Tag: rookies NBA

  • Murray-Boyles faz história: primeiro Raptor premiado desde Barnes

    Murray-Boyles faz história: primeiro Raptor premiado desde Barnes

    Olha só que notícia massa chegou aqui do Canadá! Collin Murray-Boyles, aquele rookie dos Raptors que virou sensação na temporada, acabou de ser escolhido para o All-Rookie Second Team. E sabe qual é o mais legal? Ele é o primeiro jogador de Toronto a receber esse reconhecimento desde que o Scottie Barnes levou em 2022.

    Cara, eu confesso que não esperava isso no começo da temporada. O garoto chegou vindo da South Carolina meio que nas coxas, mas foi mostrando serviço aos poucos. Os números dele não gritam — 8.5 pontos, 5 rebotes, 2 assistências por jogo — mas quem assistiu os jogos sabe que o impacto vai muito além das estatísticas.

    A transformação nos playoffs foi absurda

    Agora, nos playoffs o bicho desandou mesmo. Murray-Boyles simplesmente virou outro jogador: 14 pontos, 6.4 rebotes e 2.4 assistências de média. No jogo 6 crucial, o moleque fez 5 roubadas + tocos (aqueles “stocks” que a galera ama acompanhar). Com apenas 2,01m de altura, estava jogando de pivô e segurando a parada contra caras bem maiores.

    “Isso me faz sorrir o tempo todo, só de poder fazer parte disso”, disse ele sobre jogar playoffs pelos Raptors. Mano, dá pra sentir a emoção do cara na fala, né?

    As comparações que estão rolando são interessantes

    Com o Jakob Poeltl machucado por várias semanas, Murray-Boyles assumiu a responsabilidade defensiva e começou a receber comparações com o próprio Scottie Barnes e até com o Draymond Green. Sinceramente acho que ele tá mais pro lado do Green — um especialista defensivo que sabe tocar a bola, mas não necessariamente um armador nato como o Barnes.

    O que me impressiona é como ele consegue fazer pump fake no garrafão e finalizar bem pertinho da cesta. Se melhorar os lances livres (que tá meio capenga ainda), vai ser difícil parar esse cara lá embaixo.

    Uma coisa engraçada: Murray-Boyles foi o que recebeu menos votos entre todos os escolhidos pro All-Rookie — apenas 66, enquanto o Ace Bailey teve 107. Mas olha, ele foi o único cara de time que chegou nos playoffs que não conseguiu entrar no First Team. Isso acontece porque ele saía do banco na maior parte dos jogos, enquanto outros rookies eram titulares absolutos em times mais fracos.

    E agora? O futuro promete muito

    Na minha visão, esse moleque tem potencial pra ser um dos melhores defensores da liga nos próximos anos. Lembram quando ele foi draftado em 9º lugar e ficou meio em choque quando chamaram o nome dele? Pois é, quem diria que em poucos meses estaria carregando os Raptors nos playoffs.

    Vocês acham que ele consegue evoluir o arremesso de 3 pontos também? Porque se conseguir esticar a marcação e forçar os pivôs adversários a saírem do garrafão… aí é que os Raptors vão ter uma arma perigosa mesmo.

    Enfim, parabéns pro garoto! Toronto tá de parabéns por ter apostado nele, e nós aqui do Sexto Homem vamos ficar de olho na evolução desse cara. Tem tudo pra ser uma peça fundamental nos próximos anos.

  • Flagg domina e forma time de rookies de outro mundo na NBA

    Flagg domina e forma time de rookies de outro mundo na NBA

    Cara, os calouros da temporada 2025-26 da NBA são simplesmente absurdos. Cooper Flagg não só confirmou todo o hype que vinha de Duke, como literalmente arrasou e foi escolha unânime pro First Team All-Rookie junto com mais quatro monstros.

    E olha que time se formou no Dallas! Flagg chegou nos Mavericks e já mostrou porque era considerado a joia número 1 do draft. O garoto tem 19 anos e joga com uma maturidade que impressiona — me lembra muito o LeBron quando chegou na liga, sabe?

    O quinteto dos sonhos rookies

    Junto com Flagg, o First Team veio completo: Kon Knueppel (Charlotte Hornets), VJ Edgecombe (Philadelphia 76ers), Dylan Harper (San Antonio Spurs) e Cedric Coward (Memphis Grizzlies). Todos unânimes, o que é coisa rara de ver.

    Harper no Spurs foi uma surpresa boa — imagina esse garoto aprendendo com Pop? Vai virar monstro. E o Edgecombe na Filadélfia… cara, os 76ers acertaram em cheio nessa escolha.

    O que mais me impressiona é como esses rookies chegaram já fazendo diferença. Normalmente a gente vê calouros sofrendo pra se adaptar, mas essa turma veio pra jogar desde o primeiro dia. Knueppel especialmente tem um arremesso de 3 que é pura arte.

    Second Team também tem qualidade de sobra

    No segundo time, Ace Bailey (Utah Jazz) deve estar roendo as unhas por não ter conseguido o primeiro time, mas convenhamos — a concorrência estava pesada. O garoto tem potencial de estrela, só precisa de mais consistência.

    Jeremiah Fears no New Orleans me chamou atenção também. Nome estranho, mas o jogo é sério. E o Maxime Raynaud no Sacramento? Francês de 2,11m que joga como pivô moderno — arremessa de longe e tem passe. Coisa linda de ver.

    Collin Murray-Boyles no Toronto e Derik Queen completando o time em New Orleans também merecem todos os elogios.

    Sinceramente, não lembro de uma classe de rookies tão forte assim desde 2003, quando veio LeBron, Carmelo, Wade e Bosh. Óbvio que ainda é cedo pra fazer essas comparações malucas, mas o potencial tá todo ali.

    E aí, quem vocês acham que vai ser o Rookie do Ano? Meu palpite fica com Flagg, mas Harper e Edgecombe também estão brigando forte. Vai ser uma disputa emocionante até o final da temporada!

  • Harper vira craque nos playoffs e mudaria tudo no redraft de 2025

    Harper vira craque nos playoffs e mudaria tudo no redraft de 2025

    Cara, vocês tão acompanhando os playoffs? Dylan Harper tá simplesmente monstruoso pelo San Antonio. O garoto que foi segunda escolha no draft de 2025 virou peça-chave nos Spurs e tá fazendo todo mundo repensar como aquele draft deveria ter sido.

    Olha só que absurdo: Harper se tornou o primeiro rookie dos Spurs a fazer múltiplos double-doubles nos playoffs desde Tim Duncan em 1998. Tim Duncan, gente! Ontem mesmo ele cravou 12 pontos e 10 assistências na vitória por 126-97 contra Minnesota no jogo 5. Os Spurs estão a uma vitória das finais de conferência.

    O trio que tá assombrando o Oeste

    Na minha visão, San Antonio acertou em cheio ao priorizar talento puro em vez de encaixe no elenco. Mesmo já tendo Stephon Castle (ex-calouro do ano) e De’Aaron Fox, eles pegaram Harper sem piscar. E tá dando super certo.

    A base formada por Victor Wembanyama, Harper e Castle tá simplesmente absurda. Três caras jovens que vão ser pedra fundamental da franquia por anos. Sinceramente, não esperava que Harper se adaptasse tão rápido ao nível dos playoffs – mas o moleque joga como se tivesse 10 anos de NBA.

    E não é só Harper brilhando não. Cooper Flagg levou o prêmio de calouro do ano em Dallas, VJ Edgecombe também tá voando… Essa classe de 2025 tá mostrando que veio pra ficar mesmo.

    E se fosse hoje?

    Com Harper jogando desse jeito, fica até difícil imaginar alguém tirando ele da segunda posição num redraft. Flagg continuaria sendo número 1 disparado – o cara tá no caminho certo pra ser All-NBA logo logo. Mas Harper? Mano, ele já tá entrando nas conversas de segundo melhor jogador dos Spurs atrás só do Wemby.

    O mais louco é que até Utah acertou com Ace Bailey na quinta posição, mesmo com toda aquela confusão dele querendo forçar ida pra Washington. O garoto tentou blefar, Jazz não comprou e hoje tá todo mundo feliz.

    Vocês acham que Harper pode mesmo ultrapassar alguns veteranos e virar a segunda opção dos Spurs já na próxima temporada? Porque do jeito que ele tá jogando, não seria surpresa nenhuma…

  • Dylan Harper tá voando nos playoffs — o sexto homem rookie que ninguém esperava

    Dylan Harper tá voando nos playoffs — o sexto homem rookie que ninguém esperava

    Olha, eu confesso que não esperava isso do Dylan Harper. Quando o garoto foi escolhido em segundo lugar no draft do ano passado, pensei: “Mais um jovem que vai levar uma temporada inteira pra se achar na NBA”. Que nada. O cara simplesmente decidiu que ia dominar os playoffs saindo do banco.

    136 pontos em 10 jogos de playoffs. Leram certo. Ele tá sendo o melhor reserva em pontuação de TODOS os times nos playoffs, inclusive à frente do Naz Reid (que já foi o Sexto Homem do Ano, galera). Absurdo.

    Aceitou o banco e virou arma secreta

    A história do Harper é interessante porque mostra como a humildade pode ser uma baita virtude na NBA. O cara foi segunda escolha geral, mas chegou no Spurs e encontrou De’Aaron Fox comandando a armação e o Wembanyama sugando todas as bolas. E sabe o que ele fez? Aceitou o banco numa boa.

    “Se ele jogasse em qualquer outro time da liga, estaria titular e provavelmente ganhando o prêmio de Rookie do Ano agora”, disse o companheiro Carter Bryant. É, a concorrência em San Antonio tá pesada mesmo.

    Mas aqui que mora o pulo do gato — Harper aprendeu a jogar SEM a bola. E isso, meus amigos, é ouro puro nos playoffs. O garoto consegue defender múltiplas posições, desde armador até ala-pivô em algumas situações. Seis dos dez melhores quintetos do Spurs nos playoffs têm ele em quadra.

    O Kawhi Leonard do futuro?

    Wembanyama soltou uma que me chamou atenção: “O mais impressionante é como ele controla o corpo. A consciência corporal dele, seja nas penetrações, nos saltos ou na relocação no ar.” Vindo do Wemby, isso é elogio pra caramba.

    E não sou só eu que tô vendo semelhanças com o Kawhi Leonard dos primeiros playoffs dele em 2012. A mesma tranquilidade, a mesma capacidade de fazer jogadas decisivas quando a pressão aperta. Harper tá com 20 anos e jogando como se tivesse cinco anos de experiência.

    Com 54,9% de aproveitamento nos playoffs e um saldo de +73 pontos quando ele tá em quadra… cara, os números não mentem. O Spurs tá liderando a série contra Minnesota por 3-2, e uma vitória os coloca numa semifinal de conferência contra o Oklahoma City Thunder.

    Sinceramente? Acho que San Antonio pode estar chegando no topo antes do tempo previsto. E vocês, acham que esse Harper tem potencial pra ser um dos grandes sextos homens da liga, ou ele vai acabar virando titular mesmo?

  • Os irmãos Harper fazem história nos playoffs da NBA

    Os irmãos Harper fazem história nos playoffs da NBA

    Mano, que história absurda os irmãos Harper estão escrevendo nos playoffs! Ron Harper Jr. e Dylan Harper — dois caras que passaram por Rutgers — estão vivendo realidades completamente diferentes na pós-temporada, mas juntos mostram como o basquete universitário pode formar jogadores pro nível mais alto.

    Ron Harper Jr.: A luta pela sobrevivência

    Vou ser sincero: quando vi o Ron começando o jogo 7 dos Celtics contra o Philadelphia, quase cuspi minha cerveja na TV. O cara foi de banco profundo pra titular numa partida de vida ou morte! Boston estava tão ferrado com lesões (principalmente do Tatum) que teve que apostar no Harper.

    Claro que ele só jogou 4 minutos no final das contas, mas cara… começar um jogo 7 de playoffs na NBA? Isso é coisa de filme. Mesmo com números modestos (1.8 pontos por jogo em 4.2 minutos), o que importa é que ele provou estar pronto quando chamaram.

    E olha, eu lembro desse garoto em Rutgers — sempre foi guerreiro. Agora está provando que pode ser confiável numa situação de pressão extrema. Isso vale ouro na NBA.

    Dylan Harper: O rookie que não tem medo

    Já o Dylan… nossa, esse moleque é um monstro! Enquanto o irmão mais velho luta por minutinhos, o caçula está destruindo geral como se fosse veterano. 12.6 pontos por jogo nos playoffs como ROOKIE? Absurdo!

    A performance dele no jogo 3 contra Portland foi de cinema: 27 pontos e 10 rebotes, com o Wembanyama machucado. Junto com o Stephon Castle, os dois fizeram 60 pontos e carregaram San Antonio nas costas. E não foi sorte não — o cara acertou 4 de 5 bolas de três e teve +25 de plus-minus.

    O que mais me impressiona é como ele parece tranquilo lá dentro. Nada de nervosismo de rookie, nada de pressa. Está jogando um basquete inteligente e eficiente, exatamente o que os Spurs precisavam.

    Dois caminhos, uma lição

    A diferença entre os dois é gritante, né? Ron lutando por cada minuto, Dylan já sendo peça fundamental do time. Mas sabe o que é mais legal? Os dois estão mostrando que existe espaço pra todo tipo de carreira na NBA.

    Ron está naquele caminho tradicional — batalhando, provando seu valor aos poucos, esperando a oportunidade. Dylan já chegou pisando forte, mas isso não diminui a importância do que o irmão está fazendo.

    Vocês acham que os dois vão conseguir se estabelecer de vez na liga? Eu apostaria que sim. Ron tem o perfil de jogador que toda equipe precisa — confiável, preparado, sempre pronto. E o Dylan… cara, esse aí pode virar estrela mesmo.

    Agora é torcer pra que San Antonio continue avançando (eles enfrentam Minnesota na segunda rodada) e o Ron consiga mais oportunidades na próxima temporada. Que história linda esses dois estão construindo!

  • VJ Edgecombe manda indireta pra quem ficou em casa nos playoffs

    VJ Edgecombe manda indireta pra quem ficou em casa nos playoffs

    Cara, o VJ Edgecombe não perdeu tempo pra alfinetar geral depois que o Philadelphia 76ers carimbou vaga nos playoffs. O garoto de 20 anos foi simplesmente monstro na vitória sobre o Orlando Magic no Play-In Tournament — 19 pontos em 42 minutos — e depois ainda mandou uma dessas que todo mundo sentiu.

    “Vou ser honesto: é ótimo estar nos playoffs. Alguns times estão em casa, mas é ótimo estar nos playoffs”, disse o rookie. Olha, eu ri aqui. Sutil como um piano caindo do 10º andar.

    Jogou no limite (e além dele)

    E o moleque não tava só falando da boca pra fora não. Edgecombe jogou que nem um doido contra o Magic, tão físico que até levou um técnico. Mas sabe o que mais me impressionou? A maturidade dele pra falar sobre isso depois.

    “Cara, eu estava meio pirado hoje à noite mesmo”, admitiu o terceira escolha geral do Draft. “Mas consegui me acalmar um pouco. Acho que isso acontece quando você coloca um garoto num jogo de altíssima intensidade, mas eu estava me divertindo lá. Se eu tenho que jogar no limite pra gente ganhar, vou jogar no limite.”

    Sinceramente? Adoro essa mentalidade. O garoto entende que basquete de playoff é outra coisa completamente.

    E agora vem os Celtics

    Com Tyrese Maxey roubando as manchetes (como sempre), Edgecombe meio que voou sob o radar. Mas 42 minutos em quadra, defendendo e atacando sem parar? Nick Nurse confiou no rookie quando mais precisava, e o moleque entregou.

    Agora vem a série contra o Boston Celtics, e vocês acham que ele aguenta essa pressão toda? Porque uma coisa é jogar contra o Magic no Play-In, outra completamente diferente é encarar o time campeão na primeira rodada dos playoffs.

    Mas se ele mantiver essa energia — e essa língua afiada — quem sabe os torcedores dos Sixers não estão certos mesmo quando gritam “we want Boston”. Às vezes um rookie meio doido é exatamente o que você precisa pra bagunçar os planos do favorito.

  • Draft 2026 da NBA vai ser dividido em duas noites – e tem motivo

    Draft 2026 da NBA vai ser dividido em duas noites – e tem motivo

    Galera, a NBA acabou de confirmar uma mudança interessante pro Draft de 2026. Vai rolar em duas noites — terça, 23 de junho, e quarta, 24 de junho. Ambos os dias começando às 21h (horário de Brasília), transmitido pela ESPN.

    Olha, eu até entendo a lógica. A liga quer dar mais holofote pra cada pick, mais tempo pra análises… mas confesso que ainda prefiro o formato antigo de uma noite só. Era mais emocionante, na minha opinião.

    A corrida pela primeira escolha tá pegando fogo

    A loteria do Draft está marcada pra 10 de maio, e cara — que disputa maluca! Washington Wizards, Indiana Pacers e Brooklyn Nets estão empatados com 14% de chance cada um de ficar com a primeira pick. E todos têm 52,1% de chance de pegar uma escolha no top 4.

    Logo atrás vem o Utah Jazz com 48,1% de chance no top 4 e 12,5% na primeira posição. Sinceramente, qualquer um desses times precisa MUITO de um rookie diferenciado.

    E por falar em diferenciado — A.J. Dybantsa, Darryn Peterson, Cameron Boozer e Caleb Wilson são os quatro nomes que todo mundo tá de olho. A expectativa é que eles sejam as quatro primeiras escolhas, só não sabemos ainda em que ordem. Boozer, inclusive, é filho do Carlos Boozer — vocês lembram dele no Chicago Bulls?

    Por que mudaram as datas?

    Aqui tem uma curiosidade que poucos vão falar: tradicionalmente o Draft sempre foi numa quinta-feira. Quando começaram a dividir entre primeira e segunda rodada em noites separadas, mudaram pra quarta e quinta.

    Mas desta vez decidiram antecipar pra terça e quarta. E sabe por quê? Pra não concorrer com o jogo dos Estados Unidos contra a Turquia na Copa do Mundo, que vai ser na quinta, 25 de junho, em horário nobre.

    Cara, isso mostra como o calendário esportivo tá cada vez mais disputado. A NBA não quer perder audiência nem pra Copa do Mundo — e olha que não é nem a fase final!

    O que vocês acham dessa mudança? Preferem o Draft concentrado numa noite só ou curtem mais essa pegada de evento de dois dias? Eu ainda tô me acostumando, mas reconheço que dá pra analisar melhor cada escolha quando não é tudo corrido.

  • Alex Sarr deve encerrar temporada de rookie com lesão no dedão

    Alex Sarr deve encerrar temporada de rookie com lesão no dedão

    Olha, não é assim que você quer terminar sua primeira temporada na NBA. Alex Sarr, o pivô francês que foi a segunda escolha geral do Draft 2024, provavelmente vai ficar de fora dos últimos três jogos do Washington Wizards por causa de uma lesão no dedão do pé esquerdo.

    O técnico Brian Keefe foi direto ao ponto na quinta-feira: “É bem improvável que ele volte com o pouco tempo que temos aqui”. E olha, considerando que o Washington está com apenas três jogos restantes na temporada, faz sentido não forçar a barra.

    Temporada de rookie interrompida

    Sarr já perdeu os últimos seis jogos por causa dessa capsulite no dedão — que é basicamente uma inflamação na articulação. Para quem não conhece, é uma dessas lesões chatas que parece bobagem, mas incomoda demais na hora de correr e saltar.

    E cara, que azar para o garoto. Em 48 jogos na temporada, o francês de 2,13m estava fazendo uma campanha decente para um rookie: 16,3 pontos e 7,4 rebotes por jogo. Números respeitáveis, principalmente considerando que ele tava jogando numa equipe completamente perdida.

    Vocês acham que ele vai conseguir disputar o prêmio de Rookie do Ano mesmo perdendo esses jogos finais? Sinceramente, acho difícil — a concorrência tá pesada esse ano.

    Wizards no fundo do poço

    E o Washington? Meu amigo, 17 vitórias e 62 derrotas. É oficial: pior campanha da liga. Eles ainda têm jogos contra Miami (sexta) e Cleveland (domingo), mas já tão pensando é na loteria do draft mesmo.

    O mais louco é que Sarr é apenas UM dos dez jogadores machucados listados no relatório médico antes do jogo contra o Bulls. Dez! Isso inclui as estrelas Trae Young (lombar e coxa direita) e Anthony Davis (dedo da mão esquerda), que vieram em trocas no inverno mas jogaram combinados apenas cinco partidas desde então.

    Cara, quando você vê uma situação dessas, fica claro que o Wizards tá numa reconstrução total. Melhor mesmo é preservar o futuro da franquia — e Sarr definitivamente faz parte desse futuro.

  • Rookies batendo recordes de 3 pontos – Knueppel faz história

    Rookies batendo recordes de 3 pontos – Knueppel faz história

    Olha só que noite absurda foi quinta-feira na NBA! Dois caras quebraram recordes de arremessos de 3 pontos de suas franquias no mesmo jogo – e um deles é apenas um rookie.

    O protagonista da noite foi Kon Knueppel, calouro do Charlotte Hornets. Cara, esse menino de 20 anos entrou na quadra precisando de apenas 4 bolas de 3 para quebrar o recorde histórico da franquia. E não é que ele conseguiu?

    O momento da glória

    A tensão estava no ar. Knueppel perdeu duas chances abertas no último quarto – você consegue imaginar a pressão? Mas aí, numa assistência perfeita do Grant Williams, ele finalmente acertou o arremesso número 261 da temporada. A torcida de Charlotte explodiu!

    O recorde anterior era do Kemba Walker, que havia feito 260 cestas de 3 na temporada 2018-19. Sinceramente, eu não esperava que um rookie conseguisse superar um cara como Kemba tão rápido. Knueppel terminou o jogo com 4/9 do perímetro e 20 pontos na vitória por 127-107 contra o Phoenix Suns.

    Phoenix também teve sua alegria

    Mas a noite de recordes não parou por aí. Do outro lado da quadra, Collin Gillespie também fez história ao quebrar o recorde do Phoenix Suns com sua 227ª bola de 3 na temporada. Ele superou a marca de 226 que pertencia ao Quentin Richardson desde 2004-05.

    Que loucura, né? Dois recordes de franquia sendo quebrados no mesmo jogo. É isso que eu amo nessa liga – sempre tem algo histórico rolando.

    E aí, pessoal, vocês acham que o Knueppel consegue chegar nos 300 arremessos de 3 até o final da temporada? O menino tá voando e ainda tem jogos pela frente. Na minha opinião, esse cara veio pra ficar na NBA.