Tag: regra 65 jogos

  • Anthony Edwards vira vítima da regra dos 65 jogos da NBA

    Anthony Edwards vira vítima da regra dos 65 jogos da NBA

    Olha, essa regra dos 65 jogos da NBA tá virando uma dor de cabeça que não aguento mais. O Anthony Edwards, que tá simplesmente voando nesta temporada como terceiro maior pontuador da liga, acabou de virar mais uma vítima dessa história mal contada.

    O cara do Minnesota tá tendo uma temporada monstro — único All-Star de um time que praticamente garantiu vaga nos playoffs, defendendo melhor que nunca e com os números de aproveitamento mais eficientes da carreira dele. Mas adivinha? Por causa de uma lesão no joelho e uma doença que o tiraram do jogo contra o Detroit na quinta, ele não vai conseguir bater os 65 jogos necessários pra ser elegível ao All-NBA.

    A matemática cruel que prejudica os craques

    A situação é absurda mesmo. Edwards tecnicamente ainda pode aparecer em 65 jogos, mas não pode acumular 65 jogos “elegíveis” (jogando pelo menos 20 minutos). Por quê? Porque no terceiro jogo da temporada, ele saiu com apenas três minutos jogados. Três minutos! E isso conta como jogo completo na conta.

    E não é só questão de legado não — tem grana envolvida. Uma seleção All-NBA garantiria pra ele a elegibilidade pro contrato supermax quando ele puder renovar em 2027. Agora, mesmo já tendo duas seleções All-NBA no currículo, vai ter que conseguir de novo na próxima temporada só por causa de alguns jogos perdidos.

    Outros astros na mesma sinuca

    Edwards não tá sozinho nessa. Cade Cunningham, Nikola Jokić e Kawhi Leonard tão todos a um jogo perdido de ficarem inelegíveis também. E tem casos que mostram como essa regra é mal pensada mesmo.

    Pega o LeBron James, por exemplo. O cara só pode jogar no máximo 61 partidas nesta temporada por causa de uma ausência de 14 jogos no começo. Mas já jogou 1.844 minutos. O Wembanyama, que vai ser elegível se jogar três dos últimos cinco jogos do Spurs, jogou 1.784 minutos. Ou seja, o LeBron jogou mais tempo total, mas a regra não considera isso.

    Sinceramente, acho que essa regra precisa de um ajuste urgente. Como que o Jokić pode voltar de lesão e entrar na corrida do MVP, mas se perder mais um jogo não consegue nem All-NBA? Faz sentido isso pra vocês?

    O Adam Silver falou recentemente que a regra tá funcionando, mas eu discordo. Se o objetivo é criar um registro histórico preciso, que problema essa regra resolve exatamente? Os eleitores já eram criteriosos antes — ninguém votava em maluco que não jogava.

    No final das contas, Edwards vai perder uma honraria que merece só porque o sistema não consegue diferenciar entre um cara que não joga por relaxo e outro que se machuca tentando ganhar jogo. É frustrante demais.

  • Cade Cunningham perde elegibilidade pra MVP — a regra dos 65 jogos atacou de novo

    Cade Cunningham perde elegibilidade pra MVP — a regra dos 65 jogos atacou de novo

    Cara, essa doeu. O Cade Cunningham vai ficar de fora por pelo menos mais uma semana por causa da lesão no pulmão, e isso significa uma coisa: ele não vai poder concorrer ao MVP nem fazer o All-NBA Team. A maldita regra dos 65 jogos acabou com o sonho do cara.

    Olha só que situação bizarra: o Cunningham estava tendo a temporada da vida dele — 24.5 pontos, 9.9 assistências e 5.6 rebotes por jogo. Números de MVP mesmo, não tem como negar. Mas aí ele sofre um pneumotórax (lesão no pulmão, coisa séria) no jogo contra Washington em março e já perdeu 8 jogos. Agora vai perder pelo menos mais 4.

    Detroit voando sem ele, mas…

    O mais louco é que os Pistons estão indo absurdamente bem mesmo sem o cara. 55 vitórias e 21 derrotas, brigando pelo melhor recorde do Leste! Eles foram 6-2 nos jogos sem ele e ainda por cima conquistaram o título da divisão Central pela primeira vez desde 2008. Até apareceu no banco contra o Toronto essa semana.

    Mas sinceramente? Isso não deveria importar pra elegibilidade de prêmios individuais. O moleque estava no papo de MVP antes de se machucar, e agora vai ficar de fora por causa de uma lesão que nem foi culpa dele.

    A polêmica regra dos 65 jogos

    A Associação dos Jogadores já veio com tudo criticar essa regra. E olha, eu concordo 100% com eles. Falaram que é “arbitrária e rígida demais” — e tá certo mesmo. Como é que você pune um cara que se machucou de verdade?

    O Adam Silver respondeu dizendo que a regra tá funcionando como deveria, mas demonstrou empatia pela situação do Cunningham. Cara, empatia é legal e tal, mas não resolve o problema do moleque, né?

    Na minha opinião, essa regra precisa de pelo menos uma exceção pra lesões graves. Pneumotórax não é moleza — é coisa que pode ser perigosa se não tratada direito. E aí o cara vai ser punido por cuidar da saúde?

    Vocês acham que essa regra dos 65 jogos faz sentido ou é sacanagem demais com quem se machuca? Porque pra mim, ver o Cunningham perdendo a chance de disputar o MVP depois da temporada monstruosa que ele tava fazendo é de partir o coração.

  • Kawhi fala sobre regra dos 65 jogos após lesão do Cade

    Kawhi fala sobre regra dos 65 jogos após lesão do Cade

    Olha, o Kawhi Leonard tá tendo a melhor temporada da carreira dele — e isso é falar muito, considerando que o cara já foi Finals MVP duas vezes. Mas agora ele se viu no meio de uma polêmica que tá pegando fogo na NBA: essa regra dos 65 jogos mínimos pra ser elegível pros prêmios de fim de temporada.

    A situação ficou tensa mesmo depois que o Cade Cunningham, que tava voando pelos Pistons, sofreu um colapso pulmonar e vai ficar fora por tempo indeterminado. O moleque tem apenas 61 jogos na temporada, e precisa de mais quatro pra chegar nos 65. Sinceramente? É de partir o coração ver um cara que tá fazendo 24.5 pontos, quase 10 assistências e levando Detroit pro topo do Leste ficar de fora da briga pelos prêmios por causa de uma lesão.

    A visão do Kawhi sobre a regra

    Quando perguntaram pro Leonard sobre isso após o jogo de quarta-feira, ele foi direto ao ponto — e falou algumas verdades que muita gente não quer ouvir:

    “Acho que é ótimo pra liga, tentando evitar que os caras simplesmente não joguem”, disse o Kawhi. “Mas como eu já falei antes, não acho que essa regra vai fazer ninguém jogar se tiver realmente machucado. Não faz sentido tentar aguentar um jogo se você tá com dor chata ou tentando controlar alguma coisa.”

    E o cara tem razão, né? A gente sabe como é — quantas vezes já vimos jogadores forçando a barra e piorando lesões? O próprio Kawhi é expert no assunto de gerenciar o corpo.

    Numbers absurdos do Klaw

    Falando em Kawhi, os números dele essa temporada são de outro planeta: 28.3 pontos por jogo, 50.4% nos arremessos de quadra, 38.4% de três e — pasmem — 90.1% nos lances livres. Isso com 6.3 rebotes e 2.0 roubos de bola por partida.

    O mais maluco? Ele tá com 49 jogos consecutivos marcando pelo menos 20 pontos. É a segunda maior sequência ativa da liga, atrás só do Shai Gilgeous-Alexander. E detalhe: é a maior sequência de qualquer jogador com 30 anos ou mais na NBA atual.

    Leonard jogou 57 dos 73 jogos do Clippers até agora e precisa de oito dos nove últimos pra ser elegível pros prêmios. Fora uma ausência de 10 jogos por torção no tornozelo direito em novembro, ele tem se mantido relativamente saudável — que já é uma vitória considerando o histórico dele.

    O dilema dos prêmios individuais

    “São honras individuais e todo mundo tá trabalhando duro pra conseguir All-NBA, All-Defensive, DPOY, Most Improved e MVP”, completou o Kawhi. “Quando você consegue uma dessas premiações, sabe que seu trabalho duro meio que valeu a pena.”

    Vocês acham que a NBA deveria rever essa regra em casos de lesão como a do Cade? Porque uma coisa é load management estratégico, outra é um cara ter um colapso pulmonar no meio da temporada.

    O que mais me impressiona é como o Kawhi conseguiu dar a volta por cima depois de tantas críticas sobre ele “não jogar” nas temporadas passadas. Agora ele tá aí, mostrando que quando saudável, continua sendo um dos melhores jogadores do planeta. E olha que os Clippers conseguiram sair de um buraco que parecia impossível — muito por conta dessa fase monstro do Leonard.

  • Doncic machucado quando mais precisa: MVP pode escapar pelas mãos

    Doncic machucado quando mais precisa: MVP pode escapar pelas mãos

    Olha, se tem algo que me deixa nervoso como fã de basquete é ver um jogador na corrida pelo MVP lidando com lesão no finalzinho da temporada. E é exatamente isso que tá acontecendo com Luka Doncic.

    O esloveno apareceu no injury report dos Lakers para o jogo contra o Nets com dores no posterior da coxa. Questionável para jogar. Normalmente isso seria só mais uma cautela normal do fim de temporada, mas tem um problemão: a maldita regra dos 65 jogos.

    A matemática cruel do MVP

    Doncic já perdeu 12 jogos nesta temporada por lesões legítimas. Jogou 61 partidas até aqui, ou seja, precisa de apenas quatro aparições para se qualificar pro MVP e outros prêmios individuais. Quatro jogos. Parece pouco, né? Mas quando você tá com dor no músculo posterior e ainda tem playoffs pela frente…

    Sinceramente, acho essa regra dos 65 jogos uma das piores coisas que a NBA implementou recentemente. Entendo a intenção – evitar que caras descansem à toa. Mas punir quem se machuca de verdade? Isso é cruel demais.

    LeBron James, com seus 39 anos nas costas, já perdeu a chance de estender a sequência histórica de 21 All-NBA Teams por causa dessa regra. Agora Luka pode perder um MVP que tá merecendo pra caramba.

    Lakers em posição delicada

    E tem outro complicador: os Lakers não podem se dar ao luxo de descansar o cara. Eles tão em terceiro no Oeste, mas essa conferência tá uma loucura. Um escorregão e eles podem cair direto pro Play-In ao invés de garantir playoff direto.

    É uma decisão impossível. Você força o jogador machucado sabendo que pode piorar tudo? Ou descansa e torce pra temporada não desandar?

    Na minha opinião, Doncic deveria jogar esses quatro jogos nem que seja 20 minutos cada. O MVP dele seria histórico – primeiro europeu a ganhar desde Dirk em 2007. E cara, depois de tudo que ele fez nesta temporada, seria uma injustiça gigante perder por causa de uma regra burocrática.

    E aí, vocês acham que ele consegue aguentar essas quatro partidas? Ou vão preferir preservar pro que realmente importa em maio?

  • Silver promete acabar com tanking: ‘Vamos resolver isso de vez’

    Silver promete acabar com tanking: ‘Vamos resolver isso de vez’

    Cara, o Adam Silver tá puto. E quando digo puto, é PUTO mesmo com essa história de tanking que virou epidemia na NBA.

    Em coletiva ontem depois da reunião com os donos das franquias, o comissário foi direto: “Nós vamos resolver isso… ponto final”. E olha, ele não tava brincando não. Disse que as mudanças vão ser “extremas” e que na próxima temporada os incentivos vão ser completamente diferentes.

    Sinceramente? Era hora. A situação chegou num ponto absurdo este ano, com nove times — NOVE! — mais preocupados em perder do que ganhar só pra pegar picks melhores no draft. É de dar vergonha alheia ver jogadores de alto nível sendo poupados em jogos importantes só porque o time quer tankar.

    O plano ainda é segredo

    Agora, o que exatamente Silver vai fazer? Aí que tá o mistério. Ele não deu detalhes, mas prometeu que vai ter uma reunião especial antes do draft deste ano pra definir as novas regras. Vai ser interessante ver o que sai dessa cabeça dele.

    Na minha visão, qualquer mudança já era pra ter acontecido há anos. Desde que os analytics mostraram que o caminho mais fácil pra montar um time campeão é através de picks altos, virou uma zona. Time bom de propósito jogando mal pra ficar em último? Isso não é basquete, é teatro.

    Regra dos 65 jogos continua firme

    E por falar em polêmica, Silver também falou sobre a regra dos 65 jogos mínimos pra prêmios de fim de temporada. Com o Cade Cunningham provavelmente ficando de fora do All-NBA por causa da lesão no pulmão (coisa séria, mano), todo mundo tá criticando essa regra.

    Mas Silver não tá nem aí. “Sempre soubemos que quando você desenha uma linha, alguém vai ficar do lado errado dela”, falou. E complementou que acha que a regra tá funcionando sim.

    Olha, eu entendo o ponto dele. Jogador tem que jogar pra ganhar prêmio, faz sentido. Mas o caso do Cade é foda — o cara tava voando antes da lesão, transformou Detroit completamente. Às vezes a vida acontece, né? Lesão não é culpa de ninguém.

    Vocês acham que Silver vai conseguir mesmo acabar com o tanking? Porque sinceramente, acho difícil. Enquanto existir draft e picks altos fizerem diferença, sempre vai ter time tentando dar uma de esperto. Mas vamos ver no que dá essa “solução extrema” que ele prometeu.

  • Silver mantém regra dos 65 jogos e Cunningham pode perder All-NBA

    Silver mantém regra dos 65 jogos e Cunningham pode perder All-NBA

    Olha, o Adam Silver não tá nem aí pra reclamação. O comissário da NBA deixou bem claro que a regra dos 65 jogos pra elegibilidade em prêmios vai continuar do jeito que está, mesmo com toda a pressão do sindicato dos jogadores e empresários.

    E sabe por que eu concordo com ele? Porque funcionou, cara. Antes dessa regra, os caras ficavam descansando a torto e a direito, inventando lesãozinha, e nós fãs que nos lasquem pagando ingresso caríssimo pra ver banco jogando.

    A regra tá funcionando mesmo

    “Eu acho que está funcionando”, disse Silver. “Se você olhar os números antes da implementação dessa regra, eles estavam indo na direção errada.” E ele tem razão, velho. Quantas vezes você não ficou puto porque seu jogador favorito “descansou” justo no jogo que você foi assistir?

    Silver ainda falou que as discussões sobre load management diminuíram desde que a regra entrou em vigor — e tá na terceira temporada já. Coincidência? Eu acho que não.

    Dá só uma olhada: o Wemby e o Jokic claramente forçaram a volta de lesão esse ano só pra bater os 65 jogos mínimos. Jokic especialmente — o cara é candidato a MVP e sabe que precisa desses jogos. Inteligente demais.

    Cunningham pode ser a vítima mais injusta

    Agora, o caso que tá pegando mal mesmo é o do Cade Cunningham. Mano, o garoto tava tendo uma temporada MONSTRO pelo Detroit, claramente merecendo uma vaga no All-NBA. Aí descobriram que ele tá com um pulmão colapsado — parada séria, não é lesãozinha inventada.

    E pode perder tudo por causa disso. Que situação mais injusta, né? O cara se matou a temporada inteira, elevou um time que era lixo, e agora pode ficar de fora dos prêmios por um problema de saúde legítimo.

    Sinceramente, acho que casos assim deveriam ter algum tipo de exceção médica. Uma coisa é o cara descansar porque “tá cansado”, outra é ter um problema sério de saúde. Mas enfim, regra é regra.

    E vocês, acham que a NBA deveria ser mais flexível em casos médicos específicos? Ou acham que qualquer exceção seria uma brecha perigosa pra furar a regra?

  • NBPA quer derrubar regra dos 65 jogos: ‘Cade não merece isso’

    NBPA quer derrubar regra dos 65 jogos: ‘Cade não merece isso’

    Olha, eu não consigo entender como a NBA ainda insiste nessa regra dos 65 jogos. Cade Cunningham tava voando na temporada — terceiro lugar nas pesquisas de MVP, praticamente garantido no First Team All-NBA — e aí se machuca mergulhando numa bola dividida. Pulmão colapsado, gente. O cara literalmente se machuca dando a vida pelo time e pode perder todas as premiações por causa de uma regra burocrática.

    A NBPA não engoliu essa e soltou uma nota pesadíssima hoje. Basicamente falaram que a regra dos 65 jogos tem que ser abolida ou pelo menos reformada pra criar exceções quando o jogador se machuca de verdade. E olha, concordo 100%.

    Quando a regra vira injustiça

    Cunningham precisa jogar mais cinco partidas pra se qualificar pros prêmios. Cinco jogos entre ele possivelmente ficar de fora pro resto da temporada regular por conta da lesão. É absurdo, cara.

    O agente dele, Jeff Schwartz, não poupou críticas: disse que Cade fez uma temporada de First Team All-NBA e que cair fora por uma “cota arbitrária” é ridículo. E tem razão — o cara tá carregando Detroit nas costas, os Pistons provavelmente vão ser cabeça de chave número 1 no Leste.

    Mas não é só com Cade que isso acontece. Há algumas semanas a gente tava com o coração na mão vendo se Jokic e Wembanyama iam conseguir voltar a tempo de bater os 65 jogos. Anthony Edwards ainda tá fora com lesão no joelho e precisa jogar sete dos próximos dez jogos do Minnesota.

    Load management virou problema maior

    Sinceramente? Eu entendo o que a NBA quis fazer com essa regra. Load management tava virando bagunça, estrelas faltando jogo por qualquer coisa. A liga usou os prêmios como “chantagem” — sem All-NBA, sem Super Max pro jogador.

    Mas aí que tá: os jornalistas que votam já levavam em conta quantos jogos o cara jogou! Se Cunningham não voltasse essa temporada, talvez ele saísse do First Team mas ainda mereceria um Second ou Third Team pelo impacto que teve. Agora essa discrição foi tirada das mãos de quem vota.

    E o pior: os jogadores reclamam que tão se arriscando a voltar cedo demais de lesão só pra bater a cota. Isso não deveria acontecer nunca.

    E aí, vocês acham que a NBA vai mudar essa regra? Porque na minha opinião, casos como o do Cade mostram que ela precisa de pelo menos uma reforma urgente. Ver um cara que fez uma temporada histórica ficar de fora dos prêmios por causa de uma lesão legítima é de partir o coração.

  • NBPA quer mudar regra dos 65 jogos após caso Cunningham

    NBPA quer mudar regra dos 65 jogos após caso Cunningham

    Olha, a situação do Cade Cunningham virou uma bomba na NBA e agora a associação dos jogadores tá batendo o pé pra mudar essa regra dos 65 jogos. E não é pra menos, né?

    O cara do Detroit tá fazendo uma temporada ABSURDA — provavelmente a melhor da carreira dele — mas pode ficar de fora de todas as premiações individuais por causa de um pulmão colapsado. Sim, você leu certo: pulmão colapsado. Uma lesão completamente fora do controle dele.

    A regra que tá pegando todo mundo

    Cunningham jogou 61 partidas até agora e precisa chegar nos 65 pra ser elegível pras premiações principais (MVP, All-NBA, essas paradas). Com a lesão que ele teve, vai ser praticamente impossível bater essa marca. E aí que a NBPA entrou com tudo.

    “A potencial inelegibilidade do Cade Cunningham após uma temporada que define carreira é uma clara condenação da regra dos 65 jogos”, disse o sindicato. Cara, quando eles falam assim é porque a coisa tá feia mesmo.

    E o Cunningham não tá sozinho nessa, viu? O LeBron James — 21 anos consecutivos no All-NBA — vai ter a sequência quebrada. O Giannis perdeu muitos jogos, o Curry também. Até o Jokic e o Wemby, que são candidatos ao MVP, tão na corda bamba.

    Por que essa regra existe?

    Olha, a regra foi criada com boa intenção. Era pra acabar com esse negócio de “load management” — jogadores descansando jogos importantes só por estratégia. Mas tá pegando quem realmente se machucou, e isso não faz sentido nenhum.

    O Donovan Mitchell resumiu bem: “Não é como se os caras tivessem descansando e perdendo esses jogos. São lesões legítimas”.

    Na minha visão, a NBPA tá certíssima. Tem que ter algum tipo de exceção pra lesões significativas. Imagina você fazendo a temporada da sua vida e ficar de fora das premiações por causa de uma lesão que nem você provocou?

    E aí, vocês acham que a NBA vai ceder e mudar a regra? Ou vão manter essa rigidez toda mesmo com casos como o do Cunningham?

  • NBPA quer derrubar regra dos 65 jogos após Cade Cunningham perder MVP

    NBPA quer derrubar regra dos 65 jogos após Cade Cunningham perder MVP

    Olha só que situação bizarra: o Cade Cunningham fez uma temporada monstro pelo Detroit Pistons, foi pro All-Star Game, tá jogando o fino da bola… e pode perder a elegibilidade pro MVP por causa de um pulmão colapsado. Isso mesmo que você leu.

    A NBPA (sindicato dos jogadores) finalmente bateu o pé e disse que chega dessa regra maluca dos 65 jogos mínimos pra concorrer aos prêmios de fim de temporada. E sinceramente? Era hora.

    A situação do Cade é absurda

    Cunningham jogou apenas 61 partidas até agora por causa dessa lesão séria – um pulmão colapsado não é brincadeira, gente. O garoto de 24 anos precisa aparecer em mais 4 jogos das 11 partidas que restam pro Pistons pra poder concorrer ao MVP e fazer parte do All-NBA. Uma corrida contra o tempo que não deveria existir.

    A porta-voz da NBPA não poupou críticas: chamou a regra de “arbitrária e excessivamente rígida”. E olha, eu concordo 100%. Quando você vê um cara tendo a temporada da vida sendo prejudicado por uma lesão séria, a regra deixa de fazer sentido.

    Não é só o Cade sofrendo

    A lista de estrelas que tão na mesma situação é de dar dó. Shai Gilgeous-Alexander (o atual MVP), Luka Doncic e Nikola Jokic – todos com 60 jogos ou menos. O Victor Wembanyama precisa jogar 8 dos últimos 10 jogos do Spurs pra continuar elegível pro Defensor do Ano.

    Cara, quando você vê nomes desse calibre sendo prejudicados, fica claro que tem algo errado com a regra. Esses caras são literalmente os melhores jogadores da liga!

    E o pior de tudo? A regra tá criando um incentivo perigoso. Jogadores machucados se sentem pressionados a voltar antes da hora só pra não perder a chance de concorrer aos prêmios. Isso é receita pro desastre.

    A regra que virou pesadelo

    Ironicamente, foi a própria NBPA que aceitou essa regra no acordo coletivo de 2023. Agora eles tão pedindo pra derrubar ou pelo menos criar exceções pra lesões significativas. O acordo vai até 2029-30, então vai ser uma briga longa.

    Na minha opinião, faz todo sentido ter uma regra pra evitar que jogadores “descansem” demais durante a temporada regular. Mas quando a lesão é real e séria? Aí complica. Vocês acham que deveria ter exceção pra casos médicos comprovados?

    Uma coisa é certa: ver o Cade perdendo a chance de concorrer ao MVP depois da temporada que ele fez é de partir o coração. Esperamos que a liga encontre uma solução que proteja tanto a integridade da competição quanto os jogadores machucados.

  • Sindicato dos jogadores quer mudar regra dos 65 jogos

    Sindicato dos jogadores quer mudar regra dos 65 jogos

    A regra dos 65 jogos tá causando o maior climão na NBA, galera. O sindicato dos jogadores (NBPA) saiu em defesa do Cade Cunningham, de Detroit, que pode ficar de fora das premiações individuais por causa dessa regra meio maluca. E olha, eles têm razão — a situação tá ficando absurda.

    O garoto do Pistons jogou apenas 61 partidas nesta temporada e agora tá se recuperando de um pulmão colapsado. Imagina só — o cara tem uma lesão séria dessas e ainda pode perder as chances de ser All-NBA por causa de um número arbitrário. Sinceramente, isso não faz o menor sentido.

    A situação tá feia pra galera

    E não é só o Cade que tá nessa furada. LeBron James — pasmem — vai ter sua sequência histórica de 21 anos consecutivos no All-NBA Team quebrada por causa dessa regra. Vinte e um anos, cara! Giannis Antetokounmpo e Stephen Curry também estão fora da briga.

    O mais doido é que até candidatos ao MVP como Nikola Jokic e Victor Wembanyama estão na corda bamba. Imagina se o Wemby, que tá fazendo uma temporada monstruosa, fica de fora das premiações por alguns jogos a menos? Seria um crime contra o basquete.

    Pelo menos Shai Gilgeous-Alexander e Luka Doncic ainda podem dar uma faltinha aqui e ali sem perder a elegibilidade. Mas convenhamos, a situação tá complicada.

    “É pelos motivos certos, mas é difícil”

    O Donovan Mitchell resumiu bem a parada: “É pelos motivos certos, mas é difícil”. E ele tem razão — a regra existe para evitar que os caras simplesmente descansem games importantes, mas não dá pra punir quem se machuca de verdade.

    A questão é que lesões fazem parte do jogo. Pulmão colapsado não é “load management” — é coisa séria. E quando você vê um cara que tá tendo a melhor temporada da carreira podendo ficar de fora das premiações por causa disso, fica claro que algo precisa mudar.

    O sindicato até mencionou que existe uma brecha na regra: jogadores com 62 games que sofreram lesão que encerra a temporada podem ser elegíveis. Mas isso não se aplica ao caso do Cade, porque tecnicamente ele ainda pode voltar.

    E aí, vocês acham que essa regra precisa mesmo de uma reformulada? Na minha opinião, criar exceções para lesões legítimas faria todo sentido. Afinal, ninguém quer ver talentos genuínos sendo penalizados por coisas que estão completamente fora do controle deles.