Tag: San Antonio Spurs

  • Barnes ganhou 2 jogos 7 no aniversário – que absurdo é esse?

    Barnes ganhou 2 jogos 7 no aniversário – que absurdo é esse?

    Gente, vocês acreditam nisso? Harrison Barnes acabou de ganhar o SEGUNDO jogo 7 da carreira no próprio aniversário. O cara nasceu no dia 30 de maio e parece que o universo conspirou pra fazer dele protagonista nos momentos mais tensos da NBA.

    Ontem, os Spurs foram até Oklahoma City e meteram 111-103 no Thunder no jogo 7 da final do Oeste. Virada de 3-2 na série, eliminaram os atuais campeões e tão na final. E o Barnes? Lá estava ele, comemorando mais um aniversário com uma vitória épica.

    Dez anos depois, mesma magia

    A loucura é que isso já aconteceu antes. Em 2016, também num 30 de maio (aniversário do Barnes), os Warriors viraram uma série de 3-1 contra esse mesmo Thunder. Vocês lembram né? Aquela série absurda com o Klay pegando fogo no jogo 6.

    Barnes tinha 24 anos naquela época e estava no auge pelos Warriors. Agora, aos 34, tá nos Spurs fazendo papel de veterano esperto. Jogou só 3 minutos ontem, mas foi titular na maior parte da temporada regular – 9.9 pontos por jogo com aproveitamentos bem sólidos.

    O karma das finais

    Sinceramente? Espero que o Barnes consiga se redimir esse ano. Em 2016, depois daquela série monstruosa contra o Thunder (52.6% de 3!), o cara simplesmente travou na final. Perderam pros Cavs em 7 jogos e no ano seguinte foi substituído pelo… Kevin Durant. Ouch.

    Agora os Spurs vão enfrentar os Knicks na final como grandes favoritos – igualzinho aos Warriors eram em 2016. A diferença é que o Barnes não é mais peça-chave: perdeu a titularidade pros playoffs, mas tá ali, experiente, sabendo exatamente como é estar nesse palco.

    E aí, vocês acham que ele consegue quebrar a maldição e finalmente ganhar um anel? Porque convenhamos, ganhar jogo 7 no aniversário duas vezes em dez anos não é pra qualquer um. O cara tem estrela, só falta a sorte colaborar na hora H.

  • Thunder perde Game 7 em casa e aprende que defender título é outra parada

    Thunder perde Game 7 em casa e aprende que defender título é outra parada

    Cara, que silêncio foi aquele no Paycom Center ontem à noite. Sabe aquele momento quando você perde algo que achava que era seu? Foi exatamente isso que rolou com o Thunder no Game 7 contra os Spurs. Os caras de San Antonio comemorando na casa do OKC, e o Shai ali no pódio tentando explicar por que defender um título é a coisa mais difícil do basquete profissional.

    Bem-vindos à aula, pessoal.

    A realidade bateu forte

    O Thunder passou a temporada inteira se achando os próximos Warriors. Núcleo jovem, MVP, dominância em casa, temporada regular espetacular… a máquina toda funcionando perfeitamente. Só que sábado à noite, San Antonio lembrou uma verdade cruel: a comparação com os Warriors não começa com champanhe. Começa quando alguém brilhante gasta o verão inteiro tentando te destruir. E consegue.

    O placar não mente. Shai fez 35 pontos em 12 de 21 arremessos – seu MVP fazendo coisas de MVP no momento mais decisivo. E mesmo assim perderam por 8. Eu sei que a galera odeia as faltas que ele arruma, mas ontem foi o único cara do OKC que parecia confiável com a bola na mão. Isso é problema do Shai? Não, cara. É problema de elenco, de lesões e, pra ser sincero, é o problema do “isso aqui é difícil pra caramba” que nenhuma dominância na temporada regular prepara você.

    Os Spurs vieram preparados

    Olha, eu entendo o argumento das lesões. Jalen Williams jogou 33 partidas na temporada. Trinta e três! O cara foi praticamente um boato durante o ano todo. Ajay Mitchell, fora também. Lesões são reais, ninguém pode negar isso.

    Mas lembra quando os Warriors perderam Andrew Bogut em 2016? Curry machucado, Iguodala sem força nas costas, e ninguém deu moleza. Em 2019, sem Klay, KD e Cousins, o mundo do basquete ofereceu exatos zero de simpatia. Lesões não são asterisco quando você tá perseguindo status de dinastia. Lesões são o exame de qualificação.

    E aqui vem a parte que ninguém te conta quando você ganha seu primeiro anel: a liga não reseta. Ela se recalibra. Todo front office abre um novo documento na manhã seguinte ao seu título, e no topo só tem uma coisa: como vencer eles. San Antonio montou o escritório de advocacia jovem “Fox, Castle & Harper” especificamente porque você precisa de armadores que não vão vacilar quando a defesa do OKC tenta sufocar tudo que você ama.

    A lição mais dura

    E aqui preciso que o Thunder – e qualquer um assistindo – entenda uma coisa. Grandeza não é acessório que você usa pra sair à noite. Não é algo que você põe no TikTok e dança por cima. Grandeza nem é o destino final; é o começo do trabalho que realmente custa tudo.

    Os Warriors aprenderam isso da pior forma. Perderam em 2016 depois de 73 vitórias. Voltaram mais fortes. É assim que funciona no topo.

    Vocês acham que o Thunder consegue dar a volta por cima na próxima temporada? Porque olhando essa rivalidade nascendo com os Spurs, eu tô sentindo que vem muito basquete bom por aí. Só que agora eles sabem: defender título é outra parada completamente.

  • OG Anunoby é a chave dos Knicks contra Wembanyama nas Finais

    OG Anunoby é a chave dos Knicks contra Wembanyama nas Finais

    Mano, quem diria que em 2026 estaríamos falando dos Knicks nas Finais da NBA? E olha só quem aparece como o cara mais importante: OG Anunoby. Eu sempre achei ele subestimado, mas agora tá provando que é peça fundamental nesse time de Nova York.

    Os Knicks estão a quatro vitórias do primeiro título em meio século — meio século, galera! E do outro lado? Os Spurs com aquele monstro do Victor Wembanyama. Sinceramente, vai ser um duelo épico.

    Números absurdos nos playoffs

    O OG tá jogando o melhor basquete da carreira dele. Nos 12 jogos desses playoffs, o cara tá fazendo 19.7 pontos, 6.9 rebotes e 1.6 roubos de bola por jogo. E mesmo tendo perdido dois jogos por lesão no tendão, voltou mandando ver na varredura sobre o Cavaliers.

    Mas ó, o que mais me impressiona: 48.3% nas bolas de três! Isso é coisa de louco. E não é só isso — ele tá sendo uma ameaça constante nos cortes para a cesta, com 1.53 pontos por posse (quinto melhor da liga). O cara virou um complemento perfeito pro Jalen Brunson e pro Karl-Anthony Towns.

    Quando o Anunoby tá em quadra, os Knicks têm +21.3 pontos por 100 posses. Esses números não mentem.

    O desafio Wembanyama

    Agora vem a parte mais louca: como parar o Wemby? O OG foi selecionado pro segundo time de melhor defesa da NBA esse ano, e uma das coisas mais impressionantes é como ele consegue marcar de pivôs até alas. Já marcou desde o Onyeka Okongwu até o Paul George nesses playoffs.

    E aqui que fica interessante — Anunoby já marcou o Wembanyama várias vezes na temporada regular e na NBA Cup. Cara, o francês tem 2,24m de altura, mas o OG consegue incomodar ele de verdade. Segundo dados estatísticos, entre 20 jogadores que marcaram Wembanyama por pelo menos 100 posses, Anunoby foi quem permitiu menos pontos.

    Claro que o Towns vai ser o principal marcador do Wemby, mas imagina as situações onde o Anunoby vai ter que trocar e ficar no alien? Vai ser um show à parte. O físico do OG pode pelo menos tirar o francesão da zona de conforto no garrafão.

    Peça fundamental do quebra-cabeça

    Olha, eu tô falando: se os Knicks quiserem levantar o troféu Larry O’Brien depois de tanto tempo, vão precisar que o OG continue nesse nível. Ele tem sido o jogador mais consistente do time nessa caminhada até as Finais.

    E vocês, acham que o Anunoby consegue segurar a pressão contra os Spurs? Porque uma coisa é certa: vai ser ele contra Wembanyama em vários momentos, e isso pode definir quem leva o título. O cara que sempre foi coadjuvante agora pode ser o herói da história dos Knicks.

  • San Antonio virou festa: Spurs na Final depois de 10 anos!

    San Antonio virou festa: Spurs na Final depois de 10 anos!

    Meu Deus, que noite foi essa em San Antonio! Os Spurs acabaram de bater o Thunder por 111-103 no jogo 7 e garantiram vaga na Final da NBA contra os Knicks. E olha, eu não sei quem ficou mais emocionado: se foi o Wembanyama em quadra ou os torcedores nas ruas da cidade.

    A galera literalmente TOMOU as ruas de San Antonio pra comemorar. E não é pra menos — é a primeira vez desde 2014 que o time chega numa Final. Dez anos, cara. Uma década inteira esperando por esse momento.

    Festa digna do Texas

    Como toda celebração que se preze no Texas, não podia faltar alguém a cavalo né? Duas pessoas apareceram montadas, tremulando a bandeira dos Spurs. Eu amo esse estado, sinceramente. Só eles pra transformar uma comemoração de basquete em algo épico assim.

    Mas o que mais me chamou atenção foi o show de drones no céu formando uma cara de alienígena — tudo em homenagem ao “The Alien” Wembanyama. Véio, que coisa mais surreal e linda ao mesmo tempo. E os fãs também entraram na onda, muita gente fantasiada de ET celebrando.

    Madrugada épica

    Quando o avião do time pousou em San Antonio, quase 2h da madrugada, a cidade ainda tava acordada esperando. Escolta policial, torcida gritando o caminho todo do aeroporto… que recepção absurda!

    E tem mais: as lojas da Academy Sports abriram de madrugada (!) pra vender produtos comemorativos. Imagina a fila de gente querendo comprar camisa, boné, qualquer coisa pra eternizar esse momento histórico.

    Na moral, se essa já foi a festa só por chegar na Final, imaginem se os Spurs realmente levarem o título contra os Knicks? San Antonio vai virar o caos total — do bom tipo, obviamente.

    Vocês acham que o Wemby consegue levar esse título logo na segunda temporada dele? Porque olhando essas imagens da torcida, a pressão (positiva) tá toda em cima dele agora.

  • Spurs x Thunder deixou os fãs do Suns numa sinuca bizarra

    Spurs x Thunder deixou os fãs do Suns numa sinuca bizarra

    Cara, as últimas duas semanas foram estranhas pra caramba. E olha que eu achei que nunca ia falar isso na vida: eu estava torcendo pros San Antonio Spurs.

    Sim, vocês leram certo. EU, torcendo pros Spurs. Quem me conhece sabe que isso é praticamente heresia. Esses caras destruíram minha juventude como fã dos Suns mais vezes do que eu gosto de lembrar.

    Mas deixa eu explicar essa loucura toda.

    O ódio histórico que nunca vai passar

    Olha, minha relação com os Spurs é tipo aquela ex que você nunca esquece — só que pelos motivos errados. Eles estragaram os melhores anos dos Suns lá nos anos 2000, quando Phoenix estava revolucionando o basquete com aquele ataque maluco do Nash.

    E sempre com aquela sorte absurda deles, né? Tankearam em 96-97 quando o David Robinson se machucou, ganharam o Tim Duncan, e pronto — cinco títulos. Enquanto isso, a gente sofria vendo eles baterem no nosso time sem dó.

    Sinceramente? Ainda dói lembrar da suspensão do Amar’e e do Boris Diaw em 2007. Aquela regra idiota da NBA que suspendia quem saísse do banco durante briga… e claro que só os nossos caras se deram mal.

    Por que diabos eu torci pra eles contra o Thunder?

    Simples: porque o Oklahoma City virou tudo que eu odeio no basquete moderno. Esses caras transformaram a simulação numa arte — e não é arte boa não.

    Assistir o Thunder é exaustivo. Todo contato vira teatro, todo arremesso vira uma novela mexicana de tanta encenação. O Sam Presti montou um timaço, isso é verdade, mas ver eles jogando me dá vergonha alheia.

    E aí que você vê a diferença quando olha pro Wembanyama chorando depois da vitória no jogo 7. ISSO é paixão, gente. Isso é alguém que liga de verdade, que colocou o coração na quadra. Se o Thunder tivesse ganho, ia ter lágrima? Ia ter emoção real? Ou só mais uma entrevista manjada?

    Vocês acham que eu tô sendo muito dramático? Pode ser. Mas prefiro mil vezes ver basquete raiz, mesmo que seja dos meus rivais históricos, do que essa palhaçada que o Thunder anda fazendo.

    No final das contas, os Spurs me lembraram que ainda existe respeito pelo jogo. E isso, meus amigos, vale mais que qualquer rivalidade antiga.

  • Spurs passaram na frente de OKC e o Oeste já pode tremer

    Spurs passaram na frente de OKC e o Oeste já pode tremer

    Gente, vamos falar sério aqui por um segundo? Os Spurs de San Antonio estão ASSUSTANDO todo mundo no Oeste. E não estou falando só de estar jogando bem – estou falando de ter ultrapassado Oklahoma City na classificação e mandado um recado bem claro: “Oi, galera, chegamos antes do previsto”.

    Olha, quando a temporada começou, todo mundo (incluindo eu) achava que os Spurs iam precisar de mais tempo pra engatar. Wembanyama ainda se adaptando à NBA, time jovem, Popovich moldando mais uma geração… Era pra ser uma temporada de crescimento, sabe?

    O monstro francês tá voando

    Mas aí o Victor Wembanyama simplesmente decidiu que não ia esperar. O cara tá fazendo coisas ABSURDAS em quadra – bloqueios que desafiam a física, cestas de três que não fazem sentido pra um pivô, e uma presença defensiva que tá deixando atacantes com pesadelos. Sinceramente, eu não esperava que ele evoluísse TÃO rápido.

    E não é só o Wemby não. O Devin Vassell tá consolidado como um dos melhores alas-armadores da liga, o Jeremy Sochan finalmente achou seu lugar no time, e os caras estão jogando um basquete coletivo que lembra os velhos tempos gloriosos dos Spurs.

    OKC que se cuide

    Passar na frente do Thunder? Cara, isso é STATEMENT. Oklahoma tem Shai Gilgeous-Alexander fazendo uma temporada monstruosa, Chet Holmgren mostrando que é real, e mesmo assim os Spurs conseguiram dar a volta por cima.

    Na minha visão, isso manda um recado claro pro resto do Oeste: os Spurs não vão mais ser aquele time que você marca como vitória fácil no calendário. Eles voltaram pra brigar de verdade, e com Popovich no comando, a gente sabe que experiência em playoffs não falta.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem manter esse ritmo? Porque se conseguirem, o Oeste ficou ainda mais maluco do que já era. Lakers, Warriors, Nuggets, Suns, e agora os Spurs brigando forte? Vai ser um show à parte nos playoffs.

  • Robinson treina com proteção no dedo, mas Finais podem começar sem ele

    Robinson treina com proteção no dedo, mas Finais podem começar sem ele

    Olha, a situação do Mitchell Robinson tá complicada mesmo. O pivô do Knicks treinou ontem com uma proteção na mão direita, mas ainda é incerto se vai conseguir jogar no Jogo 1 das Finais da NBA contra o San Antonio Spurs na quarta-feira.

    O cara quebrou o mindinho direito no Jogo 4 das Finais da Conferência Leste contra Cleveland e teve que fazer cirurgia para corrigir. Agora quer jogar com uma tala protetora — e sinceramente, conhecendo o histórico dele, não duvido nada que entre em quadra mesmo assim.

    Um guerreiro que não desiste nunca

    Mano, o Robinson é literalmente um sobrevivente. Em oito temporadas pelos Knicks, o cara já quebrou mão direita, polegar direito, pé direito, e ainda teve múltiplas cirurgias por causa de uma fratura por estresse no tornozelo esquerdo. E olha que ele só tem 28 anos!

    Essa temporada finalmente conseguiu se manter saudável o suficiente para fazer diferença de verdade. Jogou 60 partidas — o máximo desde 2021-22 — e virou uma das peças mais importantes dessa campanha histórica dos Knicks.

    Durante a temporada regular, liderou o time em tocos e ficou em segundo em rebotes. A presença dele muda completamente o jogo no garrafão. A porcentagem de rebote ofensivo de New York pula quase 10 pontos quando ele tá em quadra. Isso é absurdo!

    E se ele não conseguir jogar?

    Nos playoffs, Robinson tá arremessando com 73,7% de aproveitamento saindo do banco em 13 jogos. É o quarto do time tanto em tocos quanto em rebotes. Se não rolar na quarta, a pressão toda vai cair nas costas do Karl-Anthony Towns.

    O técnico Mike Brown disse que a decisão final vai ser do departamento médico, mas o Ian Begley da SNY reportou que o próprio Robinson tá pressionando pra jogar no Jogo 1. E vocês acham que ele vai mesmo conseguir aguentar a dor e jogar?

    Cara, se não der, provavelmente vamos ver mais do Ariel Hukporti, aquele alemão gigante de 2,13m. Mas convenhamos — nada substitui a experiência e a garra do Robinson numa Final da NBA.

    Os Knicks não chegavam numa Final desde 1999 (perderam justamente pro Spurs) e buscam o primeiro título desde 1973. Robinson já passou por tanta coisa que essa talvez seja a chance da vida dele. Aposto que ele vai encontrar um jeito de jogar.

  • Knicks vs Spurs nas Finais: a revanche que os novaiorquinos esperaram 27 anos

    Knicks vs Spurs nas Finais: a revanche que os novaiorquinos esperaram 27 anos

    Cara, eu não acredito que estou escrevendo isso. Os Knicks estão de volta às Finais da NBA depois de 27 anos, e adivinhem contra quem? Os mesmos Spurs que acabaram com os sonhos deles em 1999. É como se o destino estivesse zoando com a cara dos fãs de Nova York.

    A ironia é absurda: em dezembro, os Knicks bateram justamente San Antonio para levar a NBA Cup em Las Vegas. Mas sabe o que eles fizeram? Recusaram pendurar uma faixa no Madison Square Garden. Por quê? Porque sabiam que queriam algo maior. E agora têm a chance.

    O Fantasma de 1999

    Olha, eu lembro daquela final como se fosse ontem. Os Spurs de Tim Duncan destroçaram os sonhos dos Knicks e começaram uma dinastia que rendeu cinco títulos. Agora é Victor Wembanyama — o cara que ganhou Defensor do Ano — liderando essa nova geração texana.

    Josh Hart falou uma que me fez rir: “Tecnicamente aquele jogo (da NBA Cup) não aconteceu”. É verdade né? Não conta nas estatísticas, não conta na classificação. Mas a real é que os times de agora são completamente diferentes daqueles de dezembro.

    Ritmo é Tudo

    A preocupação dos Knicks não é nem tanto o Wemby (que é um monstro, vamos combinar). O problema é que eles vão jogar apenas o 10º jogo em 35 dias por causa dessa sequência de 11 vitórias seguidas nos playoffs. Isso é pouco demais para se manter em ritmo.

    Karl-Anthony Towns já avisou que aprenderam com o erro da última parada prolongada, quando começaram 4/23 do perímetro contra Cleveland e ficaram 22 pontos atrás. Conseguiram virar aquela, mas contra os Spurs não vai ser fácil.

    A estatística é impressionante: nos últimos 11 jogos, os Knicks venceram por uma diferença combinada de 262 pontos — a maior margem para uma sequência de 11 vitórias na história da NBA. Absurdo.

    O Peso da História

    Sinceramente? Essa final tem tudo para ser épica. Os Spurs estão tentando começar uma nova dinastia com Wembanyama, enquanto os Knicks querem acabar com 51 anos de jejum (o último título foi em 1973, pessoal).

    Mike Brown, técnico dos Knicks, até tem ligação com San Antonio — foi assistente do Popovich numa das conquistas. Mas agora é guerra total.

    Vocês acham que os Knicks conseguem exorcizar esse fantasma de 1999? Ou Wembanyama vai estragar a festa de Nova York mais uma vez? Jogo 1 é quarta-feira em San Antonio, e eu já tô ansioso demais.

  • Ex-Suns vão brigar pelo anel entre Spurs e Knicks

    Ex-Suns vão brigar pelo anel entre Spurs e Knicks

    Cara, que Finals maluca vai ter esse ano! Wembanyama comandando os Spurs contra Jalen Brunson e os Knicks — dois times que quebram todos os clichês da NBA moderna.

    De um lado, você tem San Antonio com um francês de 2m20 que simplesmente não faz sentido existir. Do outro, New York apostando que dá pra ganhar título com um armador baixinho que não é o Curry (nada contra o Brunson, mas vocês entenderam).

    A conexão Phoenix que ninguém esperava

    Mas aqui vai um dado curioso que eu achei sensacional: não importa quem ganhe, um ex-Phoenix Suns vai levantar o Larry O’Brien pela primeira vez desde que o Ish Smith fez isso com Denver em 2023.

    Se os Spurs levarem, Bismack Biyombo (que jogou no Suns de 2022-2023) e Mason Plumlee (temporada passada em Phoenix) vão conquistar o primeiro anel. Se for New York, aí Landry Shamet e — pasmem — Mikal Bridges vão finalmente ser campeões.

    Olha só a ironia: Bridges, que foi trocado justamente pra trazer o KD pros Suns, pode ganhar o título que Phoenix tanto sonha… só que com outra camisa.

    Quando Phoenix quase voou

    Sinceramente, isso me dá uma nostalgia absurda daquele time dos Suns de 2021-22. Bridges, Shamet e Biyombo faziam parte do melhor time da temporada regular na história da franquia — 64 vitórias, cara!

    Bridges era simplesmente monstro naquela época: 14 pontos por jogo, 53% nos arremessos, 37% de três e ainda por cima Primeiro Time All-Defensive. E detalhe: o cara NUNCA se machucava. Tem até hoje a maior sequência ativa de jogos consecutivos na liga.

    Já o Shamet… cara, quem não lembra daqueles cinco triplos que ele cravou no Jogo 4 contra o Denver nas Semifinais de 2023? 19 pontos saindo do banco pra empatar a série 2-2. Foi lindo de ver (mesmo perdendo a série depois).

    De Phoenix pra glória

    Biyombo e Plumlee tiveram passagens mais discretas pelo deserto. O Biyombo era terceiro pivô, entrando mais quando tinha lesão ou depois da bagunça da troca do Durant. Plumlee mal ficou uma temporada, mas quem acompanhou sabe que o cara não levava desaforo pra casa — até briga ele arrumava!

    Vocês acham que é coincidência tantos ex-Suns estarem nas Finals? Ou será que aquele grupo realmente tinha algo especial que Phoenix não soube aproveitar?

    As Finals começam na quarta, 3 de junho, às 18h30 (horário de Brasília). Vai ser guerra!

  • O troféu Larry O’Brien volta às quadras das Finais depois de 17 anos

    O troféu Larry O’Brien volta às quadras das Finais depois de 17 anos

    Gente, que nostalgia! O logo gigante do troféu Larry O’Brien vai estar pintado nas quadras das Finais da NBA pela primeira vez desde 2009. É isso mesmo — 17 anos depois, aquele visual clássico que a gente via quando era mais novo está de volta.

    A liga divulgou o design das quadras no domingo, poucos dias antes dos San Antonio Spurs receberem o New York Knicks no jogo 1 das Finais. O troféu gigante fica atrás do logo de cada time, com aquela escrita clássica “Finals” num dos cantos. Cara, só de imaginar já me arrepia.

    Uma volta ao passado que emociona

    Olha, eu não esperava isso mas confesso que fiquei emocionado com essa decisão. Esse visual me lembra das Finais de 2005 entre Spurs e Pistons — primeira vez que rolou esse design. Ficou por cinco anos direto, até sumir depois da série Lakers x Magic em 2009.

    Desde então? A NBA meio que abandonou essa tradição. Teve umas exceções aqui e ali (os Cavs fizeram algo parecido em 2017, e teve um logo genérico na bolha de 2020), mas nada como esse visual clássico que marcou época.

    Finais históricas merecem visual histórico

    E faz todo sentido trazer de volta justo agora. Os Knicks chegaram às Finais pela primeira vez desde 1999 — eu nem tinha nascido direito! Eles varreram os Cavaliers e estão numa sequência absurda de 11 vitórias consecutivas. O último título deles foi em 1973, imaginem a fome desse time.

    Do outro lado, Victor Wembanyama e os Spurs eliminaram o Thunder no jogo 7 sábado passado. San Antonio não chegava às Finais desde 2014, e agora tem a chance de conquistar mais um anel com esse fenômeno francês.

    As primeiras duas partidas vão ser no Frost Bank Center, quarta e sexta. Depois a série vai pra Nova York. Vocês acham que esse visual clássico vai trazer sorte pra algum dos times? Na minha opinião, só deixa tudo mais especial mesmo.

    Pode não influenciar no jogo, mas que adiciona um charme especial nessas Finais, isso adiciona. E sinceramente? Era hora de resgatar essa tradição que deixava as Finais ainda mais épicas.