Tag: UConn

  • Mullins acerta de 35 metros no último segundo e UConn elimina Duke

    Mullins acerta de 35 metros no último segundo e UConn elimina Duke

    Cara, eu ainda não consigo acreditar no que acabei de ver. Braylon Mullins, um calouro que ninguém esperava muito, simplesmente decidiu fazer história ontem. O garoto roubou uma bola no meio da quadra e mandou uma bomba de 35 METROS no último segundo para dar a vitória pro UConn sobre Duke por 73-72. Trinta e cinco metros, gente. É quase da linha de meio de campo!

    E o mais absurdo? Os Huskies estavam perdendo por 19 pontos no primeiro tempo. Dezenove. Qualquer um teria desligado a TV pensando que já era. Mas não, esse time do UConn tem uma mentalidade diferente mesmo.

    A reviravolta mais maluca do torneio

    Duke tava controlando tudo. Cameron Boozer — que deve ser o jogador do ano da NCAA — fez 27 pontos e parecia que ia levar os Blue Devils pra mais uma Final Four. Ainda estavam ganhando por dois dígitos faltando só seis minutos pro fim.

    Aí que o UConn resolveu acordar pra vida. Tarris Reed Jr. fez 26 pontos mantendo o time vivo, e nos últimos quatro minutos choveu bola de três dos Huskies. Mas ninguém imaginava que ia terminar daquele jeito.

    Com 10 segundos no relógio, Silas Demary Jr. acertou apenas um dos dois lances livres, deixando Duke na frente por dois. Os Blue Devils só precisavam segurar a bola, mas Cayden Boozer tentou um passe no meio da quadra que foi interceptado. E aí o Mullins pegou a sobra e… BOOM.

    Duke quebra novamente na reta final

    Sinceramente, eu sinto até pena do Duke. É o segundo ano seguido que eles entregam uma liderança no final do March Madness. Ano passado perderam pro Houston tendo seis pontos de vantagem faltando 1:14. Agora isso. A pressão deve estar pesada demais nesses garotos.

    O mais louco é que essa jogada do Mullins aconteceu exatamente 36 anos depois do Christian Laettner eliminar UConn com outra cesta no último segundo. O karma deu a volta, né?

    Dan Hurley disse depois do jogo que “é cultura do UConn, coração do UConn”. E cara, ele tem razão. É a terceira Final Four deles em quatro anos. Esse time simplesmente não desiste nunca.

    Agora UConn vai enfrentar Illinois na semifinal, enquanto Michigan pega Arizona. E olha, mesmo sendo considerado azarão contra Illinois (odds de 2.5 pontos), depois do que eu vi ontem, não duvido mais de nada desse UConn. E vocês, acham que eles conseguem repetir o título do ano passado?

  • UConn elimina Duke no último segundo e vai pro Final Four

    UConn elimina Duke no último segundo e vai pro Final Four

    Cara, o que aconteceu ontem à noite foi simplesmente ABSURDO. UConn perdendo por 19 pontos no primeiro tempo, Duke dominando com os gêmeos Boozer metendo bola, e aí… BAM! Braylon Mullins resolve virar herói aos 39min59s e manda uma bomba de 35 pés pra classificar os Huskies pro Final Four.

    Olha, eu já vi muita coisa maluca no March Madness, mas essa aí foi de arrepiar. O moleque de 18 anos, CALOURO, pega a bola restando 0,4 segundos no relógio e decide que ia ser ele mesmo. Não teve hesitação, não teve medo — só mandou ver.

    A jogada que mudou tudo

    A situação era a seguinte: UConn perdendo por 2, restando 10 segundos. Os caras precisavam de um milagre. Aí o Silas Demery consegue desviar um passe do Cayden Boozer no meio da quadra, a bola sobra pro Mullins que passa pro Karaban. E aqui que fica interessante — o Karaban tinha a chance de tentar o arremesso, mas olhou pro Mullins e pensou: “Esse moleque tem mais chance que eu”.

    “Quando vi o Braylon, tive o instinto de passar pra ele”, disse o Karaban depois. “Tinha o Cam Boozer na minha frente, seria um arremesso mais difícil. Então passei pro Braylon e quando vi ele soltar a bola… cara, eu soube que ia entrar.”

    Sinceramente? Que atitude do veterano. Em um momento desses, muitos jogadores seriam egoístas e tentariam eles mesmos. Mas o Karaban mostrou porque UConn tem essa mentalidade vencedora.

    Duke dominou, mas não fechou

    Vamos dar o mérito: Duke jogou MUITO. Os gêmeos Boozer foram monstros — 42 pontos combinados. Cameron e Cayden simplesmente resolveram que iam acabar com o sonho de tricampeão da UConn. Por 39 minutos e meio, parecia que iam conseguir mesmo.

    O time do Hurley chegou a estar 19 pontos atrás no primeiro tempo. DEZENOVE! Qualquer um pensaria “acabou”. Mas essa experiência de ter ganho dois títulos seguidos faz diferença. Ball e Karaban, os únicos que sobraram daqueles times campeões, sabiam que não podia desistir.

    “Você só precisa continuar jogando”, disse o Ball. “O arremesso nem sempre vai entrar, mas você não pode parar de jogar.” E olha que ironia — ele e o Karaban fizeram um jogo horrível no ataque (5/21 combinados), mas apareceram na hora H.

    O sonho do moleque vira realidade

    O mais legal dessa história toda? O Mullins falou que essa era exatamente a jogada que ele sonhava quando era criança. “Você joga por esses momentos”, disse ele. “Você sonha com isso. Definitivamente pensava nisso na infância.”

    E aí que fica mais emocionante ainda — o Final Four vai ser em Indianápolis, a 30 minutos de onde o garoto cresceu. Mano, o roteiro tá escrito. UConn indo pro terceiro título em quatro anos, com um calouro da região decidindo no último segundo.

    Vocês acham que os Huskies conseguem fechar mais esse? Com essa mentalidade e essa experiência, eu não duvido de nada. O Hurley montou uma máquina de vencer, e jogadas como essa mostram que quando a coisa aperta, eles sempre dão um jeito.

    March Madness sendo March Madness. Por isso que a gente ama esse torneio maluco!

  • Monstro! Arremesso de 3 impossível leva UConn pra Final Four

    Monstro! Arremesso de 3 impossível leva UConn pra Final Four

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu ontem à noite. Braylon Mullins — se lembra desse nome porque vai entrar pra história do March Madness pra sempre.

    O garoto tava tendo uma noite horrível do perímetro. 0 de 4 nos três pontos. Zero. Mas às vezes o basquete é assim mesmo — você erra quatro seguidas e na quinta, quando mais importa, você manda uma que faz o mundo parar.

    O arremesso que parou a América

    Faltando segundos no cronômetro, UConn perdendo por 70-69 pro Duke, Karaban pega a bola e olha pro Mullins no meio da quadra. O moleque recebe ali no logo mesmo e… cara, eu não acredito que vou escrever isso… solta uma bomba de três que entra limpinha. 72-70. Game over.

    “Olhei pro cronômetro e vi cinco segundos”, disse o Mullins depois do jogo, ainda em choque. “Tentei passar pra alguém que tinha acertado alguma coisa no jogo, mas o Karaban devolveu. Aí vi três segundos no relógio e pensei: é a última chance.”

    Duke ainda teve 0,4 segundos pra tentar alguma coisa, mas já era. UConn tá na Final Four de novo.

    Virada épica contra Duke

    O mais absurdo é que os Huskies tavam apanhando o jogo todo. Chegaram a ficar 19 pontos atrás! Dezenove! Eu sinceramente achei que era o fim da linha pra eles. Mas essa equipe do Dan Hurley tem uma coisa especial — eles simplesmente não desistem nunca.

    Foi uma virada gradual, ponto a ponto, até que Duke entregou uma bola nos segundos finais e deu a chance que o Mullins precisava. E olha, de Indiana (onde ele jogou no ensino médio) pra Indianapolis na Final Four — tem coisa mais cinematográfica que isso?

    Agora é UConn contra Illinois na Final Four. Os Huskies tão correndo atrás do terceiro título em quatro anos. Vocês acham que conseguem? Porque depois de um arremesso desses, eu tô começando a acreditar que esse time tem proteção divina mesmo.

    Às vezes o March Madness cria esses momentos que você nunca esquece. E cara, esse arremesso do Mullins vai estar passando na TV até 2050.

  • Braylon Mullins vira herói com arremesso do logo aos 0,4 segundos

    Braylon Mullins vira herói com arremesso do logo aos 0,4 segundos

    Cara, eu ainda tô processando o que aconteceu no Elite Eight ontem à noite. UConn vs Duke, jogo pela vaga na Final Four, e um calouro chamado Braylon Mullins simplesmente resolveu entrar pra história do March Madness com um arremesso que eu vou lembrar pelo resto da vida.

    Imagina a cena: 0,4 segundos no relógio, UConn perdendo por 72-70, e o mlk pega a bola praticamente no logo da quadra e… SPLASH! 73-72 pros Huskies. Eu gritei tanto aqui em casa que acordei o cachorro do vizinho.

    A virada mais insana que você vai ver

    O mais louco de tudo? O Mullins tava 0 de 4 do perímetro antes desse arremesso. Zero! E quando mais precisou, mandou uma bomba que nem o Curry nos seus melhores dias. O próprio mlk disse na entrevista: “Só feliz de ver essa p*rra entrar”. Sem filtro, pura emoção.

    E olha, os Huskies mereceram essa. Saíram perdendo por 19 pontos (imagina a desgraça), chegaram a ficar 15 atrás no intervalo, mas voltaram como uma máquina no segundo tempo. Fizeram 44 pontos contra 28 do Duke na etapa final. Isso é caráter, meu amigo.

    A jogada do arremesso foi cinematográfica. Duke tinha 98,7% de chance de vitória segundo o ESPN Analytics – praticamente garantido, né? Aí o Cayden Boozer erra o passe, o Silas Demary Jr. rouba a bola, e o resto… bem, o resto vocês já sabem.

    Reed Jr. continua monstro neste torneio

    Enquanto todo mundo vai falar do Mullins (e com razão), não posso deixar passar batido o Tarris Reed Jr. O cara fez 26 pontos e 9 rebotes, continuando essa sequência absurda no torneio inteiro. É um dos caras que mais tem se destacado em todo o March Madness.

    Do lado do Duke, os gêmeos Boozer foram sensacionais também. Cameron com 27 pontos e Cayden com 15, mas não adiantou nada. Mais uma eliminação traumática pro Duke do Jon Scheyer – já é a terceira seguida que eles saem de forma dolorosa.

    Alex Karaban, que tem o RECORDE de vitórias no NCAA Tournament (17 na carreira), jogou mal a maior parte do tempo (5 pontos, 2 de 10 nos arremessos), mas acertou uma bomba crucial faltando 50 segundos pra deixar o jogo em 1 ponto de diferença. Veterano sendo veterano.

    UConn na Final Four de novo

    Agora é Final Four pra UConn pela terceira vez em quatro anos. Dan Hurley tá construindo uma dinastia moderna mesmo – bicampeões em 2023 e 2024, deram uma escorregada em 2025, mas voltaram com tudo.

    E o Mullins vai jogar a Final Four no estado natal dele, Indiana. Será que consegue mais uma mágica dessas? Contra Illinois na semifinal, com o vencedor pegando Michigan ou Arizona na decisão.

    Sinceramente, depois de um arremesso desses, eu tô começando a acreditar que esse UConn pode levar tudo de novo. Vocês acham que eles conseguem o terceiro título em quatro anos?

  • Final Four definido: UConn vira jogo absurdo contra Duke

    Final Four definido: UConn vira jogo absurdo contra Duke

    Cara, que loucura foi esse March Madness! O Final Four tá formado e, sinceramente, não esperava essa configuração. UConn virou um jogo IMPOSSÍVEL contra Duke — 19 pontos de diferença no segundo tempo e o cara acerta uma bomba do meio da quadra com 0.4 segundos restantes. Braylon Mullins, natural de Indianápolis, simplesmente decidiu que era o momento dele brilhar.

    E olha que time ficou no Final Four: UConn, Illinois, Arizona e Michigan. Quatro programas pesados, mas com histórias bem diferentes chegando até aqui.

    UConn é máquina em março

    Os Huskies são simplesmente monstruosos nessa época do ano. Terceiro Final Four em quatro anos — e nas duas últimas vezes que chegaram até aqui, levaram o título. Dan Hurley não tá brincando quando fala sobre “cultura UConn”. Esses caras nascem sabendo jogar em março.

    O que mais me impressiona? A frieza. Tomar 19 pontos de diferença contra Duke e não desistir. Isso é mentalidade de campeão, não tem como negar.

    Illinois como azarão? Sério isso?

    Engraçado como as coisas mudaram no basquete universitário. Illinois — time de um estado com quase 13 milhões de habitantes, universidade gigante — tá sendo tratado como Cinderela. Eles são cabeça 3, a pior colocação no Final Four em dois anos.

    Mas peraí… Brad Underwood ganhou 96 jogos na Big Ten desde 2019. Noventa e seis! Mais que qualquer outro programa. Como esse time pode ser considerado azarão? Na minha visão, isso diz mais sobre como o cenário universitário mudou do que sobre Illinois propriamente.

    A equipe tem o que eles chamam de “Bloco Balcânico” — galera com raízes no Leste Europeu que joga um basquete inteligente e físico. E desde 2005 que não chegavam tão longe. Vinte anos, cara.

    Arizona vs Michigan: o verdadeiro peso pesado

    Agora o confronto que todo mundo quer ver: Arizona contra Michigan. Brayden Burries pelos Wildcats, Yaxel Lendeborg pelos Wolverines. Entre os dois times, tem até nove caras com potencial NBA. É pancada de frente.

    Michigan arrebentou Tennessee por 95-62 — foi um massacre total. Arizona abriu como favorito nas casas de apostas, mas curiosamente Michigan tá favorito no confronto direto. Vai entender essas odds…

    E tem um detalhe interessante: Arizona agora tá na Big 12 depois da confusão toda das conferências. Três anos atrás ainda eram Pac-12. Dusty May, que tava na Florida Atlantic naquela época louca de 2021, agora comanda Michigan. Como as coisas mudam rápido no basquete universitário!

    Vocês acham que a Big Ten finalmente quebra o jejum de 24 anos sem título? A última foi Michigan State em 2000. Illinois e Michigan têm essa chance agora.

    Olha, eu ainda acho UConn o time mais perigoso. Experiência em Final Four + Dan Hurley + aquela mentalidade assassina em março? É receita de título. Mas Illinois pode surpreender — e surpresas em março a gente já sabe como terminam, né?

  • Braylon Mullins pode ser pick 29 do Draft: UConn tem nova joia

    Braylon Mullins pode ser pick 29 do Draft: UConn tem nova joia

    Olha só quem tá chamando atenção no March Madness: Braylon Mullins, do UConn. O garoto de 19 anos está sendo projetado como pick 29 no Draft de 2026, indo parar no Cleveland Cavaliers. E cara, depois de ver o que ele aprontou nesta temporada, não dá pra dizer que é surpresa.

    A temporada complicada que virou sucesso

    O começo foi tenso, não vou mentir. Mullins perdeu o início da temporada por causa de uma lesão no tornozelo — daquelas que deixam qualquer fã de coração na mão. Mas quando voltou? Monstro. Simplesmente monstro.

    Nos primeiros 18 jogos como titular, o cara acertou 40,7% dos arremessos de 3 pontos. Quarenta vírgula sete por cento! Pra um calouro, isso é absurdo. Claro que teve aquele jogo no March Madness onde ele errou todos os 8 arremessos de três (ai, doeu até em mim), mas convenhamos — todo mundo tem um dia ruim, né?

    Na minha visão, o que mais impressiona no Mullins é como ele joga sem a bola. Não é só mais um arremessador parado no canto da quadra. O garoto se movimenta, acha espaços, entende o jogo. Isso é ouro puro na NBA atual.

    Os números que convencem

    Vamos aos dados: 12 pontos por jogo, 3,5 rebotes, 1,4 assistência. O aproveitamento geral de 43,5% nos arremessos de quadra tá bem sólido, e os 34,5% de três são mais do que respeitáveis para um novato na NCAA.

    Sinceramente? Eu acho que ele tem potencial pra ser mais que um especialista em três pontos. A movimentação dele lembra um pouco o que a gente via no Leandro Barbosa nos seus melhores momentos — não pela posição, mas pela inteligência de jogo.

    E vocês acham que Cleveland é um bom fit pra ele? Com Donovan Mitchell comandando o ataque, Mullins poderia ter tempo pra se desenvolver sem pressão absurda. O Cavs precisa de profundidade no perímetro, e um cara que pode entrar e acertar uns três logo de cara sempre é bem-vindo.

    O Draft de 2026 promete ser interessante, e Mullins definitivamente é um nome pra ficar de olho. Se conseguir manter essa consistência no restante do March Madness, pode até subir algumas posições. Quem sabe, né?

  • College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    Cara, parece que o basquete universitário americano finalmente voltou ao básico — e os times grandes estão aproveitando pra massacrar os menores no March Madness. E quando eu falo massacrar, é isso mesmo.

    O UConn tem um monstro de 2,11m chamado Tarris Reed Jr. que simplesmente resolveu destruir todo mundo. Na estreia do torneio, o cara cravou 31 pontos e VINTE E SETE rebotes contra Furman. Vinte e sete rebotes, galera. É tipo o Nenê nos seus melhores dias, só que mais jovem e mais violento.

    A matemática é cruel

    Os números não mentem: programas das conferências poderosas foram 27-4 contra times menores neste March Madness, com uma média de 7,7 pontos a mais só no garrafão. O Florida foi além da conta — ganhou por 64-10 no paint contra Prairie View A&M numa vitória de 114-55. Sessenta e quatro a DEZ no garrafão. É quase desumano.

    Arkansas também meteu 64 pontos pintados numa vitória de 97-78 sobre Hawaii. E o Illinois? Pegou 48 rebotes contra 25 do Penn numa surra de 105-70. Sinceramente, é constrangedor de assistir às vezes.

    Na minha visão, isso era previsível. Durante anos, todos ficaram hipnotizados com o estilo Golden State Warriors — espalhar a quadra, todo mundo chutando de três. Villanova ganhou dois títulos assim, Baylor também levou um em 2021. Mas vocês sabem o que acontece quando você vive só do arremesso de três? Uma noite fria e já era.

    O gigante acordou

    “Eu acho que você está vendo mais disso acontecer”, disse Tom Izzo, do Michigan State. E ele tá certíssimo. Os técnicos perceberam que ter um pivô monstro força o adversário a escolher: marca individual e sofre, ou dobra a marcação e abre a linha de três?

    Todd Golden, do Florida, resumiu perfeitamente: quando você tem a chance de recrutar atletas maiores, mais fortes e mais rápidos, por que não usar? Jogar só de perímetro “permite muita volatilidade entrar na equação”. Traduzindo: é muito arriscado.

    O Sweet 16 deste ano tá recheado de times gigantes. Michigan tem Aday Mara (2,21m), Arizona conta com Motiejus Krivas (2,18m), Illinois tem os gêmeos de 2,13m. É uma parada absurda de ver.

    E os pequenos? Que se virem

    Olha, eu sinto pelos times menores, mas a realidade é crua: NIL e o transfer portal já dificultaram a vida deles, e agora os grandes voltaram a jogar basquete “raiz” — com pivô dominante e rebote ofensivo. Illinois converteu 20 rebotes ofensivos em 29 pontos de segunda chance contra Penn. Arizona pegou 16 rebotes ofensivos e transformou em 22 pontos extras.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu apostaria que veio pra ficar — três é mais que dois, mas enterrada de pivô é certeza absoluta.

  • College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    College Basketball voltou ao garrafão e tá massacrando os times pequenos

    Cara, parece que o basquete universitário americano finalmente voltou ao básico — e os times grandes estão aproveitando pra massacrar os menores no March Madness. E quando eu falo massacrar, é isso mesmo.

    O UConn tem um monstro de 2,11m chamado Tarris Reed Jr. que simplesmente resolveu destruir todo mundo. Na estreia do torneio, o cara cravou 31 pontos e VINTE E SETE rebotes contra Furman. Vinte e sete rebotes, galera. É tipo o Nenê nos seus melhores dias, só que mais jovem e mais violento.

    A matemática é cruel

    Os números não mentem: programas das conferências poderosas foram 27-4 contra times menores neste March Madness, com uma média de 7,7 pontos a mais só no garrafão. O Florida foi além da conta — ganhou por 64-10 no paint contra Prairie View A&M numa vitória de 114-55. Sessenta e quatro a DEZ no garrafão. É quase desumano.

    Arkansas também meteu 64 pontos pintados numa vitória de 97-78 sobre Hawaii. E o Illinois? Pegou 48 rebotes contra 25 do Penn numa surra de 105-70. Sinceramente, é constrangedor de assistir às vezes.

    Na minha visão, isso era previsível. Durante anos, todos ficaram hipnotizados com o estilo Golden State Warriors — espalhar a quadra, todo mundo chutando de três. Villanova ganhou dois títulos assim, Baylor também levou um em 2021. Mas vocês sabem o que acontece quando você vive só do arremesso de três? Uma noite fria e já era.

    O gigante acordou

    “Eu acho que você está vendo mais disso acontecer”, disse Tom Izzo, do Michigan State. E ele tá certíssimo. Os técnicos perceberam que ter um pivô monstro força o adversário a escolher: marca individual e sofre, ou dobra a marcação e abre a linha de três?

    Todd Golden, do Florida, resumiu perfeitamente: quando você tem a chance de recrutar atletas maiores, mais fortes e mais rápidos, por que não usar? Jogar só de perímetro “permite muita volatilidade entrar na equação”. Traduzindo: é muito arriscado.

    O Sweet 16 deste ano tá recheado de times gigantes. Michigan tem Aday Mara (2,21m), Arizona conta com Motiejus Krivas (2,18m), Illinois tem os gêmeos de 2,13m. É uma parada absurda de ver.

    E os pequenos? Que se virem

    Olha, eu sinto pelos times menores, mas a realidade é crua: NIL e o transfer portal já dificultaram a vida deles, e agora os grandes voltaram a jogar basquete “raiz” — com pivô dominante e rebote ofensivo. Illinois converteu 20 rebotes ofensivos em 29 pontos de segunda chance contra Penn. Arizona pegou 16 rebotes ofensivos e transformou em 22 pontos extras.

    E aí, vocês acham que essa tendência vai continuar ou é só uma fase? Eu apostaria que veio pra ficar — três é mais que dois, mas enterrada de pivô é certeza absoluta.

  • Hurley já pensa em St. John’s antes de enfrentar Tom Izzo. Ousadia demais?

    Hurley já pensa em St. John’s antes de enfrentar Tom Izzo. Ousadia demais?

    Olha, eu sei que todo técnico fala pra não pensar muito à frente no March Madness, mas Dan Hurley simplesmente cagou e andou pra essa regra. O cara está literalmente falando sobre um possível confronto contra St. John’s nas oitavas de final — sendo que ainda nem passou do Michigan State de Tom Izzo nas quartas.

    E sabe de uma coisa? Eu meio que entendo a empolgação dele.

    A matemática do March Madness

    Vamos aos fatos: UConn pega Michigan State na sexta-feira, enquanto St. John’s enfrenta Duke (que é favorito por 6,5 pontos). Se as duas equipes do Big East passarem, teremos o quarto confronto da temporada entre elas — só que dessa vez com vaga no Final Four em jogo.

    “Acho que temos que nos apoiar na sexta contra nossos oponentes para que possamos ter uma carnificina no domingo”, disse Hurley. Cara, esse maluco não tem papas na língua mesmo.

    O mais bizarro? Hurley pediu para as torcidas rivais torcerem uma pela outra por uma noite. Imagina isso no basquete brasileiro — Flamengo torcendo pro Vasco só pra ter clássico depois. Surreal, né?

    O retrospecto que assombra Connecticut

    Aqui que a coisa fica interessante (e meio dolorosa pro lado de UConn). St. John’s ganhou dois dos três confrontos essa temporada, incluindo uma surra de 20 pontos na final do torneio da Big East. A única derrota do Red Storm foi por 25 pontos em Connecticut, em fevereiro.

    Desde janeiro, St. John’s perdeu apenas esse jogo. Enquanto isso, UConn começou 22-1 mas fechou a temporada regular num modesto 7-4. Pra um time bicampeão nacional (2023 e 2024), é meio decepcionante.

    Vocês acham que essa confiança do Hurley é justificada ou ele tá subestimando demais o Tom Izzo?

    Os heróis da ressurreição

    Depois de cair na segunda rodada ano passado pro Florida (que depois virou campeão), UConn precisava dessa volta por cima. E cara, que volta foi essa.

    Tarris Reed Jr. fez algo absurdo contra Furman: 31 pontos e 27 rebotes. Isso é coisa que não se via no torneio há quase 60 anos, meu amigo. Double-double? Isso aí foi triple-double com sobra.

    Já contra UCLA, Alex Karaban meteu 27 pontos — recorde da carreira dele. E olha que legal: o cara é veterano de quarto ano que jogou a carreira inteira em UConn. Raridade no basquete universitário atual, onde todo mundo sai pulando de time.

    Sinceramente? Acho que Hurley pode estar certo em já pensar em St. John’s. Michigan State não é mais aquela máquina de guerra dos anos 2000, e UConn tem fome de mais um título. Mas no March Madness, qualquer vacilo te manda pra casa — e Tom Izzo sabe como ninguém aproveitar essas brechas.

  • Azzi Fudd meteu 34 pontos e pode ter fechado sua vaga como #1 do draft

    Azzi Fudd meteu 34 pontos e pode ter fechado sua vaga como #1 do draft

    Olha, eu não sei vocês, mas depois de ver Azzi Fudd destruir Syracuse com 34 pontos no último jogo em casa pela UConn, tô convencido: essa mina vai ser a primeira escolha do draft da WNBA de 2026.

    E cara, que jogaço foi esse! UConn atropelou Syracuse por 98 a 45 — sim, mais de 50 pontos de diferença — mas o show mesmo foi da Azzi. A garota empatou sua marca pessoal de pontos e ainda estabeleceu novo recorde pessoal com 8 cestas de três. OITO! Do jeito que ela tava arremessando, parecia que tava jogando NBA 2K no fácil.

    O show de três pontos que mudou tudo

    Sinceramente, eu sempre soube que a Azzi era monstro no arremesso — ela terminou a temporada acertando 45,4% das tentativas de três, o que é absurdo. Mas o que mais me impressionou foram as 5 assistências que ela distribuiu no jogo. Porque vamos combinar: a maior crítica que faziam dela era exatamente essa, que não armava tanto quanto deveria pra ser a #1.

    Pois é. Ela respondeu da melhor forma: na quadra. A média de 3,0 assistências por jogo nessa temporada foi recorde pessoal dela, e mostrar isso no jogo mais importante? Timing perfeito.

    Dallas Wings de olho na reunião

    E aqui vem a parte interessante: o Dallas Wings tem a primeira escolha do draft pelo segundo ano consecutivo. E adivinha quem já tá lá? Paige Bueckers, ex-companheira de equipe da Azzi em UConn. Coincidência? Eu acho que não.

    A química entre as duas sempre foi incrível, e imagina esse duo na WNBA? Seria um negócio de louco. Claro que tem outras candidatas fortes como Olivia Miles do TCU e Lauren Betts da UCLA, mas depois dessa performance…

    “Essa noite foi muito especial”, disse Azzi na transmissão da ESPN. “Não foi sobre mim, foi sobre esse time. Jogamos muito bem em equipe hoje.” Humilde até o fim, mas todo mundo sabe que foi ela quem carregou o piano nas costas.

    E aí, vocês acham que ela realmente fechou a primeira posição? Ou ainda tem espaço pra surpresa no draft?