Tag: Tyrese Maxey

  • Maxey finalmente conseguiu! Primeiro All-NBA da carreira chegou

    Maxey finalmente conseguiu! Primeiro All-NBA da carreira chegou

    Cara, eu sempre acreditei que esse dia chegaria. Tyrese Maxey acabou de ser selecionado para o All-NBA Third Team de 2025-26 — primeira vez na carreira dele. E olha, não podia estar mais feliz por esse moleque.

    Do 21º pick do draft para um dos 15 melhores da liga. Essa é a história do Maxey, que dividiu o terceiro time com Jalen Duren, Chet Holmgren, Jalen Johnson e Jamal Murray. Uma companhia e tanto, diga-se de passagem.

    Os números que convenceram todo mundo

    Os números do garoto foram simplesmente absurdos: 28.3 pontos, 6.6 assistências, 4.1 rebotes e 1.9 roubos de bola por jogo. Ah, e liderou a NBA em minutos jogados por partida — o cara literalmente não saía de quadra. Aproveitamento de 46.2% nos arremessos de quadra, 36.7% nas bolas de três e 89.2% nos lances livres.

    Sinceramente? Eu acho que ele merecia estar no segundo time. No início da temporada, o monstro estava fazendo média de 32 pontos nos primeiros 45 dias. Depois deu uma esfriada — normal, né? Ninguém aguenta carregar um time nas costas o ano inteiro.

    Primeiro Sixer desde Ben Simmons

    Maxey se tornou o primeiro jogador do Philadelphia 76ers a ganhar uma vaga no All-NBA desde Joel Embiid em 2023 (ano do MVP dele). E se a gente não contar o Embiid, o último foi Ben Simmons lá em 2019-20. Ou seja, fazia tempo que Philly não tinha duas estrelas no All-NBA ao mesmo tempo.

    O que me impressiona é como ele conseguiu manter esse nível mesmo com aquela lesão no dedo em março. Por um momento, achei que ele ia perder a marca de 65 jogos necessária para concorrer aos prêmios. Mas voltou uma semana antes do previsto e ainda ajudou o time no Play-In — porque obviamente o Embiid se machucou de novo bem antes dos playoffs (clássico).

    Vocês acham que ele consegue repetir a dose ano que vem? Porque se fizer outro All-NBA em 2026-27, aí sim a coisa fica interessante — ele vai poder assinar o Super-Max com os Sixers. Estamos falando de uma grana absurda.

    Olha, eu sempre defendi que o Maxey tinha potencial para ser uma estrela. Desde aqueles primeiros jogos como reserva, dava pra ver que o garoto tinha algo especial. Agora é oficial: ele não é mais só uma promessa, é realidade. E que realidade!

  • Maxey na seleção All-NBA! Terceiro time, mas que temporadão

    Maxey na seleção All-NBA! Terceiro time, mas que temporadão

    Galera, o Tyrese Maxey finalmente conseguiu! O cara foi selecionado para o All-NBA Third Team da temporada 2025-26. E olha, sinceramente? Merecia estar no segundo time, mas vamos celebrar mesmo assim.

    O armador dos Sixers recebeu 60 votos para o terceiro time e 36 para o segundo — não foi por pouco que ficou fora da seleção mais alta. Dividiu o terceiro time com Jamal Murray, Jalen Johnson, Chet Holmgren e Jalen Duren. Time forte, viu?

    Números de monstro na temporada

    Maxey simplesmente liderou a NBA em minutos jogados (38.0 por jogo) — o cara não parava! E terminou em quinto lugar em pontos por jogo com 28.3. Isso sem falar nos recordes pessoais: 6.6 assistências, 4.1 rebotes e 1.9 roubos de bola por partida.

    Ah, e aquele jogo contra os Bucks em novembro? 54 pontos em overtime. CINQUENTA E QUATRO! Foi absolutamente insano. O maluco chegou aos 40 pontos cinco vezes na temporada e teve menos de 20 pontos em apenas sete jogos dos 70 que disputou. Consistência é o nome do jogo.

    O que isso significa para os Sixers?

    Essa é a primeira vez desde Joel Embiid (que levou o MVP em 2022-23) que um jogador dos Sixers entra no All-NBA. Mostra que Maxey realmente deu o salto que todo mundo esperava dele.

    E olha que nos playoffs a coisa ficou mais difícil — ele jogou com o dedinho machucado e a produção caiu na série contra os Knicks. Mas cara, ainda assim ajudou na virada épica contra os Celtics na primeira rodada. Média de 23.7 pontos, 5.9 assistências e 4.0 rebotes nos playoffs não é brincadeira.

    O próprio Maxey admitiu que precisa melhorar o jogo sem bola. “Próximo ano quero fazer algumas coisas sem a bola e não ficar sempre na frente da defesa”, disse ele. É inteligente demais esse moleque.

    Com VJ Edgecombe chegando como finalista do Rookie of the Year, a dupla promete dar muito trabalho. Vocês acham que os Sixers finalmente conseguem dar o próximo passo com essa dupla? Eu tô começando a acreditar, não vou mentir.

  • VJ-Maxx é a luz no fim do túnel para os Sixers em crise

    VJ-Maxx é a luz no fim do túnel para os Sixers em crise

    Cara, os Philadelphia Sixers estão um caos completo. Time eliminado no primeiro round pelos Knicks, Daryl Morey saindo, futuro do técnico incerto… mas sinceramente? Eu não tô nem um pouco preocupado com o futuro dessa franquia. E sabe por quê?

    VJ Edgecombe e Tyrese Maxey.

    Lembram quando a galera tava brigando sobre quem pegar com a terceira escolha do Draft 2025? Muita gente questionando se o VJ era a escolha certa vindo de Baylor. Teve até quem especulou sobre trocar o Maxey depois que o Orlando Magic pagou uma fortuna pelo Desmond Bane. Olha só como as coisas mudaram.

    O rookie que ninguém esperava

    Edgecombe teve uma temporada de estreia simplesmente absurda. 16.0 pontos, 5.6 rebotes, 4.2 assistências e 1.4 roubos por jogo. Mais de 43% nos arremessos e quase 36% das três. Para um moleque de 20 anos? Isso é coisa de monstro.

    E não foi só estatística não. O garoto foi eleito para o First Team All-Rookie e ficou em terceiro no Rookie of the Year – numa classe de draft lotada de talento e jogando num time que foi pros playoffs. Isso aí é currículo de craque.

    “Ele foi excepcional”, falou Maxey depois da eliminação. “Essa é a palavra que posso usar, excepcional. Muitos caras na NBA queriam ter uma temporada como a dele.”

    A dupla que funciona de verdade

    O que mais me impressiona é como esses dois se encaixaram naturalmente. Maxey poderia ter ficado receoso com um rookie pegando tanto protagonismo, mas foi o contrário. Virou uma sociedade perfeita.

    Edgecombe sempre defletindo os elogios, falando do trabalho duro, dando crédito pros companheiros. Igual o Maxey faz. É química pura, e vocês podem ter certeza que isso não acontece por acaso.

    “Desde o primeiro dia, antes mesmo de saber que ia ser draftado aqui, ele me recebeu de braços abertos”, disse VJ sobre Maxey. “Tenho aprendido com ele desde então.”

    Até o Embiid tá impressionado: “VJ é o próximo. Filadélfia acertou em cheio com ele. Esse cara é diferente, e isso foi só o primeiro ano.”

    O futuro é agora

    Enquanto todo mundo fica especulando sobre as mudanças que vêm por aí nos Sixers, eu fico tranquilo sabendo que essa dupla VJ-Maxx vai estar lá. Os dois já falaram sobre trabalhar juntos no verão – Maxey quer jogar mais sem bola para dar espaço pro rookie desenvolver, e o VJ quer pegar mais a bola para tirar pressão do Maxey.

    Essa é a mentalidade que você quer ver: dois caras jovens, talentosos, que se respeitam e querem crescer juntos. Em meio ao caos organizacional dos Sixers, pelo menos eles acertaram onde realmente importa.

    E aí, vocês acham que essa dupla tem potencial para levar Filadélfia de volta ao topo? Eu, sinceramente, já tô comprando a ideia.

  • Vince Rozman deveria assumir o comando dos Sixers? Cara, eu acho que sim!

    Vince Rozman deveria assumir o comando dos Sixers? Cara, eu acho que sim!

    Olha, vou falar uma parada que talvez muita gente não saiba: o Vince Rozman pode ser exatamente o que os Sixers precisam para comandar essa bagunça toda. E eu não tô falando isso porque ele é bonito não — o cara tem currículo pra caramba.

    Pra quem não lembra (ou não acompanhava tanto na época), Rozman tava lá desde os tempos do Sam Hinkie, ajudando com o draft naqueles workouts que rolavam num ginásio minúsculo do PCOM. Imagina só: Ben Simmons fez workout dele lá! Era um lugar que não parecia nem de time de NBA, mas foi onde muita coisa boa saiu.

    Do scouting coordinator ao braço direito

    Cara, a trajetória do Rozman é impressionante mesmo. Começou como coordenador de scouts em 2006 (na era Billy King, imaginem só), foi promovido a diretor de operações de basquete em 2013 e nunca mais parou de subir. Mesmo com todas as mudanças na organização — Hinkie saindo, Bryan Colangelo chegando, aquela zona toda — ele sempre se manteve firme.

    E quando o Daryl Morey chegou em 2020? Foi o Rozman que teve que colocar o cara no ritmo antes do draft. Dois semanas! Vocês conseguem imaginar a pressão? “Olha Daryl, deixa eu te explicar aqui rapidinho nosso sistema inteiro e ainda preparar você pro draft que tá chegando.” Absurdo.

    O draft de 2020: obra-prima coletiva

    E olha que resultado saiu dessa parceria maluca. Aquele draft de 2020 foi simplesmente monstruoso. Conseguiram se livrar do Al Horford (que não encaixava mesmo), trouxeram Danny Green e Seth Curry, e — pasmem — draftaram o Tyrese Maxey na 21ª posição.

    Maxey! Na 21ª! Eu ainda fico em choque como 20 times passaram batido por ele. E o Rozman tava ali, no meio de tudo isso, fazendo a mágica acontecer nos bastidores.

    Agora o Bob Myers tá procurando alguém pra tocar o dia a dia dos Sixers, enquanto ele fica com as decisões “high-level”. A lista de candidatos tá extensa, cheio de gente com conexão dos Warriors, nomes badalados do mercado…

    Mas sinceramente? Rozman tem tudo pra ser o cara. Ele conhece a organização por dentro e por fora, tem experiência em draft (que é fundamental), e o mais importante: ele entende como construir um time. E convenhamos, com Maxey e VJ Edgecombe no backcourt, precisa de alguém que saiba o que tá fazendo.

    E aí, vocês acham que seria uma boa dar as chaves do castelo pro Rozman? Na minha opinião, seria um passo certeiro. O cara já provou que sabe trabalhar sob pressão e ainda por cima tem a confiança de quem realmente manja do assunto.

  • 76ers procura novo GM e quer ‘harmonia’ (será que vai dar certo?)

    76ers procura novo GM e quer ‘harmonia’ (será que vai dar certo?)

    Olha, os 76ers mandaram o Daryl Morey embora e agora tão procurando um novo gerente geral. E adivinha quem tá comandando essa busca? Bob Myers, o cara que construiu aquela dinastia dos Warriors. Interessante, né?

    Na entrevista coletiva de quinta-feira, Myers deixou bem claro o que ele tá procurando: “Você precisa de pessoas boas que estejam em harmonia”. Traduzindo: chega de ego inflado, queremos alguém que trabalhe em equipe.

    O fracasso de Morey ainda dói

    Vamos ser sinceros — seis temporadas, 270 vitórias contra 212 derrotas, cinco playoffs… mas nunca passou da segunda rodada. Nunca! E esse ano foi humilhante: tomaram uma varrida dos Knicks. Simplesmente não dá pra aceitar isso com o talento que o time tinha no papel.

    Myers quer fechar a contratação antes do Draft (que começa dia 23 de junho), mas prometeu não ter pressa. “Eu acredito muito em caráter e liderança”, disse ele. Tradução: nada de personalidades difíceis dessa vez.

    A nova realidade do elenco

    Aqui que fica interessante, galera. O novo GM vai herdar um time que agora gira em torno do Tyrese Maxey e VJ Edgecombe no garrafão — dois jovens talentos em vez de apostar tudo em veteranos caros como Embiid e Paul George.

    E convenhamos, faz sentido. Embiid vive no departamento médico (coitado, mas é a realidade), e Paul George levou 25 jogos de suspensão por violar a política antidrogas da liga. Que situação, hein?

    Myers fez a pergunta que não quer calar: “Esse modelo pode funcionar?” Sinceramente, eu acho que apostar na juventude pode ser o caminho. Maxey já mostrou que tem potencial pra ser um astro, e construir ao redor dele pode ser mais inteligente que tentar consertar veteranos problemáticos.

    A realidade de construir um campeão

    O Harris (dono do time) confirmou que vão continuar gastando além do luxury tax e que o técnico Nick Nurse fica. “Ele mereceu estar aqui”, disse Harris. Pelo menos uma boa notícia no meio dessa bagunça.

    Mas Myers, que conhece o que é ganhar título (quatro anéis com os Warriors), não pintou um cenário cor-de-rosa: “É preciso um grande nível de desconforto para ganhar um campeonato. Não existe varinha mágica. Isso exige muito trabalho.”

    E aí, vocês acham que os 76ers conseguem encontrar esse GM perfeito que vai trazer “harmonia” pro time? Porque sinceramente, depois de tantos anos de frustração, a torcida da Filadélfia merece algo melhor que segundas rodadas de playoff.

  • O que fazer com PG? Novo chefe dos Sixers tem pepino nas mãos

    O que fazer com PG? Novo chefe dos Sixers tem pepino nas mãos

    Cara, que situação complicada pros Sixers, né? Com o Daryl Morey saindo da presidência de operações de basquete, quem quer que o Bob Myers trouxer pro cargo vai ter que lidar com uma batata quente chamada Paul George.

    O veterano de 36 anos vai embolsar 54.1 milhões na próxima temporada e ainda tem uma opção de jogador de 56.5 milhões em 2027-28 — que obviamente ele vai exercer. Olha, é muito dinheiro pra um cara que já passou dos 35, não vou mentir.

    PG voltou a jogar bola depois da suspensão

    Mas aqui que a coisa fica interessante. Depois de cumprir aquela suspensão de 25 jogos (que história bizarra aquela, né?), o Paul George voltou a jogar num nível bem decente. Contra o Boston nos playoffs, o cara fez 16.4 pontos por jogo, 49.3% de três e ainda defendeu bem o Tatum e o Jaylen Brown.

    Ele mesmo admitiu que finalmente conseguiu se recuperar daquela lesão no joelho que tava atrapalhando: “Este verão, a fase de reabilitação ficou pra trás, então posso ter um verão de verdade melhorando meu jogo”.

    Sinceramente? Achei que ele não ia mais conseguir voltar a esse nível. Mas o monstro provou que ainda tem lenha pra queimar.

    Trocar ou não trocar? Eis a questão

    Agora vem o dilema do novo executivo. PG não é mais visto como um dos piores contratos da liga — o que abre possibilidades. Será que rola uma troca pra trazer múltiplos jogadores e melhorar a profundidade do elenco?

    A dupla Tyrese Maxey e VJ Edgecombe representa o futuro da franquia. Faz sentido manter um veterano carão que combina bem com eles, ou é melhor apostar em peças mais jovens que se alinhem melhor com o timeline desses caras?

    Paul George deixou claro que curtiu Philadelphia: “Foi incrível. Torcedores incríveis, me apoiaram em todos os altos e baixos”. Mas né, no final das contas quem decide não é ele.

    Na minha visão, o mais provável é ele ficar mesmo. Dois anos não é uma eternidade, e se conseguir manter esse nível dos playoffs, pode ser uma peça valiosa enquanto Maxey e Edgecombe se desenvolvem. Mas e vocês, acham que os Sixers devem tentar uma troca ou apostar na recuperação total do PG?

  • PG13 virou moeda de troca mais fácil que Embiid nos Sixers

    PG13 virou moeda de troca mais fácil que Embiid nos Sixers

    Olha só que reviravolta interessante rolando na Philadelphia. Depois de uma temporada frustrante, Paul George aparentemente virou o cara mais “vendável” do Big Three dos Sixers — mais até que Joel Embiid. Quem diria, né?

    Segundo fontes de executivos da liga, o PG13 conseguiu recuperar seu valor de mercado de uma forma que o Embiid simplesmente não consegue. E o motivo é bem óbvio quando você para pra pensar: as lesões constantes do pivô camerunês fazem qualquer negociação virar uma dor de cabeça.

    O problema do Embiid é real

    Cara, eu acompanho a carreira do Embiid desde que ele chegou na liga, e é impressionante como as lesões viraram uma constante na vida dele. Os executivos estão ligados nisso — ninguém quer trocar por um cara que você nunca sabe se vai estar disponível nos playoffs. Sem contar aquela extensão de 3 anos e 188 milhões que começa agora. É muito dinheiro pra muito risco.

    Enquanto isso, o George tá numa situação bem diferente. Aos 36 anos, ele tem apenas uma temporada garantida (54.1 milhões em 2026-27) e uma opção de jogador de 56.6 milhões no ano seguinte. Isso dá margem pra qualquer time interessado negociar uma extensão com valores menores se ele topar abrir mão da opção.

    PG13 mostrou que ainda tem lenha na fogueira

    E aqui que fica interessante: depois de pegar uma suspensão de 25 jogos por substância proibida (que situação, hein?), o George voltou pegando fogo. Nos playoffs, o cara acertou 49.2% das bolas de três. Quarenta e nove vírgula dois por cento! Isso é absurdo pra qualquer jogador, imagine pra um veterano de 36 anos.

    A defesa, o passe, o arremesso — tudo funcionando ainda. Sinceramente, eu achava que ele tava acabado depois daquela saída conturbada dos Clippers, mas o maluco provou que ainda tem jogo.

    O benchmark de mercado que tão usando é a troca do Trae Young pro New Orleans. Os Hawks receberam só o CJ McCollum, o Corey Kispert e nem picks de draft levaram. Se o preço do George ficar nessa faixa, vários times vão se interessar — principalmente aqueles precisando de um veterano pra fechar o quebra-cabeça.

    Philadelphia virou refém dos próprios contratos

    O mais irônico disso tudo? Segundo os executivos, aquela extensão do Embiid foi justamente pra convencer o George a assinar como agente livre em 2024. Na época fez sentido total, mas agora os Sixers tão presos com dois contratos complicadíssimos e pouco resultado nos playoffs pra mostrar.

    Vocês acham que Philadelphia deveria mesmo pensar em reconstruir em volta do Tyrese Maxey? Porque se for pra ser sincero, o garoto tem potencial pra ser uma estrela de verdade — e não vem com o histórico de lesões que assombra o Embiid.

    Uma coisa é certa: se eu fosse GM de algum time precisando de um ala veterano pra uma campanha de playoffs, estaria de olho no George. O cara ainda joga bola e o preço pode estar bem acessível.

  • Sixers demitem Morey: quem vai resolver essa bagunça toda?

    Sixers demitem Morey: quem vai resolver essa bagunça toda?

    Cara, que bomba essa dos Sixers! Daryl Morey não é mais o presidente de operações de basquete da franquia. E olha, sinceramente? Não sei se fico surpreso ou não — o cara fez algumas jogadas boas, mas também deixou uns buracos enormes no elenco.

    Lembra da primeira noite de draft do Morey em 2020? O monstro draftou Tyrese Maxey, Isaiah Joe e Paul Reed, trocou aquelas âncoras do Al Horford e Josh Richardson, trouxe Danny Green e Seth Curry. Resultado? 49-23 na temporada regular, melhor da Conferência Leste. Não foi pouca coisa.

    Bob Myers assume e o relógio tá correndo

    Agora quem vai liderar a busca pelo substituto é Bob Myers — e cara, a pressão tá gigante. O draft da NBA é dias 23 e 24 de junho, e a agência livre começa logo depois. Quem vier vai ter que trabalhar correndo.

    E olha, não é que a situação esteja desesperadora. Maxey com 25 anos jogando como um superstar, VJ Edgecombe tendo uma temporada de rooky absurda. Joel Embiid e Paul George foram fundamentais naquela virada histórica de 3-1 contra os Celtics no primeiro round. Isso aí ninguém tira.

    “Temos alguns jogadores que são quase intocáveis nesta liga: Tyrese, Joel, VJ, Paul”, disse Morey em fevereiro. “Gostamos do nosso núcleo.” Bom, pelo menos isso ele acertou.

    Mas os problemas são reais demais

    Só que não dá pra ignorar os elefantes na sala. Embiid tá otimista com o joelho esquerdo, mas cara… o cara tem 32 anos e vive machucado. É uma tempestade de lesões que não para nunca. E o Paul George? Fez 36 anos nos playoffs. A matemática é cruel com jogadores dessa idade.

    Descendo mais no elenco, a coisa fica feia. Kelly Oubre Jr. e Quentin Grimes foram os únicos outros a jogarem mais de 13 minutos nos playoffs — e os dois vão ser agentes livres. Depois deles? Andre Drummond, Adem Bona, Dominick Barlow e Justin Edwards. Vocês acham que isso é profundidade de verdade?

    O mais louco é que Morey insistia: “Sentimos que somos um time profundo”. Profundo onde, cara? Os caras terminaram em 23º lugar tanto em frequência de arremessos de 3 quanto em aproveitamento. Rebote defensivo então… nem vou comentar.

    A herança que sobrou

    E aí que tá — mandaram o Jared McCain embora pro Thunder no deadline e não trouxeram ninguém que prestasse. Converteram alguns contratos de two-way pra padrão (Barlow e Jabari Walker), assinaram com Cameron Payne e depois dispensaram porque ele se machucou.

    Quem assumir vai herdar um time com quatro jogadores muito bons, mas com buracos gigantes no resto do elenco. E aí, será que conseguem arrumar isso a tempo? Ou vão fazer mais uma temporada frustrante desperdiçando os últimos anos bons do Embiid?

    Uma coisa é certa: não vai ser fácil. Mas pelo menos tem material pra trabalhar — se souber usar direito.

  • Maxey detona invasão dos Knicks: ‘É uma merda absoluta’

    Maxey detona invasão dos Knicks: ‘É uma merda absoluta’

    Cara, eu não sei vocês, mas quando vi as imagens do Xfinity Mobile Arena ontem à noite, quase cuspi minha cerveja na TV. Laranja e azul dominando COMPLETAMENTE a casa dos Sixers. E o Tyrese Maxey? O cara não teve papas na língua pra falar o que todo mundo tava pensando.

    “É uma merda absoluta, se eu for honesto”, disparou o armador depois da eliminação por 144-114. “É uma merda mesmo. É tudo que posso dizer sobre isso, cara.”

    E olha, eu entendo a revolta dele. Imagina você jogando em casa e ouvindo mais gritos da torcida adversária do que da sua própria? É de partir o coração mesmo.

    A invasão orange foi surreal

    Os torcedores dos Knicks simplesmente lotaram a Filadélfia. E não foram poucos não — a galera fez barulho como se fosse no Madison Square Garden. O próprio Maxey admitiu: “Parecia mais alto aqui pra eles do que no Garden”.

    Mano, isso dói. Principalmente depois do Joel Embiid ter implorado pros torcedores dos Sixers não venderem os ingressos após a série contra Boston. “Não vendam seus ingressos. Isso é maior que vocês. Precisamos de vocês”, disse o Processo. Mas não adiantou nada.

    Os Sixers até tentaram restringir a venda de ingressos pra residentes da Grande Filadélfia e doaram 500 ingressos pra comunidades locais. Só que essa restrição só valia no Ticketmaster — StubHub e SeatGeek tavam liberados. E com ingressos chegando a mais de 1.000 dólares nas cadeiras de baixo, a galera dos Knicks topou pagar e fazer a viagem.

    25 anos de sofrimento continuam

    Sinceramente? Esse é só mais um capítulo na saga de sofrimento dos Sixers. 25 anos sem passar das semifinais de conferência. Vinte e cinco! A última vez foi com o AI levando o time até as Finais em 2001.

    E agora os caras levaram uma surra de 119 pontos de saldo negativo na série toda. Quatro jogos, quatro derrotas. É de doer mesmo.

    Vocês acham que os Sixers conseguem reverter essa situação na próxima temporada? Porque do jeito que tá, parece que nem em casa eles têm sossego. O Maxey tem razão — isso realmente sucks mesmo.

  • Maxey não desiste: ’76ers têm que jogar com orgulho’

    Maxey não desiste: ’76ers têm que jogar com orgulho’

    Cara, eu sei que tá feio pra Philadelphia. 3 a 0 pra trás contra os Knicks nos playoffs? A situação não podia estar mais complicada. Mas olha só a mentalidade do Tyrese Maxey — o garoto simplesmente não abaixa a cabeça.

    Depois da derrota por 108 a 94 no jogo 3, quando todo mundo já tava preparando o obituário dos 76ers, o Maxey foi lá e disse exatamente o que eu queria ouvir de um jogador nessa situação:

    “É um grande desafio. Você tem que fazer acontecer. Ou você não joga com orgulho algum e toma uma varrida na sua própria casa na segunda rodada dos playoffs, ou você joga com orgulho e vence um jogo de cada vez.”

    Situação limite

    Olha, vou ser honesto com vocês: historicamente, sair de um 0-3 é quase impossível. Tipo, QUASE impossível mesmo. Mas se tem um cara que pode fazer o impossível acontecer, é exatamente esse tipo de jogador — alguém que encara a adversidade de frente.

    Maxey fez 17 pontos e 7 assistências no jogo 3. Não foram números espetaculares, mas o Kelly Oubre Jr. foi quem mais pontuou pelo time com 22. O problema é que contra os Knicks, que tão jogando um basquete sólido demais, isso não foi suficiente.

    Orgulho e mentalidade

    O que mais me impressiona é a mentalidade do garoto. Aos 23 anos, ele tá assumindo a liderança em um dos momentos mais difíceis que esse time pode passar. E vocês perceberam como ele colocou a questão? É sobre orgulho, sobre não aceitar ser varrido em casa.

    Sinceramente, eu não sei se os 76ers conseguem virar essa série — seria um dos maiores comebacks da história dos playoffs. Mas uma coisa eu sei: com esse tipo de mentalidade, pelo menos eles vão lutar até o último segundo.

    E aí, vocês acham que Philadelphia consegue pelo menos evitar a varrida? Ou os Knicks fecham em 4?