Tag: San Antonio Spurs

  • Wemby pode quebrar recorde histórico do Duncan nas Finals

    Wemby pode quebrar recorde histórico do Duncan nas Finals

    Cara, 2026 tá sendo um ano absurdo para o basquete. Os Spurs estão de volta às Finals depois de anos no ostracismo, e agora o Victor Wembanyama tem a chance de quebrar um recorde que parecia intocável: o de bloqueios em uma única pós-temporada do Tim Duncan.

    Olha só que loucura: Wemby precisa de apenas 20 bloqueios nessa série contra os Knicks para superar as 79 rejeitadas que Duncan fez em 2003. Vinte bloqueios em sete jogos no máximo. Para um cara que já fez 12 bloqueios em UM jogo só nos playoffs, isso é totalmente possível.

    Os números não mentem

    Duncan não brinca quando o assunto é defesa. Além do recorde de 79 bloqueios em 2003, ele também tem o segundo lugar na história dos playoffs dos Spurs com 62 rejeitadas em 2007. Detalhe: nas duas ocasiões, San Antonio levou o título. Coincidência? Eu acho que não.

    Wembanyama tá numa média de 3.5 bloqueios por jogo nessa pós-temporada, com 23.2 pontos e 10.8 rebotes. Números de monstro mesmo. E aquele jogo contra Minnesota onde ele fez 12 bloqueios? Cara, eu nunca tinha visto algo assim nos playoffs.

    O novo rei de San Antonio

    Sinceramente, desde que o Wemby chegou, todo mundo sabia que ele tinha potencial para ser especial. Mas ver ele carregando os Spurs nas costas depois daquela série épica de sete jogos contra o Thunder… isso aí é coisa de lenda.

    Duncan e Robinson estavam lá assistindo a série contra OKC, e eu imagino o que deve ter passado pela cabeça dos caras. Ver o francesinho de 2,24m fazendo o que eles fizeram por décadas deve ser emocionante e assustador ao mesmo tempo.

    Em fevereiro, Wemby já tinha entrado para o seleto grupo dos únicos jogadores na história (junto com Duncan e Robinson) a fazer 20 pontos, 15 rebotes, 8 rebotes ofensivos e 5 bloqueios em um jogo. Agora ele pode quebrar mais um recorde histórico da franquia.

    E aí, vocês acham que ele consegue as 20 rejeitadas contra os Knicks? Eu tô torcendo muito, porque além do recorde, ainda tem aquele pequeno detalhe de trazer mais um anel para San Antonio. Seria poético demais.

  • Harper e Clarkson fazem história filipina nas Finais da NBA

    Harper e Clarkson fazem história filipina nas Finais da NBA

    Cara, que momento histórico estamos presenciando! Pela primeira vez na história, dois jogadores de origem filipina vão se enfrentar nas Finais da NBA. Dylan Harper, do Spurs, e Jordan Clarkson, do Knicks, carregam a bandeira das Filipinas no maior palco do basquete mundial.

    E olha, eu fico emocionado só de pensar no que isso representa. Harper, aos 20 anos, vai disputar sua primeira Final — imagine a pressão e a emoção ao mesmo tempo. Já o Clarkson tem experiência (esteve nas Finais de 2018 com Cleveland), então pode dar umas dicas pro garoto.

    O peso de representar um país inteiro

    “Eu acho que eu e ele (Clarkson) vamos fazer algo realmente especial, representando nosso país, de onde viemos, representando tudo no maior palco do basquete”, disse Harper numa coletiva. Mano, dá pra sentir a emoção na voz dele.

    E não é pra menos. Nas Filipinas, basquete é praticamente uma religião. Imagina só: dois caras com sangue filipino brigando pelo título da NBA. Isso é histórico, gente!

    Harper tem sido fundamental pro Spurs saindo do banco — 13.1 pontos, 5.3 rebotes e 2.6 assistências nos playoffs. Nada mal pra um rookie, né? E pelo visto, ele vai ter a missão pesada de marcar o Jalen Brunson. Vai ser um teste e tanto.

    DNA de campeão correndo nas veias

    Aqui entre nós, o garoto tem tudo pra dar certo. A mãe dele, Maria Pizarro-Harper, é filipina, e o pai? Nada mais, nada menos que Ron Harper — cinco anéis da NBA com Bulls e Lakers. Sangue de campeão corre na família.

    Inclusive, o pai dele andou rejeitando propostas de trade pelo filho no Twitter recentemente. Proteção paterna no modo ativado!

    Sinceramente, acho que independente de quem ganhe, essa Final já tá especial. Ver dois jogadores filipinos se enfrentando pelo título máximo do basquete é algo que vamos lembrar pra sempre.

    E aí, quem vocês acham que leva? Spurs ou Knicks? O Jogo 1 é amanhã em San Antonio, e eu tô ansioso demais pra ver esse duelo histórico!

  • Wemby aceita massagear barriga do Guillermo pra dar sorte nas Finals

    Wemby aceita massagear barriga do Guillermo pra dar sorte nas Finals

    Gente, eu não esperava ver isso hoje. Victor Wembanyama — o fenômeno francês de 2,24m do San Antonio Spurs — literalmente massageou a barriga do Guillermo (aquele carinha baixinho do Jimmy Kimmel) durante o media day das NBA Finals. E o melhor de tudo? Fez isso com a maior naturalidade do mundo, usando até um chapéu de cowboy.

    A cena foi absolutamente hilária. Guillermo se aproximou do Wemby e soltou a pergunta mais aleatória possível: “Você quer esfregar minha barriga pra dar sorte?”. E o moleque, sem nem pestanejar, se abaixou e aceitou na boa. Cara, só o Wembanyama mesmo pra transformar um momento tenso de Finals em comédia pura.

    A magia funciona mesmo?

    Olha, se depender da temporada que o Wemby tá fazendo, qualquer amuleto da sorte é bem-vindo. O cara simplesmente destruiu nos playoffs — no jogo 7 decisivo contra o Oklahoma City Thunder, cravou 22 pontos, 7 rebotes e 3 tocos em 42 minutos de quadra. Quarenta e dois minutos, mano! E isso depois de ter feito um double-double monstruoso de 41 pontos e 24 rebotes no jogo 1 daquela série.

    Sinceramente, acho que o San Antonio não esperava estar de volta às Finals tão cedo. Mas aqui estamos nós — Spurs contra Knicks, exatamente como em 1999. A diferença é que agora eles têm essa torre francesa fazendo coisas absurdas em quadra.

    O confronto que todo mundo quer ver

    E aí, vocês acham que o Wemby consegue segurar a pressão contra Jalen Brunson e essa equipe cascuda dos Knicks? Porque uma coisa é dominar no Oeste, outra é enfrentar Nova York numa série de sete jogos. Os caras são duros na queda e não vão facilitar nada para o garoto francês.

    Se o Wembanyama conseguir levar o título logo na terceira temporada da carreira, vamos estar presenciando o nascimento de uma nova era no basquete. E quem sabe a barriga do Guillermo não seja realmente o amuleto da sorte que faltava? Stranger things have happened na NBA, né pessoal.

    Uma coisa é certa: independente do resultado, já valeu pelo momento de descontração. Às vezes é isso que um time precisa antes de uma Final — um pouco de bom humor para aliviar a tensão. Game 1 é amanhã, e eu tô curioso pra ver se a “sorte da barriga” vai funcionar mesmo.

  • Vassell não quer só chegar – Spurs miram o título nas Finais

    Vassell não quer só chegar – Spurs miram o título nas Finais

    Cara, eu preciso falar uma coisa: o Devin Vassell dos Spurs tá com uma mentalidade que me impressiona. O garoto não tá satisfeito só por ter chegado nas Finais da NBA contra os Knicks — ele quer é ganhar essa bagaça toda.

    Quando perguntaram pra ele quando o time mudou da comemoração de ter batido o Thunder (os atuais campeões!) para o foco nos Knicks, a resposta foi direto ao ponto: “No dia seguinte, sinceramente. No voo, todo mundo tava empolgado. Mas a gente não chegou aqui pra dizer que somos campeões da Conferência Oeste. A gente quer sentar aqui e dizer que somos campeões da NBA, que ganhamos as Finais.”

    O cara que segurou a parada defensiva

    Olha, eu acompanho esse menino desde que chegou em San Antonio como pick da loteria em 2020, e ver ele agora fazendo a diferença é emocionante. Nas playoffs, Vassell tá com média de 13 pontos e quase 5 rebotes por jogo — números sólidos. Mas o que mais me impressiona mesmo é a defesa dele. O técnico Mitch Johnson não tá exagerando quando fala que ele pode ser o jogador mais consistente do time nos playoffs.

    E não é pouco mérito não, viu? O Vassell passou três temporadas sendo um dos dois principais pontuadores dos Spurs, mas sempre em times que não brigavam por nada. Agora ele tá provando a primeira temporada vencedora da carreira — e que temporada!

    “Experiência não importa” — será mesmo?

    Uma coisa que me chamou atenção foi quando o Vassell falou sobre toda essa conversa de que os Spurs são jovens demais pra estar nas Finais. O cara foi categórico: “Experiência não importa.” Disse isso depois de empatar a série contra o Thunder no jogo 4. Sinceramente? Eu meio que concordo com ele.

    Quando perguntaram se eles usam essas críticas como motivação, o Vassell mandou outra: “Honestamente, a gente tá tentando bloquear todo esse barulho. A gente ouviu isso o ano todo, isso e aquilo, mas agora estamos aqui, então não tem mais nada pra gente falar ou pensar sobre.”

    E vocês acham que ele tá sendo arrogante ou só confiante? Porque pra mim, essa mentalidade é exatamente o que você quer ver num time que pode se tornar um dos campeões mais jovens da história da liga.

    O núcleo que pode fazer história

    Pensem comigo: você tem o Vassell (6 anos de NBA), o Keldon Johnson (7 anos e o veterano do grupo), e um núcleo de 20 e poucos anos liderado pelo Wembanyama. É um time que chegou muito além do que qualquer um esperava — eu mesmo achava que iam brigar por playoffs, não por título.

    “A gente vai continuar fazendo o que tem feito, e isso tem dado certo pra gente. Então é só manter, continuar na mesma coisa que temos feito e não tentar pensar demais, porque estamos aqui por algum motivo”, disse o ala de Atlanta.

    Mano, eu tô hypado demais com essas Finais. Os Knicks têm experiência e tradição, mas esses moleques dos Spurs têm uma fome que me lembra dos times campeões de antigamente. Vai ser jogaço!

  • Spurs vs Knicks: relembre a história épica dos títulos de San Antonio

    Spurs vs Knicks: relembre a história épica dos títulos de San Antonio

    Cara, que coincidência absurda essa! Os Spurs estão de volta às Finais da NBA enfrentando justamente os Knicks — a mesma dupla de 1999, quando tudo começou pra franquia do Texas. 27 anos depois, é como se a história tivesse dado uma volta completa.

    Pra quem não acompanhava a NBA na época (ou ainda nem tinha nascido), preciso contar: os Spurs são uma máquina de títulos disfarçada de cidade pequena. Cinco anéis em 15 anos, monstro! Entre 1999 e 2014, San Antonio dominou a liga de uma forma que poucos times conseguiram na história moderna.

    A era dourada com o Big Three

    Tim Duncan, Tony Parker e Manu Ginóbili — esse trio vai ficar pra sempre na memória de qualquer fã de basquete. E todos sob o comando do Popovich, que continua lá até hoje como presidente de operações de basquete. O cara simplesmente criou uma cultura vencedora que durou décadas.

    O último título veio em 2014, numa revanche épica contra o Heat do LeBron. Lembram da final de 2013? Ray Allen quase matou os Spurs do coração com aquela bola de três nos últimos segundos. Mas em 2014, não teve conversa — San Antonio passou o rodo no Miami, vencendo os três últimos jogos por pelo menos 17 pontos de diferença. Foi tão dominante que o LeBron decidiu vazar de volta pra Cleveland.

    Kawhi Leonard levou o MVP daquelas finais, mas sinceramente, foi um esforço coletivo absurdo. Parker, Duncan e Ginóbili, todos com médias de dois dígitos. Basquete bonito de se ver.

    O jejum e o renascimento com Wemby

    Depois que o Big Three se aposentou, os Spurs entraram numa seca de seis anos longe dos playoffs (2019-2025). Pra quem estava acostumado com sucesso constante, foi doloroso de assistir.

    Mas aí chegou Victor Wembanyama. E cara, que diferença faz ter um fenômeno desses no seu time! Na terceira temporada dele, os Spurs já estão de volta às Finais. É coisa de maluco, mas o francesão tem essa capacidade de elevar todo mundo ao redor dele.

    O histórico completo dos títulos

    Vamos relembrar os cinco anéis dos Spurs:

    1999: 4-1 sobre os Knicks (MVP: Tim Duncan)
    2003: 4-2 sobre os Nets (MVP: Tim Duncan)
    2005: 4-3 sobre os Pistons (MVP: Tim Duncan)
    2007: 4-0 sobre os Cavaliers (MVP: Tony Parker)
    2014: 4-1 sobre o Heat (MVP: Kawhi Leonard)

    Duncan foi MVP em três finais — o cara era uma máquina de consistência. Nunca foi o mais flashy, mas sempre entregava quando precisava.

    O que vocês acham dessa volta dos Spurs às Finais? Wembanyama consegue trazer o sexto título pra San Antonio já na terceira temporada dele? Eu tô animado demais pra ver essa série!

  • Wemby na NBA Finals aos 22? ‘Só 20 mil pessoas cabem na arena’

    Wemby na NBA Finals aos 22? ‘Só 20 mil pessoas cabem na arena’

    Cara, eu ainda não acredito que tô escrevendo isso. Victor Wembanyama, aos 22 anos, está a quatro vitórias do título da NBA. VINTE E DOIS ANOS. E sabe o que o monstro falou sobre a pressão das Finals? “Só 20 mil pessoas cabem na arena mesmo.”

    Olha, eu sei que ele tá tentando parecer tranquilo, mas sinceramente? O Spurs chegou nas Finals muito antes do esperado. A gente tava falando que seria um processo de 3-4 anos, e o cara simplesmente decidiu queimar etapas.

    A geração que não quer esperar

    E não é só o Wemby não. Stephon Castle tem 21 anos, Dylan Harper tem 20. Esses caras estão jogando Finals da NBA numa idade que a maioria dos jogadores ainda tá aprendendo a não ser expulso por reclamação com o árbitro.

    Por comparação: Jordan, Shaq, Kobe, até mesmo Duncan e Robinson (lendas do próprio Spurs) — nenhum deles chegou nas Finals na primeira temporada de playoffs. Mas essa garotada do San Antonio simplesmente atropelou o Oklahoma City Thunder, atual campeão, numa série de sete jogos que foi de outro planeta.

    E agora? Agora eles vão pegar o New York Knicks como FAVORITOS ao título. Vocês conseguem acreditar nisso?

    O lado emocional que ninguém vê

    Mas não pensem que o Wemby é uma máquina. Depois daquela vitória absurda no jogo 7 contra o Thunder, o cara ficou visivelmente emocionado. E ele mesmo admitiu: “A emoção foi algo que eu não sentia há muito tempo”.

    Essa é a parte que eu acho mais interessante. Ele pode falar que a pressão das Finals “não motiva” ele, mas é óbvio que significa algo. Como não ia significar? É a NBA Finals, cara!

    O Castle também falou sobre isso. Para um cara que só tem um ano de experiência na NBA, ele parece bem tranquilo. “Nunca foi um problema pra gente”, disse sobre a juventude do time. E olha, considerando que o cara foi campeão nacional com UConn no ano passado, talvez ele saiba do que tá falando.

    Contra o Knicks vai ser guerra

    Agora vem o teste de verdade. O Knicks chegou nas Finals com sede de título depois de décadas de sofrimento. Karl-Anthony Towns tá jogando o melhor basquete da vida dele, e aquele time tem uma fome que dá medo.

    Sinceramente? Eu não sei se o Spurs tá preparado para o que vem por aí. Uma coisa é eliminar o Thunder numa série épica na Conferência Oeste. Outra coisa é manter o foco contra um time que sabe que essa pode ser a única chance deles.

    Como o próprio Wemby disse: “Ainda não fizemos a parte mais difícil. O trabalho não tá nem perto de terminar”.

    E aí, vocês acham que essa juventude vai conseguir aguentar a pressão? Ou será que a experiência do Knicks vai falar mais alto? Game 1 é amanhã, e eu já tô ansioso demais para ver como essa história vai terminar.

  • Wemby vs Knicks: o monstro que pode acabar com o sonho de 53 anos

    Wemby vs Knicks: o monstro que pode acabar com o sonho de 53 anos

    Cara, chegou a hora da verdade. Os Knicks estão a quatro vitórias do título que não vem desde 1973 — isso mesmo, 53 anos de sofrimento — mas do outro lado tem um problema gigantesco de 2,21m chamado Victor Wembanyama.

    E quando eu digo gigantesco, é literalmente. O cara é um alienígena, mano. Com 22 anos apenas, já ganhou o Prêmio de Melhor Defensor do Ano e ainda por cima meteu médias de 25 pontos, 11.5 rebotes e 3.1 tocos por jogo na temporada regular. Absurdo.

    Os números que assombram Nova York

    Olha só que pesadelo: contra os Knicks especificamente, Wemby tem médias de 30.4 pontos e 14.6 rebotes em cinco jogos da temporada regular. Trinta pontos de média! O único alívio foi quando limitaram ele a 18 pontos no NBA Cup, mas convenhamos — foi exceção, não regra.

    Karl-Anthony Towns foi direto ao ponto quando falou sobre o francês: “Obviamente, ele é um talento especial e a NBA tem sorte de tê-lo”. Traduzindo: o cara é diferenciado mesmo e vai ser um inferno pra marcar.

    Jalen Brunson foi ainda mais específico sobre o desafio: “As coisas que ele consegue fazer dos dois lados da quadra, pessoas nunca viram antes numa pessoa do tamanho dele”. E cara, o Brunson tem razão — nunca vi um pivô com o alcance defensivo do Wemby conseguir também criar jogadas e arremessar de três como ele faz.

    San Antonio não é só o Wemby Show

    Agora, se você acha que é só parar o Wembanyama e resolver o problema, esquece. Os Spurs têm outros cinco caras fazendo dois dígitos nos playoffs: Stephon Castle, De’Aaron Fox (sim, Fox foi pros Spurs!), Dylan Harper, Devin Vassell e Julian Champagnie.

    OG Anunoby resumiu bem a situação: “Eles são muito versáteis, muito profundos. Têm talento em todas as posições da quadra”. Sinceramente, esse time de San Antonio montou um elenco que vai dar trabalho pra qualquer um.

    A pressão está onde?

    Olha, na minha visão, a pressão tá toda em cima dos Knicks. 53 anos sem título, cara. CINQUENTA E TRÊS ANOS. Uma geração inteira de torcedores que nunca viu o time levantar uma taça.

    Do lado dos Spurs? Wemby já provou que é o futuro da liga, tem apenas 22 anos e uma carreira inteira pela frente. Se não ganhar agora, vai ter outras chances. Mas para os Knicks, com esse elenco veterano e experiente que o próprio Wemby elogiou, pode ser agora ou nunca.

    E aí, vocês acham que os Knicks conseguem encontrar uma fórmula pra parar esse monstro francês? Game 1 é amanhã à noite em San Antonio, e eu tô ansioso pra ver se alguém descobriu como defender o indefensável.

  • Finals 2026: Spurs x Knicks vai ser guerra total

    Finals 2026: Spurs x Knicks vai ser guerra total

    Cara, chegou a hora. Finals 2026: San Antonio Spurs contra New York Knicks. Sinceramente? Eu não esperava ver essa final há uns anos atrás, mas aqui estamos — e que final promete ser!

    O Kevin O’Connor acabou de fazer uma prévia completa dessa série direto de San Antonio, e olha, as análises estão dando o que falar. Com Tim Legler falando sobre os Knicks e Jared Weiss destrinchando os Spurs, a coisa ficou séria.

    O problema chamado Wembanyama

    A grande questão que todo mundo tá fazendo é: como diabos você para o Wemby? O francês tá numa temporada absolutamente monstruosa, e agora chega nas Finals com essa garotada dos Spurs jogando um basquete que dá gosto de ver.

    Na minha visão, os Knicks vão ter que ser muito criativos. Não dá pra simplesmente colocar um cara na frente dele e torcer pro melhor — o moleque é 2,24m e tem um arremesso que é quase impossível de contestar. A estratégia vai ter que passar por velocidade e muito, muito movimento de bola.

    Tim Legler mergulhou fundo na análise dos Knicks durante o podcast, e sinceramente, Nova York tem suas armas. Esse time cresceu muito ao longo da temporada e chegou aqui por mérito próprio.

    San Antonio voltou ao topo

    E os Spurs? Meu amigo, que volta por cima! Depois de anos no rebuild, eles conseguiram montar algo especial em volta do Wembanyama. Jared Weiss fez questão de destacar como essa garotada abraçou a cultura Spurs de uma forma impressionante.

    Olha, eu cresci vendo os Spurs dominarem os anos 2000 com Duncan, Ginóbili e Parker. Ver eles de volta nas Finals — especialmente com um talento alienígena como o Victor — traz uma nostalgia absurda. A diferença é que agora eles jogam um basquete mais moderno, mais rápido, mas sem perder aquela identidade de sempre.

    A análise completa do O’Connor saiu direto do Frost Bank Center, e dá pra sentir a empolgação de San Antonio. A cidade tá explodindo com essa volta às Finals.

    Quem leva essa?

    As previsões estão divididas, mas uma coisa é certa: vai ser uma série para ficar na história. Vocês acham que a experiência dos Knicks pesa, ou a juventude e o talento puro dos Spurs fala mais alto?

    Eu tô genuinamente curioso pra ver como vai ser o ajuste tático dos dois lados. É Victor Wembanyama nas suas primeiras Finals contra uma franquia que tá desesperada pra voltar ao topo depois de décadas.

    O episódio completo tá no YouTube do Yahoo Sports NBA, e sinceramente, vale a pena conferir as análises detalhadas. Os caras realmente entraram fundo nos X’s e O’s de cada time.

  • Mitch Robinson vai tentar jogar o Jogo 1 das Finais mesmo machucado

    Mitch Robinson vai tentar jogar o Jogo 1 das Finais mesmo machucado

    Cara, que situação bizarra essa do Mitchell Robinson. O pivô reserva do Knicks apareceu como “questionável” pro Jogo 1 das Finais da NBA contra o Spurs depois de quebrar o dedinho da mão direita. E o mais estranho? Ninguém sabe direito como foi que ele se machucou.

    O maluco fez cirurgia na semana passada e desde então vem falando que vai jogar sim, muito obrigado. Quando os Knicks chegaram em San Antonio ontem, todo mundo estava de olho no dedo mindinho dele. E pasmem — sem proteção nenhuma, andando tranquilão pelo ginásio.

    O mistério da lesão em casa

    Olha, eu já vi muita coisa estranha no basquete, mas essa história tá meio nebulosa. O Shams Charania da ESPN revelou que o Robinson se machucou “em casa”. Em casa, galera! Não foi numa jogada, não foi no treino. Foi literalmente dentro da casa do cara.

    O técnico Mike Brown já confirmou que não foi durante o Jogo 4 contra o Cavaliers nem em treino. Mas aí quando perguntaram mais detalhes, o cara simplesmente mandou os repórteres procurarem o assessor de imprensa. Suspeito demais, né?

    Treinando com proteção mas sem contact

    No treino de ontem, o Robinson apareceu com uma proteção preta na mão direita. Conseguiu cumprimentar todo mundo, pegar passe, driblar e até arremessar. Durante um exercício, o monstro correu quadra inteira pegando e dando passes de contra-ataque.

    Mas aqui que fica interessante: toda vez que foi pra bandeja, ele não tocou no aro. Simplesmente deixou a bola cair pela cesta sem encostar no ferro. Inteligente, mas mostra que ainda tá com receio de bater a mão machucada.

    E não é que o cara ainda acertou umas bolas de três do canto? O assistente técnico Peter Patton quase subiu nas paredes comemorando. Depois do treino, saiu de quadra com gelo na mão — protocolo normal pra quem acabou de ser operado.

    Vai jogar ou não vai?

    Sinceramente, eu acho que o Robinson vai tentar jogar sim. O cara é teimoso e quer muito estar nas Finais. Segundo o Shams, ele vai usar uma proteção “bem grande” se entrar em quadra. Só que ainda precisa ser liberado pelo departamento médico pra ter contato físico total.

    “Questionável” não garante nada, mas é um passo importante. O Knicks precisa dele pra ajudar no garrafão contra o Spurs, especialmente pra pegar rebotes ofensivos — que é onde o Robinson é monstro mesmo.

    E aí, vocês acham que ele aguenta jogar 20-25 minutos com essa proteção toda? Eu tô curioso pra ver como vai ser na prática. Finals da NBA não é brincadeira, e qualquer detalhe pode fazer diferença contra um time como San Antonio.

    O jogo é amanhã à noite, e pelo jeito vamos descobrir só na hora se o pivô vai estar em quadra ou não. Mas conhecendo o Robinson, aposto que ele vai tentar até o último minuto convencer os médicos a liberarem ele.

  • Wembanyama vs Knicks: Finals da NBA 2026 promete guerra épica

    Wembanyama vs Knicks: Finals da NBA 2026 promete guerra épica

    Cara, chegou a hora! Victor Wembanyama nas Finals da NBA contra os Knicks — e olha, eu tô mais ansioso que fã brasileiro vendo jogo às 3 da manhã.

    O francês de 2,24m não precisou nem pensar quando perguntaram sobre os Knicks na coletiva de ontem: “É um time foda, mano. São caras experientes que não chegaram aqui por sorte, mas por esforço absurdo ao longo dos anos.” Tradução livre minha, mas a essência tá aí — respeito total.

    O problema dos problemas pra Wemby

    E sinceramente? Ele tem razão em respeitar. Os Knicks mostraram que sabem como parar o monstro francês. Em março, numa vitória por 114-89, eles basicamente deram uma aula de como defender o Wembanyama.

    Karl-Anthony Towns foi o cara escolhido pra marcar Wemby na maior parte do tempo, e funcionou — apenas 10 pontos em 7 arremessos tentados. Mas o que mais me impressionou foi a rotação de defensores: OG Anunoby e Mitchell Robinson também deram suas “chegadas” no francês. São três estilos diferentes de defesa, três tipos de físico. Isso é coisa que Oklahoma City não conseguiu fazer.

    A matemática é cruel: Wembanyama fez 25 pontos em 17 arremessos naquele jogo, com SETE turnovers. Sete! Pra um cara que tem controle de bola absurdo, isso é muita perda de posse.

    Spurs em território inexplorado

    Aqui que a coisa fica interessante. San Antonio enfrentou Oklahoma City umas 12 vezes até chegar na Game 7 das finais de conferência. Com os Knicks? Só três jogos — dois na temporada regular e um na final da NBA Cup. E olha só que loucura: perderam em dois desses encontros.

    O técnico Mitch Johnson falou uma parada que me marcou: “Tem algo que você precisa abrir mão quando tira algo de alguém.” É isso aí — quando você foca toda sua defesa em parar Wembanyama, outros caras do Spurs ficam livres. Mas será que os Knicks vão conseguir fazer essa conta fechar?

    E Mitchell Robinson? O cara chegou em San Antonio sem tala na mão direita, mas ninguém sabe se vai jogar. Isso pode mudar TUDO na dinâmica defensiva de Nova York.

    Na minha visão, essa vai ser a série mais equilibrada que a gente vai ver em muito tempo. Wembanyama tá numa ascensão absurda, mas os Knicks têm a fome de quem esperou décadas por esse momento. E aí, galera — vocês acham que o francês consegue levar os Spurs ao título, ou a experiência dos Knicks vai falar mais alto?

    Uma coisa eu garanto: vai ser jogaço.