Tag: técnicos NBA

  • Bucks demite Doc Rivers – e agora? Analisando as vagas de técnico

    Bucks demite Doc Rivers – e agora? Analisando as vagas de técnico

    Cara, quando eu vi a notícia de que o Milwaukee Bucks tinha demitido o Doc Rivers, não foi surpresa nenhuma. Temporada 32-50? Com o Giannis no elenco? Era questão de tempo mesmo.

    Olha, eu até gosto do Doc como pessoa – cara acabou de ser eleito pro Hall da Fama mês passado. Mas sinceramente? Esse trabalho em Milwaukee foi um desastre total. Ver o Giannis sendo poupado por lesão e o time indo direto pro lottery pela primeira vez em uma década foi doloroso demais.

    Milwaukee: oportunidade de ouro ou cilada?

    A questão é: quem vai querer pegar esse abacaxi? Por um lado, você tem o Giannis – um dos melhores jogadores do planeta. Por outro, você tem um time completamente quebrado estruturalmente.

    A situação financeira é complicada pra caramba. Eles ainda vão pagar 20 milhões por ano pelos próximos quatro anos pro Damian Lillard (que foi dispensado e teve o contrato esticado). Sem falar que trocaram todas as picks de draft pra conseguir ele no ano passado. É tipo querer montar um puzzle sem metade das peças.

    E aí, vocês acham que vale a pena apostar num Giannis que pode estar com o pé na porta? Porque se ele for trocado, pelo menos vem um pacote de ativos que pode reshiflar completamente esse time.

    New Orleans também tá no mercado

    Não é só Milwaukee não. O Pelicans também tá procurando técnico depois de mandar o Willie Green embora lá em novembro. James Borrego assumiu interinamente e até que se saiu bem, mas parece que eles querem alguém novo mesmo.

    Nova Orleans tem talento – o Zion teve talvez sua melhor temporada (e mais saudável também). Trey Murphy III e Herb Jones são jogadores sólidos dos dois lados da quadra. Mas cara, que bagunça organizacional. A diretoria trocou picks de lottery por jogadores que nem conseguiram manter no starting five.

    Sem contar que tem aquelas questões de investimento da ownership que todo mundo comenta por baixo dos panos. Difícil competir no Oeste com essas limitações.

    Na minha visão, Milwaukee é mais atrativa pelo Giannis, mesmo com todos os problemas. Mas vai depender muito de quem tá disposto a abraçar um projeto de reconstrução completa – porque é isso que os dois times vão precisar fazer.

  • Donovan não se empolga com apoio: ‘Bulls precisam do melhor’

    Donovan não se empolga com apoio: ‘Bulls precisam do melhor’

    Olha só que situação interessante rolando em Chicago. O Billy Donovan recebeu um baita apoio do Michael Reinsdorf ontem, mas o cara não tá se empolgando muito não. E sinceramente? Acho que ele tá certo.

    Depois de toda aquela limpa na diretoria dos Bulls na segunda-feira — mandaram embora o Karnisovas e o Eversley depois de seis anos que renderam apenas UMA classificação pros playoffs —, todo mundo ficou se perguntando: e o técnico? Vai ficar ou vai sair também?

    O apoio que não garante nada

    “Eu acho que o Michael estava mostrando como ele se sente sobre mim”, disse Donovan antes do jogo contra o Washington. “Mas eu também entendo que todo mundo tem que pensar no que é melhor para os Bulls naquele momento.”

    Cara, essa resposta mostra maturidade. O cara tem 60 anos, está na 11ª temporada na NBA, sendo seis em Chicago. Ele sabe como funciona esse negócio. Apoio político hoje pode virar demissão amanhã se os resultados não aparecerem.

    A realidade dolorosa de Chicago

    “Eu amo estar aqui”, continuou Donovan. “Amo o relacionamento com Jerry, Michael, e todo mundo do prédio. Tem sido um ambiente de trabalho incrível. Mas a gente tá nessa situação porque realmente não ganhamos muito.”

    E aí que tá a questão, né? O cara é honesto. Em seis temporadas comandando os Bulls, o time só foi pros playoffs uma vez. Compare isso com Oklahoma City, onde ele levou o Thunder pros playoffs em todas as cinco temporadas — incluindo aquela chegada épica na final da Conferência Oeste em 2015-16.

    Vocês acham que ele aguenta mais uma temporada sem resultados? Eu tenho minhas dúvidas. A pressão em Chicago é real, ainda mais depois dessa limpa na diretoria.

    O próprio Donovan disse que vai se reunir com Reinsdorf depois da temporada para decidir o futuro. Traduzindo: ninguém tá garantido, nem mesmo com o “apoio” da diretoria.

    No final das contas, o basquete é sobre vencer jogos. E isso é algo que Chicago não tem feito consistentemente há anos. Será que 2026 finalmente vai ser o ano da virada?

  • Doc Rivers tem que sair se o Bucks quiser manter Giannis

    Doc Rivers tem que sair se o Bucks quiser manter Giannis

    Cara, o bagulho tá feio em Milwaukee. E quando digo feio, é FEIO mesmo.

    O Giannis mandou um recado que não dá pra ignorar — e olha, sinceramente, eu já tava esperando isso há um tempo. Em uma entrevista que foi praticamente uma indireta do tamanho de um prédio, o Greek Freak deixou bem claro o que ele quer: “Sem desculpas. Mexer como um grupo, mexer como uma unidade.”

    Sabe pra quem isso foi direcionado? Pro Doc Rivers. E não precisa ser gênio pra entender.

    O Problema Rivers

    Desde que o Doc chegou em janeiro de 2024 (demitindo o Adrian Griffin no meio da temporada), o Bucks tem um cartel de 95-100. Noventa e cinco vitórias, cem derrotas. Com GIANNIS no time. É de dar vergonha alheia.

    E o pior? O cara sempre tem uma desculpa na manga. Sempre. É tradição dele — já perdeu mais séries de 3-1 na história dos playoffs do que qualquer outro técnico e ainda acha que não recebe crédito suficiente pelas três vitórias que conseguiu.

    No Philadelphia, a desculpa era o Ben Simmons. Depois que trocaram o Ben, virou o James Harden que ficou “egoísta” depois de não ir pro All-Star Game. Agora em Milwaukee? “É difícil pegar um time no meio da temporada”, disse ele depois de perder 7 dos primeiros 10 jogos.

    Meu brother, qualquer técnico desempregado mataria pra treinar um time com Giannis e Damian Lillard!

    Giannis Não Aguenta Mais

    A entrevista do Giannis foi cirúrgica. Ele falou que conversou com o Joe Mazzulla, do Celtics, e elogiou justamente o fato do cara não ficar arrumando desculpa. “Vocês tiveram tantas oportunidades de inventar desculpas, mas não fizeram”, disse o Giannis.

    É óbvio que o Celtics tem um elenco muito superior — isso é fato. Mas a questão é a mentalidade, né? E o Doc Rivers simplesmente NÃO tem essa mentalidade de accountability que o Giannis tá cobrando.

    O que me impressiona é como o Giannis foi direto ao ponto sem citar nomes. Classe pura. Mas a mensagem chegou: ou muda a postura ou muda o técnico.

    Milwaukee Tem Que Decidir

    Olha, na minha opinião, se eu fosse o front office do Bucks, já taria ligando pro agente do Giannis pra garantir que ele fica e procurando um novo técnico ao mesmo tempo. O cara é um two-time MVP, um dos melhores jogadores do planeta — você não deixa ele sair por causa de ego de técnico.

    E aí, vocês acham que o Doc aguenta essa pressão? Porque pelo histórico dele, sempre que a coisa aperta, ele arruma um culpado. Dessa vez não tem pra onde correr — o problema é ele mesmo.

    Se o Bucks quer manter o Greek Freak vestindo verde até o fim da carreira, a solução é simples: Doc Rivers tem que vazar. Não tem meio termo aqui.

  • 8 técnicos na berlinda: quem pode ser demitido ainda essa temporada?

    8 técnicos na berlinda: quem pode ser demitido ainda essa temporada?

    Cara, se tem uma coisa que a NBA nos ensinou recentemente é que ser técnico nessa liga tá cada vez mais difícil. Os caras demitem treinador por qualquer coisa hoje em dia — olha só o que rolou com o Taylor Jenkins no Memphis, demitido em março numa temporada que o time chegou aos playoffs! E o Michael Malone no Denver? Dois anos depois de ganhar o título, tchau e bênção.

    Com a temporada regular chegando ao fim, tá na hora de analisar quem tá seguro, quem tá na corda bamba e quem provavelmente vai pegar o bonde de volta pra casa. E olha, a lista não tá pequena não.

    Os ‘seguros’ (por enquanto)

    Vamos começar pelos que aparentemente tão dormindo tranquilo. JJ Redick no Lakers, JB Bickerstaff no Pistons, e Mitch Johnson no Spurs já bateram as expectativas de vitórias da pré-temporada — e isso antes do final de março! Joe Mazzulla no Celtics e Erik Spoelstra no Heat? Esses nem precisa comentar muito, né.

    Mark Daigneault no Thunder é outro que pode ficar suave. O cara tem 59 vitórias no bolso como atual campeão. Steve Kerr no Warriors e Rick Carlisle no Pacers são intocáveis — muito capital acumulado, muita história.

    E tem uns que assinaram extensão de contrato recentemente, tipo Jason Kidd no Mavericks e Billy Donovan no Bulls. Demitir técnico logo depois de renovar contrato? É meio raro, mas já vi coisa mais estranha na NBA.

    Os novatos ainda se adaptando

    Os técnicos contratados nos últimos dois anos — Jordi Fernandez no Nets, Kenny Atkinson no Cavaliers, David Adelman no Nuggets — ainda tão no período de lua de mel. O Atkinson inclusive melhorou muito o que o Bickerstaff tinha feito em Cleveland. Já o Adelman levou o Denver mais longe nos playoffs do que o Malone era esperado.

    O Hawks do Quin Snyder ganhou 15 dos últimos 17 jogos. Sinceramente, com o Trae Young sendo negociado e o time comprando a filosofia do treinador, acho que ele fica.

    Mas e os 8 da berlinda?

    Agora vem a parte interessante. O artigo cita 8 técnicos que tão realmente com o emprego em risco, e um deles que chamou atenção foi o Jamahl Mosley do Magic. O cara tomou uma surra de 52 pontos do Raptors no domingo — mano, 52 PONTOS de diferença! Isso é constrangedor até pra quem tá assistindo de casa.

    Mike Brown no Knicks também tá numa situação estranha. O time tá indo bem, é o terceiro colocado no Leste, mas parece que ainda não convenceu totalmente a direção.

    E aí, vocês acham que algum desses vai sobreviver até o final da temporada? Ou já tão imaginando as entrevistas coletivas de demissão? Uma coisa eu sei: na NBA de hoje, não importa o que você fez ontem — só importa o que você fez no último jogo.

  • Quin Snyder vira ‘cientista maluco’ após 500ª vitória na carreira

    Quin Snyder vira ‘cientista maluco’ após 500ª vitória na carreira

    Cara, o Quin Snyder chegou numa marca absurda: 500 vitórias na carreira como técnico. E sabe como ele conseguiu isso? Destruindo o Sacramento Kings por 123-113 em casa, com os Hawks jogando um basquete que tá deixando todo mundo de queixo caído.

    Mas o mais legal não é nem o número em si — é como os jogadores falam dele. O Jock Landale soltou uma pérola: chamou o técnico de “cientista maluco”. E olha, não é à toa não.

    O Técnico Que Disseca o Basquete

    “Quin é incrível, e não falo isso de brincadeira”, disse Landale. “Ele é um cientista maluco. É assim que a gente chama ele, e o cara ficaria dissecando basquete 24 horas por dia se pudesse.”

    Mas aí que tá o diferencial do Snyder — ele não para no X’s e O’s. O cara se preocupa com o jogador como pessoa também. Landale contou que quando a família dele voltou pra Austrália, o técnico ficava perguntando como ele tava, sabendo que é difícil ficar longe da família. Isso é coisa de gente boa mesmo.

    E não é só papo furado não. O Nickeil Alexander-Walker, que tá com o time desde o jogo 1 desta temporada, falou que o Snyder é tipo um “sistema de apoio”. Cara, quando um jogador fala isso do técnico, é porque a química tá funcionando mesmo.

    Humildade de Campeão

    Agora, o que mais me impressiona é a humildade do Snyder. O cara chega em 500 vitórias e fala o quê? Que o mérito é dos outros. “Técnicos guardam o recorde, mas são as outras pessoas que fazem isso acontecer”, disse ele.

    E aí ele manda aquela declaração que mostra quem ele é de verdade: agradece a esposa e a família pelo suporte. Monstro, né? Em um esporte onde ego costuma falar mais alto, o cara mantém os pés no chão.

    Hawks Voando Alto

    Sinceramente? Essa é a melhor temporada dos Hawks desde que o Snyder chegou. Primeira temporada com recorde positivo com ele no comando. E olha que a Conferência Leste tá um caos — todo mundo brigando por posição nos playoffs.

    O que vocês acham? Esse negócio de “cientista maluco” não é exatamente o que a NBA precisa mais? Técnicos que estudam o jogo obsessivamente mas não esquecem do lado humano?

    Com 500 vitórias no currículo e os Hawks voando, o Snyder tá provando que às vezes a fórmula mais simples é a que funciona: respeite o jogo, respeite as pessoas. E aí os resultados aparecem naturalmente.

  • Ronald Nored deixa os Hawks pra virar técnico principal na faculdade

    Ronald Nored deixa os Hawks pra virar técnico principal na faculdade

    Cara, que momento emocionante rolou nos Hawks essa semana. Ronald Nored, que era assistente técnico do time desde 2023, se despediu dos colegas de uma forma que até eu aqui fiquei mexido assistindo o vídeo.

    O cara conseguiu a oportunidade dos sonhos dele: virar técnico principal dos Butler Bulldogs, time universitário onde ele jogou lá nos anos 2000. E olha, não é qualquer faculdade não — Butler é tradicional no basquete universitário.

    A despedida que mexeu com todo mundo

    “Pessoal, vocês sabem que eu andei meio sumido nos últimos dias, alguns perguntaram… estava passando por um processo, entrevista pra um novo emprego. Às vezes não dá certo, mas dessa vez deu certo pra mim. Vou pro Butler”, falou Nored pros jogadores no vestiário.

    A reação dos caras foi linda de ver. Todo mundo aplaudindo, abraçando, genuinamente feliz pelo cara. Isso diz muito sobre o tipo de pessoa que o Nored é, né? Quando você conquista o respeito assim dos jogadores, é porque realmente fez um trabalho sério.

    E o mais louco? Ele não pôde nem ficar pro jogo contra o Detroit naquela noite — a transição foi rapidíssima.

    Voltando pra casa

    A conexão do Nored com Butler é forte demais. Ele jogou lá de 2008 a 2012 e fez parte dos dois times que chegaram na final nacional em 2010 e 2011. Imagina só — voltar pro lugar onde você teve os melhores momentos como jogador, agora como técnico principal?

    Sinceramente, acho que foi a decisão certa dele. Claro, trabalhar na NBA como assistente é um baita privilégio, mas ser técnico principal na faculdade é outro nível de responsabilidade e satisfação pessoal.

    Os Hawks tão indo bem na temporada — 41 vitórias e 32 derrotas, quinta posição no Leste. Com três vitórias seguidas, o time parece ter encontrado o ritmo certo pra reta final da temporada regular.

    E aí, vocês acham que o Nored vai fazer sucesso como técnico principal? Pelo que vi da despedida, o cara tem tudo pra dar certo — carisma, conhecimento e, principalmente, o respeito dos jogadores. Isso não se compra em lugar nenhum.