou peça fundamental nesse time dos Wolves.

    DiVincenzo tinha virado titular absoluto

    Vocês lembram que o DiVincenzo saía do banco na temporada passada? Pois então, esse ano ele foi titular em todos os 82 jogos da temporada regular. Monstro. Mais de 12 pontos por jogo, quase 8 tentativas de três por noite — o cara virou um sniper mesmo.

    E a defesa dele tem sido crucial pra compensar a perda do Nickeil Alexander-Walker (que foi o Jogador que Mais Evoluiu na temporada). DiVincenzo não é só pontuação, é um cara que faz o trabalho sujo, marca os melhores atacantes do time adversário.

    Se for lesão séria mesmo — e pelo que eu vi, tem cara de coisa feia —, os Wolves vão ter que apostar ainda mais pesado no Ayo Dosunmu e no Bones Hyland saindo do banco. Os caras têm jogado bem nessa série, não vou mentir, mas agora a pressão vai ser absurda.

    E aí, vocês acham que os Wolves conseguem segurar essa série sem o DiVincenzo? Com o Edwards também machucado, a situação ficou bem complicada em Minneapolis.

  • Magic atropela no clutch e vira série contra Detroit com vitória épica

    Magic atropela no clutch e vira série contra Detroit com vitória épica

    Mano, que jogo foi esse do Orlando ontem à noite? O tipo de partida que você assiste e fala ‘cara, isso aqui é basquete de playoff mesmo’. O Magic simplesmente destruiu o Detroit nos momentos finais, fechando com uma sequência de 9-0 que calou o Little Caesars Arena e virou completamente essa série de primeira rodada.

    113 a 104 pro Magic. Orlando agora lidera por 2-1 contra o primeiro colocado da conferência leste. E olha, não foi sorte não — foi basquete inteligente, defesa no talo e clutch time de dar inveja.

    Banchero e Bane salvaram a pátria

    Paolo Banchero com 25 pontos sendo Paolo Banchero — o moleque simplesmente não treme na pressão. Mas cara, quem roubou a cena mesmo foi Desmond Bane. SETE bolas de três! Recorde da franquia em playoffs. O maluco estava pegando fogo, acertando de onde bem entendia.

    Agora, vamos falar sério: quem realmente ganhou esse jogo foi a defesa do Orlando em cima do Cade Cunningham. O All-Star do Detroit ficou perdido — 8 de 23 nos arremessos e NOVE bolas perdidas. Nove! Amarraram o cara completamente. E sinceramente, era isso que o Magic precisava fazer: cortar a cabeça da cobra.

    Detroit sentiu o peso do favoritismo

    O problema do Pistons continua sendo o mesmo desde o início dos playoffs: cadê o segundo pontuador? Cunningham não pode carregar o time sozinho, e ontem ficou claro que quando você neutraliza ele, Detroit não tem plano B.

    Tobias Harris até tentou com 23 pontos, Jalen Duren foi um monstro na defesa com 5 tocos, mas não rolou. Quando chegou a hora H, quando o jogo pediu sangue frio, só tinha o Magic na quadra.

    E que virada foi aquela no quarto período, hein? Detroit estava perdendo por 13, conseguiu virar e fazer 105-104. Eu já estava pensando ‘pronto, experiência de primeiro colocado falou mais alto’. Aí o Orlando falou: ‘peraí que a festa é nossa’. 9-0 e tchau, Detroit.

    O X da questão: Wendell Carter Jr.

    Todo mundo vai falar do Bane e dos três pontos, do Paolo e da frieza dele. Mas olha, quem entende de basquete sabe que o cara do jogo foi Wendell Carter Jr. Não pelos 14 pontos ou 8 rebotes — foi pela defesa. O maluco estava em tudo quanto é lugar, switchando, protegendo o garrafão, incomodando o Cunningham.

    Essa versão do Magic me lembra muito aqueles times que você subestima no papel mas que são uma pedra no sapato de qualquer adversário. Eles têm química, têm jogadores que assumem responsabilidade nos momentos decisivos.

    E vocês, acham que o Orlando consegue fechar a série em casa na segunda-feira? Porque uma coisa é certa: Detroit está com a corda no pescoço agora. Primeira cabeça de chave eliminada na primeira rodada seria um vexame histórico para o Pistons.

    Jogo 4 é na segunda à noite, e pelo andar da carruagem, vai ser de infarto. O Magic tá sentindo o gostinho da zebra, e quando um time underdog pega confiança assim… é perigoso, muito perigoso.

  • Knicks acordaram! Defesa monstro empata série com Hawks em 2-2

    Knicks acordaram! Defesa monstro empata série com Hawks em 2-2

    Meu amigo, os Knicks finalmente apareceram no jogo 4! Depois de três jogos apanhando dos Hawks, Nova York decidiu que chega de moleza e partiu pra porrada física em Atlanta. O resultado? Uma surra de 114-98 que empatou a série em 2-2.

    Desde a bola ao alto você via que era outro time. A intensidade defensiva que estava faltando toda a série apareceu de uma vez — e os Hawks simplesmente não conseguiram acompanhar o ritmo. Foi como ver o Knicks do ano passado, aquele que chegou nas finais da Conferência Leste.

    KAT comandou a festa com triple-double

    Karl-Anthony Towns finalmente mostrou por que foi a grande contratação da temporada. Triple-double com 20 pontos, 10 rebotes e 10 assistências — números que um pivô não faz todo dia, né? O cara distribuiu bola como um armador e ainda dominou o garrafão.

    Mas não foi só ele. OG Anunoby e Josh Hart jogaram um absurdo no primeiro tempo, combinando 21 pontos em 9 de 16 arremessos. Anunoby terminou com 22 pontos e 10 rebotes. Quando o elenco todo funciona assim, fica difícil pra qualquer adversário.

    Hawks não conseguiram respirar

    Do outro lado, Atlanta teve uma noite para esquecer. CJ McCollum até tentou segurar as pontas com 17 pontos, mas errou todos os quatro arremessos de três que tentou. O resto do time? Nem se fala — 37% de aproveitamento nos três primeiros quartos e 17 bolas perdidas.

    Olha, eu não esperava uma queda de rendimento tão grande dos Hawks. Zero pontos em contra-ataques. ZERO! É como se o Knicks tivesse sugado toda a energia deles com aquela pressão defensiva sufocante.

    Jalen Brunson até machucou o tornozelo no terceiro quarto, foi pro vestiário, voltou enfaixado e ainda bateu o joelho com um jogador dos Hawks mais tarde. Mesmo assim, continuou jogando — é ou não é raça?

    Agora é melhor de três

    A série volta pra Madison Square Garden na terça-feira completamente em aberto. Sinceramente acho que os Knicks encontraram o caminho — quando eles jogam com essa intensidade física, são muito difíceis de parar. A questão é: será que os Hawks vão conseguir responder na mesma moeda?

    Vocês viram como a torcida do Knicks tomou conta da State Farm Arena? “Let’s go Knicks” ecoando em Atlanta é algo que você não vê todo dia. Esse time tem uma energia contagiante quando está no modo playoffs.

    E aí, quem vocês acham que leva essa série agora? Os Hawks vão conseguir se recuperar dessa pancada ou o Knicks embalou de vez?

  • Embiid segue ‘duvidoso’ pro Jogo 4 – será que rola dessa vez?

    Embiid segue ‘duvidoso’ pro Jogo 4 – será que rola dessa vez?

    E lá vamos nós de novo com essa dança do “vai jogar, não vai jogar” com o Joel Embiid. O cara tá listado como duvidoso pro Jogo 4 contra os Celtics, exatamente igual estava pro Jogo 3 — e sabemos como terminou essa história, né? Cortaram ele de última hora.

    Olha, eu entendo a situação. Embiid passou por uma apendicectomia e tá se recuperando, mas sinceramente? Essa indefinição tá deixando todo mundo maluco. O Nick Nurse falou que o Embiid tá fazendo trabalhos individuais na quadra, até treinou com alguns companheiros, mas “ainda não tá pronto”.

    A matemática do “duvidoso” do Embiid

    Aqui vai uma curiosidade interessante que descobriram: das cinco vezes que o Embiid foi listado como duvidoso nesta temporada, ele só jogou duas. E nas duas ocasiões que ele entrou em quadra, mudaram o status dele pra “questionável” ou “provável” algumas horas antes do jogo.

    Então fica a dica aí galera — se até o shootaround da manhã ele continuar como duvidoso, pode ir se preparando pra mais um jogo sem o Big Man dos Sixers. É meio que um código não-oficial já.

    O que me impressiona é como o Philadelphia depende desse cara. Sem ele, a série contra Boston fica bem mais complicada. Tá 2-1 pro Celtics, e sinceramente, sem o Embiid dominando o garrafão, fica difícil competir com aquele time.

    Oubre Jr. também preocupa

    E pra completar o cenário, agora o Kelly Oubre Jr. apareceu no relatório médico também — questionável por dores no adutor direito. Cara jogou quase 40 minutos no Jogo 3, inclusive nos momentos decisivos, então deve ter sentido algo durante a partida.

    É aquela coisa né, playoffs é isso aí mesmo. Todo mundo jogando no limite, machucado, com dor. O próprio Tyrese Maxey confirmou que vai ter que usar aquela tala no dedo até o final da temporada — desde 28 de março com essa história.

    Vocês acham que o Embiid consegue voltar pra esse Jogo 4? Eu tô começando a ficar cético. A recuperação de apendicite não é brincadeira, e forçar a barra pode ser pior ainda. Mas ao mesmo tempo, sem ele, as chances do Philadelphia nessa série ficam bem menores.

    O shootaround da manhã vai ser decisivo. Se ele não subir de status até lá, pode ir preparando o coração pra mais uma decepção da torcida dos Sixers.

  • Shai destruiu os Suns: Thunder a uma vitória da vaga

    Shai destruiu os Suns: Thunder a uma vitória da vaga

    Cara, o Shai Gilgeous-Alexander simplesmente decidiu que ia acabar com o psicológico do Phoenix Suns ontem à noite. O cara acertou os primeiros NOVE arremessos da partida como se estivesse treinando sozinho na quadra. Resultado? 42 pontos em 15 de 18 tentativas e o Oklahoma City Thunder agora está 3-0 na série, praticamente carimbando a vaga para a segunda rodada dos playoffs.

    Sinceramente, eu já esperava que o OKC fosse favorito nessa série, mas não imaginava que seria TÃO fácil assim. 121 a 109 e a sensação de que o Thunder nem precisou suar a camisa pra vencer.

    Cadê o Devin Booker que a gente conhece?

    Olha, eu preciso falar sobre o elefante na sala: onde diabos está o Devin Booker? O cara que todo mundo considera um dos melhores cestinhas da liga marcou apenas 61 pontos em TRÊS JOGOS. Isso dá uma média de pouco mais de 20 pontos, o que pra ele é quase uma ofensa.

    Tá, ele até machucou o tornozelo no terceiro quarto, mas voltou pro jogo. O problema não é físico — é mental mesmo. Parece que ele tá com medo de assumir o protagonismo que o Phoenix tanto precisa. Tá armando jogadas, fazendo assistências, mas cadê aquele Booker que resolvia o jogo sozinho?

    Na minha visão, não adianta nada o Suns ter lutado tanto pra conseguir uma vaga nos playoffs se o principal jogador não vai aparecer na hora que mais importa.

    OKC jogando no automático

    A coisa mais impressionante dessa série é como o Thunder parece estar jogando no piloto automático. É como se eles soubessem que não precisam dar 100% pra ganhar — e tão certos disso que realmente não estão dando.

    O banco de reservas do OKC meteu 36 pontos contra apenas 12 do Phoenix. Trinta e seis! Jaylin Williams, Cason Wallace, Jared McCain e Alex Caruso simplesmente destruíram. É um luxo que poucos times têm na NBA.

    E mesmo com a lesão do Jalen Williams (que deve ficar algumas semanas fora), parece que não faz diferença. Esse time tá construído pra ir longe nos playoffs, e eu não ficaria surpreso se chegasse nas finais.

    E aí, vocês acham que o Suns ainda consegue reagir no jogo 4? Porque sinceramente, tá difícil de acreditar. Quando um time tá 3-0 numa série, especialmente dominando desse jeito, é praticamente impossível dar a volta por cima.

    O que mais me impressiona é a tranquilidade do Shai. O cara acabou de ganhar MVP da temporada regular E das finais do ano passado, e continua jogando como se nada tivesse mudado. Essa frieza no sangue é algo que poucos jogadores têm — e é exatamente por isso que ele tá nesse patamar.

  • Rockets podem trocar Alperen Sengun por superstar neste verão

    Rockets podem trocar Alperen Sengun por superstar neste verão

    Olha só que loucura chegou até mim: o Houston Rockets pode estar pensando em trocar Alperen Sengun por uma superstar consolidada neste verão. Sim, você leu certo — o pivô turco que vem fazendo um trabalho monstro nos últimos anos pode estar com os dias contados no Texas.

    Sengun acabou de fechar sua segunda temporada consecutiva como All-Star, com médias de 20.4 pontos, 8.9 rebotes e 6.2 assistências. O cara tá jogando muito, não tem como negar. Foram 34 double-doubles na temporada, empatando com Luka Dončić pelo nono lugar na NBA. Números absurdos para um pivô que ainda nem chegou no auge da carreira.

    Mas aí vem a decepção dos playoffs…

    E aí que a coisa complica. Os Rockets pegaram uma matchup favorável contra os Lakers no primeiro round — Dončić e Austin Reaves machucados, parecia que ia dar zebra. Só que não deu. Estão perdendo de 3-0 e correndo o risco real de levar uma varrida. Em casa, ainda por cima.

    Sengun não vem jogando aquele basquete que a gente esperava. Nas duas primeiras partidas, foram apenas 38.5% de aproveitamento nos arremessos. No Jogo 3, ele até melhorou — 33 pontos, 16 rebotes, 6 assistências em 47 minutos. Mas já era meio tarde, né?

    O que dizem os rumores de trade

    Segundo Will Guillory do The Athletic, se os Rockets forem eliminados dessa forma decepcionante, Sengun pode virar moeda de troca para buscar alguém como Giannis Antetokounmpo, Kawhi Leonard ou Donovan Mitchell. Giannis já foi cotado com Houston antes, então faz sentido o nome dele aparecer de novo.

    Na minha sincera opinião? Acho uma jogada arriscada demais. Sengun tem 25 anos e tá melhorando a cada temporada. Trocar ele por um veterano pode resolver a situação a curto prazo, mas e daqui a 3-4 anos? O que vocês acham — vale a pena sacrificar o futuro pelo presente?

    O problema é que pegar uma superstar dessas vai custar muito mais que só o Sengun. Houston vai ter que abrir mão de profundidade no elenco, e isso pode deixar o time vulnerável. É aquela velha questão: melhor ter três jogadores bons ou um craque e dois ruins?

    Uma coisa é certa — se os Rockets realmente levarem essa varrida, mudanças vão rolar no verão. E Sengun, infelizmente, pode ser o principal nome no mercado.

  • Bronny James brilha e Lakers fazem o impossível nos playoffs

    Bronny James brilha e Lakers fazem o impossível nos playoffs

    Cara, que noite foi essa nos playoffs! Os Lakers fizeram uma das viradas mais absurdas que eu já vi na minha vida — e olha que eu acompanho NBA há muito tempo. Estavam praticamente mortos contra os Rockets e conseguiram a vitória para abrir 3-0 na série. Sinceramente? Achei que Houston ia conseguir pelo menos uma em casa.

    E não foi só isso. Bronny James, o filho do King, finalmente mostrou por que tanto barulho foi feito em torno dele. O garoto entrou no final do terceiro quarto e simplesmente mudou o jogo. Três cestas de três seguidas, uma enterrada que deixou a casa abaixo — monstro demais.

    Celtics fazem a matemática funcionar

    Do outro lado do país, Boston fez exatamente o que todo mundo esperava: choveu bola de três. Vinte cestas do perímetro contra doze dos Sixers. Na minha visão, isso aí é pura matemática mesmo — uma hora a lei dos grandes números ia cobrar.

    O que mais me impressiona nos Celtics é como eles têm dez caras diferentes que podem acertar de longe. Payton Pritchard salvou o jogo com uma tripla absurda quando parecia que Philly ia virar, e depois o Tatum enterrou o último prego no caixão. É isso aí — quando você tem tanto armamento ofensivo, alguém sempre aparece.

    Os Sixers até tentaram. Chegaram a ficar a dois pontos de diferença faltando pouco mais de um minuto. Mas aí que tá — rebote ofensivo do Derrick White, bola pro Tatum, e tchau e benção. Essa é a diferença entre ter profundidade no elenco e depender de dois ou três caras.

    Spurs provam que não são só Wemby

    E os Spurs? Cara, que evolução! Todo mundo fica falando do Wembanyama (e com razão, o cara é um alienígena mesmo), mas ontem a equipe toda jogou. Bateram Portland por 120-108 e agora lideram a série por 2-1.

    O que mais me chama atenção é como San Antonio conseguiu criar uma identidade de jogo que não depende só do Victor fazer tudo. Claro que ele é o cara, mas quando você vê os outros jogadores aparecendo também, aí você sabe que o time evoluiu pra valer.

    Vocês acham que Portland ainda tem chances? Eu tô achando difícil, viu. Os Blazers até jogam bem em casa, mas esse time dos Spurs tá com uma confiança que não dá pra ignorar. E playoffs é isso — quem consegue manter a consistência por mais tempo leva.

    No final das contas, foi uma noite que mostrou por que os playoffs da NBA são simplesmente os melhores do esporte mundial. Drama, reviravolta, estrelas nascendo — tem tudo o que a gente ama nesse jogo.

  • LeBron e Smart fazem milagre nos últimos 28 segundos contra os Rockets

    LeBron e Smart fazem milagre nos últimos 28 segundos contra os Rockets

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Os Lakers estavam mortos e enterrados — perdendo por 6 pontos faltando menos de 30 segundos pro fim do jogo 3 contra os Rockets. 97% de chance de vitória pra Houston. Noventa e sete por cento!

    Aí o Marcus Smart resolve virar o Mago Houdini.

    O roubo que mudou tudo

    Com 27.8 segundos no relógio, o Smart simplesmente roubou a bola do Jabari Smith Jr. como se estivesse pegando doce de criança. Sofreu a falta, foi pra linha dos 3 lances livres e converteu todos. Friozinho na veia.

    “Foi uma jogada inteligente”, disse o Smart depois, e olha, com 12 anos de liga nas costas, o cara sabe mesmo o que tá fazendo. “Minha experiência de veterano. Aprendi alguns truques ao longo dos anos.”

    Mas o show ainda não tinha acabado.

    LeBron sendo LeBron aos 39 anos

    Faltando 13.6 segundos, o King pressionou o Reed Sheppard no fundo da quadra, roubou a bola, tocou pro Rui Hachimura e recebeu de volta pra enterrar uma bomba de 3 que empatou o jogo. Monstro demais.

    Na prorrogação, os Lakers dominaram 11-7. Smart terminou com 21 pontos, 10 assistências e 5 roubos de bola — números de gente que veio pra jogar mesmo. O Hachimura contribuiu com 22 pontos (8/14 nos arremessos) e ainda pegou um rebote ofensivo crucial que virou bandeja na prorrogação.

    E o LeBron? 45 minutos de quadra, 29 pontos, 13 rebotes e 6 assistências. Aos 39 anos, o cara ainda joga como se fosse moleque.

    Feito histórico (e sem as estrelas)

    Olha só que absurdo: os Lakers viraram um jogo perdendo por 6+ pontos nos últimos 30 segundos dos playoffs. Isso só tinha acontecido uma vez nos últimos 30 anos de pós-temporada, segundo a ESPN. É coisa de filme mesmo.

    E o mais impressionante? Fizeram isso sem o Luka Dončić (lesão no posterior da coxa) e sem o Austin Reaves (oblíquo esquerdo) há três semanas. São quase 60 pontos por jogo a menos no plantel. Como o próprio LeBron disse: “Não temos o luxo de ser passivos ou complacentes.”

    Agora é 3-0 na série. O jogo 4 é domingo em Houston, e pasmem: os Rockets ainda são favoritos por 4.5 pontos mesmo perdendo por 3-0. O Kevin Durant pode voltar da entorse no tornozelo esquerdo — será que consegue salvar a temporada deles?

    Sinceramente, depois do que vi ontem, acho que os Lakers vão fechar a série mesmo. E vocês, acham que Houston ainda tem chance de reagir?

  • Udoka detona Rockets após colapso épico: ‘Cresçam!’

    Udoka detona Rockets após colapso épico: ‘Cresçam!’

    Cara, o que aconteceu com o Houston Rockets ontem à noite foi de doer no coração. Seis pontos de vantagem nos últimos 28 segundos e conseguiram entregar o jogo pro Lakers de bandeja. 112-108 na prorrogação, e agora tão praticamente eliminados dos playoffs.

    Ime Udoka não teve papas na língua depois do jogo. O técnico mandou a real pros seus jogadores: “Cresçam. Vocês não são mais tão jovens assim”.

    A bronca veio na lata

    O mais louco é que o Udoka foi tão pistola que fez o time assistir os últimos 30 segundos da partida ALI MESMO, logo após o apito final. Imaginem a cena: os caras ainda suados, desanimados, e tendo que rever o pesadelo que acabaram de viver na quadra.

    “Erros horrendos”, foi como ele definiu. “Não sei se é juventude, medo do momento ou sei lá o que mais.” Sinceramente, eu entendo a revolta do cara. Com uma vantagem dessas, você simplesmente NÃO pode entregar o jogo.

    O que rolou foi surreal: 101-95 pro Rockets após duas perdas de bola consecutivas do LeBron. Parecia que tava ganho, né? Aí o Marcus Smart fez três lances livres numa falta em tentativa de três, e pra fechar com chave de ouro, o King roubou a bola do Reed Sheppard e cravou uma bomba de três pra empatar com 13 segundos no cronômetro.

    Sengun fez a parte dele, mas não foi suficiente

    O Alperen Sengun jogou pra caramba – 33 pontos e 16 rebotes, números de monstro. Mas perdeu o arremesso que poderia ter decidido o jogo nos segundos finais. Na prorrogação, o Lakers foi superior e fechou 11-7.

    E olha, a situação ficou ainda pior: o Kevin Durant perdeu o segundo jogo seguido por causa de uma torção no tornozelo esquerdo. Pra domingo não se sabe se ele joga. Sem o KD, fica muito mais difícil mesmo.

    Agora é aquela pressão absurda: ou ganham domingo em casa ou vão pra casa. As odds não ajudam – de favoritos a -315 no começo da série, agora tão sendo dados como zebras completas (+900) pra virar a série.

    “Agora vocês têm que buscar uma vitória no domingo e não deixar essa derrota bater duas vezes”, disse Udoka. E aí, galera – acham que os Rockets conseguem reagir em casa ou já era pra essa temporada deles?

  • Tatum resolve no clutch e Celtics abrem 2-1 contra os Sixers

    Tatum resolve no clutch e Celtics abrem 2-1 contra os Sixers

    Cara, que jogaço foi esse! Jayson Tatum simplesmente decidiu que não ia perder ontem à noite e carregou os Celtics nas costas para uma vitória crucial sobre o Philadelphia 76ers. O cara tá voltando com tudo depois daquela lesão no Aquiles que nos deixou preocupados na temporada passada.

    Nos minutos finais, quando o jogo tava pegando fogo e qualquer erro podia ser fatal, o Tatum fez aquilo que já esperamos dele: virou o monstro. Duas bolas de três pontos absurdas que praticamente selaram a vitória. É isso que separa os caras normais dos superstars — essa capacidade de decidir quando mais importa.

    Os Jays mandaram ver

    O que mais me impressiona é a sintonia entre Tatum e Jaylen Brown. Os dois terminaram com 25 pontos cada um, como se tivesse sido combinado. Brown ainda pegou 7 rebotes e mostrou que quando os dois estão ligados no 220V, é muito difícil parar Boston.

    Mas olha só essa estatística: Celtics fizeram 20 bolas de três contra apenas 12 dos Sixers. Vinte! Isso é muita pancada de fora do garrafão. E no rebote também dominaram, 45 a 37. Quando você ganha nesses dois fundamentos contra um time forte como Philadelphia, a vitória fica mais fácil.

    O clutch do Tatum

    Sinceramente, eu já esperava uma performance assim do Tatum. O cara terminou com 25 pontos, 7 assistências e ainda acertou 5 das 9 tentativas de três. Eficiência de craque mesmo. E o mais legal? Fez isso jogando coletivo, distribuindo bola e não forçando arremesso difícil.

    Payton Pritchard também merece destaque com seus 15 pontos saindo do banco. Esse garoto tem se tornado uma peça importante para os Celtics, principalmente quando precisa dar aquele gás extra vindo da reserva.

    Agora Boston tem uma vantagem de 2-1 na série e pode praticamente matar o jogo no próximo confronto. Vocês acham que os Sixers conseguem reagir jogando em casa, ou os Celtics vão fechar a série rapidinho? Na minha opinião, se o Tatum continuar nesse nível, vai ser muito difícil para Philadelphia reverter essa situação.