Tag: San Antonio Spurs

  • Finals 2026: Knicks vs Spurs – quem leva o título?

    Finals 2026: Knicks vs Spurs – quem leva o título?

    Gente, chegou a hora. Finals de 2026 e que dupla absurda: Knicks contra Spurs. De um lado, Nova York querendo quebrar um jejum de 53 anos (desde 1973, imaginem!) com Jalen Brunson comandando. Do outro, San Antonio e aquele monstro do Wembanyama tentando começar uma dinastia. Sinceramente? Não sei nem por onde começar a análise.

    A corrida mais impressionante

    Olha, os dois times chegaram aqui de formas diferentes, mas igualmente absurdas. Os Knicks fizeram algo que eu nunca tinha visto: 11 vitórias seguidas nos playoffs – e algumas por mais de 30 pontos de diferença! Cara, eles literalmente fizeram história com o maior point differential de qualquer sequência de 11 jogos na NBA.

    Mas aí vem San Antonio e faz aquilo que todo mundo achava impossível: eliminou o Thunder, atual campeão, ganhando o Jogo 7 fora de casa. Wembanyama com 22 anos fazendo isso? É de outro planeta mesmo.

    Na minha opinião, mesmo com toda a sequência histórica dos Knicks, o que os Spurs fizeram foi mais impressionante. Derrubar o campeão defendendo nunca é fácil – e fazer isso sendo tão jovem mostra que esse time veio pra ficar.

    Quem tem mais pressão?

    Sem dúvida o Wembanyama. O cara tem 22 anos e pode entrar numa lista que só tem Bill Russell e Tim Duncan – caras que ganharam título nessa idade. Se ele conseguir, vai estar na frente do próprio Jordan e do LeBron na cronologia de conquistas.

    Mas se perder? Vai ter uma coisa no currículo que o MJ nunca teve: uma derrota nas Finals. E vocês sabem como é, né? Quando você é cotado pra GOAT desde cedo, cada detalhe conta.

    Brunson também sente a pressão, claro. Nova York está há mais de 50 anos sem título, e ele é o cara que pode quebrar essa maldição. Imaginem a responsabilidade nas costas do menino.

    Eu tô genuinamente curioso pra ver como vai ser. Wemby contra a defesa dos Knicks, Brunson tentando criar contra aquela muralha francesa… Va ser um jogaço, sem dúvida.

    E aí, galera? Quem vocês acham que leva? O veterano Knicks quebrando o jejum ou o prodígio francês começando sua dinastia?

  • 27 anos depois: como o mundo mudou desde a última final dos Knicks

    27 anos depois: como o mundo mudou desde a última final dos Knicks

    Cara, quando eu paro pra pensar que os Knicks não chegavam numa final desde 1999… mano, 27 anos! Jalen Brunson tinha 3 anos de idade. Três! Jennifer Lopez tava bombando com seu primeiro hit, todo mundo tava falando do primeiro Star Wars depois de anos, e o Tony Soprano acabava de estrear na TV.

    Agora eles voltaram pra final — contra o mesmo San Antonio que os derrubou em 99, que ironia — mas vivemos num planeta completamente diferente. Sério, é surreal pensar em tudo que não existia quando Patrick Ewing e companhia perderam aquela série.

    O iPhone nem sonhava em existir

    Galera, o iPhone só foi lançado em 2007! Em 1999, o aparelho mais descolado era aquele Motorola que dobrava na metade — lembra? O StarTAC. E olha só: ninguém tirava selfie no Madison Square Garden porque… bem, celular não tinha câmera. Imagina os stories do Instagram que perdemos naquela época!

    Se você quisesse reclamar de uma jogada duvidosa do árbitro, tinha que gritar com quem tava do seu lado ali mesmo e esperar chegar no trabalho no dia seguinte pra debater com a galera.

    Wemby era ficção científica

    Victor Wembanyama nem tinha nascido ainda — e sinceramente, se alguém falasse em 1999 que ia aparecer um cara de 2,20m que joga como armador, mete de 3 e ainda por cima defende igual um lateral, todo mundo ia achar que era delírio. O mais alto da liga era um romeno chamado Gheorghe Muresan, com 2,31m, mas que mal conseguia correr por causa de problemas nas costas.

    Hoje o Spurs tem esse alienígena francês que redefine o que é possível no basquete. E aí, quem de vocês imaginou que veríamos algo assim um dia?

    Redes sociais? Que isso?

    Facebook, Twitter, Instagram, TikTok — nada disso existia. Se você perdesse o jogo na TV, era isso aí, tchau. Torcia pro SportsCenter passar um highlight decente às 11 da noite. Netflix mandava DVD pelo correio (juro, isso aconteceu), YouTube nem existia, e se você quisesse ouvir música, era CD ou rádio mesmo.

    Las Vegas era só cassino e boxe — hoje tem time da NHL, da NFL e da WNBA campeã. O mundo mudou tanto que dá até vertigem.

    Na minha opinião, essa volta dos Knicks às finais é ainda mais especial por causa disso. Quantas gerações de nova-iorquinos cresceram sem nunca ver o time na decisão? Quantos pais vão levar os filhos no Garden pela primeira vez numa final?

    Vai ser emocionante demais. E dessa vez, pelo menos, todo mundo vai poder postar stories reclamando da arbitragem em tempo real!

  • KAT na sua melhor fase: como Towns levou os Knicks às Finals

    KAT na sua melhor fase: como Towns levou os Knicks às Finals

    Cara, eu tô impressionado com o que o Karl-Anthony Towns tá fazendo nos Knicks. Sério mesmo. O cara que durante anos foi visto só como um “scorer bonito” agora tá mostrando que pode ser muito mais — e olha onde isso levou Nova York: direto pras Finals pela primeira vez desde 1999!

    E o mais louco? Ele mesmo admite que aprendeu a não se empolgar. “Na minha carreira, se aprendi alguma coisa, é: ‘Não fique muito animado’” disse KAT antes do jogo 4 das finais da Conferência Leste. Maturidade pura, né?

    A transformação de um talento desperdiçado

    Lembro quando Towns foi primeira escolha geral em 2015. Todo mundo esperava que ele virasse uma estrela absoluta — e ele até teve números excelentes, mas sempre faltava alguma coisa. Parecia que tinha teto de vidro nos playoffs.

    Agora aos 30 anos, jogando ao lado do Jalen Brunson (que virou uma das maiores surpresas da liga, na minha opinião), Towns finalmente encontrou seu lugar. Não é mais o cara que precisa carregar o time sozinho. É a peça de encaixe perfeito numa máquina bem azeitada.

    O técnico Mike Brown resumiu bem: “Todo mundo olha pro KAT como um pontuador — ‘Ah, ele sabe pontuar. Não faz isso, não faz aquilo, mas sabe pontuar’. E para chegar tão longe, especialmente sendo um All-Star e líder, você precisa trazer mais coisas.”

    Varreu Cleveland e agora enfrenta San Antonio

    A varredura de 4-0 no Cleveland foi impressionante. Os Cavaliers tinham um time sólido, mas os Knicks simplesmente atropelaram. Towns foi fundamental nessa campanha — não só pelos pontos, mas pela presença, pelos rebotes, pela liderança.

    Agora vem o verdadeiro teste: San Antonio Spurs nas Finals. O time texano teve uma temporada regular melhor (62-20 contra 53-29 dos Knicks) e tem o favoritismo. Mas sinceramente? Acho que subestimar esses Knicks é burrada.

    Towns falou algo que me chamou atenção depois da classificação: “Vou curtir esse momento, voando de volta com meus companheiros… É uma coisa mágica, histórica. Nova York tá morrendo de vontade disso há muito, muito tempo.” Mas na sequência: “Quando chegarmos em casa, volta ao trabalho.”

    Essa mentalidade me lembra muito aqueles times brasileiros que chegavam longe na Copa do Mundo — celebra o momento, mas não perde o foco no objetivo final.

    Será que aguenta a pressão das Finals?

    Olha, eu tô curioso pra ver como Towns vai reagir no palco principal. Ele já passou por duas finais de Conferência e não conseguiu. Agora chegou lá. A pressão em Nova York é absurda — vocês imaginam o Madison Square Garden fervendo?

    O que mais me impressiona é como ele amadureceu. Antes parecia meio perdido nos momentos decisivos. Agora tem uma calma, uma confiança que faz diferença. E jogando ao lado do Brunson, que é clutch demais, pode ser a fórmula perfeita.

    E aí, galera — vocês acham que Towns finalmente vai conseguir o anel que tanto perseguiu? Ou San Antonio é muito time pra esses Knicks? Eu tô com um pressentimento bom sobre Nova York, mas essas Finals prometem ser épicas.

  • Knicks chegam nas Finals como azarões – mas as apostas tão divididas

    Knicks chegam nas Finals como azarões – mas as apostas tão divididas

    Cara, eu não acredito que estou escrevendo isso, mas os New York Knicks estão nas Finals da NBA! Depois de 53 anos sem nem chegar perto, eles finalmente conseguiram. E sabe o que é mais louco? As casas de apostas não sabem mais em quem apostar.

    Os Spurs são favoritos, mas por muito pouco. Estamos falando de -210 na BetMGM e -185 na Caesars para San Antonio levar a série. Ou seja, praticamente um 50-50 disfarçado.

    O dilema dos apostadores

    “Tem muita gente que acha que os dois times têm chances reais”, disse o cara da Caesars. E olha, eu concordo com ele. Os Knicks chegaram aqui destruindo todo mundo no Leste – 11 vitórias consecutivas com média de 23,8 pontos de diferença. Isso não é brincadeira não.

    Mas aí vem a pergunta: será que o Leste estava realmente fraco ou os Knicks que são monstros mesmo? Porque quando eles tomaram aquele susto contra o Atlanta (ficaram 2-1 atrás), muita gente já tinha desistido. Aí eles simplesmente resolveram jogar basquete de verdade.

    O mais engraçado é que a BetMGM está numa situação complicada. Os torcedores dos Knicks apostaram pesado na equipe durante toda a temporada, mas também tem gente que apostou nos Spurs quando eles estavam 25-1 no começo da season. “Qualquer resultado é prejuízo pra gente”, admitiu o cara da casa de apostas. Imagina o desespero!

    Descanso vs ferrugem – o eterno debate

    Enquanto os Knicks estavam descansando depois de varrer Cleveland, San Antonio ainda estava batalhando numa série de 7 jogos contra OKC. Vocês acham que isso favorece quem?

    Eu sinceramente acho que o descanso pode ser bom pros Knicks. Principalmente depois do que rolou contra Cleveland – os caras tomaram 22 pontos de desvantagem no primeiro jogo e ainda assim viraram em overtime. Esse time tem uma mentalidade diferente.

    KAT pode ser a surpresa das apostas

    Todo mundo tá falando do Wembanyama como MVP das Finals (-190), e faz sentido né. O garoto é um monstro. Jalen Brunson vem logo atrás (+200), mas olha essa: Karl-Anthony Towns tá 22-1 na BetMGM!

    E sabe de uma coisa? Pode rolar. Quando os Knicks estavam em apuros contra Atlanta, o técnico começou a rodar mais o ataque pelo KAT. “Isso pegou Atlanta desprevenido e deixou o KAT mais ligado no jogo”, disse um especialista. Se ele resolver aparecer nas Finals…

    Olha, eu não sei vocês, mas tô hypado demais pra essa série. Depois de tantos anos vendo os Knicks sendo piada, ver eles aqui é surreal. E com odds quase equilibradas? A gente pode estar presenciando história sendo feita no Madison Square Garden.

  • 40 jogadores que vestiram Knicks e Spurs – e o absurdo do Sochan

    40 jogadores que vestiram Knicks e Spurs – e o absurdo do Sochan

    Gente, vocês pararam pra pensar que o Jeremy Sochan vai ganhar um anel de campeão da NBA independente de quem vencer essas Finals? O cara foi dispensado pelos Spurs no meio da temporada, assinado pelos Knicks, mal jogou em Nova York… e agora vai sair com um anel não importa o que aconteça. Que loucura é essa?

    Mas essa conexão bizarra entre Knicks e Spurs vai muito além do Sochan. Olha só: 40 jogadores já vestiram as duas camisas ao longo da história. Quarenta! E o mais doido é que essas são duas franquias que viveram em universos completamente diferentes nas últimas três décadas.

    Os Caras que Marcaram Época

    David Lee é disparado o maior sucesso dessa lista quando falamos de Knicks. Antes de virar All-Star, o cara era literalmente uma das poucas razões pra assistir aqueles times horríveis de Nova York no final dos anos 2000. Em 368 jogos pelos Knicks, fazia média de 13 pontos e quase 10 rebotes – um monstro nos double-doubles. Quando chegou em San Antonio já no final da carreira, não era mais o mesmo, mas ainda deu uns 59% de aproveitamento nos arremessos na temporada 2016-17.

    Kurt Thomas é outro que os fãs dos Knicks nunca esquecem. Jogou 569 jogos em Nova York (cara, que números!), fazia 10.6 pontos e 7.5 rebotes de média, e sempre parecia pronto pra brigar com o garrafão inteiro do time adversário se fosse preciso. Depois virou um dos veteranos favoritos do Popovich e ficou quatro temporadas em San Antonio.

    Rod Strickland também merece destaque. Muita gente lembra mais dele em Washington, mas o cara começou a carreira nos Knicks e depois fez duas temporadas muito produtivas nos Spurs, com média acima de 14 pontos. Poucos armadores daquela época conseguiam penetrar como o Rod.

    O Cara que Virou Regra

    Trent Tucker tem uma história absurda. O NBA criou uma regra com o nome do cara! Ficou oito temporadas nos Knicks e depois fez parte do primeiro título dos Spurs em 1999. Que currículo diferenciado, né?

    Sinceramente, também tem uns nomes que fazem você fazer cara de “ué, quando foi isso?”. Tracy McGrady, provavelmente o maior nome dessa lista toda, passou pelas duas franquias e não fez nada demais em nenhuma delas. Doc Rivers e Antonio McDyess também estão aí – sendo que o McDyess pelo menos teve aquela passagem memorável nos playoffs de 2001 pelos Knicks, com 12.3 pontos e 12 rebotes de média.

    A Lista dos “Espera, Ele Jogou Lá Também?”

    Aí tem Charlie Ward, Steve Novak, Nazr Mohammed, Beno Udrih, Doug McDermott, Luke Kornet… é uma mistura doida de estrelas, coadjuvantes e caras que você nem lembrava que existiam.

    O mais engraçado é pensar que os Knicks passaram boa parte dessas três décadas tentando descobrir como parar de pisar no rake (vocês conhecem a referência do Sideshow Bob?), enquanto os Spurs colecionavam títulos, astros e temporadas de 50+ vitórias como se fossem troféus de participação.

    E vocês, lembram de algum outro jogador que passou pelas duas franquias e que eu esqueci? Essa conexão Knicks-Spurs é mais profunda do que a gente imagina!

  • Finais da NBA 2026: Spurs x Knicks promete ser absurda

    Finais da NBA 2026: Spurs x Knicks promete ser absurda

    Cara, que loucura. As Finais da NBA de 2026 começam na quarta-feira em San Antonio e esse confronto entre Spurs e Knicks tem TUDO pra ser uma das melhores séries que a gente já viu. Talvez até uma clássica mesmo.

    Olha, eu tô aqui analisando os matchups e sinceramente? Vai ser xadrez puro entre Mike Brown e Mitch Johnson. Os dois técnicos vão ter que se superar pra ganhar essa. E pela forma como os times se encaixam, eu apostaria todas as fichas que vai pra sete jogos.

    O grande dilema do Wemby: dentro ou fora do garrafão?

    A real é que tudo gira em torno do Victor Wembanyama. E a pergunta que não quer calar: onde ele vai atuar? Porque olhando os jogos contra o OKC, a matemática é simples — quando ele jogou dentro do garrafão, os Spurs ganharam. Quando ficou na linha dos 3, perderam.

    O problema é que o Wemby ainda não tem aquele movimento certeiro, sabe? Às vezes ele se apaixona pelo arremesso de 3, outras vezes parece que tá jogando numa cesta de criança, enterrando em todo mundo. Mas ele não é forte o suficiente ainda pra forçar posições mais próximas da cesta.

    A estratégia vai ter que ser correr pra transição e atacar antes dos Knicks se organizarem. Porque se deixar eles montarem a defesa… aí complica. E tem outro detalhe: ele VAI precisar acertar alguns arremessos de 3 nessa série. Não tem jeito.

    Josh Hart vai aguentar a pressão?

    Cara, esse é um ponto que pode definir tudo. Os Spurs fizeram a mesma coisa com o Alex Caruso contra o OKC — deixaram o Wemby colar nele pra poder ajudar na defesa. E olha só: Caruso meteu 61% dos 3 pontos nos três primeiros jogos. Absurdo, né?

    O Hart teve uma temporada monstro de 3, acertando 42% (49% dos cantos!). Mas nos playoffs a coisa caiu pra 31%. Se ele conseguir acertar pelo menos uns 36-38% dos arremessos livres que vai receber, os Knicks conseguem manter ele em quadra pelos outros fundamentos que ele oferece.

    Agora, se ele não conseguir castigar essa marcação frouxa… Os Knicks vão ter que colocar o Landry Shamet e forçar cinco arremessadores em quadra. E isso obrigaria o Wemby a sair do garrafão pra marcar na linha de 3.

    E o Karl-Anthony Towns? Como vão parar ele?

    Olha, eu acho que o Towns tem uma oportunidade de ouro aqui. Fora o Wembanyama, os Spurs não são um time grande por dentro. Se eles realmente colocarem o Wemby no Hart pra ele poder ajudar na defesa, quem vai marcar o KAT?

    Na minha visão, esse pode ser o X da questão. O Towns tá numa temporada excelente e se ele conseguir dominar o garrafão quando o Wemby não tiver por perto… Pode ser o diferencial que os Knicks precisam.

    Vocês acham que os Spurs conseguem parar o ataque dos Knicks sem comprometer muito o Wembanyama? Porque sinceramente, eu tô achando que essa vai ser uma das séries mais equilibradas dos últimos anos. E quem errar menos nos detalhes leva a taça.

  • Knicks e Spurs chegaram às Finais de forma quase impossível de repetir

    Knicks e Spurs chegaram às Finais de forma quase impossível de repetir

    Cara, as Finais da NBA deste ano são absolutamente únicas. E não é só porque são duas franquias históricas se enfrentando — é porque a forma como o New York Knicks e o San Antonio Spurs chegaram até aqui é praticamente impossível de ser replicada por outros times.

    Pensa comigo: quando é que você vai ver outro time ganhar na loteria do Draft como San Antonio? Eles não só pescaram o Victor Wembanyama em 2023 (que já foi histórico), mas também conseguiram as 4ª e 2ª escolhas nos dois anos seguintes. Monstro demais, né?

    Só que agora a NBA mudou as regras da loteria. Times não podem mais pegar top 5 em três Drafts consecutivos. Literalmente impossível repetir o que os Spurs fizeram.

    Os Knicks e a estratégia dos relacionamentos

    Já os Knicks… cara, eles foram pelo caminho dos relacionamentos pessoais, e deu absurdamente certo. O Leon Rose (presidente do time) praticamente montou um esquema familiar ali.

    Olha só essa sequência: Rose contratou o Tom Thibodeau como técnico — que ele representava como agente por anos. Depois trouxe o Rick Brunson como assistente técnico — seu primeiro cliente como agente. E aí? Contratou o Jalen Brunson, filho do Rick e seu afilhado, por 4 anos e $110 milhões.

    Sinceramente, pode ter sido uma das melhores contratações de agente livre da história da NBA. Na minha opinião, só fica atrás das mudanças do LeBron, KD pro Warriors e Shaq pro Lakers.

    E não parou por aí. Praticamente todo jogador importante que os Knicks trouxeram tem ligação pessoal com essa panelinha:

    Josh Hart era colega de quarto do Brunson em Villanova. Donte DiVincenzo e Mikal Bridges também jogaram lá com ele. O OG Anunoby é representado pelo Sam Rose (filho do Leon). E o Karl-Anthony Towns? Também era cliente do Rose.

    Uma receita que pode dar errado

    Agora, isso me lembra os Lakers de 2020 com o Rich Paul e a Klutch Sports. A diferença é que lá o negócio não era oficial, e no fim das contas meio que se perdeu. Eles priorizaram jogadores da agência ao invés dos melhores disponíveis — tipo escolher o Talen Horton-Tucker no lugar do Alex Caruso.

    Os Knicks são o terceiro time desde a fusão ABA-NBA a chegar nas Finais sem nenhum jogador que draftaram no quinteto titular. Os outros foram os Lakers 2020 (que tinham o LeBron, né) e os próprios Knicks de 1999 (que perderam o Patrick Ewing por lesão).

    E aí, vocês acham que essa estratégia de relacionamentos pessoais é sustentável? Ou foi só sorte mesmo que deu certo dessa vez? Porque uma hora a conta pode chegar…

    O que eu acho mais louco é que tanto Knicks quanto Spurs chegaram aqui por caminhos totalmente opostos — um pela sorte histórica no Draft, outro pelos relacionamentos. Duas receitas que provavelmente nunca mais vamos ver funcionando ao mesmo tempo.

  • Spurs favoritão contra os Knicks? Apostador expert vê valor em outros mercados

    Spurs favoritão contra os Knicks? Apostador expert vê valor em outros mercados

    Gente, que momento absurdo é esse que estamos vivendo? Reggie Miller — sim, aquele cara que meteu terror na carreira inteira — teve a audácia de dizer durante as finais do Oeste que “qualquer um que ganhar essa série, eu já vi o suficiente dos Knicks. Eles vão ser favoritos na Final”.

    O Jamal Crawford na hora: “Deixa eu ver esse seu copo aí”, zoando que o cara tinha bebido demais. E óbvio que o Miller errou feio. As casas de apostas colocaram San Antonio como favorito com -190, enquanto Nova York aparece com +160. Ou seja, quem manda é o Wemby mesmo.

    Larry Hartstein tá vendo oportunidades onde ninguém vê

    Mas olha só que interessante: o Larry Hartstein — que tá 100-69 nas últimas 169 apostas na NBA com lucro de +1751 para quem apostou $100 — não tá muito ligado nessas odds principais não. Na verdade, ele encontrou umas apostas bem mais interessantes.

    Primeira jogada dele: mais de 5,5 jogos (-170) e Spurs ganhando por 4-3 (+380). A lógica é simples — cinco dos últimos sete Finals foram pelo menos seis jogos. E cara, os dois times foram monstros em casa: San Antonio 32-8 no Alamodome (segundo melhor da liga), New York 30-10 no Madison Square Garden.

    “Sim, a Conferência Leste tá mais fraca, mas os Knicks são fortes demais”, explica o Hartstein. “Eles ganharam 11 jogos seguidos nos playoffs por quase 24 pontos de diferença. Têm o jogador mais clutch da série no Brunson, e o Karl-Anthony Towns que tira pressão dele — luxo que o Thunder não teve por causa das lesões.”

    A aposta maluca no Julian Champagnie

    Agora vem a aposta mais ousada: Julian Champagnie liderar a série em arremessos de 3 (+290). Pode parecer loucura, mas o cara tá vindo de uma sequência absurda.

    Depois de começar as finais do Oeste fazendo 6 de 31 do perímetro (19,4% — uma tristeza), o Champagnie virou outro jogador: 12 de 24 nos últimos três jogos (50%!). E tem mais: na temporada regular, ele quebrou o recorde da franquia com 11 bolas de 3 numa vitória contra… adivinha? Os próprios Knicks.

    O Hartstein prefere ele ao invés do Devin Vassell (que também tá +290) porque o Champagnie é mais especialista no spot-up, enquanto o Vassell vai enfrentar marcação mais dura. “Muitos acreditam que os Knicks vão colocar o Brunson no Champagnie. Se rolar isso, ele vai explorar um dos defensores mais fracos de Nova York”.

    E aí, vocês acham que essas apostas fazem sentido? Eu tô achando essa do Champagnie bem tentadora, não vou mentir. O cara tá pegando fogo no momento certo.

  • Playoffs da NBA explodem na audiência – 28 anos pra isso!

    Playoffs da NBA explodem na audiência – 28 anos pra isso!

    Gente, os números que saíram dos playoffs deste ano são ABSURDOS. A NBA não via uma audiência dessas há 28 anos – desde 1998, pra vocês terem ideia. E olha que estamos falando de uma época onde tinha Michael Jordan ainda jogando.

    O jogo 7 entre Spurs e Thunder pela final do Oeste foi o grande responsável por essa loucura. 17,7 milhões de pessoas assistindo no pico da audiência. Dezessete milhões e setecentas mil! Eu mesmo tava grudado na TV, e pelo visto não fui o único.

    Thunder x Spurs: o show que todo mundo queria ver

    A série toda entre San Antonio e Oklahoma City teve média de 10,8 milhões de telespectadores por jogo. É a final de conferência mais assistida em 24 anos, cara. E faz todo sentido – Victor Wembanyama indo pras Finais pela primeira vez, Thunder com aquele time jovem e talentoso…

    O mais louco é que só os jogos 1 e 7 foram realmente emocionantes. Os do meio foram meio mornos, sem mudanças de liderança no segundo tempo. Mas quando importava, os dois times entregaram o show.

    Enquanto isso no Leste, os Knicks simplesmente atropelaram Cleveland numa varredura que só foi interessante no jogo 1, quando Nova York ganhou na prorrogação. Depois disso foi passeio.

    Nova York nas Finais – fazia tempo!

    Agora vem a cereja do bolo: Knicks x Spurs nas Finais. Nova York não chegava numa decisão desde 1999 – coincidência ou não, foi justamente contra San Antonio naquela época. Eu tinha 12 anos e lembro até hoje do Tim Duncan destruindo tudo.

    O que mais me impressiona é que estamos falando do maior mercado dos EUA (Nova York) contra uma franquia histórica com o fenômeno francês. Wemby nas Finais, mano! O cara de 2,24m que joga como se fosse um armador.

    A média geral dos playoffs foi de 5,3 milhões de espectadores por jogo, considerando todas as emissoras (ABC, ESPN, NBC, Peacock e Prime Video). É muita gente assistindo basquete, e isso só mostra como a liga tá em alta.

    Vocês acham que as Finais vão bater algum recorde histórico? Com essa expectativa toda e os dois mercados envolvidos, eu não duvido de nada. O basquete tá voltando a ser mainstream nos EUA, e que venham mais jogos como esses!

  • Spurs na final! Game 7 histórico quebra internet com 2 bilhões de views

    Spurs na final! Game 7 histórico quebra internet com 2 bilhões de views

    Gente, eu ainda não acredito no que aconteceu. Os Spurs estão de volta à final da NBA depois de mais de uma década! E que volta, hein?

    Olha só essa loucura: o Game 7 entre Spurs e Thunder quebrou TODOS os recordes de audiência na história da NBA. Estamos falando de 2 bilhões de visualizações somando todas as plataformas sociais. Dois bilhões! Pra vocês terem noção, o Game 1 da série já tinha feito quase isso com 1,9 bilhão. Absurdo demais.

    A virada épica de San Antonio

    Os Spurs estavam 3-2 na série, praticamente com um pé fora. Todo mundo já estava preparando o Thunder pra mais uma final. Mas aí que tá — esses caras simplesmente resolveram fazer história.

    Venceram os dois últimos jogos, incluindo esse Game 7 de tirar o fôlego em Oklahoma City, por 111-103. Victor Wembanyama jogou como o monstro que a gente sabe que ele é: 22 pontos, 7 rebotes. E Julian Champagnie? Cara, que atuação! 20 pontos, 6 rebotes e ainda entrou pra história.

    Champagnie acertou 6 bolas de três no Game 7 — só o terceiro cara na história a fazer isso numa decisão de Conference Finals. Os outros dois? Curry e Klay Thompson. Nível Warriors dos tempos áureos, pessoal.

    Thunder desabou na hora H

    Sinceramente, eu esperava mais do Thunder. Shai Gilgeous-Alexander até que tentou com 35 pontos, mas Chet Holmgren… nossa, que decepção. Quatro pontos em um Game 7? Apenas dois arremessos de quadra? Em um jogo decisivo?

    Na minha visão, a pressão comeu solta ali. O Thunder tinha tudo pra fechar em casa, com a torcida empurrando, mas não conseguiu executar nos momentos cruciais.

    Knicks vs Spurs: nostalgia pura

    E agora vem o mais legal: Spurs e Knicks na final. A última vez que esses dois times se enfrentaram numa decisão foi em 1999, quando San Antonio levou o título. Coincidência ou não, é também a última vez que os Knicks chegaram numa final.

    Vocês acham que os Knicks conseguem quebrar essa sina depois de 27 anos? Ou os Spurs vão repetir a dose de 99?

    A final começa na quarta-feira, e pelo jeito que as coisas andam, pode esperar mais um bilhão de views fácil. O basquete tá pegando fogo mesmo!