Tag: Victor Wembanyama

  • Finals 2026: Spurs x Knicks vai ser guerra total

    Finals 2026: Spurs x Knicks vai ser guerra total

    Cara, chegou a hora. Finals 2026: San Antonio Spurs contra New York Knicks. Sinceramente? Eu não esperava ver essa final há uns anos atrás, mas aqui estamos — e que final promete ser!

    O Kevin O’Connor acabou de fazer uma prévia completa dessa série direto de San Antonio, e olha, as análises estão dando o que falar. Com Tim Legler falando sobre os Knicks e Jared Weiss destrinchando os Spurs, a coisa ficou séria.

    O problema chamado Wembanyama

    A grande questão que todo mundo tá fazendo é: como diabos você para o Wemby? O francês tá numa temporada absolutamente monstruosa, e agora chega nas Finals com essa garotada dos Spurs jogando um basquete que dá gosto de ver.

    Na minha visão, os Knicks vão ter que ser muito criativos. Não dá pra simplesmente colocar um cara na frente dele e torcer pro melhor — o moleque é 2,24m e tem um arremesso que é quase impossível de contestar. A estratégia vai ter que passar por velocidade e muito, muito movimento de bola.

    Tim Legler mergulhou fundo na análise dos Knicks durante o podcast, e sinceramente, Nova York tem suas armas. Esse time cresceu muito ao longo da temporada e chegou aqui por mérito próprio.

    San Antonio voltou ao topo

    E os Spurs? Meu amigo, que volta por cima! Depois de anos no rebuild, eles conseguiram montar algo especial em volta do Wembanyama. Jared Weiss fez questão de destacar como essa garotada abraçou a cultura Spurs de uma forma impressionante.

    Olha, eu cresci vendo os Spurs dominarem os anos 2000 com Duncan, Ginóbili e Parker. Ver eles de volta nas Finals — especialmente com um talento alienígena como o Victor — traz uma nostalgia absurda. A diferença é que agora eles jogam um basquete mais moderno, mais rápido, mas sem perder aquela identidade de sempre.

    A análise completa do O’Connor saiu direto do Frost Bank Center, e dá pra sentir a empolgação de San Antonio. A cidade tá explodindo com essa volta às Finals.

    Quem leva essa?

    As previsões estão divididas, mas uma coisa é certa: vai ser uma série para ficar na história. Vocês acham que a experiência dos Knicks pesa, ou a juventude e o talento puro dos Spurs fala mais alto?

    Eu tô genuinamente curioso pra ver como vai ser o ajuste tático dos dois lados. É Victor Wembanyama nas suas primeiras Finals contra uma franquia que tá desesperada pra voltar ao topo depois de décadas.

    O episódio completo tá no YouTube do Yahoo Sports NBA, e sinceramente, vale a pena conferir as análises detalhadas. Os caras realmente entraram fundo nos X’s e O’s de cada time.

  • Wembanyama vs Knicks: Finals da NBA 2026 promete guerra épica

    Wembanyama vs Knicks: Finals da NBA 2026 promete guerra épica

    Cara, chegou a hora! Victor Wembanyama nas Finals da NBA contra os Knicks — e olha, eu tô mais ansioso que fã brasileiro vendo jogo às 3 da manhã.

    O francês de 2,24m não precisou nem pensar quando perguntaram sobre os Knicks na coletiva de ontem: “É um time foda, mano. São caras experientes que não chegaram aqui por sorte, mas por esforço absurdo ao longo dos anos.” Tradução livre minha, mas a essência tá aí — respeito total.

    O problema dos problemas pra Wemby

    E sinceramente? Ele tem razão em respeitar. Os Knicks mostraram que sabem como parar o monstro francês. Em março, numa vitória por 114-89, eles basicamente deram uma aula de como defender o Wembanyama.

    Karl-Anthony Towns foi o cara escolhido pra marcar Wemby na maior parte do tempo, e funcionou — apenas 10 pontos em 7 arremessos tentados. Mas o que mais me impressionou foi a rotação de defensores: OG Anunoby e Mitchell Robinson também deram suas “chegadas” no francês. São três estilos diferentes de defesa, três tipos de físico. Isso é coisa que Oklahoma City não conseguiu fazer.

    A matemática é cruel: Wembanyama fez 25 pontos em 17 arremessos naquele jogo, com SETE turnovers. Sete! Pra um cara que tem controle de bola absurdo, isso é muita perda de posse.

    Spurs em território inexplorado

    Aqui que a coisa fica interessante. San Antonio enfrentou Oklahoma City umas 12 vezes até chegar na Game 7 das finais de conferência. Com os Knicks? Só três jogos — dois na temporada regular e um na final da NBA Cup. E olha só que loucura: perderam em dois desses encontros.

    O técnico Mitch Johnson falou uma parada que me marcou: “Tem algo que você precisa abrir mão quando tira algo de alguém.” É isso aí — quando você foca toda sua defesa em parar Wembanyama, outros caras do Spurs ficam livres. Mas será que os Knicks vão conseguir fazer essa conta fechar?

    E Mitchell Robinson? O cara chegou em San Antonio sem tala na mão direita, mas ninguém sabe se vai jogar. Isso pode mudar TUDO na dinâmica defensiva de Nova York.

    Na minha visão, essa vai ser a série mais equilibrada que a gente vai ver em muito tempo. Wembanyama tá numa ascensão absurda, mas os Knicks têm a fome de quem esperou décadas por esse momento. E aí, galera — vocês acham que o francês consegue levar os Spurs ao título, ou a experiência dos Knicks vai falar mais alto?

    Uma coisa eu garanto: vai ser jogaço.

  • Finals 2026: Knicks vs Spurs – quem leva o título?

    Finals 2026: Knicks vs Spurs – quem leva o título?

    Gente, chegou a hora. Finals de 2026 e que dupla absurda: Knicks contra Spurs. De um lado, Nova York querendo quebrar um jejum de 53 anos (desde 1973, imaginem!) com Jalen Brunson comandando. Do outro, San Antonio e aquele monstro do Wembanyama tentando começar uma dinastia. Sinceramente? Não sei nem por onde começar a análise.

    A corrida mais impressionante

    Olha, os dois times chegaram aqui de formas diferentes, mas igualmente absurdas. Os Knicks fizeram algo que eu nunca tinha visto: 11 vitórias seguidas nos playoffs – e algumas por mais de 30 pontos de diferença! Cara, eles literalmente fizeram história com o maior point differential de qualquer sequência de 11 jogos na NBA.

    Mas aí vem San Antonio e faz aquilo que todo mundo achava impossível: eliminou o Thunder, atual campeão, ganhando o Jogo 7 fora de casa. Wembanyama com 22 anos fazendo isso? É de outro planeta mesmo.

    Na minha opinião, mesmo com toda a sequência histórica dos Knicks, o que os Spurs fizeram foi mais impressionante. Derrubar o campeão defendendo nunca é fácil – e fazer isso sendo tão jovem mostra que esse time veio pra ficar.

    Quem tem mais pressão?

    Sem dúvida o Wembanyama. O cara tem 22 anos e pode entrar numa lista que só tem Bill Russell e Tim Duncan – caras que ganharam título nessa idade. Se ele conseguir, vai estar na frente do próprio Jordan e do LeBron na cronologia de conquistas.

    Mas se perder? Vai ter uma coisa no currículo que o MJ nunca teve: uma derrota nas Finals. E vocês sabem como é, né? Quando você é cotado pra GOAT desde cedo, cada detalhe conta.

    Brunson também sente a pressão, claro. Nova York está há mais de 50 anos sem título, e ele é o cara que pode quebrar essa maldição. Imaginem a responsabilidade nas costas do menino.

    Eu tô genuinamente curioso pra ver como vai ser. Wemby contra a defesa dos Knicks, Brunson tentando criar contra aquela muralha francesa… Va ser um jogaço, sem dúvida.

    E aí, galera? Quem vocês acham que leva? O veterano Knicks quebrando o jejum ou o prodígio francês começando sua dinastia?

  • 27 anos depois: como o mundo mudou desde a última final dos Knicks

    27 anos depois: como o mundo mudou desde a última final dos Knicks

    Cara, quando eu paro pra pensar que os Knicks não chegavam numa final desde 1999… mano, 27 anos! Jalen Brunson tinha 3 anos de idade. Três! Jennifer Lopez tava bombando com seu primeiro hit, todo mundo tava falando do primeiro Star Wars depois de anos, e o Tony Soprano acabava de estrear na TV.

    Agora eles voltaram pra final — contra o mesmo San Antonio que os derrubou em 99, que ironia — mas vivemos num planeta completamente diferente. Sério, é surreal pensar em tudo que não existia quando Patrick Ewing e companhia perderam aquela série.

    O iPhone nem sonhava em existir

    Galera, o iPhone só foi lançado em 2007! Em 1999, o aparelho mais descolado era aquele Motorola que dobrava na metade — lembra? O StarTAC. E olha só: ninguém tirava selfie no Madison Square Garden porque… bem, celular não tinha câmera. Imagina os stories do Instagram que perdemos naquela época!

    Se você quisesse reclamar de uma jogada duvidosa do árbitro, tinha que gritar com quem tava do seu lado ali mesmo e esperar chegar no trabalho no dia seguinte pra debater com a galera.

    Wemby era ficção científica

    Victor Wembanyama nem tinha nascido ainda — e sinceramente, se alguém falasse em 1999 que ia aparecer um cara de 2,20m que joga como armador, mete de 3 e ainda por cima defende igual um lateral, todo mundo ia achar que era delírio. O mais alto da liga era um romeno chamado Gheorghe Muresan, com 2,31m, mas que mal conseguia correr por causa de problemas nas costas.

    Hoje o Spurs tem esse alienígena francês que redefine o que é possível no basquete. E aí, quem de vocês imaginou que veríamos algo assim um dia?

    Redes sociais? Que isso?

    Facebook, Twitter, Instagram, TikTok — nada disso existia. Se você perdesse o jogo na TV, era isso aí, tchau. Torcia pro SportsCenter passar um highlight decente às 11 da noite. Netflix mandava DVD pelo correio (juro, isso aconteceu), YouTube nem existia, e se você quisesse ouvir música, era CD ou rádio mesmo.

    Las Vegas era só cassino e boxe — hoje tem time da NHL, da NFL e da WNBA campeã. O mundo mudou tanto que dá até vertigem.

    Na minha opinião, essa volta dos Knicks às finais é ainda mais especial por causa disso. Quantas gerações de nova-iorquinos cresceram sem nunca ver o time na decisão? Quantos pais vão levar os filhos no Garden pela primeira vez numa final?

    Vai ser emocionante demais. E dessa vez, pelo menos, todo mundo vai poder postar stories reclamando da arbitragem em tempo real!

  • Mitchell Robinson vai jogar o Jogo 1 das Finais? A incerteza que deixa os Knicks na corda bamba

    Mitchell Robinson vai jogar o Jogo 1 das Finais? A incerteza que deixa os Knicks na corda bamba

    Cara, que timing horrível. Mitchell Robinson, o pivô dos Knicks, está listado como “questionável” para o Jogo 1 das Finais da NBA depois de passar por uma cirurgia na mão na semana passada. E olha, quando você está prestes a enfrentar o Victor Wembanyama nas Finais, ter seu principal defensor na dúvida é praticamente um pesadelo.

    O técnico Mike Brown tentou jogar para escanteio as perguntas sobre a disponibilidade do Robinson, dizendo que “ele fez treinos individuais ontem” mas que não havia falado com os médicos da equipe. Traduzindo: ninguém sabe de nada e todo mundo está rezendo.

    A lesão é mais séria do que parecia

    No início, falaram que era só uma lesão no dedinho. Mentira. Agora sabem que é uma fratura do quinto metacarpo — basicamente, o osso que conecta o dedo mínimo ao punho. Isso é uma lesão na mão mesmo, não só no dedo. E a recuperação média? 52 dias. Só que as Finais começam agora.

    O mais estranho de tudo? A lesão aconteceu em casa, não durante o Jogo 4 contra os Cavaliers nem no centro de treinamento dos Knicks. Robinson ainda postou algo nas redes sociais sobre “enfrentar alguns desafios na vida pessoal”, mas não deu detalhes. Sinceramente, espero que esteja tudo bem com o cara.

    Por que os Knicks precisam MUITO dele

    Lembram das finais da NBA Cup contra os próprios Spurs? Robinson teve 10 rebotes ofensivos e foi fundamental na virada histórica dos Knicks. O cara é um monstro nas duas extremidades da quadra.

    Agora imagine tentar parar o Wembanyama sem o Robinson. É pedir para o francês fazer o que quiser no garrafão. Claro, Robinson pode até jogar com uma proteção na mão, mas pegar passes, disputar rebotes e controlar a bola fica infinitamente mais difícil.

    A verdade é que Mitchell quer jogar — isso é óbvio. Ele estava na quadra no treino de terça-feira com a mão enfaixada, participando da parte mais leve do treino que foi aberta à imprensa. Mas será que os Knicks vão arriscar piorar a lesão do cara nas Finais?

    E aí, vocês acham que ele aguenta jogar com a mão machucada contra um time que tem o Wembanyama dominando o garrafão? Porque se não rolar, os Knicks vão ter que inventar algo muito criativo pra parar esse francês de 2,24m.

  • Finais da NBA 2026: Spurs x Knicks promete ser absurda

    Finais da NBA 2026: Spurs x Knicks promete ser absurda

    Cara, que loucura. As Finais da NBA de 2026 começam na quarta-feira em San Antonio e esse confronto entre Spurs e Knicks tem TUDO pra ser uma das melhores séries que a gente já viu. Talvez até uma clássica mesmo.

    Olha, eu tô aqui analisando os matchups e sinceramente? Vai ser xadrez puro entre Mike Brown e Mitch Johnson. Os dois técnicos vão ter que se superar pra ganhar essa. E pela forma como os times se encaixam, eu apostaria todas as fichas que vai pra sete jogos.

    O grande dilema do Wemby: dentro ou fora do garrafão?

    A real é que tudo gira em torno do Victor Wembanyama. E a pergunta que não quer calar: onde ele vai atuar? Porque olhando os jogos contra o OKC, a matemática é simples — quando ele jogou dentro do garrafão, os Spurs ganharam. Quando ficou na linha dos 3, perderam.

    O problema é que o Wemby ainda não tem aquele movimento certeiro, sabe? Às vezes ele se apaixona pelo arremesso de 3, outras vezes parece que tá jogando numa cesta de criança, enterrando em todo mundo. Mas ele não é forte o suficiente ainda pra forçar posições mais próximas da cesta.

    A estratégia vai ter que ser correr pra transição e atacar antes dos Knicks se organizarem. Porque se deixar eles montarem a defesa… aí complica. E tem outro detalhe: ele VAI precisar acertar alguns arremessos de 3 nessa série. Não tem jeito.

    Josh Hart vai aguentar a pressão?

    Cara, esse é um ponto que pode definir tudo. Os Spurs fizeram a mesma coisa com o Alex Caruso contra o OKC — deixaram o Wemby colar nele pra poder ajudar na defesa. E olha só: Caruso meteu 61% dos 3 pontos nos três primeiros jogos. Absurdo, né?

    O Hart teve uma temporada monstro de 3, acertando 42% (49% dos cantos!). Mas nos playoffs a coisa caiu pra 31%. Se ele conseguir acertar pelo menos uns 36-38% dos arremessos livres que vai receber, os Knicks conseguem manter ele em quadra pelos outros fundamentos que ele oferece.

    Agora, se ele não conseguir castigar essa marcação frouxa… Os Knicks vão ter que colocar o Landry Shamet e forçar cinco arremessadores em quadra. E isso obrigaria o Wemby a sair do garrafão pra marcar na linha de 3.

    E o Karl-Anthony Towns? Como vão parar ele?

    Olha, eu acho que o Towns tem uma oportunidade de ouro aqui. Fora o Wembanyama, os Spurs não são um time grande por dentro. Se eles realmente colocarem o Wemby no Hart pra ele poder ajudar na defesa, quem vai marcar o KAT?

    Na minha visão, esse pode ser o X da questão. O Towns tá numa temporada excelente e se ele conseguir dominar o garrafão quando o Wemby não tiver por perto… Pode ser o diferencial que os Knicks precisam.

    Vocês acham que os Spurs conseguem parar o ataque dos Knicks sem comprometer muito o Wembanyama? Porque sinceramente, eu tô achando que essa vai ser uma das séries mais equilibradas dos últimos anos. E quem errar menos nos detalhes leva a taça.

  • Knicks e Spurs chegaram às Finais de forma quase impossível de repetir

    Knicks e Spurs chegaram às Finais de forma quase impossível de repetir

    Cara, as Finais da NBA deste ano são absolutamente únicas. E não é só porque são duas franquias históricas se enfrentando — é porque a forma como o New York Knicks e o San Antonio Spurs chegaram até aqui é praticamente impossível de ser replicada por outros times.

    Pensa comigo: quando é que você vai ver outro time ganhar na loteria do Draft como San Antonio? Eles não só pescaram o Victor Wembanyama em 2023 (que já foi histórico), mas também conseguiram as 4ª e 2ª escolhas nos dois anos seguintes. Monstro demais, né?

    Só que agora a NBA mudou as regras da loteria. Times não podem mais pegar top 5 em três Drafts consecutivos. Literalmente impossível repetir o que os Spurs fizeram.

    Os Knicks e a estratégia dos relacionamentos

    Já os Knicks… cara, eles foram pelo caminho dos relacionamentos pessoais, e deu absurdamente certo. O Leon Rose (presidente do time) praticamente montou um esquema familiar ali.

    Olha só essa sequência: Rose contratou o Tom Thibodeau como técnico — que ele representava como agente por anos. Depois trouxe o Rick Brunson como assistente técnico — seu primeiro cliente como agente. E aí? Contratou o Jalen Brunson, filho do Rick e seu afilhado, por 4 anos e $110 milhões.

    Sinceramente, pode ter sido uma das melhores contratações de agente livre da história da NBA. Na minha opinião, só fica atrás das mudanças do LeBron, KD pro Warriors e Shaq pro Lakers.

    E não parou por aí. Praticamente todo jogador importante que os Knicks trouxeram tem ligação pessoal com essa panelinha:

    Josh Hart era colega de quarto do Brunson em Villanova. Donte DiVincenzo e Mikal Bridges também jogaram lá com ele. O OG Anunoby é representado pelo Sam Rose (filho do Leon). E o Karl-Anthony Towns? Também era cliente do Rose.

    Uma receita que pode dar errado

    Agora, isso me lembra os Lakers de 2020 com o Rich Paul e a Klutch Sports. A diferença é que lá o negócio não era oficial, e no fim das contas meio que se perdeu. Eles priorizaram jogadores da agência ao invés dos melhores disponíveis — tipo escolher o Talen Horton-Tucker no lugar do Alex Caruso.

    Os Knicks são o terceiro time desde a fusão ABA-NBA a chegar nas Finais sem nenhum jogador que draftaram no quinteto titular. Os outros foram os Lakers 2020 (que tinham o LeBron, né) e os próprios Knicks de 1999 (que perderam o Patrick Ewing por lesão).

    E aí, vocês acham que essa estratégia de relacionamentos pessoais é sustentável? Ou foi só sorte mesmo que deu certo dessa vez? Porque uma hora a conta pode chegar…

    O que eu acho mais louco é que tanto Knicks quanto Spurs chegaram aqui por caminhos totalmente opostos — um pela sorte histórica no Draft, outro pelos relacionamentos. Duas receitas que provavelmente nunca mais vamos ver funcionando ao mesmo tempo.

  • Spurs favoritão contra os Knicks? Apostador expert vê valor em outros mercados

    Spurs favoritão contra os Knicks? Apostador expert vê valor em outros mercados

    Gente, que momento absurdo é esse que estamos vivendo? Reggie Miller — sim, aquele cara que meteu terror na carreira inteira — teve a audácia de dizer durante as finais do Oeste que “qualquer um que ganhar essa série, eu já vi o suficiente dos Knicks. Eles vão ser favoritos na Final”.

    O Jamal Crawford na hora: “Deixa eu ver esse seu copo aí”, zoando que o cara tinha bebido demais. E óbvio que o Miller errou feio. As casas de apostas colocaram San Antonio como favorito com -190, enquanto Nova York aparece com +160. Ou seja, quem manda é o Wemby mesmo.

    Larry Hartstein tá vendo oportunidades onde ninguém vê

    Mas olha só que interessante: o Larry Hartstein — que tá 100-69 nas últimas 169 apostas na NBA com lucro de +1751 para quem apostou $100 — não tá muito ligado nessas odds principais não. Na verdade, ele encontrou umas apostas bem mais interessantes.

    Primeira jogada dele: mais de 5,5 jogos (-170) e Spurs ganhando por 4-3 (+380). A lógica é simples — cinco dos últimos sete Finals foram pelo menos seis jogos. E cara, os dois times foram monstros em casa: San Antonio 32-8 no Alamodome (segundo melhor da liga), New York 30-10 no Madison Square Garden.

    “Sim, a Conferência Leste tá mais fraca, mas os Knicks são fortes demais”, explica o Hartstein. “Eles ganharam 11 jogos seguidos nos playoffs por quase 24 pontos de diferença. Têm o jogador mais clutch da série no Brunson, e o Karl-Anthony Towns que tira pressão dele — luxo que o Thunder não teve por causa das lesões.”

    A aposta maluca no Julian Champagnie

    Agora vem a aposta mais ousada: Julian Champagnie liderar a série em arremessos de 3 (+290). Pode parecer loucura, mas o cara tá vindo de uma sequência absurda.

    Depois de começar as finais do Oeste fazendo 6 de 31 do perímetro (19,4% — uma tristeza), o Champagnie virou outro jogador: 12 de 24 nos últimos três jogos (50%!). E tem mais: na temporada regular, ele quebrou o recorde da franquia com 11 bolas de 3 numa vitória contra… adivinha? Os próprios Knicks.

    O Hartstein prefere ele ao invés do Devin Vassell (que também tá +290) porque o Champagnie é mais especialista no spot-up, enquanto o Vassell vai enfrentar marcação mais dura. “Muitos acreditam que os Knicks vão colocar o Brunson no Champagnie. Se rolar isso, ele vai explorar um dos defensores mais fracos de Nova York”.

    E aí, vocês acham que essas apostas fazem sentido? Eu tô achando essa do Champagnie bem tentadora, não vou mentir. O cara tá pegando fogo no momento certo.

  • Ingressos do Knicks nas Finais custam R$ 21 mil – mais caro que Super Bowl

    Ingressos do Knicks nas Finais custam R$ 21 mil – mais caro que Super Bowl

    Cara, eu sabia que o Knicks voltando às Finais da NBA depois de 27 anos ia ser loucura, mas isso aqui passou de todos os limites. Os ingressos mais baratos pro jogo 3 no Madison Square Garden estão custando US$ 4.200 (mais de R$ 21 mil na cotação atual). Quatro mil e duzentos dólares pra entrar no ginásio. É mais caro que o Super Bowl!

    E olha que eu achava que brasileiro pagava caro pra ver jogo de futebol…

    Os preços estão simplesmente absurdos

    A coisa tá tão insana que algumas cadeiras da courtside (aquelas pertinho da quadra) estão sendo vendidas por mais de US$ 40 mil. Quarenta mil dólares pra ver um jogo de basquete. Tem ingresso chegando na casa dos seis dígitos – estamos falando de mais de R$ 500 mil por um assento.

    Pro jogo 4, o preço mínimo já subiu de US$ 3.400 pra quase US$ 4.000 em apenas uma semana. E se rolar o jogo 6 (que seria decisivo no MSG), prepare o bolso: US$ 5.300 só pra entrar.

    Sinceramente, eu entendo a empolgação. O Knicks não chegava nas Finais desde 1999, quando enfrentou exatamente o San Antonio Spurs – que agora tem o Wembanyama como grande estrela. O francês foi MVP das finais de conferência e virou o primeiro cara na história a conseguir pelo menos 55 bloqueios e 25 bolas de três numa mesma pós-temporada. Monstro mesmo.

    San Antonio é a salvação pro bolso

    Agora, se você quer ver as Finais sem vender um rim, a dica é viajar pra San Antonio. Lá os ingressos mais baratos pro jogo 1 estão “apenas” US$ 1.000, e pro jogo 2 cerca de US$ 1.300. Mesmo somando passagem e hotel saindo de Nova York, você gasta menos que um ingresso no Madison Square Garden.

    Tem muito torcedor que comprou o season ticket do Knicks agora numa sinuca de bico: vai no jogo ou vende por uma fortuna? Imagina ter que escolher entre realizar o sonho de ver seu time nas Finais ou pagar a faculdade do filho…

    E aí, pessoal – vocês pagariam essa grana toda pra ver um jogo? Eu confesso que ficaria na dúvida cruel, ainda mais sendo Knicks x Spurs com Wembanyama em quadra.

  • Playoffs da NBA explodem na audiência – 28 anos pra isso!

    Playoffs da NBA explodem na audiência – 28 anos pra isso!

    Gente, os números que saíram dos playoffs deste ano são ABSURDOS. A NBA não via uma audiência dessas há 28 anos – desde 1998, pra vocês terem ideia. E olha que estamos falando de uma época onde tinha Michael Jordan ainda jogando.

    O jogo 7 entre Spurs e Thunder pela final do Oeste foi o grande responsável por essa loucura. 17,7 milhões de pessoas assistindo no pico da audiência. Dezessete milhões e setecentas mil! Eu mesmo tava grudado na TV, e pelo visto não fui o único.

    Thunder x Spurs: o show que todo mundo queria ver

    A série toda entre San Antonio e Oklahoma City teve média de 10,8 milhões de telespectadores por jogo. É a final de conferência mais assistida em 24 anos, cara. E faz todo sentido – Victor Wembanyama indo pras Finais pela primeira vez, Thunder com aquele time jovem e talentoso…

    O mais louco é que só os jogos 1 e 7 foram realmente emocionantes. Os do meio foram meio mornos, sem mudanças de liderança no segundo tempo. Mas quando importava, os dois times entregaram o show.

    Enquanto isso no Leste, os Knicks simplesmente atropelaram Cleveland numa varredura que só foi interessante no jogo 1, quando Nova York ganhou na prorrogação. Depois disso foi passeio.

    Nova York nas Finais – fazia tempo!

    Agora vem a cereja do bolo: Knicks x Spurs nas Finais. Nova York não chegava numa decisão desde 1999 – coincidência ou não, foi justamente contra San Antonio naquela época. Eu tinha 12 anos e lembro até hoje do Tim Duncan destruindo tudo.

    O que mais me impressiona é que estamos falando do maior mercado dos EUA (Nova York) contra uma franquia histórica com o fenômeno francês. Wemby nas Finais, mano! O cara de 2,24m que joga como se fosse um armador.

    A média geral dos playoffs foi de 5,3 milhões de espectadores por jogo, considerando todas as emissoras (ABC, ESPN, NBC, Peacock e Prime Video). É muita gente assistindo basquete, e isso só mostra como a liga tá em alta.

    Vocês acham que as Finais vão bater algum recorde histórico? Com essa expectativa toda e os dois mercados envolvidos, eu não duvido de nada. O basquete tá voltando a ser mainstream nos EUA, e que venham mais jogos como esses!