Tag: Steve Kerr

  • Steve Kerr virou Swiftie e tá trollando todo mundo nas entrevistas

    Steve Kerr virou Swiftie e tá trollando todo mundo nas entrevistas

    Gente, vocês viram o que o Steve Kerr tá fazendo? O técnico do Warriors simplesmente resolveu que 2024 é o ano de ser Swiftie nas coletivas de imprensa. E olha, eu não sei se isso é genial ou se o cara tá entediado demais com essa temporada dos Warriors.

    Apareceu um vídeo dele citando letra da Taylor Swift de forma super discreta numa entrevista. Ele soltou um “I walked through the door” que é literalmente o começo de “All Too Well” — e quem conhece Swift sabe que essa música é praticamente o hino nacional dos fãs dela. O maluco fez isso com a cara mais séria do mundo, como se fosse só uma frase normal.

    O mestre dos quatro anéis virou comediante

    Cara, pensa na situação: Steve Kerr tem quatro títulos da NBA no currículo, é um dos técnicos mais respeitados da liga, e agora tá se divertindo enfiando letra de pop nas entrevistas só porque pode. Sinceramente? Eu apoio totalmente.

    Ele até admitiu numa matéria da ESPN que faz isso de propósito — fica tentando encaixar o máximo de lyrics da Taylor que conseguir. Imaginem as conversas no grupo da família Kerr depois disso. A filha dele deve estar morrendo de rir (ou de vergonha, né?).

    Warriors em baixa, técnico em alta criatividade

    E olha, faz sentido ele estar assim mais descontraído. Os Warriors não estão exatamente brigando pelo título esse ano — entre lesões e o time envelhecendo, é mais realismo do que sonho mesmo. O Kerr renovou por mais dois anos, provavelmente pra acompanhar o fim da carreira do Curry e do Draymond.

    Então por que não se divertir um pouco? Depois de tantas coletivas sérias falando sobre pick and roll e defesa, o cara descobriu uma forma genial de tornar tudo isso mais interessante. E funcionou — até a própria Taylor Swift achou engraçado quando soube.

    Vocês acham que ele vai conseguir enfiar uma letra de “Shake It Off” na próxima entrevista? Eu apostaria que sim. Steve Kerr pode não estar ganhando anéis nessa temporada, mas tá definitivamente ganhando o coração da internet — e isso também vale alguma coisa, né?

  • Warriors perdendo Terry Stotts e Stackhouse: revolução no comando técnico

    Warriors perdendo Terry Stotts e Stackhouse: revolução no comando técnico

    Cara, não esperava ver os Warriors mexendo tanto na comissão técnica assim. Terry Stotts e Jerry Stackhouse estão de saída do time de assistentes do Steve Kerr — e olha que isso acontece logo depois do Kerr renovar por mais dois anos.

    O timing é meio estranho, não acham? Os Warriors vindo de uma temporada frustrante (37 vitórias e fora dos playoffs), e agora perdem dois caras experientes da comissão. O Stotts já tinha avisado pro Kerr ainda durante a temporada que não ia ficar.

    Saídas que fazem barulho

    Terry Stotts não é qualquer um, pessoal. O cara tem quase 30 anos de experiência, passou nove temporadas comandando o Portland — lembram daqueles times do Lillard que sempre incomodavam nos playoffs? Era ele no comando. Agora tá de olho em outras oportunidades como técnico principal.

    Já o Stackhouse chegou só em julho passado, substituindo o Kenny Atkinson (que foi pro Cleveland). Cara ficou só uma temporada e já vazou. Antes dos Warriors, ele comandou Vanderbilt por cinco anos. É mais um querendo voltar a ser head coach.

    E não para por aí — Chris DeMarco já tinha saído em janeiro pra virar técnico do New York Liberty. Kris Weems assumiu no lugar e deve continuar.

    Willie Green de volta?

    A notícia que mais me chamou atenção: Willie Green pode voltar pros Warriors. O cara já trabalhou com o Kerr entre 2016 e 2019, depois foi pro New Orleans como técnico principal. Agora pode assumir uma das vagas de assistente.

    Sinceramente, faz sentido. Green conhece a casa, tem uma relação boa com o Kerr, e depois da experiência como head coach no Pelicans, volta mais maduro. Além disso, os Warriors precisam de alguém que entenda a cultura deles.

    O que vocês acham dessa reformulação toda? É reflexo da temporada decepcionante ou apenas ciclo natural mesmo? Uma coisa é certa: com Kerr sendo o técnico mais bem pago da liga, a pressão pra voltar aos playoffs em 2024-25 vai ser absurda.

  • Steve Kerr virou Swiftie secreto e fez algo genial na NBA

    Steve Kerr virou Swiftie secreto e fez algo genial na NBA

    Gente, vocês não vão acreditar no que eu acabei de descobrir. Steve Kerr, o técnico do Warriors — sim, aquele cara sério das entrevistas — passou uma temporada INTEIRA da NBA citando Taylor Swift nas coletivas de imprensa. E ninguém percebeu.

    Sinceramente? Eu tô rindo até agora. O homem pegou a música “All Too Well” da Taylor e foi encaixando os versos nas respostas dele durante toda a temporada 2022-23. Tipo um jogo secreto só dele.

    O plano mais criativo da história da NBA

    Olha só que absurdo: depois de vencer o Houston Rockets em março de 2023, Kerr chegou no microfone e falou “I walked through the door of the locker room at halftime” (algo como “atravessei a porta do vestiário no intervalo”). Parece normal, né? Mas essa é literalmente a primeira linha de “All Too Well”.

    O cara foi fazendo isso o campeonato todo, cruzando os versos de uma lista conforme conseguia encaixar eles naturalmente nas entrevistas. Monstro demais! O filho dele, Matthew, depois editou tudo num vídeo para o grupo da família no WhatsApp — imaginem a risada que deve ter sido.

    E o mais louco? A própria Taylor Swift viu o vídeo através de um amigo em comum e achou “criativo e engraçado”. Ela até perguntou se podia postar nas redes sociais dela, mas o Kerr pediu pra manter privado.

    Agora os fãs vão revirar tudo

    Cara, imaginem só os Swifties e os fãs do Warriors correndo atrás de todas as coletivas da temporada pra montar o vídeo por conta própria. Vai ser uma caçada épica nas redes.

    Eu tô aqui tentando imaginar como diabos ele conseguiu encaixar “But you keep my old scarf, from that very first week” (“Mas você ficou com meu cachecol velho, daquela primeira semana”) numa entrevista pós-jogo. Tipo, como você fala de cachecol numa coletiva de basquete?

    Olha, eu sempre respeitei o Kerr como técnico — quatro títulos da NBA não mentem. Mas agora? O cara subiu ainda mais no meu conceito. Qualquer pessoa que consegue ser Swiftie nas horas vagas E ganhar campeonato merece todo o reconhecimento.

    Vocês acham que outros técnicos fazem essas pegadinhas secretas também? Imaginem o Pop citando Beyoncé ou o Spoelstra metendo uns versos do Drake. A NBA ficaria ainda mais divertida, não acham?

  • Warriors perdem dois assistentes top — e isso pode ser um problemão

    Warriors perdem dois assistentes top — e isso pode ser um problemão

    Cara, o Golden State Warriors está perdendo dois dos principais assistentes técnicos do Steve Kerr de uma vez só. Terry Stotts e Jerry Stackhouse disseram tchau pra Bay Area, e sinceramente? Isso me preocupa um pouco.

    Os dois caras simplesmente não renovaram os contratos e estão atrás de oportunidades como técnicos principais. Olha, eu entendo — ficar de assistente eternamente não é pra qualquer um, ainda mais quando você tem experiência e conhecimento pra assumir um time.

    Stotts e Stackhouse: dupla que funcionava

    Esses dois chegaram ao Warriors antes da temporada 2024-25, depois que o Kenny Atkinson aceitou ser técnico principal do Cleveland Cavaliers. E cara, eles encaixaram bem no esquema do Kerr.

    O Terry Stotts trouxe mais de uma década de experiência como técnico principal e ajudou a estruturar melhor o ataque centrado no Steph Curry. Até teve uma situação hilária onde ele assumiu a coletiva depois que o Kerr foi expulso de jogo em janeiro, falando que estava “poupando uma grana pro Steve”.

    Já o Jerry Stackhouse era o cara da defesa. Ex-jogador da NBA e ex-técnico de Vanderbilt, ele tinha a responsabilidade de cobrar os jogadores — especialmente o Draymond Green. E olha, sabemos que cobrar o Draymond não é tarefa fácil (risos).

    Warriors em reconstrução… de novo

    Agora o time está procurando substitutos, mas cara — não é simples assim encontrar assistentes de qualidade. O Warriors já tinha perdido outro assistente durante a temporada, o Chris DeMarco, que virou técnico principal do New York Liberty na WNBA.

    E convenhamos, a temporada não foi das melhores: 37 vitórias e 45 derrotas, décimo colocado no Oeste e eliminação no play-in tournament. Será que essa saída dos assistentes tem a ver com o desempenho? Ou é só coincidência mesmo?

    Na minha visão, perder dois assistentes experientes de uma vez é complicado. O Kerr vai ter que reconstruir parte da comissão técnica justamente quando o time precisa se reencontrar. Vocês acham que isso pode afetar o desempenho na próxima temporada?

    Uma coisa é certa: tanto Stotts quanto Stackhouse saíram em bons termos. O próprio Terry falou que “foram dois anos gratificantes” e que só tem “bons desejos” pro Warriors. Isso é positivo — pelo menos não teve treta interna.

    Agora é torcer pra que o Kerr encontre assistentes à altura. Porque com Curry chegando nos 40 anos e a necessidade de aproveitar o que resta da janela de títulos, cada detalhe na comissão técnica faz diferença.

  • Steve Kerr quase aposentou? Coach revelou estar 95% decidido a largar tudo

    Steve Kerr quase aposentou? Coach revelou estar 95% decidido a largar tudo

    Cara, imagina a cena: Steve Kerr, técnico dos Warriors há uma década, chega em casa um dia antes do play-in contra os Clippers e fala pro espelho: “Acho que acabou”. O homem estava 95% certo de que ia pendurar as chuteiras. Noventa e cinco por cento! Só faltava assinar a carta de demissão.

    Mas aí, né? O basquete tem dessas coisas. No dia seguinte, os Warriors fizeram um jogaço contra os Clippers — vitória por 126 a 121 numa partida de matar o coração. E Kerr, que tava praticamente com um pé na aposentadoria, mudou de ideia na hora.

    A virada de chave que mudou tudo

    A história é linda, cara. O jornalista da ESPN Wright Thompson estava lá quando aconteceu. No vestiário, depois da vitória, um assistente chegou com as estatísticas e falou que os Warriors só tinham liderado o jogo por quatro minutos e seis segundos. Todo mundo riu, tentando aproveitar o momento. Foi aí que Kerr se virou pro Thompson e sussurrou: “Eu não vou sair”.

    Sinceramente? Eu entendo o cara. Imagina você estar pronto pra largar tudo e de repente seu time faz uma dessas apresentações emocionantes. É viciante mesmo, como ele falou depois. O problema é que os Warriors acabaram perdendo pro Phoenix Suns na sequência e ficaram fora dos playoffs — pelo segundo ano em três temporadas.

    A sombra do Popovich

    O que mais me marcou nessa história toda foi o que Kerr falou sobre Gregg Popovich, seu mentor. Pop sofreu um derrame no ano passado e teve que se aposentar dos Spurs. Kerr viu de perto como é difícil largar esse vício do basquete — o próprio Popovich já tinha “decidido” se aposentar antes, ligou pro Kerr se despedindo, e uma semana depois… assinou extensão de contrato!

    “Eu percebi que ele não conseguia sair”, disse Kerr sobre Pop. “Ele não conseguia simplesmente largar.”

    E agora? Kerr assinou por mais dois anos com os Warriors e continua sendo o técnico mais bem pago da NBA. Mas ele mesmo admite a paranoia: como saber a hora certa de parar? “Você não quer sair cedo demais, mas também não quer sair tarde demais”, falou.

    Olha, na minha opinião, Kerr ainda tem combustível. O cara ganhou quatro títulos com os Warriors, conhece o Curry como ninguém, e agora que o time está meio que se reestruturando (com rumores de que o Draymond pode sair), pode ser que ele tenha mais uns anos de fogo no olho. E vocês, acham que ele vai conseguir se aposentar quando quiser, ou vai ser igual ao Pop e precisar que empurrem ele porta afora?

  • Steve Kerr admite: a dinastia dos Warriors acabou mesmo

    Steve Kerr admite: a dinastia dos Warriors acabou mesmo

    Steve Kerr simplesmente assumiu o que todo mundo já sabia mas ninguém queria falar: a dinastia dos Warriors morreu. E olha, admiro a honestidade do cara.

    Em entrevista pra ESPN, o técnico foi cirúrgico: “O que tínhamos se foi, mas estamos tentando se agarrar nisso. Não sei se alguém realmente sabe se ainda existe.” Caramba, que declaração.

    A realidade bateu na porta

    Curry e Draymond Green ainda estão lá, mas vamos ser sinceros — são versões mais velhas, mais lentas e que se machucam mais fácil. Curry continua sendo um monstro, óbvio, mas até mesmo o maior jogador da história da franquia não consegue parar o tempo.

    Kerr renovou por mais duas temporadas, e sinceramente? Eu acho que ele sabe que vai ser pra acompanhar o fim dessa era. É meio que aquela situação onde você não consegue abandonar o barco, sabe? Ele mesmo admitiu que “não consegue ir embora”.

    A temporada acabou com derrota no play-in — que tristeza pra um time que já foi o terror da liga. Kerr chamou de “dinastia em declínio”, mas insiste que há “beleza na luta” de “tentar lutar até o último suspiro”.

    Marketing não gostou nada

    Uma coisa que me fez rir foi saber que o departamento de marketing pediu pro Kerr parar de falar sobre “morte” da dinastia enquanto eles tentavam vender temporadas. Imagina você tentando convencer o torcedor a renovar e o técnico falando que tudo acabou? (risos)

    Mas olha, eu prefiro essa honestidade brutal do que ficar vendendo ilusão. Kerr tá sendo real — eles não conseguem mais competir com os melhores do Oeste por uma série inteira de playoffs.

    O último suspiro de uma era

    Não é bem “The Last Dance” como foi com o Bulls de 98, mas tem um quê nostálgico nisso tudo. Kerr estava naquele time também, ironicamente. A diferença é que os Bulls tinham um objetivo claro de ganhar mais um título. Os Warriors de hoje? Estão só tentando permanecer competitivos.

    Joe Lacob e Mike Dunleavy ainda acreditam que com Curry podem bater qualquer um — talvez não por quatro séries seguidas, mas numa noite especial, quem sabe? Lembram da vitória contra o Clippers no play-in? Foram momentos assim que mantêm a esperança viva.

    Vocês acham que Curry ainda tem uma última campanha épica no tanque? Ou é melhor aceitar que essa fase dourada realmente acabou? Eu fico dividido entre a nostalgia e o realismo.

    Uma coisa é certa: Kerr decidiu ficar até o fim, mesmo sabendo que vai ser “bagunçado”. Respeito isso. Às vezes é melhor ir junto com o navio do que pular fora na primeira dificuldade.

  • Kerr quase se aposentou dos Warriors, mas mudou de ideia no último minuto

    Kerr quase se aposentou dos Warriors, mas mudou de ideia no último minuto

    Cara, quase perdemos o Steve Kerr! O técnico dos Warriors estava 95% decidido a pendurar as chuteiras após 12 temporadas no comando da franquia. Mas aí aconteceu algo que mudou tudo: a vitória épica sobre os Clippers no play-in.

    “Eu não vou embora”, disse Kerr para sua comissão técnica no vestiário depois da virada contra o Clippers. A esposa dele, Margot, mandou um texto dizendo exatamente a mesma coisa. Imagina a tensão!

    O drama interno que quase tirou Kerr da NBA

    Desde junho do ano passado, o técnico já vinha batendo papo com a família sobre aposentadoria. Na cabeça dele, a dinastia dos Warriors tinha chegado ao fim e ele não queria ser aquele cara que fica além da conta. Sabe como é, né? Ele viu o que aconteceu com o Gregg Popovich no Spurs — o cara simplesmente não conseguia largar o osso.

    “Percebi que ele não conseguia fazer isso”, disse Kerr sobre Pop. “Ele não conseguia se afastar.”

    Mas olha só a ironia: Kerr quase caiu na mesma! Quando chegou o play-in, ele estava praticamente decidido. Até contou para a comissão técnica que a decisão estava quase batida. Só que daí rolou aquela virada absurda contra os Clippers, com Al Horford metendo quatro bolas de três seguidas e o Curry fazendo a jogada decisiva.

    A pressão da família e o papo com Curry

    Depois da vitória, Kerr foi direto na casa do Curry em Atherton para bater um papo franco com o craque. Conversou também com o dono Joe Lacob e o GM Mike Dunleavy. A filha dele, Maddy, deu uma bronca nele por ficar focando no que não gostava no trabalho ao invés das mil coisas boas. E a Margot queria que ele ficasse — até porque isso mantinha o filho Nick e a família por perto.

    “Treinar desbloqueou a melhor versão de mim mesmo”, confessou Kerr. “Acho que tenho medo de perder esse envolvimento diário e propósito que não só alimenta minha alma, mas me ajuda a lidar com minha dor crônica literal.”

    Sinceramente, dá para entender o dilema do cara. Lacob deixou claro que queria ele de volta, e os dois — mesmo depois de algumas divergências durante a temporada — concordaram que o que os Warriors construíram vale a pena ser protegido.

    O futuro ainda reserva surpresas?

    Kerr ligou para o Curry para contar a decisão, e os dois conversaram sobre os planos para frente. Até o Draymond Green entrou na jogada, indo no “Inside the NBA” repetir os temas de uma carta pessoal que Kerr tinha escrito para ele durante uma fase complicada da temporada.

    “Sou igualzinho ao Riley”, riu Kerr, fazendo referência à famosa incapacidade do Pat Riley de se afastar do basquete. E olha que não faltaram ofertas — tinha proposta para virar presidente de time e até voltar para a TV.

    “Eu não sou um cara de terno e gravata”, disse sobre comandar um front office. “Eu quero o apito.”

    E aí, vocês acham que foi a decisão certa? Eu, particularmente, acho que os Warriors ainda têm lenha para queimar com essa dupla Curry-Kerr. Mas vai saber o que o futuro reserva para essa franquia…

  • Com Kerr ficando, Draymond Green deve mesmo continuar nos Warriors

    Com Kerr ficando, Draymond Green deve mesmo continuar nos Warriors

    Olha, quando o Steve Kerr renovou por mais dois anos com o Golden State Warriors, eu já imaginava que isso ia mexer com outras peças do quebra-cabeça. E não é que tá acontecendo exatamente o que eu pensei? O Draymond Green agora tem muito mais chances de ficar na baía.

    A situação é a seguinte: Green tem uma opção de jogador de US$ 27,7 milhões para a próxima temporada. Até o dia 29 de junho ele precisa decidir se fica com essa grana garantida ou se vira agente livre irrestrito. Mas aqui entre nós — com Kerr confirmado, seria loucura ele sair, né?

    A química Kerr-Green é real demais

    Cara, quem acompanha a NBA sabe que a relação entre esses dois é especial. O próprio Kerr trata o Draymond como um técnico assistente dentro de quadra. É aquele tipo de liderança que você não encontra em qualquer lugar.

    E vamos combinar: Green pode ser chatão às vezes (quem nunca se irritou com as discussões dele com os árbitros?), mas o cara é um defensor de elite. Ainda. Mesmo aos 34 anos, ele continua sendo aquele cara que consegue defender do pivot até o armador, fazer a defesa funcionar e ainda distribuir umas assistências absurdas.

    O jogo do dinheiro

    Agora, a parte interessante é que os Warriors podem tentar convencer o Green a recusar a opção dele e assinar um novo contrato. Imagina só: menos dinheiro por ano, mas mais anos garantidos. Para um cara da idade dele, faz todo sentido, não acham?

    Fontes do time já deixaram claro que não têm nenhum plano de trocar o Draymond ou dar um pé na bunda dele. Sinceramente, eu acho que seria burrice. O cara já ganhou quatro títulos com essa camisa, conhece o sistema como ninguém, e ainda tem lenha para queimar.

    O que vocês acham? Green fica mesmo ou vai tentar a sorte em outro lugar? Na minha visão, com Curry ainda jogando em alto nível e Kerr confirmado, seria maluco ele não querer fazer parte dessa última dança dos Warriors.

  • Kerr fica! Por que renovar com o técnico foi a única saída dos Warriors

    Kerr fica! Por que renovar com o técnico foi a única saída dos Warriors

    Cara, os Warriors fizeram o óbvio — e era isso mesmo que tinha que ser feito. Steve Kerr renovado por mais dois anos, continuando como o técnico mais bem pago da liga. E olha, mesmo com todos os perrengues dos últimos anos, não tinha outra escolha melhor.

    Vou ser sincero com vocês: a relação entre Kerr e a diretoria não tava das melhores. Teve atrito sobre o Jonathan Kuminga, sobre esse papo de “duas linhas do tempo” que a galera tanto fala, e até sobre o estilo de jogo do time. Mas e daí? Qual era a alternativa?

    Quem diabos ia substituir o cara?

    Não tem ninguém disponível no mercado que chegue perto do currículo do Kerr. Quatro títulos da NBA, quarto técnico mais rápido da história a chegar nas 600 vitórias… O cara simplesmente sabe treinar basquete, mano.

    E olhem os exemplos recentes: aquela série contra o Houston nos playoffs — por mais que o Curry e o Thompson tenham jogado demais, quem ganhou aquilo foi o esquema tático do Kerr. Quando o Curry se machucou em janeiro, ele tirou leite de pedra desse elenco, fez o Podziemski e o Gui Santos evoluírem absurdamente.

    Ah, e o trabalho psicológico com o Draymond? Monstro. Todo mundo sabe que o Green tá em declínio, num time que não vai brigar por título, e Kerr conseguiu manter ele focado na temporada inteira. Isso é manejo de vestiário de altíssimo nível.

    Curry, Green e toda a panela querem ele lá

    Depois da eliminação no play-in, o próprio Curry falou: “Quero que o técnico esteja feliz, que acredite que é o cara certo pro trabalho”. O Draymond nem quis cogitar a possibilidade de não jogar mais sob comando do Kerr.

    Vocês acham que os Warriors iam contrariar os dois caras mais importantes da franquia? Claro que não.

    Joe Lacob, o dono, teve várias reuniões com Kerr nas últimas semanas e chegaram num acordo bom pra todo mundo. Dois anos de contrato, salário mais alto da liga para técnico. É investimento em estabilidade quando tudo tá meio caótico.

    A dinastia tá acabando, mas ainda dá pra aproveitar

    Vamos combinar uma coisa: os Warriors sabem que a festa tá chegando ao fim. O Curry não é eterno, o Green já não é mais aquele monstro defensivo, e o time precisa se reinventar.

    Mas é exatamente por isso que manter o Kerr faz sentido. O cara conhece essa organização de cabo a rabo, tem respeito da mídia, dos jogadores e da torcida. É o tipo de figura unificadora que você quer quando a coisa aperta.

    Ainda tem pergunta sem resposta, né? O que fazer com a pick da loteria que eles vão ter, como resolver os problemas ofensivos, se o Draymond vai exercer a opção de jogador… Mas pelo menos agora eles têm estabilidade no comando técnico.

    Na minha visão, foi a decisão mais sensata possível. E aí, vocês concordam ou acham que era hora de mudar mesmo?

  • Steve Kerr renovando? Tudo por causa do Curry mesmo

    Steve Kerr renovando? Tudo por causa do Curry mesmo

    Galera, saiu a notícia que o Steve Kerr renovou por mais dois anos com os Warriors. E sinceramente? A motivação por trás disso é até meio romântica.

    O técnico ficou um ano inteiro se questionando se 12 temporadas no comando não seriam suficiente. Cara, imagina a cabeça do homem — 100 milhões de dólares no bolso, quatro anéis, vaga garantida no Hall da Fama. Qualquer um pensaria em aposentar o apito, né?

    “Nunca vou abandonar o Steph”

    Mas aí que tá o lance. Em dezembro passado, Kerr foi direto ao ponto: “Eu nunca vou deixar o Steph Curry”. E cara, parece que ele estava falando sério mesmo.

    Depois da eliminação nos play-ins (que dor), Kerr deixou claro que o Curry é peça fundamental na decisão dele. “Não quero me afastar do Steph”, disse em abril. É como se fosse um casamento profissional que nenhum dos dois quer terminar.

    Olha, eu entendo completamente. Você constrói uma parceria de 12 anos, ganha quatro títulos juntos, e de repente vai embora? Seria meio como um divórcio depois de uma união próspera. O Kerr mesmo admitiu que seria difícil lidar com esse tipo de separação.

    Curry ainda é um monstro

    E não é só sentimentalismo não. O cara de 38 anos ainda mete 35 pontos em 36 minutos, como fez contra os Clippers nos play-ins. Sete bolas de três! O maluco tá voando pela quadra mais que qualquer um na liga.

    “O Steph ainda tem tudo”, disse Kerr depois daquela partida. “Você viu na outra noite. Ele ainda consegue fazer isso.” E realmente, ver o Curry jogando daquele jeito com quase 40 anos é de arrepiar.

    Sinceramente acho que o Kerr tá certo. Por que você largaria um cara que ainda joga desse jeito? É diferente do LeBron ou do Durant — o Steph ainda corre igual um jovem, sai de tela que é uma loucura.

    Mas e o resto do time?

    Agora a real: só o Curry não ganha campeonato. Os Warriors mal conseguiram ficar entre os seis melhores do Oeste na temporada passada. E olhando os playoffs atuais, fica claro que eles precisam de reforços pesados.

    O Kerr sabe disso. Joe Lacob e Mike Dunleavy vão ter que fazer umas jogadas no mercado se quiserem que essa renovação valha a pena. Porque técnico bom eles já têm, craque também — falta o elenco de apoio.

    E aí, vocês acham que os Warriors conseguem montar um time competitivo pro Curry e Kerr tentarem mais um título? Ou essa renovação é mais sobre não querer se separar de uma parceria histórica?

    Uma coisa é certa: enquanto o Curry estiver jogando nesse nível absurdo, o Kerr vai estar lá do lado da quadra. E olha, como fã de basquete, eu não reclamo não. Essa dupla ainda pode aprontar muito.