Tag: regra 65 jogos

  • Silver mantém regra dos 65 jogos e investigação do Kawhi tá quase no fim

    Silver mantém regra dos 65 jogos e investigação do Kawhi tá quase no fim

    Olha, o Adam Silver não tá brincando em serviço. O comissário da NBA deixou bem claro que a famosa regra dos 65 jogos veio pra ficar, mesmo com toda a pressão dos astros e agentes. E sinceramente? Eu entendo o lado dele.

    Falando antes do Jogo 1 das Finais, Silver foi direto ao ponto: “Não estou pronto pra apoiar uma mudança”. A regra, que obriga os caras a jogarem pelo menos 65 partidas (cerca de 80% da temporada regular) pra serem elegíveis aos prêmios individuais, tá funcionando exatamente como a liga queria.

    Os números não mentem, galera

    E olha que dado absurdo: antes da regra entrar em vigor na temporada 2023-24, cerca de um terço dos jogadores do All-NBA nem chegavam aos 65 jogos! Um terço, cara. É muito load management mesmo.

    Nesta temporada, apenas duas exceções foram aprovadas: Luka Dončić (que perdeu jogos por causa do nascimento do filho) e Cade Cunningham (que sofreu um pneumotórax). Já o Anthony Edwards tentou apelar e foi negado. A liga tem critério, né?

    “Acho que a regra está funcionando”, disse Silver. E eu concordo – finalmente os fãs podem ter mais certeza de ver seus ídolos em quadra quando compram ingresso.

    O caso Kawhi Leonard tá chegando ao fim

    Agora, sobre aquela investigação louca envolvendo Kawhi Leonard e a empresa Aspiration – cara, essa história é de filme. A investigação independente que começou em setembro tá quase terminando, segundo Silver.

    Pra quem não lembra: Leonard assinou um contrato de endosso de 4 anos e US$ 28 milhões com a Aspiration em 2022, mas o jornalista Pablo Torre alegou que ele nunca fez trabalho promocional nenhum pra empresa. Pior ainda: o contrato seria cancelado se ele saísse dos Clippers. Isso seria burlar o salary cap na cara dura.

    O timing é suspeito demais – Steve Ballmer (dono dos Clippers) investiu US$ 50 milhões na Aspiration na mesma época que o time fechou um patrocínio de US$ 300 milhões com a empresa. Coincidência? Eu duvido.

    Joseph Sanberg, cofundador da Aspiration, já foi condenado a 14 anos de prisão por fraude. E Silver deixou claro que nem o Prêmio Pulitzer que Torre ganhou pela reportagem nem essa condenação vão influenciar a decisão.

    “Não estaria fazendo meu trabalho se tomasse uma decisão baseada em percepção”, disse o comissário. “Meu trabalho é seguir os fatos.”

    A firma de advocacia que tá conduzindo a investigação vai entregar as conclusões pro Silver em breve. E aí? Vocês acham que os Clippers vão tomar punição pesada se for comprovada a burla?

    Uma coisa é certa: essa história toda mostra como a NBA não brinca quando se trata de salary cap. E olha que o Kawhi já ganhava US$ 176 milhões em 4 anos… será que precisava mesmo de mais US$ 28 milhões assim?

  • Silver mantém regra dos 65 jogos e defende: ‘Tá funcionando’

    Silver mantém regra dos 65 jogos e defende: ‘Tá funcionando’

    Olha, o Adam Silver não tá nem um pouco afim de mexer na polêmica regra dos 65 jogos. Falando antes do Jogo 1 das Finals entre Spurs e Knicks na quarta-feira, o comissário da NBA bateu o pé: “A regra tá funcionando”.

    Pra quem não lembra, desde a temporada 2023-24 a liga criou essa regra que exige que os caras joguem pelo menos 65 partidas na temporada regular pra serem elegíveis pros prêmios individuais — MVP, All-NBA, essas paradas todas. São quase 80% dos jogos da temporada.

    O problema do load management

    A ideia por trás disso é meio óbvia: fazer os astros jogarem mais na temporada regular ao invés de ficarem descansando ou “gerenciando lesões”. E sinceramente, era necessário mesmo.

    Os números são absurdos quando você para pra pensar. Nos anos 80 e 90, os principais jogadores perdiam menos de 11 jogos por temporada. Nos anos 2010, isso subiu pra 17,5 jogos. No início desta década? Quase 24 jogos por ano. Ou seja, os caras tavam basicamente perdendo um terço da temporada.

    Imagina se o Luka ou o Giannis simplesmente decidissem não jogar 30 jogos por ano? O torcedor que paga ingresso caro fica no prejuízo total.

    As exceções que confirmam a regra

    Mas nem tudo são flores. Nesta temporada a regra gerou uma baita polêmica. O Luka Dončić jogou 64 partidas (uma a menos que o mínimo) por causa de uma lesão no posterior da coxa. O Cade Cunningham do Pistons jogou 63 por um pulmão colapsado — imagina só.

    Os dois apelaram pra liga e conseguiram a elegibilidade, até ganharam vaga no primeiro time All-NBA. Mas sabe quem se deu mal? O Anthony Edwards do Minnesota. O cara jogou apenas 60 partidas, perdeu 11 dos últimos 14 jogos com lesão no joelho, teve médias absurdas (28,8 pontos, 5 rebotes, 3,7 assistências) e mesmo assim foi negado no recurso.

    Cara, eu acho meio injusto com o Ant-Man. O garoto tá jogando um basquete monstro, mas se machucou na reta final. É diferente de alguém que escolhe não jogar, né não?

    Silver não muda de opinião

    Mesmo com as críticas, o Silver tá firme na decisão: “Não tô pronto pra apoiar uma mudança ainda”. Ele disse que quando rolar a negociação do novo acordo coletivo com o sindicato dos jogadores, aí eles podem conversar sobre isso.

    E olha, o cara tem um ponto quando fala: “Não importa onde a gente coloque a linha, sempre vai ter jogadores do outro lado dela”. É verdade. Se fosse 60 jogos, alguém ia jogar 59. Se fosse 70, alguém ia jogar 69.

    O acordo atual vai até a temporada 2029-30, então pelo menos pelos próximos quatro anos essa regra vai continuar aí. E vocês, acham que tá certo ou deveria ter mais flexibilidade pra casos de lesão? Eu tô dividido, porque entendo os dois lados da história.

  • Luka e Cade conseguem recurso na NBA – e agora, quem leva o MVP?

    Luka e Cade conseguem recurso na NBA – e agora, quem leva o MVP?

    Olha só que reviravolta! Luka Dončić e Cade Cunningham conseguiram derrubar a regra dos 65 jogos da NBA e agora estão elegíveis para todos os prêmios da temporada, incluindo MVP e All-NBA. E o Anthony Edwards? Esse se ferrou – recurso negado.

    A liga anunciou ontem que tanto o Luka quanto o Cade se enquadraram na tal “cláusula de circunstâncias extraordinárias” do acordo coletivo. Sinceramente, eu não esperava que fosse dar certo, mas que bom que deu!

    Por que eles perderam jogos mesmo?

    O caso do Luka é meio emocionante, não vou mentir. O cara jogou 64 partidas, mas perdeu duas em dezembro porque voltou pra Eslovênia para o nascimento da filha. Mano, como você vai negar isso? É pai de primeira viagem, gente!

    Já o Cade teve azar mesmo – também com 64 jogos válidos porque saiu de uma partida em março com apenas 5 minutos após sofrer um pneumotórax (pulmão colapsado). Bagulho sério! Ficou fora 11 jogos na reta final.

    O Edwards tentou também com seus 61 jogos, mas tomou um não redondo. Às vezes a vida é assim mesmo.

    E agora, muda alguma coisa no MVP?

    Bom, nem o Luka nem o Cade devem ganhar o troféu de MVP – vamos ser realistas. Mas os dois provavelmente terminam no top 5, o que já é histórico pra caramba. E olha, ter seu nome entre os cinco melhores da temporada não é pouca coisa não.

    O mais provável é que ambos peguem uma vaga no All-NBA First Team. Pro Luka seria a sexta vez em oito temporadas (monstro demais), enquanto o Cade nunca conseguiu antes. Na pior das hipóteses, os dois garantem pelo menos um All-NBA, que já faz toda diferença no legado e no bolso também.

    Lakers e Pistons nos playoffs

    Agora, uma coisa é estar elegível pros prêmios, outra é estar disponível pros playoffs. O Luka continua machucado e foi até pra Espanha tratar a lesão no posterior da coxa. O JJ Redick falou que ele e o Austin Reaves estão “fora por tempo indeterminado”.

    Os Lakers estreiam sábado contra o Houston, mas com intervalos grandes entre os jogos. Se o LeBron conseguir esticar a série, quem sabe o Luka não volta?

    Já o Cade voltou a tempo e está 100% pros playoffs. Os Pistons conseguiram 60 vitórias pela primeira vez desde 2006 – mesmo sem ele no final da temporada. Absurdo!

    E aí, vocês acham que essa decisão da liga foi justa? Pra mim, nascimento de filho é motivo mais que suficiente pra perder jogo. Pneumotórax então, nem se fala!

  • NBA libera Cade e Luka pra concorrer aos prêmios, mas Edwards fica fora

    NBA libera Cade e Luka pra concorrer aos prêmios, mas Edwards fica fora

    Olha só que situação interessante: a NBA e o sindicato dos jogadores acabaram de anunciar que Cade Cunningham e Luka Dončić vão poder concorrer aos prêmios da temporada, mesmo não tendo jogado os 65 jogos mínimos exigidos.

    E o motivo? Circunstâncias extraordinárias — e olha que faz sentido mesmo.

    Os casos que a liga considerou válidos

    Cade jogou 63 partidas porque teve que ficar fora por 12 jogos com um pulmão colapsado. Cara, isso é sério pra caramba! Foi diagnosticado em março e, sinceramente, saúde não se brinca. O garoto tava tendo uma temporada absurda com os Pistons — finalmente mostrando por que foi primeira escolha do draft.

    Já o Luka perdeu algumas porque foi pra Eslovênia pro nascimento da filha. E olha, quem é pai aqui sabe que não tem discussão — família em primeiro lugar, sempre. São prioridades que vão muito além do basquete.

    Na minha opinião, a liga acertou em cheio. Ambos os casos são genuinamente extraordinários, não foi moleque ou lesão por descuido.

    Edwards fica de fora e deve estar pistola

    Agora, Anthony Edwards tentou a mesma jogada mas se ferrou. Jogou só 60 partidas e pediu pra ser considerado também, mas o árbitro independente negou o pedido.

    Não divulgaram exatamente qual foi a justificativa do Ant-Man, mas aparentemente não convenceu ninguém. E olha que ele tá tendo uma temporada monstruosa com os Wolves — deve estar mordido de raiva agora.

    É complicado porque a regra dos 65 jogos existe justamente pra evitar que jogadores descansem demais e ainda concorram aos prêmios principais. Mas esses casos do Cade e Luka mostram que tem situações onde faz sentido ter flexibilidade.

    E aí, vocês acham que a NBA tomou a decisão certa? Eu acho que sim — pulmão colapsado e nascimento de filho são coisas que não dá pra programar ou evitar. Já o caso do Edwards… bom, sem saber os detalhes fica difícil opinar.

    Uma coisa é certa: isso vai dar muito pano pra manga nas discussões de MVP, Jogador Mais Melhorado e por aí vai. A temporada tá longe de acabar, mas essa decisão já mexeu com o cenário de prêmios.

  • Luka e Cunningham ganham recurso e podem disputar prêmios da NBA

    Luka e Cunningham ganham recurso e podem disputar prêmios da NBA

    Olha, às vezes a liga tem coração mesmo! Luka Dončić e Cade Cunningham acabaram de conseguir uma prorrogação pra disputar os prêmios de fim de temporada, mesmo não tendo jogado os 65 jogos obrigatórios. A NBA e o sindicato dos jogadores bateram o martelo na quinta-feira e liberaram os dois.

    O caso do Luka é até emocionante — ele perdeu apenas dois jogos em dezembro porque viajou pro nascimento da filha no exterior. Cara, imagina você perdendo o nascimento do seu filho por causa de basquete? Terminou a temporada com 64 jogos, um a menos que o mínimo exigido.

    Cunningham teve azar médico

    Já o Cade passou por uma parada bem mais séria. O garoto sofreu um pneumotórax (pulmão colapsado) em março e ficou 12 jogos fora, terminando com 63 partidas. Sinceramente, acho que casos médicos assim não deveriam nem entrar na conta — o moleque quase morreu em quadra!

    “Sou grato ao sindicato por lutar por mim e à NBA pela decisão justa”, postou o Luka no X. Dá pra sentir o alívio dele. Essa temporada dos Lakers foi especial demais pra ele ficar de fora dos prêmios por dois jogos.

    Edwards não teve a mesma sorte

    Agora, o que me deixou meio revoltado foi o caso do Anthony Edwards. O cara dos Timberwolves jogou 60 partidas, perdeu tempo por causa de uma infecção, e o árbitro negou o recurso dele. Sério? O empresário do Ant até falou que ficou confuso com a decisão — por que liberar o Cade que se machucou em quadra e não o Edwards que teve um problema de saúde?

    O técnico do Minnesota, Chris Finch, não poupou críticas: “Não sei por que temos uma regra se há um processo de recurso que é aceito em dois terços dos casos. Parece mais uma sugestão do que uma regra”.

    E olha, ele tem razão. Essa regra dos 65 jogos virou uma bagunça total essa temporada. Giannis, Curry, LeBron, Devin Booker — galera pesada ficou de fora dos prêmios. Enquanto isso, Wembanyama e Jokic passaram os últimos meses correndo atrás do número mínimo.

    O comissário Adam Silver ainda diz que a regra tá funcionando, mas será mesmo? Quando você tem que fazer malabarismo pra grandes estrelas conseguirem disputar prêmios, alguma coisa não tá certa. E aí, vocês acham que essa regra faz sentido ou é hora de repensar?

  • Wemby se salva por um fio e continua na briga pelo MVP

    Wemby se salva por um fio e continua na briga pelo MVP

    Cara, que susto passou o Victor Wembanyama! O francês quase ficou de fora da corrida pelo MVP por causa de uma lesão nas costelas, mas conseguiu jogar os 20 minutos necessários contra o Dallas e garantiu sua elegibilidade para os prêmios de fim de temporada.

    Olha, vou ser sincero: essa regra dos 65 jogos tá deixando a temporada meio tensa. O Wemby machucou as costelas no jogo contra o Philadelphia no dia 6 de abril e ficou com apenas três jogos restantes pra conseguir o que precisava. Imagina a pressão — um cara de 2,24m jogando machucado só pra não perder a chance de disputar o MVP.

    A regra que tá tirando todo mundo de campo

    Essa história da regra dos 65 jogos tá sendo um negócio complicado mesmo. Stephen Curry, LeBron James, Anthony Edwards… um monte de estrela ficou de fora da disputa por prêmios por causa dessa regra que foi criada pra evitar tanking.

    O mais louco é que o Luka Dončić — que tava voando na corrida pelo MVP depois de um mês absurdo — vai ficar de fora por APENAS UM JOGO. Imagina a raiva que ele deve tá sentindo? E o Cade Cunningham também não vai poder disputar o All-NBA por causa de um problema no pulmão.

    No caso do Wemby, a situação era ainda mais específica: ele tinha jogado 63 jogos na temporada regular, mais o jogo da final da NBA Cup (que conta para a elegibilidade mas as estatísticas não entram na temporada regular — vai entender essa lógica da liga, né?).

    Francês jogando no sacrifício

    A regra exige que o cara jogue pelo menos 20 minutos pra contar como “jogo disputado”. E o Wembanyama já tinha usado suas duas exceções durante a temporada, então não dava pra fazer aquele esquema de colocar ele só no início e tirar logo depois.

    Sinceramente, achei meio insano ver o cara jogando machucado só por causa de uma regra. Mas ao mesmo tempo, entendo — disputar o MVP é o sonho de qualquer jogador, né? E o Wemby já tinha falado publicamente sobre querer ganhar o prêmio essa temporada.

    Agora ele continua na briga, mesmo ainda atrás do Shai Gilgeous-Alexander nas casas de aposta. E vocês, acham que o francês tem chance real de levar o troféu? Ou o Shai tá com a faca e o queijo na mão?

    Sindicato já tá puto com a regra

    A parte mais interessante dessa história toda é que o sindicato dos jogadores já tá pedindo pra mudar ou acabar com essa regra dos 65 jogos. Eles argumentam que “muitos jogadores merecedores foram injustamente desqualificados das honrarias de fim de temporada por essa cota arbitrária e excessivamente rígida”.

    E olha, eles não tão errados não. Ver caras como LeBron e Curry ficando de fora, ou o Luka perdendo por UM jogo só, é de partir o coração. A liga queria evitar tanking, mas acabou criando um problema diferente.

    O Wemby escapou dessa vez, mas quantos outros vão se machucar jogando no sacrifício só pra bater essa marca? Essa regra precisa de uma reformulada urgente.

  • Wemby machucado pode perder prêmios por conta da regra idiota da NBA

    Wemby machucado pode perder prêmios por conta da regra idiota da NBA

    Olha, não é possível que a NBA vai tirar os prêmios do Wembanyama por causa de uma regra que não faz o menor sentido. O francês está listado como “dúvida” para o jogo contra o Portland Trail Blazers de quarta-feira depois de bater as costelas no Paul George na vitória contra o Philadelphia 76ers.

    A situação é a seguinte: Wemby precisa jogar pelo menos 20 minutos em MAIS UM jogo para chegar aos 65 jogos obrigatórios da temporada. Se não conseguir, pode perder o Defensive Player of the Year (que tá praticamente garantido pra ele), ficar de fora da disputa do MVP e ainda perder a vaga no First Team All-NBA. É revoltante.

    O que aconteceu com o Alien

    Na segunda-feira contra os Sixers, Wemby trombou com o PG13 no segundo quarto e teve que ir pro vestiário. Voltou pro jogo mas pediu pra sair antes do intervalo — quem viu sabe que ele tava sentindo dor mesmo. Resultado: contusão nas costelas e fora do segundo tempo.

    As radiografias deram negativo (graças a Deus), mas ele ainda vai fazer exames mais detalhados. Segundo o Jeff Stotts, que acompanha lesões na NBA há anos, contusão nas costelas geralmente tira o jogador por 4.4 dias em média, ou seja, uns dois jogos no máximo.

    Sinceramente, em qualquer situação normal o San Antonio Spurs simplesmente pouparia o cara pro resto da temporada regular. Eles já garantiram a segunda colocação no Oeste, então faz todo sentido preservar a joia pra os playoffs.

    A regra mais idiota da liga

    Mas não é uma situação normal, né? Por causa dessa regra dos 65 jogos que a NBA inventou, Wemby pode ser prejudicado numa temporada HISTÓRICA. O moleque tá fazendo 24.8 pontos, 11.5 rebotes e LÍDER DA LIGA em tocos com 3.1 por jogo. Em apenas 29.2 minutos!

    É o tipo de coisa que me deixa pistola com a NBA. Criaram uma regra pra “forçar” os jogadores a jogarem mais, mas na prática pode punir um cara que perdeu jogos por lesão legítima. Wemby não tá faltando jogo por preguiça ou load management não — o francês é viciado em basquete.

    Segundo o Shams Charania, da ESPN, existe “confiança” de que ele vai conseguir jogar em pelo menos um dos três últimos jogos (Trail Blazers, Mavericks e Nuggets). Tomara que sim, porque seria uma injustiça absurda ver o melhor defensor da liga perder o prêmio por 20 minutinhos de quadra.

    E vocês, acham que a NBA deveria repensar essa regra dos 65 jogos? Porque pra mim, punir um fenômeno como Wembanyama por conta de uma contusão é de dar raiva mesmo.

  • Booker e a regra dos 65 jogos: injusta ou necessária?

    Booker e a regra dos 65 jogos: injusta ou necessária?

    Cara, a situação do Devin Booker com essa regra dos 65 jogos tá me deixando meio revoltado, não vou mentir. O cara jogou 66 partidas na temporada — sessenta e seis! — mas pode ficar de fora do All-NBA por causa de umas tecnicalidades absurdas.

    Vamos aos fatos: desde 2023, a NBA implementou essa regra que diz que um jogador precisa aparecer em pelo menos 65 jogos para ser elegível aos prêmios individuais. Até aí, ok. Mas tem um detalhe cruel: dessas 65 partidas, pelo menos 63 precisam ter mais de 20 minutos jogados, e no máximo duas podem ter entre 15-20 minutos.

    O problema do Book

    Booker tem 62 jogos completos na conta. Saiu machucado em duas partidas — uma contra os Lakers em dezembro (menos de 10 minutos) e outra contra os Spurs em fevereiro (também menos de 10). Como não jogou nem os 15 minutos mínimos nessas duas, elas simplesmente não contam pra regra.

    Resultado? Mesmo se ele jogar os quatro últimos jogos da temporada regular e ficar mais de 20 minutos em cada um, vai chegar apenas a 64 jogos “elegíveis”. Um a menos que o necessário.

    Sinceramente, isso é revoltante. O cara literalmente se machucou defendendo o time e agora pode perder a chance de ser All-NBA por causa de uma regra burocrática. Que mensagem isso passa pros jogadores?

    Quem mais se ferrou

    E olha, não é só o Booker não. Luka Dončić também tá com 64 jogos — se não fosse aquela suspensão por excesso de técnicas, estaria elegível. Curry jogou só 40 partidas. Anthony Edwards tá com 60 e mesmo jogando tudo que resta não consegue chegar lá.

    O mais absurdo? Cade Cunningham, que tava tendo uma temporada monstro e era candidato real ao All-NBA First Team, parou nos 61 jogos.

    Isso muda completamente o cenário. Com tanto craque de fora, Booker de repente vira uma opção mais atrativa. Os números dele não são espetaculares — 25.8 pontos, 45.5% nos arremessos, 33% de três — mas são sólidos. E numa liga onde disponibilidade virou luxo, ser consistente vale ouro.

    A regra faz sentido?

    Olha, eu entendo a intenção da liga. Querem os astros em quadra, querem que os fãs vejam os jogadores que pagaram pra ver. Faz sentido até.

    Mas essa rigidez toda me incomoda. Lesão faz parte do esporte, sempre fez. Punir um cara que se machucou no jogo me parece injusto demais.

    Pelo que soube, os Suns vão tentar um recurso — afinal, o Booker tecnicamente jogou 66 partidas, saiu só por lesão. Os Lakers aparentemente vão fazer o mesmo pro Luka.

    E aí, vocês acham que essa regra dos 65 jogos é justa? Ou deveria ter exceções pra lesões que acontecem durante o jogo? Pra mim, é hora de revisar essa parada. O basquete não funciona no vácuo — machucado acontece, sempre vai acontecer.

    No fim das contas, se o Booker ficar de fora do All-NBA por causa disso, vai ser uma das maiores injustiças da temporada. O cara deu o sangue pelo time a temporada toda.

  • Regra dos 65 jogos da NBA está acabando com as chances de prêmios

    Regra dos 65 jogos da NBA está acabando com as chances de prêmios

    Cara, a regra dos 65 jogos da NBA tá virando um pesadelo completo. Luka Dončić, Anthony Edwards, Cade Cunningham… todo mundo caindo fora da briga pelos prêmios por causa dessa regra maluca que obriga os caras a jogarem pelo menos 65 partidas na temporada regular.

    E olha só que absurdo: o Anthony Edwards foi desqualificado literalmente na última semana porque não jogou contra o Detroit. O cara tava na corrida pro All-NBA e perdeu tudo por uma partida. Uma! Sinceramente, isso é de chorar.

    Luka ainda tem uma carta na manga

    O Dončić tá numa situação interessante. Ele precisa de mais UM jogo com pelo menos 20 minutos pra se qualificar, mas tem uma lesão no posterior que pode deixá-lo fora do resto da temporada regular. A diferença é que ele vai tentar uma exceção por “circunstâncias extraordinárias” – perdeu dois jogos em janeiro porque virou pai. Será que a NBA vai aceitar essa?

    Na minha visão, deveria aceitar sim. O cara teve um filho, pelo amor! Mas conhecendo a liga…

    A lista dos “cancelados”

    Cade Cunningham também tá fora – teve um colapso no pulmão (que situação bizarra) e não joga mais nessa temporada. O agente dele e o sindicato dos jogadores tão pistola com isso, e eu entendo perfeitamente.

    Devin Booker? Muita gente ainda fala dele pra All-NBA, mas o cara foi desqualificado lá em março. Jogou 61 partidas, mas duas delas não contam porque jogou menos de 15 minutos.

    E tem mais: Stephen Curry, Giannis Antetokounmpo e LeBron James também tão fora da corrida. Imaginem só – alguns dos melhores jogadores da liga não podem nem concorrer aos prêmios.

    Isaiah Stewart resumiu bem: “Eu sinto que machuca os caras”. E três dias depois de falar isso, ele mesmo se lesionou e perdeu as chances do Defensivo do Ano. Irônico? Muito.

    A regra tem algumas exceções: não vale pra Sexto Homem, Calouro do Ano e Clutch Player. E se um cara jogar pelo menos 62 partidas e depois se machucar no final da temporada, pode ser que role uma exceção.

    Mas vamos ser honestos aqui – essa regra tá mais atrapalhando do que ajudando. Eu entendo a intenção de fazer os astros jogarem mais, mas quando você vê caras perdendo prêmios por uma ou duas partidas… aí já é demais, né?

    O que vocês acham? A NBA deveria flexibilizar essa regra ou tá certo mesmo em ser rígida assim?

  • Edwards perde All-NBA por 1 jogo – essa regra tá matando o basquete

    Edwards perde All-NBA por 1 jogo – essa regra tá matando o basquete

    Cara, isso aqui me deixa genuinamente irritado. Anthony Edwards — sim, o mesmo cara que tá fazendo uma temporada MONSTRUOSA — não vai conseguir disputar os prêmios individuais da NBA porque vai ficar 1 jogo abaixo do limite mínimo de 65 partidas.

    O Ant-Man tá fora do jogo de quinta contra o Detroit por causa de dores no joelho direito, e com isso não consegue mais bater a marca de 65 jogos que a liga exige pra você ser elegível pros prêmios de fim de temporada. Tecnicamente ele ainda poderia chegar lá se jogasse todos os jogos restantes dos Wolves, mas em uma das partidas que ele disputou, não teve minutos suficientes pra contar. Ou seja: tchau All-NBA.

    Os números que não mentem

    E olha só a sacanagem: Edwards tá fazendo 29.3 pontos, 5.1 rebotes e 3.7 assistências por jogo. Acertando 40.1% das bolas de três! Quarenta por cento! Pra um cara de 2 metros que joga como ele joga, isso é coisa de outro mundo.

    Na minha visão, esse seria facilmente o terceiro All-NBA Team do Edwards na carreira — e cara, ele tem só 24 anos. Tava sendo uma temporada histórica mesmo, daquelas que você lembra pra sempre.

    A regra dos 65 jogos tá uma palhaçada

    Edwards não tá sozinho nessa. Cade Cunningham, do Detroit, também vai ficar de fora pelos mesmos motivos. Dois jogadores ELITE que merecem reconhecimento, mas que vão ser prejudicados por uma regra que sinceramente acho que precisa ser repensada.

    Olha, eu entendo o lado da NBA — eles querem incentivar os caras a jogarem mais, a darem o máximo pros fãs. Mas quando você perde jogadores do calibre do Edwards e do Cunningham por causa de 1 ou 2 jogos… mano, isso não faz sentido.

    O Adam Silver até falou que a regra tá funcionando como planejado, então aparentemente não vai mudar tão cedo. Mas vocês acham que isso é justo? Um cara fazer a temporada que o Edwards tá fazendo e ficar de fora do All-NBA por causa de dor no joelho?

    Sinceramente, se fosse por mim, a regra seria mais flexível. Tipo, 60 jogos no mínimo, ou então algum sistema que leve em conta lesões comprovadas. Porque do jeito que tá, a gente vai continuar vendo craques ficando de fora dos prêmios por detalhes técnicos.

    E aí, o que vocês acham? A regra dos 65 jogos tá certa ou tá prejudicando o basquete?