Tag: San Antonio Spurs

  • Spike Lee e Wemby previram Final da NBA em fevereiro — que absurdo!

    Spike Lee e Wemby previram Final da NBA em fevereiro — que absurdo!

    Cara, às vezes o universo conspira de um jeito que parece roteiro de filme. Lembra do All-Star Game em fevereiro? Pois é, teve uma conversa aparentemente inocente entre Spike Lee e Victor Wembanyama que agora parece profecia.

    “Quero ver vocês [Spurs] na final, cara!”, disse o eterno torcedor dos Knicks para o francês gigante. E o Wemby? Devolveu na lata: “Vamos nessa, eu também. Quero ver vocês [Knicks] lá!”

    Na época, todo mundo deve ter pensado: legal, dois caras trocando uma ideia positiva no All-Star. Mas olha só onde estamos agora — Knicks vs Spurs nas Finais da NBA 2026. Coincidência? Eu acho que não.

    O caminho épico dos Spurs

    O que aconteceu no último sábado foi simplesmente cinema. Jogo 7 contra o Thunder, Spurs vencendo por 111 a 103, e Wembanyama chorando ao abraçar os companheiros. 22 pontos, 7 rebotes e 2 tocos na partida mais importante da temporada dele até agora.

    E o que mais me impressiona? A maturidade do garoto. Aos 22 anos, já falando como veterano sobre Gregg Popovich: “Esse cara tem mais experiência como técnico que quase todo mundo e passou por tantas coisas na carreira… Preciso ligar pra ele, preciso vê-lo.”

    Sinceramente, Wemby está se tornando um líder mais rápido do que eu esperava. E olha que minhas expectativas já eram absurdas.

    Knicks descansados e com sede de título

    Do lado dos Knicks, uma semana inteira de descanso depois de varrer os Cavaliers. Luxury total. Mike Brown sabe que não vai ser moleza começar a série fora de casa em San Antonio.

    “Temos que entrar com propósito, não só fisicamente mas mentalmente também, para não ficar atrás no placar porque a torcida vai alimentar isso”, disse o técnico dos Knicks. E ele tá certo — o Frost Bank Center vai estar um caldeirão.

    A última vez que os Knicks chegaram às Finais foi justamente contra os Spurs… e perderam. Será que a história vai se repetir ou finalmente chegou a hora de quebrar esse tabu?

    Jogo 1 rola na terça, 3 de junho, às 21h30. Eu já tô contando os minutos. E vocês, acham que Spike Lee e Wemby realmente têm poderes místicos ou foi só coincidência mesmo?

  • Spurs tinham a receita contra o Thunder: estatística absurda explica tudo

    Spurs tinham a receita contra o Thunder: estatística absurda explica tudo

    Cara, eu ainda tô processando essa estatística que saiu após a eliminação do Oklahoma City Thunder pelo San Antonio Spurs na final do Oeste. Prepara o coração porque o número é de doer: o Thunder fez 71-14 contra o resto da NBA na temporada, mas contra os Spurs? 4-8. Quatro vitórias em doze jogos.

    Pensa comigo — San Antonio foi responsável por 36,4% de TODAS as derrotas do Thunder na temporada regular. Oito das 22 derrotas vieram contra os Spurs. É ou não é absurdo?

    O pesadelo começou cedo

    A coisa começou mal logo no início da temporada. Os Spurs quebraram uma sequência de 16 vitórias consecutivas do Thunder (recorde da franquia) ainda na semifinal da Copa da NBA. Sinceramente, eu já sabia que ia dar ruim quando vi aquilo acontecer.

    E não parou por aí. San Antonio ganhou mais duas antes de Oklahoma City conseguir UMA vitória em janeiro. Aí em fevereiro? Spurs de novo por cima. Era impressionante como esse time jovem de San Antonio simplesmente tinha a fórmula pra parar o Thunder.

    Game 7 sem peças importantes

    No jogo 7 da final do Oeste, o Thunder jogou sem Jalen Williams (lesão no posterior da coxa) e Ajay Mitchell (panturrilha). Os dois só jogaram três partidas cada na série toda — é muito handicap pra uma decisão dessa magnitude.

    Mas olha, não dá pra usar isso como desculpa total não. O próprio Shai Gilgeous-Alexander admitiu que os Spurs foram superiores no jogo 7 e que o Thunder precisa evoluir. Maturidade do cara, reconhecer isso.

    Vocês acham que essa pode ser o início de uma rivalidade clássica? Porque 12 jogos entre os times em uma temporada é muita coisa. E com os Spurs voltando pras finais pela primeira vez desde 2014, quando levaram o título…

    O que mais me impressiona é como um time tão jovem quanto o de San Antonio conseguiu ter a compostura pra eliminar um candidato real ao título. A experiência de playoffs não era grande, mas na hora H souberam jogar a pressão toda pro Thunder.

    É aquela velha história da NBA — manter-se no topo é mais difícil que chegar lá. Apenas sete times na história conseguiram bicampeonatos consecutivos. E pelos números mostram, o Thunder vai ter que descobrir como jogar contra os Spurs se quiser sonhar com o título no futuro.

  • Finais NBA: Como Sobreviver à Ansiedade de Ser Fã dos Knicks

    Finais NBA: Como Sobreviver à Ansiedade de Ser Fã dos Knicks

    Cara, ser fã dos Knicks na Final da NBA é tipo esperar um filho nascer – você sabe que vai acontecer, mas não faz ideia de como vai ser a dor. E olha, depois de décadas apanhando, a gente finalmente chegou lá contra o Spurs do Wembanyama.

    A espera entre as Finais de Conferência e as Finais da NBA parece uma eternidade, né? Enquanto os nova-iorquinos contam os minutos até o Jogo 1 em San Antonio, vou dividir umas dicas pra vocês não pirar antes da bola subir.

    Mudança de Humor é Normal (Infelizmente)

    Olha, vocês vão sentir de tudo um pouco: euforia total, ansiedade do caramba, confiança irracional e uma crise existencial básica. É normal, galera. Não tomem decisões importantes agora – tipo, não comprem um cachorro por impulso ou algo assim.

    Dica de ouro: evitem fotos do Wembanyama do lado de jogadores “normais” da NBA. Aquilo ali pode causar uns calafrios desnecessários. O cara é um monstro de 2,24m que joga como se fosse um armador.

    Cuidado com os Podcasts (Sério Mesmo)

    Vi que no podcast do The Athletic os três comentaristas escolheram os Spurs. Cara, é impressionante como os Knicks continuam sendo subestimados, não importa o que façam. Uma campanha histórica nos playoffs? “Ah, foi sorte!”

    Se o New York ganhar o troféu Larry O’Brien, já sabem o que vai acontecer, né? Vão falar que “pegaram o Wemby antes dele virar um destruidor de mundos” ou alguma bobagem assim. É tipo ex-namorada maluca que volta dizendo que tá tomando os remédios – você quer acreditar, mas…

    Sinceramente? Fiquem só com os podcasts dos Knicks mesmo. O resto é balela.

    Sintomas Estranhos Podem Aparecer

    Vocês vão se pegar checando atualizações sobre a lesão do Mitchell Robinson a cada 15 minutos. Ou seguindo caras de camisa dos Spurs na rua de forma meio suspeita. É normal, relaxem.

    A programação tá assim:

    Jogo 1: 3 de junho – Knicks @ Spurs, 21h30
    Jogo 2: 5 de junho – Knicks @ Spurs, 21h30
    Jogo 3: 8 de junho – Spurs @ Knicks, 21h30

    E por aí vai. Expliquem pra família que vocês amam eles, mas esses horários são sagrados. Se não entenderem, a gente aqui entende vocês melhor mesmo.

    E aí, galera, acham que os Knicks conseguem quebrar essa maldição? Depois de tantos anos sofrendo, será que chegou a nossa hora? Eu tô ansioso demais pra descobrir.

  • Knicks voltam às Finais após 27 anos e precisam quebrar maldição fora

    Knicks voltam às Finais após 27 anos e precisam quebrar maldição fora

    Cara, eu ainda não acredito que tô escrevendo isso. Os New York Knicks estão de volta às Finais da NBA depois de 27 anos! E adivinha contra quem? Os mesmos San Antonio Spurs que quebraram o coração da torcida em 1999.

    O cenário é praticamente uma déjà vu cruel: Spurs com vantagem de casa depois de fazer 62 vitórias na temporada regular, e os Knicks tendo que provar que dessa vez é diferente. Mike Brown, técnico dos Knicks, sabe que o Jogo 1 em San Antonio na quarta-feira vai ser decisivo.

    A pressão da casa do adversário

    “Temos que estar cientes de que vamos entrar num ambiente onde o time adversário vai gerar muita energia”, disse Brown. E olha, ele não tá exagerando. Quem já viu jogo dos Spurs em casa sabe que o AT&T Center ferve – não é à toa que eles têm uma das melhores campanhas em casa da liga.

    Brown fez uma comparação interessante com o Madison Square Garden: “Nossa torcida é uma das melhores, se não a melhor da liga. A energia que recebemos jogando no Garden é inacreditável.” E sinceramente, ele tem razão. Mas agora os papéis se invertem.

    “Sabendo que vai ser hostil, não temos a energia da torcida pra nos ajudar. Então temos que entrar com propósito, não só fisicamente mas mentalmente também, pra não sair perdendo por muito, porque a torcida vai alimentar ainda mais isso.”

    Towns realizando o sonho de criança

    A história do Karl-Anthony Towns nessas Finais é emocionante demais. O cara cresceu em New Jersey como torcedor dos Knicks, e agora tá a quatro vitórias de trazer o primeiro título da franquia desde 1973. Monstro demais!

    “Foi uma honra fazer parte desse time, dessa organização que tá trazendo a palavra esperança de volta pra cidade”, disse Towns. “A maior moeda que você pode ganhar na cidade de Nova York não é dinheiro, é respeito. E ter o respeito dos fãs na cidade… somos ricos além da imaginação aqui.”

    Cara, que declaração linda. E é verdade – depois de décadas de sofrimento, os Knicks finalmente conquistaram o respeito que sempre mereceram.

    Experiência dos playoffs pode ser decisiva

    Uma coisa que me deixa confiante nos Knicks é como eles passaram pelos playoffs: atropelaram Atlanta, Philadelphia e Cleveland. Na Conferência Leste, foi uma varredura de 4-0 contra os Cavaliers que nem parecia Final de Conferência.

    Landry Shamet, que tem experiência de sobra em playoffs, tá tranquilo com o tempo de descanso: “Nosso foco é ir pra estrada e ganhar o Jogo 1. Essa não é nossa primeira parada longa nos playoffs. É mais do mesmo: focar nos detalhes e no plano de jogo.”

    E aí, galera, vocês acham que os Knicks conseguem quebrar a maldição? Depois de 27 anos, será que é agora que Manhattan explode de alegria? Eu tô com um pressentimento bom, mas sabemos como os Spurs são perigosos em casa.

    O Jogo 1 vai mostrar se essa nova geração dos Knicks tem sangue frio pra aguentar a pressão de San Antonio. Quarta-feira não chega logo!

  • Spurs mostrou que talento supera experiência na decisão do Game 7

    Spurs mostrou que talento supera experiência na decisão do Game 7

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu nesse Game 7. Os Spurs fecharam a série contra os Thunder e, sinceramente, essa história de “time muito jovem” já era pra ter morrido faz tempo.

    Olha, eu entendo a preocupação com a inexperiência — é natural quando você vê o Castle errando uns passes no final ou o Harper perdendo bola em momento crucial. Mas, mano, esse time tem algo que muitos veteranos não têm: coragem de jogar sem medo.

    A maturidade que ninguém esperava

    O que mais me impressiona é como eles mantiveram a compostura quando tudo poderia ter desmoronado. Thunder encostou no placar várias vezes nos minutos finais, e qualquer time jovem normal teria entrado em pânico. Esses caras? Não. Respiraram fundo e continuaram jogando.

    E tem uma coisa que eu venho pensando: será que a temporada passada não foi justamente o ano de “experiência” que eles precisavam? Mesmo sem os playoffs por causa da trombose do Wembanyama, eles sentiram na pele o gosto amargo de perder. A final da NBA Cup também ensinou muita coisa.

    O Wemby já chegou com bagagem da Europa e das Olimpíadas. O Castle veio de um título universitário em UConn. Esses caras sabem o que é pressão, só que em outros lugares.

    Talento fazendo a diferença quando importa

    Mas vamos ser honestos — eles ainda cometem erros de juventude. Aquela roubada de bola do Dort no Castle no último ataque foi de dar nervoso em qualquer torcedor dos Spurs. E o Harper? Algumas decisões duvidosas ali no finalzinho.

    A diferença é que esse time tem talento suficiente pra compensar essas falhas. Luke Kornet apareceu com um toco salvador. Os rebotes ofensivos nos momentos certos. E o Fox mostrando experiência ao cometer aquela falta inteligente pra organizar a defesa — jogada que passou batido pra muita gente mas foi genial.

    Vocês viram o discurso do Mitch Johnson no vestiário depois do jogo? Aquilo ali mostra o nível de maturidade emocional desse grupo. É um time que não tem medo de ninguém, nem do momento.

    A experiência veio correndo atrás

    Agora me digam uma coisa: depois de eliminar os atuais campeões, alguém ainda pode falar de inexperiência? Eles já passaram por tanta coisa nessa temporada que vale por várias temporadas regulares de alguns times por aí.

    Lesão do astro principal? Sobreviveram. Time que foi finalista recentemente? Derrubaram. Campeões defendendo o título? Mandaram pra casa. Se isso não é experiência, eu não sei o que é.

    Na minha opinião, a juventude deles agora é mais uma vantagem do que problema. Energia física pra aguentar uma campanha longa nos playoffs, atletismo que deixa qualquer adversário no sufoco, e — mais importante — a coragem de tentar coisas que times veteranos não tentariam por medo de errar.

    Claro, eles ainda vão fazer besteira. Mas qual time não faz? A diferença é que esses caras aprenderam a não ficar remoendo os erros e seguir jogando com confiança. E com esse nível de talento individual, isso é uma receita perigosa pra qualquer adversário.

  • Wemby rumo ao GOAT? Spurs estão a 4 vitórias do título histórico

    Wemby rumo ao GOAT? Spurs estão a 4 vitórias do título histórico

    Olha, eu ainda não consigo acreditar no que estou vendo. Victor Wembanyama não só levou os Spurs para a final da NBA — ele está literalmente reescrevendo a história do basquete diante dos nossos olhos.

    Quatro vitórias. É só isso que separa San Antonio do primeiro título da era Wembanyama. Mas calma lá, porque o caminho não vai ser moleza — os Knicks estão voando e prometem dar muito trabalho.

    O jogo 7 que mudou tudo

    Cara, aquele 111-103 contra o Thunder no sábado foi simplesmente absurdo. Wemby não apenas ganhou o jogo — ele deu uma aula de como se comportar nos momentos decisivos. E olha que Oklahoma City não é time qualquer, viu?

    O mais impressionante é que o francês não foi sozinho. De’Aaron Fox também mostrou serviço e pode ter garantido seu futuro em San Antonio com aquela performance. Mas convenhamos: quando você tem um cara de 2,24m fazendo coisas que nem deviam ser possíveis fisicamente, fica mais fácil jogar ao lado, né?

    E aí, vocês acham que Wembanyama já pode ser considerado candidato ao panteão dos maiores de todos os tempos? Na minha opinião, se ele conquistar esse título aos 21 anos, a conversa muda completamente.

    Knicks: o obstáculo final

    Agora vem a parte difícil. New York está jogando um basquete monstruoso e não vai facilitar nada para os texanos. O jogo 1 é quarta-feira, em San Antonio, e promete ser eletrizante.

    O problema é que Mitchell Robinson está machucado — quebrou o dedo mindinho e pode desfalcar os Knicks justamente quando mais precisam dele. Se ele não jogar, Wemby vai ter ainda mais liberdade no garrafão. E sinceramente? Isso me dá calafrios só de imaginar.

    Cinco vitórias seguidas levaram os Spurs até aqui. Será que conseguem mais quatro para fazer história? Eu tô começando a acreditar nesse time, não vou mentir. Tem algo especial acontecendo em San Antonio.

    O que vocês acham? Os Spurs conseguem o título ou os Knicks vão estragar a festa?

  • Spurs vs Knicks na Final: Wemby pode dar o 6º título pra San Antonio?

    Spurs vs Knicks na Final: Wemby pode dar o 6º título pra San Antonio?

    Gente, eu não acredito que estamos aqui de novo. Spurs e Knicks na Final da NBA — exatamente como em 1999. Só que agora é 2026, e quem comanda San Antonio não é o Tim Duncan jovem, mas sim o monstro francês de 2,24m que responde pelo nome de Victor Wembanyama.

    Os especialistas estão quase unânimes: Spurs levam essa. E olha, não é à toa. Wemby botou o time nas costas e carregou até a Final pela primeira vez desde 2014. Na Conferência Oeste, eles eliminaram nada menos que o atual campeão Thunder no jogo 7. Absurdo.

    Knicks chegam voando, mas será que é o suficiente?

    Do outro lado, temos New York fazendo história. Onze vitórias seguidas nos playoffs — eu repito, ONZE — e estão na Final pela primeira vez desde aquele 99 traumático contra… adivinha só, os próprios Spurs.

    A questão é: por mais que os Knicks tenham arrasado contra Hawks, Sixers e Cavs, agora é outro nível. É Wembanyama protegendo o garrafão como se fosse o dono dele. É um elenco profundo de San Antonio que sabe jogar bola de verdade.

    Mitchell Robinson pode dar trabalho físico pro francês, Karl-Anthony Towns consegue puxar ele pra longe da cesta, mas no final das contas… cara, é o Wemby. O cara que hoje é simplesmente o maior game-changer da liga.

    A matemática favorece San Antonio

    Os Spurs têm mando de quadra (começam em casa na quarta), estão com odds de favorito (-205 na FanDuel) e, sinceramente, fazem sentido. Jalen Brunson pode até acertar uns arremessos de 3 quando Wemby recua, mas a real é que New York vive muito do jogo no garrafão — exatamente onde o francês é praticamente intransponível.

    Olha, eu torço pelo drama. Seria lindo ver os Knicks quebrando esse jejum de 27 anos. Mas na minha visão? Spurs em 7 jogos, numa guerra épica que vai definir quem realmente manda na NBA hoje.

    E vocês, acham que os Knicks conseguem parar o Wemby quando importa? Ou San Antonio vai conquistar o sexto título da franquia?

  • Wemby vs KAT: duelo de gigantes domina estatísticas das Finais NBA

    Wemby vs KAT: duelo de gigantes domina estatísticas das Finais NBA

    Mano, que Final da NBA nós vamos ter! Victor Wembanyama e Karl-Anthony Towns estão simplesmente voando nas estatísticas dos playoffs — os dois lideram o PER (Player Efficiency Rating) com 28.6 e 28.2 respectivamente. E olha só a coincidência: eles vão se enfrentar nas Finais entre Spurs e Knicks.

    Sinceramente, eu não esperava ver o Wemby dominando tanto assim já no segundo ano. O cara tá com números de MVP mesmo sendo pivô. E do outro lado, o KAT finalmente encontrou seu lugar em Nova York — quem diria que a troca dos Timberwolves ia dar tão certo?

    O duelo que promete nas Finais

    OG Anunoby aparece em terceiro no ranking geral com 25.3 de PER, e vai ter a missão mais difícil da vida: marcar o Wembanyama. Cara, boa sorte com isso. O francês tá jogando um basquete de outro planeta nesses playoffs.

    Jalen Brunson (23.5 de PER) vai ter um desafio bem diferente também. Depois de conseguir isolar James Harden nas Finais do Leste, agora vai ter que lidar com Stephon Castle na defesa. O novato dos Spurs tá provando que pode ser peça-chave já na primeira temporada.

    Vocês viram que o De’Aaron Fox também tá nessa lista? Aparentemente foi trocado durante a temporada e tá jogando pelos Spurs. Que movimento interessante do San Antonio.

    Os números não mentem

    Olhando o ranking geral de PER dos playoffs, é impressionante ver Shai Gilgeous-Alexander em terceiro (25.9) — mesmo eliminado, o cara manteve um nível absurdo. E Jokic “só” em 11º com 22.8? Mostra como esses playoffs foram competitivos.

    O que mais me chama atenção é ver Mitchell Robinson com 20.2 de PER pelos Knicks. O cara quando tá saudável faz uma diferença gigantesca no garrafão. Vai ser fundamental para tentar conter o Wemby.

    Game 1 das Finais é na quarta-feira, às 21h30 (horário de Brasília), na ABC. Eu já tô ansioso para ver esse duelo de estilos — a experiência e versatilidade dos Knicks contra a juventude e athleticismo dos Spurs.

    E aí, quem vocês acham que leva? Apostam no Wemby continuando essa dominância ou o KAT vai mostrar que experiência ainda conta?

  • Spurs x Knicks na Final: Wemby contra a história de NY

    Spurs x Knicks na Final: Wemby contra a história de NY

    Gente, eu nem acredito que estou escrevendo isso. Spurs e Knicks na Final da NBA. Depois de oito anos sem um bicampeão, a liga vai ter um novo dono do anel — e que matchup absurdo nos espera!

    De um lado, San Antonio volta às finais depois de anos no ostracismo pós-Tim Duncan. Do outro, New York finalmente quebra um jejum de 25 anos sem chegar numa decisão. Cara, 25 ANOS. A última vez que os Knicks estiveram numa final, eu nem tinha nascido.

    O Fenômeno Wembanyama

    Vamos ser sinceros: toda conversa sobre essa série começa e termina no Victor Wembanyama. O francês de 2,21m não é só hype — é o cara que tá mudando a liga na nossa frente. Melhor defensor do ano logo na segunda temporada? Absurdo.

    Mas olha só a diferença: no início da temporada, os Spurs tinham odds de +6600 pra levar tudo. Os Knicks? +900. Ninguém — eu incluso — apostava fichas nesse time jovem de San Antonio. E agora eles tão aqui, depois de bater o Thunder em sete jogos épicos.

    O que me impressiona no Wemby é que ele não é só o gigante que tapa tudo no garrafão (3,5 tocos por jogo nos playoffs, monstro). O cara tem fundamentos de armador numa carcaça de pivô. É injusto mesmo.

    Os Coadjuvantes que Fazem a Diferença

    Stephon Castle e Dylan Harper — quarta e segunda escolha dos últimos drafts — tão mostrando que draft position importa quando você desenvolve direito. E o De’Aaron Fox? Rapaz, que aquisição foi essa. Um dos caras mais rápidos da liga comandando essa juventude.

    Keldon Johnson levando o prêmio de Sexto Homem do Ano não é coincidência. Esse time tem profundidade pra caramba. Eles dominam no garrafão e no rebote — top 3 da liga nos dois quesitos.

    Nova York e Sua Conexão Villanova

    Do lado dos Knicks, a história é outra mas não menos interessante. Jalen Brunson, Mikal Bridges e Josh Hart — a trinca de Villanova que ganhou dois títulos universitários juntos. Essa química não se inventa, né?

    Brunson virou um dos melhores armadores da liga sendo segunda rodada de draft. O cara tem um QI de basquete absurdo e um controle corporal que dá inveja. Hart é aquele jogador que não aparece na estatística mas faz tudo acontecer.

    E Karl-Anthony Towns? Cara, pode ser o melhor centro arremessador de três da história. OG Anunoby completa um quinteto que, na minha opinião, tem talento individual superior ao dos Spurs.

    Quem Leva?

    Olha, vou ser sincero com vocês: meu coração quer os Spurs (que time mais simpático), mas minha cabeça diz Knicks em 6 jogos. A experiência dos veteranos de NY pode fazer a diferença nos momentos decisivos.

    Wembanyama é o melhor jogador da série, sem dúvida. Mas basquete é esporte coletivo, e os Knicks têm mais peças que podem explodir a qualquer momento.

    E vocês, o que acham? Apostam na juventude dos Spurs ou na fome histórica de Nova York?

    Programação das Finais:

    Jogo 1: 3 de junho – Knicks @ Spurs (21h30)
    Jogo 2: 5 de junho – Knicks @ Spurs (21h30)
    Jogo 3: 8 de junho – Spurs @ Knicks (21h30)

    Preparem a pipoca que vem série histórica por aí!

  • Holmgren assume responsabilidade após eliminação: ‘Não dá pra fugir’

    Holmgren assume responsabilidade após eliminação: ‘Não dá pra fugir’

    Cara, que frase do Chet Holmgren, hein? “Não dá pra fugir da melhoria”. Depois de uma série complicada contra os Spurs nas Finais da Conferência Oeste, o pivô do Thunder mostrou que tem cabeça de veterano mesmo sendo novato ainda.

    Olha só a realidade: 4 pontos e 4 rebotes no Jogo 7. Apenas 71 pontos na série toda de sete jogos. Numbers que doem, né? Mas a postura do garoto me impressionou. Nada de desculpa, nada de jogar a culpa nos outros.

    A mentalidade que impressiona

    “Sempre vejo assim: não importa se foi bom, ruim, vitória, derrota, seja lá o que for – você tem que continuar melhorando. Essa é a mentalidade”, disse Holmgren após a derrota no sábado.

    Sinceramente? Adorei essa fala. Lembra muito o que os craques brasileiros sempre falam quando as coisas não saem como esperado. É assumir o B.O. e partir pra próxima.

    Mark Daigneault, técnico do Thunder, saiu em defesa do seu pivô. Segundo ele, o que o Chet fez em quadra no Jogo 7 foi muito além do que aparece na estatística. “A corrida no final do segundo quarto que nos colocou de volta no jogo… ele foi peça fundamental de formas que não aparecem visivelmente na súmula.”

    Apoio do vestiário

    E não foi só o técnico não. Shai Gilgeous-Alexander também defendeu o companheiro, deixando claro que o time precisa do Chet pra seguir em frente. Esse apoio é fundamental, principalmente quando você assina um contrato de cinco anos e US$ 239 milhões que começa na próxima temporada.

    Imagina a pressão? Mas pelo que vi da postura do Holmgren, ele tá preparado. O moleque tem 22 anos e já mostra uma maturidade que muito veterano não tem.

    Vocês acham que essa eliminação vai fazer o Chet voltar ainda mais forte na próxima temporada? Na minha opinião, esse tipo de experiência só fortalece um jogador com a mentalidade dele. Thunder tem futuro com esse cara.