Tag: técnicos NBA

  • Dois assistentes do Celtics podem virar técnicos principais em 2026

    Dois assistentes do Celtics podem virar técnicos principais em 2026

    Olha, quem acompanha a NBA sabe que o Celtics não é só um time de craques — é uma verdadeira escola de técnicos. E agora temos mais dois caras que saíram da “universidade Boston” disputando vagas como técnicos principais: Tony Dobbins e Tyler Lashbrook.

    Dobbins tá na disputa pela vaga do Dallas Mavericks (imagina o cara que trabalhou com defesa no Celtics comandando Luka e Kyrie?), enquanto Lashbrook é um dos três finalistas para comandar o Portland Trail Blazers.

    Tony Dobbins: o cara da defesa que conquistou o Jayson Tatum

    Sinceramente, Tony Dobbins é daqueles caras que você torce para dar certo como técnico principal. O homem tá no Celtics desde 2017, começou na sala de vídeo e foi subindo degrau por degrau. Isso que eu chamo de merecer a oportunidade.

    O mais legal é que ele foi jogador profissional — passou por Itália, Grécia, França e Espanha como especialista defensivo. Ou seja, sabe o que é ralar na quadra. E cara, as palavras do Jayson Tatum sobre ele são de arrepiar: “Ele é uma das melhores pessoas que você pode ter por perto”.

    Tatum ainda falou que Dobbins foi fundamental na sua recuperação da lesão no Aquiles. O Jaylen Brown também elogiou muito a capacidade dele de manter todo mundo zen nos momentos de pressão. “Tony sempre mantém todo mundo equilibrado, lembrando a mim e ao nosso time de apenas respirar”, disse o JB.

    E vocês acham que ele consegue levar essa tranquilidade dele para comandar estrelas como Luka Dončić?

    Tyler Lashbrook: de estagiário a finalista de técnico principal

    Já o Lashbrook tem uma trajetória ainda mais impressionante em termos de crescimento rápido. O cara chegou no Celtics em 2023, foi técnico do Maine Celtics (afiliada na G League) na temporada passada, e agora já tá disputando vaga de técnico principal!

    Antes disso, passou nove anos no Philadelphia 76ers — começou como estagiário na sala de vídeo em 2014 e virou técnico de desenvolvimento de jogadores. É o tipo de cara que entende o jogo de baixo para cima.

    O interessante é que ele trabalha principalmente com o ataque e desenvolvimento de jogadores. Portland precisa exatamente disso — tem jovens talentos que precisam evoluir e um sistema ofensivo que precisa de identidade.

    A tradição de formar técnicos continua

    Não é à toa que o Celtics é considerado uma das melhores organizações da NBA. Olha só a lista de ex-assistentes que viraram técnicos principais: Charles Lee no Charlotte Hornets, Will Hardy no Utah Jazz, e até o Ime Udoka (que foi técnico principal do próprio Celtics).

    Na minha opinião, tanto Dobbins quanto Lashbrook têm perfil para dar certo. Dobbins com aquela experiência de nove anos no Celtics e capacidade de lidar com estrelas, e Lashbrook com visão ofensiva moderna e jeito para desenvolver jovens.

    Vai ser interessante acompanhar essas contratações. Dallas e Portland fariam boas escolhas com qualquer um dos dois — são caras que aprenderam com Joe Mazzulla e toda aquela cultura vencedora de Boston.

  • Lenda dos Blazers Rick Adelman morre aos 79 anos

    Lenda dos Blazers Rick Adelman morre aos 79 anos

    O basquete americano perdeu uma lenda ontem. Rick Adelman, técnico histórico do Portland Trail Blazers e um dos grandes nomes da NBA, morreu aos 79 anos na segunda-feira. Cara, é dessas notícias que te pegam de surpresa e fazem você parar pra lembrar de tudo que esse cara representou.

    29 anos na liga. VINTE E NOVE. Sendo que 23 deles como técnico principal. O maluco simplesmente viveu e respirou NBA por quase três décadas. E não foi qualquer passagem não — Adelman levou os Blazers pra duas finais consecutivas em 1990 e 1992. Imagina a emoção de Portland naquela época?

    Mais que um técnico, uma instituição

    O que mais me impressiona no Adelman é a longevidade. O cara não foi só técnico dos Blazers — passou por Golden State Warriors, Sacramento Kings, Houston Rockets e Minnesota Timberwolves. 1.042 jogos dirigidos, que o coloca como 10º na história da NBA. Absurdo, né?

    E antes de ser técnico, ele jogou! Oito temporadas como jogador (1968-1975), sendo três justamente em Portland. Então ele conhecia a organização por dentro e por fora. Talvez seja por isso que conseguiu extrair o melhor daqueles times dos Blazers no início dos anos 90.

    O legado continua vivo

    Aqui vem uma curiosidade que vocês talvez não saibam: o filho dele, David Adelman, é o atual técnico do Denver Nuggets. O basquete realmente corre no sangue da família. Rick foi casado com Mary Kay por 56 anos (que relacionamento sólido!), pai de seis filhos e avô de doze netos.

    A Associação dos Técnicos da NBA fez questão de destacar que Adelman será lembrado “não apenas como técnico e jogador, mas como mentor de muitos na comunidade do basquete”. E olha, entrando no Hall da Fama em 2021, ele teve o reconhecimento que merecia em vida.

    Sinceramente, acho que a gente às vezes não valoriza o suficiente esses caras que dedicaram a vida inteira ao esporte. Rick Adelman foi dessas figuras que ajudaram a construir a NBA que conhecemos hoje. Portland pode estar passando por mudanças com a nova direção, mas a memória desse cara vai ficar pra sempre na franquia.

    Descanse em paz, lenda. O basquete fica mais pobre sem você.

  • Morreu Rick Adelman, o técnico que fez os Kings voarem nos anos 2000

    Morreu Rick Adelman, o técnico que fez os Kings voarem nos anos 2000

    Cara, que notícia triste pra começar a semana. Rick Adelman, que foi simplesmente O TÉCNICO do Sacramento Kings nos anos 2000, morreu aos 79 anos. E olha, não tô exagerando quando digo que ele foi o cara que mais entendeu de basquete naquela franquia.

    395 vitórias pelo Kings. Trezentos e noventa e cinco. É o recorde da franquia até hoje, e olha que já faz tempo que ele saiu de lá. O maluco levou Sacramento pros playoffs em TODAS as oito temporadas que comandou o time (1998-2006). Isso é coisa de monstro, gente.

    O Sacramento que a gente lembra com carinho

    Quem acompanha NBA há mais tempo sabe: aqueles Kings do início dos anos 2000 eram um espetáculo à parte. Chris Webber, Peja Stojakovic, Vlade Divac, Jason Williams (o White Chocolate!)… Era um basquete que dava gosto de assistir. E quem comandava aquela orquestra? Rick Adelman.

    O cara tinha 1.042 vitórias na temporada regular na carreira toda – décimo maior número da história da NBA. Não é pouca coisa, não. E a parte mais doída? Os Kings nunca mais foram os mesmos depois que ele saiu. Ficaram 16 anos sem ir pros playoffs! Dezesseis! E a última série de playoffs que ganharam foi em 2004, ainda com ele no comando.

    Muito mais que os Kings

    Antes de chegar em Sacramento, Adelman já tinha mostrado serviço. Levou o Portland Trail Blazers pra duas Finais da NBA – perderam pro Detroit Pistons em 1990 e pro Chicago Bulls em 1992. Imagina se tivesse ganhado uma dessas? (Mas convenhamos, aquele Bulls do Jordan era difícil mesmo.)

    O que mais me impressiona é a consistência do cara. Começou como jogador – foi draftado pelo San Diego Rockets em 1968, saído da Loyola Marymount. Jogou sete temporadas na NBA antes de virar técnico. E quando virou, virou pra valer.

    A organização dos Kings soltou uma nota linda, falando que ele “representou o que há de melhor no basquete de Sacramento” e que inspirava todo mundo “com humildade, integridade e uma crença inabalável no poder do trabalho em equipe”.

    Sinceramente? Acho que é isso mesmo. Rick Adelman era daqueles técnicos old school, que entendia que basquete é jogo coletivo. Não à toa conseguiu tirar o melhor daquele elenco dos Kings que, no papel, talvez não fosse o mais talentoso da liga, mas jogava um basquete que era pura poesia.

    Descanse em paz, coach. E obrigado por ter nos dado aqueles Kings inesquecíveis dos anos 2000.

  • Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos da NBA, aos 79 anos

    Morre Rick Adelman, lenda dos técnicos da NBA, aos 79 anos

    Cara, é sempre difícil escrever sobre a partida de uma lenda. Rick Adelman nos deixou ontem aos 79 anos, e sinceramente, perdi um dos técnicos que mais admirava na NBA. O cara simplesmente dedicou quase 30 anos da vida dele comandando times na liga — e que legado, meu amigo.

    Olha só os números: 1.042 vitórias em 29 temporadas como técnico. Décimo colocado na lista de todos os tempos! Só 11 caras na história da NBA conseguiram passar das 1.000 vitórias. Isso é ser monstro demais.

    O período dourado em Portland

    Quem acompanha NBA há mais tempo lembra bem do Adelman comandando aquele Portland dos anos 90. Duas finais consecutivas — 1990 e 1992. Na primeira, perderam pro Detroit do Bad Boys (que time bruto aquele era). Dois anos depois, deram de cara com o Bulls do Jordan no auge. Imagina a frustração, mas que campanhas épicas.

    E pensar que o cara começou como jogador mediano — 7.7 pontos por jogo em sete temporadas. Prova de que nem sempre quem joga melhor vira o melhor técnico, né? O Adelman encontrou sua verdadeira vocação no banco de reservas.

    Sacramento: onde virou ídolo mesmo

    Mas foi em Sacramento que o Rick realmente brilhou. Oito temporadas comandando os Kings (1998-2006), e pasmem: playoffs em TODAS elas. Vocês têm noção do que isso significa? Os Kings eram piada antes dele chegar. Depois que saiu, voltaram pros playoffs apenas uma vez até hoje.

    Aquele time dos Kings era absurdo de assistir. Um basquete fluido, bonito, que fazia qualquer um se apaixonar pelo esporte. E olha que eles chegaram na final da Conferência Oeste uma vez — quase desbancaram os Lakers numa época que o Shaq e Kobe dominavam tudo.

    “Rick Adelman representou o melhor do basquete de Sacramento”, disse o time em nota oficial. E não é exagero não. O cara transformou uma franquia.

    Legado de família

    Uma curiosidade que poucos sabem: o filho dele, David Adelman, é técnico principal do Denver Nuggets hoje em dia. Imagina a pressão de seguir os passos do pai? Mas pelo visto o talento é genético mesmo.

    Rick foi induzido ao Hall da Fama em 2021 — reconhecimento mais do que merecido. Em 2023, ainda ganhou o prêmio Chuck Daly de conquista vitalícia da associação de técnicos. O respeito que ele tinha entre os colegas era absurdo.

    Deixa seis filhos e a esposa Mary Kay. Uma família que sempre esteve ao lado dele durante essa jornada incrível pela NBA.

    Descanse em paz, Rick. Você ensinou muito sobre basquete e sobre ser humano também. E aí, pessoal — quem vocês acham que mais merece estar no Hall da Fama entre os técnicos atuais?

  • NBA perde uma lenda: Rick Adelman morre aos 79 anos

    NBA perde uma lenda: Rick Adelman morre aos 79 anos

    Cara, que notícia triste chegou hoje. Rick Adelman, um dos técnicos mais respeitados da história da NBA, morreu aos 79 anos. E olha, não é exagero falar que perdemos uma verdadeira lenda do basquete americano.

    Pra quem acompanha a liga há mais tempo, o nome Adelman é sinônimo de basquete inteligente e de qualidade. O cara levou o Portland Trail Blazers pra duas Finais — em 1990 e 1992. Imaginem só a pressão que deve ser chegar lá duas vezes! E mesmo perdendo (uma pro Detroit “Bad Boys” e outra pro Chicago do Jordan), ele mostrou que sabia como montar um time pra brigar pelo título.

    Os Kings inesquecíveis de Sacramento

    Mas sinceramente, acho que o trabalho mais icônico do Adelman foi com o Sacramento Kings. Mano, aquele time de 2002 quase derrubou os Lakers do Shaq e Kobe nas Finais do Oeste. QUASE. Até hoje os fãs dos Kings acreditam que foram roubados naquela série — e olha que eu nem torço pra eles, mas aquele basquete era absurdo de bonito.

    O Kings disse em nota que Adelman “ajudou a definir uma era do basquete dos Kings que inspirou nossa cidade e cativou fãs ao redor do mundo”. E é verdade mesmo. Chris Webber, Vlade Divac, Peja Stojaković, Mike Bibby… Esse time jogava um basquete que era arte pura. Quem assistiu não esquece.

    Rick ficou oito temporadas em Sacramento e transformou completamente a franquia. Antes dele, os Kings eram só mais um time perdido na NBA. Com ele, viraram protagonistas e quase campeões.

    Um legado que continua na família

    E tem um detalhe que sempre me impressiona: o filho dele, David Adelman, é o técnico atual do Denver Nuggets. Imaginem a pressão que deve ser carregar esse sobrenome? Mas o cara tem feito um trabalho sólido em Denver, mostrando que a maçã não caiu longe da árvore.

    Adelman ainda passou pelo Minnesota Timberwolves no final da carreira, encerrando em 2014. Foi reconhecido pelo Hall da Fama em 2021 — merecidíssimo — e ganhou o Chuck Daly Lifetime Achievement Award em 2023.

    Olha, técnicos como o Rick são raros hoje em dia. O cara entendia o jogo de uma forma diferente, sempre priorizou o coletivo sobre as estrelas individuais. Nunca foi daqueles técnicos famosos por gritar ou fazer show — era pura competência técnica.

    Vocês acham que ainda existem técnicos como ele na NBA de hoje? Porque pra mim, a liga perdeu muito desse estilo de basquete mais cerebral que o Adelman representava. Descanse em paz, lenda.

  • Kenny Atkinson pode cair? Técnico dos Cavs tenta se blindar após vexame

    Kenny Atkinson pode cair? Técnico dos Cavs tenta se blindar após vexame

    Olha, vou ser bem direto aqui: Kenny Atkinson está pisando em ovos em Cleveland. O técnico dos Cavaliers tentou passar confiança quando perguntaram sobre a própria segurança no cargo, mas sinceramente? Depois do que aconteceu contra os Knicks, qualquer coisa pode rolar.

    “Escutem, eu tenho confiança, confiança em mim primeiro, confiança no grupo”, disse Atkinson na segunda-feira. Cara, quando um técnico precisa falar sobre ter confiança em si mesmo, já é sinal de que a coisa não tá boa, né?

    O vexame que pode custar o emprego

    Vamos aos fatos: os Cavs tinham 22 pontos de vantagem sobre os Knicks no Jogo 1 das finais da Conferência Leste. Vinte e dois pontos! E conseguiram entregar de bandeja. Pior ainda — depois dessa entregada épica, nunca mais foram competitivos na série.

    O mais bizarro? Atkinson ainda teve a coragem de dizer antes do Jogo 4 que Cleveland tinha “analiticamente” vencido dois dos três primeiros jogos. Analiticamente? Mano, no basquete o que vale é o placar no final, não planilha do Excel.

    E tem mais: o cara defendeu James Harden na defesa (!) e ainda justificou não ter chamado tempo quando os Knicks fizeram aquelas corridas absurdas. Às vezes você precisa parar o jogo e gritar com os caras, não ficar lá filosofando.

    Política interna complicada

    Aqui fica interessante a coisa toda. Atkinson ainda tem três anos de contrato, mas a política interna dos Cavs é meio confusa. Quando ele foi contratado em 2024 para substituir J.B. Bickerstaff, parte do front office queria James Borrego. Mas Dan Gilbert, o dono, preferiu Atkinson.

    Imaginem a situação: você é técnico, mas sabe que uma galera importante da organização queria outro cara. Quando o time começou mal na temporada regular, esses mesmos executivos já estavam de olho nele. É aquela pressão constante, sabe?

    Por sorte dele, Donovan Mitchell ainda apoia o trabalho do técnico, e foi importante para incorporar Harden no esquema. Mas no esporte profissional, especialmente na NBA, apoio de jogador não garanta nada quando os resultados não vêm.

    A moda de demitir técnico por qualquer coisa

    E vocês sabem como é a NBA hoje em dia, né? Os front offices estão cada vez mais dispostos a trocar técnico por qualquer motivo. Os próprios Knicks mandaram Tom Thibodeau embora ano passado depois de chegar às finais da Conferência — e olha só, chegaram às Finais agora.

    O Brian Windhorst da ESPN já andou comentando sobre possíveis mudanças em Cleveland, sem dar detalhes específicos. Quando o Windhorst fala, é bom prestar atenção.

    Na minha visão, Atkinson ainda tem uma chance de se salvar, principalmente se conseguir manter Mitchell feliz e montar um time competitivo na próxima temporada. Mas sinceramente? Depois daquele vexame contra os Knicks, qualquer tropeço pode ser fatal. E aí, vocês acham que ele consegue se manter no cargo?

  • Cavs mantêm Kenny Atkinson mesmo após vexame nos playoffs

    Cavs mantêm Kenny Atkinson mesmo após vexame nos playoffs

    Olha só que notícia interessante: Kenny Atkinson vai continuar como técnico dos Cleveland Cavaliers na próxima temporada. Isso mesmo, mesmo depois daquela varrida histórica que tomaram dos Knicks nas finais do Leste.

    E aí, vocês acham que foi a decisão certa?

    O apoio dos craques salvou o emprego

    Pelo que rolou nos bastidores, Donovan Mitchell e o pessoal do elenco bateram o pé pra manter o Atkinson. Cara, isso me lembra muito aquelas situações aqui no Brasil onde o técnico só se salva porque os jogadores principais apoiam — às vezes funciona, às vezes não.

    O mais curioso é que nem todo mundo na diretoria estava 100% convencido com a escolha do Atkinson desde o começo. Alguns executivos preferiam o James Borrego quando contrataram o Kenny no ano passado pra substituir o J.B. Bickerstaff. Imagina o clima interno…

    Folha salarial astronômica e zero títulos

    Agora vem a parte que mais me incomoda: os Cavaliers têm a folha salarial MAIS CARA da história da NBA — US$ 229 milhões! Duzentos e vinte e nove milhões de dólares, gente. E o resultado? Uma varrida de 4-0 pros Knicks.

    Sinceramente acho que eles precisam de mais do que mudanças “oportunistas” no elenco, como a diretoria tá falando. Com essa grana toda investida, a expectativa é de pelo menos brigar pelo título da conferência, não tomar sacode no primeiro adversário forte que aparece.

    Na minha visão, dar mais uma chance pro Atkinson faz sentido — afinal, foi o primeiro ano dele com esse grupo. Mas a pressão vai ser absurda. Se não rolar pelo menos uma final da conferência bem disputada na próxima temporada, aí não tem Donovan Mitchell que salve o emprego do cara.

    E vocês, acham que os Cavs fizeram certo em manter o técnico? Ou era melhor partir pra uma reformulação completa?

  • JVG pode voltar! Van Gundy disputa vaga com Tiago Splitter

    JVG pode voltar! Van Gundy disputa vaga com Tiago Splitter

    Gente, vocês acreditam que o Jeff Van Gundy pode estar voltando pra linha de frente? Depois de 19 anos longe da função de técnico principal, o veterano de 64 anos está na disputa final pela vaga do Portland Trail Blazers. E olha só quem mais está na briga: nosso Tiago Splitter e Micah Nori, do Minnesota.

    Cara, eu confesso que não esperava ver o JVG voltando pra ser técnico principal. O homem tava super confortável como assistente do Tyronn Lue no Clippers, depois daquela passagem épica de 16 anos como comentarista na ESPN (quem não lembra das análises dele?).

    A volta do monstro

    Van Gundy não é qualquer um não. Em 11 temporadas como técnico principal no Knicks e no Rockets, o cara fez 430-318 no geral e levou seus times aos playoffs em 9 dessas 11 temporadas. O ponto alto? Aquele Knicks de 98-99 que foi parar nas Finais — perdeu pro Spurs em 5 jogos, mas que campanha foi aquela!

    Agora, sinceramente? Acho que seria uma contratação interessante pro Portland. O time precisa de experiência depois de toda aquela confusão com o Chauncey Billups (que situação louca aquela do FBI, né?).

    Splitter segurando as pontas

    E falando em Tiago Splitter — que trabalho o brasileiro fez! Assumiu o time no meio da temporada e conseguiu levar os Blazers pros playoffs como 8ª colocado do Oeste (42-39). Nada mal pra quem estava como assistente e de repente virou técnico principal.

    O Tiago tem currículo: passou por Nets e Rockets como assistente, técnico da Seleção Brasileira, e como jogador ganhou anel pelo Spurs em 2014. Experiência não falta pro cara. E pelo visto, o Chicago Bulls também tá de olho nele.

    Já o Micah Nori vem fazendo um trabalho sólido no Minnesota há 6 temporadas como assistente do Chris Finch. O time virou candidato ao título nos últimos anos — não é à toa que ele já foi cotado pro Knicks e Lakers.

    A questão do dinheiro

    Aqui que a coisa fica interessante. O novo dono do Portland, Tom Dundon, tá sendo criticado por cortar gastos (demitiu 70 funcionários essa semana). Se a disputa pelo JVG for questão de grana — e vai ser, né? —, os Blazers podem perder pra outros times.

    Mas tem uma teoria interessante por aí: alguns dizem que o Dundon pode justamente ir atrás do Van Gundy e pagar bem pra mostrar que não é mão de vaca. Uma jogada de marketing, sei lá.

    E vocês, o que acham? Van Gundy ainda tem gás pra comandar um time na NBA depois de quase 20 anos? Ou seria melhor apostar no Splitter, que já mostrou serviço?

  • Ex-jogador dos Bucks detona Jason Kidd: ‘Tentei avisar há 10 anos’

    Ex-jogador dos Bucks detona Jason Kidd: ‘Tentei avisar há 10 anos’

    Olha, eu sempre achei estranho como o Jason Kidd conseguia ser demitido de todos os lugares que passava. O cara é Hall of Fame, entende de basquete mais que a maioria, mas sempre rola alguma treta. E agora que saiu dos Mavericks, a ficha tá caindo de vez.

    Michael Carter-Williams, que jogou com Kidd nos Bucks lá em 2014, simplesmente confirmou o que muita gente já suspeitava. Quando um fã no X postou que “Kidd vai ser demitido de todo emprego de técnico porque, mesmo sendo bom nas jogadas e desenvolvimento de jogadores, com o tempo ele se torna insuportável”, o MCW não pensou duas vezes:

    “Eu tenho tentado falar isso pras pessoas há 10 anos. A verdade sempre prevalece”.

    A conta não fechava em Milwaukee

    Cara, imagina só a situação. Carter-Williams chegou nos Bucks no mesmo ano que Kidd virou técnico — 2014. Você pensaria que seria uma parceria perfeita: um armador lendário treinando um jovem armador promissor. O MCW até teve números decentes por lá: 12.4 pontos, 4.7 rebotes, 5.3 assistências por jogo.

    Mas pelo visto a química pessoal não existia. E olha que estamos falando de um cara que foi Rookie of the Year, não é qualquer um reclamando por reclamar.

    Padrão que se repete

    O mais bizarro é como isso virou um padrão na carreira do Kidd como técnico. Nos Bucks ele durou quatro temporadas e saiu com 139 vitórias e 152 derrotas — longe do ideal. Passou pelo Brooklyn Nets antes, foi assistente técnico nos Lakers, e agora caiu em Dallas.

    Sinceramente, eu fico pensando: será que é ego demais? Ou é só uma personalidade difícil mesmo? O cara claramente entende de basquete — não dá pra negar isso. Mas parece que sempre rola algum atrito com jogadores ou diretoria.

    E vocês, o que acham? Acreditam que o Kidd realmente é “insuportável” como técnico, ou é só azar mesmo? Porque pelo histórico, tá difícil defender…

  • Orlando pode ser o novo lar de Jason Kidd após bomba em Dallas

    Orlando pode ser o novo lar de Jason Kidd após bomba em Dallas

    Rapaz, que reviravolta! Jason Kidd foi demitido pelos Mavericks depois de cinco temporadas e agora todo mundo quer saber: onde o veterano vai parar? Na minha opinião, Orlando faz muito sentido — e vou explicar o porquê.

    A demissão do Kidd na terça-feira foi um verdadeiro baque. O cara teve que lidar com a troca bombástica do Luka Dončić para os Lakers em troca do Anthony Davis (que logo se machucou, que azar), comandou uma reconstrução total e ainda viu o time draftar Cooper Flagg como primeira escolha geral. Resultado? 26-56 na temporada. Não é fácil mesmo.

    Orlando precisa de experiência

    E é aí que entra o Magic. O time dispensou Jamahl Mosley depois daquela zebra histórica — perderam uma série de 3-1 para os Pistons nos playoffs. Cara, como você perde uma vantagem dessas? Foi o terceiro ano consecutivo que Orlando caiu na primeira rodada sob comando do Mosley.

    Segundo o Marc Stein, Orlando já tinha interesse no Kidd em 2021 e agora está atrás de um técnico experiente. Faz sentido total. O Magic tem potencial — foram 45-37 na temporada regular e quase derrubaram a primeira colocação nos playoffs. A contratação do Desmond Bane no ano passado mostrou que eles querem competir de verdade.

    Kidd é a peça que falta?

    Olha, eu sinceramente acho que Kidd pode ser exatamente o que Orlando precisa. O cara tem 388-395 como técnico (ok, não é um números espetacular), mas passou por Milwaukee, Brooklyn e agora Dallas. Experiência não falta.

    E vocês sabem o que mais me chama atenção? Orlando quer dar o próximo passo. Eles têm peças interessantes, um elenco jovem com fome de vitória, e agora precisam de alguém que saiba como navegar nos playoffs — coisa que o Kidd já fez.

    Claro que o Magic também está de olho no Jeff Van Gundy e no Billy Donovan. Mas entre nós, Kidd conhece a liga como poucos. Será que Orlando vai apostar nessa experiência? Eu apostaria.