Tag: tanking

  • Nets perdem de lavada pro Pacers e ganham na loteria do Draft

    Nets perdem de lavada pro Pacers e ganham na loteria do Draft

    Olha, vou ser sincero com vocês: assistir Nets vs Pacers ontem foi praticamente assistir um jogo de G-League. E sabem de uma coisa? Todo mundo sabia exatamente o que estava rolando ali.

    O Brooklyn perdeu de 123-94 pro Indiana numa partida que foi basicamente uma competição de quem conseguia jogar pior. Por quê? Simples: ambos os times estão na corrida pela primeira escolha do Draft, e perder nessa altura do campeonato vale ouro.

    O circo dos desfalques

    Cara, a lista de desfalques foi absolutamente cômica. Os Nets deixaram no banco: Nic Claxton, Ziaire Williams, Noah Clowney, Terance Mann, e mais uma galera. Oito caras fora, sendo que metade estava “descansando” ou com umas lesõezinhas bem convenientes.

    Do lado do Pacers? Pascal Siakam, Aaron Nesmith, T.J. McConnell, Tyrese Haliburton… Até o técnico Rick Carlisle “faltou” pra ir num evento da filha dele. Vocês acreditam nisso?

    No fim das contas, quem entrou em quadra foram praticamente jogadores da base e caras que mal veem minutos na temporada regular. Ben Saraf, Tyson Etienne, Malachi Smith… Nomes que a gente só conhece porque acompanha tudo mesmo.

    A surra começou cedo

    O primeiro quarto foi constrangedor: 31-14 pro Indiana. Os Nets erraram tudo que era arremesso (5-21 de quadra), não conseguiram pegar rebote nenhum e basicamente entregaram a paçoca.

    Sinceramente? Deu até dó da torcida que apareceu no Barclays Center. Era a última partida em casa da temporada, noite de agradecimento aos fãs, e o pessoal teve que assistir esse vexame. Imagina pagar ingresso pra ver isso…

    O técnico Jordi Fernández até tentou manter a pose no pré-jogo, falando que “todos os minutos na NBA importam” e agradecendo o apoio da torcida. Mas convenhamos, né? Ele sabe muito bem qual é o jogo.

    Tanking às claras

    No intervalo já estava 65-37. No garrafão então, nem se fala: 46-20 pro Pacers. Os caras do Brooklyn jogaram sem pivot de verdade e tomaram uma surra histórica no rebote.

    E olha que eu até entendo a estratégia. Com apenas meio jogo de vantagem sobre o limite para ter as melhores chances na primeira escolha, cada derrota conta muito. É meio triste de assistir, mas faz sentido no longo prazo.

    O engraçado é que até o Obi Toppin, que saiu do banco do Indiana, foi o cestinha da primeira metade com 14 pontos. Quando um reserva adversário está sendo seu maior problema, você sabe que a coisa não está boa.

    E aí, o que vocês acham dessa estratégia do tanking? Vale a pena passar esse vexame por uma chance melhor no Draft? Eu confesso que fico dividido… Por um lado, entendo a necessidade de reconstrução. Por outro, dói ver um time da NBA jogando desse jeito de propósito.

  • Adam Silver animado com ideia maluca: punir os piores times no Draft

    Adam Silver animado com ideia maluca: punir os piores times no Draft

    Olha, eu pensei que já tinha visto de tudo quando se trata de reformas no Draft da NBA. Mas essa aqui me pegou de surpresa: Adam Silver tá “entusiasmado” com uma proposta que simplesmente puniria os três piores times da liga na loteria do Draft. Sim, você leu certo.

    A ideia surgiu numa ligação recente entre GMs e o comissário. Um gerente geral sugeriu que os três piores times nem pudessem ganhar a primeira escolha geral. Acharam radical demais (com razão). Aí outro cara chegou com uma versão mais suave: que tal só reduzir as chances desses times em relação aos times “menos piores” que ficaram fora dos playoffs?

    E o Silver? Cara curtiu a ideia.

    Como funcionaria essa loucura?

    A proposta com mais força agora expandiria a loteria de 14 para 18 times. Os 10 times que nem chegaram no Play-In teriam 8% de chance cada um para a primeira escolha. Os 8 do Play-In ficariam com 2,5% cada.

    Mas essa nova ideia iria além — tiraria alguns pontos percentuais dos três piores e redistribuiria para o meio da tabela. A lógica? Forçar os times ruins a pelo menos tentarem ganhar alguns jogos no final da temporada pra não caírem no “top 3 da vergonha”.

    Sinceramente, entendo a intenção. Ninguém aguenta mais ver time desligando seus melhores jogadores em março só pra garantir uma chance melhor no Draft. Mas será que não tão exagerando na dose?

    O lado bom e o lado perigoso

    Por um lado, a ideia faz sentido. Times que tão brigando pra não ficar entre os três piores vão competir até o final. Menos tanking descarado, mais basquete de verdade em abril e maio.

    Por outro lado… cara, o Draft existe justamente pra ajudar os piores times! Se você pune quem tá genuinamente ruim (não só fingindo que tá), fica mais difícil pra esses times saírem do buraco.

    E aí que mora o perigo. Imagina um time desesperado pra não cair no “top 3 maldito” forçando um jogador machucado a voltar mais cedo? Ou fazendo trade burro só pra ganhar dois jogos a mais? As consequências podem ser piores que o tanking.

    O que vocês acham? Tá na hora de punir quem tá genuinamente na pior, ou isso vai criar problemas maiores? A votação só acontece em maio, então ainda dá tempo dos times mandarem o feedback deles.

    Uma coisa é certa: se aprovarem isso, a reta final das temporadas vai ficar bem mais interessante. Ninguém vai querer ser um dos três piores, né?

  • NBA inocenta Kings: falta polêmica foi erro técnico, não tanking

    NBA inocenta Kings: falta polêmica foi erro técnico, não tanking

    Olha só que confusão desnecessária. A NBA finalmente botou um ponto final na polêmica: aquela falta bizarra do Doug Christie no Seth Curry não foi tanking, foi burrice mesmo. E sinceramente? Eu acredito neles.

    A história toda começou na terça passada, Kings perdendo pro Warriors por apenas um ponto, faltando 3:15 pro fim. Do nada, Christie manda seus jogadores cometerem falta no Curry. O cara foi pra linha do lance livre, a internet pegou fogo e todo mundo gritando “tanking descarado!”

    A confusão mental do técnico

    Mas a real é que o Christie simplesmente deu uma cagada monumental. O cara queria preservar um pedido de tempo antes de perder automaticamente quando o cronômetro chegasse nos 3 minutos. Planejou armar uma jogada na posse seguinte. Só que — aqui é onde fica engraçado — ele não sabia que o Kings já tava no bônus de faltas.

    Resultado? Em vez de ganhar a bola lateral, mandou o Curry pros lances livres. Mano, se isso foi estratégia pra perder, foi a mais incompetente da história da NBA.

    E sabe o que é mais louco? A jogada que ele armou no pedido de tempo FUNCIONOU. Doug McDermott acertou uma bomba de três do cantinho e o Kings virou o placar! Viraram, cara. Se quisessem tankar, não iam virar o jogo faltando menos de 3 minutos.

    Os números não mentem

    Desde 21 de fevereiro, quando tinham 12 vitórias e 46 derrotas (praticamente mortos), o Sacramento fez 9-13. Nove vitórias em 22 jogos. Se tão tankando, tão fazendo um trabalho porco mesmo.

    O próprio Christie foi direto no assunto depois de uma vitória contra o Utah: “Tanking é a última coisa que eu faria. Respeito muito o jogo. Quando você faz essas coisas, machuca os jogadores jovens.”

    E olha, eu concordo com ele. Já viu como esses caras do Sacramento jogam? Eles querem ganhar, bicho. Talvez não tenham talento suficiente, mas vontade não falta.

    A NBA e seu problema com tanking

    Essa confusão toda acontece justamente quando a liga tá pegando pesado com quem tanka de verdade. Jazz e Pacers levaram multa pesada em fevereiro por violarem as regras de participação de jogadores — $500 mil e $100 mil respectivamente.

    O Adam Silver já sinalizou que vêm mudanças grandes na loteria pra próxima temporada. Hora de acabar com essa palhaçada de times perdendo de propósito mesmo.

    No fim das contas, foi só mais um caso de técnico fazendo cagada em momento crucial. Quantas vezes já vimos isso? Vocês acham que o Christie realmente pensaria em tankar numa situação dessas, com o time ainda brigando pra não passar vergonha na temporada?

  • Draymond dedurou os Kings e agora a NBA tá investigando eles

    Draymond dedurou os Kings e agora a NBA tá investigando eles

    Olha só que situação bizarra rolou essa semana. O Draymond Green, depois de vencer os Kings por 110-105, soltou o verbo sobre tanking na NBA e criticou uma jogada completamente maluca do técnico Doug Christie. Resultado? A liga abriu uma investigação oficial contra Sacramento.

    E cara, quando eu vi essa jogada do Christie eu não acreditei. O Kings estava ganhando de 101-100, faltando 3:15 pro final, e o cara mandou o Doug McDermott fazer falta INTENCIONAL no Seth Curry no backcourt. Sem foul to give! Curry foi pra linha do lance livre e converteu um dos dois.

    A jogada que deixou todo mundo de queixo caído

    Sinceramente, em 15 anos acompanhando NBA, eu nunca vi uma decisão tão estranha. O Christie queria usar o quinto timeout dele (que ia expirar mesmo, já que só pode usar dois nos três minutos finais), mas escolheu a pior forma possível de parar o jogo.

    O Bill Simmons postou “alguém acorda o Adam Silver pra avisar que metade da liga tá um caos” e eu concordo 100%. A galera no Twitter enlouqueceu, chamando de o pior caso de tanking da história.

    Mas aqui que fica interessante: os Kings nem estão fazendo tanking de verdade! O DeMar DeRozan tinha perdido apenas três jogos na temporada até terça. Sacramento tinha 7-8 nos últimos 15 jogos antes da derrota. Christie tá é lutando pra salvar o próprio emprego.

    Draymond Green: o dedo-duro oficial da NBA?

    A real é que o Draymond tem razão quando fala que um terço da liga tá fazendo tanking, mas só duas equipes foram multadas até agora. O Utah Jazz botou todos os titulares no banco no quarto período de todos os jogos, e o Indiana Pacers sentou vários titulares (ok, isso era back-to-back).

    Vocês acham que foi coincidência a NBA investigar logo depois dos comentários do Draymond? Eu duvido muito. O Adam Silver odeia quando alguém constrange a liga publicamente.

    O mais irônico é que logo depois da falta polêmica, o Christie desenhou uma jogada pro McDermott tentar uma bola de três e retomar a liderança. Não tirou ninguém de quadra nos minutos finais, não chamou um monte de cara da G-League como fizeram Jazz e Grizzlies.

    Christie: incompetente ou azarado?

    Olha, pros Kings não é uma defesa muito lisonjeira dizer “a gente não tá fazendo tanking, só jogando mal mesmo”. Mas é a realidade – três titulares com lesões que acabaram a temporada, time completamente desfalcado.

    O problema é que o Vivek Ranadivé, dono dos Kings, já demitiu OITO técnicos em 13 anos. Com essa investigação rolando, não me surpreenderia nada se ele já tivesse de olho em algum assistente dos Warriors pra substituir o Christie.

    No final das contas, o Draymond tá certíssimo quando fala que a NBA deveria multar mais times por tanking. Mas sendo bem honesto, acho que ele tá mais pistola com todas as multas que já pagou na carreira do que com uma questão puramente ética, né não?

  • NBA admite: tanking é odiado por todos, mas funciona demais

    NBA admite: tanking é odiado por todos, mas funciona demais

    Olha só que situação bizarra a NBA se meteu. Todo mundo odeia o tanking — literalmente todo mundo — mas os times continuam fazendo porque, né… funciona pra caramba.

    A ESPN foi lá e conversou com um monte de gente da liga, e o resultado? Steve Kerr, técnico dos Warriors, foi o mais direto de todos: “Eu odeio isso”, disse ele. E olha que o Kerr não é de falar besteira, então quando ele fala assim é porque a coisa tá feia mesmo.

    Os números não mentem

    A diferença média de pontos nos jogos desta temporada é de 13.1 — a maior da história da NBA. Pensa nisso. E tem mais: 89 jogos já foram decididos por 30 pontos ou mais. É recorde. Basicamente, metade da liga tá jogando pra perder e a outra metade tá massacrando.

    Mas aqui vem o problema: por mais que seja uma desgraça pro espetáculo, o negócio funciona. Um GM da Conferência Oeste — que obviamente não quis se identificar — foi bem sincero sobre as táticas que os times usam:

    “Esses times fazem de tudo: deixam os caras no banco no quarto período, escalam quintetos ruins de propósito, armam jogadas pra errar arremesso”, explicou o executivo. “A criatividade é impressionante e eu não culpo eles. É a melhor estratégia pra melhorar.”

    Thunder, Spurs e cia: a prova que funciona

    E aí que tá o drama todo. Olha só os exemplos que ele deu: Thunder, Spurs, Pistons, Rockets, Hornets. Todos esses times passaram anos apanhando na liga pra conseguir picks altos no Draft. E funcionou!

    O Thunder hoje é candidato ao título. Os Spurs têm o Victor Wembanyama (que monstro, né?). Detroit tá se reerguendo. A fórmula é dolorosa mas comprovada: seja ruim por alguns anos, pegue picks altos, desenvolva os pivetes e pronto.

    Na minha opinião, é uma situação esquisita. Por um lado, entendo os times — qual executivo vai explicar pros torcedores que preferiu ficar na mediocridade em vez de tentar pegar uma estrela no Draft? Por outro, imagina você pagando ingresso pra ver seu time claramente não se esforçando pra ganhar.

    Adam Silver promete resolver

    O comissário Adam Silver já prometeu que vai resolver isso até junho, com mudanças na estrutura de incentivos que devem rolar a partir do Draft de 2026. Mas sinceramente? Enquanto o sistema continuar premiando times ruins com picks melhores, sempre vai ter alguém tentando burlar.

    Vocês acham que tem solução pra isso? Porque olhando assim, parece que todo mundo sabe qual é o problema, mas ninguém tem uma resposta que funcione de verdade. O jeito é torcer pra que o Silver tenha uma ideia genial aí guardada.

  • NBA investiga falta bizarra dos Kings: erro tático ou tanking?

    NBA investiga falta bizarra dos Kings: erro tático ou tanking?

    Olha, eu já vi muita coisa estranha na NBA, mas o que rolou no jogo entre Sacramento Kings e Golden State Warriors na terça-feira me deixou meio confuso. A liga está investigando uma decisão no mínimo questionável do técnico Doug Christie nos minutos finais da derrota por 110-105.

    A situação foi a seguinte: Kings na frente por 1 ponto, faltando 3:15 para acabar o jogo. Christie manda o Doug McDermott fazer falta no Seth Curry. Só que tem um probleminha aí — os Kings já estavam no penalty, então foi tiro livre direto pro Curry, que acerta 86,4% dos lances livres na carreira.

    O erro que custou caro

    Segundo fontes da ESPN, Christie simplesmente errou o cálculo. Ele achou que o Golden State estava no bônus e queria usar um timeout estratégico antes de perdê-lo automaticamente quando o relógio batesse 3 minutos. Só que não era bem assim.

    Curry converteu um dos dois lances livres, empatando o jogo em 101. Na sequência, Christie pelo menos desenhou uma jogada bacana no timeout e McDermott acertou uma bola de três, colocando Sacramento na frente de novo. Mas aí os Kings fizeram o que sabem fazer melhor nos últimos anos — entregaram a vantagem nos minutos finais.

    O Draymond Green não perdoou e foi direto ao ponto no pós-jogo: “Vi um time hoje fazer falta no Seth Curry faltando três minutos sem motivo algum. Eu sou multado quando faço besteira. Multem essa galera também”.

    Tanking ou incompetência?

    Cara, eu entendo a revolta do Draymond. Os Kings estão com 21-59, empatados com o Utah Jazz na quarta pior campanha da liga. Sem Sabonis, Zach LaVine e De’Andre Hunter (todos operados), além de DeRozan e Westbrook fora na terça, é meio suspeito mesmo.

    Mas fontes do time garantem que não foi tanking proposital, e Christie foi categórico após uma vitória recente: “Tanking é a última coisa que eu faria. Respeito demais o jogo”.

    Sinceramente? Acho que foi burrice mesmo. Christie ainda está se adaptando como técnico principal, e esse tipo de erro acontece. Agora, se a NBA vai multar por incompetência tática, aí complica para meio campeonato (risos).

    E vocês, o que acham? Foi erro de principiante ou os Kings estão mesmo de olho no Draft? Com essa classe de calouros que vem aí, não duvido de nada…

  • Silver quer acabar com tanking, mas times da NBA não topam

    Silver quer acabar com tanking, mas times da NBA não topam

    O Adam Silver tá pistola com o tanking na NBA e quer mudanças pra ontem. Problema? Os próprios times não tão nem aí pras propostas dele.

    Numa reunião recente do Board of Governors, a liga apresentou três propostas anti-tanking. E olha, pelo que rolou, nenhuma das três empolgou os donos das franquias. Sinceramente, não me surpreende — mexer no sistema de draft é mexer na estratégia de reconstrução que muitos times usam há décadas.

    O dilema do tanking

    Aqui que a coisa fica interessante. Não tem nem consenso se tanking é problema! Vários times acham que perder de propósito uma temporada pra pegar uma pick alta é a melhor estratégia pra construir um futuro vencedor. Do outro lado, tem quem acredite que criar uma cultura perdedora pode ser mais prejudicial que benéfico pro clube.

    E vocês, o que acham? Tanking é estratégia inteligente ou veneno pro basquete?

    Na minha visão, tem lógica dos dois lados. Olha o caso dos Sixers com aquele “Process” — perderam por anos seguidos, pegaram Embiid e Simmons, e montaram um time competitivo. Mas também já vi times que entraram nessa de tanking e ficaram anos patinando na mediocridade.

    Silver não desiste

    O comissário deixou claro que quer as mudanças implementadas antes da próxima temporada, mas tá difícil. “Essa é uma decisão que precisa ser tomada no nível dos proprietários”, disse Silver. “Tem implicações nos negócios, no basquete e na integridade da liga.”

    O cara tá certo quando fala de integridade. Imagina você pagando ingresso caro pra ver seu time jogar pra perder de propósito? É complicado demais.

    As três propostas apresentadas foram só um ponto de partida — não era tipo “escolham uma dessas”. Mas mesmo assim, a recepção foi fria. Isso mostra como é difícil mexer em algo tão enraizado no sistema da NBA.

    Olha, eu acompanho essa discussão há anos e sempre fico dividido. Por um lado, ver times perdendo de propósito é triste pra qualquer fã de basquete. Por outro, o sistema atual meio que força isso — se você não vai ser campeão, melhor ser o pior possível pra ter chance de pegar uma estrela no draft.

    O que será que rola? Silver parece determinado, mas sem o apoio dos times fica complicado implementar qualquer mudança significativa.

  • Kings fazem falta bizarra e são acusados de tanking pelo Draymond

    Kings fazem falta bizarra e são acusados de tanking pelo Draymond

    Olha, eu já vi muito erro tático na NBA, mas o que rolou com o Sacramento Kings na terça-feira foi de outro nível. Doug Christie mandou o Doug McDermott fazer falta no Seth Curry — um cara que acerta 86,4% dos lances livres — com 3 minutos para o fim do jogo. Com o time GANHANDO por um ponto.

    E aí o circo pegou fogo.

    O erro que virou polêmica

    Pelo que fontes contaram para a ESPN, Christie simplesmente errou na estratégia. O cara queria pedir timeout antes de perder automaticamente quando o cronômetro batesse menos de 3 minutos, mas se confundiu achando que os Warriors não estavam no bônus. Resultado? Mandou fazer falta no pior cara possível.

    Curry fez um dos dois lances livres, empatou o jogo em 101, e os Kings acabaram perdendo por 110-105. Mas a confusão mesmo começou depois do apito final.

    Draymond não perdoou

    O Draymond Green, que nunca perde a oportunidade de falar, meteu o pau: “Eu vi um time hoje fazer falta no Seth Curry com três minutos restantes sem motivo algum. Eu levo multa quando faço besteira. Multem essas pessoas também”.

    Green ainda disse que as organizações precisam ser multadas mais vezes por tanking descarado. E olha, sinceramente? Eu entendo o lado dele. Quando você vê uma jogada dessas sem contexto, parece mesmo coisa proposital.

    Mas pelo que tudo indica, foi burrice mesmo — não malícia.

    Kings negam, mas situação é suspeita

    Fontes do Kings foram categóricas: foi erro tático, não tanking intencional. Christie até conseguiu armar uma jogada bacana depois do timeout, o McDermott acertou uma de 3 e o time voltou a liderar por três pontos. Só que aí perderam a liderança nos minutos finais mesmo.

    O problema é que a situação toda meio que favorece Sacramento. Eles estão com 21-59, empatados com o Utah Jazz na quarta pior campanha da liga. Numa draft class que promete ser recheada de talento, cada derrota vale ouro.

    E não ajuda o fato de que praticamente todos os veteranos bem pagos estão fora: Sabonis, LaVine e Hunter fizeram cirurgia para encerrar a temporada, enquanto DeRozan e Westbrook nem jogaram na terça.

    Christie já tinha dito depois de uma vitória recente contra o Jazz: “Tanking é a última coisa que eu faria. Respeito demais o jogo. Na minha opinião, quando você faz essas coisas, machuca esses jovens”.

    Vocês acham que foi erro mesmo ou tanking disfarçado? Porque olhando de fora, aquela falta foi no mínimo… questionável.

  • Mavs x Clippers hoje: será que vamos estragar a tanking?

    Mavs x Clippers hoje: será que vamos estragar a tanking?

    Olha, vou ser sincero com vocês: essa é uma daquelas situações complicadas pra gente que torce pros Mavericks. O time tá com 25 vitórias e 53 derrotas — claramente numa temporada de reconstrução — e agora vai enfrentar os Clippers (40-38) que estão desesperados por uma vaga no play-in.

    O jogo é hoje à noite, 22h30 (horário de Brasília), no Crypto.com Arena, em Los Angeles. E cara, eu tô meio dividido aqui. Por um lado, sempre quero que o Dallas ganhe. Por outro… será que não é melhor perder pra garantir uma posição melhor no draft?

    O dilema da tanking season

    Depois de bater o Lakers no domingo — numa partida que foi divertida de assistir mas complicou nossas chances na loteria —, o Mavs tá nessa sinuca de bico clássica do final de temporada. Os Clippers PRECISAM ganhar pra tentar garantir a oitava colocação no Oeste e entrar no play-in. Já o Dallas… bem, se formos honestos sobre como funciona a tanking, não pode se dar ao luxo de ganhar esse jogo.

    E o mais engraçado? O relatório de lesões dos Mavs tá parecendo uma lista de Natal. Marvin Bagley vai jogar mesmo com problema no ombro, John Poulakidas e Tyler Smith também estão confirmados (mesmo sendo jogadores de two-way). Já Daniel Gafford tá como “duvidoso” — brincadeira que o cara “talvez não tenha mais um braço”. PJ Washington também é dúvida por “dores no corpo” (aquela clássica desculpa de final de temporada) e Brandon Williams tá doente.

    Clippers desesperados por uma vitória

    Do outro lado, os Clippers tão quase com o elenco completo, tirando o Bradley Beal que tá machucado — mas isso já é padrão dele, né? O time de LA não pode vacilar nesse momento da temporada.

    Sinceramente? Acho que vai ser um jogo estranho de assistir. Parte de mim quer ver os meninos jogarem bem e saírem com a vitória, porque é sempre bom ver o time competindo. Mas a parte racional sabe que uma derrota aqui seria melhor pro futuro da franquia.

    E aí, pessoal? Vocês tão torcendo pro que hoje? Uma vitória heroica ou uma “derrota estratégica”? Deixem aí nos comentários o que vocês acham que vai rolar nesse jogo!

    O jogo vai passar no NBA League Pass e nas plataformas de streaming habituais. Vamos torcer — ou não — juntos!

  • Jazz apanha do Thunder e tá tudo bem — é pra isso mesmo

    Jazz apanha do Thunder e tá tudo bem — é pra isso mesmo

    Cara, o que eu vi ontem à noite foi quase um crime contra o basquete. Jazz perdendo de 35 pontos pro Thunder, 146 a 111, em Oklahoma City. E sabe qual é o mais louco? Era exatamente isso que tinha que acontecer.

    Olha, ninguém com dois neurônios funcionando achava que o Utah tinha chance nesse jogo. O Thunder meteu 24 bolas de três com mais de 53% de aproveitamento — isso é coisa de videogame, gente. A defesa do Jazz simplesmente não existiu, mas convenhamos: era pra não existir mesmo.

    A guerra psicológica com Sacramento

    O negócio agora é uma batalha mental com o Kings pra ver quem consegue perder mais jogos. É isso aí — estamos numa disputa pra ver quem fica no top-3 do draft. E sinceramente? Prefiro isso do que fingir que estamos brigando por playoff.

    O que me deixa maluco é que ninguém sabe o que Sacramento tá fazendo. Eles também tão tentando tankar ou tão jogando sério? Mistério total.

    Brice Sensabaugh foi um monstro

    No meio desse massacre todo, Sensabaugh fez 34 pontos. Trinta e quatro! O cara tava jogando como se fosse jogo 7 das finais. Meteu umas bolas de três absurdas e atacou o garrafão quando deu. Na moral, esse menino tem futuro.

    Kyle Filipowski também deu o que podia contra os gigantes do Thunder. Enfrentar Chet Holmgren e Isaiah Hartenstein não é brincadeira não. Fez mais um double-double (terceiro em quatro jogos) mesmo errando muito arremesso.

    Ace Bailey teve uma noite quieta com 14 pontos, mas fez UMA enterrada de recuperação que foi absurda. Daquelas que você salva no celular e fica assistindo de novo.

    E os outros?

    Cody Williams me decepcionou um pouco — só 8 pontos. Cara, quando você tem poucas oportunidades de ser protagonista, tem que aproveitar melhor, né?

    Oscar Tshiebwe fez 4 pontos, 4 rebotes e 2 assistências em 20 minutos como titular. Coitado, contra essa máquina do Thunder não tinha o que fazer mesmo. O tempo dele no Jazz tá chegando ao fim.

    Vocês acham que esse tanking descarado vai dar certo? Porque eu tô achando que a gente vai conseguir um pick maneiro no draft. E olha que eu nem tô bravo com essa surra — era exatamente o que precisávamos.