Tag: Shai Gilgeous-Alexander

  • SGA é simplesmente ABSURDO nos momentos decisivos – Clutch Player

    SGA é simplesmente ABSURDO nos momentos decisivos – Clutch Player

    Mano, o Shai Gilgeous-Alexander é de outro planeta quando o jogo aperta. O cara acabou de levar o prêmio de Clutch Player of the Year de 2025-26 numa votação que foi praticamente unânime — 96 de 100 votos de primeiro lugar. Isso é praticamente todo mundo concordando que ele é O CARA nos momentos que mais importam.

    E olha, eu acompanho NBA há anos e raramente vi alguém tão confiável quando o cronômetro tá derretendo. O Shai simplesmente liderou TODA a liga com 175 pontos nos momentos clutch (aqueles últimos 5 minutos quando o placar tá apertado). 6.5 pontos por jogo nessas situações. Monstro.

    Os números que deixam qualquer um de queixo caído

    Mas peraí que os números ficam ainda mais absurdos. O maluco converteu 60.9% dos arremessos de 2 pontos nos momentos decisivos — cara, isso é um aproveitamento de center no garrafão! 39 cestas em 64 tentativas quando o jogo tava na reta final.

    E tem mais: 16 cestas que viraram o placar nos momentos clutch. Dezesseis! Quantas vezes vocês viram o SGA simplesmente decidir “agora eu vou resolver isso” e meter uma bandeja ou um jumper gelado que mudava tudo?

    O Thunder teve 20 vitórias em 27 jogos apertados com ele em quadra. Aproveitamento de 74.1%. Sinceramente, isso explica muito sobre como Oklahoma City virou essa máquina que é hoje.

    Entre os gigantes do clutch time

    SGA desbancou uns caras pesados nessa votação — Jamal Murray (que a gente sabe que é gelado), Anthony Edwards (o Ant-Man que tá voando), Cade Cunningham e até o Jalen Brunson. Brunson, aliás, já tinha ganhado esse prêmio antes, então a concorrência tava braba mesmo.

    Olha, eu não tô surpreso que ele seja favorito pro MVP também. Quando você é TÃO dominante nos momentos que definem jogos, meio que fala por si só, né? O cara simplesmente não treme quando a pressão vem. É o tipo de mentalidade que separa os bons dos especiais.

    E aí, quem mais vocês acham que consegue chegar nesse nível de frieza nos momentos decisivos? Porque assistir o SGA nos clutch times virou quase uma garantia de show.

  • SGA é clutch mesmo! Thunder tem o rei dos momentos decisivos

    SGA é clutch mesmo! Thunder tem o rei dos momentos decisivos

    Cara, o Shai Gilgeous-Alexander não para de colecionar troféus. O cara que já é MVP e MVP das Finals agora levou também o prêmio de Clutch Player of the Year — e sinceramente, não podia ser mais merecido.

    O armador do Thunder simplesmente domina quando o bicho pega. 175 pontos em situações clutch na temporada, liderando a liga. E olha só que absurdo: o OKC foi 20-7 nos jogos clutch com ele em quadra. Vinte e sete!

    Concorrência pesada, mas SGA mostrou quem manda

    A disputa não foi moleza, não. Anthony Edwards (Minnesota) e Jamal Murray (Denver) também estavam na briga com números monstruosos. O Edwards teve 56,5% de aproveitamento nos momentos decisivos — melhor que qualquer outro jogador com pelo menos 85 pontos clutch na temporada. Já o Murray foi segundo em pontos (166) e liderou as assistências clutch com 30.

    Mas no final das contas, SGA mostrou por que é considerado um dos mais friozinhos da liga quando a pressão aperta. “Esse prêmio significa muito”, disse ele na NBC Sports. “Para ganhar isso, você tem que ajudar seu time a vencer jogos no finalzinho, e é isso que eu mais quero: ganhar jogos.”

    Quarto nome na lista dos clutch kings

    SGA se tornou o quarto jogador a levar esse troféu, que foi criado em homenagem ao Jerry West — o próprio “Mr. Clutch”. De’Aaron Fox (Sacramento, agora San Antonio) foi o primeiro em 2023, seguido por Stephen Curry em 2024 e Jalen Brunson na temporada passada.

    E olha, o cara vinha tentando há um tempo. Foi terceiro colocado na temporada passada, oitavo em 2024 e sétimo em 2023. Persistência que vale a pena, né?

    A definição da NBA para “clutch” é bem específica: placar com diferença de cinco pontos ou menos nos últimos cinco minutos do quarto período ou na prorrogação. Nesses momentos, quando todo mundo trava, o SGA simplesmente resolve.

    E isso aqui é só o começo da chuva de prêmios que vem por aí. O cara é favorito absoluto para ganhar o segundo MVP consecutivo e já garantiu vaga no All-NBA pelo quarto ano seguido. Vocês acham que ele consegue repetir o MVP? Na minha opinião, difícil alguém tirar isso dele agora.

  • SGA vira candidato ao prêmio de jogador mais clutch da NBA

    SGA vira candidato ao prêmio de jogador mais clutch da NBA

    Olha, eu sempre soube que o Shai Gilgeous-Alexander era especial, mas agora está oficial: o cara é um dos três finalistas para o prêmio de Clutch Player of the Year da NBA. E depois da atuação dele ontem contra o Suns (25 pontos, 7 assistências numa vitória de 35 pontos), fica difícil argumentar contra.

    A NBA divulgou os finalistas e SGA disputa o Jerry West Trophy com Jamal Murray, do Denver, e Anthony Edwards, do Minnesota. Sinceramente? Acho que é dele para perder.

    Os números não mentem

    O que mais me impressiona é que Gilgeous-Alexander liderou a liga inteira com 175 pontos em situações clutch nesta temporada. Cento e setenta e cinco! Para quem não sabe, clutch time é quando o jogo está decidindo por 5 pontos ou menos nos últimos 5 minutos do quarto período ou prorrogação.

    O maluco praticamente carregou Oklahoma City nas costas nessas situações. Quantas vezes vocês viram o Thunder perdendo e de repente o SGA aparecia com uma enterrada, uma bandeja impossível ou indo para a linha de lance livre? Eu perdi a conta.

    E é exatamente isso que diferencia ele dos concorrentes — a capacidade de ir para o garrafão e conseguir faltas nos momentos mais tensos. Murray é bom, Edwards é um monstro, mas nenhum dos dois tem essa habilidade de “vender” o contato como o canadense.

    Histórico do prêmio

    O prêmio existe desde 2022-23 e já teve alguns donos ilustres: De’Aaron Fox foi o primeiro, Stephen Curry levou no ano seguinte, e Jalen Brunson foi o último vencedor. Agora SGA quer entrar nessa lista seleta.

    Na minha opinião, ele merece. Ver o Thunder passar de uma reconstrução para candidato ao título em grande parte por causa das atuações clutch do cara é absurdo. E olha que ele ainda está concorrendo ao MVP — imaginem ganhar os dois prêmios no mesmo ano?

    O que vocês acham? SGA leva esse prêmio ou Murray/Edwards conseguem surpreender? Eu tô torcendo pelo Thunder, não vou mentir — esse time jovem merece todo reconhecimento possível.

  • Booker admite: ‘receita para o desastre’ explica a surra em OKC

    Booker admite: ‘receita para o desastre’ explica a surra em OKC

    Cara, que vexame foi esse do Phoenix Suns ontem à noite. Tomaram uma surra histórica do Thunder em Oklahoma City: 119 a 84. E olha que eu achava que eles tinham chances de incomodar depois de passar pelos Warriors no Play-In…

    Devin Booker não teve papas na língua no pós-jogo. O cara foi direto: ’19 turnovers e eles pegaram 19 rebotes ofensivos. Isso é receita para o desastre’. Sinceramente? Ele tá certo. Não dá pra ganhar jogo na NBA assim, muito menos nos playoffs.

    A matemática cruel dos números

    Os Suns atiraram com apenas 35% de aproveitamento — isso é coisa de time do ensino médio, mano. E pior: entregaram 34 pontos em erros de ataque. Trinta e quatro! Contra um time jovem e faminto como Oklahoma City, é pedir pra ser atropelado.

    Booker até que fez sua parte com 23 pontos, mas sozinho não rola. Jalen Green, que tinha destruído os Warriors, sumiu completamente: só 16 pontos em 6 de 16 arremessos. Quando seu segundo cestinha desaparece assim, já era.

    Shai mostrando porque é MVP

    Do outro lado, Shai Gilgeous-Alexander fez uma clínica de como comandar um time. Mesmo sendo bem marcado, o canadense criou oportunidades pra todo mundo. E o Jalen Williams? Monstro. Booker até reconheceu: ‘Ele fez uma puta temporada de playoffs ano passado. Até fez 40 pontos nas finais’.

    Na minha visão, Phoenix mostrou exatamente o que eu temia: chegaram cansados depois do Play-In. Começaram mal, levaram uns socos no começo e nunca se recuperaram. Chegaram a ficar 39 pontos atrás — é humilhação pura.

    E aí, vocês acham que os Suns conseguem reagir no jogo 2 na quarta? Ou o Thunder vai confirmar que é favorito e encerrar logo essa série?

  • Thunder atropela Suns e mostra que tá longe de ter ressaca de campeão

    Thunder atropela Suns e mostra que tá longe de ter ressaca de campeão

    Cara, se você torcia pra que o Thunder desse uma esfriada depois do título, sinto muito te informar: eles tão só esquentando os motores. E ontem à noite foi só uma prévia do que vem por aí.

    O que rolou no Paycom Center foi simplesmente um massacre. 119 a 84. Trinta e cinco pontos de diferença. Contra um time dos Suns que não é qualquer coisa, viu? Eles acabaram de passar pelo Play-In como se fosse brincadeira, mas chegaram em Oklahoma e tomaram uma surra histórica.

    Quando a casa desabou

    Olha, os Suns até começaram bem — abriram 5 a 0. Mas aí o Dillon Brooks resolveu fazer uma falta flagrante no Chet Holmgren e pronto: foi o sinal que o Thunder tava esperando. Parcial de 12 a 2 e game over.

    O mais louco? O Shai Gilgeous-Alexander jogou mal pra caramba, acertando só 5 dos 18 arremessos de quadra. Mas mesmo assim o cara dominou o jogo indo 17 vezes na linha do lance livre. Enquanto isso, o Jalen Williams fez 22 pontos cortando a defesa como se fosse manteiga.

    E a defesa do Thunder? Monstro total. Segurou o Phoenix em ridículos 34,9% de aproveitamento nos arremessos. Devin Booker sumiu do mapa.

    Sistema à prova de estrelas

    Sabe o que mais me impressiona nesse Thunder? Eles construíram algo que independe de um jogador só. Antigamente, se o SGA tivesse uma noite ruim como essa (27% nos arremessos), o time provavelmente perderia ou passaria sufoco no último período.

    Mas não. Ganharam de 35 pontos.

    O Jalen Williams virou uma segunda opção confiável de verdade, o Chet Holmgren protege o garrafão E ainda abre a quadra com o arremesso de três… Cara, esse elenco tá equilibrado de um jeito assustador.

    Psicológico de campeão

    Tem uma coisa que só quem ganhou título tem: aquela tranquilidade absurda. Vocês viram como eles reagiram quando os Suns abriram o placar? Zero desespero. Zero pressa. Jogaram como quem SABE que é melhor.

    E essa mentalidade é contagiosa, né? Imagina você sendo adversário e vendo esse Thunder jogar assim logo no primeiro jogo dos playoffs. Deve bater um desânimo…

    Sinceramente, eu não esperava que eles começassem os playoffs destruindo todo mundo desse jeito. Pensei que podia rolar uma ressaquinha de campeão, sabe? Mas pelo visto é o contrário: eles tão com mais fome ainda.

    E aí, vocês acham que alguém consegue parar essa máquina? Porque do jeito que eles começaram, tá difícil ver quem vai conseguir tirar esse bicampeonato das mãos deles.

  • Thunder atropela os Suns por 35 pontos no primeiro jogo dos playoffs

    Thunder atropela os Suns por 35 pontos no primeiro jogo dos playoffs

    Cara, o Oklahoma City Thunder não tá brincando em serviço não. Os caras simplesmente destruíram o Phoenix Suns por 119 a 84 no primeiro jogo da série, e olha que absurdo: foi a segunda temporada consecutiva que eles abrem os playoffs ganhando por mais de 35 pontos!

    Só pra vocês terem noção do quão raro isso é — apenas três times na história da NBA conseguiram fazer isso em temporadas seguidas. Os outros foram os Lakers lendários de Magic Johnson em 86 e 87. Ou seja, o Thunder tá em boa companhia.

    O que foi essa pancadaria toda?

    A grande diferença foi que os Suns simplesmente entregaram a paçoca com as bolas perdidas. Foram 19 turnovers que viraram 34 pontos para OKC. E o Phoenix? Zero pontos vindos de turnovers do adversário. Isso mesmo, ZERO contra 34. Nunca vi uma diferença dessas nos playoffs da era moderna.

    “Toda vez que você joga contra eles, tem que cuidar da bola, valorizar cada posse — e a gente não fez isso”, admitiu o técnico dos Suns, Jordan Ott. E ele tá certo. O Thunder tem um físico, uma atleticismo e um tamanho que força o adversário a tomar decisões rápidas o tempo todo.

    Jalen Williams comandou, SGA ‘descansou’

    Jalen Williams foi o cestinha da noite com 22 pontos, 7 rebotes e 6 assistências. Mas o mais impressionante? Shai Gilgeous-Alexander fez 25 pontos mesmo errando pra caramba (5/18 nos arremessos) e ainda por cima sentou o quarto período inteiro!

    Devin Booker, do Phoenix, resumiu bem: “Esses caras levam a temporada regular a sério, mas sentem que agora é a época deles”. E não é que ele tem razão? Cada turnover vira combustível pro Thunder e pra torcida. É um efeito dominó devastador.

    O pior é que os Suns chegaram nesse jogo já cansados. Garantiram vaga nos playoffs só na sexta-feira, vencendo o Warriors no play-in, viajaram no sábado e tiveram que encarar o melhor time da temporada regular num domingo à tarde. Receita pro desastre.

    Thunder liderava por 15 no primeiro quarto, 21 no intervalo e 31 entrando no último período. Foi uma surra do começo ao fim. E aí, será que os Suns conseguem se recuperar ou o Thunder vai fazer mais uma vítima nos playoffs?

  • Finalistas do MVP: Jokic, Wemby e SGA brigam pelo prêmio

    Finalistas do MVP: Jokic, Wemby e SGA brigam pelo prêmio

    Galera, chegou a hora! A NBA finalmente divulgou os finalistas dos principais prêmios da temporada, e cara… que disputa maluca temos pela frente.

    No MVP, a briga tá entre três monstros: Shai Gilgeous-Alexander (que tá voando no Thunder), Nikola Jokic (o sérvio que não para de surpreender) e Victor Wembanyama. Sim, o Wemby de apenas 21 anos já tá disputando MVP. Absurdo demais.

    Wemby em duas categorias — o cara é alienígena

    Falando no francesão, ele também tá concorrendo ao Defensive Player of the Year junto com Chet Holmgren e Ausar Thompson. Dois prêmios ao mesmo tempo? Esse garoto não é deste planeta, sinceramente.

    Na minha opinião, ver o Wembanyama disputando MVP no segundo ano já mostra o quanto ele é diferenciado. Lembro quando o Dirk Nowitzki ganhou o dele — mas foi depois de anos construindo. O Victor pode fazer história aqui.

    Rookie of the Year: a nova geração chegando com tudo

    Nos calouros, temos V.J. Edgecombe, Cooper Flagg e Kon Knueppel brigando pelo título. O Flagg, especialmente, tem chamado atenção desde Duke — vocês acham que ele tem moral pra levar?

    Uma curiosidade: Tim Hardaway Jr. concorrendo ao Sixth Man of the Year me pegou de surpresa. O cara sempre foi um pontuador consistente, mas nunca imaginei ele nessa briga. Jaime Jaquez Jr. e Keldon Johnson completam a lista — e olha que o Johnson tem tudo pra surpreender saindo do banco do San Antonio.

    No Coach of the Year, J.B. Bickerstaff, Mitch Johnson e Joe Mazzulla estão na disputa. Mazzulla já provou que sabe lidar com pressão depois daquela campanha histórica dos Celtics.

    E aí, quem vocês acham que leva o MVP? Eu tô entre o SGA e o Jokic, mas o coração quer ver o Wemby fazendo história. A NBA disse que vai começar a divulgar os vencedores essa semana — ansiedade pura!

  • MVP internacional pelo 8º ano seguido: SGA, Jokic e Wemby finalistas

    MVP internacional pelo 8º ano seguido: SGA, Jokic e Wemby finalistas

    Mano, a NBA virou uma liga totalmente internacional quando o assunto é MVP. Pelo oitavo ano consecutivo, nenhum americano vai levar o prêmio de jogador mais valioso — e sinceramente? Tá mais que merecido.

    Os finalistas são Shai Gilgeous-Alexander (atual MVP tentando repetir), Nikola Jokic (que tá tentando o quarto título em seis anos, absurdo) e Victor Wembanyama fazendo sua primeira aparição como finalista. Três monstros representando Canadá, Sérvia e França respectivamente.

    A era internacional chegou pra ficar

    Essa sequência começou em 2019 com Giannis Antetokounmpo levando dois seguidos. Depois veio a era Jokic (2021, 2022 e 2024), Joel Embiid quebrou o jejum camaronês em 2023, e no ano passado foi a vez do SGA representar o Canadá.

    E olha, não é por acaso não. Esses caras simplesmente elevaram o nível do basquete mundial. Jokic revolucionou a posição de pivô, Giannis é um fenômeno físico que nunca vimos igual, e agora temos Wembanyama que parece ter saído de um laboratório.

    O que vocês acham? Essa dominação internacional vai continuar por mais quanto tempo?

    Wemby pode fazer história dupla

    A parada mais interessante é que Wembanyama não tá concorrendo só ao MVP — ele também é finalista ao Melhor Defensor do Ano. Se ganhar os dois (o que é bem possível), vai ser algo histórico para um cara de apenas 22 anos.

    Na real, eu tô torcendo pro francesão. O que ele fez nessa temporada foi simplesmente surreal. Médias de bloco que lembram os tempos antigos, arremessos de três como um ala, e ainda por cima carregando San Antonio nas costas.

    Os outros finalistas do DPOY são Chet Holmgren (Oklahoma City) e Ausar Thompson (Detroit). Boa companhia, mas convenhamos — Wemby tá num nível diferente defensivamente.

    A NBA vai anunciar os vencedores a partir de segunda-feira, começando justamente com o Defensive Player of the Year. Melhor Sexto Homem sai na quarta, e o MVP… bom, esse a gente vai ter que esperar um pouquinho mais.

    Uma coisa é certa: seja quem for que ganhe, vai ser mais um capítulo dessa era internacional que tá dominando a liga. E sinceramente? Eu tô curtindo demais essa diversidade de talentos.

  • Wemby, Jokić e SGA disputam o MVP mais maluco dos últimos anos

    Wemby, Jokić e SGA disputam o MVP mais maluco dos últimos anos

    Gente, saíram os finalistas dos prêmios da NBA e olha… que corrida maluca pelo MVP! Victor Wembanyama, Nikola Jokić e Shai Gilgeous-Alexander. Três estilos completamente diferentes, três histórias absurdas.

    O SGA tá tentando algo que só 13 caras conseguiram na história: MVP consecutivo. Se rolar, ele vai entrar no clube seleto junto com LeBron, Curry, Giannis e o próprio Jokić. Thunder voando na temporada regular e o cara sendo clutch do jeito que só ele sabe ser.

    Wemby fazendo história aos 21 anos

    Mas sinceramente? Meu coração tá com o Wembanyama. Cara, 21 anos e disputando MVP. Quando foi a última vez que vimos isso? O francesão tá reescrevendo as regras do que é possível no basquete moderno. E não é só hype não – os números dele são de outro planeta.

    O mais louco? Wemby também tá finalista pra Defensor do Ano. Imagina ganhar os dois no mesmo ano sendo rookie do segundo ano praticamente. Seria algo histórico mesmo.

    Jokić, né… o que falar do sérvio? Três MVPs já no currículo e continua fazendo magia em Denver. O cara simplesmente não para de evoluir. Cada temporada ele adiciona algo novo no jogo.

    As outras categorias tão quentes também

    Mas não é só MVP que tá interessante não. O Defensor do Ano vai ser guerra: Wemby, Chet Holmgren e Ausar Thompson. Três jovens talentos que mudaram a cara das defesas dos seus times.

    Rookie do Ano com Cooper Flagg, Kon Knueppel e VJ Edgecombe também promete. Essa nova geração chegou jogando muito mesmo.

    Uma coisa que me chamou atenção: Luka e Cade Cunningham receberam exceção da regra dos 65 jogos pra concorrer, mas mesmo assim não chegaram em nenhuma final. Mostra como a temporada foi competitiva.

    E aí, pessoal – quem vocês acham que leva o MVP? Eu tô dividido entre a juventude absurda do Wemby e a consistência do SGA. Jokić sempre é candidato, mas será que rola um quarto MVP pra ele?

    Os prêmios saem durante os playoffs. Segunda já tem o Defensor do Ano, terça o Clutch Player e quarta o Sexto Homem. Vai ser uma semana e tanto!

  • SGA comandou massacre: Thunder destruiu os Suns por 35 pontos!

    SGA comandou massacre: Thunder destruiu os Suns por 35 pontos!

    Cara, que paulada foi essa do Thunder nos Suns! 119-84 no primeiro jogo dos playoffs. Trinta e cinco pontos de diferença. O Oklahoma City simplesmente resolveu mostrar pra Phoenix que não tá brincando nessa defesa do título.

    Shai Gilgeous-Alexander, o atual MVP da liga, fez 25 pontos mesmo com um aproveitamento meio travado nos arremessos de quadra (5/18). Mas o monstro compensou indo 15/17 nos lances livres. E olha que nem precisou jogar o último quarto — estava tão tranquilo que descansou assistindo do banco.

    Thunder mostrou que não perdeu o ritmo

    Jalen Williams meteu 22 pontos e Chet Holmgren contribuiu com 16. O que mais me impressiona nesse time é como eles conseguem ter várias opções ofensivas. Não é só o SGA carregando o piano — todo mundo contribui.

    Os Suns até começaram bem, abrindo 5-0 no placar. Normal, né? O Thunder estava parado há uma semana por ter garantido a primeira posição. Mas aí o bicho pegou. Dillon Brooks (que já conhecemos bem das confusões) fez uma falta flagrante no Holmgren, batendo na cara do pivô. Resultado? Thunder acordou pra vida e fez uma sequência de 12-2 pra virar o jogo.

    Phoenix não conseguiu responder

    Do lado dos Suns, Devin Booker fez 23 pontos e o próprio Dillon Brooks marcou 18 — mas precisou de 22 arremessos pra isso. O time todo teve apenas 34,9% de aproveitamento nos arremessos. Sinceramente, não dá pra ganhar de um candidato ao título atirando assim.

    E aí, vocês acham que Phoenix consegue se recuperar no jogo 2? Porque essa diferença foi humilhante mesmo. O Thunder está jogando em casa, com a torcida empolgada, e mostrando que esse título do ano passado não foi sorte não.

    Na minha opinião, se os Suns não mudarem drasticamente a postura ofensiva, essa série pode terminar em 4 jogos. O Oklahoma City está jogando como um time que quer repetir o feito e não aceita bobeira.

    Jogo 2 é na quarta-feira, mesma quadra. Vai ser interessante ver se o Phoenix consegue pelo menos tornar a série competitiva.