Tag: UConn

  • Duke fecha parceria histórica com Amazon e vai jogar 3 jogos no Prime

    Duke fecha parceria histórica com Amazon e vai jogar 3 jogos no Prime

    Olha, quando eu li essa notícia quase derrubei o café. Duke firmou uma parceria com a Amazon que vai colocar três jogos da temporada no Prime Video. É isso mesmo — o time de basquete universitário mais tradicional dos EUA agora vai estar na mesma plataforma onde você assiste The Boys.

    E não são jogos qualquer, não. O cronograma é de dar água na boca:

    • UConn no dia 25 de novembro
    • Michigan em 21 de dezembro
    • Gonzaga no dia 20 de fevereiro

    Todos em quadra neutra, o que significa ambiente totalmente diferente do Cameron Indoor Stadium. Vai ser interessante ver como os Blue Devils se saem longe de casa, especialmente contra esses adversários pesados.

    Mais que streaming: oportunidades para os atletas

    O que me chamou mais atenção foi que a parceria vai além dos jogos. Os jogadores vão poder promover as partidas e ter oportunidades de receita através do NIL (Name, Image, Likeness). Isso é revolucionário, gente.

    Nina King, diretora atlética de Duke, não escondeu o entusiasmo: “Como o primeiro parceiro de esportes universitários do Prime Video, essa colaboração não só expande o alcance global do basquete masculino de Duke, mas também cria oportunidades significativas para nossos atletas”.

    Sinceramente, acho genial. O basquete universitário precisa dessa inovação para competir com a NBA pela atenção dos fãs.

    Uma jogada de mestre ou aposta arriscada?

    Por um lado, é incrível ver Duke sendo pioneira nessa parceria. Amazon tem alcance mundial e isso pode expor o programa para uma audiência completamente nova. Por outro, será que os fãs tradicionais vão curtir ter que assinar mais um serviço só pra acompanhar três jogos?

    E aí, vocês acham que outras universidades vão seguir o exemplo? Porque se der certo, pode ser o início de uma revolução no modo como consumimos basquete universitário.

    Uma coisa é certa: Duke continua sendo Duke — sempre um passo à frente quando o assunto é inovação. Agora é torcer para que os jogos sejam tão bons quanto a ideia por trás dessa parceria.

  • Braylon Mullins fica em UConn – decisão inteligente ou perdeu o timing?

    Braylon Mullins fica em UConn – decisão inteligente ou perdeu o timing?

    Braylon Mullins decidiu ficar mais um ano em UConn ao invés de se declarar para o Draft da NBA de 2025. E sinceramente? Acho que foi a decisão certa, mesmo que parte de mim quisesse ver o garoto testando as águas da liga.

    O cara estava sendo cotado como uma das principais promessas para sair mais cedo – a ESPN colocou ele na 17ª posição da lista dos Top 100 prospects. Ou seja, tinha tudo pra ser escolhido entre o final da loteria e meio da primeira rodada. Não é pouca coisa pra um calouro.

    Os números da temporada de estreia

    Como freshman, Mullins jogou 33 partidas pelos Huskies e teve médias bem sólidas: 12 pontos e 3.5 rebotes por jogo. Pra um garoto de 1,98m que ainda tá se adaptando ao ritmo universitário, são números que mostram potencial absurdo.

    Mas olha só – ficar mais um ano pode ser jogada de mestre. O Draft de 2027 tá sendo visto como mais fraco que o de 2026, então com uma segunda temporada forte em Connecticut, ele pode subir muito no ranking e garantir uma posição ainda melhor.

    A estratégia por trás da decisão

    UConn não é qualquer programa, né? É uma máquina de formar jogadores pra NBA. Ficar lá significa desenvolver ainda mais o jogo, ganhar mais experiência e chegar na liga com muito mais bagagem.

    Claro que sempre existe o risco de lesão ou de ter uma temporada ruim, mas pra um jogador do talento dele, apostar em si mesmo faz todo sentido. E vocês, acham que ele tomou a decisão certa ou deveria ter tentado a sorte no Draft deste ano?

    Uma coisa é certa: vamos acompanhar de perto essa segunda temporada dele. Se mantiver a evolução, pode ser um dos nomes mais quentes pro Draft de 2027.

  • Michigan domina UConn e fatura o título da NCAA

    Michigan domina UConn e fatura o título da NCAA

    Cara, que temporada absurda do Michigan! Os Wolverines fecharam com chave de ouro uma campanha histórica ao bater UConn por 69-63 na final da NCAA de ontem à noite. E olha, desde novembro eu já sabia que esse time era diferente.

    Lembram quando Elliot Cadeau soltou aquela frase antes da final do Players Era Championship? “Somos o melhor time já montado”. Na época até pensei: “calma lá, garoto”. Aí os caras saíram de lá e destruíram Gonzaga por 40 pontos de diferença. Quarenta, gente. Foi aí que eu percebi: esse moleque não tava falando à toa.

    Cadeau brilha na decisão

    E na final nacional, quem mais ia ser o protagonista? Cadeau fechou com 19 pontos e levou o prêmio de Most Outstanding Player – mais que merecido. O cara simplesmente comandou Michigan durante toda essa campanha monstruosa.

    Sinceramente, desde aquela vitória sobre Gonzaga lá em novembro, Michigan foi simplesmente o time mais dominante do país. E vocês viram como eles jogaram ontem? Mesmo com UConn pressionando no final, os Wolverines mantiveram a frieza e fecharam a conta.

    Uma temporada para a história

    Olha, eu acompanho NCAA há anos e posso dizer: essa foi uma das campanhas mais impressionantes que já vi. Michigan entrou nessa temporada com expectativas altas, mas ninguém esperava esse nível de dominância.

    UConn até tentou uma reação no segundo tempo – e olha que eles são bicampeões nacionais, não é qualquer um. Mas Michigan tinha aquela confiança de time grande, sabe? Aquela tranquilidade de quem sabe que é superior.

    No final das contas, os Wolverines provaram que Cadeau tava certo desde o começo. Talvez eles realmente fossem “o melhor time já montado”. E aí, vocês acham que Michigan consegue repetir essa mágica ano que vem?

  • Lendeborg vai jogar machucado na final: ‘Vou estar em quadra’

    Lendeborg vai jogar machucado na final: ‘Vou estar em quadra’

    Cara, isso que é raça! Yaxel Lendeborg saiu machucado da semifinal contra o Arizona no sábado — lesão no ligamento do joelho E torção no tornozelo — e mesmo assim já garantiu: vai encarar UConn na grande final de segunda.

    “Eu vou estar naquela quadra naquele jogo”, disse o pivô do Michigan. E olha, pelo jeito que ele falou, não tem discussão.

    Jogou machucado e ainda fez a diferença

    O mais impressionante é que o cara jogou apenas 14 minutos contra o Arizona (duas faltas bobas no início) e mesmo assim conseguiu 11 pontos. Imagina se tivesse 100%?

    O preparador físico do Michigan, Chris Williams, disse que está “muito confiante” que o Lendeborg vai conseguir jogar segunda. A lesão “se apresentou bem” — seja lá o que isso significa em termos médicos, mas parece positivo.

    Mudança de papel na final

    Agora vem a parte interessante. Lendeborg sabe que não vai poder fazer tudo que fazia antes. “Não senti muita dor na pisada. Então quando eu jogar segunda, vou ser um arremessador de canto de 3 pontos”, explicou.

    Sinceramente? Isso pode até ser vantagem pro Michigan. UConn vai se preparar pra enfrentar um pivô tradicional no garrafão, e aí o cara aparece esticando de 3. É estratégia pura.

    Vocês acham que ele aguenta os 40 minutos de uma final de March Madness machucado assim? Eu acho que a adrenalina vai falar mais alto — e Michigan vai precisar de cada centímetro dele pra parar UConn.

  • UConn na final de novo? Esses caras são monstros mesmo

    UConn na final de novo? Esses caras são monstros mesmo

    Olha, eu já sabia que o UConn era bom, mas essa sequência tá ficando absurda. Os Huskies acabaram de atropelар Illinois por 71-62 no Final Four e — pasmem — vão pra sua terceira final de March Madness em quatro anos. Terceira em quatro!

    Pra vocês terem noção do que isso significa: a última vez que um time conseguiu três títulos nacionais em quatro temporadas foi a lendária UCLA do John Wooden em 1975. Estamos falando de quase 50 anos atrás, pessoal.

    O show de Tarris Reed Jr.

    O cara que comandou a festa foi Tarris Reed Jr., que meteu 17 pontos e praticamente carregou o UConn nas costas quando precisou. Braylon Mullins também deu sua contribuição com 15 pontos, incluindo 4 bolas de três em 7 tentativas — um aproveitamento de 57% que dói no adversário.

    E o mais impressionante? No primeiro tempo, o UConn não cometeu uma única perda de bola. Zero turnover. Isso é coisa de time que tá jogando num nível diferenciado mesmo.

    Illinois tentou, mas não deu

    Não vou mentir, Illinois assustou no final. Os Huskies chegaram a abrir 14 pontos de vantagem no segundo tempo, mas Illinois conseguiu diminuir pra apenas 4 pontos faltando menos de cinco minutos. Meu coração nem aguenta essas viradas malucas do March Madness!

    Mas aí que tá — o UConn mostrou por que é bicampeão. Não se desesperou, manteve a cabeça fria e fechou o jogo. Illinois até tentou correr atrás, mas terminou com apenas 106 pontos por 100 posses — quase 30 pontos abaixo da média da temporada deles.

    Sinceramente, vocês acham que alguém consegue parar esse UConn na final? Porque do jeito que eles tão jogando, vai ser difícil viu…

  • Calouro do UConn é monstro na semifinal e leva time para a final

    Calouro do UConn é monstro na semifinal e leva time para a final

    Cara, esse Braylon Mullins é absurdo. O calouro do UConn simplesmente decidiu virar protagonista no Final Four e mandou os Huskies para mais uma final do March Madness com uma performance que me deixou de queixo caído.

    Na vitória por 71-62 contra Illinois na semifinal, o garoto de 18 anos não esperou o final dramático como fez contra Duke na semana passada — ele começou metendo duas bombas de três logo nos primeiros três minutos. Pronto, jogo encaminhado.

    O show começou cedo

    “Eu sabia que precisava arremessar com confiança depois do que rolou domingo passado”, disse Mullins após o jogo. E olha, funcionou perfeitamente. Ver as duas primeiras bolas entrando deve ter dado uma confiança absurda pro moleque.

    O mais impressionante? Esse garoto estava numa seca braba antes — tinha convertido apenas 11 de 59 tentativas de três nos últimos nove jogos. Mas sabe como é, jogador clutch nasce pronto. No momento que importa, ele aparece.

    Jaylin Stewart, que joga junto com ele, resumiu bem: “Quando ele acertou a primeira, eu meio que já sabia que ia ser um bom dia. Quando ele está agressivo, é meio imparável, para ser honesto.”

    O arremesso que selou tudo

    Com Illinois conseguindo diminuir uma vantagem de 14 pontos para apenas 4 no finalzinho, o que você acha que aconteceu? Mullins apareceu de novo com mais uma bomba de três da lateral para matar o jogo de vez.

    Sinceramente, eu não sei o que mais me impressiona: a frieza de um calouro em momentos assim ou a capacidade dele de ignorar completamente uma má sequência e simplesmente jogar. O cara terminou com 15 pontos, acertando 4 de 7 tentativas do perímetro.

    “Ele tem a mentalidade mamba de ir para a próxima jogada”, disse Malachi Smith sobre o companheiro. E cara, não tem como discordar. Mesmo quando não estava acertando nada no torneio (5 de 25 de três nos quatro primeiros jogos), continuou atirando sem medo.

    UConn na briga pelo hepta

    Agora os Huskies estão a uma vitória do sétimo título nacional da história do programa. Vão enfrentar o vencedor entre Michigan e Arizona na final, e com um Mullins jogando nesse nível, fica difícil apostar contra Connecticut.

    O mais louco é que o garoto é de Greenfield, Indiana — praticamente jogando em casa nessa semifinal em Indianapolis. A família toda estava lá vendo ele brilhar no maior palco do basquete universitário americano.

    “Ele é um dos melhores calouros do país. Um dos melhores jogadores do país, honestamente”, disparou Stewart. E olha, depois do que a gente viu hoje, fica difícil discordar dessa afirmação.

    Vocês acham que esse UConn consegue o hepta? Com Mullins jogando assim, eu tô começando a acreditar cada vez mais…

  • UConn é a kryptonita de Illinois: os 3 piores jogos ofensivos em 3 anos

    UConn é a kryptonita de Illinois: os 3 piores jogos ofensivos em 3 anos

    Cara, isso é de dar arrepio. Illinois entrou no Final Four de 2026 com o melhor ataque estatístico do país — um time que simplesmente destroçava os adversários. Aí chegou na semifinal nacional e esbarrou no seu pesadelo particular: UConn.

    Na derrota por 71-62 em Indianapolis, os Fighting Illini fizeram apenas 33.9% dos arremessos de quadra e uns catastróficos 23.1% das bolas de três. Seis cestas de três em 26 tentativas. Seis!

    O pesadelo tem nome: Dan Hurley

    Mas olha só que estatística absurda a ESPN descobriu: os 62 pontos de Illinois foram o terceiro pior total ofensivo do time nos últimos três anos. E adivinha quem causou os outros dois piores jogos? UConn também.

    Em 2024, no Elite Eight, Illinois fez apenas 52 pontos numa surra histórica. No começo desta temporada, em novembro no Madison Square Garden, foram 61 pontos. Agora 62 no Final Four. Os Huskies simplesmente sabem como neutralizar esse ataque poderoso de Illinois.

    É impressionante como Dan Hurley consegue ajustar a defesa pra anular completamente um time que, pelo KenPom, ainda é o segundo melhor ataque da Divisão I. Isso não é coincidência — é superioridade tática mesmo.

    Dois contra todo mundo

    No jogo de sábado, apenas dois caras salvaram Illinois de uma humilhação ainda maior. O calouro fenômeno Keaton Wagler marcou 20 pontos, e o gigante Tomislav Ivisic contribuiu com 16. Fora esses dois monstros? O resto do time acertou apenas 8 de 29 arremessos. Uma miséria de 27.6%.

    Sinceramente, eu já esperava que UConn daria trabalho, mas segurar um ataque desses três vezes seguidas é coisa de outro planeta. Os Huskies estão na final nacional de novo — a terceira em quatro anos — e vão enfrentar Michigan ou Arizona na segunda-feira.

    Vocês acham que alguém consegue parar essa máquina de Dan Hurley? Porque pelo jeito, quando eles querem neutralizar um adversário específico, simplesmente fazem.

  • Dan Hurley não entendeu nada das vaias após classificar UConn

    Dan Hurley não entendeu nada das vaias após classificar UConn

    Cara, o Dan Hurley é mesmo um personagem à parte no basquete universitário americano. Depois de classificar UConn para mais uma final do March Madness com vitória de 71-62 sobre Illinois, o técnico levou umas vaias no Lucas Oil Stadium e ficou completamente perdido.

    “Eles estão me vaiando?”, perguntou ele no meio de uma entrevista com a repórter Tracy Wolfson, da CBS. “Eu não sei por que estão me vaiando.”

    Sinceramente? Eu ri demais com a cara de confuso dele. O homem acabou de levar seu time para a terceira final de NCAA em quatro anos e não consegue entender por que a torcida rival não gosta dele.

    O técnico que todo mundo ama odiar

    Olha, quem acompanha o basquete universitário sabe que o Hurley é daqueles técnicos que esquenta muito na beira da quadra. O cara vive protestando, gesticulando, brigando com árbitro – é pura paixão. E isso obviamente não agrada as torcidas adversárias.

    Durante o jogo mesmo, as câmeras flagraram ele reclamando de uma falta ofensiva contra Eric Reibe e levando vaia na sequência. Normal, né? Faz parte do show do March Madness.

    “Eu recebo muito mais reações negativas nas redes sociais do que quando encontro pessoas na vida real”, disse Hurley antes do jogo. “Porque quando encontro pessoas normais, elas olham pra mim e começam a rir ou sorrir. Ou falam: ‘Você é o cara dos vídeos. Parece meio louco, mas acho que é gente boa’.”

    Números que impressionam

    Brincadeiras à parte, o que o Hurley tem feito com UConn é absurdo. O homem está invicto no Final Four pelos Huskies: 5 vitórias em 5 jogos. No geral do March Madness, são 18 vitórias e apenas 3 derrotas.

    Agora ele vai buscar mais um título na segunda-feira. E vocês acham que ele vai conseguir? Eu tô apostando que sim – e provavelmente vai levar mais umas vaias no caminho, porque né… faz parte do personagem.

    É isso que eu amo no basquete universitário americano: tem drama, tem emoção, tem técnico maluco que não entende por que está sendo vaiado. Puro entretenimento!

  • South Carolina acaba com temporada perfeita de UConn em jogo tenso

    South Carolina acaba com temporada perfeita de UConn em jogo tenso

    Olha, eu não esperava uma pancadaria dessas na Final Four feminina, mas South Carolina simplesmente destruiu o sonho perfeito de UConn ontem à noite. 62-48 para as Gamecocks, que acabaram com a invencibilidade das Huskies e avançaram para a final do campeonato nacional.

    E o mais louco? O técnico Geno Auriemma saiu da quadra sem cumprimentar ninguém de South Carolina depois de uma discussão feia com Dawn Staley no fim do jogo. Cara, nunca vi isso em uma Final Four.

    A vingança veio gelada

    As jogadoras de South Carolina carregaram essa sede de revanche desde a derrota na final do ano passado. A preparadora física Molly Binetti literalmente deixava o placar daquela final nas TVs da academia toda manhã às 6h. Imagina acordar e ver sua derrota todo santo dia?

    “A gente via isso na nossa cara, então mesmo eu não tendo vivido aquilo, eu tive que absorver essa dor porque sabia que era maior que eu”, disse Ta’Niya Latson, que chegou ao programa essa temporada.

    E funcionou. South Carolina desmontou um ataque que vinha fazendo 87 pontos por jogo. Sarah Strong, a jogadora do ano pela AP, ficou com míseros 11 pontos. Azzi Fudd, que é um monstro, conseguiu apenas 8 pontos em 3 de 15 arremessos. UConn terminou com 31% de aproveitamento nos arremessos – simplesmente não dava nada certo.

    O jogo ficou feio (literalmente)

    A partida foi física demais. South Carolina não arremessou muito melhor (37%), mas a defesa delas foi sufocante. No terceiro quarto rolou de tudo: Sarah Strong teve a camisa rasgada durante uma jogada – ela saiu com a 21 e voltou com uma 55 em branco porque não tinha reposição.

    Auriemma ficou pistola e desabafou ao vivo para a ESPN: “Foram seis faltas marcadas no quarto, todas contra a gente. E elas estão batendo pra caramba nas nossas jogadoras o jogo inteiro”. O cara estava realmente nervoso.

    Na minha visão, o jogo saiu de controle no terceiro quarto. South Carolina abriu 10 pontos, UConn respondeu com três bolas de três seguidas, mas as Gamecocks seguraram e foram para o último período com 5 pontos de vantagem.

    A discussão que ninguém esperava

    Quando o jogo acabou, Auriemma foi em direção a Staley para o cumprimento de praxe. Só que deu ruim. Os dois começaram a discutir ali mesmo, assistentes tiveram que intervir, e Auriemma simplesmente deu as costas e foi direto para o vestiário sem cumprimentar ninguém.

    Dawn Staley ficou na dela depois: “Não tenho ideia do que aconteceu. Mas vou te falar uma coisa: eu tenho caráter. Se fiz algo errado pro Geno, não foi de propósito”.

    Sinceramente? Nunca vi um técnico sair assim de uma Final Four. Auriemma é lenda do basquete feminino, mas ali ele pisou na bola. As jogadoras dele ficaram sozinhas na quadra enquanto ele já estava no vestiário.

    South Carolina vai para sua terceira final consecutiva sob Dawn Staley. Quatro finais em cinco anos – os números dessa mulher são absurdos. E vocês, acham que UConn volta mais forte na próxima temporada ou essa derrota vai marcar o programa?

  • UConn vs Duke quebra audiência e prova que March Madness tá on fire

    UConn vs Duke quebra audiência e prova que March Madness tá on fire

    Gente, vocês viram o que rolou na audiência do jogo entre UConn e Duke no domingo? 13,4 milhões de pessoas coladas na TV assistindo basquete universitário. Treze vírgula quatro MILHÕES!

    Pra vocês terem ideia do tamanho dessa loucura: isso representa um crescimento de 15% comparado ao mesmo jogo do ano passado (Michigan State vs Auburn). E olha só que absurdo — foi a terceira maior audiência para um jogo individual antes do Final Four desde 2021.

    O pico que deixou todo mundo maluco

    O mais impressionante? Na hora que a coisa esquentou mesmo, o pico chegou a 18,9 milhões de telespectadores. Cara, isso é praticamente uma final de Copa do Mundo aqui no Brasil em termos de audiência!

    Sinceramente, eu não me surpreendo. Duke sempre puxa público (mesmo quando a gente torce contra eles, né?), e UConn tá fazendo uma campanha monstruosa. A combinação desses dois programas históricos numa regional final era receita certa pra explodir a audiência.

    March Madness tá mais viciante que nunca

    E não parou por aí. A CBS e TNT confirmaram que TODAS as janelas do Sweet 16 e Elite Eight tiveram crescimento comparado à temporada passada. Todas mesmo! Não divulgaram os números específicos, mas pelo jeito o torneio universitário tá mais grudento que chiclete.

    Na minha visão, isso mostra como o basquete universitário continua sendo uma máquina de entretenimento. Tem drama, tem surpresas, tem aquela emoção de eliminação direta que deixa qualquer um grudado na tela — mesmo quem não acompanha a temporada regular.

    E aí, vocês assistiram esse jogaço? Eu confesso que fiquei até tarde vendo e valeu cada minuto. Agora é esperar pra ver se o Final Four vai conseguir superar esses números. Com UConn na briga pelo bicampeonato, eu apostaria que sim.