Tag: técnicos NBA

  • Magic quase contratou Jason Kidd em 2021, mas foi de Mosley

    Magic quase contratou Jason Kidd em 2021, mas foi de Mosley

    Olha só que revelação interessante: o Orlando Magic teve interesse SÉRIO em contratar Jason Kidd como técnico em 2021. A informação veio direto do Marc Stein, que sempre tem uns furos quentes.

    Mas não deu certo. O Magic acabou indo com Jamahl Mosley — que, por sinal, acabou de ser demitido e contratado pelo Pelicans numa dessas reviravoltas malucas da NBA.

    E agora? Kidd tá livre no mercado

    Plot twist: Jason Kidd e os Mavs se separaram essa semana. Então o cara que o Magic queria três anos atrás tá livre no mercado de novo. Coincidência? Não acredito muito nisso…

    Na minha visão, foi uma decisão complicada na época. Kidd já tinha experiência como técnico (mesmo com resultados mistos), enquanto Mosley era um assistente promissor. O Magic apostou no futuro, mas o resultado… bem, sabemos como foi.

    Quem vem por aí?

    Agora o Magic tá de olho em alguns nomes interessantes para substituir o Mosley: Billy Donovan (que conhece bem college e NBA), Jeff Van Gundy (veterano respeitadíssimo) e Sean Sweeney (assistente do Mavs que tá chamando atenção).

    Sinceramente? Acho que o Magic precisa de alguém que consiga extrair o máximo do Paolo Banchero e do Franz Wagner. Esses caras têm potencial absurdo, mas precisam de direcionamento tático.

    E aí, vocês acham que o Magic deveria dar uma segunda chance pro Jason Kidd agora? Ou é melhor apostar em sangue novo mesmo?

  • Sean Sweeney pode comandar Bulls ou Magic na próxima temporada

    Sean Sweeney pode comandar Bulls ou Magic na próxima temporada

    Olha só que interessante: Sean Sweeney, assistente técnico do San Antonio Spurs, tá na mira de dois times grandes da NBA pra ser técnico principal. Bulls e Magic estão de olho no cara, e sinceramente, não é à toa.

    Sweeney é o cara por trás da defesa monstruosa dos Spurs essa temporada. E quando você tem o Victor Wembanyama no seu elenco — aquele alien francês de 2,24m que bloqueia tudo — é claro que fica mais fácil montar um esquema defensivo. Mas o mérito do assistente é inegável.

    Currículo de peso na NBA

    O cara não é novato no ramo, não. Já foi assistente técnico do Jason Kidd tanto no Brooklyn Nets quanto no Milwaukee Bucks. Passou também pelo Dallas Mavericks como assistente principal antes de chegar em San Antonio.

    E o mais interessante? Sweeney já teve várias entrevistas pra técnico principal nas últimas temporadas, mas nunca rolou. Agora parece que finalmente chegou a hora dele dar o salto.

    Bulls e Magic precisam de mudança

    Os dois times realmente precisam de uma mexida. Chicago vem patinando há anos, mesmo com alguns talentos no elenco. Já Orlando tem uma base jovem promissora, mas precisa de alguém que saiba como desenvolver esses garotos.

    Na minha opinião, seria perfeito pro Magic. Imagina o Sweeney trabalhando com o Paolo Banchero e companhia? O cara que ajudou a moldar a defesa do Wemby certamente saberia como extrair o melhor desse grupo.

    E aí, vocês acham que ele finalmente vai conseguir a oportunidade como técnico principal? Eu tô torcendo pra que role — assistente bom merece a chance de mostrar serviço como comandante.

  • Greg St. Jean pode virar técnico do Trail Blazers? Lakers não vão gostar

    Greg St. Jean pode virar técnico do Trail Blazers? Lakers não vão gostar

    Olha só que situação interessante rolando por aí: o Trail Blazers tá de olho em Greg St. Jean, assistente técnico dos Lakers, pra assumir o comando da equipe. E cara, isso pode dar uma confusão danada em Los Angeles.

    O repórter Sean Highkin soltou essa bomba no Twitter, dizendo que St. Jean tá na lista de candidatos que Portland tá considerando. E faz sentido, né? O cara tem experiência, rodou por vários times e tem uma bagagem interessante.

    O currículo do candidato

    St. Jean não é qualquer um não. Ele fez parte da comissão técnica do Frank Vogel quando os Lakers ganharam o título na bolha em 2020. Depois, quando o Jason Kidd saiu pra Dallas, St. Jean foi junto e desenvolveu uma relação próxima com o Luka Dončić. Imagina só a experiência de trabalhar com um monstro desses?

    Depois de uma passagem rápida pelo Phoenix Suns (que durou só um ano antes de todo mundo ser demitido), ele voltou pros Lakers. E não é só isso – o cara também foi assistente da seleção da Eslovênia no verão passado, meio que fazendo uma ponte entre Luka e os Lakers.

    Portland tá desesperado ou sendo esperto?

    Sinceramente, acho que os Blazers tão numa situação complicada. Segundo o que tá rolando, eles não querem pagar salários dignos e por isso não conseguem atrair técnicos principais de peso. Daí sobra essa de garimpear assistentes que topem o desafio.

    Além de St. Jean, outros nomes que apareceram na lista são Micah Nori (assistente do Minnesota), Jared Dudley (que tá no Denver) e mais alguns. Mas convenhamos, se você fosse um técnico experiente, iria querer trabalhar numa organização que claramente tá fazendo economia no lugar errado?

    E aí, vocês acham que St. Jean vai topar largar os Lakers – time sempre competitivo, com estrutura top – pra encarar a reconstrução em Portland? Na minha visão, seria uma aposta alta pra carreira dele, mas às vezes é isso que separa quem quer só ficar na zona de conforto de quem quer mostrar serviço como técnico principal.

    Os Lakers, obviamente, não vão querer perder um cara que se tornou uma voz influente na comissão técnica. Mas é aquela coisa: quando surge oportunidade de ser técnico principal na NBA, é difícil recusar.

  • Stotts quer voltar a Portland – será que seria boa ideia?

    Stotts quer voltar a Portland – será que seria boa ideia?

    Gente, vocês viram essa? Terry Stotts quer VOLTAR a ser técnico do Portland Trail Blazers. Isso mesmo, o cara que treinou o time por nove anos (de 2012 a 2021) tá praticamente implorando pra voltar.

    O bagulho foi assim: Stotts mandou uma mensagem pro Dwight Jaynes, um jornalista veterano que cobre os Blazers há décadas, dizendo “Eu adoraria voltar pros Blazers e pra Portland”. E não parou por aí — o agente dele já entrou em contato com a franquia pra demonstrar interesse na vaga.

    O que Terry fez em Portland

    Olha, vou ser justo aqui. O trabalho do Stotts não foi ruim não. Em nove temporadas, ele teve 402 vitórias contra 318 derrotas — um aproveitamento bem respeitável. E o mais impressionante: levou Portland pros playoffs oito vezes consecutivas, de 2014 a 2021.

    Lembro bem dessa época. Dame Lillard explodindo, CJ McCollum fazendo aqueles arremessos impossíveis… Era um time que sempre incomodava. Mas aí que tá — eles nunca passaram das Finais de Conferência. E isso machuca, cara.

    Por que ele saiu e onde tá agora

    Stotts foi demitido em 2021 quando ficou claro que o time tinha chegado no seu teto com ele. Portland precisava de uma nova voz, uma nova energia. Depois disso, ele foi ser assistente do Steve Kerr no Golden State Warriors — pensa só, foi aprender com um dos melhores.

    Agora que saiu dos Warriors, ele tá livre no mercado. E visivelmente querendo sua segunda chance em Portland. A pergunta que fica é: será que faz sentido?

    Sinceramente? Eu acho complicado. Não que ele seja um técnico ruim — longe disso. Mas às vezes a relação entre técnico e franquia simplesmente se esgota. Portland tá numa fase de reconstrução, tentando descobrir o que fazer com o futuro do Dame Lillard… Não sei se voltar pro passado é a resposta.

    E vocês, o que acham? Terry Stotts merece uma segunda chance ou os Blazers devem apostar em sangue novo? Deixem aí nos comentários!

  • Steve Hetzel vira o queridinho: segundo time já quer o assistente

    Steve Hetzel vira o queridinho: segundo time já quer o assistente

    Cara, parece que o Steve Hetzel virou a sensação do momento no mercado de técnicos da NBA. O assistente do Brooklyn Nets, que já tava na disputa pela vaga do New Orleans Pelicans, agora tem mais um time correndo atrás dele: o Portland Trail Blazers.

    E olha, não é qualquer interesse não. Segundo o Jake Fischer, que sempre tem as informações quentes, Hetzel tá na mira dos Blazers caso não role com os Pelicans. Pra quem não lembra, ele já trabalhou três temporadas em Portland antes de vir pro Brooklyn — então conhece a casa.

    Dame tem voz ativa na escolha

    A situação fica ainda mais interessante quando você descobre que o próprio Damian Lillard tá dando pitaco na busca pelo novo técnico. E convenhamos, se o Dame quer você como técnico, é porque confia no seu trabalho. Isso tem um peso absurdo na decisão.

    O timing é perfeito pra Hetzel também. Portland parece estar alguns passos à frente do Brooklyn na reconstrução, especialmente depois daquela temporada surpreendente onde conseguiram vaga nos playoffs com 42 vitórias no Oeste competitivo pra caramba.

    Tiago Splitter pode sair

    Por mais que o Tiago Splitter tenha feito um trabalho monstro levando os Blazers aos playoffs — algo que ninguém esperava no começo da temporada —, tudo indica que Portland quer partir pra uma contratação mais definitiva. Splitter, que também passou quatro anos no banco do Brooklyn, foi a chave certa na hora certa, mas parece que foi só uma solução temporária.

    Sinceramente, não dá pra culpar Hetzel se ele escolher Portland. A franquia tem uma estrutura mais sólida no momento, um craque como o Lillard endossando, e aquele clima de time que tá subindo na vida. E vocês, acham que ele vai aceitar a primeira proposta que aparecer ou vai esperar todas as opções?

    Uma coisa é certa: depois de anos como assistente, chegou a hora do cara mostrar do que é capaz como técnico principal. E pelo visto, não vai faltar oportunidade.

  • Nick Nurse perde o irmão e deixa os Sixers em momento crucial

    Nick Nurse perde o irmão e deixa os Sixers em momento crucial

    Cara, tem coisas que são maiores que basquete. Nick Nurse, técnico do Philadelphia 76ers, teve que se ausentar da equipe na reta final dos playoffs para o funeral do irmão Steve, que morreu de forma inesperada na semana passada aos 62 anos.

    O timing não podia ser pior — ou melhor dizendo, essas coisas nunca têm timing bom mesmo. Os Sixers acabaram de levar uma surra histórica dos Knicks no primeiro jogo da segunda rodada (137 a 98, um massacre), e agora o técnico precisou viajar para Iowa no meio da série.

    A solidariedade em quadra

    O que me impressionou foi a classe do Mike Brown, técnico dos Knicks. O cara podia ter só dado uma resposta protocolar, mas foi além: “Gostaria de expressar minhas condolências ao Nick Nurse e sua família. A vida é preciosa e você não deseja isso para ninguém”.

    Isso mostra o lado humano do esporte que às vezes a gente esquece. Rivalidade é uma coisa, mas na hora que a vida real bate na porta, todo mundo se une. É basquete, galera, não guerra.

    Steve Nurse morreu na quarta-feira passada, de forma completamente inesperada. Nick deixou a equipe logo após aquela derrota constrangedora na segunda e foi para Ankeny, Iowa, onde aconteceu o funeral na terça.

    Voltará para o Jogo 2?

    A expectativa é que Nurse esteja de volta para comandar os Sixers no Jogo 2, que rola na quarta à noite no Madison Square Garden. Sinceramente, espero que sim — não só pelo time, mas porque trabalho às vezes ajuda a processar esse tipo de dor.

    Imaginem a cabeça do cara. Acabou de perder o irmão mais novo de forma súbita e ainda tem que lidar com uma equipe que levou 39 pontos de diferença em casa. Se eu fosse jogador dos Sixers, faria questão de dar uma resposta em quadra pelo técnico.

    Vocês acham que situações pessoais assim afetam o rendimento de um time? Às vezes pode até unir mais o grupo, né? Vamos ver como os Sixers vão reagir — porque depois daquela pancada no Jogo 1, eles precisam de um milagre mesmo.

  • Taylor Jenkins volta aos Bucks ganhando mais de R$ 50 milhões por ano

    Taylor Jenkins volta aos Bucks ganhando mais de R$ 50 milhões por ano

    Olha, quando eu vi essa notícia quase cuspi o café. Taylor Jenkins assinou com o Milwaukee Bucks por mais de 10 milhões de dólares anuais pra ser o novo técnico. Isso é mais de 50 milhões de reais por ano, gente! Pra colocar em perspectiva: o cara vai ganhar mais em um ano do que muito jogador brasileiro de elite ganha na carreira inteira.

    Jenkins agora faz parte do seleto grupo dos técnicos mais bem pagos da NBA. Tá atrás só dos monstros Steve Kerr (17,5 milhões com o Warriors) e Erik Spoelstra (15 milhões no Heat). Pra vocês terem noção da disparidade, Doug Christie ganha “apenas” 2 milhões no Kings. É a diferença entre andar de Ferrari e de Corolla.

    A volta pra casa faz sentido

    E aqui que a história fica interessante — Jenkins não é novato em Milwaukee. Cara trabalhou como assistente do Mike Budenholzer na temporada 2018-19, exatamente quando o Giannis tava explodindo pro estrelato. Imagina a confiança que os caras devem ter nele pra pagar essa bolada?

    Sinceramente, acho que foi uma jogada esperta dos Bucks. Jenkins conhece a casa, conhece a cultura, e principalmente: conhece o Giannis. Com toda essa incerteza sobre o futuro do Greek Freak em Milwaukee, contratar alguém que já tem essa conexão pode ser o diferencial.

    Saiu do Memphis direto pro jackpot

    O mais louco é que Jenkins passou a temporada passada “encostado” depois que o Memphis dispensou ele no finalzinho da temporada 2024-25. Seis anos construindo um programa competitivo no Grizzlies, chegando nos playoffs consistentemente, e de repente… tchau.

    Mas olha como o basquete dá voltas, né? Um ano longe das quadras e agora volta ganhando uma fortuna pra treinar um dos melhores jogadores do planeta. Doc Rivers foi demitido e abriu essa oportunidade de ouro.

    E aí, vocês acham que Jenkins vai conseguir segurar o Giannis em Milwaukee? Porque vamos combinar: com esse salário todo, a pressão vai ser absurda desde o primeiro dia.

  • Donovan foi esperto: negociou saída dos Bulls antes mesmo de sair

    Donovan foi esperto: negociou saída dos Bulls antes mesmo de sair

    Olha que jogada de mestre o Billy Donovan fez. O cara literalmente se preparou pra vazar dos Bulls meses antes de realmente sair — e ainda por cima conseguiu que a própria franquia pagasse a conta.

    A história é mais interessante do que parece. Quando os Bulls bloquearam os Knicks de entrevistá-lo ano passado (eles queriam ele pra substituir o Thibodeau), Donovan topou renovar. Mas — e aqui está o pulo do gato — ele colocou uma cláusula no contrato que basicamente dizia: “Olha, se eu quiser sair na temporada 2026-27, eu saio. Ponto final.”

    A rebuild que todo mundo já sabia que vinha

    Segundo as fontes, tanto Donovan quanto o pessoal dos Bulls já tinham sacado que a franquia ia partir pra uma rebuild total. Era meio que um acordo tácito, sabe? “Tá, vamos renovar, mas se a coisa ficar feia, cada um segue seu rumo.”

    E cara, que timing perfeito. Com 60 anos, Donovan não tinha muito tempo pra perder numa reconstrução que pode levar anos. Já passou por isso no Thunder em 2020 — saiu bem antes de eles começarem a rebuild que durou até pouco tempo atrás.

    O mais impressionante? Chicago tava disposto a dar QUALQUER COISA pra ele ficar. Até responsabilidades extras na montagem do elenco ofereceram. Mas o homem já tinha decidido: hora de partir.

    Agora é o técnico mais cobiçado do mercado

    Com Jenkins indo pro Milwaukee e Michael Malone saindo pra North Carolina, Donovan virou o cara mais procurado do mercado de técnicos. E olha que ironia — ele tá livre justamente por ter sido esperto o suficiente pra negociar sua própria liberdade.

    As fontes dizem que ele vai receber interesse pesado de vários times grandes. Alguns que nem abriram vaga ainda, mas que podem abrir dependendo de como os playoffs correrem.

    Sinceramente, essa história toda mostra como Donovan é um cara experiente no mercado. Não é à toa que tem a carreira que tem — dentro e fora de quadra, o homem sabe das coisas. E vocês, acham que ele fez certo em sair dos Bulls ou deveria ter ficado pra tentar mais uma com esse elenco?

  • Pelicans procurando técnico e Borrego pode ficar mesmo

    Pelicans procurando técnico e Borrego pode ficar mesmo

    Olha, eu não sei se vocês acompanharam a situação dos Pelicans, mas eles estão numa sinuca de bico para escolher o próximo técnico. E o que mais me chamou atenção? James Borrego pode ficar mesmo no cargo.

    O cara assumiu como interino depois que o Willie Green saiu e, sinceramente, não fez um trabalho dos mais convincentes. 24 vitórias e 46 derrotas — mais da metade dos jogos perdidos. Mas aparentemente a direção viu alguma coisa ali que eu não consegui enxergar assistindo alguns jogos deles.

    O leque de opções tá interessante

    Agora, o que me deixa curioso é a lista de candidatos que eles tão considerando. Sean Sweeney, assistente dos Spurs — esse aí conhece basquete, vem da escola Pop Gregg. Darvin Ham dos Bucks também tá na disputa, e convenhamos, trabalhar com o Giannis deve ensinar umas coisas sobre como lidar com superstar.

    Mas o que mais me surpreendeu foi ver Steve Hetzel dos Nets na lista. Brooklyn não teve uma temporada das mais convincentes, mas enfim, experiência é experiência.

    As apostas mais ousadas

    E aí que vem o plot twist: Jarrett Jack e Rajon Rondo também estão cotados. Rondo como técnico? Cara, isso seria absolutamente fascinante de ver. O maluco sempre foi um QI de basquete absurdo em quadra, mas daí a comandar um time inteiro…

    Jarrett Jack dos Pistons é outro que me deixa na curiosidade. Detroit tá numa reconstrução há uns 5 anos já, será que ele aprendeu alguma coisa sobre paciência lá?

    A real é que os Pelicans precisam de alguém que consiga tirar o melhor do Zion Williamson e do Brandon Ingram. Dois talentos monstruosos que nunca conseguiram encaixar direito. E vocês, acham que algum desses caras aí consegue fazer essa dupla funcionar de verdade?

    Na minha opinião, manter o Borrego seria apostar na continuidade, mas não sei se é isso que o time precisa. Às vezes uma mudança radical de filosofia pode ser exatamente o que falta para acordar esse elenco.

  • Billy Donovan deixa o Bulls e já mira próxima oportunidade

    Billy Donovan deixa o Bulls e já mira próxima oportunidade

    E lá se vai mais um técnico do Bulls. Billy Donovan decidiu sair de Chicago depois de seis temporadas, e olha, sinceramente não dá pra culpar o cara.

    O mais interessante é que a diretoria queria que ele ficasse, mesmo depois de demitir o vice-presidente de operações de basquete Arturas Karnisovas e o gerente geral Marc Eversley no começo de abril. Imagina a situação: “Fica aí, Billy, a gente vai contratar um monte de gente nova mas você continua”. Meio estranho, né?

    Decisão elegante do técnico

    Donovan foi esperto. Ao invés de ficar numa situação desconfortável, preferiu dar uma “limpa” na organização e permitir que os Bulls recomecem do zero. Cara classe, diga-se de passagem.

    A diretoria até ofereceu um cargo gerencial pra ele — imagino que algo parecido com o que o Doc Rivers fez antes. Mas Billy preferiu continuar na beirada da quadra mesmo.

    Mercado aquecido esperando

    E agora? Donovan já deixou claro que quer continuar treinando e, convenhamos, não vai faltar oportunidade. O cara tem currículo: levou o Thunder aos playoffs várias vezes e conseguiu fazer o Bulls competir em algumas temporadas, mesmo com um elenco limitado.

    O engraçado é que os Knicks já tinham demonstrado interesse nele antes — até ofereceram uma proposta no ano passado, mas ele preferiu renovar com Chicago. Será que agora rola? E a Universidade da Carolina do Norte também queria conversar com ele, mas acabou contratando o Michael Malone.

    Vocês acham que o Donovan vai conseguir um time melhor que o Bulls atual? Porque sinceramente, depois de ver o que ele conseguiu fazer com aquele elenco de Chicago, eu apostaria nele em qualquer lugar.

    O timing até que foi bom pra ele. Com várias franquias procurando técnico, Billy Donovan vai estar entre os nomes mais cobiçados do mercado. E merecidamente.