Tag: tanking

  • Nolan Traoré explode com 23 pontos e Nets vencem os Wizards

    Nolan Traoré explode com 23 pontos e Nets vencem os Wizards

    Cara, que noite do Nolan Traoré! O garoto simplesmente resolveu destruir os Wizards ontem, marcando 23 pontos e distribuindo 7 assistências na vitória do Brooklyn Nets por 121-115. E o melhor de tudo? Acertou cinco bolas de três. CINCO!

    Sinceramente, eu não esperava muito dessa partida. Os dois times estão brigando pra ver quem termina pior na temporada — os Wizards com 17-61 e os Nets com 19-59. É aquela briga pelo tanking mesmo, sabe? Mas o Traoré não tava nem aí pra isso e decidiu jogar bola de verdade.

    Show de horrores dos Wizards continua

    Os Wizards tão numa situação absurda. Perderam seis jogos seguidos e 22 dos últimos 23. Vinte e dois de vinte e três, gente! Nos últimos dois jogos, levaram uma surra histórica: perderam por 153-131 pro Philadelphia e 152-136 pro Miami. Somando os dois jogos, tomaram 305 pontos. Trezentos e cinco!

    Will Riley até tentou ajudar com 30 pontos (depois de fazer 31 no jogo anterior), Jamir Watkins fez 20 e Julian Reese cravou um double-double com 17 pontos e 16 rebotes. Mas não adiantou nada.

    Nets acordaram na reta final

    O jogo tava equilibrado mesmo. Os Wizards chegaram a abrir quatro pontos de vantagem faltando 3min50s, com uma bola de três do Watkins. Aí que o Brooklyn mostrou que ainda tem um pouco de orgulho.

    Partiram pra cima com tudo: 8-0 de parcial que culminou numa bandeja do Traoré que colocou eles na frente por 109-105. A partir daí, foi só administrar. Jalen Wilson (19 pontos) e o próprio Traoré acertaram bolas de três consecutivas que praticamente definiram a parada.

    Pra vocês terem uma ideia do desespero dos dois times, o Brooklyn havia vencido apenas uma vez nos últimos 14 jogos. Uma em catorze! Mas ontem foi noite de quebrar o jejum.

    E aí, quem vocês acham que vai terminar com as melhores chances no draft? Os Wizards ainda lideram essa “corrida” com dois jogos a menos de vitórias, mas o Indiana Pacers tá ali na cola com 18-58. Vai ser uma reta final emocionante… pro tanking!

  • NBA quase criou sistema maluco igual fantasy football pro Draft

    NBA quase criou sistema maluco igual fantasy football pro Draft

    Gente, vocês não vão acreditar na ideia que a NBA quase aprovou. A liga cogitou seriamente um sistema de “créditos de draft” que funcionaria igual aqueles leilões de fantasy football. Sério. Por pouco não rolou uma revolução completa no Draft.

    A informação vazou que durante reuniões internas, antes de apresentarem as propostas oficiais pros 30 times em Manhattan, os caras da NBA estavam pensando em acabar COMPLETAMENTE com a ligação entre temporada regular e posição no draft. Imaginem isso.

    Como funcionaria esse sistema doido

    A ideia era assim: cada franquia receberia 100 créditos de draft (número redondo pra facilitar). Aí, em vez dos tradicionais picks de primeira e segunda rodada, os times fariam leilão começando com a primeira escolha geral.

    Tipo, o Lakers poderia dar 45 créditos pela primeira pick, mas aí o San Antonio chega e oferece 50. Quem tivesse mais créditos, levava. Na minha opinião, seria um caos total – mas um caos interessante.

    E olha só que loucura: nas trocas, em vez de trocar picks por veteranos, os times poderiam oferecer parte dos créditos. “Dou 40 dos meus 100 créditos pelo Jimmy Butler.” O time que recebesse poderia juntar com os próprios créditos e fazer lances gigantes nas primeiras escolhas.

    Por que não deu certo

    Sinceramente, acho que foi bom terem descartado. Imaginem a confusão que seria? Times pequenos que não conseguem atrair free agents ficariam ainda mais ferrados. Pelo menos no sistema atual, se você for ruim, tem chance de pegar um talento especial.

    A comparação com fantasy football faz sentido, mas basquete é diferente. Um rookiestar pode mudar completamente uma franquia – olha o que o Wembanyama fez com San Antonio.

    Por enquanto, as propostas que realmente têm chance de passar em maio são bem mais conservadoras: incluir times do Play-In na loteria e diminuir ainda mais as diferenças de probabilidade entre times que não foram pros playoffs.

    O Adam Silver já prometeu mudanças substanciais pra combater o tanking. E vocês, acham que esse sistema de leilão seria melhor ou pior que a loteria atual?

  • NBA virou duas ligas diferentes e tá feio a situação

    NBA virou duas ligas diferentes e tá feio a situação

    Olha, eu não sei vocês, mas tô vendo a NBA se dividindo em duas competições completamente diferentes — e isso não é exagero meu não. Os números que saíram essa semana são simplesmente absurdos.

    A diferença entre o 10º e 11º colocados de cada conferência chegou a 20,5 jogos de diferença. Vinte e meio! Pra vocês terem noção, o recorde anterior deste século era de 11 jogos em 2018-19. Praticamente dobrou.

    No Leste, o Charlotte Hornets (que tá na 10ª posição) tem 9,5 jogos de vantagem sobre o Milwaukee Bucks. No Oeste, o Warriors lidera o Memphis Grizzlies por 11 jogos pela última vaga do play-in. Sinceramente, quando você vê o Bucks — time que foi campeão há poucos anos — lutando pra não ser lottery, você sabe que tem algo muito errado rolando.

    Play-in piorou tudo ao invés de resolver

    A maior ironia? O play-in foi criado justamente pra acabar com o tanking. Mas parece que teve o efeito contrário, cara.

    Na primeira temporada completa com play-in, a diferença era de 7 jogos. Desde então só subiu: 9 jogos em 2022-23, 9 de novo em 2023-24, 10 na temporada passada e agora esses 20,5 monstruosos. A média na era play-in é de 11 jogos, contra apenas 4,8 nos dez anos anteriores.

    E o pior: apenas UM dos dez times que ficaram em 10º lugar conseguiu passar do play-in pro playoff de verdade. Ou seja, brigar pela décima posição virou quase que perda de tempo.

    Os tankers assumiram que é melhor perder mesmo

    Nove times viraram literalmente não-competitivos. Eles têm um recorde combinado de 12-167 contra times de playoff. Em março sozinho, esses times fizeram 12-98 (.109 de aproveitamento) contra postseason contenders. É tipo ver um time de várzea jogando contra profissional.

    Washington Wizards perdeu 20 jogos seguidos contra times com campanha positiva. Brooklyn Nets tá 1-29 nos últimos 30 confrontos assim. Dallas (que pelo menos tem desculpa com as lesões) está 2-23 nos últimos 25.

    Na minha visão, dois fatores explicam essa bagunça toda. Primeiro: Dallas saltou da 11ª posição direto pro número 1 do draft 2025, e Atlanta conseguiu picks altos sendo 10º em drafts consecutivos. Quando você vê isso acontecer, fica óbvio que vale mais a pena apostar na loteria do que lutar por uma vaguinha no play-in.

    Segundo: o draft de 2026 promete ser forte, então os times ruins preferem garantir posição alta agora. Faz sentido? Do ponto de vista estratégico, faz. Do ponto de vista do espetáculo? Tá uma bosta.

    A NBA já tá propondo três reformas na loteria pra tentar resolver isso. Será que vai funcionar ou vamos continuar vendo essa separação bizarra? Eu sinceramente acho que precisa de mudança drástica, porque assistir esses jogos de tanking virou tortura.

  • NBA quer mudar o Draft de novo? As propostas são um desastre

    NBA quer mudar o Draft de novo? As propostas são um desastre

    Olha, eu sinceramente não sei mais o que a NBA tá pensando. Depois de criar um problema gigantesco com a reforma da loteria em 2019, a liga agora quer mexer de novo no Draft Lottery. E cara, as três propostas que vazaram na ESPN são simplesmente absurdas.

    Vamos fazer uma reflexão rápida aqui: antes de 2019, dois ou três times faziam tanking por temporada. Era chato? Era. Mas funcionava. Aí veio o Sam Hinkie e o “Process” dos 76ers, todo mundo pirou, e a NBA decidiu “resolver” o problema.

    A reforma de 2019 foi um tiro no pé

    A ideia parecia boa no papel — diminuir as chances dos piores times (todos com 14% de chance na primeira pick) e aumentar o número de times sorteados de três para quatro. O problema? A NBA não pensou nas consequências.

    Agora, em vez de 2-3 times fazendo tanking, temos NOVE dos dez times que vão ficar fora dos playoffs claramente perdendo de propósito. Isso é 30% da liga! Monstro de problema, não acham?

    A lógica é cruel mas simples: se você vai ser ruim mesmo, melhor ser muito ruim. Porque ficar na sétima posição é desperdiçar uma temporada inteira. Os times do meio da tabela perceberam que vale mais a pena ser horrível de vez do que mediocre.

    As novas propostas são piores ainda

    As três opções que estão sendo consideradas são praticamente draconianas. Sem entrar em detalhes técnicos (porque o artigo original não especifica), a direção é clara: punir ainda mais os times ruins.

    Mas aqui tá o X da questão — o Draft SEMPRE foi um mecanismo de equilíbrio de talentos. Os piores times pegam os melhores prospectos. Faz sentido, né? Especialmente agora que a free agency tá praticamente morta com todas essas extensões de contrato que os times podem oferecer.

    Se você não pode contratar ninguém decente na free agency e ainda vai ser punido no Draft por ser ruim… como diabos um time vai melhorar? É um círculo vicioso absurdo.

    A solução virou problema

    Sinceramente acho que a NBA criou um monstro e agora não sabe como matar. O tanking sempre existiu, mas nunca foi epidêmico como é hoje. E a tendência é piorar com essas novas propostas.

    Vocês acham que punir ainda mais os times ruins vai resolver alguma coisa? Na minha visão, só vai criar mais distorções no sistema. Os times vão encontrar outras formas criativas de perder — e talvez de maneiras ainda mais óbvias para os fãs.

    O pior de tudo é que essas mudanças afetam diretamente a competitividade da liga. Time ruim precisa de talento jovem pra crescer. Se você corta essa fonte… bem, prepare-se para ver os mesmos times dominando por décadas.

    E aí, o que vocês acham? A NBA deveria parar de mexer no que já tá funcionando mal ou tentar mais uma reforma mirabolante?

  • Jazz vai pra Phoenix só pra queimar no sol mesmo

    Jazz vai pra Phoenix só pra queimar no sol mesmo

    Olha, vou ser sincero com vocês: o Utah Jazz tá fazendo um tanking tão descarado que até dói de assistir. E sabem de uma coisa? Eu não tô nem reclamando.

    O time de Salt Lake City (21-53) visita o Phoenix Suns (40-33) neste sábado, e cara… é basicamente um passeio no deserto pra tomar uma surra e manter as chances no draft. Depois daquela “performance” contra o Denver — onde tiraram os titulares no último quarto como se fosse garbage time desde o primeiro minuto —, o Jazz garantiu praticamente a 5ª melhor chance na loteria.

    A corrida do tanking tá pegando fogo

    E não é só o Jazz não. Todo mundo tá de olho nesse draft porque, sinceramente, pode ser um dos últimos em que essa estratégia ainda funciona. A NBA tá mudando as regras da loteria de novo pra próxima temporada, e vai ficar tudo mais complicado.

    Mas voltando ao jogo de hoje: Phoenix precisa desesperadamente dessa vitória. O time do Devin Booker tá lutando pra não cair pro 7º lugar no Oeste, mas perderam 6 dos últimos 7 jogos. Perderam até pro Raptors, gente. Pro Raptors. Isso mostra que o start de foguete da temporada já era mesmo.

    Do lado do Jazz, é praticamente um hospital em quadra. Sem George, Collier, Markkanen, JJJ, Kessler e Nurkic — basicamente todo mundo que importa —, Will Hardy vai apostar nos garotos de novo.

    Os moleques tão dando show

    E olha, não vou mentir: tô curtindo ver esses jovens jogarem. O Ace Bailey, que começou a temporada meio devagar, virou uma máquina nas últimas semanas. Cody Williams também tá provando que não é só “o irmão do Jalen” e fez 24 pontos com 7 assistências contra Denver.

    Brice Sensabaugh então… esse cara é puro basquete ofensivo. Pode virar um dos melhores sextos homens da liga em pouco tempo, marquem minhas palavras.

    Phoenix entra como favorito por 16,5 pontos, e honestamente? Acho pouco. O Jazz literalmente não quer ganhar, e os Suns precisam voltar aos trilhos se quiserem ter alguma chance nos playoffs.

    Vocês acham que o tanking do Jazz tá sendo muito óbvio ou é só estratégia mesmo? Porque assistir esses caras “tentando” perder tá sendo quase cômico às vezes.

    De qualquer forma, aproveitem esses últimos jogos da temporada porque, segundo a franquia, ano que vem eles prometem competir de verdade. AJ Dybantsa que se prepare pra vestir o uniforme dourado e azul!

  • NBA quer acabar com tanking mas tá se perdendo no processo

    NBA quer acabar com tanking mas tá se perdendo no processo

    Cara, o Adam Silver tá obsessivo demais com essa história de tanking. O presidente da NBA apresentou três ideias malucas essa semana pro conselho de donos de times que, sinceramente, vão mais atrapalhar do que ajudar.

    Olha só — eu entendo a preocupação dele. Tanking virou uma praga na liga, com times fazendo de propósito pra pegar picks altos no Draft. E isso machuca o negócio: menos gente vai no estádio, menos audiência na TV. Faz todo sentido querer resolver.

    As três ideias mirabolantes da liga

    Mas as soluções que a NBA tá propondo são de doer. Primeira opção: expandir a loteria do Draft pra 18 times, incluindo alguns que nem perderam tudo — os caras do play-in também entrariam na brincadeira. Todo mundo que não foi pros playoffs teria 8% de chance de pegar a primeira escolha.

    A segunda é ainda mais absurda: 22 times na loteria! Até quem perdeu no primeiro round dos playoffs entraria. E tem mais — eles querem considerar o histórico de duas temporadas e colocar um número mínimo de vitórias. Se um time ganhar só 19 jogos mas o mínimo for 22, eles contariam como se tivessem 22 vitórias. Bizarro, né?

    A terceira pelo menos é mais razoável: 18 times, mas os cinco piores teriam chances iguais de 11% cada um.

    Por que isso vai dar merda

    Aqui é onde eu acho que a NBA tá errando feio. O Draft existe justamente pra dar chance pros times ruins se reconstruírem. É o mecanismo de equilíbrio da liga, cara!

    Com essas mudanças, times pequenos e de mercados menores vão ficar ruins por muito mais tempo. E sabe o que acontece quando um time fica ruim por anos a fio? A torcida abandona o barco. Para sempre.

    Eu lembro quando os Sixers fizeram aquele “Process” famoso alguns anos atrás. Foi chato? Foi. Mas funcionou — eles pegaram Embiid, Simmons (ok, não deu muito certo), e montaram um time competitivo. Com essas novas regras, seria muito mais difícil.

    O pior de tudo é que nenhuma dessas mudanças vai acabar com o tanking de verdade. Os times vão continuar perdendo de propósito, só que agora com menos chance de serem recompensados por isso. É como punir todo mundo porque alguns fizeram besteira.

    E aí, o que vocês acham? A NBA tá certa em querer acabar com o tanking ou essas mudanças vão mais atrapalhar do que ajudar? Na minha opinião, mexer no Draft assim é perigoso demais. Às vezes é melhor deixar como tá pra ver como fica.

  • NBA vai acabar com tanking? Silver quer medidas ‘extremas’ já na próxima temporada

    NBA vai acabar com tanking? Silver quer medidas ‘extremas’ já na próxima temporada

    Cara, o Adam Silver tá de saco cheio. O comissário da NBA foi direto ao ponto essa semana: a liga precisa fazer “algo mais extremo” pra acabar com esse negócio de tanking. E olha, depois de anos vendo times perdendo de propósito pra pegar pick alto no draft, eu sinceramente acho que já era hora.

    Na reunião dos donos de franquia, a NBA apresentou três propostas que prometem bagunçar todo o sistema atual. E vocês acham que alguma delas vai realmente funcionar?

    As três opções que tão na mesa

    A Opção A é meio radical: botaria 18 times na loteria, incluindo os 7º ao 15º colocados de cada conferência. Os 10 piores times teriam chances iguais de 8% cada um. Ah, e todos os picks seriam sorteados, não só os quatro primeiros como hoje.

    Já a Opção B é ainda mais louca — 22 times na loteria! Isso incluiria até os times que caem na primeira rodada dos playoffs. O mais interessante é que usariam o recorde acumulado de duas temporadas, igual na WNBA. E tem um “piso” — se um time ganhar menos de 25 jogos (por exemplo), conta como se tivesse ganhado 25 pra efeito da loteria.

    A Opção C criaria duas loterias separadas. Uma pra determinar os cinco primeiros picks, outra pros 13 seguintes. Os cinco piores times que não forem sorteados na primeira garantiriam pelo menos o 10º pick.

    Tanking vai mesmo acabar?

    Olha, eu tenho minhas dúvidas se isso vai resolver completamente. Por mais que essas mudanças diminuam o incentivo, times ruins ainda teriam mais chances que times bons. A diferença é que não compensaria mais ser absolutamente horroroso — tipo aqueles Sixers do “Trust the Process”.

    O que me chama atenção é a urgência do Silver. Ele disse que foi “unânime na sala” que precisava de mudança pra próxima temporada. Cara falou que vão “resolver isso, ponto final”. Direto pros fãs.

    Minha opinião? Era hora

    Sinceramente, como fã que acompanha essa liga há anos, tava ficando chato ver time perdendo de propósito. Lembra dos Rockets há algumas temporadas? Ou aquele Thunder que claramente tava fazendo corpo mole? Não dá mais.

    A reunião decisiva vai ser em maio, e eu aposto que vão com a Opção A ou C. A B parece complicada demais com esse negócio de duas temporadas. Mas e vocês, qual acham que seria a melhor?

    Uma coisa é certa: se implementarem qualquer uma dessas mudanças, a próxima loteria vai ser um show à parte. Imaginem a cara dos GMs quando virem que times de playoff também podem pegar picks altos!

  • NBA quer pegar pesado contra tanking: perder pick de 1ª rodada tá na mesa

    NBA quer pegar pesado contra tanking: perder pick de 1ª rodada tá na mesa

    Olha, parece que a NBA finalmente decidiu que chega de brincadeira com essa história de tanking. E quando digo “chega”, é CHEGA mesmo — a liga tá propondo punições que vão fazer qualquer GM pensar duas vezes antes de começar a “desenvolver jovens talentos” no finalzinho da temporada.

    Segundo o The Athletic, Adam Silver e a turma do escritório central apresentaram propostas que, sinceramente, são bem mais pesadas do que eu esperava. Estamos falando de tirar o pick de primeira rodada de times que forem pegos no flagra fazendo tanking. Isso mesmo — aquela escolha valiosa que pode mudar o futuro da franquia? Tchau.

    As punições que podem mudar tudo

    Até agora, quando a NBA pegava alguém fazendo corpo mole, a punição era basicamente uma multinha. Lembram do Utah Jazz levando meio milhão de dólares por “conduta prejudicial à liga”? Ou dos Pacers pagando 100 mil por violar a política de participação de jogadores?

    Cara, isso aí era fichinha perto do que pode vir por aí. Agora o comissário vai poder não só confiscar o pick de primeira rodada, mas também jogar ele pro final da loteria ou pro fim da primeira rodada. E olha, pra times que valem bilhões, perder uma escolha top pode doer muito mais que qualquer multa em dinheiro.

    “Sem punições mais rigorosas, você ainda pode ter comportamentos malucos”, disse uma fonte da liga. “Você tem que ter algo tão drástico que um time realmente pense duas vezes antes de fazer tanking.” E faz sentido, né?

    O dilema do Silver: até onde a NBA pode ir?

    Agora vem a parte complicada — e que o próprio Silver admitiu numa coletiva esta semana. Como diabos você diferencia um tanking descarado de uma “reconstrução com integridade”? Porque vamos combinar, às vezes um time tá genuinamente mal e precisa dar minutagem pros rookies.

    O comissário falou que a manipulação óbvia de rotações (olhando pra vocês, Jazz e Pacers) “exigiu uma resposta do escritório da liga”. Mas ele também reconheceu a sutileza da coisa: decisões de técnicos, relatórios médicos, níveis de dor dos jogadores… é um negócio bem subjetivo.

    “Passamos muito tempo no escritório da liga indo e voltando com os times sobre relatórios de lesão, sobre decisões de técnicos”, disse Silver. “Não é necessariamente uma posição em que queremos estar.” Ou seja, ele preferia não ter que ficar de olho em quem joga e quem não joga.

    Vai funcionar ou vai dar mais confusão?

    Na minha visão, essa proposta tem duas faces. Por um lado, punições pesadas podem realmente fazer os times pensarem antes de começar a “descansar” veteranos por semanas a fio. Por outro, dá uma discricionariedade absurda pro comissário — e isso pode gerar muito mais polêmica.

    Imaginem só: um time perde seu melhor jogador por lesão no meio da temporada, decide focar no desenvolvimento dos calouros e… boom, leva uma punição dessas? Aí complica.

    O que vocês acham? Essas medidas mais duras vão acabar com o tanking ou só vão criar mais dor de cabeça pra todo mundo? Uma coisa é certa: se aprovarem isso, os próximos anos vão ser bem interessantes de acompanhar.

  • NBA quer acabar com o tanking de vez: multas milionárias no caminho

    NBA quer acabar com o tanking de vez: multas milionárias no caminho

    Cara, a NBA não tá brincando mais. Adam Silver finalmente resolveu partir pra cima dos times que fazem tanking de propósito — e as punições que estão sendo estudadas são de arrepiar.

    De acordo com fontes da liga, o comissário pode ganhar poder pra simplesmente confiscar picks de draft inteiros de times pegos deliberadamente perdendo jogos. Imagina só: você tankar a temporada toda, achando que vai pegar uma primeira escolha, e no final não ganha pick nenhum. Ou pior ainda — seu pick vai parar lá no final da loteria.

    Multas que doem no bolso

    E não para por aí. As multas podem chegar na casa dos milhões de dólares. Não é mais aqueles 100, 500 mil que vimos com Pacers e Jazz essa temporada. É pra doer mesmo.

    “Sem punições mais severas, você ainda pode ter comportamentos loucos”, disse uma fonte da liga. “Tem que ter algo tão drástico que faça o time pensar duas vezes antes de fazer tanking.”

    Na minha opinião, era hora. Cansei de ver time claramente perdendo de propósito, colocando banco contra titular dos adversários, inventando lesão em jogador… Silver falou na coletiva que vai “consertar isso, ponto final”. E pelo visto, não é papo furado.

    Reforma na loteria também vem por aí

    Junto com essas punições, a NBA tá estudando expandir a loteria de 14 pra 18 ou até 22 times. Isso significaria que mais times teriam chance de subir no draft, diminuindo ainda mais o incentivo pra perder de propósito.

    O Utah Jazz já sentiu na pele esse ano — levou multa de 500 mil por tirar Lauri Markkanen e Jaren Jackson Jr. no quarto período de um jogo competitivo. Indiana também levou 100 mil por quebrar a política de participação de jogadores.

    Vocês acham que essas medidas vão funcionar mesmo? Porque time desesperado por rebuild é capaz de arriscar até pick de draft se a situação tiver feia. O que eu sei é que a próxima temporada promete ser bem diferente — e provavelmente mais honesta também.

  • NBA quer acabar com tanking: 3 opções malucas pra mudar o Draft

    NBA quer acabar com tanking: 3 opções malucas pra mudar o Draft

    Galera, a NBA tá de saco cheio do tanking e resolveu partir pro ataque. Na reunião dos donos de franquias dessa semana, a liga apresentou três propostas bem diferentes pra reformar o Draft Lottery — e todas elas têm um objetivo: acabar com time perdendo de propósito pra ter chance melhor no sorteio.

    Olha, eu acompanho NBA há anos e nunca vi a liga tão determinada a mexer nisso. E sinceramente? Era hora mesmo. Ver time tipo Detroit perdendo 60+ jogos todo ano pra ficar no fundo da tabela já tava virando piada.

    As três opções (todas bem loucas)

    A primeira opção é a mais radical: colocar 18 times no sorteio. Seriam os times que terminam entre 7º e 15º lugar de cada conferência. Os 10 piores teriam 8% de chance cada um de ganhar a primeira escolha. Os outros oito times ficam com 2,5% cada. Todo mundo sorteado, do primeiro ao último pick.

    Cara, imagina a loucura? Um time playoff perdedor de primeira rodada poderia pegar a primeira escolha geral. Os Nuggets perdendo na primeira rodada e pegando Victor Wembanyama… seria absurdo demais.

    A segunda opção é ainda mais maluca: 22 times no sorteio! Além dos times entre 7º-15º de cada conferência, entram também todos os eliminados na primeira rodada dos playoffs. E aqui tem um detalhe genial: usariam o retrospecto dos últimos dois anos pra definir a ordem. Mais ainda — time que não ganhar pelo menos 25 jogos (foi o exemplo dado) seria tratado como se tivesse ganhado exatamente 25. Ou seja: tchau tanking explícito.

    A opção “5×5” que pode revolucionar tudo

    A terceira opção criou um sistema “5×5” que eu achei bem inteligente. Os cinco piores times teriam chances iguais pras cinco primeiras escolhas — mas com uma garantia: no máximo cairiam pro 10º pick. Depois rola outro sorteio pros picks 6-18 com os times restantes.

    Isso significa que um time horrível como o Detroit dessa temporada não correria o risco de cair pra 6º, 7º lugar no draft. Mantém um piso de proteção, mas tira aquela vantagem gigante de ser o pior da liga.

    Vocês acham que essas mudanças vão resolver o problema do tanking? Eu tô dividido. Por um lado, essas propostas tiram muito da vantagem de ser ruim de propósito. Por outro, será que não vão criar outros tipos de estratégia esquisita?

    Uma coisa é certa: se aprovarem isso na reunião de maio, a partir da temporada 2026-27 o Draft vai ser bem diferente. E olha que todas as opções ainda podem ser modificadas antes da votação final.

    Na minha opinião, qualquer uma dessas mudanças é melhor que o sistema atual. Ver time tipo Charlotte ou San Antonio das últimas temporadas perdendo 60+ jogos deliberadamente não faz bem pra liga. Basquete tem que ser competitivo sempre — e essas reformas podem ajudar nisso.