Tag: San Antonio Spurs

  • Spike Lee apela pro Papa pra quebrar a maldição dos Knicks

    Spike Lee apela pro Papa pra quebrar a maldição dos Knicks

    Olha, quando o assunto é superstição no esporte, os americanos não brincam em serviço. E o Spike Lee? Esse cara levou a coisa pra outro patamar — literalmente celestial.

    O diretor mais fanático dos New York Knicks apareceu no Jogo 3 das Finals contra o San Antonio Spurs usando uma camisa personalizada do Papa Leo. Isso mesmo, você leu certo. Uma camisa do Papa.

    A história por trás é até interessante: Lee ganhou essa camisa do próprio pontífice durante uma visita ao Vaticano em novembro do ano passado. Imagina a cena — o cara vai lá no Vaticano, bate um papo com o Papa e ainda sai de lá com uma camisa dos Knicks abençoada. Só o Spike mesmo pra conseguir uma dessas.

    A maldição de 1973 e o desespero de Nova York

    Vamos ser honestos aqui: os Knicks não ganham um título desde 1973. Cinquenta e três anos, cara. Cinquenta e três! Eu nem tinha nascido e esse time já estava na seca. Então quando você espera tanto tempo assim, qualquer ajuda é bem-vinda — até mesmo a divina.

    O mais interessante é que Lee já tinha usado essa camisa antes, no Jogo 2 da primeira rodada contra o Atlanta Hawks. E adivinha só? Os Knicks perderam por 107-106. Uma das apenas duas derrotas que o time sofreu em toda essa caminhada dos playoffs.

    Será que o Papa não tá funcionando? Ou foi só azar mesmo?

    Madison Square Garden vira terra santa do basquete

    O Madison Square Garden ontem parecia mais uma procissão do que um jogo de basquete. Ben Stiller, Timothée Chalamet, e claro, nosso querido Spike Lee com sua camisa papal marcando presença na arquibancada.

    Sinceramente, eu acho genial a estratégia do Spike. Se não consegue ganhar no talento puro (que aliás, os Knicks têm de sobra nessa temporada), apela pra quem manda lá de cima. E olha, considerando que estamos falando de um time que passou décadas sendo motivo de piada na NBA, qualquer bênção é lucro.

    E aí, vocês acham que a intervenção divina vai funcionar? Ou os Spurs vão mandar essa história de Papa pra casa mesmo assim? Uma coisa eu garanto: se os Knicks levantarem esse troféu, pode ter certeza que vai ter uma missa de agradecimento no Vaticano.

  • Presti defende Chet após vexame contra Spurs: ‘É um dos nossos’

    Presti defende Chet após vexame contra Spurs: ‘É um dos nossos’

    Olha, não vou mentir — ver o Chet Holmgren praticamente desaparecer nos playoffs contra o San Antonio foi de partir o coração. Mas o Sam Presti, GM do Thunder, saiu em defesa do garoto de uma forma que me impressionou.

    Os números são brutais mesmo: Chet foi de 17.1 pontos por jogo na temporada regular para míseros 10.7 contra os Spurs. No jogo 7? Quatro pontos. QUATRO. Com apenas dois arremessos tentados. É o tipo de performance que faz qualquer torcedor questionar se o cara aguenta a pressão dos playoffs.

    A defesa do chefe

    Mas Presti não tá nem aí pra crítica. “Ele contribui para nossas vitórias em tantos níveis diferentes”, disparou o GM na segunda-feira. E não posso negar que o cara tem argumentos: All-Star pela primeira vez, segundo lugar no prêmio de Melhor Defensor, terceiro time All-NBA. Não é qualquer um que consegue isso logo na segunda temporada.

    “Estávamos varrendo nosso caminho para as finais da Conferência Oeste principalmente por causa dos esforços dele na série contra os Lakers”, lembrou Presti. E é verdade — contra o Lakers, Chet foi monstro. O problema foi quando chegou a hora do vamos ver contra San Antonio.

    Motivação não é o problema

    A parte que mais me chamou atenção foi quando Presti disse que Chet não precisa de pressão externa pra melhorar. “Ele é intrinsecamente motivado. Não precisa de gente questionando ele ou coisas na internet para impulsionar sua evolução.”

    Sinceramente? Eu entendo o ponto do Presti. Lembro quando o pessoal duvidava do Chet desde o colégio — muito magro, muito frágil, não ia aguentar a NBA. Aí o cara chega e domina logo de cara. Talvez essa série ruim contra os Spurs seja só um tropeço mesmo.

    E convenhamos, o Thunder apostou pesado no garoto: extensão de cinco anos por US$ 239,2 milhões ao lado do Jalen Williams. Não é o tipo de investimento que você faz em alguém que você não acredita totalmente.

    Vocês acham que o Chet vai conseguir superar esse trauma dos playoffs? Ou foi só um gostinho do que pode vir pela frente quando a pressão apertar de verdade? Porque uma coisa é certa: na NBA, você é tão bom quanto sua última performance nos playoffs.

  • Wemby já tá desenvolvendo o gancho – pode ser imparável

    Wemby já tá desenvolvendo o gancho – pode ser imparável

    Olha, eu sempre achei que o Victor Wembanyama ia dominar a NBA pela defesa primeiro. E realmente, o cara já é o melhor defensor da liga no segundo ano. Mas o que me deixa mais empolgado é ver como ele tá evoluindo no ataque.

    O francesinho já finaliza bem perto da cesta, cria jogadas saindo do drible e acerta uns três pontos com boa porcentagem. Mas vamos ser sinceros — ele ainda trava um pouco pra criar jogadas no ataque posicional. É aí que entra uma arma que pode deixar ele literalmente imparável.

    O gancho que pode mudar tudo

    Desde que o Wemby chegou na NBA, a galera fica falando: “cara, imagina se ele desenvolver o sky hook do Kareem Abdul-Jabbar”. Com 2,24m de altura e aqueles braços infinitos, seria fisicamente impossível de defender. Impossível mesmo.

    E olha só — parece que o garoto já tá nessa. O Michael C. Wright, da ESPN, que acompanha o San Antonio Spurs de pertinho, soltou uma informação que me deixou arrepiado. O Wembanyama já tá treinando um jump hook (uma variação do gancho) nas sessões com ninguém menos que Hakeem Olajuwon.

    “Ele já tem isso no repertório”, escreveu o Wright. “Só não tá confortável o suficiente ainda pra usar nos jogos. O Hakeem me disse que o garoto tem um jump hook que ele tá desenvolvendo.”

    Hakeem como professor é surreal

    Gente, ter o Hakeem “The Dream” Olajuwon como professor particular é algo que eu nem consigo dimensionar. O cara que tinha o footwork mais absurdo da história da NBA ensinando movimentos pra um alien de 2,24m?

    E vocês sabem como é — o Hakeem sempre foi mestre em ensinar movimentos de garrafão. Já treinou o Kobe, o LeBron, o Dwight Howard… Agora imaginem ele passando os segredos do jump hook pro Wembanyama.

    Na minha opinião, quando o Victor dominar esse movimento e ganhar confiança pra usar em jogo, vai ser game over. Literalmente não vai ter como defender. O cara já é um problema defensivo pra qualquer time — agora imagina ele dominando ofensivamente também?

    E aí, vocês acham que o Wemby vai conseguir desenvolver esse gancho a ponto de usar regularmente ainda nesta temporada? Porque sinceramente, eu tô curioso pra ver a cara dos adversários quando ele começar a sacar essa carta da manga.

  • Keldon Johnson precisa acordar nos Finals — e rápido

    Keldon Johnson precisa acordar nos Finals — e rápido

    Cara, vou falar uma coisa que tá me incomodando: o Keldon Johnson simplesmente sumiu quando o Spurs mais precisa dele. Os caras estão 0-2 nas Finais contra o Knicks e uma das razões é que o KJ não tá entregando nada.

    Olha só que absurdo: as casas de apostas estão pagando quase par (-102) pra ele fazer apenas 8,5 pontos e rebotes COMBINADOS no jogo 3. Isso é humilhante pra um cara que ganhou o prêmio de Sexto Homem do Ano e fez média de 13,2 pontos e 5,4 rebotes na temporada regular.

    O problema não é só do Keldon

    Sinceramente, o Spurs se meteu nessa enrascada sozinho. Eles sabiam desde o começo da temporada que não tinham size no garrafão pra enfrentar times grandes — e agora tão pagando o preço.

    Jeremy Sochan, que era pra ser a solução a longo prazo, perdeu completamente a confiança do técnico Mitch Johnson. O arremesso nunca melhorou e o cara foi dispensado antes do trade deadline. Harrison Barnes tava fazendo o papel dele como titular, mas também perdeu o jump shot e os adversários começaram a dar help defense no Wemby.

    A solução foi improvisar o Julian Champagnie — que é ala natural — jogando de ala-pivô. Funcionou nas outras séries porque ele reboteia bem e tem um arremesso mais confiável. Mas contra o Knicks? É outra história completamente.

    Karl-Anthony Towns é o pesadelo do Spurs

    O grande problema tem nome e sobrenome: Karl-Anthony Towns. Quando o Wembanyama marca o KAT, ele sai do garrafão — e vocês viram como o Alien não tá confortável defendendo longe da cesta nesta série.

    É aí que entra a importância do Keldon. Ele pode não ser o mais alto, mas tem força pra marcar alas-pivôs grandes e energia infinita no rebote. Só que nos playoffs ele simplesmente desapareceu. A eficiência despencou, não consegue mais finalizar perto da cesta, e até o rebote — que sempre foi seu forte — não tá rendendo.

    Dylan Harper até ajudou algumas vezes saindo do banco, mas não dá pra depender só de um rookie nos Finals. O Keldon precisa voltar a ser aquele jogador que faz as coisas acontecerem, que pega rebotes difíceis e marca uns pontos importantes.

    E aí, vocês acham que o Johnson consegue se recuperar ainda nesta série? Porque se ele não acordar logo, essa temporada histórica do Spurs pode acabar de forma bem frustrante. O time do Wemby merecia mais do que isso.

  • Wemby manda recado pros fãs do MSG: ‘Sei como me isolar’

    Wemby manda recado pros fãs do MSG: ‘Sei como me isolar’

    Olha, o Wembanyama tá enfrentando sua primeira Finals da NBA e os caras do MSG já tão querendo intimidar o francês. Mas será que funciona? Pelo que ele falou ontem, parece que não.

    Os Spurs estão com a corda no pescoço depois de perder os dois primeiros jogos em casa — e agora vão pro inferno que é o Madison Square Garden precisando desesperadamente de duas vitórias. MSG lotado, torcida dos Knicks a dois jogos do título… é praticamente um caldeirão.

    O francês não tá nem aí

    Quando perguntaram pro Wemby se a pressão da torcida nova-iorquina ia afetar ele e os Spurs, a resposta foi direto ao ponto: “Não realmente. Pode até tentar, mas me isolar é algo que venho praticando há anos. Sou bom nisso. Não é problema.”

    Cara, eu admiro a frieza desse moleque. Aos 22 anos, estreando nas Finals, e mandando um recado desses pros fãs do MSG? Tem que ter personalidade. Ele ainda comparou com as Olimpíadas — e olha que lá ele também não se intimidou.

    O De’Aaron Fox, que tem um pouco mais de experiência em playoffs, foi mais cauteloso mas realista: “Tentar tirar a torcida do jogo o mais rápido possível. Mais fácil falar do que fazer… você sabe que vai ser barulhento.”

    MSG vai pegar fogo

    E vai mesmo. Madison Square Garden nas Finals é outra coisa — já joguei NBA 2K suficiente pra saber que aquele lugar fica insano. Fox ainda completou dizendo que não quer usar a palavra “hostil”, mas admitiu que vai ser exatamente isso.

    A estratégia dos Spurs parece ser a clássica: começar bem, calar a torcida logo nos primeiros minutos. Funcionou no Jogo 7 contra o Thunder, segundo o Fox. Mas uma coisa é Oklahoma, outra é Nova York nas Finals.

    Sinceramente? Acho que o Wemby tá certo em não se preocupar. O cara já jogou em Paris, nas Olimpíadas, contra o Team USA… MSG pode ser lendário, mas pressão ele já sentiu. E vocês, acham que a torcida consegue desestabilizar o fenômeno francês ou ele realmente é frio assim mesmo?

    Os Spurs têm dois dias pra se preparar pro que pode ser o jogo mais importante da temporada. Se perderem o Jogo 3, praticamente acabou. Se ganharem… aí a coisa fica interessante.

  • Os Spurs seguraram o Brunson… até ele resolver decidir o jogo

    Os Spurs seguraram o Brunson… até ele resolver decidir o jogo

    Cara, que situação bizarra. Os Spurs estão fazendo um trabalho defensivo excelente no Jalen Brunson durante boa parte dos jogos das Finais, mas aí chega nos momentos que importam e o cara simplesmente vira outro jogador. É frustrante demais ver isso acontecendo.

    Olha só os números: na temporada regular, Brunson teve média de 26 pontos com 46.7% de aproveitamento. Contra San Antonio? Apenas 25 pontos por jogo, mas com míseros 33.9% de acerto. O problema é que quando o jogo fica quente, ele esquece essas estatísticas e mete a bola na cesta do jeito que quer.

    Stephon Castle está sendo um monstro

    Sinceramente, o que mais me impressiona é o trabalho do Stephon Castle. O garoto cobriu Brunson por 9:24 nos dois primeiros jogos — mais que qualquer outro dos Spurs — e segurou o cara em apenas 8 pontos com 2/10 nos arremessos. Vinte por cento! É um número absurdo de bom.

    Depois do Jogo 1, Castle falou uma coisa que me chamou atenção: “As cestas dele fizeram barulho porque foram consecutivas”. Cara, isso é tactical basketball de verdade. Ele entende que não é só sobre estatística, é sobre momentum.

    E não é só Castle não. De’Aaron Fox segurou Brunson em 0 pontos durante 4:25 de marcação — zero! O cara não conseguiu nem encostar na cesta quando Fox estava grudado nele. Dylan Harper também fez um bom trabalho, permitindo só 2 pontos em quase 6 minutos.

    Wembanyama mostra por que é DPOY

    Victor Wembanyama, o Defensor do Ano, também está dando show. Brunson está fazendo apenas 25% dos arremessos quando o francês está na marcação. A maioria dessas situações vem de trocas no pick and roll, e Brunson simplesmente não consegue resolver o Victor quando ele aparece na frente.

    Mas aí que tá o problema, né? Quando Julian Champagnie, Devin Vassell ou Carter Bryant acabam marcando Brunson, o negócio desanda. Champagnie permitiu 22 pontos em 69.2% de aproveitamento. Sessenta e nove por cento! É como se o Brunson virasse o Curry contra esses caras.

    Os momentos decisivos fazem a diferença

    Vassell foi cirúrgico na análise: “Parece que esses são os momentos pelos quais ele vive, especialmente no quarto período”. E é exatamente isso que tá acontecendo. Os Spurs perderam por 10 no Jogo 1 e por apenas 1 ponto no Jogo 2. Nos momentos que definem a partida, Brunson simplesmente encontra um jeito.

    No Jogo 1, foram 30 pontos. No segundo, ‘apenas’ 20 — mas foram 20 pontos que doeram na alma dos torcedores de San Antonio. É frustrante porque você vê que o sistema defensivo tá funcionando, mas quando chega na reta final, o talento individual do Brunson fala mais alto.

    E aí, galera, vocês acham que os Spurs conseguem manter essa defesa nos momentos cruciais do Jogo 3? Porque no papel, eles estão fazendo tudo certo. Mas basquete não se joga só no papel, né?

  • Castle minimiza lesão no tornozelo antes do Jogo 3 das Finals

    Castle minimiza lesão no tornozelo antes do Jogo 3 das Finals

    Cara, a situação do San Antonio Spurs tá complicada pra caramba. Perderam os dois primeiros jogos das Finals de 2026 em casa pro New York Knicks, e agora a série vai pra Madison Square Garden com os Spurs precisando de um milagre.

    Mas pelo menos uma notícia boa: Stephon Castle, que torceu o tornozelo no Jogo 2, disse que tá se sentindo muito melhor do que esperava.

    O susto que não foi tanto

    “Tá se sentindo bem”, disse Castle sobre o tornozelo. “Tá muito melhor do que eu achei que estaria inicialmente. Obviamente, eu tinha muita adrenalina correndo, mas quando me acalmei, comecei a sentir. Acordando no dia seguinte, na verdade me senti muito bem.”

    O lance foi feio, não vou mentir. Com 6:45 restando no último quarto, Castle pisou no pé do Mikal Bridges de forma estranha e foi pro chão. Mancou até o banco e ficou fora da maior parte do resto do jogo — mas voltou nos momentos finais. Típico de veterano, né?

    Os números do rookie nas playoffs

    E olha, Castle tem sido um monstro nessa caminhada dos Spurs até as Finals. Média de 18,8 pontos, 6,4 assistências e 5,1 rebotes. Nada mal pra um cara que tá na primeira temporada e ajudando San Antonio a chegar na primeira Finals desde 2014.

    Sinceramente, acho que o Spurs precisa do Castle 100% se quiser ter alguma chance contra esse Knicks. Perder os dois primeiros jogos em casa já é complicado pra caramba — as estatísticas não mentem, pouquíssimos times conseguem reverter essa situação nas Finals.

    E aí, vocês acham que os Spurs conseguem fazer história e virar essa série? Ou o Knicks já tá com o Larry O’Brien praticamente garantido?

  • Harper promete ‘fogo’ no jogo 3: Spurs contra a parede

    Harper promete ‘fogo’ no jogo 3: Spurs contra a parede

    Olha, eu não sei vocês, mas tô aqui nervoso demais com essa final. Os Spurs estão literalmente contra a parede — 0-2 para os Knicks, perderam os dois primeiros jogos EM CASA. É, meus amigos, a situação tá feia pro lado de San Antonio.

    Mas o que me chamou atenção foi a postura do calouro Dylan Harper. O garoto simplesmente chegou e falou a real sobre o jogo 3 de hoje à noite no Madison Square Garden. E cara, as palavras dele me arrepiaram.

    “Desespero” como combustível

    “Desespero. Eu acho que jogo meu melhor basquete quando sinto esse tipo de desespero, e é exatamente isso que a gente precisa agora”, disse Harper. “Vou entrar em quadra e não importa as circunstâncias — se eu não jogar com esse fogo, essa garra, vou estar fazendo um desserviço com todo mundo.”

    Sinceramente? Adoro essa mentalidade. O moleque entende a gravidade do momento. Estamos falando de um rookie que tá jogando sua primeira final da NBA e já entende que ou vira o Mamba ou vai pra casa. Isso me lembra muito da postura do nosso Nenê quando jogava momentos decisivos.

    Mission Impossible no Garden

    E o cenário não podia ser mais hostil. O Madison Square Garden vai estar pegando fogo (no mau sentido para os Spurs). Os ingressos estão custando mais de 10 mil dólares — dez mil! — porque os torcedores dos Knicks estão desesperados para ver o time na final pela primeira vez neste século.

    Imaginem a pressão: você é um garoto de 19 anos, primeira temporada na liga, e tem que jogar em Nova York, com toda aquela energia selvagem da torcida, sabendo que se perder hoje, praticamente acabou. Histórico não mente — equipes que perdem os dois primeiros jogos em casa raramente conseguem reverter.

    Mas sabe o que me dá esperança? Esses Spurs jovens já mostraram que sabem virar jogo. Nas duas séries anteriores dos playoffs, eles saíram atrás no placar e conseguiram buscar a classificação. Será que conseguem fazer mais uma mágica?

    Fogo vs experiência

    Harper também falou sobre execução: “A gente tem que entrar em quadra com um nível altíssimo de execução.” E aí está a chave de tudo. Os Spurs têm o talento, têm a juventude, têm essa fome que o Harper mencionou. Mas os Knicks têm Nova York do lado deles e a experiência de saber como fechar uma série.

    Vocês acham que os Spurs conseguem pelo menos ganhar hoje e manter a série viva? Eu, particularmente, tô torcendo pelo caos. Uma final que vai pro jogo 7 seria o sonho de qualquer fã de basquete.

    O jogo 3 rola hoje às 21h30 (horário de Brasília) direto de Nova York. Harper prometeu fogo — agora é ver se ele e os Spurs conseguem entregar.

  • Wemby despencando no ranking de MVP das Finals — KAT assumindo?

    Wemby despencando no ranking de MVP das Finals — KAT assumindo?

    Cara, que reviravolta nas Finals de 2026! Quem diria que os Knicks iam conseguir abrir 2-0 jogando FORA de casa contra os Spurs? Todo mundo coroando o Wembanyama como o melhor jogador da liga antes mesmo da série começar, mas Nova York veio pra mostrar que não tá de brincadeira.

    Com a série voltando pro Madison Square Garden, o ranking de candidatos ao MVP das Finals mudou completamente. E olha, sinceramente? Acho que nem o próprio Wemby esperava estar nessa situação.

    Dylan Harper fazendo história como calouro

    Monstro, esse menino tá jogando muito! Dylan Harper é só um rookie, mas já tá tendo uma das melhores performances de Finals pra um calouro desde os tempos do Magic Johnson. O filho do Ron Harper foi a 2ª escolha do draft e jogou pouquinho na temporada regular — só 22.6 minutos por jogo. Mas nas Finals? Completamente diferente.

    Os 15.5 pontos por jogo dele são os segundos maiores dos Spurs na série. E o mais impressionante: não tá parecendo nem um pouco com rookie sob essa pressão toda. Ganhar o MVP com o time perdendo por 2-0 é praticamente impossível, mas se os Spurs conseguirem uma virada histórica, pode ser que seja por causa desse garoto.

    OG Anunoby — o candidato surpresa dos Knicks

    O OG não é um cara de fazer barulho, né? Raramente dá entrevista, não fica fazendo jogada pro highlight. Mas, cara, que defensor absurdo! E ofensivamente tem sido uma máquina nos playoffs — 19.3 pontos com 47.8% de aproveitamento de três.

    Nas Finals, manteve o nível: 17 pontos por jogo acertando 45.5% das bolas de três. Se continuar nesse ritmo quente, pode muito bem entrar na briga pelo troféu. Vocês acham que ele tem chances reais ou é só um sonho?

    Wemby caindo ladeira abaixo

    Olha, dói no coração falar isso do fenômeno francês, mas estar perdendo por 2-0 complica muito a vida dele. O cara era o grande favorito, é claramente o melhor defensor da NBA (ganhou o DPOY), lidera a liga em tocos desde que chegou… Tá fazendo 27.5 pontos por jogo na série, que é absurdo!

    Mas teve aquele turnover no Jogo 2 que custou caro pros Spurs. E ainda perdeu a chance de empatar no último segundo. Jerry West é o ÚNICO cara que ganhou MVP das Finals no time perdedor (1969). Será que Wemby consegue repetir o feito?

    Na minha visão, se San Antonio virar essa série — o que seria completamente insano — só pode ser ele o MVP. Mas do jeito que tá…

    E aí, pessoal, quem vocês acham que leva? KAT assumindo a liderança pros Knicks ou Wemby ainda consegue dar a volta por cima?

  • Wemby admite: ‘Só vai sobrar força de vontade’ na final da NBA

    Wemby admite: ‘Só vai sobrar força de vontade’ na final da NBA

    Cara, imagina só: estar perdendo de 2-0 nas Finais da NBA jogando em casa. É exatamente isso que está acontecendo com Victor Wembanyama e os Spurs contra os Knicks. E o francês não tá fugindo da real — ele sabe que agora é questão de caráter mesmo.

    “O desafio tem sido principalmente sobre força de vontade, a vontade de fazer acontecer”, disse Wemby após o segundo jogo. “Eu vou dar uma respirada só no final da temporada.” Traduzindo: o monstro não vai desistir enquanto não acabar tudo.

    Olha, eu entendo a frustração dele. Os Knicks estão jogando um basquete físico, grudento, daqueles que te deixa louco. Karl-Anthony Towns está colado nele o tempo todo, e Mitchell Robinson não dá sossego no garrafão. É aquele basquete raiz dos playoffs que a gente ama, mas que deve ser um inferno pra quem tá jogando.

    A pressão tá pesando no gigante francês

    O que mais me impressiona é como o Wemby tá tendo que fazer de tudo nessa série. Não é só atacar e defender — ele tá sendo usado como protetor de aro, ajudando em todas as jogadas defensivas. É muita responsabilidade pra um cara de 20 e poucos anos, mesmo sendo um alienígena do basquete.

    E os números dele estão até bons, mas vocês sabem como é: nas Finais não adianta só números bonitos. Tem que ganhar jogo. Os Knicks vieram pra San Antonio e roubaram dois jogos — coisa que praticamente ninguém consegue fazer.

    Agora é questão de orgulho mesmo

    Sinceramente? Eu admiro a postura do Wemby. Podia estar chorando, arrumando desculpa, mas não. O cara assume que é questão de “will” — força de vontade mesmo. É isso que separa os grandes dos muito bons na NBA.

    A estatística é cruel: nenhum time na história das Finais da NBA conseguiu reverter uma desvantagem de 2-0 jogando em casa. Mas se alguém pode quebrar essa maldição, é esse Spurs com Wembanyama. O francês já mostrou que não é humano várias vezes na carreira — quem sabe não faz mais uma das suas?

    Vocês acham que os Spurs conseguem dar a volta por cima? Porque eu tô começando a acreditar que essa série pode ter reviravolta…