Tag: Shai Gilgeous-Alexander

  • GM do Thunder detona críticos de Shai: ‘Ele joga contra 6 pessoas’

    GM do Thunder detona críticos de Shai: ‘Ele joga contra 6 pessoas’

    Cara, o Sam Presti simplesmente perdeu a paciência. O GM do Thunder saiu em defesa do Shai Gilgeous-Alexander de uma forma que eu nunca vi antes — sete minutos DIRETO falando sobre como o MVP da liga não merece nem metade das críticas que recebe.

    E olha, eu concordo 100% com o cara.

    A frase que resume tudo

    “Ele está jogando contra seis pessoas. Cinco defensores em quadra, e o sexto defensor são as redes sociais.” Mano, que frase é essa? O Presti acertou em cheio.

    O negócio é o seguinte: o Shai virou alvo da galera por causa daqueles tombos após os arremessos. Todo mundo chamando de cera, de anti-jogo, até o Wembanyama falando sobre “basquete ético” (que frase mais sem noção, sinceramente). O Jaylen Brown também já cutucou o cara em coletiva.

    Mas aí que tá — na minha visão, isso virou uma perseguição coordenada. E o Presti sacou isso perfeitamente.

    Quebrou todos os estereótipos

    O GM foi cirúrgico na análise. Pegou todas aquelas críticas clichês que a galera faz dos jogadores da NBA e mostrou como o Shai é o oposto de tudo isso:

    Não joga defesa? O cara é um dos melhores defensores da posição. Só arremessa de 3? Trouxe o meio-de-quadra de volta como arte — e que arte! Reclama com os árbitros? Três técnicas no ano inteiro, e uma foi por balançar a toalha comemorando um companheiro.

    Sério, quando você para pra pensar, é absurdo mesmo. O Shai joga os 82 jogos, não faz drama, produz em alto nível dos dois lados da quadra, e ainda assim virou vilão?

    O circo das coletivas

    E tem uma coisa que o Presti falou que me chamou atenção: “A coletiva pós-jogo virou púlpito para criar vantagem competitiva”. Cara, isso é real demais. Antes os caras falavam do próprio time, agora todo mundo usa a coletiva pra criticar o adversário e os árbitros.

    Não que eu ache isso necessariamente errado — faz parte do jogo mental. Mas quando vira perseguição sistemática a um jogador específico, aí já é demais.

    Vocês acham que o Presti exagerou na defesa? Ou era isso mesmo que precisava ser dito? Porque pra mim, alguém tinha que falar. O Shai tá lá jogando um basquete lindo, carregando um time jovem, e ainda tem que aguentar essa pressão toda.

    Uma coisa é certa: o Thunder tem sorte de ter um GM que bota a cara a tapa pelos seus jogadores assim. E nós, como fãs de basquete, devíamos valorizar mais jogadores como o Shai — que fazem tudo certo dentro e fora das quadras.

  • Thunder manda recado claro: trio principal não sai por nada

    Thunder manda recado claro: trio principal não sai por nada

    Olha, depois daquela eliminação dolorosa contra o San Antonio Spurs em sete jogos, muita gente começou a especular sobre mudanças no Thunder. Mas parece que o Sam Presti mandou um recado bem direto pro resto da liga: Shai Gilgeous-Alexander, Jalen Williams e Chet Holmgren não saem de Oklahoma City. Ponto final.

    “A mensagem que Oklahoma City está passando é que eles não vão mexer no núcleo”, disse o Brian Windhorst no Get Up da ESPN. “Vocês podem escolher não acreditar se quiserem, mas eles dizem que vão tentar de novo com o mesmo grupo.”

    E sinceramente? Faz todo sentido. Por que você desmancharia um time que chegou nas semis de conferência sendo tão jovem?

    A pressão em cima do Chet

    O que mais me chamou atenção foi toda essa discussão sobre o futuro do Holmgren. Cara, o moleque de 22 anos teve uma série ruim contra o Wembanyama e já querem trocar ele? Isso é muito exagero na minha opinião.

    Claro, quando você vê que o Giannis pode estar disponível no mercado (que ainda é só especulação), é natural pensar “puxa, será que não seria melhor ter o Greek Freak pra enfrentar o Wemby?”. Mas trocar um jovem talento que acabou de fazer seu primeiro All-NBA Team e ficou em segundo no DPOY? Meio maluco isso aí.

    O Chet está começando agora um contrato de cinco anos e US$ 239.2 milhões – 25% do salary cap. É muita grana, mas é o preço que você paga por um jogador diferenciado que mal completou duas temporadas na liga.

    Jalen Williams também blindado

    E não é só o Chet não. O Jalen Williams também está no mesmo barco – mesmo contrato de cinco anos e US$ 239.2 milhões. Se ele tivesse conseguido uma vaga no All-NBA Team desta temporada, o valor subiria pra incríveis US$ 287 milhões. Quase 50 milhões a mais!

    O Thunder claramente acredita nesse trio. E olha, não é pra menos. SGA já é um dos melhores armadores da liga, Jalen Williams tem um potencial absurdo nos dois lados da quadra, e o Chet… bem, uma série ruim não apaga tudo que ele fez de bom.

    Vocês acham que o Thunder está certo em manter essa base toda junta? Ou será que uma mudança radical seria melhor pra competir com times como o Spurs agora que o Wembanyama está evoluindo? Eu acho que paciência é a chave aqui. Esse núcleo ainda tem muito o que mostrar.

  • Lu Dort pode ser sacrificado pelo Thunder – e isso dói no coração

    Lu Dort pode ser sacrificado pelo Thunder – e isso dói no coração

    Olha, eu não queria escrever isso, mas parece que o Lu Dort pode estar com os dias contados no Oklahoma City Thunder. E cara, isso me deixa meio triste porque o cara é praticamente o símbolo da reconstrução do time.

    A situação é a seguinte: o Thunder finalmente chegou naquele ponto que todo torcedor sonha — ter problemas de rico. O time tem tanto talento jovem que vai ter que fazer escolhas difíceis na próxima temporada. Chet Holmgren e Jalen Williams vão assinar extensões máximas, e aí a conta não fecha pra todo mundo.

    O dilema do teto salarial

    Dort tem uma opção de time de US$ 17,7 milhões para a próxima temporada. No papel, não é um valor absurdo para os padrões da NBA atual. O problema é que o Thunder tem três alas defensivas de altíssimo nível: o próprio Dort, Cason Wallace (que ainda tá no contrato de rookie) e Alex Caruso (que já tem contrato longo).

    Matemática cruel: Wallace é mais barato, Caruso já tá garantido… Sobra quem? Exato.

    E olha que ironia — Dort é o jogador com mais tempo de casa no Thunder, empatado com Shai Gilgeous-Alexander. O cara literalmente ajudou a construir essa cultura defensiva monstro que o time tem hoje.

    Shai entra na jogada

    Mas aqui fica interessante: SGA não quer perder o parceiro de equipe. Segundo o Tim MacMahon, da ESPN, o astro canadense já bateu um papo com o GM Sam Presti sobre manter Dort no elenco. Os dois jogam juntos pela seleção do Canadá, então têm uma química especial.

    “Ele vai pelo menos lembrar Sam Presti e a diretoria do Thunder o quanto ele valoriza ter Lu Dort como companheiro de equipe”, disse MacMahon.

    Claro que Shai sempre deixou claro que não vai se meter em contratações e trocas, mas a opinião do cara que é MVP da liga sempre pesa, né?

    E agora?

    Sinceramente, eu acho que seria um erro se desfazer do Dort. O cara é aquele tipo de jogador que você não encontra em qualquer esquina — defesa de elite, raça de sobra, experiência em playoffs. Tipo o Varejão nos tempos áureos do Cavs, sabe?

    Mas entendo a posição do Thunder. Eles chegaram nas finais da Conferência Oeste ano passado e querem dar o próximo passo. Se for pra manter a base jovem e ter flexibilidade salarial, talvez Dort seja mesmo o sacrificado.

    Vocês acham que vale a pena trocar um cara com essa bagagem por espaço no teto salarial? Ou o Thunder deveria encontrar um jeito de manter todo mundo junto? Porque sinceramente, ver Dort jogando contra o Thunder seria de partir o coração.

  • SGA vai fazer lobby pro Thunder manter Dort — e a conta vai ser salgada

    SGA vai fazer lobby pro Thunder manter Dort — e a conta vai ser salgada

    Olha, parece que o Shai Gilgeous-Alexander não tá de brincadeira quando o assunto é manter o elenco do Thunder unido. Segundo fontes da ESPN, o astro canadense planeja fazer uma pressãozinha nos bastidores pra que a diretoria mantenha Luguentz Dort na próxima temporada. E cara, isso pode custar uma fortuna.

    Dort tem uma opção de equipe de 18,2 milhões de dólares pro ano que vem — valor que já não é brincadeira. Mas aqui entre nós: depois de ver o que esse cara faz defensivamente, até que não é tão absurdo assim. O problema é que agora tem o Cason Wallace despontando como uma possível substituição mais barata na mesma posição.

    A química canadense que ninguém quer perder

    O mais interessante é que publicamente o SGA sempre disse que não ia dar pitaco nas decisões de elenco pro Sam Presti. Mas quando se trata do Dort? Aí é outra história. Os dois são os veteranos da casa — chegaram praticamente juntos e construíram uma parceria que vai além da quadra.

    E vamos combinar: Dort não é qualquer um defensivamente. O cara gruda nos melhores pontuadores da liga como chiclete. Lembro dele marcando o Luka Dončić e deixando o esloveno maluco em alguns jogos. Essa química defensiva entre ele e o resto do elenco jovem do Thunder é uma das bases do sucesso da equipe.

    A conta que vai fazer o Thunder chorar

    Agora vem a parte que dói no bolso. A folha salarial só do trio SGA, Jalen Williams e Chet Holmgren vai saltar de 58,5 milhões esta temporada pra 123,8 milhões na próxima. Em 2027-28? Prepara o coração: 150,8 milhões só nesses três caras.

    Com a folha total projetada em 250,5 milhões pro ano que vem, o Thunder vai passar longe do segundo patamar do luxury tax. A multa pode passar dos 200 milhões de dólares. É muito dinheiro, gente. Muito mesmo.

    O detalhe é que Dort trocou de agente e agora tá com o Mike George da Klutch Sports — o que geralmente significa que o jogador não vai aceitar qualquer migalha. Ele quer ser valorizado, e com razão.

    Depois da eliminação dolorosa pro San Antonio no Game 7, Dort deixou claro que quer ficar no Thunder. E pelo visto, o SGA tá disposto a bater o pé pra que isso aconteça. Vocês acham que vale a pena essa aposta financeira toda?

  • Caruso virou peça intocável no Thunder — e olha que custou caro!

    Caruso virou peça intocável no Thunder — e olha que custou caro!

    Gente, o Alex Caruso realmente se tornou o cara no Thunder. E olha que eu não esperava isso quando eles trocaram o Josh Giddey por ele em junho passado. Parecia meio arriscado na época, mas cara… que acerto absurdo foi esse.

    Segundo fontes da liga, o Caruso agora é considerado uma peça intocável nos planos de longo prazo do Oklahoma City. Intocável mesmo, viu? Mesmo com toda a pressão financeira que vem por aí — e olha que vai ser pesada.

    A conta não fecha, mas o Caruso fica

    Vamos aos números que dão um pouco de desespero: Shai Gilgeous-Alexander, Jalen Williams e Chet Holmgren ganharam 58,5 milhões de dólares juntos nesta temporada. Na próxima? Vai pular para 123,8 milhões. Em 2027-28 serão 150,8 milhões só esses três. Isso sem contar uma possível extensão do Cason Wallace.

    O Thunder vai desembolsar uns 250,5 milhões em salários na próxima temporada — muito acima do segundo limiar e com uma taxa de luxo que pode passar dos 200 milhões. É dinheiro pra caramba, pessoal.

    Mas sabe o que é interessante? Mesmo com toda essa pressão nos custos, o Caruso não tá na lista de possíveis cortes. O cara provou seu valor durante os playoffs, tanto em liderança quanto em quadra.

    Playoff que mostrou o valor do veterano

    Olha só: o Thunder terminou como primeiro colocado no Oeste pela terceira temporada seguida (que consistência absurda), mas caiu pro Spurs em sete jogos. E adivinha quem foi o segundo melhor jogador da série depois do SGA? Exato, o Caruso.

    O veterano de 31 anos tá no segundo ano de um contrato de quatro anos e 81 milhões de dólares. No começo parecia caro demais pra um cara que sempre foi mais um complemento. Mas a real é que ele trouxe exatamente o que o Thunder precisava: defesa de elite, veterania e aquela mentalidade vencedora.

    Depois da eliminação, o próprio Caruso disse publicamente que quer ficar em Oklahoma City. E pelo jeito, o sentimento é recíproco. Vocês acham que ele consegue ajudar o Thunder a finalmente passar dos playoffs no ano que vem?

    Na minha opinião, foi uma das melhores trocas da última offseason. O Giddey tem potencial, mas o Caruso trouxe algo que não se ensina: experiência e winning mentality. E isso não tem preço.

  • SGA vai lutar para manter Lu Dort no Thunder? Amizade pode falar mais alto

    SGA vai lutar para manter Lu Dort no Thunder? Amizade pode falar mais alto

    Olha, eu não sei vocês, mas essa situação do Lu Dort no Thunder tá me deixando bem curioso. Depois daquela eliminação dolorosa pros Spurs nas finais da Conferência Oeste, todo mundo ficou se perguntando: quem fica e quem sai em Oklahoma City?

    E o nome do Dort tá rolando como possível moeda de troca. Cara que foi HERÓI na corrida ao título do ano passado, agora tá sendo questionado depois de praticamente sumir na série contra San Antonio. Sam Presti, aquele GM que não tem dó na hora de trocar ídolo da torcida, pode estar pensando em usar o Dort pra buscar uma estrela comprovada.

    A amizade canadense pode fazer a diferença

    Mas tem um detalhe interessante nessa história toda. O Shai Gilgeous-Alexander pode ser a tábua de salvação do Dort. Os dois são amigões de longa data — jogaram juntos na seleção do Canadá e desenvolveram uma química absurda dentro e fora de quadra.

    Segundo o Tim MacMahon, da ESPN, o SGA disse publicamente que não ia se meter nas decisões do Presti (chamou o cara de “melhor GM da história”, imagina). Mas por baixo dos panos? A história pode ser diferente.

    “Me disseram que o Shai estava sendo um pouco esperto ali”, revelou MacMahon. “Ele vai pelo menos lembrar o Sam Presti e a diretoria do Thunder o quanto valoriza ter o Lu Dort como companheiro de equipe.”

    Dort realmente decepcionou tanto assim?

    Vamos ser sinceros: o desempenho do Dort contra os Spurs foi de partir o coração. Médias de apenas 4.2 pontos por jogo, minutos reduzidos drasticamente… Para um cara que sempre foi conhecido pela defesa impecável e energia contagiante, foi meio decepcionante mesmo.

    Mas será que vale a pena se desfazer de um jogador que conhece o sistema, tem química com o astro da equipe e já provou que pode aparecer nos momentos grandes? Na minha opinião, seria precipitação demais.

    O Thunder tem uma base jovem incrível, e a continuidade pode ser mais valiosa do que uma troca arriscada. Além disso, se o SGA realmente der uma cutucadinha no Presti — mesmo que sutilmente —, pode ser o suficiente para manter essa dupla canadense junta.

    E aí, vocês acham que a amizade vai falar mais alto ou o Presti vai fazer mais uma de suas famosas trocas bombásticas?

  • SGA aceita desafio do Canadá: compromisso de 3 anos ou nada

    SGA aceita desafio do Canadá: compromisso de 3 anos ou nada

    Olha, essa notícia do Shai Gilgeous-Alexander me surpreendeu de forma positiva. O craque do Thunder acabou de se comprometer com a seleção canadense para um ciclo completo de três anos — Copa do Mundo de 2027 e Olimpíadas de 2028. E não é só ele não, galera.

    O técnico Gordie Herbert e o GM Rowan Barrett bolaram uma regra que eu acho genial: ou você se compromete com os três anos inteiros, ou simplesmente não joga. Chega de aparecer só quando dá vontade, né?

    A nova filosofia canadense

    “Antes a gente dizia: vamos pegar nossos melhores jogadores para jogar. Não é suficiente”, disse Herbert. Cara, que mudança de mentalidade! É isso que falta em muitas seleções — compromisso real, não só aparição pra foto.

    O SGA vai ter companhia boa: Lu Dort (que é uma máquina defensiva), RJ Barrett e Dillon Brooks também toparam o desafio. Agora imagina esse time com três anos pra se entender… Monstro!

    As ausências que doem

    Mas nem tudo são flores. Jamal Murray e Andrew Wiggins, dois nomes pesados, ficaram de fora. Murray principalmente me surpreendeu — o cara que foi fundamental no título do Denver não quis se comprometer? Complicado.

    Sinceramente, acho que o Canadá tá fazendo a coisa certa. Olha o que aconteceu com eles na última Copa do Mundo — bronze! E isso com um time que mal tinha tempo pra treinar junto. Agora imagina com três anos de preparação…

    Vocês acham que essa estratégia de “tudo ou nada” vai funcionar? Eu tô torcendo pra ver esse Canadá nas Olimpíadas de Los Angeles. Com SGA comandando, pode dar zebra!

  • Spurs tinham a receita contra o Thunder: estatística absurda explica tudo

    Spurs tinham a receita contra o Thunder: estatística absurda explica tudo

    Cara, eu ainda tô processando essa estatística que saiu após a eliminação do Oklahoma City Thunder pelo San Antonio Spurs na final do Oeste. Prepara o coração porque o número é de doer: o Thunder fez 71-14 contra o resto da NBA na temporada, mas contra os Spurs? 4-8. Quatro vitórias em doze jogos.

    Pensa comigo — San Antonio foi responsável por 36,4% de TODAS as derrotas do Thunder na temporada regular. Oito das 22 derrotas vieram contra os Spurs. É ou não é absurdo?

    O pesadelo começou cedo

    A coisa começou mal logo no início da temporada. Os Spurs quebraram uma sequência de 16 vitórias consecutivas do Thunder (recorde da franquia) ainda na semifinal da Copa da NBA. Sinceramente, eu já sabia que ia dar ruim quando vi aquilo acontecer.

    E não parou por aí. San Antonio ganhou mais duas antes de Oklahoma City conseguir UMA vitória em janeiro. Aí em fevereiro? Spurs de novo por cima. Era impressionante como esse time jovem de San Antonio simplesmente tinha a fórmula pra parar o Thunder.

    Game 7 sem peças importantes

    No jogo 7 da final do Oeste, o Thunder jogou sem Jalen Williams (lesão no posterior da coxa) e Ajay Mitchell (panturrilha). Os dois só jogaram três partidas cada na série toda — é muito handicap pra uma decisão dessa magnitude.

    Mas olha, não dá pra usar isso como desculpa total não. O próprio Shai Gilgeous-Alexander admitiu que os Spurs foram superiores no jogo 7 e que o Thunder precisa evoluir. Maturidade do cara, reconhecer isso.

    Vocês acham que essa pode ser o início de uma rivalidade clássica? Porque 12 jogos entre os times em uma temporada é muita coisa. E com os Spurs voltando pras finais pela primeira vez desde 2014, quando levaram o título…

    O que mais me impressiona é como um time tão jovem quanto o de San Antonio conseguiu ter a compostura pra eliminar um candidato real ao título. A experiência de playoffs não era grande, mas na hora H souberam jogar a pressão toda pro Thunder.

    É aquela velha história da NBA — manter-se no topo é mais difícil que chegar lá. Apenas sete times na história conseguiram bicampeonatos consecutivos. E pelos números mostram, o Thunder vai ter que descobrir como jogar contra os Spurs se quiser sonhar com o título no futuro.

  • SGA defende Chet após vexame: ‘Precisamos dele’

    SGA defende Chet após vexame: ‘Precisamos dele’

    Olha, eu sabia que ia dar confusão depois daquele Game 7 patético do Thunder contra o Spurs. Chet Holmgren fez só 4 pontos em 33 minutos de quadra — QUATRO PONTOS numa final de conferência, gente! — e a torcida já tava pedindo a cabeça do garoto nas redes sociais.

    Mas aí que o Shai Gilgeous-Alexander entrou em cena pra defender o companheiro. E foi direto ao ponto:

    “Precisamos do Chet Holmgren.”

    Simples assim. Quatro palavras que calaram a boca de muito hater por aí.

    A defesa do líder

    SGA não parou por aí, né? O cara foi lá e explicou por que o Thunder não pode nem pensar em trocar o pivô de 2,13m:

    “Antes do Chet chegar aqui, a gente não era quem somos hoje. Não tivemos o sucesso que temos agora. Quando ele está na melhor versão dele, nós estamos na nossa melhor versão também, e isso não é segredo. Precisamos dele. É outro cara que conseguiu ser All-Star, jogar bem no ataque e na defesa, tudo no mesmo ano. Caras assim, você precisa no seu time.”

    E tá errado? Eu lembro quando o Thunder era só pancada antes do Chet aparecer. O garoto chegou e mudou completamente a defesa do time — sem falar que na temporada regular ele fez 17.1 pontos de média. Não é qualquer um não.

    Os números não mentem (mas também não ajudam)

    Vamos ser honestos: a série contra o Spurs foi um pesadelo para Holmgren. Média de só 10.1 pontos, 7.1 rebotes e arremessando um patético 27.3% das bolas de três. No Game 7 decisivo? Apenas 2 arremessos em 33 minutos. Isso é jogar com medo, cara.

    Mas aí você olha os números dele nos playoffs como um todo: 14.9 pontos, 8.2 rebotes, acertando 56.8% dos chutes de quadra. Ou seja, foi especificamente contra San Antonio que ele travou.

    Sinceramente? Acho que foi questão de nervosismo mesmo. O moleque tem só 23 anos e tava numa final de conferência. Quem nunca travou numa hora decisiva que atire a primeira pedra.

    Hora de ter paciência

    Olha, eu entendo a revolta da torcida. Ver seu time perdendo um Game 7 com o pivô titular fazendo só 4 pontos é de arrancar os cabelos mesmo. Mas trocar o Chet agora seria a maior burrada da história do Thunder.

    O cara foi pick número 2 do draft, é All-Star, joga dos dois lados da quadra… E vocês querem trocar por causa de uma série ruim? Por favor, né?

    SGA sabe muito bem o que tá falando. Esse Thunder ainda vai dar muito trabalho nos próximos anos, e o Chet vai ser peça fundamental nisso. É só questão de amadurecer — e aprender a não sumir nos jogos grandes.

    E aí, vocês acham que o Thunder fez certo em manter a confiança no pivô?

  • Caruso se declara ao Thunder após eliminação: ‘casamento perfeito’

    Caruso se declara ao Thunder após eliminação: ‘casamento perfeito’

    Cara, que declaração de amor foi essa do Alex Caruso pro Thunder? O cara simplesmente chamou a relação dele com Oklahoma City de “casamento perfeito” depois da eliminação dolorosa nas finais do Oeste. E olha, eu entendo completamente o sentimento dele.

    Saindo de um Game 7 perdido pros Spurs por 111-103, o veterano armador não escondeu a felicidade de estar vestindo a camisa azul e laranja. “Assinei o contrato, então obviamente estou ansioso para ficar aqui por alguns anos. Acho que o casamento tem sido ótimo entre mim e a organização do Thunder”, disparou Caruso nas entrevistas de saída da temporada.

    Thunder como família – e olha que não é papo furado

    Gente, quando um cara como Caruso – que já passou por Lakers, Bulls e viu de tudo um pouco na NBA – fala assim sobre uma organização, a gente tem que prestar atenção. O maluco tá no terceiro ano de um contrato de quatro anos e US$ 81 milhões, mas falou como se tivesse ganhado na loteria.

    “As pessoas aqui, a cidade, a organização, são todas pessoas de primeira classe”, completou o armador. E sinceramente? Dá pra sentir que não é só papo pra imprensa. Oklahoma City realmente construiu algo especial ali.

    Vocês acham que essa química toda vai ajudar o Thunder a dar o próximo passo ano que vem?

    SGA assume: foi um fracasso, mas vou aprender

    Enquanto isso, Shai Gilgeous-Alexander não fugiu da responsabilidade. O astro canadense foi direto ao ponto sobre a eliminação: “Foi um fracasso. Eu falhei no meu objetivo. Não consegui o que queria conseguir”.

    Puts, que maturidade. O cara marcou 35 pontos no Game 7 (12/21 nos arremessos, 9 assistências), praticamente carregou o time nas costas, mas ainda assim se cobra pelo resultado. É esse tipo de mentalidade que separa os bons dos grandes.

    “Mas através dessas experiências, eu aprendo mais sobre mim mesmo e faço os maiores aumentos da minha carreira quando falho”, completou SGA. Olha, se tem uma coisa que eu admiro no Thunder é justamente isso – a maturidade emocional desses caras impressiona.

    O Thunder terminou a temporada como um dos times mais jovens a chegar nas finais de conferência dos últimos anos. Com Caruso feliz da vida e SGA com fome de vingança, imaginem o que vem por aí na próxima temporada. Esse casamento em Oklahoma pode render muitos filhos bonitos ainda.