Tag: Tyrese Maxey

  • Sixers demitem Morey: quem vai resolver essa bagunça toda?

    Sixers demitem Morey: quem vai resolver essa bagunça toda?

    Cara, que bomba essa dos Sixers! Daryl Morey não é mais o presidente de operações de basquete da franquia. E olha, sinceramente? Não sei se fico surpreso ou não — o cara fez algumas jogadas boas, mas também deixou uns buracos enormes no elenco.

    Lembra da primeira noite de draft do Morey em 2020? O monstro draftou Tyrese Maxey, Isaiah Joe e Paul Reed, trocou aquelas âncoras do Al Horford e Josh Richardson, trouxe Danny Green e Seth Curry. Resultado? 49-23 na temporada regular, melhor da Conferência Leste. Não foi pouca coisa.

    Bob Myers assume e o relógio tá correndo

    Agora quem vai liderar a busca pelo substituto é Bob Myers — e cara, a pressão tá gigante. O draft da NBA é dias 23 e 24 de junho, e a agência livre começa logo depois. Quem vier vai ter que trabalhar correndo.

    E olha, não é que a situação esteja desesperadora. Maxey com 25 anos jogando como um superstar, VJ Edgecombe tendo uma temporada de rooky absurda. Joel Embiid e Paul George foram fundamentais naquela virada histórica de 3-1 contra os Celtics no primeiro round. Isso aí ninguém tira.

    “Temos alguns jogadores que são quase intocáveis nesta liga: Tyrese, Joel, VJ, Paul”, disse Morey em fevereiro. “Gostamos do nosso núcleo.” Bom, pelo menos isso ele acertou.

    Mas os problemas são reais demais

    Só que não dá pra ignorar os elefantes na sala. Embiid tá otimista com o joelho esquerdo, mas cara… o cara tem 32 anos e vive machucado. É uma tempestade de lesões que não para nunca. E o Paul George? Fez 36 anos nos playoffs. A matemática é cruel com jogadores dessa idade.

    Descendo mais no elenco, a coisa fica feia. Kelly Oubre Jr. e Quentin Grimes foram os únicos outros a jogarem mais de 13 minutos nos playoffs — e os dois vão ser agentes livres. Depois deles? Andre Drummond, Adem Bona, Dominick Barlow e Justin Edwards. Vocês acham que isso é profundidade de verdade?

    O mais louco é que Morey insistia: “Sentimos que somos um time profundo”. Profundo onde, cara? Os caras terminaram em 23º lugar tanto em frequência de arremessos de 3 quanto em aproveitamento. Rebote defensivo então… nem vou comentar.

    A herança que sobrou

    E aí que tá — mandaram o Jared McCain embora pro Thunder no deadline e não trouxeram ninguém que prestasse. Converteram alguns contratos de two-way pra padrão (Barlow e Jabari Walker), assinaram com Cameron Payne e depois dispensaram porque ele se machucou.

    Quem assumir vai herdar um time com quatro jogadores muito bons, mas com buracos gigantes no resto do elenco. E aí, será que conseguem arrumar isso a tempo? Ou vão fazer mais uma temporada frustrante desperdiçando os últimos anos bons do Embiid?

    Uma coisa é certa: não vai ser fácil. Mas pelo menos tem material pra trabalhar — se souber usar direito.

  • Maxey detona invasão dos Knicks: ‘É uma merda absoluta’

    Maxey detona invasão dos Knicks: ‘É uma merda absoluta’

    Cara, eu não sei vocês, mas quando vi as imagens do Xfinity Mobile Arena ontem à noite, quase cuspi minha cerveja na TV. Laranja e azul dominando COMPLETAMENTE a casa dos Sixers. E o Tyrese Maxey? O cara não teve papas na língua pra falar o que todo mundo tava pensando.

    “É uma merda absoluta, se eu for honesto”, disparou o armador depois da eliminação por 144-114. “É uma merda mesmo. É tudo que posso dizer sobre isso, cara.”

    E olha, eu entendo a revolta dele. Imagina você jogando em casa e ouvindo mais gritos da torcida adversária do que da sua própria? É de partir o coração mesmo.

    A invasão orange foi surreal

    Os torcedores dos Knicks simplesmente lotaram a Filadélfia. E não foram poucos não — a galera fez barulho como se fosse no Madison Square Garden. O próprio Maxey admitiu: “Parecia mais alto aqui pra eles do que no Garden”.

    Mano, isso dói. Principalmente depois do Joel Embiid ter implorado pros torcedores dos Sixers não venderem os ingressos após a série contra Boston. “Não vendam seus ingressos. Isso é maior que vocês. Precisamos de vocês”, disse o Processo. Mas não adiantou nada.

    Os Sixers até tentaram restringir a venda de ingressos pra residentes da Grande Filadélfia e doaram 500 ingressos pra comunidades locais. Só que essa restrição só valia no Ticketmaster — StubHub e SeatGeek tavam liberados. E com ingressos chegando a mais de 1.000 dólares nas cadeiras de baixo, a galera dos Knicks topou pagar e fazer a viagem.

    25 anos de sofrimento continuam

    Sinceramente? Esse é só mais um capítulo na saga de sofrimento dos Sixers. 25 anos sem passar das semifinais de conferência. Vinte e cinco! A última vez foi com o AI levando o time até as Finais em 2001.

    E agora os caras levaram uma surra de 119 pontos de saldo negativo na série toda. Quatro jogos, quatro derrotas. É de doer mesmo.

    Vocês acham que os Sixers conseguem reverter essa situação na próxima temporada? Porque do jeito que tá, parece que nem em casa eles têm sossego. O Maxey tem razão — isso realmente sucks mesmo.

  • Maxey não desiste: ’76ers têm que jogar com orgulho’

    Maxey não desiste: ’76ers têm que jogar com orgulho’

    Cara, eu sei que tá feio pra Philadelphia. 3 a 0 pra trás contra os Knicks nos playoffs? A situação não podia estar mais complicada. Mas olha só a mentalidade do Tyrese Maxey — o garoto simplesmente não abaixa a cabeça.

    Depois da derrota por 108 a 94 no jogo 3, quando todo mundo já tava preparando o obituário dos 76ers, o Maxey foi lá e disse exatamente o que eu queria ouvir de um jogador nessa situação:

    “É um grande desafio. Você tem que fazer acontecer. Ou você não joga com orgulho algum e toma uma varrida na sua própria casa na segunda rodada dos playoffs, ou você joga com orgulho e vence um jogo de cada vez.”

    Situação limite

    Olha, vou ser honesto com vocês: historicamente, sair de um 0-3 é quase impossível. Tipo, QUASE impossível mesmo. Mas se tem um cara que pode fazer o impossível acontecer, é exatamente esse tipo de jogador — alguém que encara a adversidade de frente.

    Maxey fez 17 pontos e 7 assistências no jogo 3. Não foram números espetaculares, mas o Kelly Oubre Jr. foi quem mais pontuou pelo time com 22. O problema é que contra os Knicks, que tão jogando um basquete sólido demais, isso não foi suficiente.

    Orgulho e mentalidade

    O que mais me impressiona é a mentalidade do garoto. Aos 23 anos, ele tá assumindo a liderança em um dos momentos mais difíceis que esse time pode passar. E vocês perceberam como ele colocou a questão? É sobre orgulho, sobre não aceitar ser varrido em casa.

    Sinceramente, eu não sei se os 76ers conseguem virar essa série — seria um dos maiores comebacks da história dos playoffs. Mas uma coisa eu sei: com esse tipo de mentalidade, pelo menos eles vão lutar até o último segundo.

    E aí, vocês acham que Philadelphia consegue pelo menos evitar a varrida? Ou os Knicks fecham em 4?

  • Embiid volta, mas não evita vexame: Sixers tomam 3×0 dos Knicks

    Embiid volta, mas não evita vexame: Sixers tomam 3×0 dos Knicks

    Olha, eu já vi muito vexame na NBA ao longo dos anos, mas isso que os Sixers estão fazendo nos playoffs é de cortar o coração. Perder de 108-94 para os Knicks no Game 3 e ficar atrás por 3×0 na série? Cara, isso dói até em quem não torce pro Philadelphia.

    A volta do Embiid era pra ser a salvação da pátria. O cara tinha perdido o jogo 2 e todo mundo esperando que ele chegasse cuspindo fogo. Mas não, né? 18 pontos em 7 de 17 arremessos, 6 rebotes, 5 assistências. Números até decentes no papel, mas quem viu o jogo sabe — ele não estava 100%. E quando seu melhor jogador não está inteiro nos playoffs, já era.

    Maxey sumiu quando mais precisavam

    Tyrese Maxey fez 17 pontos com 7 assistências, mas cara… 8 de 12 nos arremessos e mesmo assim a sensação é que ele ficou tímido demais no primeiro tempo. Nos playoffs não dá pra ficar esperando a bola chegar, tem que ir buscar. O moleque tem talento pra caramba, mas ainda precisa entender que às vezes você tem que ser egoísta no bom sentido.

    Paul George? Ah, o PG-13 fez jus ao apelido — sumiu após o primeiro quarto. 15 pontos em 6 de 18 arremessos. Pra um cara que veio justamente pra resolver esses jogos grandes, tá devendo muito. Kelly Oubre Jr. foi o cestinha do time com 22, mas não adianta nada quando o Jalen Brunson do outro lado faz 33 e comanda o show.

    Knicks dominaram de cabo a rabo

    Os Knicks começaram meio perdidos, levaram uma corridinha de 9×0 logo no início, mas depois foi só paulada. O Mitchell Robinson metendo uma enterrada por cima do Embiid deixou o Madison Square Garden pegando fogo. E quando a torcida de Nova York embala assim, complica.

    O mais frustrante? Os Sixers começaram bem defensivamente, forçaram 4 turnovers cedo, estavam fazendo o dever de casa. Mas aí relaxaram e os Knicks aproveitaram. Pegaram 4 rebotes ofensivos só no primeiro quarto e converteram em 10 pontos de segunda chance. É isso que diferencia time playoff de time que vai pescar em maio.

    Karl-Anthony Towns e Embiid estavam brigando tanto no garrafão que mais parecia luta livre. Pelo menos o KAT pegou 3 faltas cedo, mas não adiantou muito porque o Mitchell Robinson entrou e fez a festa também.

    E agora, dá pra virar?

    Sinceramente? 3×0 na NBA é praticamente sentença de morte. Só uma vez na história alguém conseguiu reverter um 3×0 nos playoffs (valeu, Celtics de 2008… ou era outra modalidade? Enfim, vocês entenderam o ponto). Os Sixers vão ter que fazer história se quiserem evitar a varrida.

    Nick Nurse tentou de tudo — colocou Adem Bona, Dominick Barlow, mexeu no quinteto. Mas quando seus principais jogadores não aparecem, não tem muito o que o técnico fazer. O Embiid claramente não estava 100%, o George some nos momentos decisivos e o Maxey ainda está aprendendo a ser a estrela que precisa ser.

    Vocês acham que ainda dá tempo de uma reação histórica? Ou já podem começar a planejar as férias em Philadelphia? Uma coisa é certa: se não conseguirem pelo menos ganhar o Game 4 em casa, vai ser uma das maiores decepções da temporada.

  • Sixers perdem mais uma pros Knicks: sem Embiid, time cansou no final

    Sixers perdem mais uma pros Knicks: sem Embiid, time cansou no final

    Cara, que frustração. Os Sixers perderam mais uma para os Knicks por 108-102 no Jogo 2, e agora estão 2-0 na série. Olha, foi muito melhor que o Jogo 1, isso é verdade, mas o resultado continua sendo o mesmo — derrota.

    O grande problema? Joel Embiid ficou de fora por causa de dores no quadril e tornozelo que só pioraram. Sem o cara mais importante do time, a missão já era difícil antes mesmo da bola subir.

    Paul George começou pegando fogo

    PG-13 decidiu assumir a responsa logo de cara. O veterano começou o jogo destruindo, marcando 11 pontos no primeiro quarto e acertando três bolas de 3. Por um momento ali, eu pensei “cara, esse pode ser o jogo da virada”.

    Mas aí a coisa esfriou. George terminou com 19 pontos, mas foi só 7 de 18 nos arremessos. Ainda assim, cinco triplos não é brincadeira, e defensivamente ele continuou sendo aquela presença que o time tanto precisa — 2 roubos de bola e 2 tocos.

    Maxey carregou o piano, mas cansou

    Tyrese Maxey foi simplesmente monstro na primeira parte do jogo. O garoto marcou 13 pontos só no segundo quarto e chegou ao intervalo com 19, liderando todos os jogadores em quadra.

    O problema? Maxey jogou quase 47 minutos. Quarenta e sete! Dá pra ver que ele foi murchando conforme o jogo avançava. No final, estava visivelmente cansado e começou a errar coisas que normalmente acerta fácil.

    Terminou com 26 pontos, 6 assistências e 3 rebotes — números excelentes, mas a fadiga pesou demais nos momentos decisivos.

    E aqui que tá o problema: os Knicks têm muito mais profundidade no elenco. Quando nossos caras começaram a cansar, eles tinham gente fresca pra entrar e decidir a parada. Uma diferença de 6 pontos com 2 minutos no final foi suficiente pra selar o destino dos Sixers.

    Agora é hora de reagir em casa

    Sinceramente, não esperava que fosse ser fácil sem o Embiid, mas dói ver o time lutar tanto e não conseguir levar. Foram mais de 20 alternâncias na liderança durante três quartos — um jogaço de playoff de verdade.

    A realidade é que os Knicks são mais completos neste momento. Têm mais opções, mais fôlego, mais experiência nesse tipo de situação. Mas o Jogo 3 é em Philly na sexta, e vocês sabem como é jogar em casa nos playoffs.

    E aí, acham que os Sixers conseguem reagir? Ou essa série já tá praticamente decidida? Porque 0-3 não tem volta, né não.

  • Brunson elogia Bridges após travada épica em Maxey nos playoffs

    Brunson elogia Bridges após travada épica em Maxey nos playoffs

    Olha, eu sei que todo mundo tá falando dos 26 pontos do Jalen Brunson no Jogo 2 contra os Sixers. Mas o cara que realmente roubou a cena foi o Mikal Bridges — e até o próprio Brunson admitiu isso depois da partida.

    A mudança que definiu o jogo

    A situação tava feia no segundo quarto. O Tyrese Maxey tinha simplesmente explodido, fazendo 18 pontos em apenas um período. Aí que entra o plot twist: os Knicks colocaram o Bridges pra marcar o garoto dos Sixers. E cara… foi um show à parte.

    Maxey, que tinha começado destruindo, conseguiu fazer apenas 8 pontos pelo resto do jogo. Oito! E não foi sorte não — Bridges literalmente anulou o cara, forçando 4 turnovers no processo. Sinceramente, foi uma das melhores exibições defensivas que vi nos playoffs até agora.

    “Eles me marcaram de forma agressiva. Muito, muito agressiva. Não foi… uma marcação mole”, admitiu o próprio Maxey após a derrota. Dá pra sentir a frustração do rapaz.

    Brunson reconhece o trabalho do companheiro

    E aqui que entra a classe do Brunson. Mesmo tendo feito um jogaço, ele desviou toda atenção pra performance defensiva do Bridges. “O que tem sido mais consistente nele é sua rotina diária, fazendo as coisas que precisa fazer para estar pronto”, disse Brunson.

    Não é só papo furado não. Bridges terminou o jogo com números impressionantes: 18 pontos (quarto maior pontuador dos Knicks), 5 rebotes, 2 assistências, 1 toco e 1 roubo de bola. Completíssimo.

    O mais impressionante? Os Knicks conseguiram limitar os Sixers a apenas 12 pontos no último quarto. Doze pontos! Isso é defesa de playoff raiz, pessoal.

    E aí, vocês acham que os Knicks encontraram a fórmula pra parar o Maxey no restante da série? Porque se conseguirem manter essa intensidade defensiva, os Sixers vão ter problemas sérios.

  • Maxey perdeu a confiança no momento que mais precisava dos 76ers

    Maxey perdeu a confiança no momento que mais precisava dos 76ers

    Cara, que situação complicada essa do Tyrese Maxey. O garoto carregou os 76ers nas costas por praticamente a temporada toda, e agora, no momento que mais precisava mostrar serviço — sem o Joel Embiid em quadra — ele admitiu que perdeu a confiança.

    Foi no Jogo 2 contra os Knicks, uma partida que o Philadelphia tinha que roubar jogando fora de casa. Maxey jogou absurdos 47 minutos (isso mesmo, quarenta e sete!), fez 26 pontos, mas quando a coisa apertou no último quarto, conseguiu apenas 5 pontos. O resultado? Derrota por 108 a 102 e série empatada.

    O dedo machucado que mudou tudo

    O problema é que o Maxey machucou o dedo da mão direita durante o jogo, e isso mexeu completamente com a confiança dele. Depois da partida, ele foi honesto: admitiu que perdeu a segurança na hora de atacar a cesta e lidar com as marcações duplas dos Knicks.

    Olha, eu entendo a situação do garoto. Seis erros de ataque na noite, arremessando mal (9/23), com o time dependendo totalmente dele… É muita pressão pra um cara de 24 anos, por mais talentoso que seja.

    Cadê o apoio do elenco?

    Sinceramente, acho que os 76ers estão colocando uma responsabilidade desproporcional nos ombros do Maxey. Paul George precisa aparecer mais na criação das jogadas, o VJ Edgecombe tem que ajudar mais com a bola, e o Quentin Grimes precisa acordar urgente se quiser ver o time avançar.

    Com o Embiid fora (e nem sabemos quando volta), é impossível esperar que o Maxey resolva tudo sozinho. O Jogo 3 vai ser decisivo — literalmente vida ou morte para a temporada dos Sixers.

    E vocês, acham que o Maxey consegue se recuperar mentalmente a tempo? Porque só um dia de descanso entre os jogos não é suficiente pra curar machucado nem na confiança, nem no dedo.

  • Sixers lutam sem Embiid mas perdem pros Knicks: série fica 2-0

    Sixers lutam sem Embiid mas perdem pros Knicks: série fica 2-0

    Cara, que jogo doloroso pros fãs dos Sixers. O time foi lá no Madison Square Garden, lutou pra caramba sem o Joel Embiid, mas no final das contas perdeu por 108-102 e viu os Knicks abrirem 2-0 na série. E olha, eu tava torcendo pra essa virada sem o gigante…

    O Tyrese Maxey fez o que pôde — 26 pontos, jogou quase 50 minutos! Monstro. Paul George também apareceu com 19, assim como o Kelly Oubre Jr. O VJ Edgecombe, aquele rookie, contribuiu com 17. Mas sinceramente? Não foi suficiente contra um time dos Knicks que tá jogando um basquete coletivo absurdo.

    George começou voando, mas…

    O PG13 simplesmente resolveu começar o jogo em chamas — marcou 11 dos primeiros 13 pontos dos Sixers, acertando tudo que arremessou. Duas bolas de três seguidas do canto esquerdo, com aquela frieza que só ele tem. Aliás, o cara tá numa sequência impressionante: acertou pelo menos uma de três em TODOS os nove jogos dos playoffs. Na pós-temporada inteira, ele tá com 52,5% do perímetro. Absurdo.

    O Oubre também entrou quente no primeiro quarto, acertando duas de três do canto. Por um momento ali, pensei: “Será que rola a zebra?”

    Maxey fez ajustes, mas não bastou

    O que mais me impressionou foi ver como o Maxey mudou a postura depois daquele Game 1 apagado. O garoto foi mais agressivo, procurou mais o arremesso e até fez uns posts contra o Jose Alvarado — que tem só 1,83m, né? (risos)

    Ele também tentou algumas coisas diferentes quando os Knicks vinham com aquela pressão dupla no pick and roll. Às vezes rejeitava a tela, às vezes tentava passar no meio dos defensores. Arriscado? Sim. Mas quando você tá sem seu pivô estrela, tem que improvisar.

    O problema é que o Maxey não conseguiu manter o nível alto o jogo todo, e ainda cometeu 6 turnovers dos 18 do time. Os Knicks, espertos, tiveram só 13.

    A real sobre jogar sem Embiid

    Olha, vou ser sincero: não dá pra competir no mais alto nível sem o Joel. O cara tava fora por lesões no tornozelo e quadril direitos, e fez uma falta danada. O Andre Drummond começou no lugar dele, mas logo cedo tanto ele quanto o Adem Bona estavam cheios de faltas.

    Os Sixers agora têm 1-3 de aproveitamento nos playoffs sem o Embiid. E contra um time dos Knicks que tá com quatro caras marcando pelo menos 18 pontos — Jalen Brunson (26), OG Anunoby (24), Karl-Anthony Towns (20) e Mikal Bridges (18) —, fica praticamente impossível.

    Agora é torcer pra que o Joel volte pro Game 3, sexta à noite na Filadélfia. Porque sem ele, essa série pode acabar rápido demais. E aí, vocês acham que os Sixers conseguem reagir em casa?

  • Bridges e McBride travaram Maxey no Jogo 1 – será que a receita funciona?

    Bridges e McBride travaram Maxey no Jogo 1 – será que a receita funciona?

    Cara, uma das principais dúvidas antes da série começar era: quem diabos vai marcar o Tyrese Maxey? O garoto é um monstro, quebra qualquer marcação com aquela explosão dele.

    Josh Hart tinha passado a primeira rodada grudado no CJ McCollum dos Hawks. O OG Anunoby sempre pega os principais pontuadores adversários. Mas convenhamos — nem Hart nem OG têm pernas pra acompanhar a velocidade absurda do Maxey.

    A dupla que funcionou

    Aí entra o Mikal Bridges de volta ao seu papel natural: marcador principal. E quando ele saía, quem assumia era o Miles McBride. Resultado? Os dois simplesmente anularam o cara.

    “Isso foi gigantesco”, disse Josh Hart depois do treino. “Os dois obviamente são abençoados atleticamente para conseguir acompanhar ele, usar a fisicalidade, usar o comprimento a favor deles.”

    E os números não mentem: Maxey fez apenas 13 pontos com um aproveitamento péssimo de 3/9 nos arremessos de quadra. Errou todas as três tentativas do perímetro. Nenhum desses três acertos veio com Bridges ou McBride na marcação. Ainda por cima, perdeu 4 bolas.

    Treze pontos! O cara que vinha fazendo 26.9 de média contra os Celtics na primeira rodada, acertando 46.4% dos arremessos e 41.8% das bolas de três.

    Trabalho em equipe

    McBride foi humilde na análise: “Sinto que o time todo estava focado, honestamente. O Mikal começou muito bem na marcação e depois eu entrei, mas teve momentos que outros caras marcaram ele, e todas as nossas antenas estavam ligadas para marcar ele como equipe.”

    Os Knicks claramente estudaram bem o jogo. Sempre tinham um segundo defensor pronto pra ajudar quando o Maxey tentava alguma coisa no pick-and-roll. Foram duros com ele fisicamente — do jeito que tem que ser nos playoffs.

    O único problema foi que ele conseguiu ir à linha de lance livre 7 vezes, convertendo todas. Isso é perigoso.

    Maxey vai voltar com tudo?

    Olha, eu sinceramente acho que o técnico Mike Brown tem razão quando fala que o Maxey vai ser mais agressivo no Jogo 2. O garoto ficou meio sumido durante longas sequências — só fez sua primeira cesta no segundo quarto. Nove arremessos foram disparadamente o menor número dele nos playoffs.

    “Sabemos que o Maxey vai ser mais agressivo”, disse Brown. “Então temos que estar mais alerta do que estivemos no último jogo.”

    E vocês acham que os 76ers não vão ter um plano B? Claro que vão tentar outras coisas pra liberar o cara. Porque se ele jogar mal de novo como no Jogo 1, podem esquecer a série.

    Mas nos Bridges e McBride, os Knicks podem ter encontrado a fórmula. Dois caras com físico, comprimento e velocidade pra incomodar. A questão é: será que conseguem manter esse nível por uma série inteira? Isso que vai decidir tudo.

  • Maxey não se abala após massacre dos Knicks: ‘É só um jogo’

    Maxey não se abala após massacre dos Knicks: ‘É só um jogo’

    Olha, se você viu o jogo dos Sixers ontem, provavelmente ainda está se recuperando do trauma. 137 a 98. Uma verdadeira surra histórica dos Knicks no Madison Square Garden que deixou qualquer fã de Philly com vontade de esconder a cara no travesseiro.

    Mas o Tyrese Maxey? Cara parece zen total depois dessa pancadaria toda.

    A filosofia do ‘tanto faz’

    O garoto simplesmente ecoou o que o técnico Nick Nurse falou no pós-jogo — e sinceramente, eu admiro a frieza deles. “Como ele (Nurse) disse, não importa se perdemos por 7 ou por 70. Eles ganharam um jogo, nós perdemos um”, disse Maxey com uma tranquilidade que eu jamais conseguiria ter depois de levar 40 pontos de diferença.

    Quarenta pontos, gente. QUARENTA. Os Knicks fizeram história virando o primeiro time da era moderna a abrir 30+ pontos de vantagem em três jogos consecutivos dos playoffs. É o tipo de estatística que você não quer ver o seu time fazendo parte.

    A realidade crua dos números

    O Maxey, que havia sido um monstro no Jogo 7 contra os Celtics com 30 pontos, simplesmente desapareceu. Apenas 13 pontos com 3/9 nos arremessos e ainda por cima liderou em turnovers com quatro perdas de bola. Cara, o Jalen Brunson fez 27 pontos só no primeiro tempo — mais que o dobro do que o Maxey fez no jogo inteiro.

    Os números são brutais: Sixers com 41% de aproveitamento nos arremessos enquanto os Knicks acertaram absurdos 63%, incluindo 19 de 37 do perímetro. É daquelas noites que simplesmente nada entra de um lado e tudo entra do outro.

    Paul George tentou manter a mesma postura, mas 17 pontos numa eliminatória não é exatamente o que você espera de um cara que ganha o que ele ganha, né?

    E agora, José?

    A verdade é que essa mentalidade do “é só um jogo” até pode funcionar psicologicamente, mas os ajustes precisam vir rápido. Jogo 2 é quarta-feira, ou seja, praticamente amanhã no tempo dos playoffs.

    Vocês acham que os Sixers conseguem se recuperar dessa humilhação? Porque olhando friamente, os Knicks estão jogando um basquete que lembra muito aqueles times que simplesmente engrenam nos playoffs e não param mais.

    Uma coisa eu tenho certeza: se rolar outro jogo como esse, não vai adiantar filosofia zen nenhuma. Vai ser tchau e obrigado para Philly.